POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO PARANÁ. ESTADO-MAIOR - 1 a SEÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO PARANÁ. ESTADO-MAIOR - 1 a SEÇÃO"

Transcrição

1 POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO PARANÁ ESTADO-MAIOR - 1 a SEÇÃO DECRETO n o 4.509, DE 21 OUT O Governador do Estado do Paraná, usando da atribuição que lhe confere o art. 48, item I, da Constituição Estadual, D E C R E T A : Artigo Único. Fica aprovado o REGULAMENTO DO CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO, da Polícia Militar do Estado, que com este baixa. Curitiba, em 21 de outubro de 1961, 140 o da Independência e 73 o da República. NEY BRAGA AFFONSO ALVES DE CAMARGO NETO REGULAMENTO DO CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO RCFA CAPÍTULO I FINALIDADES Art. 1 o O Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar do Estado do Paraná, criado pela Lei de 9 de dezembro de e designado neste Regulamento pela abreviatura CFA é instituto destinado a preparar, formar e aperfeiçoar oficiais, sargentos, cabos e soldados para o desempenho de suas funções na Polícia Militar consoante as missões que lhe são conferidas pela legislação vigente. Art. 2 o O Diretor de Ensino em assunto de instrução e de ensino, corresponder-se-á com o Comando Geral por intermédio do Comandante do CFA. Art. 3 o Os processos de seleção, instrução e educação (física, moral, intelectual e profissional) devem ser tais que o acesso ao oficialato e as graduações de sargento ou cabo e a formação de soldado seja somente possível aos que hajam revelado qualidades indispensáveis as missões que terão de desempenhar. CAPÍTULO II COMPOSIÇÃO 1 Redação original

2 2 Art. 4 o O Centro de Formação e Aperfeiçoamento, compor-se-á de: I - QUANTO AO PESSOAL a) Comando 1) - Comandante 2) - Subcomandante 3) - Ajudante 4) - Auxiliar 5) - Secretaria 6) - Tesouraria 7) - Seção de Saúde 8) - Casa das Ordens 9) - Seção de Comando 10) - Seção de Serviço 11) - Protocolo I - Quanto a Direção de Ensino (D.E) 1) - Diretor de Ensino 2) - Sub-Diretor de Ensino 3) - Auxiliar 4) - Corpo Docente 5) - Secretário de Ensino 6) - Setor Psicotécnico 7) - Seção do Pessoal de Ensino 8) - Seção de Meios CAPÍTULO III UNIDADES ESCOLARES 1) - Escola de Aperfeiçoamento (E.A.O.)

3 3 2) - Escola de Oficiais: a) Curso Preparatório (C.P.) b) Curso de Formação de Oficiais (C.F.O.) 3) - Curso de Oficiais de Administração 4) - Ginásio 5) - Escola de Sargentos 6) - Escola de Cabos 7) - Escola de Educação Física 8) - Escola de Soldado 9) - Escola Regimental COMANDO Art. 5 o O Comandante do C.F.A. é um Tenente Coronel com a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, sendo o principal responsável pela administração, ensino e disciplina competindo-lhe além das atribuições de Comandante do Corpo: 1º - Propor ao Comando Geral as medidas necessárias ao bom funcionamento da Unidade; 2º - Matricular nas diversas Escolas os candidatos que tenham satisfeito as exigências regulamentares; 3º - Desligar os alunos na forma deste Regulamento; 4º - Distribuir, para efeito de instrução, mediante proposta do Diretor de Ensino, os professores, os instrutores e auxiliares de instrutor; 5º - Superintender todos os serviços, facilitando, contudo, o livre exercício das funções de seus subordinados para que estes desenvolvam o espírito de iniciativa, indispensável na paz e na guerra e sintam a responsabilidade decorrentes; 6º - Providenciar para que o C.F.A. seja convenientemente orientado para as suas finalidades; 7º - Tomar parte pessoalmente nas formaturas do Centro; 8º - Esforçar-se para que o Centro de Formação e Aperfeiçoamento esteja sempre preparado para a eventualidade de uma mobilização e para as missões que decorrem de sua natureza policial;

4 9º - Imprimir a todos os seus atos, como exemplo, a máxima correção, pontualidade e justiça; 10º - Esforçar-se para que os oficiais sob seu Comando sirvam de exemplo as praças, quer na instrução, quer na educação e disciplina; 11º - Observar cuidadosamente a capacidade, virtude e defeitos dos seus oficiais não só para formar juízo próprio como para prestar com exatidão as informações regulamentares e outras que lhe forem solicitadas; 12º - Louvar em boletim os oficiais e praças, sob seu Comando que se tornarem excepcionalmente dignos dessa menção, esforçando-se para que o elogio não converta em fórmula banal e graciosa e corresponda exatamente aos méritos de cada um; 13º - Retificar em boletim do C.F.A. justificando, qualquer ato dos seus subordinados; 14º - Corresponder-se diretamente com o C.G. e com as autoridades civis e militares locais quando o C.F.A. estiver fora da sede daquele Comando e o assunto não exigir a intervenção de autoridade superior, salvo as restrições regulamentares; 15º - Proibir discussões religiosas ou políticas no interior do quartel de sua Unidade; 16º - Despachar e informar, com presteza, os requerimentos, partes, consultas ou queixas dos seus comandados, mandando arquivar as que não estiverem redigidas em termos ou forem de natureza especiosa, punindo neste caso os seus autores; 17º - Nomear, mediante escalas, as Comissões previstas em regulamentos, as que, julgar indispensáveis ao bom andamento do serviço, e, por livre escolha, as que exigirem aptidões especiais ou dependerem de sua confiança pessoal; 18º - Mandar incluir no Centro, os oficiais e praças nele classificados ou transferidos, designando-lhes as Sub-Unidades em que devem servir; 19º - Velar para que a distribuição dos homens incluídos no Centro, obedeça tanto quanto possível, às necessidades próprias de cada serviço, tendo em vista a aptidão de cada um; 20º - Determinar a transferência de praças dentro do Centro de acordo com as necessidades do serviço; 21º - Proceder as exclusões de oficiais e praças determinadas em boletim do Comando Geral; 22º - Comunicar ao Comandante Geral as alterações em que lhe interessarem, de acordo com as prescrições regulamentares; 4

5 23º - Utilizar no serviço de escrita das repartições do Centro além do pessoal normal, os graduados que forem necessários, sem prejuízo de suas funções ordinárias, sempre que o acúmulo de trabalho o exigir; 24º - Propor o preenchimento de vagas de graduados, de acordo com as prescrições regulamentares; 25º - Punir dentro dos limites regulamentares, os oficiais e praças pelas faltas disciplinares que cometerem; 26º - Conceder às praças sob seu comando, até seis dias de dispensa do serviço, sem prejuízo da escala do C.G.; 27º - Anular, somente dentro de trinta dias, e caso ainda não esteja averbado, qualquer nota disciplinar sua, uma vez que reconheça, posteriormente, ter sido injusto ou ilegal, devendo recorrer ao Comandante Geral, para que faça tal reparação, desde que seja exercido o prazo mencionado ou se tenha verificado a averbação; 28º - Dar suas ordens, sempre que possível, por intermédio do Sub-Comandante; 29º - Publicar em boletim o recebimento do dinheiro destinado as despesas do Centro e ao pagamento do pessoal; 30º - Transferir qualquer artigo em carga, de uma para outra repartição do Centro, de conformidade com as necessidades do serviço; 31º - Providenciar para que seja passado atestado de origem aos elementos do Centro, nos casos de ferimentos, ou doenças adquiridas em ato de serviço ou instrução, de acordo com as prescrições em vigor; 32º - Comunicar diretamente ao Comandante Geral, ao assumir ou deixar o Comando, o recebimento ou entrega de documentos em caráter secreto ou reservado, que estiverem sob a sua responsabilidade; 33º - Remeter ao Comandante Geral, quando lhe for solicitada a demonstração suscinta, acompanhada dos respectivos dados, das necessidades do Centro, a serem satisfeitas no ano seguinte; 34º - Remeter a autoridade imediatamente superior, um relatório anual dos trabalhos executados, das ocorrências e necessidades do Centro. DO SUB-COMANDANTE Art. 6 o O Sub-Comandante, Major com a E.A.O. é o auxiliar e substituto do Comandante e serve-lhe de intermediário na transmissão de ordens, cuja execução fiscaliza, devendo ordenar sempre em nome deste, para que não seja alterada a Unidade de Comando. Art. 7 o Ao Sub-Comandante compete: 5

6 1º - Organizar o boletim de acordo com as ordens do Comandante, providenciando para que dele sejam extraídas as cópias necessárias as repartições do Centro; 2º - Secundar o Comandante, na cuidadosa fiscalização da instrução do pessoal do Centro, comparecendo freqüentemente, aos respectivos exercícios e, providenciando para que sejam fielmente observados os programas e horários estabelecidos; 3º - Informar ao Comandante do C.F.A. sobre as propostas para preenchimento de vagas de graduados nas repartições do Centro; 4º - Na ausência ou impedimento do Comandante, assinar documentos e tomar providências de caráter urgente, privativas das atribuições daquele; 5º - Cientificar ao Comandante, do que houver ocorrido em sua ausência e das providências tomadas; 6º - Fiscalizar todos os serviços e obras das repartições, apresentando a despacho do Comandante os pedidos devidamente visados, quando satisfizerem as exigências legais; 7º - Inspecionar as escriturações das repartições do Centro, certificando-se de sua exatidão; 8º - Providenciar para quer a Unidade, tenha elementos materiais indispensáveis à execução dos programas de instrução e secundar o Comandante, no aparelhamento do Centro para a mobilização; 9º - Mandar escalar o pessoal que tiver de dar serviço no dia seguinte; 10º - Determinar lugar e hora da concentração das Cias. em qualquer formatura da Unidade, cujo Comando assumirá até a chegada do Comandante; 11º - Encaminhar todos os documentos dirigidos ao Comandante, devidamente informados; 12º - Fazer conferir e visar, antes de encaminhar à Tesouraria, todos os papéis de vencimentos do pessoal do Centro; 13º - Mandar afixar na Casa das Ordens, uma relação das residências de todo o pessoal da Unidade; 14º - Mandar afixar nas diversas dependências, quadros com as atribuições dos sargentos e de outros graduados, encarregados dos respectivos serviços; 15º - Fazer na carga do Centro as alterações que forem determinadas pelo Comandante do Centro e Comando Geral. DO AJUDANTE 6

7 Art. 8 o O Ajudante do C.F.A. Capitão com a E.O. é o auxiliar imediato do Sub- Comandante; Cumpre-lhe: 1º - Todo o serviço das ordens; 2º - Administrar, disciplinar e instruir o Corpo de Alunos; 3º - Propor as praças em condições de preencher diversos cargos, depois de ouvidos os chefes de repartições; 4º - Organizar, mensalmente a relação das alterações de pessoal da Unidade, a fim de serem transcritas nos respectivos assentamentos; 5º - Ter uma escala atualizada dos Oficiais do Centro bem assim uma dos serviços do Corpo de Alunos, a fim de poder indicar na ausência do Sub- Comandante, quem deve desempenhar qualquer serviço, comunicando na primeira oportunidade a alteração ocorrida. DO AUXILIAR Art. 9º - O Auxiliar do C.F.A. é um primeiro Tenente com a E.O. cumprindo-lhe secundar o Ajudante observadas as disposições regulamentares. Art DO SECRETÁRIO O Secretário da administração, é um primeiro Tenente responsável pela marcha dos trabalhos da Secretaria. Incumbe-lhe: 1º - Dirigir os trabalhos de correspondência, de arquivo e de registro das alterações do pessoal da Unidade; 2º - Fazer pessoalmente, toda a correspondência de natureza reservada, ou outra que lhe for determinada; 3º - Organizar e manter em dia, sob sua responsabilidade, o arquivo de documentos de caráter sigiloso, que lhe forem entregues pelo Comandante; 4º - Reunir e entregar diretamente ao Sub-Comandante a correspondência oficial recebida pela Unidade; 5º - Trazer em dia, em livro especial, o histórico da Unidade; 6º - Conferir e autenticar as cópias mandadas extrair, por autoridades competentes dos documentos existentes no arquivo; 7º - Fazer manter em dia, e na mais completa ordem, o arquivo da Unidade; 8º - Responder pela carga do material distribuído a Secretaria; 7

8 9º - Fiscalizar, pessoalmente, a expedição da correspondência fazendo registrá-la no protocolo em que será passado o competente recibo; 10º - Ter sob responsabilidade as Fichas de Corretivos de praças da Unidade, providenciando a sua alteração sempre que se fizer necessária. Parágrafo Único - Para o bom andamento do serviço, contará o Secretário com um 2º Tenente auxiliar. DA TESOURARIA Art Ao Tesoureiro, um 2º Tenente Q.A.O. cabe: 1º - Receber do Chefe do Serviço de Fundos os vencimentos dos oficiais e praças do C.F.A. e efetuar o pagamento aos mesmos; 2º - Receber as importâncias relativas a descontos de apostilas escolares, barbearia, engraxataria; 3º - Apresentar mensalmente, um balancete ao Sub-Comandante; 4º - Contabilizar e escriturar todo o movimento da Tesouraria; 5º - Prestar outros serviços que forem julgados necessários tais como: Recebimento de verba especial destinada ao pagamento da gratificação aos instrutores e professores dos Cursos ministrados por este Centro. DA SEÇÃO DE SAÚDE Art A Seção de Saúde, compõem-se de: a) Gabinete médico (a cargo de um Oficial médico); b) Gabinete dentário (a cargo de um Oficial dentista); c) Gabinete de biometria (a cargo de um Oficial de Educação Física). Art Ao Médico e ao Dentista, incumbe assegurar a assistência médica e odontológica a todo o pessoal do C.F.A. na forma regulamentar. Art Ao Oficial de Educação Física compete: a) Inspecionar e selecionar os candidatos aos diversos Cursos do C.F.A.; b) Controlar atentamente todos os alunos na prática de Educação Física, por meio de verificações periódicas previstas no programa geral de ensino. DA CASA DAS ORDENS Art O serviço da Casa das Ordens é chefiado por um Sub-Tenente, auxiliar imediato do Ajudante da Unidade, cumprindo-lhe: 8

9 1º - Ter perfeito conhecimento dos regulamentos, instrução e ordens gerais da Polícia Militar e dos relativos à Unidade; 2º - Coordenar a matéria a ser publicada em boletim da Unidade cuja execução dirige; 3º - Executar os trabalhos afetos a Casa das Ordens e distribuí-los aos seus auxiliares, de acordo com as instruções do Ajudante; 4º - Ter a escala dos sargentos, cabos e corneteiros da Unidade para designar aquele a quem competir o serviço; 5º - Comparecer a todas as formaturas em que deve tomar parte o Ajudante; 6º - Participar ao Ajudante qualquer ordem que lhe for dada diretamente pelas autoridades superiores; 7º - Receber a correspondência e providenciar sobre a distribuição ao C.F.A.; 8º - Zelar pelo material distribuído a Casa das Ordens. Parágrafo Único - Para execução do trabalho da Casa das Ordens, o Sub- Tenente-Chefe, terá um primeiro sargento amanuense, e, como auxiliares os datilógrafos e outras praças empregadas nessa repartição. DA SEÇÃO DE COMANDO Art Ao sargenteante compete: 1º - Fazer a chamada do pessoal sob sua responsabilidade; 2º - Fazer a escala de serviço de respondente; 3º - Providenciar as alterações dos elementos da Unidade; 4º - Trazer o Livro Índice em dia, servindo como controle dos elementos; 5º - Fazer a Limpa das alterações das praças; 6º - Redigir partes e informações; 7º - Trazer em dia o Livro Sei Tudo da Unidade; 8º - Confeccionar as Guias de Socorrimento das praças. DA SEÇÃO DE SERVIÇOS Art Ao Sub-Tenente Chefe da Seção de Serviços, compete: 1º - Manter sob sua responsabilidade o Mapa-carga da Unidade, providenciando as alterações que se fizerem necessárias; 9

10 10 2º - Manter em constante limpeza o armamento e equipamento da Unidade; 3º - Providenciar para que todo serviço de material bélico da furrielação esteja sempre em ordem. DO PROTOCOLO Art Ao cabo protocolista compete: - Receber, registrar e encaminhar as demais Seções, setores ou dependências, os papéis ou processos. II - QUANTO A DIREÇÃO DE ENSINO DO DIRETOR DE ENSINO Art O Diretor de Ensino, Major com a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, será o responsável perante o Comandante do C.F.A. pela regularidade e harmonia do ensino ministrado, competindo-lhe particularmente: 1º) - Orientar e coordenar todo o ensino, de maneira que sejam atingidos os objetivos do Centro; 2º) - Sugerir ao Comandante as medidas de caráter Técnico-administrativo que julgar necessárias a boa marcha do ensino; 3º) - Baixar diretrizes particulares para regular os trabalhos durante o ano letivo; 4º) - Dirigir pessoalmente, os exercícios de que participem, conjuntamente, duas ou mais escolas; 5º) - Propor ao Comandante do C.F.A.: a) Abertura de concurso para o provimento dos cargos de professores e técnicos do C.F.A.; b) A designação ou dispensa de oficiais instrutores e professores civis; c) A distribuição de professores, instrutores e auxiliares de instrutor; d) As datas para a realização dos exames e a designação das comissões examinadoras respectivas; e) O desligamento de alunos que revelarem personalidade ou temperamento incompatível com a função a que se destina; f) O desligamento de alunos cuja conduta, civil ou militar, os incompatibilize com a carreira policial-militar; g) A concessão de prêmios escolares e outras recompensas que estimulem o aproveitamento dos alunos;

11 11 h) A lista tríplice de nomes para escolha do Diretor do Ginásio do C.F.A.. 6º) - EMITIR: a) Em fim de curso, para conhecimento do interessado a remessa ao Estado Maior, em caráter reservado, conceito sobre cada um dos alunos das Escolas de Aperfeiçoamento e Escola de Oficiais ouvidos os instrutores e professores respectivos; b) Parecer sobre questões controversas relativas a interpretação de dispositivos e sobre os casos omissos deste regulamento; 7º) - Encaminhar anualmente, após o encerramento dos Cursos, relatórios sobre o desenvolvimento do ensino, assinalando os resultados obtidos, as falhas verificadas e propondo as modificações julgadas convenientes; 8º) - Assinar com o Comandante da Polícia Militar, Secretário do Interior e Justiça e Comandante do C.F.A. os Diplomas e Certificados de conclusão de Cursos do C.F.A.; 9º) - Encaminhar ao Comandante do C.F.A. proposta de admissão e dispensa de professores; 10º) - Exigir a fiel execução do regime didático; 11º) - Abonar, mensalmente, as faltas dos professores ou instrutores, nos termos que faculta este regulamento; 12º) - Examinar os antecedentes dos candidatos as diferentes Unidades; 13º) - Aplicar as penalidades de sua competência; 14º) - Orientar o serviço de Relações Públicas dos diversos Cursos do C.F.A. além daqueles especificados no R.I.C.F.A.. DO SUB-DIRETOR Art O Sub-Diretor do Ensino é um Capitão com a E.A.O, competindo-lhe substituir o Diretor nas suas ausências ou impedimentos e executar todos os trabalhos que lhe forem atribuídos; CUMPRE-LHE AINDA: 1º) - Fiscalizar a execução, por parte dos professores e instrutores, do regime didático; 2º) - Atender aos alunos em seus pedidos de informações, só os encaminhando ao Diretor de Ensino quando a solução dos casos seja da exclusiva competência deste; 3º) - Manter a disciplina nas diversas dependências das Escolas;

12 4º) - Comunicar ao Diretor de Ensino qualquer fato grave que ocorra e que não seja de sua atribuição resolver. DO AUXILIAR: Art O Auxiliar da Diretoria de Ensino é um 1º Tenente com a E.O. cumprindo-lhe secundar o Sub-Diretor do Ensino observadas as disposições regulamentares. DO CORPO DOCENTE: Art O Corpo Docente é constituído por professores, instrutores, assistentes e monitores dos diferentes cursos do C.F.A. 1º - Como órgão auxiliar disporá o Corpo Docente de um quadro de assistente de ensino constituído de oficiais Subalternos, ou Aspirante Oficial, além de monitores. 2º - Constitui ponto de honra para os professores, instrutores, assistente de ensino e monitores, a profunda penetração das elevadas finalidades do Centro, o que vale dizer - de suas responsabilidades perante a Polícia Militar e o Estado. Art Mediante proposta do Diretor do Ensino, ao Comandante do Centro e desde ao Comando Geral, os professores do C.F.A. serão designados dentre membros do Magistério Oficial, superior ou secundário de ensino devidamente habilitados para ministrar a cadeira respectiva. Art Mediante proposta do Diretor do Ensino o Comandante do C.F.A. designará os instrutores auxiliares de ensino e monitores respectivamente dentre os Oficiais e Aspirantes Oficiais e praças do Centro. Art Durante o período letivo os professores, instrutores, auxiliares de ensino e monitores somente poderão ser afastados de suas funções por motivo plenamente justificado. 1º - Eventualmente, mediante proposta do Diretor de Ensino ao Comandante do Centro e desde ao Comando Geral, poderão ser designados Oficiais do Exército, instrutores nas diferentes Escolas em funcionamento no C.F.A.; 2º - Nenhum oficial instrutor poderá ser designado para cargos em comissão no interior do Estado, enquanto durar o ano letivo. Art Os professores civis pertencentes ao Corpo Docente do C.F.A. merecerão todo respeito equivalente ao posto de Capitão. Art As atribuições do Corpo Docente são regidas pelo artigo 15 do R.I.C.F.A. DO SECRETÁRIO DE ENSINO Art O Secretário de Ensino é um 1º Tenente com a E. O. competindo-lhe: 12

13 13 1º - Preparar o expediente da Diretoria de Ensino; 2º - Organizar os diversos fichários e arquivos da D.E. e mantê-los em dia; 3º - Organizar os processos de matrículas; 4º - Controlar e fiscalizar as faltas dos alunos dos diferentes cursos; 5º - Fornecer elementos para a organização do relatório semestral referente ao ensino; 6º - Controlar a execução dos programas fixados; 7º - Organizar e manter atualizados os mapas gráficos estatísticos relativos ao ensino; 8º - Dirigir os trabalhos de escrituração, registro e fichário de graus de exercícios, provas, testes, trabalhos práticos, etc. distribuindo entre os seus funcionários e expediente; DO SETOR PSICOTÉCNICO Art É o órgão de seleção e orientação de todos quantos ingressem nos diferentes cursos do C.F.A. Art O Setor Psicotécnico estará a cargo de um Oficial Médico Psiquiatra especializado na matéria, de preferência membro do Corpo Docente do C.F.A. e contará com os funcionários oficiais técnicos necessários. Parágrafo Único - Não havendo oficial médico especializado, o Setor Psicotécnico poderá ficar a cargo do médico civil, que satisfaça a exigência do presente artigo. Art Nenhum aluno poderá ser admitido nos diferentes cursos e Escolas do C.F.A. sem ser julgado capaz pelo Setor Psicotécnico. Art Ao Chefe do Setor Psicotécnico, compete: 1º - Sugerir a classificação das praças e alunos nos diversos cursos, segundo o nível e aptidões para efeito de instruções e aproveitamento ulterior nas Unidades da Polícia Militar; 2º - Estudar, em cooperação com os órgãos competentes da Polícia Militar ou estranhos a ela a elaboração de provas especializadas para a determinação da aptidão para as funções policial-militares e especialidades inerentes à Polícia; 3º - Analisar os dados referentes ao ensino no C.F.A. organizar e apresentar estatísticas que permitam orientar o ensino na obtenção e tratamento de medidas educacionais;

14 4º - Fornecer ao Diretor de Ensino todos os elementos necessários à emissão de conceitos dos alunos da E.A.O., E.O. e demais cursos; 5º - Pesquisar as causas do fracasso dos alunos no estudo, anotando os dados que puder recolher, através de sua própria observação e dos professores e instrutores; Parágrafo Único - Os testes organizados e aplicados pelo Setor Psicotécnico do C.F.A. ou Instituições Públicas, serão de caráter reservado. DA SEÇÃO DO PESSOAL DE ENSINO Art O Chefe da Seção do Pessoal de Ensino é um 1º Tenente que exerce a função de Chefe dos Monitores, competindo-lhe: Orientar e fiscalizar os monitores durante a instrução, apontando-lhes as faltas e procurando sanar as deficiências. DA SEÇÃO DE MEIOS Art O Chefe da Seção de Meios, é um 2º Tenente, cumprindo-lhe: 1º - Fiscalizar e orientar a elaboração dos meios auxiliares da instrução; 2º - Atender os serviços de poligrafia, procurando manter sempre em dia o material necessário à elaboração dos meios auxiliares de instrução; 3º - Atualizar e conservar o material já existente; 4º - Zelar pela limpeza e conservação dos locais de ensino. UNIDADES ESCOLARES Art As Unidades Escolares de que trata o presente regulamento comporse-á das diferentes Escolas e Cursos de conformidade com o item II do art. 4º e terão a seguinte duração respectivamente: 1) Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais - 10 meses; 2) Escola de Oficiais - 5 anos; compreendendo: a) Curso Preparatório - 2 anos; b) Curso de Formação de Oficiais - 3 anos. 3) Curso de Oficiais da Administração - 2 anos; 4) Ginásio - 4 anos; 5) Escola de Sargentos - 8 meses; 6) Escola de Cabos - 5 meses; 14

15 15 7) Escola de Educação Física - 1 ano; 8) Escola de Soldado - 6 meses; 9) Escola Regimental - (variável). CAPÍTULO IV PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA FUNCIONAMENTO DO C.F.A. Art O regime normal do funcionamento do C.F.A. é regulado pelo R.I.C.F.A. Art O C.F.A. observará para o ensino militar em suas diferentes escolas, os regulamentos da Polícia Militar estabelecidos no R.I.C.F.A. e nos casos omissos observará os similares do Exército Nacional. Parágrafo Único - Quanto ao ensino policial, legislação civil, militar e administração, observará o que for mandado adotar pelo R.I.C.F.A. na Corporação, baixado por decreto do Poder Executivo. Art A progressão do ensino, os horários e intensidade dos trabalhos teóricos e práticos em cada curso ou escola serão regulados pelo R.I.C.F.A. Art A Escola Regimental funcionará nos moldes do curso primário fundamental, de acordo com os programas elaborados pela Secretaria de Educação e Cultura. Art O Ginásio funcionará dentro dos planos gerais estabelecidos pelo Ministério da Educação e Cultura (M.E.C.) suas leis e regulamentos, bem como do Capítulo de que trata o assunto no presente Regulamento. Art Quanto à organização do ensino, haverá um Regimento Interno e Diretrizes para cada Escola ou Curso, elaborado pelo Diretor de Ensino e sua aplicação definitiva estará subordinada a aprovação do Comandante Geral e baixada em decreto do Poder Executivo denominando-se R.I.C.F.A. CAPÍTULO V PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA FUNCIONAMENTO DO E.A.O. Art A Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (E.A.O.), tem por finalidade, aprimorar a cultura profissional e ampliar a cultura geral dos oficiais da Polícia Militar, habilitando-os para o exercício das funções de Oficial Superior da Corporação. Art Do número de oficiais-alunos fixado pelo Comando Geral, dois terços serão matriculados compulsoriamente e um terço facultativamente, mediante requerimentos dos interessados.

16 1. Concorrem às vagas do CAO os Capitães com interstício mínimo de 2 (dois)anos no posto dos respectivos quadros. 1º - As matrículas compulsórias serão feitas por ordem hierárquica decrescente entre oficiais combatentes superiores e capitães que ainda não possuam este Curso. 2º - As vagas facultativas destinam-se aos oficiais combatentes superiores ou capitães ou ainda aos 1º tenentes, excepcionalmente, quando houver vagas. 3º - Se o número de interessados for maior que o número de vagas, estas serão lotadas mediante concurso a ser realizado conforme instrução do Comando Geral. 4º - Quando os Oficiais Superiores e Capitães não preencherem as vagas, o Comando Geral determinará por boletim que as mesmas sejam preenchidas por 1º tenente, obedecida a ordem de antigüidade. 5º - As matrículas compulsórias só poderão ser adiadas pelo prazo de dois anos, perdendo o direito à matrícula qualquer que não fizer neste prazo. 16 outro. 6º - As vagas não preenchidas por um critério, reverterão em benefício do 7º - Os oficiais matriculados na E.A.O. passarão adidos ao C.F.A.. 8º - Os oficiais que por qualquer eventualidade não possuírem a E.A.O. deverão cumprir a determinação da Lei nº 1.943, de 23 de junho de em seu Artigo 64 para terem acesso ao oficialato superior. 9º - Os oficiais que já atingiram o oficialato superior mas não cumpriram o que dispõe o parágrafo anterior, deverão cumpri-lo para que lhes seja assegurado o direito à promoção ao posto imediato. Art O ensino na E.A.O. será regulado pelo R.I.C.F.A.. PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA O FUNCIONAMENTO DA ESCOLA DE OFICIAIS E CURSO DE OFICIAIS DE ADMINISTRAÇÃO Art A Escola de Oficiais compreende: a) Curso Preparatório (C.P.), destinado a ampliar a cultura geral dos alunos, habilitando-os ao ingresso no Curso de Formação de Oficiais; b) O Curso de Formação de Oficiais destinado a formar oficiais para o desempenho das funções de Tenentes e Capitães. Art O Curso de Oficiais de Administração é destinado à habilitar o candidato a ingressar no oficialato no Quadro de Auxiliar de Oficiais da Polícia Militar, tornando-se apto para o pleno exercício de suas funções, somente como oficial subalterno de administração.

17 Art O C.P. o C.F.O. o C.O.A. serão dirigidos pelo Diretor do Ensino, constituindo-se seu Corpo Docente pela forma estabelecida neste Regulamento. Art O C.P. e C.F.O. funcionarão no C.F.A., sendo que o número de alunos nas diferentes séries será de acordo com as necessidades verificadas no quadro da tropa. Art O C.O.A. funcionará eventualmente quando houver vaga no Quadro Auxiliar de Oficiais, por determinação do Comandante Geral. Art Nenhum oficial de administração poderá ingressar no quadro de combatente e vice-versa. Art Fica assegurada a promoção até o posto de Capitão aos oficiais do Quadro Auxiliar, dentro dos limites exigidos para as respectivas promoções. Art O C.O.A. constitui requisito indispensável para o ingresso no Quadro Auxiliar de Oficiais da Polícia Militar. Art Os alunos que concluírem o 2º ano do Curso Preparatório, receberão em solenidade o espadim símbolo do Cadete. 1º - Essa festividade será realizada na mesma data à declaração de Aspirante a Oficial. CAPÍTULO VI PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA O FUNCIONAMENTO DO GINÁSIO 17 I - DAS FINALIDADES Art O Ginásio do C.F.A.P.M. criado pelo Decreto nº , de 7 de agosto de 1.959, publicado no D.O. do Estado nº 130 de 8 de agosto de 1.959, é mantido na Capital do Estado do Paraná, pelo Governo do Estado, para fim precípuo de ministrar o ensino do 1º ciclo aos filhos de oficiais e praças da Corporação, militares de outras Corporações e civis candidatos à Escola de Oficiais da Polícia Militar, dentro do plano geral estabelecido pelo M.E.C., suas Leis e Regulamentos. Parágrafo Único - Não havendo vagas da Escola de Oficiais, poderá o Ginásio funcionar para o fim precípuo de ministrar o ensino do 1º ciclo. Art Em sua organização interna, o Ginásio guia-se pelo presente Regulamento e pelo R.I.C.F.A.. II - DA ORGANIZAÇÃO Art O Ginásio do C.F.A. funcionará sob o regime de internato, destinando-o exclusivamente a alunos do sexo masculino. Art O Estabelecimento terá os seguintes órgãos:

18 18 1- Direção 2- Corpo Administrativo 3- Corpo Docente 4- Corpo Discente III - DA ADMINISTRAÇÃO Art A administração do Ginásio do C.F.A.P.M. está a cargo de um Diretor, que presidirá o funcionamento dos serviços escolares, o trabalho dos professores, dos técnicos de ensino e as atividades dos alunos, diretamente subordinado ao Diretor de Ensino do C.F.A. e deverá ter sua situação legalizada perante o M.E.C.. 1º - Haverá um Sub-Diretor que substituirá o Diretor em seus impedimentos e cuja situação deverá estar legalizada perante o M.E.C.. Art Como auxiliar direto da administração, o Ginásio terá um professor Orientador Educacional, que cooperará no sentido de que cada aluno se encaminhe convenientemente nos estudos, ministrando-lhe esclarecimentos e colaborando com os professores para a boa execução dos trabalhos escolares bem como, com os pais, para melhor entrosamento destes com a vida escolar, tudo dentro das condições de melhor conveniência pedagógica, utilizando-se, quando necessário, dos serviços de Psicotécnicos, Assistência Social e demais serviços do C.F.A. e da Polícia Militar. Art COMPETE AO DIRETOR: a) Cumprir e fazer cumprir as Leis do ensino, as determinações das autoridades competentes na esfera de suas atribuições e as disposições deste Regulamento; b) Representar o Estabelecimento perante as autoridades oficiais; c) Superintender a administração, a disciplina e o ensino no Estabelecimento; d) Corresponder-se com as autoridades superiores do ensino em todos os assuntos referentes ao estabelecimento; e) Propor as autoridades competentes: 1- O provimento das vagas de professores e Técnicos de Ensino que se verificarem no Estabelecimento; 2- A designação para regência de aulas suplementares ; 3- As medidas que julgar convenientes a boa administração do Estabelecimento;

19 f) Convocar as reuniões de professores, Técnicos de Ensino, ouvindo o Diretor de Ensino do C.F.A. que a elas deverá presidir; g) Conferir certificados aos alunos que completarem os cursos mantidos pelo Estabelecimento; h) Encaminhar os mapas estatísticos devidamente preenchidos e os relatórios as autoridades competentes; i) Receber, informar, encaminhar e despachar petições e papéis; j) Fixar datas e horários para exames, designando as bancas examinadoras e promovendo sua realização; k) Assistir as aulas e exercícios escolares de qualquer natureza, no âmbito do Ginásio; l) Organizar e encaminhar ao Diretor do Ensino, no início do ano letivo os horários e o quadro demonstrativo de todas as aulas do Estabelecimento; m) Autorizar a matrícula e determinar seu cancelamento, ouvido o Diretor do Ensino do C.F.A.; n) Solicitar a aplicação da penalidade aos professores e aos alunos, segundo os preceitos legais vigentes para cada caso; o) Apresentar no fim do ano letivo ao Diretor do Ensino, um relatório circunstanciado do movimento escolar; p) Tomar medidas de caráter urgente, não previstas neste Regulamento, sujeitando-se a aprovação superior; q) Encaminhar ao Diretor do Ensino, a matéria destinada ao Boletim Interno. Parágrafo Único - Todos os atos do Diretor, bem como do Sub-Diretor deverão ser referendados pelo Diretor de Ensino do C.F.A.. 19 IV - DO CORPO ADMINISTRATIVO Art O Corpo Administrativo será integrado por: 1º - Um Secretário devidamente registrado no M.E.C.; 2º - Inspetores de alunos capacitados para a função, mediante entrevistas no Serviço Psicotécnico; 3º - Pessoal auxiliar do serviço. Art A Secretaria terá a seu cargo todo o serviço de escrituração, arquivo, fichário e correspondência. DO SECRETÁRIO:

20 20 Art Ao Secretário compete: 1º - Organizar os serviços da Secretaria, concentrando nele toda a escrituração, de acordo com as normas federais e estaduais; 2º - Organizar o arquivo de modo a assegurar a preservação dos documentos escolares e de atender, prontamente, a qualquer pedido de informação ou esclarecimento de interessados ou do Diretor; 3º - Cumprir e fazer cumprir os despachos e determinações do Diretor; 4º - Superintender e fiscalizar o serviço da Secretaria fazendo distribuição eqüitativa dos trabalhos pelos seus auxiliares; 5º - Redigir e fazer expedir toda correspondência oficial; 6º - Redigir e subscrever os editais de chamada para exames e matrículas; 7º - Lavrar os termos de posse do pessoal do Estabelecimento; 8º - Promover no tempo devido a inutilização das provas parciais; 9º - Preparar mapas estatísticos e relatórios; 10º - Trazer em dia a coleção de Leis e Regulamentos e Instruções; 11º - Fazer escriturar o livro de carga do Ginásio e o livro de inventário do material escolar; 12º - Atender as pessoas que tenham assunto a tratar na Secretaria; 13º - Secretariar as sessões ordinárias e solenes do Ginásio; 14º - Fornecer todas as informações solicitadas pelo Inspetor Federal de Ensino do Estabelecimento. Art O expediente da Secretaria obedecerá o horário harmonizado com o movimento escolar. DOS INSPETORES DE ALUNOS Art Aos inspetores de alunos compete: 1º - Acompanhar os alunos na entrada e saída das classes zelando por sua conduta, tanto no Estabelecimento, como nas imediações, usando de moderação e aconselhando-os nos casos de desobediência; 2º - Prestar assistência aos alunos que enfermarem ou sofrerem acidentes, ministrando-lhes socorros de emergência; 3º - Levar ao conhecimento do Sub-Diretor ou dos funcionários por ele designados os casos de infração a disciplina;

REEF POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO MANUAL POLICIAL MILITAR

REEF POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO MANUAL POLICIAL MILITAR REEF POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO MANUAL POLICIAL MILITAR Regulamento da Escola de Educação Física da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e dá outras providencias Setor Gráfico do CSM/M Int.

Leia mais

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01.

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01. CONSELHO PEDAGÓGICO - COP RESOLUÇÃO Nº. 13/2008, DE 03 DE ABRIL DE 2008 Aprova o Regulamento de Monitoria Faculdade de Lucas do Rio Verde. O Presidente do Conselho Pedagógico - COP, face ao disposto no

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE TÍTULO I DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS CAPÍTULO I - DA COMPOSIÇÃO Art. 1º O CONSEPE é o órgão colegiado superior que supervisiona e

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO Art. 1º O colegiado de curso é órgão consultivo da Coordenação de Curso, destinado a subsidiar a

Leia mais

REGIMENTO DO SETOR REGISTROS ACADÊMICOS

REGIMENTO DO SETOR REGISTROS ACADÊMICOS REGIMENTO DO SETOR REGISTROS ACADÊMICOS CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES INICIAIS DAS COMPETÊNCIAS Art. 1º O Setor de Registros Acadêmicos - SRA é o órgão que operacionaliza todas as atividades ligadas à vida

Leia mais

Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente

Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente Regulamento do Programa de Capacitação Técnica em Ciências

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE AGRONOMIA PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO EM CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE AGRONOMIA PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO EM CIÊNCIAS AGRONÔMICAS Campus I Campus II Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Tel: 18 3229 2077 / 2078 / 2079 E-mail: posgrad@unoeste.br www.unoeste.br Rua José Bongiovani, 700 Cidade Universitária CEP 19050 920 Presidente

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA Cachoeira, março de 2011 REGULAMENTO DE MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º

Leia mais

FUNDAÇÃO KARNING BAZARIAN FACULDADES INTEGRADAS DE ITAPETININGA CENTRO DE ATIVIDADES E EXTENSÃO PROGRAMA DE ATIVIDADES ACADÊMICAS ESPECIAIS- PROAE

FUNDAÇÃO KARNING BAZARIAN FACULDADES INTEGRADAS DE ITAPETININGA CENTRO DE ATIVIDADES E EXTENSÃO PROGRAMA DE ATIVIDADES ACADÊMICAS ESPECIAIS- PROAE FUNDAÇÃO KARNING BAZARIAN FACULDADES INTEGRADAS DE ITAPETININGA CENTRO DE ATIVIDADES E EXTENSÃO PROGRAMA DE ATIVIDADES ACADÊMICAS ESPECIAIS- PROAE Regulamento do Programa de Monitoria Capítulo I Das Disposições

Leia mais

SOBRESP - Faculdade de Ciências da Saúde Edital 001/2015 PROCESSO SELETIVO

SOBRESP - Faculdade de Ciências da Saúde Edital 001/2015 PROCESSO SELETIVO SOBRESP - Faculdade de Ciências da Saúde Edital 001/2015 PROCESSO SELETIVO A Direção da SOBRESP - Faculdade de Ciências da Saúde torna públicas as normas a seguir, que regem o Processo Seletivo Vestibular

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N. 290, DE 28 DE JULHO DE 2014 O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

LEI COMPLEMENTAR N. 290, DE 28 DE JULHO DE 2014 O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI COMPLEMENTAR N. 290, DE 28 DE JULHO DE 2014 Altera a Lei Complementar n. 164, de 3 de julho de 2006, que Dispõe sobre o Estatuto dos Militares do Estado do Acre e dá outras providências. O GOVERNADOR

Leia mais

Vencimento Qualificação Exigida. - Formação Superior de Engenharia Civil. Engenheiro Civil

Vencimento Qualificação Exigida. - Formação Superior de Engenharia Civil. Engenheiro Civil O PREFEITO MUNICIPAL DE FRAIBURGO, Estado de Santa Catarina, no uso de suas atribuições; FAZ SABER: Encontram-se abertas as inscrições para o Processo Seletivo da função abaixo descrita para Admissão em

Leia mais

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999.

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. Regulamenta a Lei 9.786, de 8 de fevereiro de 1999, que dispõe sobre o ensino no Exército Brasileiro e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no

Leia mais

Art. 2 Revogadas as disposições em contrário, a presente Resolução passa a vigorar a partir de 12 de abril de 1996.

Art. 2 Revogadas as disposições em contrário, a presente Resolução passa a vigorar a partir de 12 de abril de 1996. RESOLUÇÃO N 008, DE 17 DE ABRIL DE 1996, DO DIRETOR DA FMTM. Fixa diretrizes e normas para os Cursos da Central de Idiomas Modernos - CIM. O DIRETOR DA FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

10/04/2015 regeral_133_146

10/04/2015 regeral_133_146 Seção VI Da Transferência Art. 96. A UNIR aceita transferência de discentes oriundos de outras instituições de educação superior, de cursos devidamente autorizados, para cursos afins, na hipótese de existência

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE GOVERNADOR VALADARES

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE GOVERNADOR VALADARES REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE GOVERNADOR VALADARES FUNDAÇÃO FUPAC GOVERNADOR VALADARES 2010 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO INTRODUÇÃO Todo aluno

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DEZEMBRO 1967

REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DEZEMBRO 1967 Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DEZEMBRO 1967 Art. 1 O CPG Curso de Pós-Graduação, da Escola de Administração de Empresas

Leia mais

Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro. Fundação Educacional de Além Paraíba

Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro. Fundação Educacional de Além Paraíba Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro Fundação Educacional de Além Paraíba Regulamento de Monitoria Art. 1º A Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro admitirá, sem vínculo empregatício,

Leia mais

Portaria nº 69, de 30/06/2005

Portaria nº 69, de 30/06/2005 Câmara dos Deputados Centro de Documentação e Informação - Legislação Informatizada Portaria nº 69, de 30/06/2005 O PRIMEIRO-SECRETÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, no uso das atribuições que lhe confere o

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007

RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N, TELEFAX (82) 3530-3382 CEP: 57312-270 Arapiraca-Alagoas RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre normas e procedimentos para os Cursos de Especialização

Leia mais

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências. RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

Tropa de Elite - Polícia Militar Legislação da Polícia Militar Parte 05 Wagner Gomes

Tropa de Elite - Polícia Militar Legislação da Polícia Militar Parte 05 Wagner Gomes Tropa de Elite - Polícia Militar Legislação da Polícia Militar Parte 05 Wagner Gomes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. PROMOÇÃO CONCEITO: O acesso na hierarquia

Leia mais

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS - UNITINS Do Colegiado de Curso Art. 1º. O Colegiado de Curso é a instância básica dos cursos de graduação, responsável

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRÁTICAS EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PPGPDS

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRÁTICAS EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PPGPDS REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRÁTICAS EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PPGPDS DOS OBJETIVOS Art. 1 - O Programa de Pós-Graduação em Práticas em Desenvolvimento Sustentável (PPGPDS) destina-se

Leia mais

DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964

DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 Regulamenta a Lei nº 4.119, de agosto de 1962, que dispõe sobre a Profissão de Psicólogo. O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o art.87, item

Leia mais

Universidade de Uberaba Curso de Medicina ESTATUTO DA LIGA DE DIABETES DA UNIUBE

Universidade de Uberaba Curso de Medicina ESTATUTO DA LIGA DE DIABETES DA UNIUBE Universidade de Uberaba Curso de Medicina ESTATUTO DA LIGA DE DIABETES DA UNIUBE Capitulo I Da Sede. Fórum. Denominação e Finalidades Art. 1º - A Liga de Diabetes da Universidade de Uberaba é um órgão

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI Reconhecida pela SEC/SC - Portarias 0390/86 e 0424/92 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES DA ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI-ETEVI-FURB-BLUMENAU-SC CAPÍTULO I

Leia mais

EDITAL VESTIBULAR FLORENCE AGENDADO SEMESTRE LETIVO 2016.1

EDITAL VESTIBULAR FLORENCE AGENDADO SEMESTRE LETIVO 2016.1 EDITAL VESTIBULAR FLORENCE AGENDADO SEMESTRE LETIVO 2016.1 EDITAL N 15 2016 PROCESSO SELETIVO 2016.1 A Diretora Geral do Instituto Florence de Ensino Superior, no uso de suas atribuições regimentais, torna

Leia mais

Lato Sensu - Especialização

Lato Sensu - Especialização Regulamento Geral do Núcleo de Pós- Graduação Lato Sensu - Especialização CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu - Especialização da Fundação Educacional de Além

Leia mais

quarta-feira, 19 de março de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (52) 17-

quarta-feira, 19 de março de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (52) 17- quarta-feira, 19 de março de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (52) 17- Resolução SE-12, de 18-3-2014 - Dispõe sobre a situação funcional dos servidores da Secretaria da Educação

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Resolução nº 01/2010

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Resolução nº 01/2010 CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Resolução nº 01/2010 Regulamenta a pós-graduação lato sensu nas modalidades semipresencial e à distância O Diretor do Centro de Educação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O Conselho Municipal de Planejamento Urbano, criado pela Lei Complementar nº 510,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES DELIBERAÇÃO Nº 044/2005 CONSELHO DEPARTAMENTAL EM 25 DE NOVEMBRO DE

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 1.247/MD, DE 2 DE SETEMBRO DE 2008

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 1.247/MD, DE 2 DE SETEMBRO DE 2008 MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 1.247/MD, DE 2 DE SETEMBRO DE 2008 Disciplina a ocupação de cargos e funções militares, a concessão da Gratificação de Exercício em Cargo

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO RESOLVE:

RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO RESOLVE: RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO O CONSELHO SECCIONAL DO ESTADO DE RONDÔNIA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, no uso de suas atribuições estatutárias, com base no que dispõe o art. 10, 1º da Lei

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2 º SEMESTRE DE 2015

PROCESSO SELETIVO 2 º SEMESTRE DE 2015 1 Processo Seletivo 2015.2 Edital FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC RIO PROCESSO SELETIVO 2 º SEMESTRE DE 2015 SENAC RJ FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC RIO O SENAC Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial,

Leia mais

Capítulo I Das Disposições Preliminares

Capítulo I Das Disposições Preliminares POLÍCIA MILITAR CENTRO DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 0001/2013-CEPM ESTABELECE NORMAS PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO DE HABILITAÇÃO DE SARGENTOS POLICIAIS MILITARES (CHS/PM), COM BASE NO DECRETO ESTADUAL Nº 23.287/2002,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 13 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 13 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 13 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho Universitário da UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias,

Leia mais

Regulamento do Núcleo de Pós- Graduação Lato Sensu - Especialização

Regulamento do Núcleo de Pós- Graduação Lato Sensu - Especialização Regulamento do Núcleo de Pós- Graduação Lato Sensu - Especialização Juiz de Fora-MG Regulamento do Núcleo de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Os Cursos

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ACRE POLÍCIA MILITAR DIVISÃO DE ENSINO E INSTRUÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DO ACRE POLÍCIA MILITAR DIVISÃO DE ENSINO E INSTRUÇÃO GOVERNO DO ESTADO DO ACRE POLÍCIA MILITAR DIVISÃO DE ENSINO E INSTRUÇÃO Portaria nº 033/DEI/PM/2015 Processo seletivo CHOA PM/2015/AC O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO ACRE, no uso de

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O Nº 002/88

R E S O L U Ç Ã O Nº 002/88 R E S O L U Ç Ã O Nº 002/88 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA UFPI Aprova o Regimento do Conselho de Administração da UFPI. O Reitor da Universidade Federal do Piauí e Presidente do Conselho de Administração,

Leia mais

FERNANDO ANTÔNIO DA CÂMARA FREIRE Pedro Almeida Duarte. Regimento Interno do Coral Canto do Povo. Capítulo I Das Finalidades

FERNANDO ANTÔNIO DA CÂMARA FREIRE Pedro Almeida Duarte. Regimento Interno do Coral Canto do Povo. Capítulo I Das Finalidades Decreto nº 16.212, de 23 de julho de 2002. Aprova o Regimento Interno do Coral Canto do Povo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuição que lhe são conferidas pelo artigo 64,

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Regimento Interno do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Alagoas. CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º. O Conselho Superior, instituído pela Lei n 11.892,

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

ETEC Prof. Horácio Augusto da ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA ETEC HORÁCIO

ETEC Prof. Horácio Augusto da ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA ETEC HORÁCIO Page 1 of 10 ETEC Prof. Horácio Augusto da Silveira ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA ETEC HORÁCIO CÁPITULO I Da Denominação, Sede, Fins e Duração Art. 1º - O Grêmio Estudantil da Escola Técnica Estadual

Leia mais

RESOLUÇÃO FAMES 09/2010

RESOLUÇÃO FAMES 09/2010 Dispõe sobre as formas de ingresso e sobre o Processo Seletivo para admissão de alunos nos cursos de graduação, na Faculdade de Música do Espírito Santo Maurício de Oliveira. RESOLUÇÃO FAMES 09/2010 O

Leia mais

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 Altera o Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação (CPA) das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho Superior de Administração das Faculdades

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES Art.1º- O presente Regimento Interno elaborado na forma do artigo 35 (Trinta e cinco) do Estatuto tem por

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.736, DE 15 DE SETEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 3.736, DE 15 DE SETEMBRO DE 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO RESOLUÇÃO Nº 3.736, DE 15 DE SETEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o afastamento do país e concessão de passagens para servidores da UNIRIO. O Conselho de

Leia mais

Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em. Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais

Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em. Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1 O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica

Leia mais

SOBRESP - Faculdade de Ciências da Saúde. Edital 001/2014. Processo Seletivo

SOBRESP - Faculdade de Ciências da Saúde. Edital 001/2014. Processo Seletivo SOBRESP - Faculdade de Ciências da Saúde Edital 001/2014 Processo Seletivo A Direção da SOBRESP - Faculdade de Ciências da Saúde torna públicas as normas a seguir, que regem o Processo Seletivo Vestibular

Leia mais

NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI

NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI 1 NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Normatiza o Estágio Probatório de Docentes no âmbito da Universidade Federal de Itajubá. O CONSELHO DE ENSINO,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE SEÇÃO I DO OBJETIVO Art. 1º O presente Regulamento tem por

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICIPIO DE SANGÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA EDITAL DE PROCESSO SELETIVO N 003/2015

ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICIPIO DE SANGÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA EDITAL DE PROCESSO SELETIVO N 003/2015 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO N 003/2015 O Prefeito Municipal de Sangão, Sr. Castilho Silvano Vieira, no uso de suas atribuições conferidas pela Lei Orgânica do município, torna público a realização do processo

Leia mais

Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu

Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Os cursos de pós-graduação lato sensu da FACULDADE UNIDA são regidos pela Resolução n. º 01, de 8 de junho de 2007,

Leia mais

ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR

ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Subordinação: Finalidade: ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR - ADMINISTRAÇÃO DIRETA AO PREFEITO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º Este Regulamento estabelece as políticas da disciplina de Trabalho

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Art. 1. Este Regulamento normatiza as atividades relacionadas com o Trabalho de Conclusão de Curso do Curso

Leia mais

REGULAMENTO DA MONOGRAFIA CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA

REGULAMENTO DA MONOGRAFIA CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA REGULAMENTO DA MONOGRAFIA CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA A Monografia Final consiste em pesquisa individual orientada, em qualquer área do conhecimento no âmbito do Curso de Graduação, constituindo atividade

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG ESCOLA DE DESIGN ED COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO NUCLEO INTEGRADOR DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - NIPP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 Aprovado pelo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 009/98 DA CONGREGAÇÃO DA ESCOLA DE FARMÁCIA E ODONTOLOGIA DE ALFENAS

RESOLUÇÃO Nº 009/98 DA CONGREGAÇÃO DA ESCOLA DE FARMÁCIA E ODONTOLOGIA DE ALFENAS RESOLUÇÃO Nº 009/98 DA CONGREGAÇÃO DA ESCOLA DE FARMÁCIA E ODONTOLOGIA DE ALFENAS A Congregação da Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas, no uso de suas atribuições regimentais e tendo em vista o

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado Estadual de Procuradores e Advogados Municipais de Santa Catarina, que passará a utilizar com exclusividade a denominação

Leia mais

UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA UVA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO

UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA UVA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA UVA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE

Leia mais

ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO

ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO Organização Administrativa e Técnica TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E TÉCNICA CAPÍTULO I DA ESTRUTURA FUNCIONAL Art. 7º A organização administrativa e técnica da

Leia mais

Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei.

Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei. ANTEPROJETO DE LEI Nº XXX, DE XX.XX.2014 Dispõe sobre a Carreira do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Sul - CBMRS e dá outras providências. GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83.

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83. REGIMENTO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO

ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO Direitos e Deveres dos Participantes TÍTULO IV DOS DIREITOS E DEVERES DOS PARTICIPANTES DO PROCESSO EDUCATIVO CAPÍTULO I DAS RELAÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS DE TRABALHO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 Artigo 1º. - A FUNDAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - FUNEP, além das disposições constantes de seu Estatuto

Leia mais

PORTARIAS Nº 1.545 E 1.546

PORTARIAS Nº 1.545 E 1.546 PORTARIAS Nº 1.545 E 1.546 D.O.U. DE 08/12/95 PORTARIA Nº 1.545 DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, tendo em vista o que dispõe os artigos 20, da Lei nº

Leia mais

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO DE GRADUAÇÃO E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DA UTFPR RESOLUÇÃO

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS - CESCAGE FACULDADES INTEGRADAS DOS CAMPOS GERAIS

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS - CESCAGE FACULDADES INTEGRADAS DOS CAMPOS GERAIS CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS - CESCAGE FACULDADES INTEGRADAS DOS CAMPOS GERAIS MANUAL DE MONITORIA ACADÊMICA Com base na Resolução CSA 02/07, que estabelece Monitoria Acadêmica Centro de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 311. DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07)

RESOLUÇÃO Nº 311. DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07) RESOLUÇÃO Nº 311 DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07) 758 Ementa: Dispõe sobre a Inscrição, Averbação e Âmbito Profissional do Auxiliar Técnico

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º O Colegiado de Curso é órgão consultivo, normativo, de planejamento acadêmico e executivo, para os assuntos de política de

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO

REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO A Faculdade Católica do Tocantins, em cumprimento ao disposto na Lei Federal 11794 de 08 de outubro

Leia mais

FACULDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL Credenciada pela Portaria MEC nº 381/2001, de 05/03/2001 D.O.U. 06/03/2001

FACULDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL Credenciada pela Portaria MEC nº 381/2001, de 05/03/2001 D.O.U. 06/03/2001 FACULDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL Credenciada pela Portaria MEC nº 381/2001, de 05/03/2001 D.O.U. 06/03/2001 RESOLUÇÃO Nº.06/2008 Dispõe sobre a Normatização do Programa. de Cursos de Pós-Graduação Lato

Leia mais

Art. 1º - Os Quadros de Organização da Brigada Militar e a carreira dos Militares Estaduais passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei.

Art. 1º - Os Quadros de Organização da Brigada Militar e a carreira dos Militares Estaduais passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. ANTEPROJETO DE LEI Nº xx DE 2013. Dispõe sobre a carreira dos Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. Art. 1º - Os Quadros de Organização da Brigada Militar e a carreira dos

Leia mais

IV- DA ORGANIZAÇÃO E MANDATO Artigo 4º. - O mandato dos membros será de 03 (três) anos, com possibilidade de recondução, limitada a 50% dos membros.

IV- DA ORGANIZAÇÃO E MANDATO Artigo 4º. - O mandato dos membros será de 03 (três) anos, com possibilidade de recondução, limitada a 50% dos membros. REGIMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA UNOESTE A UNOESTE, em cumprimento ao disposto na Lei Federal 11794 de 08 de outubro de 2008, na Resolução do CFMV

Leia mais

Programa de Mestrado em Informática 1

Programa de Mestrado em Informática 1 Programa de Mestrado em Informática 1 REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM INFORMÁTICA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS I - OBJETIVOS DO CURSO ART. 1º - O Curso de

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº 01/2015 SEMED (Prazo: 30 dias) Processo Seletivo para a concessão de licença para qualificação profissional

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS Revisão: setembro/2012 Escola SENAI Santos Dumont CFP 3.02 Rua Pedro Rachid, 304 Santana São José dos Campos - SP Fone: (12) 3519-4850 Fax: (12) 3922-9060 ELABORAÇÃO

Leia mais

Edital Processo Seletivo - 2º semestre de 2011

Edital Processo Seletivo - 2º semestre de 2011 Edital Processo Seletivo - 2º semestre de 2011 O Instituto de Ensino Superior João Alfredo de Andrade, por sua Comissão Organizadora do Processo Seletivo, instituída em caráter permanente pela Portaria

Leia mais

Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSEPE Coordenação de Pós-Graduação, Extensão e Atividade Complementares CEPAC

Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSEPE Coordenação de Pós-Graduação, Extensão e Atividade Complementares CEPAC FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSEPE Coordenação de Pós-Graduação, Extensão e Atividade Complementares CEPAC Regulamento Geral dos Cursos de Pós-Graduação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 196 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº. 196 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº. 196 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, no uso de suas atribuições legais e considerando o Parecer nº.

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da UNINOVA destinam-se a portadores de diploma de nível superior,

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS Disciplina os Cursos de Pós- Graduação Lato Sensu nas modalidades Acadêmica e Profissionalizante

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL DA UFV CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO GERAL

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL DA UFV CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO GERAL REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL DA UFV CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1 0 O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil oferecido pelo Departamento de Engenharia Civil

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I Natureza, Finalidade, Sede e Foro Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - CONARENF, criada pela Portaria

Leia mais

Universidade de Caxias do Sul Programa de Pós-Graduação em Direito Mestrado

Universidade de Caxias do Sul Programa de Pós-Graduação em Direito Mestrado REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM DIREITO Sumário CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA... 1 CAPÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA...2 CAPÍTULO III DO CORPO DOCENTE,

Leia mais

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES PORTARIA INSTITUCIONAL Nº 08 A Direção Geral da Faculdades SPEI, no uso das suas atribuições, ouvido o Conselho Superior e aprovado pela Mantenedora, conforme Regimento Interno, RESOLVE: Estabelecer o

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

o artigo 13, VIII do Estatuto da UEPG;

o artigo 13, VIII do Estatuto da UEPG; Certifico que a presente Resolução foi disponibilizada neste local no dia 05/12/2014 Graziela de Fátima Rocha Secretaria da Reitoria RESOLUÇÃO UNIV. N o 43, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014. Aprova o Regimento

Leia mais

3.2 Sistema de Avaliação e Monitoria

3.2 Sistema de Avaliação e Monitoria 3.2 Sistema de Avaliação e Monitoria RESOLUÇÃO N.º 06/2006 - CONSUN APROVA O SISTEMA DE AVALIAÇÃO E PROMOÇÃO PARA OS ALUNOS DE GRADUAÇÃO E CURSOS SEQÜENCIAIS DA PUCPR INGRESSANTES A PARTIR DE 2000. O Presidente

Leia mais