PC SILENCIOSO. Os melhores tutoriais e dicas essenciais MP3VS WMA. AJUDA...3 As respostas mensais às dúvidas mais comuns dos nossos leitores.

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1 Os melhores tutoriais e dicas essenciais UNIDADES DE ARMAZENAMENTO Para que servem e como trabalham estas unidades essenciais ao funcionamento do sistema... MP3VS WMA Qual o melhor formato para o seu áudio digital? AJUDA...3 As respostas mensais às dúvidas mais comuns dos nossos leitores. UNIDADES DE ARMAZENAMENTO...6 O que fazem e como se constituem estes elementos essenciais ao funcionamento do seu sistema Este suplemento faz parte da Revista Exame Informática n.º 128, edição de Fevereiro de 2006, e não pode ser vendido separadamente. Aprenda a montar um PC que não faz barulho... PC SILENCIOSO CURRENT TV Aprenda a utilizar este serviço de televisão a partir da Internet INTERNET Continuamos no Flash 8. Vamos concluir o tutorial sobre colocar vídeo on-line COMO FUNCIONA:ADSL O que está na base desta tecnologia de acesso à Net... GLOSSÁRIO: FOLHAS DE CÁLCULO...9 Os termos usados nestes ficheiros COMO FUNCIONA: ADLS...10 Compreenda como funciona uma das tencologias mais utilizadas para o acesso à Internet. Um artigo complementar ao nosso tema de capa deste mês. MP3 VS WMA...14 Frente-a-frente dois formatos de áudio. Qual será o melhor? FLASH MX Aprenda agora a colocar vídeos no seu site utilizando o Flash (2ª Parte) NET PRÁTICA As potencialidades do serviço Current TV PC SILENCIOSO...24 Faça um computador silencioso sem recorrer ao watercooling NET SITES...31 Análise aos sites enviados pelos nossos leitores

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3 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO SOLUÇÕES I AJUDA PERGUNTE A SÉRGIO MAGNO Cada deverá conter apenas uma dúvida. Seja o mais completo possível na descrição do problema e indique a configuração do seu PC (componentes principais e sistema operativo). ERRO AO DESLIGAR O ADSL Possuo um portátil Acer Travel Mate 2700 e todas as actualizações disponíveis até ao momento. Acontece que desde há uns dias, imediatamente após navegar na Net, e só nesta situação (ligação ADSL), quando desligo a ligação, quer na janela respectiva que aparece no ecrã, quer no ícone junto ao relógio, aparece-me um ecrã negro com a seguinte mensagem: Foi detectado um erro e o Windows encerrado para evitar danos no computador... Dados técnicos: STOP 0X E(0X , 0X804E2A46, 0X805560B0, 0X ). Tive instalada uma firewall (Kerio P F) que desinstalei por diminuir muito a velocidade da navegação e impedir a abertura de quase todas as páginas. Na ligação que fiz após esta desinstalação, iniciou-se o problema descrito. Já corri programas de limpeza e detecção de erros, mas o problema mantém-se. Nota: quando entro na Net via modem 56k esta situação nunca ocorreu. João Oliveira Os erros do tipo STOP são, de facto, muitas vezes causados por vírus e outro tipo de código malicioso. Logo, esta é uma possibilidade que deve considerar. É verdade que os sistemas de segurança (antivírus, firewalls, antispyware, entre outros) diminuem o desempenho do sistema. Por exemplo, quando utilizamos um antivírus, é natural que o PC, as aplicações e os ficheiros demorem mais tempo a arrancar porque o antivírus verifica os ficheiros à medida que vão sendo abertos. O mesmo se passa com as aplicações de protecção do acesso à Internet. E também é claro que existem vários níveis de segurança. No limite, se quisermos uma segurança total nunca acedemos à Net nem deixamos entrar qualquer tipo de ficheiro no PC. Mas isso seria ao mesmo que nunca sair de casa para evitar um atropelamento. É óbvio que não podemos viver assim. Por isso mesmo é possível configurar esse tipo de aplicações, nomeadamente as firewalls, de forma a termos uma boa relação entre segurança e funcionalidade. As actuais firewalls têm a capacidade de gravar as nossas preferências. E um bom sistema de segurança já inclui a capacidade de perceber o que é efectivamente perigoso e o que não é, evitando assim constantes avisos ao utilizador. Não Em caso de problemas com modems USB, o primeiro passo é reinstalar os drivers pode de forma alguma aceder à Net sem protecção. Como já várias vezes referi neste espaço, a melhor solução para a maioria dos utilizadores é um software de segurança integrado, que inclua, pelo menos, antivírus e firewall e antispyware. É o caso dos pacotes do tipo Internet Security disponibilizados pela Mcafee, Symantec e Panda. Actualmente, a nossa recomendação vai para o Kaspersky AntiVirus Personal 5.0 ou, melhor ainda, Kaspersky Personal Security Suite 1.1. Se não tem um sistema deste género, adquira-o. O investimento será certamente compensador. Existem também opções gratuitas, que embora não sejam tão eficientes oferecem um nível se segurança mínimo. Neste caso, poderá instalar as seguintes aplicações gratuitas: Avast Antivirus, firewall Zone Alarm e Microsoft Antispyware beta. Mas estas são recomendações globais e é bem possível que o problema que indica não seja causado por um código malicioso até porque só surge quando a utilizar a ligação ADSL. O seu PC está ligado ao modem ADSL via USB ou através de porta rede? O mais provável, considerando os modems normalmente fornecidos pelos ISP nacionais, é que a resposta seja sim. Se é este o caso, reinstale os drivers do modem, que são fornecidos num CD que acompanha o produto. É possível que a desinstalação da firewall tenha removido ficheiros que também são utilizados pelo modem.

4 4 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I AJUDA PERGUNTE A SÉRGIO MAGNO Reaproveitar uma drive de CD-ROM Recuperar fotos do cartão Tenho uma máquina que utiliza cartões Compact Flash. Nunca tive problemas, mas aconteceu o esperado (algum dia tinha de ser). Depois de tirar várias fotografias (insubstituíveis), a máquina começou a indicar que o cartão era incompatível (?) e depois que não estava formatado. Troquei o cartão por outro e a máquina continuou a funcionar bem. Quando tentei passar as fotos para o PC (através de um leitor de cartões), obtive a mensagem que o cartão não estava formatado... Existe alguma forma de recuperar as fotografias? Jorge Silva Vi o vídeo que fizeram sobre como criar um disco externo a partir de um disco interno antigo (edição 100), e achei o tema muito interessante. Queria saber se será possível a partir de uma drive de CD de computador criar um leitor de CD áudio. Segundo a minha opinião, criando uma ligação directa entre dois pinos (unir dois pinos com um fio) é possível fornecer alimentação ao leitor (deixando de ser necessário a utilização do botão On/Off do PC, depois o problema é por o motor da drive a trabalhar para ler o CD. Quais serão os pinos? Alguns leitores de CD têm dois botões na parte frontal (um botão para ejectar o CD e o outro para passar para a música seguinte). Em anexo envio a face frontal e a retaguarda da drive. Gostaria que me pudesse dizer se seria possível criar um leitor de CD áudio deste modo. À partida, também deve ser possível criá-lo sem utilizar a fonte de alimentação do PC. Quais seriam os fios de alimentação necessários para o funcionamento do leitor, de entre os dois pretos GND, o amarelo de 12V e o de 5V ou todos? Miguel Moreira A transformação que pretende fazer é possível, se bem que levante algumas complicações na parte de alimentação da drive. Se a sua unidade tem botão Play não terá problemas em iniciar o motor da drive. Infelizmente, este espaço não permite aprofundar o tema, mas é fácil encontrar on-line algumas dicas. Recomendo que consulte a página onde é apresentado um tutorial para transformar uma drive de CD-ROM num leitor de CD áudio para automóveis. Poderá facilmente adaptar a informação disponibilizada nesta página às suas necessidades porque os princípios são os mesmos a única coisa que realmente muda é a fonte de alimentação. O mais provável é que o cartão não esteja avariado e que o sucedido se deva a uma falha no sistema de organização dos ficheiros do cartão. O problema poderá ter sido causado por electrostática ou por um erro de escrita do cartão. O melhor que terá a fazer será tentar recuperar os ficheiros através de um software de recuperação de dados. Se fizer uma pesquisa na Net por digital photo recovery, utilizando um motor de busca como o Google, encontrará várias aplicações para o efeito. Normalmente, as aplicações comerciais deste tipo incluem, nos respectivos sites, demos que permitem verificar se o software será efectivamente capaz de recuperar os dados. Desta forma, o utilizador pode verificar e experimentar se o programa serve os seus interesses e só depois adquiri-lo. Existem inclusivamente alguns programas deste tipo gratuitos, como o Zero Assumption Digital Image Recovery (www.z-arecovery.com/digital-image-recovery.htm) ou o mais conhecido PC INSPECTOR smart recovery (www. pcinspector.de/smart_media_recovery/uk/welcome. htm). Recomendo que experimente estas aplicações, que fornecemos no CD e DVD desta edição.

5 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO Para que serve o Spoolsv.exe? Tenho um portátil Compaq Evo N800v, Pentium 4 Mobile 1,6 GHz, 256 MB RAM. Apesar de já o ter há algum tempo, somente desde Agosto o utilizo para aceder à Internet (Tele2, Optimus PC Connection e brevemente Kanguru). Até aí utilizava-o para uso pessoal e muito esporadicamente ligava-o à Internet via rede da empresa. Desde Agosto, algum tempo depois de ligar o computador surge sempre um aviso do Zone Alarm acerca do ficheiro spoolsv.exe. Devo dizer que só instalei o Zone Alarm também em Agosto. Tentei perceber o que faz e para que serve este executável, mas sem sucesso. Assim, a resposta ao Zone Alarm foi sempre Deny. Estarei a preceder correctamente? O referido executável faz e serve para quê? Desde a mesma altura, os atalhos do Ambiente de Trabalho para o Word e os cliques a partir do Explorador do Windows dão sempre erro, aquele do envio de relatório de erros, e não abrem o respectivo ficheiro. Tenho de abrir em primeiro lugar o Word para que depois os atalhos e o acesso via Explorador funcionem. Na mesma altura notei que o menu do Acrobat (PDF Maker 5.0, tenho o CD de instalação do Acrobat 5) tinha desaparecido no Word mas não no Excel e no PowerPoint. Como crio frequentemente a partir do Word ficheiros PDF pensei que existisse alguma incompatibilidade. Desinstalei o Acrobat e voltei a instalar mas o problema continua. Qual será a causa disto e que solução? Tenho o antivírus (McAfee) actualizado, uso frequentemente o Spybot e o Ad-Aware sem que algo tenha sido apanhado. Jaime Ferreira Comecemos pelo spoolsv.exe. Normalmente, este ficheiro refere-se ao spooler de impressão e fax do Windows. Ou seja, é um serviço de controlo da fila de trabalhos para impressão e/ou faxes. Mas nem sempre é assim porque têm surgido código malicioso que utiliza o mesmo nome ou infecta o dito ficheiro. É uma forma de camuflagem. É, por exemplo, o que se passa com os vírus Backdoor. Ciadoor.B, VBS.Masscal.Worm (vbs) e Hacktool.Privshell. O primeiro passo a efectuar será uma pesquisa completa utilizando o seu antivírus e um antispyware (como o Microsoft Antispyware), que, obviamente, terá de estar actualizado para ser capaz de detectar as mais recentes ameaças. Verifique, no Gestor de tarefas, se existe mais do que um spoolsv.exe em execução. Se sim, procure, utilizando o sistema de pesquisa do Windows (certifique-se que procura em todas as pastas e ficheiros, incluindo as pastas e ficheiros escondidos), pelos ficheiros spoolsv.exe. O original deverá estar dentro da pasta System32. Também poderá estar em pastas de backups criadas pelo sistema de restauro do Windows. Deverá encerrar os processos que não se referem ao ficheiro original e apagar os spoolsv.exe falsos. Há, de facto, uma possibilidade, se bem que remota, de todos os problemas estarem interligados. Digo remota porque não nos foi possível simular o seu problema. No entanto, como o Acrobat utiliza o sistema de impressão do Windows para gerar os PDF, é possível que ao impedir a actuação do spoolsv.exe esteja a criar os problemas que refere. Vários utilizadores do Zone Alarm relatam problemas semelhantes. É que apesar de não parecer fazer sentido que o spoolsv.exe aceda à rede, a verdade é que o tem de fazer quando existem impressoras de rede ou quando o driver da impressora inclui, por defeito, funcionalidades de rede. Ou seja, se o spoolsv.exe não for identificado como código malicioso, recomendo que desactive o Zone Alarm, desligando primeiro o PC da Net, para verificar se o problema desaparece. Se isso acontecer, então o melhor é adicionar o referido spoolsv.exe à lista das aplicações autorizadas no Zone Alarm. A falha também poderá ser da responsabilidade de um driver de impressão ultrapassado ou danificado. Recomendo que reinstale ou actualize os drivers da sua impressora. Antes de o fazer, deverá terminar o processo spoolsv.exe. Mas não é tudo. Existe ainda uma falha detectada pela Microsoft que acontece em determinadas circunstâncias e com determinados drivers. Esta falha já foi corrigida no Service Pack 2. Como tal, a primeira coisa que deverá fazer será instalar o Service Pack 2, que está disponível no serviço de actualizações (Windows Update) da Microsoft. Por último, se nada disto resultar, então o melhor será reinstalar as aplicações problemáticas primeiro as aplicações do Office e depois o Acrobat. Em último caso, poderá sempre utilizar o CD do Windows XP para reparar a instalação do sistema operativo.

6 6 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I UNIDADES DE ARMAZENAMENTO ARMAZÉNS DOS COMPUTADORES Fique a conhecer em pormenor os componentes do PC responsáveis pelo armazenamento dos dados. José Parreira Sejam de suporte magnético ou óptico, a verdade é que as diversas unidades de armazenamento do PC são essenciais. Sem elas, não poderia guardar as suas fotos e músicas, ou instalar um jogo ou enciclopédia. Este mês, falamos sobre os discos rígidos, unidades ópticas e drive de disquetes. DISCOS RÍGIDOS Os discos rígidos foram inventados na década de 50 do século passado. Na altura, eram dispositivos enormes, que chegavam a ter cerca de 50 centímetros de diâmetro, mas que armazenavam apenas alguns megabytes. Originalmente, eram designados por discos fixos. Mais tarde, tornaram-se conhecidos por discos rígidos, por oposição às disquetes, que recorriam a discos flexíveis. De lá para cá, a miniaturização trouxe grandes avanços, e hoje conseguem- -se armazenar várias centenas de gigabytes em discos com pouco mais de três polegadas de diâmetro. E o que é mais espantoso é que as velocidades de transferência dos dados aumentaram, ao mesmo tempo que o tamanho das partículas que armazenam a informação diminuiu. Podemos não ter ainda as velocidades ideais de transferência (bom mesmo, era que os discos rígidos fossem tão rápidos quanto a RAM), mas as velocidades de transferência estão, possivelmente, dentro dos limites do que é possível com a actual tecnologia. MAS O QUE ESTÁ DENTRO DA CAIXA? Uma excelente pergunta mas, por mais forte que seja a sua curiosidade, nunca abra um disco rígido, a não ser que o seu esteja completamente estragado e não haja qualquer possibilidade de recuperar os dados. A mais pequena partícula de pó irá arruinar a forma como os mecanismos extremamente precisos que se encontram no interior funcionam, e o disco ficará inutilizado. O interior de um disco rígido é composto por dois elementos principais: os discos (ou pratos) onde a informação é armazenada, e os braços que lêem e escrevem os dados. É comum haver dois, três e até mais discos, uns por cima dos outros, feitos de um material rígido tão polido que fica espelhado, em cima dos quais está depositado o material magnético usado para guardar a informação. Os braços movem-se de um lado para o outro de uma forma extremamente precisa e rápida, lendo ou escrevendo a informação, enquanto os discos giram a grandes velocidades (4200, 5400, 7200 rotações por minuto ou mais, dependendo do tipo de disco). As cabeças que lêem e escrevem a informação na superfície do disco, na realidade nunca tocam no material magnético; antes, deslizam sobre ele, a distâncias muito, muito pequenas. As velocidades a que os discos giram são tão elevadas, que se as cabeças tocassem nos pratos seria um desastre total! Aliás, a tal partícula de pó arruinará um disco precisamente porque a distância entre a cabeça e o disco é ínfima. Qualquer partícula, por mais pequena que seja, fará com que o braço se desloque, riscando a superfície do disco. Apesar de o interior ser complexo, o exterior de um disco é mais simples de observar. Na zona inferior, está uma placa de circuitos que controla o movimento dos braços e a escrita/leitura dos dados, bem como o motor do disco rígido. Na zona de trás, estão as ligações. Consoante o seu disco seja do tipo IDE ou SATA, estas poderão ser ligeiramente diferentes. Por exemplo, num disco SATA não existem jumpers. DISCO IDE INTERFACE IDE O Integrated Drive Electronics é uma interface já antiga que está a ser substituída pela mais recente SATA. O

7 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO IDE é uma conexão de 40 pinos, que só encaixa de uma forma. Normalmente, os discos têm um encaixe por onde devemos alinhar o encaixe do cabo. É esta interface a responsável de fazer a comunicação entre o disco rígido e o PC. JUMPERS Nesta zona, definimos se o disco será o master ou o slave do canal IDE onde está ligado. Se tiver dois dispositivos IDE ligados no mesmo canal, um deles tem de ser o master e o outro o slave para que tudo funcione correctamente. Há uma terceira opção, a cable select. Em teoria, se o jumper estivesse nesta posição, o sistema configurar-se-ia automaticamente, não sendo necessário o utilizador definir um disco como master e o outro como slave. Infelizmente, para o cable select funcionar é necessário ter um cabo IDE especial, visto que os normais não suportam esta funcionalidade. CONECTOR DE ENERGIA Aqui, ligamos um dos cabos da fonte de alimentação para que o disco funcione. Tal como no caso do cabo IDE, só há uma forma correcta de encaixar este cabo. que o utilizador verá nisto é o facto de o interior da máquina ser muito mais fácil de arrumar. Os cabos SATA são estreitos e podem arrumar-se facilmente, ao contrário das fitas IDE, largas e de difícil manuseamento. O único problema do SATA é que os cabos tendem a não encaixar firmemente. Para colmatar esta falha, alguns fabricantes de motherboards começam a fornecer versões modificadas de cabos SATA, que encaixam firmemente no disco. CONECTORES DE ENERGIA Dependendo do seu disco, aqui pode ter uma ligação de energia igual à de um disco IDE, uma ligação de energia SATA, ou ambas. Isto acontece porque estamos num momento de transição e nem todos têm uma fonte de alimentação com ligações SATA. No entanto, se tiver os dois tipos de ligações, lembre-se que deverá usar apenas uma: ou a tradicional ou a SATA. Se ligar dois conectores ao disco, pode danificá-lo. UNIDADES ÓPTICAS Seja um leitor de CD, seja um gravador de DVD, a verdade é que estas unidades já fazem parte do nosso quotidiano, e não imaginamos um PC sem elas. É verdade que já houve um tempo em que havia uma forma de medir a aptidão multimédia de um computador, mas isso era na altura em que um leitor de CD- ROM era algo muito raro e difícil de encontrar na maioria dos PC domésticos. Hoje, apesar de as unidades ópticas serem comuns não deixam de ser uma peça de equipamento extraordinariamente preciso e complexo. Para perceber o porquê, vejamos o que se encontra exactamente no seu interior. LASERS E SERVOMOTORES Dentro de uma unidade óptica, encontramos três peças principais: o motor que gira os discos; um sistema formado por um laser e por uma lente que trabalham em conjunto para focar o laser no local correcto do CD; e um mecanismo que movimenta o laser, de modo a que este possa seguir a espiral de dados, à media que o disco gira. A informação é guardada nos CD de forma diferente dos meios magnéticos (como, por exemplo, os discos rígidos). Assim, em vez de informação magnética que corresponde aos zeros e uns da informação binária dos computadores, temos altos e baixos que têm exactamente este significado. O papel da unidade óptica é focar o laser na espiral que contém estes altos e baixos, de forma a ler a informação. A luz do laser que é reflectida pelos altos é diferente da dos baixos. Depois de detectadas estas diferenças de luminosidade por um sensor óptico, os microcircuitos da drive encarregam- -se de transformar esta informação em bits. À medida que o disco gira, o mecanismo que movimenta o laser tem de deslocá-lo para a posição correcta, para que a informação seja lida. Este é um trabalho difícil, visto que além de os altos e baixos do CD serem minúsculos (0,5 mícrones, um valor ainda mais pequeno no caso do DVD), o disco gira a velocidades da ordem das várias centenas de revoluções por minuto. E tudo isto tem de funcionar de forma precisa, para que não haja erros na leitura dos dados. DISCO SATA INTERFACE SATA Como se pode ver, a ligação Serial ATA é muito mais simples e compacta do que a IDE. A primeira vantagem 2 1

8 8 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I UNIDADES DE ARMAZENAMENTO No exterior de uma unidade óptica, as coisas são bem mais simples. Aliás, na parte de trás não diferem em nada daquilo que encontramos num disco rígido 5 6 INTERFACE IDE Tal como num disco rígido, esta é a interface de eleição para a esmagadora maioria das unidades ópticas. No entanto, já existem algumas unidades que possuem a interface mais recente SATA. JUMPERS Nesta zona, definimos se o disco será o master ou o slave do canal IDE onde está ligado. Se tiver a unidade óptica no mesmo canal que o disco rígido, deve mudar o respectivo jumper para a posição slave. No entanto, quando todos os dispositivos do PC são IDE, convém que as unidades ópticas fiquem num canal à parte do disco rígido. CONECTOR DE ENERGIA Aqui, ligamos um dos cabos da fonte de alimentação para que o disco funcione. Tal como no caso do cabo IDE, só há uma forma correcta de encaixar este cabo. BOTÃO PLAY/PAUSE Este é um botão cada vez mais raro nas unidades ópticas. Serve para ouvir música directamente a partir da drive, sem ser necessário recorrer ao software do sistema operativo. Atenção que é necessário ligar os headphones ao conector da drive para ouvir a música. É especialmente útil se o PC não tiver uma ligação para headphones na frente da caixa. CONECTOR PARA HEADPHONES 2 Aqui, pode ligar um par de headphones para ouvir música directamente da drive, caso esta incluída o botão Play/ Pause. ORIFÍCIO EJECT Caso falhe a electricidade e queira remover o disco que se encontra no interior da unidade, insira aqui um clip desdobrado, e pressione. Isto libertará o mecanismo que prende a porta da drive. Depois, pode puxar gentilmente para não estragar o mecanismo que abre/fecha a porta, e retirar o disco. DRIVE DE DISQUETES 1 3 A velhinha e veneranda drive de disquetes é uma unidade em extinção nos modernos equipamentos. Apesar de, aparentemente, não servir para nada, a verdade é que uma drive de disquetes ainda pode ser bastante útil, principalmente na instalação de sistemas operativos, quando é necessário usar um 4 controlador RAID para o sistema reconhecer o disco rígido. Tirando esta situação, não vemos outras em que as disquetes possam ser úteis. Tudo aquilo que fazem, os cartões de memória fazem melhor e de forma mais rápida. Por outro lado, as canetas de memória flash USB disseminaram-se, e não é raro encontrarmos modelos de 256MB por menos de 20 euros muito mais do que uma disquete de 1,44MB é capaz de armazenar. A forma como esta drive funciona é semelhante ao disco rígido: existe um motor que gira a disquete (formada por um disco de plástico com material magnético), enquanto as cabeças de leitura/escrita se posicionam no local correcto para ler ou escrever dados. CONECTOR DE ENERGIA Aqui, temos de recorrer a um dos conectores mais pequenos que vêm da fonte de alimentação, já que as drives de disquetes não utilizam os conectores do tipo molex que vemos nos discos rígidos. Normalmente, só existe uma forma correcta de encaixar este cabo, pelo que não é difícil fazê-lo. Se por alguma razão tiver dúvidas, o cabo vermelho deve ficar virado para a direita e o amarelo para a esquerda. 1 2 LIGAÇÃO DOS DADOS Este cabo é semelhante aos IDE, apesar de ser mais estreito. Deve ligá-lo com a parte cortada para a esquerda.

9 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO SOLUÇÕES I GLOSSÁRIO ENTENDER AS FOLHAS DE CÁLCULO Nem sempre é fácil perceber a linguagem dos utilizadores das folhas de cálculo. Não se preocupe mais. Temos algumas definições para o ajudar Pedro Miguel Oliveira DIMENSÕES Utilizadores avançados classificam as dimensões de uma folha de cálculo de acordo com a complexidade dos cruzamentos de dados. Uma folha simples (2D) regista os gastos diários de gasolina de um departamento, representados pelos eixos X (custo) e Y (dia). Expandindo esse exemplo, uma folha 3D envolve a despesa total dos departamentos (eixo Z). Existem ainda os casos multidimensionais, que relacionam mais de três dimensões. FUNÇÃO Fórmula predefinida que realiza cálculos com argumentos fornecidos numa determinada ordem. O Excel possui mais de 300 funções e é possível adicionar outras por meio de suplementos ou a programação em VBA. ÁREA DE IMPRESSÃO Um ou mais intervalos de células que seleccionam partes específicas da folha de cálculo para impressão. ARGUMENTO Um dos dados que devem ser fornecidos a uma função para que esta realize os cálculos. Pode ser um valor numérico, um texto, uma referência de célula ou um rótulo. Os argumentos aparecem entre parênteses e separados por ponto e vírgula, como neste exemplo: =SOMA(A1;A2;A3). AUDITORIA No Excel, é um conjunto de ferramentas para diagnóstico e correcção de erros em fórmulas. Essas ferramentas indicam, com setas e quadros, as relações entre as células. BARRA DE ERRO Indica, num gráfico, o valor do erro num ponto de uma sequência de dados. A faixa de erro é assinalada por uma barra para cima e para baixo. Exemplo: evolução de uma sondagem eleitoral com 2% de margem de erro. BARRA DE FÓRMULA Barra normalmente localizada acima da folha de cálculo e abaixo das barras de ferramentas. É utilizada para editar fórmulas complexas que não caberiam no espaço de uma célula. COMENTÁRIO Anotação adicionada a uma célula para informar a outros utilizadores a utilidade da fórmula ou do seu conteúdo. MÓDULO Folha que armazena macros escritas na linguagem Visual Basic for Applications (VBA) do Excel. OLAP Acrónimo para On-Line Analytical Processing, ou Processamento Analítico On-Line. Tecnologia de algoritmos que resume bases de dados com grande quantidade de informações e permite o acesso por meio de folhas de cálculo. SOLVER Ferramenta que ajusta valores relacionados com uma fórmula para que esta forneça o resultado desejado. Um exemplo seria determinar o preço de venda de um produto para obter o máximo lucro possível. Um preço alto demais reduziria o volume de vendas e um baixo demais diminuiria a margem. O Solver analisa estes factores para encontrar o preço ideal. VALIDAÇÃO Técnica de criar restrições aos tipos de dados que podem ser inseridos num formulário.

10 10 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I COMO FUNCIONA: ADSL O PODER DO COBRE São várias as formas pelas quais o utilizador pode ter uma ligação à Internet. Este mês, vamos explicar-lhe como funciona uma das mais populares: o ADSL. Pedro Miguel Oliveira Entrar no mundo da banda larga é uma opção para cada vez mais utilizadores portugueses de Internet. No entanto, no momento de decidir qual a tecnologia a adoptar para esta ligação, os utilizadores costumam vacilar entre o cabo e o ADSL (Assymetric Digital Subscriber Line). Este mês, explicamos como é que funciona o ADSL e quais as principais vantagens e desvantagens na escolha desta tecnologia. Este artigo pode ser encarado, também, como um complemento ao nosso tema de capa deste mês. Isto, claro, caso o ADSL seja a tecnologia que melhor se adapta ao seu perfil de utilizador. APROVEITAR A VELHINHA LINHA TELEFÓNICA Se já requisitou uma ligação de ADSL para a sua casa sabe que só está dependente de ter uma linha telefónica já instalada e, caso opte por um operador que não seja a Portugal Telecom (PT), terá de saber se está na zona em que este fornece ADSL. Aliás, a própria PT tem zonas em que não disponibiliza o ADSL. Por isso, o primeiro passo é certificar-se que tem linha telefónica instalada (ou a hipótese de vir a ter) e saber se está na área de acesso do ISP escolhido. No entanto, como é que uma tecnologia como o ADSL pode recorrer-se da linha telefónica antiga que temos em casa? A resposta é simples. As linhas telefónicas que foram utilizadas em Portugal (e na maior parte do mundo) aquando da construção da rede telefónica são compostas por um par de fios de cobre. A verdade é que estes cabos têm a capacidade de transportar muito mais que os simples dados ocupados na largura de banda por uma comunicação de voz. Melhor, conseguem albergar diferentes tipos de frequências. O que o ADSL faz é, AS GRANDES VANTAGENS É inegável, uma das grandes vantagens em escolher uma ligação ADSL é o facto de o utilizador poder usufruir da linha telefónica que já tem instalada em casa. Isto caso você já tenha telefone. Caso contrário, há que pensar se compensa pagar a assinatura mensal de aluguer de linha (veja os tarifários no tema de capa desta edição). Outra das vantagens evidentes é o facto de poder continuar a receber chamadas de voz ao mesmo tempo que tem a sua ligação à Internet activa. Isto tudo utilizando a mesma linha. No entanto, a vantagem que mais vai agradar aos utilizadores é o facto de o ADSL permitir maiores larguras de banda, logo, mais velocidade de acesso. Basta dar uma olhadela as velocidades dos pacotes que já são disponibilizados no mercado português para ter uma ideia do que estamos a falar (enquanto no Cabo navegamos no máximo até aos 8Mbps, no ADSL já estamos nos 16 e ainda pode aumentar).

11 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO E AS DESVANTAGENS! A grande desvantagem deste tipo de serviço é que não está disponível em todas as áreas do país. Depende da linha telefónica e da tecnologia estar presente na central que abastece essa área. Outro facto está relacionado com a proximidade ao fornecedor de acesso à Internet. Quanto mais próximos estivermos do ISP (fisicamente) melhor será a qualidade da transmissão. Finalmente, para os utilizadores que têm muita necessidade de fazer uploads, o ADSL tem melhores velocidades de download do que para enviar informação para a Internet.

12 12 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I COMO FUNCIONA: ADSL DMT - DISCRETE MULTITONE 247 canais (4KHz cada) CAP - CARRIERLESS AMPLITUDE/PHASE Voz Upload Download 0-4 KHz KHz simplesmente, explorar os recursos existentes. Ou seja, aproveitar a largura de banda disponibilizada pelas linhas de cobre para transportar dados, ao mesmo tempo que possibilita que o sinal de voz se mantenha na linha imperturbável. Este é o princípio do funcionamento do ADSL: aproveitar uma estrutura que já existe. Tenha em atenção o seguinte: a estrutura telefónica que temos instalada em Portugal terá, certamente, perto de 100 anos. Quando foi estruturada, o operador distribuiu cabos de cobre por todo o país, cobrindo grande parte do território. A forma como estes cabos funcionam baseia-se num princípio de limitação. Ou seja, o operador limita as frequências que pretende que sejam transaccionadas através do fio de cobre. Como até há poucos anos só transmitíamos voz e fax, essa largura de banda era limitada apenas ao suficiente para ser possível transmitir esses dados. Por exemplo, uma conversação de voz normal pode ir de 0 a 3,400Hertz ou seja, ciclos por segundo. Esta quantidade de dados é muito pequena se tivermos em consideração que o mesmo fio de cobre pode aguentar larguras de banda até de vários milhões de Hertz, na maior parte dos casos. Quando, há perto de 240 KHz - 1,5 MHz CAP e DMT: os padrões do ADSL Existem duas tecnologias padrão com as quais o ADSL pode funcionar. São incompatíveis e ambas dividem o sinal em partes. A maior parte dos fabricantes afirma que os modems existentes no mercado utilizam o padrão DMT (Discrete Multitone). Este divide os dados em 247 canais separados. Cada um tem 4KHz de largura. O que o modem faz é testar continuamente estes canais em busca dos que estão em melhores condições para transmitir o sinal desejado. Isto faz com que este padrão seja bastante complexo e com maior capacidade de providenciar um sinal de qualidade superior. No DMT os canais que são assinalados como aqueles com capacidade mais baixa são os que ficam dotados de bi-direccionalidade. Ou seja, permitem o download e o upload de dados. Esta é uma das razões que ajuda a compreender o porquê de o ADSL ter velocidades menores de upload. O outro padrão utilizado é o CAP (Carrierless Amplitude/Phase). Este funciona dividindo a linha de cobre em três bandas distintas por exemplo, o tráfego de voz é transportado na banda que vai dos 0 aos 4KHz. Tudo o que é upload é efectuado na banda dos 25 e 160KHz. Finalmente, tudo o que seja download começa nos 240KHz e vai até um máximo de 1,5MHz. A vantagem deste sistema é que ao optar por ter os sinais em bandas diferentes permite evitar interrupções na transmissão dos dados. um século, se começou a construir a rede telefónica e a utilizar este princípio de limitação, o operador (em Portugal falamos apenas num operador) teve a capacidade de espalhar várias linhas em simultâneo sem temer interferência entre elas. Porque estas estavam bastante limitadas. Isto fez com que, actualmente, tenhamos acesso a uma rede extensa de fio de cobre ideal para que uma tecnologia digital possa usufruir da largura de banda que está a ser desperdiçada, aproveitando-a para transmitir outros dados que não impeçam a comunicação de voz tradicional. É isto que o ADSL faz. O ADSL TROCADO POR MIÚDOS O ADSL é a tecnologia que está a ser disseminada de forma mais rápida no mercado português. Entrou timidamente, mas agora, usufruindo da rede instalada e das velocidades permitidas, são muitos os utilizadores que não va-

13 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO O ESQUEMA DO ADSL Ilustração: Alexandre Monge Outros tipos de ADSL Não existe só o ADSL. Noutros países, variantes desta tecnologia estão disponíveis para os utilizadores. Aqui ficam VDSL(Very high rate DSL) Uma ligação extremamente rápida, mas tem um alcance reduzido, o que a limita bastante. RADSL(Rate-adaptative DSL) Esta tecnologia permite ao utilizador cilam quando optam por uma tecnologia de acesso à Internet. No entanto, esta tecnologia foi pensada tendo em conta a premissa de que os utilizadores de Internet efectuam download de informações com mais frequência do que enviam dados para o ciberespaço (upload). Isto não deixa de ser verdade para a grande maioria dos utilizadores. No entanto, todos os que são fãs de programas de partilha de ficheiros ou têm sites para actualizar com frequência não são tão apologistas desta teoria. O que este imperativo provocou foi uma discrepância nas velocidades de transferência de dados. Ou seja, a velocidade de um download pode ser várias vezes superior à de um upload quando se utiliza o ADSL. Outra das desvantagens do ADSL é o facto de ser uma tecnologia sensível à distância. Ou seja, a qualidade do sinal varia consoante estamos mais perto ou mais longe da central emissora. A distância máxima para que se mantenha um serviço de ADSL é de cerca de 5500 metros (5,5km). No entanto, a grande maioria dos ISP define como limite uma distância inferior a essa. O que se efectua é colocar o que chamamos de repetidores em intervalos permitindo o envio do sinal a distâncias maiores. Este facto faz com que os utilizadores que estejam mais perto do emissor consigam ter acesso, normalmente, a larguras de banda superiores. Enquanto que quem está mais longe tem tendência a ter velocidades inferiores. recorrer ao modem para ajustar a velocidade de ligação dependendo da extensão e a qualidade da linha utilizada. SDSL(Symmetric DSL) Consegue taxas de transferência de dados iguais tanto para enviar como para receber. É escolhida por muitas organizações de pequena dimensão, mas tem o inconveniente de não permitir a comunicação de voz em simultâneo.

14 14 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I MP3 VS WMA DISPUTA NO ÁUDIO Em confronto directo dois dos formatos de áudio mais utilizados. Um é mais antigo e utilizado por toda a gente, o outro pretende conquistar um "lugar ao sol"... OMP3 é mais do que uma moda. É um estilo de vida. Graças a este formato, os leitores de música portátil modificaram-se completamente. Passámos dos grandes e desajeitados leitores de cassetes e de CD para modelos que cabem facilmente num bolso, sendo tão compactos que corremos o risco de os perder. As lojas on-line, que vendem faixas de música ou álbuns inteiros, espalharam-se que nem cogumelos, já para não falar dos milhões de pessoas que todos os dias trocam músicas em MP3, através das redes peer-to-peer. O QUE É O MP3? O MP3 é uma técnica de compressão do som, cujo objectivo é diminuir o espaço necessário para armazenar uma música um pouco à semelhança do que acontece no caso do formato Zip, usado para comprimir os ficheiros no PC. A diferença entre o MP3 e o Zip é que no primeiro há perda de informação e no segundo não. Para diminuir o tamanho de uma música, o formato MP3 recorre a uma série de técnicas, cujo objectivo é manter a máxima qualidade possível ocupando pouco espaço. Dependendo da compressão escolhida, podemos transformar uma música que em formato CD ocupava 30MB, num MP3 que pesa 3MB. Para alcançar estes objectivos, o MP3 baseia-se na forma como nós ouvimos o som. Por exemplo, é sabido que existem certas frequências sonoras que os nossos ouvidos não conseguem captar. Assim, ficam de fora da música final. Por outro lado, existem sons que nós conseguimos ouvir muito melhores do que outros (neste caso, é-lhes dada primazia relativamente aos outros). Por fim, se um instrumento for alto o suficiente para abafar os restantes, estes últimos são descartados. Portanto, conjugando to- QUALIDADE SONORA (0-5) MP3 64k 2 WMA 64k 2,5 MP3 96k 2,5 WMA 96k 3 MP3 128k 3,5 WMA 128k 3,5 MP WMA José Parreira dos estes factores, conseguem-se eliminar partes de uma música sem que o resultado final seja afectado de forma significativa. Claro que quanto maior for a compressão usada, menor será a quantidade de informação existente e, logo, menor a qualidade da música. No caso dos formatos musicais (MP3, WMA...), fala-se em bit rate (ou velocidade de bits) para expressar a qualidade de uma música. A escala pode ir de 64 a 320kbps (kilobits por segundo) e, quanto maior for este valor, melhor será a qualidade da música e maior o espaço ocupado. A CONCORRÊNCIA: WMA O WMA (ou Windows Media Audio) é, como o próprio nome indica, um formato de áudio proprietário da Microsoft, destinado aos sistemas operativos desta empresa. O WMA foi introduzido no mercado sem pensar em chegar a todos os cantos da indústria informática. No entanto, já existem formas de ouvir ficheiros WMA noutros sistemas operativos, como é o caso do Linux. Tal como o MP3, o objectivo do WMA é diminuir o espaço necessário para guardar uma música. A Microsoft chega mesmo ao ponto de afirmar que uma música em WMA codificada a 64kbps tem a mesma qualidade de uma música MP3 a ANÁLISE AO BIT RATE... TAMANHO LAME WINDOWS MEDIA PLAYER 10 DOS FICHEIROS (MP3) (WMA) 64kbps 1566KB 1596KB 96kbps 2348KB 2382KB 128kbps 3131KB 3163KB 160kbps 3913KB 3956KB 192kbps 4696KB 4742KB

15 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO kbps (mas já lá vamos). Relativamente ao MP3, o WMA introduziu também outras novidades, nomeadamente a gestão de direitos digitais. Assim, passou a ser possível descarregar da Internet músicas de lojas virtuais, porque os proprietários podem assegurar-se que existem restrições ao que acontece com o ficheiro por exemplo, só pode ser copiado para mais um outro PC (ou então nem isso); ou então, só podemos gravar um CD a partir daquela música. AFINAL, QUAL A MELHOR BIT RATE? Fizemos muitos testes, com bit rates de 64 a 320kbps, tanto para o WMA como para o MP3. Utilizámos até dois programas distintos: o Windows Media Player 10 e o Audiograbber 1.83, que codificou as músicas com o codec LAME As nossas conclusões surpreenderam-nos, até a nós mesmos. Começando pela qualidade sonora, o WMA tem mesmo uma vantagem sobre o MP3, o que não admira afinal, o Windows Media Audio é um formato de som mais recente do que o MP3. Por exemplo, a 64kbps, uma música em MP3 é simplesmente intragável: não há dinâmica, o som é abafado e não há detalhe. À mesma velocidade de bits, o WMA consegue ser bem melhor. Apesar de haver pouco detalhe, a música é mais cristalina e consegue digerirse melhor se bem que se notem sons metálicos a mais. Descobrimos, também, que, se precisa de poupar espaço e não é demasiado exigente, uma música em WMA a 96kbps será suficiente. Confrontámos algumas pessoas com a mesma música a diferentes velocidades de bits, tanto de MP3 como de WMA. Descobrimos que, no caso do WMA, não conseguiram apontar diferenças entre a versão codificada a 96kbps e a 128kbps! A verdade é que na maioria dos casos 128kbps é perfeitamente suficiente para a maioria das pessoas. Quem, como nós, passa a vida à procura de falhas e defeitos nos vários tipos de codificação (para dar aos leitores uma opinião), notará um decréscimo na qualidade do som relativamente ao original. Para esses, um MP3 ou um WMA a 160kbps é perfeitamente suficiente. Isto se ouvirmos a música no PC. Nos leitores portáteis, não se conseguem perceber melhorias a partir dos 128kbps. E O MELHOR FORMATO? Se precisar de usar velocidades de bits abaixo dos 128kbps, então o WMA é indiscutivelmente melhor. A partir dos 128kbps não conseguimos notar diferenças entre o WMA e o MP3. A qualidade é semelhante. No entanto, o MP3 tem uma vantagem sobre o WMA e outros formatos proprietários: a sua longa vida garantiu-lhe uma base invejável de aparelhos compatíveis. Assim, é hoje muito fácil encontrar leitores de CD para os carros ou aparelhagens que lêem MP3. Já o mesmo não se pode dizer do WMA apesar de começar a aparecer leitores de CD para carros compatíveis com este formato, a verdade é que a sua influência fica-se pelos computadores e pelos leitores portáteis de música. SUCESSO COM MAIS DE UMA DÉCADA O formato MP3 existe há mais de uma década. Uma das razões do seu sucesso prende-se com o facto de ser multiplataforma (não é propriedade de nenhum sistema operativo). Por outro lado, os MP3 não têm gestão de direitos digitais, ou seja, não incluem nenhuma tecnologia que previna a partilha dos mesmos o que se compreende porque na altura em que apareceram não havia a questão da partilha da música. Afinal, foi o MP3 que criou este problema para a indústria da música.

16 16 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I VÍDEO NO FLASH NO CD E DVD VÍDEO NA WEB COM O FLASH8 Continuamos a revelar como pode incluir vídeo num website. Desta vez, explicamos como fazer "Progressive Download" de um servidor WEB Na edição anterior abordou-se a inclusão de vídeo na web com o auxílio do Flash8, bem como algumas técnicas de integração, de modo que a sua visualização fosse "não standard" (leia-se enquadrada com o layout). Pretende-se agora que o vídeo seja "descarregado" à medida que o vamos visionando. Temos algumas exigências técnicas a considerar como o formato do vídeo e/ou codec de compressão. Para a primeira exigência não existe escolha possível, é forçosamente necessária a utilização de ficheiros FLV Flash Video. Em relação ao codec, já poderemos escolher entre o "Sorenson Spark" surgiu na versão MX2004 do Flash e, como tal, funciona nos players 7 ou o novíssimo "On2 VP6" cuja utilização nos restringe à versão 8 do Flash Player. Neste tutorial iremos utilizar a segunda opção, permitindo assim a utilização dos novos componentes Media "FLV Playback Components". Estes componentes, além de serem totalmente personalizáveis no aspecto, também o são no funcionamento, uma vez que é possível definir quais as opções de controlo de vídeo que queremos no nosso "Stage. Deixa-se o desafio ao leitor de recriar este tutorial com a técnica ensinada na edição anterior, e no final comparar o tamanho em Kbytes dos respectivos SWF. O componente FLV Playback poderá funcionar com os controlos integrados ou não. Neste caso, escolhemos somente os botões Stop, Play, Pause e a barra Buffering (este último só é visível quando se efectua o progressive download No entanto, estes controlos não estão de acordo com o nosso grafismo. Será possível personalizá-los?

17 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO "ENCODING PROFILE" Permite escolher entre as versões do Flash Player 7 e 8 que irá condicionar a escolha do codec de compressão. Permite também seleccionar quatro tipos de qualidade Low, Medium, High e Modem. 2 "VIDEO CODEC" De momento é possível escolher de entre dois codecs "Sorenson Spark" e "On2 VP6", sendo que o primeiro só funciona na versão 7 do Flash Player. O novo codec do Flash8 permite também codificar vídeos com canal "Alpha". Se houver alguém a questionar a qualidade do vídeo, com o codec "On2 VP6" a qualidade é muito aceitável, calando até os mais cépticos. 3 "ENCODE ALPHA CHANNEL" Esta opção só é seleccionável se tivermos escolhido o codec "On2 VP6". A inclusão desta funcionalidade no Flash vem permitir que o vídeo seja uma parte integrante do layout do site, senão o site propriamente dito. Caminha-se assim para a integração tão desejada "Televisão na Internet" 4 "CUE POINTS" Permite criar "capítulos" para PARA COMEÇAR... navegação, permitindo que o vídeo decorra mediante uma selecção por parte do utilizador, bem como o próprio vídeo poderá despoletar animações no Flash quando chega a determinado "cue point". "RESIZE VIDEO" Permite-nos assim redimensionar o vídeo para as dimensões certas do nosso layout. Definições do Documento: Width:800, Height:586, Fps:12, Background: #FFFFFF. As definições do trabalho poderão ser encontradas no menu Modify > Document.... Estas dimensões estão relacionadas somente com as dimensões da imagem escolhida. Este tutorial foi elaborado com a versão 8 do Flash. Somente com essa versão é possível abrir o ficheiro video2.fla que se encontra no CD/DVD. 5

18 18 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I VÍDEO NO FLASH FLASH8 VIDEO ENCODER Para a criação do formato vídeo FLV Épossível exportar ficheiros FLV directamente de outros softwares como o Apple Final Cut Pro ou o Avid Xpress/ Media Composer. No entanto, juntamente com a versão profissional do Flash8 está incluído um software para criação de ficheiros FLV o Flash8 Video Encoder. Para a utilização deste software é necessário ter instalado no computador, além da versão profissional do Flash, o QuickTime6.5 ou o DirectShow. Esta aplicação permite-nos definir qual a versão do Player a utilizar bem como a qualidade final do vídeo (Modem, Low, Medium, High). Deste modo, poderemos também escolher o codec de compressão, relembro que só estão disponíveis o "Sorenson Spark" e o "On2 VP6". A utilização de "Cue Points" vai muito além de uma mera navegabilidade, permitindo despoletar animações quando determinado "cue point" ocorre. Com a chegada do novo codec "On2 VP6" é possível também codificar o "Alpha Channel" do vídeo, facilitando a recriação de animações reais como fumo, vapor, fogo, entre tantos outros. PASSO 1 PASSO 2 PASSO 3 Importar a imagem "tv.jpg" para a biblioteca. Menu File Import Import to Library, e seleccionar a imagem que vamos utilizar. Adicionar seis layers e, de cima para baixo, atribuir os seguintes nomes: "actions", "control", "outline", "mascara", "video", "background". Seleccionar a layer "background" e aceder à biblioteca clicando no menu "Window - Library". Seleccionar a imagem "tv.jpg" e arrastar para o palco. Aceder ao menu "Window > Align" e alinhamos a imagem ao centro. PASSO 4 PASSO 5 PASSO 6 Abrir o "Flash8 Video Encoder". Encontra- -se na mesma pasta onde está instalado o Flash8. Clicar em "Add" e procurar o ficheiro "Firework.mov" que se encontra no CD/ DVD. Clicar em "Settings" para aceder às definições do vídeo a gerar.

19 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO PASSO 7 PASSO 8 PASSO 9 Seleccionar um perfil de codificação: "Flash8 - Medium Quality" e atribuir um nome de output: "filmefinal". PASSO 10 Clicar em "Show Advanced Settings" para aceder às configurações avançadas da configuração do nosso ficheiro FLV. PASSO 11 Nas opções avançadas, seleccionamos o separador "Encoding" e no "Video Codec" temos à escolha os dois codecs disponíveis para a criação de ficheiros FLV. Seleccionamos o novo "On2 VP6". PASSO 12 Também se encontra nas opções avançadas a hipótese de se criar "Cue Points". No entanto, vamos deixar esse tema para um próximo exercício. Vamos clicar em "OK". PASSO 13 Para que a codificação do ficheiro tenha lugar, após configurarmos todos os seus parâmetros basta-nos seleccionar "Start Queue". No CD/DVD encontrará o mesmo vídeo nos formatos "MOV" e "FLV". PASSO 14 De regresso ao Flash, seleccionamos a layer "Video". Clicando no menu "File" acedemos a sub-pasta "Import > Import Video..." PASSO 15 No painel "Select Video", seleccionamos a opção "on your computer" e vamos procurar o ficheiro FLV acabado de criar. Após clicarmos em "Next", entramos na área "Deployment" onde escolheremos o modo como queremos utilizar o vídeo. Vamos seleccionar "Progressive Download from a web server". Nesta área temos o "Skinning", ou seja, o modo gráfico como os controlos irão ser visualizados. Seleccionamos "None" para que TODOS os controlos desapareçam.

20 20 FEVEREIRO 2006 / EDIÇÃO 128 SOLUÇÕES I VÍDEO NO FLASH PASSO 16 PASSO 17 PASSO 18 Caso ainda não tenha gravado o ficheiro, o Flash vai-lhe exigir que o faça antes de poder importar as dimensões do FLV. Repare que lhe foi colocado no "Stage" uma janela com o icone do "FLV Playback". Refire-se ao componente, pois o vídeo será descarregado em temporeal. Com a ferramenta "Free Transform" vamos redimensionar o componente "FLVPlayback" para preencher todo o ecrã do televisor. Na layer "mascara" desenhe uma forma fechada e com preenchimento. Clique no ícone da layer seleccione a layer "mascara" como "Mask" e a layer "Video" como "Masked". Seleccionar a layer "control" e abrir o painel "Components". Seleccionamos "FLV Playback Custom UI". De seguida, arrastamos para o "Stage" um "StopButton", "PlayButton", "PauseButton" e "BufferingBar". PASSO 19 PASSO 20 PASSO 21 Seleccionar cada componente individualmente e acedendo ao painel "Properties Inspector" vamos atribuir "Instance Names": "stop_mc", "play_mc", "pause_mc" e "buffer_mc" respectivamente. Utilizando a ferramenta "Free Transform" vamos transformar o componente "BufferingBar" de modo a estar integrado com o nosso layout. Sendo um MovieClip, se fizer duplo clique poderá aceder ao seu conteúdo para o personalizar. Acedendo ao conteúdo do MovieClip "BufferingBar", vamos personalizar o MovieClip que se encontra na layer "Pattern". Neste caso, iremos alterar a cor de preenchimento para #CCCCCC. PASSO 22 PASSO 23 PASSO 24 Retornando ao MovieClip "BufferingBar" vamos copiar o KeyFrame que se encontra na layer "Outline" botão direito do rato e "Copy Frame". Se se encontrar num Macintosh será CTRL+Click do rato. Regressar ao filme principal clicando em "Scene1". Na layer "outline" vamos clicar com o botão direito do rato e "Paste Frame" (CTRL+Click para Macintosh). Posicionar devidamente o conteúdo da layer. Na layer "Actions" adicionar o conteúdo do ficheiro "codigo.txt" no painel "Actions". Desafia-se o leitor para tentar personalizar os restantes controlos do vídeo.

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