Faculdade Machado Sobrinho Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos PROJETO PEDAGÓGICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Faculdade Machado Sobrinho Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos PROJETO PEDAGÓGICO - 2013"

Transcrição

1 3 DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 1.1 Contexto Educacional Juiz de Fora apresenta um cenário educacional gratificante em relação à maioria do restante do país. A série temporal que mede a evolução estatística desse setor mostra uma tendência positiva de erradicação do analfabetismo na região com um alto índice de estudantes que concluintes do segundo grau. Segundo dados do Anuário Estatístico de Juiz de Fora (2007), o Índice de alfabetização da população em idade ativa, em Juiz de Fora, é superior a 95%. A população entre 12 e 30 anos, possui este índice superior a 97%; sendo que 23% da população total possui o Ensino Médio Completo. Na cidade, são 292 Escolas de Ensino Médio e 377 de Ensino Básico (Anuário 2011) Em nível pré-escolar (incluindo as creches) existem alunos; o ensino fundamental (regular), da primeira à oitava série totaliza alunos; enquanto que o ensino médio (regular) atende jovens. Desconsiderando as condições sócioeconômicas desses estudantes pode-se fazer uma projeção da demanda de nível superior em torno de alunos/ano. O ensino de nível superior conta com 14 estabelecimentos de ensino (Quadro 1) relacionados, sendo 12 particulares, um administrado pelo SENAI e um Federal. Ao todo, até o período da finalização deste projeto, são oferecidos 44 cursos de programa Stricto Sensu (2011). Estabelecimentos de Ensino Superior de Juiz de Fora 1.Doctum Tecno 2.Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora 3.Estácio de Sá 4.Facsum 5. Faculdade Senai de Tecnologia Luiz Adelar Scheuer 6. Instituto Metodista Granbery 7. Instituto Vianna Júnior

2 4 8. Machado Sobrinho 9. Suprema 10. Unipac 11. Universo 12. Universidade Federal de Juiz de Fora 13. Faculdade Juiz de Fora 14. Instituto Superior de Educação Carlos Chagas A taxa de alunos matriculados no nível superior em Juiz de Fora é de 37% (2007). O Anuário Estatístico de Juiz de Fora 2011 mostra que em 2009 cerca de alunos estavam matriculados no ensino superior. Vale ressaltar que o Plano Nacional da Educação determina como meta que 30% da população de anos esteja matriculada no nível superior. Atentos e preocupados com esta demanda é que a FACULDADE MACHADO SOBRINHO, no seu PDI Plano de Desenvolvimento Institucional lançou, nos últimos anos, dois novos cursos de bacharelado (Psicologia e Engenharia de Produção), quatro cursos de graduação tecnológica (Marketing, Eventos, Sistemas para Internet e Gestão Ambiental) e lançou ao final de 2012 outros três cursos de graduação tecnológica (Gestão Financeira, Gestão Comercial e Produção Cênica). 1.2 Políticas Institucionais no âmbito do Curso A política prevista de relações corporativas é a de buscar uma maior aproximação do mercado de trabalho ao centro formador. Verificou-se que algumas empresas podem colaborar com o curso de eventos no sentido de oferecer aos alunos oportunidades de atuação prática em diversos segmentos do setor, o que contribui para o melhor preparo dos futuros profissionais. Desta forma, mesmo não sendo de cunho obrigatório, o estágio e as vivências práticas tornam-se constantes no curso e acontecem através de solicitações destas empresas diretamente a coordenação do curso que comunica aos alunos e posteriormente há a seleção dos interessados. A política prevista de responsabilidade socioambiental se dá através do desenvolvimento do Projeto Moda de Todos para Todos, uma iniciativa das disciplinas

3 5 Ética e Responsabilidade Socioambiental dos Eventos e Gestão de Eventos de Moda, ambas ministradas no último período do curso. Este projeto prevê a execução de um evento ligado ao setor de moda e acoplado a um cunho social e ambiental, geralmente ligado a ações que envolvam doações para instituições carentes e conscientização e difusão da preservação do meio ambiente. O evento é desenvolvido e executado pelos alunos e acompanhado em todas as etapas pelos professores envolvidos. A política prevista de incentivo a cultura é vista através do projeto Varal Cultural, desenvolvido no penúltimo período do curso pelos alunos e supervisionado pelo professor da disciplina Gestão de Eventos Culturais. A atividade é direcionada a comunidade acadêmica, professores e funcionários da IES e nos últimos anos seu mote têm sido um concurso de fotografia com exposição e premiação dos cinco primeiros lugares. Como política de incentivo ao empreendedorismo e prática da postura profissional há os Projetos Integradores I e II. O Projeto Integrador I, alocado no módulo dois, foca na construção de um projeto em eventos com base em uma simulação de edital onde os alunos preparam um material escrito e visual com apresentação individual. O Projeto Integrador II, inserido no módulo quatro, é direcionado a produção de um plano de negócios para de empresa do setor de eventos. Ambos os projetos são orientados por professores das disciplinas em questão e tendem a aplicar todo o conteúdo visto pelo aluno até então. 1.3 Objetivos do Curso O Curso Superior de Tecnologia em Eventos é um curso de graduação tecnológica de curta duração. Os graduados em tecnologia são profissionais de nível superior com formação voltada para a aplicação, desenvolvimento pesquisa aplicada e inovação tecnológica difusão de tecnologias, gestão de processos e serviços e o desenvolvimento de capacidade empreendedora. A origem da palavra eventos vem do termo eventual, o mesmo que casual, um acontecimento, que foge à rotina e sempre é programado para reunir um grupo de pessoas (CAMPOS, WYSE & ARAÚJO, 2002).

4 6 O Tecnólogo em Eventos é um profissional de nível superior capaz de articular teoria e prática, mobilizando-as de maneira eficiente e eficaz para atender funções de natureza estratégica e tecnológica requeridas no mundo do trabalho. Será capaz de diagnosticar necessidades empresariais e atender com versatilidade as atividades de captação, planejamento, análise, execução, avaliação e gerenciamento da área de Eventos de pequeno, médio e grande porte. Poderá trabalhar em empresas promotoras e organizadoras de eventos, em produção de feiras, exposições, desfiles, festas, encontros, atuar em hotéis e agências de viagens especializadas em congressos e outros eventos técnico-científicos, prestar consultoria para pequenas e médias empresas que precisam realizar eventos com diversas finalidades Perfil Profissional do Egresso As competências adquiridas pelos Tecnólogos de Evento serão: análise, planejamento, organização, execução, avaliação e controle de eventos. O Tecnólogo em Eventos apresentará as seguintes competências após conclusão do curso: Apresentar visão estratégica sobre o mercado de eventos; Desenvolver pesquisa aplicada a eventos; Captar, planejar, executar e avaliar um evento considerando o mercado; os recursos materiais, financeiros e tecnológicos disponíveis; a legislação; e os instrumentos de marketing adequados; Conhecer e utilizar sistemas informatizados e outros equipamentos no desenvolvimento das atividades de coordenação de serviços; Analisar cenários futuros para a promoção de eventos, estruturando e promovendo planos de marketing para os mesmos. O conhecimento desenvolvido dentro dos saberes acima identificados possibilitará a atuação profissional em diferentes demandas do mercado. O profissional na área de eventos poderá participar de elaboração e gestão de atividades em qualquer segmento, seja de cunho erudito, popular ou de

5 7 negócios. Portanto, é uma área bastante promissora em relação às possibilidades de trabalho, bem como ao crescimento sistemático que o setor experimenta Estrutura Curricular Módulo 1 ADMINISTRAÇÃO EM EVENTOS 80 CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA 80 GESTÃO DE PESSOAS 40 PESQUISA DE MERCADO 80 DIREITO E LEGISLAÇÃO APLICADOS A EVENTO 80 TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 80 GESTÃO DA QUALIDADE EM EVENTOS 40 CARGA HORÁRIA: 400 Módulo 2 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS 72 COMUNICAÇÃO VISUAL 36 PLANO DE MARKETING PARA EVENTOS 72 ALIMENTOS E BEBIDAS 36 GESTÃO DE EVENTOS EM MEIOS DE HOSPEDAGEM 36 PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO E CUSTOS 72 PROJETO INTEGRADO I 54 CARGA HORÁRIA: 378 Módulo 3 INOVAÇÃO E TECNOLOGIA 40 CAPTAÇÃO DE EVENTOS E RECURSOS 80 CERIMONIAL, PROTOCOLO E ETIQUETA 40 GESTÃO DE EVENTOS CULTURAIS 40 GESTÃO DE EVENTOS RECREATIVOS E ESPORTIVOS 40 LOGÍSTICA EM EVENTOS 80 INGLÊS APLICADO A EVENTOS 80 CARGA HORÁRIA: 400 Módulo 4 GESTÃO DE FEIRAS, CONGRESSOS E EXPOSIÇÕES 72 AVALIAÇÃO E GESTÃO DA SEGURANÇA E DO PÓS- EVENTO 72 GESTÃO DE EVENTOS DE MODA 36 ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DOS EVENTOS 36 RELAÇÕES PÚBLICAS 36 CH

6 8 ESPANHOL APLICADO A EVENTOS 72 PROJETO INTEGRADO II 54 CARGA HORÁRIA: 378 Integralização do curso em hora/aula de 50 minutos 1556 Integralização do curso em hora/aula de 60 min Atividades Complementares 154 Projetos Integrados 150 Integralização total do curso em hora/aula de 60 minutos 1600 LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) - Optativa Conteúdos Curriculares O conteúdo curricular expressa de maneira clara os objetivos do curso. Um eixo de Formação Geral, com 58% de participação na estrutura curricular, e outro de Formação Específica, com 42% de participação na estrutura curricular, consolida o equilíbrio e interação entre os conteúdos. Abaixo síntese da Estrutura Curricular: Primeiro Módulo Administração em Eventos 80h O ambiente em que as organizações empresariais operam. A natureza sistêmica da organização: características, possibilidades e limitações. As funções básicas do processo

7 9 administrativo: definição, aplicabilidade e interdependência. A administração em face às mudanças sociais e econômicas: desafios, tendência e oportunidades. Biliografia Básica DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e plano de negócios. Rio de Janeiro: GMT Editores, KOTLER, Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo: Prentice Hall, MAXIMIANO, Antônio César. Fundamentos da administração: manual compacto para cursos de formação tecnológica e seqüenciais. São Paulo: Atlas, PAIVA, Hélio Afonso Braga de. Planejamento estratégico de eventos: como organizar um plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo: Atlas, RAYMUNDO, Paulo Roberto. O que é administração. São Paulo: Brasiliense, PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como medir e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, Contabilidade Introdutória 40 Introdução à Contabilidade Geral. Princípios Básicos de Contabilidade. Relatórios Contábeis. Noções de Custos. Ponto de equilíbrio. MARION, J. C. Contabilidade empresarial. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2002 IUDICIBUS, S. Contabilidade gerencial. 6. ed.são Paulo: Atlas, SÁ, Antônio Lopes de & SÁ, Ana Maria Lopes de. Dicionário de contabilidade. 9.ed. São Paulo:Atlas, LEONE, George S. G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, PADOVEZE, Clovis Luis. Planejamento orçamentário. São Paulo: Pioneira, BRUNI, Adriano Leal FAMÁ, Rúbens. Gestão de custos e formação de preços: com aplicações na calculadora HP 12C e excel (Série Finanças na Prática). 3. ed. São Paulo: Atlas, Gestão de Pessoas 40h O trabalho, os recursos humanos e as organizações. Planejamento de Recursos Humanos. Os processos de RH. Influência da Nova Administração nos Recursos Humanos. Questões típicas de RH para Gestão de Eventos. CHIAVENATO, Idalberto- Gestão de Pessoas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. São Paulo: Atlas, 2009.

8 10 ARAÚJO, Luiz Cezar G. De. Gestão de Pessoas: as estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, ZENGER, John H. Desenvolva sua capacidade de liderança: 24 estratégias para melhorar suas habilidades como líder. Rio de Janeiro: Sextante, MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: do operacional ao estratégico. 14ª ed. São Paulo: Saraiva, BASILE, Cesar Reinaldo Offa. Direito do Trabalho v. 27. São Paulo: Saraiva, Pesquisa de Mercado 80h As transformações que ocorrem no mercado mundial afetam diretamente a economia brasileira reorganizando os negócios de diversos segmentos. Os empreendimentos se movimentam rapidamente e exigem ferramentas de gestão atualizadas que disponibilizem informações em quantidade e qualidade a respeito do mercado. Importância da Pesquisa de Mercado na tomada de decisões em Eventos. Tipos de Pesquisa de Mercado. Etapas da Pesquisa de Mercado. Estudos de fontes secundárias. Prática de Pesquisa. MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing: edição compacta. 4. ed. São Paulo: Atlas, AAKER, David A; KUMAR, V; DAY, George S. Pesquisa de marketing. 2. ed. São Paulo: Atlas, MALHOTRA, N. K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, KEEGAN, Warren J.; GREEN, Mark C. Princípios de marketing global. São Paulo: Saraiva, MAXIMIANO, Antônio César. Fundamentos da administração: manual compacto para cursos de formação tecnológica e seqüenciais. São Paulo: Atlas, KOTLER, Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo: Prentice Hall, Direito e Legislação Aplicados a Eventos 80h Conceitos básicos do direito do trabalho, dos contratos e do consumidor. Contratos. Direito Moral; Aspectos jurídicos pertinentes ao setor de eventos. Direitos e garantias individuais. Direito do consumidor. Responsabilidade civil do local do evento. Direito de imagem. BASILE, Cesar Reinaldo Offa. Direito do Trabalho vol. 27. São Paulo: Saraiva, MANOLE, Editora. Código de Defesa do Consumidor. Manole, 2.ed NADER, Paulo. Curso de direito civil: contratos. 5.ed. Rio de Janeiro: Forense, MANUS, Pedro Paulo Teixeira. Direito do trabalho. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2006.

9 11 SILVA, Jorge Alberto Quadros de Carvalho. Cláusulas abusivas no código de defesa do consumidor. São Paulo: Saraiva, BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na Comunicação. 4. ed. São Paulo: Summus, Técnicas de Negociação e Empreendedorismo 40h Condições para negociação; Características do negociador; Negociação eficaz; Planejamento e execução do processo de negociação; Papel das objeções; Habilidades, atitudes e características dos empreendedores; Oportunidades de negócios e orientação para resultados;. Riscos calculados; estabelecimento de metas; planejamento e monitoramento sistemáticos; persuasão e rede de contatos; CHRISTOPHER, Elizabeth M. Técnicas de negociação. 7.ed. São Paulo: Clio, 1996 MELLO, José Carlos Martins F. De. Negociação baseada em estratégia. 2. ed. São Paulo: Atlas, DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2005 ALMEIDA, Ana Paula de.; MARTINELLI, Dante P. Negociação e solução de conflitos. São Paulo: Atlas, 2006 KIM,W.Chan. A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. Rio de Janeiro: Elsevier, TAYLOR William C. Inovadores em Ação. São Paulo: Sextante Gestão da Qualidade em Eventos 40h Gestão da Qualidade, conceitos e definições, evolução histórica, normas e processos, reconhecer sua importância no desenvolvimento de procedimentos visando a gestão da qualidade nos eventos. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos. 2. ed. São Paulo: Atlas, LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços. 6. ed. São Paulo: Atlas, BRAVO, Ismael. Gestão da Qualidade em tempos de mudanças. 2 ed. Campinas: Alínea, CERQUEIRA NETO, Edagar Pereira de. Gestão da Qualidade: princípios e métodos. São Paulo: Pioneira, CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para competitividade. São Paulo: Futura, MATTAR, Fauze Najib; SANTOS, Dílson Gabriel dos. Gerência de produtos: como tornar seu produto em sucesso. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

10 12 Segundo Módulo Planejamento Estratégico na Organização de Eventos 72h Definição e características de Eventos. Concepção de um Evento. Verba e Controle. Pré Evento. Transevento. Pós-Evento. MATIAS, Marlene. Organização de eventos : procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri: Manole, BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para Eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo SP: Aleph ZOBARAN, Sérgio. Evento é assim mesmo! : do conceito ao brinde. 3. ed. Rio de Janeiro: Senac, ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3.ed. São Paulo: Campus, PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como medir e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, Comunicação Visual -36h A imagem como fato social. Percepção e leitura imagética. Formas, linhas, cores e informação. Discurso verbal e não-verbal. Composição de leiautes em mídias impressas e eletrônicas. MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, OLIVEIRA, Sandra Ramalho. Imagem também se lê. São Paulo: Rosari, BERGSTRÖM, Bo. Fundamentos da comunicação visual. São Paulo: Rosari, BRITTO, Janaína; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo: Aleph, BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na Comunicação. 4. ed. São Paulo: Summus, Plano de Marketing para Eventos 72h Conceituação de Marketing. Características. Estratégias de Marketing: conceitos, planejamento e implementação. Eventos como ferramentas de comunicação. Marketing Profissional. Promoção. Aspectos fundamentais. BRITTO, Janaína; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo: Aleph, MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo Contexto, KOTLER, Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006.

11 13 KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5. ed. São Paulo: Atlas, KOTLER, Philip. Marketing para o Século XXI. São Paulo: Futura, PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como medir e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, Alimentos e Bebidas 36h A importância do planejamento e controle de alimentos e bebidas. Tipologia de eventos de A&B. Técnicas de serviços de A&B. Adoção de Procedimentos gestão de eventos gastronômicos. Alimentos, bebidas e eventos. FREUND, Francisco Tommy. Alimentos e bebidas: uma visão gerencial. 2. ed. Rio de Janeiro: SENAC, CHAVES, Guta. Gastronomia no Brasil e no mundo. São Paulo: SENAC, POWERS, Tom; BARROWS, Clayton W. Administração no setor de hospitalidade: turismo, hotelaria e restaurante. São Paulo: Atlas, MATTAR, Fauze Najib; SANTOS, Dílson Gabriel dos. Gerência de produtos: como tornar seu produto em sucesso. 2. ed. São Paulo: Atlas, LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de serviços. 5. ed. São Paulo: Atlas, PALADINI, Edson Pacheco. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos. 2. ed. São Paulo: Atlas, Gestão de Eventos em Meios de Hospedagem 36h Hospitalidade, hotelaria e hospedagem: histórico, conceitos, classificações. Eventos em hotelaria e hospedagem: organização, tipos, funções, processos e programas. POWERS, Tom BARROWS, Clayton W. Administração no setor de hospitalidade: turismo, hotelaria e restaurante. São Paulo: Atlas, 2004 ALDRIGUI, Mariana. Meios de Hospedagem. 1 ed. São Paulo: Aleph, DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade. São Paulo: Thomson Pioneira, 2004 LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de serviços. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009 MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Manole, 2007 LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços. 6. ed. São Paulo: Atlas, Planejamento Orçamentário e Custos 72h

12 14 Planejamento orçamentário: estrutura e função. Plano de contas. Relatórios de receita. Despesas e resultados. Noções de caixa e controle de caixa. Custos e controle de custos. LEONE, George S. G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, PADOVEZE, Clovis Luis. Planejamento orçamentário. São Paulo: Pioneira, BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, BRUNI, Adriano Leal FAMÁ, Rúbens. Gestão de custos e formação de preços: com aplicações na calculadora HP 12C e excel (Série Finanças na Prática). 3. ed. São Paulo: Atlas, CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para competitividade. São Paulo: Futura, 2003 MARION, J. C. Contabilidade empresarial. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2002 Projeto Integrado I 54h Elaboração e desenvolvimento de projeto prático integrando os conteúdos das disciplinas dos módulos 1 e 2. MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Manole, 2007 MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, KOTLER, Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo: Prentice Hall, TAYLOR William C. Inovadores em Ação. São Paulo SP: Sextante KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Bookman: Porto Alegre, DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2005 Terceiro Módulo Inovação e Tecnologia 40h Mudanças sociais, novos hábitos que surgem com a evolução da Tecnologia da Informação. Aspectos tecnológicos que possui ligação direta com comportamentos sociais. Tecnologia em Eventos. Inovação Tecnológica. COUTINHO, Iluska; SILVEIRA JR, Potiguara Mendes da (Orgs). Comunicação, Tecnologia e Identidade. Rio de Janeiro RJ: Mauad O BRIEN, James. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na era da Internet. São Paulo SP. Saraiva. 2004

13 15 TAYLOR William C. Inovadores em Ação. São Paulo SP: Sextante JEFF, Jarvis. O Que a Google Faria? Como atender às novas exigências do mercado. São Paulo SP: Manole CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de. Gestão integrada da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos.são Paulo: Atlas CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para competitividade. São Paulo: Futura, Captação de Eventos e Recursos 80h Turismo: turismo de eventos, mercado e segmentação, cadeia produtiva. Mercado de Eventos no Brasil. Políticas Públicas em Juiz de Fora. Captação de eventos para destinos: processos, estratégias e pós-captação. Captação de recursos: análise, fontes, categorias de patrocínio, eventos proprietários. Elaboração de projetos e estratégias para a captação de recursos. Pós- Evento. GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Thomson PAIVA, Hélio Afonso Braga de. Planejamento estratégico de eventos: como organizar um plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo: Atlas BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para Eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo SP: Aleph MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed Barueri: Manole, DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade. São Paulo: Thomson Pioneira, CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para competitividade. São Paulo: Futura, Cerimonial Protocolo e Etiqueta 40h Conceitos básicos de etiqueta, cerimonial e protocolo. Breve histórico do cerimonial. Protocolo oficial e precedências. Protocolo nas empresas privadas e públicas. Noções básicas de comportamento e convívio profissional. Hierarquia. Apresentação. Pronunciamentos. Mesas e bandeiras. Entrega de premiações. Planos de mesa e outros aspectos fundamentais. SALGADO, Paulo Regis. Protocolo cerimonial e etiqueta em eventos: uma prática ao alcance de todos. São Paulo: Paulus, GOMES,Sara. Guia do cerimonial: do trivial ao formal. 5. ed. Brasilia: LGE, OLVEIRA, J.B.Como Promover Eventos: cerimonial e protocolo na prática. 2 ed. São Paulo: Madras, 2005.

14 16 ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização. 3 ed. São Paulo: Atl as, ZOBARAN, Sérgio. Evento é assim mesmo!: do conceito ao brinde. 3. ed. Rio de Janeiro: Senac, MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed Barueri: Manole, Gestão de Eventos Culturais 36h Conceitos de Cultura, Globalização e Indústria Cultural. Principais eventos culturais. Galeria de arte e curadoria. Concursos culturais. Eventos empresariais como eventos culturais. Estudo da história e constituição dos principais eventos culturais da região, refletindo sobre a relação entre preservação de identidades culturais e inovação. Elaboração de Projetos. Lei de incentivo à cultura e modalidades disponíveis de programas e projetos. REIS, Ana Carla Fonseca. Marketing cultural e financiamento da cultura. São Paulo: Thomson Learning, HEWARD, Lyn. Cirque Du Solei: A reinvenção do espetáculo. Rio de Janeiro: Campus, 2006 MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Manole, ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização. 3. Ed. São Paulo: Atlas, MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4 ed. São Paulo: Contexto, COUTINHO, Iluska; SILVEIRA JR, Potiguara Mendes da (Orgs). Comunicação: Tecnologia e Identidade. Rio de Janeiro: Mauad Gestão de Eventos Recreativos e Esportivos 40h Planejamento e Organização de eventos esportivos. Planos estratégicos. Características esportivas locais. Gestão do Esporte. Legados. Dimensões social, comercial e desportiva do evento. Viabilidade do evento esportivo. Espaços para realização de eventos. Acessibilidade universal e conceito de espaços de eventos. Noções básicas de planejamento espacial. POIT, Davi Rodrigues. Cerimonial e protocolo esportivo. São Paulo: Phorte Editora, POIT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. 4 ed. São Paulo: Phorte Editora, RODRIGUES, Alexandre. Atividades recreativas para jovens e adultos. Rio de Janeiro: Sprint, 2011.

15 17 MELO NETO, Francisco de. Marketing Esportivo. Rio de Janeiro: Best Seller, MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4 ed. São Paulo: Contexto, MATIAS, Marlene. Organização de eventos : procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri: Manole, Logística em Eventos 80h Conceitos básicos de logística. Problemas logísticos. Ferramentas logísticas. Principais funções da logística. Cadeia de suprimentos. Ambientes. Escolha dos meios de transportes. Infraestrutura dos espaços. FIGUEIREDO, K. F.; FLEURY, P. F.; WANKE, P. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Editora Atlas, BERTAGLIA,P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, CHING, H. Y. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. São Paulo: Editora Atlas, 1999 BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, Davis J. Logística Empresarial: O Processo de Integração da Cadeia desuprimento. São Paulo, Atlas: 2001 PIRES, Sílvio R. I. Gestão da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Atlas, MAXIMIANO, Antônio César. Fundamentos da administração: manual compacto para cursos de formação tecnológica e seqüenciais. São Paulo: Atlas, Inglês Aplicado a Eventos 80h Fonética. Vocabulário aplicado ao setor de eventos e hospitalidade. Uso do Presente, Passado e Futuro. Afirmativa, Negativa e Interrogativa. Pronomes Pessoais, Indefinidos, Adjetivos, Possessivos e Objetos. Adjetivos. Advérbios. Superlativo e Comparativo. Preposições. Verbos Modais. Interpretação de texto. Comunicação formal e informal. MURPHY, Raymond. Essential gramar in use. 2. ed. Cambridge University Press, MARQUES, Amadeu. Inglês - série Brasil. 12. ed. São Paulo: Ática, Dicionário Oxford Escolar para estudantes brasileiros de inglês: português-inglês/inglêsportuguês. 10. ed. Oxford University Press, 2013 IGREJA, José Roberto A. Como se diz em inglês: termos coloquiais, expressões comuns e curiosidades da língua inglesa. Barueri: Disal, 2010 CAPANO, Aysha Hijo; HIJO, Neusa M. CASSONI; HIJO, Moriaki. Liberte seu inglês: o que fazer para destravar sua conversação. São Paulo: Novo Século, MICHAELIS. Minidicionário inglês: inglês-português/português-inglês. 2. Ed. São Paulo: Melhoramentos, 2009.

16 18 Quarto Módulo Gestão de Eventos de Moda 40h Noções de história da moda. História da Moda no Brasil. O mercado da moda. Produtos e Serviços do mercado de moda. Planejamento e produção de desfiles e outros eventos de moda. DWYER, Daniela; FEGHALLI, Marta Kasznar. As engrenagens da moda. Rio de Janeiro: Senac, BRAGA, João. História da moda no Brasil: das influências às autorreferências. 2. ed. São Paulo: Disal Editora, ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização. 3. ed - São Paulo: Atlas, FREYRE, Gilberto. Modos de homem e modas de mulher. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3. ed. São Paulo: Campus, BRAGA, João. História da moda: uma narrativa. 9. ed. São Paulo: Anhembi, Gestão de Feiras, Congressos e Exposições 72h Conceitos e fundamentos das técnicas de organização de feiras e congressos, enfatizando suas relações com o mercado corporativo. Desenvolvimento, estruturação e organização de projetos voltados para o segmento. Elaboração de projetos para captação. Estratégias de participação em eventos. Organização e gestão de feiras e congressos. Políticas públicas. ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3. ed. São Paulo: Campus, MARANHÃO, José Antônio. Manual de Organização de Congressos e Eventos Similares. 1.ed. Qualitymark, SISKIN, Barry. O Poder do Marketing de Exposições. São Paulo: Senac, MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Manole, GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Thomson Relações Públicas - 36h Relações Públicas como processo: conceitos, funções e objetivos; Relações Públicas e os públicos: tipos, comportamento e relacionamento com o público interno e externo. Divulgação de Relações Públicas: noções de elaboração de instrumentos de comunicação e suas utilizações.

17 19 FARIAS, Luiz Alberto de. Relações Públicas Estratégicas: Técnicas, Conceitos e Instrumentos. Summus: KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Obtendo Resultados com Relações Públicas - 2º Edição Revista. Cengage Learning: SCHIMIDT, FLÁVIO. Do Ponto de Vista de Relações Públicas - Razões Muito Mais Fortes Para Você Atuar no Ambiente da Comunicação. São Paulo. Sicurezza: Bilbiografia Complementar MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, KOTLER, Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12. ed. Rio de Janeiro Pretence- Hall, MATIAS, Marlene. Organização de eventos : procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri: Manole, Ética e Responsabilidade Socioambiental dos Eventos 36h Introdução ao Conceito de Ética, análise da Ética no Capitalismo. Globalização. Conceito e Análise de Responsabilidade Social. Histórico e análise do Conceito de Meio Ambiente. Análise dos conceitos de Sustentabilidade e Ecoeficência. Impacto sócio-ambiental dos Eventos. Estratégia empresariais para minimizar os impactos socioambientais nos Eventos. ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Gestão ambiental para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Thex, CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, GIDDENS, Antonio. Sociologia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética de Platão a Foucault. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2009 TRIGUEIRO, André. Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. 4. ed. Rio de Janeiro: Sextante, DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, Avaliação e Gestão da Segurança e do Pós-Evento 72h Base conceitual e evolução histórica das estruturas públicas e privadas da segurança. A função da segurança como parte de uma organização sistêmica. Os métodos e os dispositivos de segurança e de proteção. A legislação aplicável à atividade de segurança física. Prevenção de incêndios e sinistros. Conceito de segurança patrimonial em seus diferentes aspectos. Vulnerabilidade e níveis de segurança Atuação da segurança em ações preventivas. Aspectos psicológicos ligados ao comportamento normal e desviante. Avaliação geral do evento. Pesquisas de satisfação. Fidelização do cliente. Minimização de impactos negativos. Aspectos de pesquisa e de marketing pós-evento. MANDARINI, Marcos. Segurança Corporativa Estratégica. São Paulo: Manole, PIPOLO, Igor de Mesquita. Segurança de Eventos: Novos desafios e perspectivas para a produção. 1.ed. São Paulo: Reino Editorial, 2010.

18 20 MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing: edição compacta. 4. ed. São Paulo: Atlas, BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, ZENGER, John H. Desenvolva sua capacidade de liderança: 24 estratégias para melhorar suas habilidades como líder. Rio de Janeiro: Sextante, BRAVO, Ismael. Gestão da Qualidade em tempos de mudanças. 2 ed. Campinas: Alínea, Espanhol Aplicado 36h O espanhol em eventos. Sinalização de ambientes na língua espanhola. Diferenças Culturais. Comunicação básica em espanhol. Diferenças básicas entre português e espanhol. Vocabulário básico do espanhol. Gramática básica do espanhol DIAZ, Miguel; TALAVERA, García. Santillana - Dicionário Espanhol - Espanhol- Português/Português-Espanhol.São Paulo: Santillana,2011. MILANI, Esther Maria. Gramática de Espanhol para Brasileiros. 4. Ed. São Paulo: Saraiva, LOBATO, Jesús Sánchez; GARCIÁ, Concha Moreno; GARGALLO, Isabel Santos. Nuevo espanõl sin fronteras ESF 1: libro del alumno.3. reimpresión, SGEL: Madri, MILANI, Maria Esther; RODRIGO, Lacerda; RIVAS, Isabel; SABINO, Walmir; Baptista, Lívia Radis. Listo: Espanol através de textos. 1.ed. Santillana Brasil, ROMANOS, Henrique; CARVALHO, Jacira Paes de. Nuevo Expansion. São Paulo: FTD, BERLITZ, Charles. Espanhol passo a passo. 3 ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, Projeto Integrado II 54h Elaboração e desenvolvimento de plano de negócios voltado ao setor de eventos com utilização dos conteúdos aprendidos nos módulos 1, 2, 3 e 4. KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Bookman: Porto Alegre, MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração de projetos: como transformar idéias em resultados. 2. ed. São Paulo: Atlas, DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, GIACAGLIA, Maria Cecíla. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Cengage Learning, 2007.

19 21 PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como medir e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Manole, DISCIPLINA OPTATIVA Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 36h/a A utilização da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) objetivando a inclusão social do surdo, o seu acesso à cidadania plena. Cultura surda. Legislação específica. Inserção da gramática básica e seus símbolos com significados; morfologia, sintaxe e semântica. Expressão corporal como elemento linguístico. Prática de sinais. SKLIAR, Carlos B. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Editora Mediação. Porto Alegre QUADROS, Ronice Muller de Educação de Surdos: a aquisição da linguagem Porto Alegre: Artmed, FERREIRA, Lucinda Por uma gramática de língua de sinais Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, QUADROS, Ronice Muller de- Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos Porto Alegre: Artmed, FERREIRA, Maria Cristina da Cunha - LIBRAS: conhecimento além dos sinais São Paulo: Pearson, 2011 ACKS, Oliver. Vendo vozes. Uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, OBS: A disciplina é oferecida sempre no segundo semestre, nas opções de horário: terças e quintas-feiras de 18:00h às 18:50h e aos sábados de 08:00h às 9h50. Abertura de turma sujeita a um número mínimo de alunos Metodologia A partir dos conteúdos curriculares do Curso, delineados no ementário, é possível a construção de um eixo metodológico ligado ao conceito da formação do Gestor. Assim, a formação do Gestor centra na aquisição de uma prática somada aos sólidos conhecimentos conceituais, pois, a partir daí, há um retomada da formação ampla que gerará a conquista da autonomia percorrendo a educação crítica, a ética, política e técnica. Uma condição necessária para abrir os diálogos entre as linguagens sempre que necessário.

20 22 O Curso promove ações interdisciplinares conforme a demanda dos alunos e professores, tentando, através de uma metodologia prática, vivenciar o cotidiano de sala de aula em outros espaços. A FMS realiza pelo menos uma jornada anual para realização de mini-cursos sobre demandas identificadas e apresentação de trabalhos na área. A Faculdade pretende com isso fortalecer a produção científica entre seus alunos, incentivando-os a produzir com qualidade para importantes eventos da área. Os eventos integrados com os outros cursos desta instituição de ensino superior serão organizados com o objetivo de promover a circulação de conhecimentos oriundos de diferentes áreas do saber. Atualmente, a Faculdade Machado Sobrinho realiza há 20 anos a Semana de Tendências que reúne todos os seus alunos de todos os cursos com os principais profissionais e empresas de Juiz de fora para a troca de experiências e discussões sobre o mercado de trabalho na região. Dentre as demais atividades de extensão desenvolvidas na FMS, destacam-se os Cursos de Aperfeiçoamento com o objetivo de ampliar nos participantes seus conhecimentos, habilidades ou técnicas acerca de uma área específica de conhecimento; os Cursos de Iniciação com a finalidade principal de oferecer noções introdutórias e preliminares em uma área especifica do conhecimento; Cursos Práticos de Inverno/Verão com a finalidade de capacitar em atividades profissionais específicas. Além disto, a movimentação em prol do curso poderá ser visto através de participações dos docentes e ou dos discentes em: Mesas Redondas; Encontros, Seminários; Viagens e visitas monitorizadas a Órgãos Públicos e Empresas Privadas; Palestras; Conferências; Atividades Esportivas, Culturais, Artísticas, Recreativas, Campeonatos desportivos; Mostra de Teatro; Cidadania; Educação e Meio Ambiente. Os programas e projetos de extensão visam à divulgação e atualização de conhecimento, à atuação junto à sociedade, ao enriquecimento cultural interdisciplinar vinculado à pesquisa e ensino, possibilitando a revisão contínua dos objetivos do Curso, bem como contribuir com o desenvolvimento de novas potencialidades e competências complementares à formação acadêmica.

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015 PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015 1- JUSTIFICATIVA O setor de eventos vem passando por uma grande reformulação. Dos eventos corporativos, hoje mais bem estruturados e com foco específico,

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com. ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.br CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE

Leia mais

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 1 TÍTULO II - DOS OBJETIVOS...

Leia mais

GRADUAÇÃO HOTELARIA BACHARELADO. NOTA MÁXIMA NO MEC Ministério da Educação

GRADUAÇÃO HOTELARIA BACHARELADO. NOTA MÁXIMA NO MEC Ministério da Educação NOTA MÁXIMA NO MEC Ministério da Educação TITULAÇÃO: Bacharel em Hotelaria CARGA HORÁRIA: 3.104 horas DURAÇÃO: 2 anos DIFERENCIAL 2 ANOS A Castelli ESH propõe-se a ofertar o Curso de Graduação em Hotelaria,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 012/07 CONSUNI

RESOLUÇÃO Nº 012/07 CONSUNI RESOLUÇÃO Nº 012/07 CONSUNI APROVA A ALTERAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR DOS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO HABILITAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR E ADMINISTRAÇÃO HABILITAÇÃO EM MARKETING E O REGULAMENTO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURITIBA 2015 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

Instituto Federal de Brasília PLANO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA FIC. Campus Ceilândia

Instituto Federal de Brasília PLANO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA FIC. Campus Ceilândia Instituto Federal de Brasília PLANO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA FIC Campus Ceilândia GESTÃO E PRÁTICAS EMPREENDEDORAS PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Ceilândia, Fevereiro de 2014. CURSO DE FORMAÇÃO

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

PROJETO DE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Gestão e Relações Internacionais

PROJETO DE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Gestão e Relações Internacionais PROJETO DE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Gestão e Relações Internacionais IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Curso de Especialização em Gestão e Relações Internacionais Área de Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Regulamento das. Atividades Complementares

Regulamento das. Atividades Complementares BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS Regulamento das Atividades Complementares Osasco 2013 Apresentação Este documento apresenta um conjunto geral de normas e orientações sobre a realização das Atividades

Leia mais

REGULAMENTO MES MECANISMOS DE ESTUDOS SISTÊMICOS Universidade Ibirapuera Aprovado pela Res. CONSUN nº 10/07, de 19.09.07 REGULAMENTO MES - MECANISMOS DE ESTUDOS SISTÊMICOS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia PASSO A PASSO PARA ATIVIDADES PRÁTICAS COMPLEMENTARES São atividades obrigatórias

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E DE TURISMO Departamento de Administração

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E DE TURISMO Departamento de Administração MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E DE TURISMO Departamento de Administração PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU GESTÃO ESTRATÉGICA DE

Leia mais

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo.

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo. Capítulo II DA EDUCAÇÃO Art. 182. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada pelo Município, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais

FACULDADE PASCHOAL DANTAS

FACULDADE PASCHOAL DANTAS FACULDADE PASCHOAL DANTAS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO ÊNFASE GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SÃO PAULO - SP NOVEMBRO DE 2008 ÍNDICE 1. Visão e Missão da FPD...3 2. ORGANIZAÇÃO

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

ESCOLA DE NEGÓCIOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ESCOLA DE NEGÓCIOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ESCOLA DE NEGÓCIOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES A Diretora da Escola de Negócios, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, em

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro Educação a Distância Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. A única diferença é a sala de aula que fica em suas

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE 1 MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE Olinda PE Agosto / 2014 2 Introdução As atividades complementares representam um conjunto de atividades extracurriculares que

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO Art. 1º O colegiado de curso é órgão consultivo da Coordenação de Curso, destinado a subsidiar a

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ABERTURA DE TURMA PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PROFOP DA UTFPR

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ABERTURA DE TURMA PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PROFOP DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Diretoria de Graduação e Educação Profissional - DIRGRAD Departamento de Educação Campus XXXXXXX ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo

Leia mais

CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROJETO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES ANO 2007 CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS INTRODUÇÃO: Tendo como objetivo propiciar ao aluno um conjunto de oportunidades que se refletirão, de forma direta

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com.

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com. A pós-graduação é fundamental para manter-se bem colocado no mercado de trabalho e para aperfeiçoar competências profissionais. Além de enriquecer o currículo, este tipo de especialização ajuda a melhorar

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE CRISTO REI

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE CRISTO REI REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE CRISTO REI 1 APRESENTAÇÃO O Presente Regulamento visa esclarecer ao acadêmico, a estrutura e o funcionamento das Atividades

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Eixo Tecnológico: Gestão de Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

FACULDADE DE RIO CLARO SUMÁRIO

FACULDADE DE RIO CLARO SUMÁRIO SUMÁRIO CAPÍTULO I: DA DEFINIÇÃO, PRÍNCÍPIOS E FINALIDADE... 1 CAPÍTULO II: DA ORGANIZAÇÃO...2 CAPÍTULO III: DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES... 3 CAPÍTULO IV: DISPOSIÇÕES FINAIS...5 ANEXO I TABELA AVALIATIVA

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ASCES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ASCES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ASCES DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DOS PRINCÍPIOS NORTEADORES Art. 1º A ASCES, por meio deste Regulamento, contempla as Normas Gerais de Atividades complementares, permitindo

Leia mais

FACULDADE SERGIPANA - FASER COORDENAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTAÇÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES

FACULDADE SERGIPANA - FASER COORDENAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTAÇÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES FACULDADE SERGIPANA - FASER COORDENAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTAÇÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES APRESENTAÇÃO Atividades Complementares são atividades desenvolvidas pelos alunos, ao longo da vida acadêmica,

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório dos cursos

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA 1. Atividades Complementares Atividades Complementares são atividades desenvolvidas

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE REGULAMENTO

NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE REGULAMENTO TAQUARITINGA / 2015 1 Sumário NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE...3 1- Formas de acesso...3 2- Estímulos à permanência...4 3- Apoio Psicopedagógico, Orientação Pedagógica

Leia mais

O CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA, no uso de suas atribuições, e CONSIDERANDO a importância do Princípio da Indissociabilidade, estabelecido pelo

O CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA, no uso de suas atribuições, e CONSIDERANDO a importância do Princípio da Indissociabilidade, estabelecido pelo REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA Aprovado na CamEx, na 84 Sessão, realizada em 18 de março de 2015, apreciada no CONSEPE, na 54ª Sessão,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 1 FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO PIO XII CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 O currículo

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares do Curso de Gastronomia

Regulamento das Atividades Complementares do Curso de Gastronomia Regulamento das Atividades Complementares do Curso de Gastronomia Art. 1º - Compreende-se como Atividade Complementar toda e qualquer atividade que complemente a formação acadêmica oferecida pelas disciplinas

Leia mais

MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1

MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1 NÚMERO DE VAGAS: 45 (Quarenta e cinco) vagas. PREVISÃO DE INÍCIO DAS AULAS Abril de 2014 APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1 O MBA EM CONSULTORIA & GESTÃO DE NEGÓCIOS,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº09/2011 Aprova a estrutura curricular do Curso de Administração do Centro de

Leia mais

O Curso é semestral, com duração de quatro anos e o aluno faz cinco disciplinas por semestre, sendo uma disciplina em cada dia de aula.

O Curso é semestral, com duração de quatro anos e o aluno faz cinco disciplinas por semestre, sendo uma disciplina em cada dia de aula. O curso de graduação em Administração da EBS já na primeira vez em que participou do exame do ENADE (que avalia os alunos formandos e é feito pelo MEC) ficou em primeiro lugar, sendo a única instituição

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Escola de Ciências e Tecnologia. Tutoria no Bacharelado em Ciências e Tecnologia. Introdução.

Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Escola de Ciências e Tecnologia. Tutoria no Bacharelado em Ciências e Tecnologia. Introdução. Universidade Federal do Rio Grande do Norte Escola de Ciências e Tecnologia Tutoria no Bacharelado em Ciências e Tecnologia (Rascunho) Introdução O Bacharelado em Ciências e Tecnologia (BCT), da Universidade

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE QUÍMICA, CAMPUS PATO BRANCO

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE QUÍMICA, CAMPUS PATO BRANCO Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Coordenação do Curso Superior de Química: Bacharelado em Química Industrial e Licenciatura em Química REGULAMENTO DAS

Leia mais

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos.

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos. Resolução n.º 03/2010 Regulamenta os Cursos de Pós-Graduação da Faculdade Campo Real. O CONSU Conselho Superior, por meio do Diretor Geral da Faculdade Campo Real, mantida pela UB Campo Real Educacional

Leia mais

R E G U L A M E N T O DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

R E G U L A M E N T O DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES R E G U L A M E N T O DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I: DA DEFINIÇÃO, PRÍNCÍPIOS E FINALIDADE Art. 1º. O presente Regulamento disciplina as Atividades Complementares desenvolvidas pelos alunos regularmente

Leia mais

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS 135 ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Curso: PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Objetivo: Capacitar profissionais para atuarem no segmento de Logística de Eventos,

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES São Paulo 2011 1 APRESENTAÇÃO Atividades Complementares de um Curso de Graduação é toda e qualquer atividade que vise à complementação do processo de ensino aprendizagem,

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS 1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS SUMÁRIO INTERATIVO ENTENDENDO SOBRE O PROGRAMA TELECURSO TEC... 3 ÁREAS DE ESTUDO DO TELECURSO

Leia mais

D I R E I T O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES AUTORIZAÇÃO

D I R E I T O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES AUTORIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Superior Sesu Departamento de Supervisão da Educação Superior - Desup Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

PROFLETRAS R E G I M E N T O

PROFLETRAS R E G I M E N T O PROFLETRAS R E G I M E N T O CAPÍTULO I - CAPITULO II - CAPÍTULO III - CAPÍTULO IV - CAPÍTULO V - CAPÍTULO VI - CAPÍTULO VII - CAPÍTULO VIII - Das Finalidades Das Instituições Associadas Da Organização

Leia mais

ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Fixa normas para o funcionamento das Atividades Complementares para o curso de Administração da Universidade Federal de Mato Grosso, campus Rondonópolis/Mato

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE REGULAMENTO PARA AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RESOLUÇÃO - CONSUP Nº 001/2012 REGULAMENTO PARA AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA NATUREZA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Grades 2014/1-2014/2 2015/1

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Grades 2014/1-2014/2 2015/1 MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Grades 2014/1-2014/2 2015/1 INTRODUÇÃO As Atividades Complementares são consideradas componentes pedagógicos próprios ao processo de ensino aprendizagem,

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET 1. DO CONCEITO E PRINCÍPIOS 1.1 As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural cujo foco

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO Art. 1º. Este Regulamento tem por finalidade regular o aproveitamento e a validação das Atividades Complementares Obrigatórias ACO que compõem a Matriz Curricular do Curso de Graduação em Administração

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

Art. 1. As ATIVIDADES COMPLEMENTARES do Curso de Direito da FFB serão regidas por este Regulamento.

Art. 1. As ATIVIDADES COMPLEMENTARES do Curso de Direito da FFB serão regidas por este Regulamento. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURRÍCULO NOVO DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE FARIAS BRITO Dispõe acerca do regime das Atividades Complementares do Currículo Novo (Grade 03) do Curso de

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE COOPERATIVAS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE COOPERATIVAS REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE COOPERATIVAS Santa Maria RS 2011 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO SUPERIOR

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FARMÁCIA. CAPITULO I Dos Fins

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FARMÁCIA. CAPITULO I Dos Fins REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FARMÁCIA Aprovado na CamEx, na 80ª Sessão, realizada em 11 de junho de 2014, apreciada no CONSEPE, na 47ª Sessão, realizada

Leia mais

Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você.

Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você. Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você. Educação a Distância Anhembi Morumbi Agora você pode estudar em uma universidade internacional

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Este regulamento, elaborado pela Coordenação do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo, tem por objetivo regulamentar o desenvolvimento

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 128/2014- COU/UNICENTRO. DISPOSITIVOS DO PROJETO PEDAGÓGICO APROVADO POR ESTA RESOLUÇÃO, ESTÃO ALTERADOS PELA RESOLUÇÃO Nº 26/2009-COU/UNICENTRO.

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1. OBJETIVOS O Objetivo das Atividades Complementares é estimular o aluno a participar de experiências diversificadas que contribuam para o seu futuro profissional,

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Administração Disciplina: Administração Mercadológica II Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6 1 - Ementa (sumário, resumo) Administração dos canais

Leia mais

6h diárias - 11 meses

6h diárias - 11 meses 6h diárias - 11 meses PROPOSTA PEDAGÓGICA PROGRAMA DE APRENDIZAGEM EM AUXILIAR DE VAREJO ÍNDICE 1 - Apresentação da Entidade ijovem 3 2 - Justificativa do Programa. 3 3 Público-alvo: 4 4 Objetivo geral:

Leia mais

de junho de 2007, destinados a profissionais com graduação ou bacharelado.

de junho de 2007, destinados a profissionais com graduação ou bacharelado. PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU posgraduacao@poliseducacional.com.br O QUE É PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU? A pós graduação lato sensu são cursos promovidos pelas faculdades do grupo POLIS EDUCACIONAL com mais de

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO UNIESP ARAÇATUBA

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO UNIESP ARAÇATUBA INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - IESP 0 FAAR FACULDADE DE ARAÇATUBA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO UNIESP ARAÇATUBA Elaboração: Profa. Isabel Cristina

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES O Parecer do CNE/CES nº 492/2001, assim define as atividades complementares:

Leia mais

I Seminário Integrador do Curso de Administração

I Seminário Integrador do Curso de Administração I Seminário Integrador do Curso de Administração! Coordenador: Prof.,MSc.,Mário,Mendonça mariomacneto@gmail.com, Vice9Coordenador: Prof.,MSc.,Robson,Materko robsonmaterko@yahoo.com.br, Telefone:,(96),331291763

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL 2015 CAMPUS NATAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL 2015 CAMPUS NATAL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA EDITAL DE EXTENSÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL 2015 CAMPUS NATAL 1. EDITAL A Universidade Potiguar UnP, através da Pró-Reitoria Acadêmica, torna

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM. Coerência do sistema de avaliação

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM. Coerência do sistema de avaliação SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM Coerência do sistema de avaliação Os instrumentos de avaliação, como provas, trabalhos, resolução de problemas, de casos, além das manifestações espontâneas

Leia mais

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são:

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são: 1) Formas de participação do Corpo Discente: O Colegiado do Curso é um órgão consultivo, deliberativo e normativo, onde é possível a participação do corpo discente nas decisões que competem a exposição

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO Diretoria de Educação a Distância REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS Art. 1º. As atividades acadêmico-científico-culturais

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Carga Horária Total exigida no curso: 200 LONDRINA/PR 2014 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES PRÓ-REITORIA ACADÊMICA BURITIS / CARLOS LUZ / SILVA LOBO ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares, conforme as Diretrizes Curriculares do MEC, são atividades extracurriculares obrigatórias

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

FACULDADE CASTANHAL-FCAT COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FCAT

FACULDADE CASTANHAL-FCAT COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FCAT 1 FACULDADE CASTANHAL-FCAT COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FCAT Dispõe sobre a estruturação e operacionalização do Programa de Iniciação Científica

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA Cachoeira, março de 2011 REGULAMENTO DE MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º

Leia mais

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES PARA O QUADRO DE CORPO DOCENTE DO CENTRO UNIVERSITÁRIO HERMINIO DA SILVEIRA - IBMR

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES PARA O QUADRO DE CORPO DOCENTE DO CENTRO UNIVERSITÁRIO HERMINIO DA SILVEIRA - IBMR EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES PARA O QUADRO DE CORPO DOCENTE DO CENTRO UNIVERSITÁRIO HERMINIO DA SILVEIRA - IBMR A DIRETORA ACADÊMICA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO HERMÍNIO

Leia mais

FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO

FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO Faculdade Internacional da Paraíba Rua Monsenhor Walfredo Leal nº 512, Tambiá CEP: 58020-540. João

Leia mais

Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras - FESC Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras - FAFIC

Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras - FESC Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras - FAFIC REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM FILOSOFIA Art. 1º As atividades acadêmico-científico-culturais, denominadas atividades complementares, compreendem

Leia mais

Regulamento Atividades Complementares. Faculdade da Cidade de Santa Luzia - FACSAL

Regulamento Atividades Complementares. Faculdade da Cidade de Santa Luzia - FACSAL Regulamento Atividades Complementares Faculdade da Cidade de Santa Luzia - 2014 Regulamento das Atividades Complementares CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 1º - As Atividades

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades complementares que compõem o currículo pleno dos

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS FLORIANÓPOLIS CONTINENTE PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO FORMAÇÃO CONTINUADA EM GESTÃO

Leia mais

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO PROGRAMA PÓS-FLEX 2016

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO PROGRAMA PÓS-FLEX 2016 CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO PROGRAMA PÓS-FLE 2016 CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO PROGRAMA PÓS-FLE 2016 ÁREAS DE NEGÓCIOS E ENGENHARIA O Programa Pós-Flex da Universidade Positivo possui 15 cursos voltados para

Leia mais

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.0

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.0 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.0 SOBRE O CURSO O mercado de trabalho precisa de profissionais completos, com habilidades de gestão e que liderem equipes multidisciplinares em empresas de todos os setores econômicos

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 58/2009

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 58/2009 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA-UESB Recredenciada pelo Decreto Estadual nº 9.996, de 02 de maio de 2006 CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO-CONSEPE RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 58/2009

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS CURITIBA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS CURITIBA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS CURITIBA Pró-Reitoria de Extensão, Pesquisa e Inovação Diretoria de Extensão e Políticas de Inclusão

Leia mais