O Cooperativismo. A Identidade Cooperativa

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1 O Cooperativismo Embora a doutrina econômica da cooperativa date do ano de 1808, sua difusão só ocorreu a partir de 1844, quando um grupo de tecelões ingleses fundou a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale Ltda. Sua meta foi a instalação de um armazém, que, através de um sistema de cooperação, lhes proporcionaria melhores condições de subsistência e trabalho. Já no Brasil, o primeiro movimento cooperativista surgiu em 1847, na Colônia Tereza Cristina, que hoje é o município paranaense de Cândido Abreu. O sistema cooperativista desenvolveu-se voltado quase que unicamente para as áreas de produção, crédito e consumo, dando mais ênfase para as cooperativas agrícolas. A partir da década de 60, as cooperativas começaram a desenvolver-se com bastante sucesso no campo de prestação de serviços. No Brasil, somente no final do ano de 1994 é que as Cooperativas de Trabalho e as Cooperativas de Prestação de serviços foram reconhecidas juridicamente. Hoje, as Cooperativas tiveram que se adequar aos novos tempos, e, face à competitividade, passaram a dirigir-se também para o mercado, o que antes era privilégio somente dos associados, ou seja, tinham como base servir única e exclusivamente os interesses do cooperado. A Identidade Cooperativa No Congresso da Aliança Cooperativa Internacional, realizado em 1966, os princípios do cooperativismo foram avaliados da seguinte maneira: - adesão livre de qualquer pessoa; - gestão democrática entre os associados; - juros módicos do capital social; - atribuição das sobras eventuais aos associados; - neutralidade social, política e religiosa; - cooperação entre cooperativas no âmbito local, nacional e internacional; - constituição de um fundo de educação. Segundo a Declaração da Aliança Cooperativa Internacional, aprovada na reunião de Manchester em setembro de 1995, o Sistema Cooperativista teve algumas modificações e passou a ser alicerçado sobre o seguinte: DEFINIÇÕES: Cooperativa é uma associação autônoma de pessoas, unidas voluntariamente para atender às suas necessidades e aspirações econômicas, sociais, e culturais comuns, através de uma empresa coletiva e democraticamente controlada. VALORES: As Cooperativas estão baseadas nos valores de auto-ajuda, responsabilidade própria, democracia, igualdade, eqüidade e solidariedade. Com base na tradição de seus fundadores, os membros da cooperativa acreditam nos valores éticos de honestidade, sinceridade, responsabilidade social e preocupação com os outros. PRINCÍPIOS: Os princípios cooperativos são diretrizes segundo as quais as cooperativas colocam seus valores Contadez 1

2 em prática. 1º PRINCÍPIO - Adesão livre e voluntária As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas para usarem seus serviços e dispostas a aceitarem suas responsabilidades de sócios, sem discriminação de gênero, social, racial, política ou religiosa. 2º PRINCÍPIO - Controle democrático pelos sócios As cooperativas são organizações democráticas controladas por seus sócios, os quais participam ativamente no estabelecimento de suas políticas e nas tomadas de decisões. Homens e mulheres, eleitos como representantes, são responsáveis para com os sócios. Nas cooperativas de primeiro grau (singulares), os sócios têm igualdade de votação (um sócio, um voto); as cooperativas de outros níveis também são organizadas de maneira democrática. 3º PRINCÍPIO - Participação econômica do sócio Os sócios contribuem eqüitativamente e controlam democraticamente o capital de sua cooperativa. Ao menos, parte desse capital é usualmente propriedade comum da cooperativa. Eles recebem uma compensação limitada, se houver alguma, sobre o capital subscrito (realizado) como uma condição da sociedade. Os sócios alocam as sobras para os seguintes propósitos: a) desenvolvimento da cooperativa, possibilitando o estabelecimento de reservas, parte das quais poderá ser indivisível; b) retorno aos sócios na proporção de suas transações com as cooperativas; e apoio a outras atividades que forem aprovadas pelos sócios. 4º PRINCÍPIO - Autonomia e independência As cooperativas são organizações autônomas de ajuda mútua, controladas por seus membros. Se elas entram em acordo com outras organizações, incluindo governamentais, ou recebem capital de origens externas, elas devem fazê-lo em termos que assegurem o controle democrático de seus sócios e mantenham sua autonomia. 5º PRINCÍPIO - Educação, Treinamento e Informação As cooperativas oferecem educação e treinamento para seus sócios, representantes eleitos, administradores e funcionários; assim eles podem contribuir efetivamente para seu desenvolvimento. Eles informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes fornecedores de opinião, sobre a natureza e os benefícios da cooperação. 6º PRINCÍPIO - Cooperação entre cooperativas As cooperativas atendem seus sócios mais efetivamente e fortalecem o movimento cooperativo, trabalhando juntas através de estruturas locais, nacionais, regionais e internacionais. 7º PRINCÍPIO - Preocupação com a comunidade As cooperativas trabalham pelo desenvolvimento sustentável de suas comunidades através de políticas aprovadas por seus membros. Características das Sociedades Cooperativas A Sociedade Cooperativa também recebeu a atenção do novo Código Civil, Lei /02, através do Capítulo VII e seus artigos 1093 a 1095, entretanto, sem ordenar modificações Contadez 2

3 consideráveis. Vejamos o que nos traz o referido capítulo. CAPÍTULO VII Da Sociedade Cooperativa Art A sociedade cooperativa reger-se-á pelo disposto no presente Capítulo, ressalvada a legislação especial. Art São características da sociedade cooperativa: I - variabilidade, ou dispensa do capital social; II - concurso de sócios em número mínimo necessário a compor a administração da sociedade, sem limitação de número máximo; III - limitação do valor da soma de quotas do capital social que cada sócio poderá tomar; IV - intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade, ainda que por herança; V - quorum, para a assembléia geral funcionar e deliberar, fundado no número de sócios presentes à reunião, e não no capital social representado; VI - direito de cada sócio a um só voto nas deliberações, tenha ou não capital a sociedade, e qualquer que seja o valor de sua participação; VII - distribuição dos resultados, proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo sócio com a sociedade, podendo ser atribuído juro fixo ao capital realizado; VIII - indivisibilidade do fundo de reserva entre os sócios, ainda que em caso de dissolução da sociedade. Art Na sociedade cooperativa, a responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada. 1º É limitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde somente pelo valor de suas quotas e pelo prejuízo verificado nas operações sociais, guardada a proporção de sua participação nas mesmas operações. 2º É ilimitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. Art No que a lei for omissa, aplicam-se as disposições referentes à sociedade simples, resguardadas as características estabelecidas no art Praticamente quase não houve novidade em relação à Lei 5.764/71. Vejamos a íntegra dos artigos e a respectiva repercussão na Lei especial. LEI Nº 5.764, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1971 DOU Art. 4º As cooperativas são sociedades de pessoas, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, não sujeitas a falência, para prestar serviços aos associados, distinguindo-se das demais sociedades pelas seguintes características: I - adesão voluntária, com número ilimitado de associados, salvo impossibilidade técnica de prestação de serviços; (I - concurso de sócios em número mínimo necessário a compor a administração da sociedade, sem limitação de número máximo;) (redação da Lei /02 - Novo Código Civil) II - variabilidade do capital social, representado por quotas-partes; Contadez 3

4 (II - variabilidade, ou dispensa do capital social;) (redação da Lei /02 - Novo Código Civil) III - limitação do número de quotas-partes do capital para cada associado, facultado, porém, o estabelecimento de critérios de proporcionalidade, se assim for mais adequado para o cumprimento dos objetivos sociais; (III - limitação do valor da soma de quotas do capital social que cada sócio poderá tomar;) (redação da Lei /02 - Novo Código Civil) IV - inacessibilidade das cotas-partes do capital a terceiros, estranhos à sociedade. (IV - intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade, ainda que por herança;) (redação da Lei /02 - Novo Código Civil) V - singularidade de voto, podendo as cooperativas centrais, federações e confederações de cooperativas, com exceção das que exerçam atividade de crédito, optar pelo critério da proporcionalidade; (V - quorum, para a assembléia geral funcionar e deliberar, fundado no número de sócios presentes à reunião, e não no capital social representado;) (redação da Lei /02 - Novo Código Civil) VI - "quorum" para o funcionamento e deliberação da Assembléia Geral baseado no número de associados e não no capital; (VI - direito de cada sócio a um só voto nas deliberações, tenha ou não capital a sociedade, e qualquer que seja o valor de sua participação;) (redação da Lei /02 - Novo Código Civil) VIl - retorno das sobras líquidas do exercício, proporcionalmente às operações realizadas pelo associado, salvo deliberação em contrário da Assembléia Geral; (VII - distribuição dos resultados, proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo sócio com a sociedade, podendo ser atribuído juro fixo ao capital realizado;) (redação da Lei /02 - Novo Código Civil) VIII - indivisibilidade dos fundos de Reserva e de Assistência Técnica, Educacional e Social; (VIII - indivisibilidade do fundo de reserva entre os sócios, ainda que em caso de dissolução da sociedade.) IX - neutralidade política e indiscriminação religiosa, racial e social; X - prestação de assistência aos associados, e, quando prevista nos estatutos, aos empregados da cooperativa; XI - área de admissão de associados limitada às possibilidades de reunião, controle, operações e prestação de serviços. O Estatuto Social É o instrumento que irá regular todos os atos da Cooperativa. Nele é que serão estabelecidas as condições de funcionamento da sociedade, seu objetivo social; admissão, direitos, deveres e responsabilidade dos sócios; demissão, eliminação e exclusão; o capital social, a forma de subscrição e integralização, o mínimo para cada associado e valor da quota-parte; as assembléias Contadez 4

5 gerais, seu funcionamento e quorum de instalação e de aprovação; a administração, a definição do número de conselheiros e as atribuições dos administradores; o conselho fiscal; os livros fiscais e contábeis e o balanço geral e a definição sobre as sobras ou perdas; a fixação dos fundos e as disposições gerais e transitórias. Além do Estatuto Social, é salutar que a cooperativa tenha seu Regimento Interno, que irá regular mais detalhadamente certas atribuições: Ex: as assembléias, como funcionarão; as atribuições dos Conselhos, tanto de administração como fiscal, a carga horária de trabalho, a forma de pagamento, o direito aos fundos, o organograma da empresa, etc. Ver art. 21 da Lei nº A Responsabilidade dos Associados Quanto à responsabilidade dos sócios, a Lei /02, novo Código Civil também promoveu pequenas modificações. Vejamos também o comparativo das duas legislações: Lei 5764/71 Art. 11. As sociedades cooperativas serão de responsabilidade limitada, quando a responsabilidade do associado pelos compromissos da sociedade se limitar ao valor do capital por ele subscrito. (Redação da Lei /02 - Novo Código Civil): Art Na sociedade cooperativa, a responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada. 1º É limitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde somente pelo valor de suas quotas e pelo prejuízo verificado nas operações sociais, guardada a proporção de sua participação nas mesmas operações. Art. 12. As sociedades cooperativas serão de responsabilidade ilimitada, quando a responsabilidade do associado pelos compromissos da sociedade for pessoal, solidária e não tiver limite. (Redação da lei /02 - (Redação da Lei /02 - Novo Código Civil): 2º É ilimitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais.) Art. 13. A responsabilidade do associado para com terceiros, como membro da sociedade, somente poderá ser invocada depois de judicialmente exigida da cooperativa. NOTA: A Lei /02 proibiu a transferência de quotas a terceiros, mesmo por herança e ampliou a responsabilidade dos sócios, quando no Parágrafo primeiro do art prescreveu que o sócio além de responder pelo valor de suas quotas, passa a ser responsável pelo prejuízo verificado nas operações sociais, embora seja respeitada a proporção da participação nas ditas operações. Do Objetivo das Cooperativas As sociedades cooperativas poderão adotar por objeto qualquer gênero de serviço, operação ou atividade, assegurando-lhes o direito exclusivo e exigindo-se-lhes a obrigação do uso da expressão "cooperativa" em sua denominação. Este é o tratamento que o art. 5º da Lei nº dá ao objetivo das cooperativas. Ainda o mesmo artigo em seu parágrafo único faz a ressalva que: " É vedado às cooperativas o uso da expressão 'Banco'". Dentre os objetivos mais comuns, temos as cooperativas de produção voltadas para a Contadez 5

6 agricultura, as habitacionais, as mistas, de educação, de consumo, saúde, trabalho, crédito, enfim, a legislação cooperativa, como bem definiu em seu art. 5º, as cooperativas "poderão adotar qualquer gênero de serviço, operação ou atividade". Do Capital Social Será subdividido em quotas-partes, cujo valor unitário não poderá ser superior ao maior salário-mínimo vigente no País (art. 24 da Lei nº 5.764). A grande maioria adota como valor da quota R$ 1,00 (um real). O Parágrafo Primeiro do artigo citado determina que: "nenhum associado poderá subscrever mais de 1/3 (um terço) do total das quotas-partes, salvo nas sociedades em que a subscrição deva ser diretamente proporcional ao movimento financeiro do cooperado ou ao quantitativo dos produtos a serem comercializados, beneficiados ou transformados, ou, ainda, em relação à área cultivada ou ao número de plantas e animais de exploração". Já o Parágrafo Segundo do mesmo artigo reserva que: "não estão sujeitas ao limite estabelecido no parágrafo anterior as pessoas jurídicas de direito público que participem de cooperativas de eletrificação, irrigação e telecomunicações". A integralização do capital social poderá ser realizado mediante prestações periódicas e sua forma, além da moeda corrente nacional, poderá ser feita com bens avaliados previamente e homologados em Assembléia Geral, ou ainda, mediante retenção de determinada porcentagem do valor do movimento financeiro de cada associado (art. 27 da Lei nº 5.764). Distribuição de Benefícios As cooperativas não poderão distribuir qualquer espécie de benefício às quotas-partes do capital ou estabelecer outras vantagens ou privilégios, financeiros ou não, em favor de quaisquer associados ou terceiros, excetuando-se os juros até o máximo de 12% (doze por cento) ao ano, mas somente sobre a parte integralizada. Dos Fundos As cooperativas são obrigadas a constituir, pelo menos, dois fundos: I - Fundo de Reserva, destinado a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas atividades, constituído com 10% (dez por cento), pelo menos, das sobras líquidas do exercício; II - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social, destinado à prestação de assistência aos associados, seus familiares e, quando previsto nos estatutos, aos empregados da cooperativa, constituído de 5% (cinco por cento), pelo menos, das sobras líquidas apuradas no exercício. Nas Cooperativas de Trabalho usa-se a criação de fundos para fazer frente a certos benefícios auferidos por trabalhadores, tais como: A) Fundo de Descanso Remunerado, que servirá para garantir financeiramente o seu descanso anual; este fundo é constituído de 8% do pro labore mensal do associado; B) Fundo de Poupança - também constituído de 8% do pro labore mensal do associado, que lhe será pago quando da perda de sua condição de associado; C) Fundo de Participação - também constituído de 8% do pro labore mensal do associado, que lhe será pago no mês de dezembro, na proporção de sua participação. Além desta sugestão, outros fundos poderão ser criados, cuja regulamentação de formação, distribuição, gestão e extinção deverá ser efetuada no próprio estatuto social, inclusive se os valores serão descontados do associado para futura devolução ou se fará parte do custo operacional. Os Contadez 6

7 valores deverão ser depositados em contas específicas, havendo um rigoroso controle individual para cada associado. Da Constituição de Cooperativas de Trabalho O ato de constituição das sociedades cooperativas é previsto nos arts. 14 e 15 da Lei nº 5.764, que determinam que: a sociedade constitui-se por deliberação da Assembléia Geral dos Fundadores, constantes da respectiva ata ou por instrumento público. O ato constitutivo, sob pena de nulidade, deverá declarar: I - A denominação da entidade, da sede e do objeto de funcionamento; II - O nome, a nacionalidade, a idade, o estado civil, a profissão e a residência dos associados fundadores que o assinaram, bem como o valor e o número da quota-parte de cada um; III - A aprovação do estatuto da sociedade; IV - O nome, a nacionalidade, o estado civil, a profissão e a residência dos associados eleitos para os órgãos de administração, fiscalização e outros. Princípios Básicos para a Formação de Cooperativa de Trabalho 1) Para se constituir uma Cooperativa, existe a necessidade básica e legal de haver pelo menos 20 (vinte) sócios fundadores, nada impediindo que sejam parentes entre si. 2) O grupo interessado em criar a cooperativa deve inicialmente fixar os objetivos da mesma, além de escolher uma comissão, com indicação de um coordenador dos trabalhos. Essa comissão será encarregada de tratar das providências necessárias à criação da sociedade. 3) Uma vez alcançado um número adequado de interessados, promover reuniões com os mesmos, a fim de que todos estejam cientes de que é necessária a criação de uma sociedade e que o tipo jurídico da mesma seja a Cooperativa, inclusive debatendo e orientando todos os participantes, quanto ao funcionamento, aos direitos, aos deveres, às obrigações e às vantagens do participantes. 4) Dirimidas as dúvidas e feitos os esclarecimentos necessários, é imprescindível a participação de um técnico conhecedor do sistema, e deverá ser avaliado o mercado consumidor para a produção da Cooperativa, independentemente de seu objetivo social. 5) Outra avaliação será a visão do volume de negócios necessários para a manutenção de pessoas qualificadas para administrá-la e para que os cooperados tenham benefícios, pois a Cooperativa é uma empresa comercial sujeita a todos os cuidados como as demais; de nada adianta haver a vontade política da criação da mesma, se a administração não for eficiente. 6) Realizar um orçamento básico para as despesas de legalização e de funcionamento inicial da cooperativa. 7) Fixar a quota social de cada associado, num montante que o mesmo possa integralizar, mas, acima de tudo, que o total seja suficiente para cobrir as despesas iniciais. A subscrição das quotas pode ser integralizada em valores mensais, em moeda corrente nacional ou através de bens ou serviços, suscetíveis de avaliação. 8) Elaborar um projeto do Estatuto Social. A Organização das Cooperativas nos Estados ou instituições afins orientam tanto na elaboração do Estatuto Social como na legalização da empresa. 9) De posse do projeto do Estatuto Social, promover uma reunião entre todos os interessados para debater o conteúdo do mesmo, eliminar todas as dúvidas e realizar todas as modificações que surgirem necessárias. 10) Convocar todas as pessoas interessadas para a Assembléia Geral de Constituição da Cooperativa, através de convites pessoais ou aviso de convocação, afixado em locais freqüentados pelos interessados ou através de outros meios de comunicação (jornais, rádio, TV), determinando Contadez 7

8 local e hora da reunião. 11) Havendo número legal (mínimo 20), o coordenador da Comissão Organizadora procede à abertura da Assembléia e solicita aos presentes que escolham o associado que irá presidir os trabalhos, e este, por sua vez, escolhe e indica um secretário, que fará a leitura da proposta do Estatuto Social. Durante a leitura já poderão ser feitas as sugestões e debatidas as mesmas. Terminada a leitura, com as emendas já realizadas, o presidente dos trabalhos colocará em votação o Estatuto Social. De imediato, o presidente encaminhará a votação para escolha dos cooperados que preencherão os cargos do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e dos Comitês, se existirem, através de voto secreto ou por aclamação. Uma vez eleitos os membros do Conselho de Administração, o presidente dos trabalhos interromperá momentaneamente a assembléia para que o Conselho de Administração escolha, entre si, seu presidente, vice-presidente, o secretário e outros cargos que houver, que comporão a Diretoria Executiva. Nesta eleição somente é permitida a presença do Conselho de Administração, a assembléia não participará. Eleita a Diretoria Executiva, o presidente dos trabalhos declara-os empossados em seus cargos e passa a direção dos trabalhos para o presidente eleito, que conduzirá a assembléia até o seu encerramento. Cooperativas de Trabalho Denominadas de novo Cooperativismo, elas são do segmento que mais crescem no Brasil, segundo estatísticas de órgãos ligados a este tipo de associativismo; organiza-se, no Brasil, a média de uma cooperativa de trabalho por dia. As cooperativas de trabalho não diferem em quase nada das demais, com exceção de seu objetivo social e a participação do cooperado, cuja contribuição é o seu próprio trabalho. O cooperado, quando desempenha suas funções na cooperativa, passa a ter: "Trabalho e Renda" e não "Emprego e Renda", ele é um associado, um proprietário, sem qualquer vínculo empregatício, ele está trabalhando para sua própria empresa. Tem havido muita controvérsia quanto à relação de emprego dos associados da Cooperativa com os tomadores de serviços; no entanto, a Lei nº de 09 de dezembro de 1994 veio dirimir esta dúvida. O art. 1º da referida lei veio dar nova redação ao art. 442 da CLT, quando assim se reporta. Processo de Registro - Cooperativa de Trabalho Inicialmente, o registro de uma Cooperativa é efetuado na Junta Comercial do Estado. Uma vez assinados a ata e o estatuto, se este não estiver inserido nela, por todos os sócios fundadores e um advogado, além da lista nominativa, prepara-se o processo para encaminhamento ao órgão de registro, com a seguinte documentação: a) Capa requerimento (modelo oficial da Junta Comercial); b) Pelo menos 2 vias da ata de fundação e estatuto; c) Lista nominativa dos sócios fundadores; d) Fotocópia da carteira de identidade e do CPF dos diretores; e) Ficha de Cadastro 1 e 2 (modelo oficial do DNRC); f) Pagamento da taxa e dos emolumentos. OBS. As fotocópias não necessitam estarem autenticadas. Art Contrato individual de trabalho é o acordo, tácito ou expresso, correspondente à relação de emprego. Parágrafo único. Qualquer que seja o ramo de atividade da sociedade cooperativa, não existe vínculo empregatício entre ela e seus associados, nem entre estes e os tomadores de serviços Contadez 8

9 daquela. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 8.949, de ) Art. 14. A sociedade cooperativa constitui-se por deliberação da Assembléia Geral dos fundadores, constantes da respectiva ata ou por instrumento público. Art. 15. O ato constitutivo, sob pena de nulidade, deverá declarar: I - a denominação da entidade, sede e objeto de funcionamento; II - o nome, nacionalidade, idade, estado civil, profissão e residência dos associados, fundadores que o assinaram, bem como o valor e número da quota-parte de cada um; III - aprovação do estatuto da sociedade; IV - o nome, nacionalidade, estado civil, profissão e residência dos associados eleitos para os órgãos de administração, fiscalização e outros. Contadez 9

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