Gestão de Serviços Ambientais nas Empresas. Uma questão estratégica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Serviços Ambientais nas Empresas. Uma questão estratégica"

Transcrição

1 Gestão de Serviços Ambientais nas Empresas Uma questão estratégica

2 Ética Ambiental ÉTICA. Do grego ETHOS, que significa modo de ser, caráter. Forma de agir do Homem em seu meio social. O comportamento do homem em relação a si mesmo. Nesse conceito, o Homem, por possuir a capacidade de raciocínio, é um ser superior aos demais seres da Terra. Ética ambiental é um conceito que amplia o conceito anterior, pois não só refere-se à maneira de agir do homem em relação ao seu meio social, mas também em relação ao meio ambiente. ESTAMOS AGINDO COM ÉTICA AMBIENTAL?

3 Situação Atual do Planeta Destruição camada de Ozônio/ Aumento da temperatura global; Esgotamento das reservas de água potável; Aumento da poluição hídrica, atmosférica e dos solos; Alta produção de resíduos sólidos; Desmatamentos; Erosão / Desertificação / Exaustão e degradação de terras cultiváveis; Extinção de espécies da flora e fauna; A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos aumentam e causa grande sofrimento.

4 População mundial De cada 100 pessoas adicionadas à população na próxima década, 97 viverão em países em desenvolvimento. Hania Zlotnik, 2005 (Diretora da Divisão de População das Nações Unidas) Abril de 2010: 6,8 bilhões Outubro de 2010: 7 bilhões (projeções)

5 Média de nascimentos no mundo: Por segundo: 3 nascimentos; Por minuto: 178 nascimentos; Por hora: nascimentos; Por dia: nascimentos. Situação Sócio-Ambiental do Planeta 550 milhões de armas de fogo no mundo (1 para cada 12 pessoas); 370 mais ricos do mundo ganham por ano mais que 2,6 bi de pessoas; milhões de pessoas vivem com menos de US$ 1,00/dia; 500 multinacionais controlam 25% da atividade econômica mundial e 80% das inovações tecnológicas. Jeffrey Sachs O FIM DA POBREZA

6 Situação Sócio-Ambiental do Planeta 20% da população mundial consome 80% dos recursos naturais disponíveis; São gastos mundo 12 vezes mais dinheiro com armas e recursos militares do que com saúde; pessoas morrem diariamente por doenças relacionadas à águas contaminadas; 1 bilhão de pessoas passa fome atualmente; 50% dos grãos produzidos no mundo são usados para produzir rações e biocombustíveis; Até 2050 serão 200 milhões de refugiados climáticos (secas, perda de produtividade, perda de cultura, desastres ambientais) Jeffrey Sachs O FIM DA POBREZA

7 Serviços Ambientais Serviços que dependem de uma infinidade de espécies que operam naturalmente, sem ônus financeiro para a humanidade. Com a ruptura dos processos naturais essa generosidade fica comprometida e o valor para torná-los novamente efetivos é incalculável e sem chances de voltarem a ser eficientes como em sua situação de origem.

8 Conceitos de Serviços Ambientais na Legislação Estadual é a dinâmica natural dos ecossitemas, compreendendo, entre outros, o armazenamento de estoques de carbono, a produção de gases e de água, o equilíbrio do ciclo hidrológico, a conservação da biodiversidade, a conservação do solo e a manutenção da viabilidade dos ecossistemas, a paisagem, o equilíbrio climático, o conforto térmico e outros processos que gerem benefícios decorrentes do manejo e da preservação dos ecossistemas naturais ou modificados pela ação humana. (Lei da Política Estadual de Mudanças Climáticas) funções imprescindíveis desempenhadas pelos ecossistemas naturais e úteis ao homem, tais como a proteção de solos, regulação do regime hídrico, controle de gases poluentes e/ou de efeito estufa, belezas cênicas, conservação da biodiversidade, etc. funções ecossistêmicas desempenhadas pelos sistemas naturais que resultam em condições adequadas à sadia qualidade de vida. (Lei do PSA Lei de 19 de janeiro de 2010)

9 Serviços Ambientais * Purificação da água e do ar; * Controle das enchentes e das secas; * Decomposição da matéria orgânica; * Produção e renovação de solo fértil; * Polinização da vegetação; * Controle de pestes comuns à agricultura; * Dispersão de sementes e transferência de nutrientes; * Manutenção da biodiversidade; * Proteção contra os raios ultravioletas do sol; * Estabilidade, mesmo que parcial, do clima; * Moderação de temperaturas e das forças do vento e das marés; * Sustentação da diversidade cultural humana; * Senso estético de beleza e estímulo intelectual.

10 Avaliação Ecossistêmica do Milênio (CAPITAL NATURAL DO PLANETA) degradação (15 serviços). 24 Unidades de Serviços Ambientais; Serviços de Suporte (produção de o², sequestro de carbono e formação de solos); Serviços de Provisão (alimentos, água doce, madeira, combustível); Serviços Reguladores (Clima, Controle de Doenças, Água); Serviços Culturais (Ecoturismo, lazer, valores estéticos); 60% dos serviços estão em estágio acelerado de degradação

11 Desenvolvimento Sustentável Art. 225 CF/88 O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades. Significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e econômico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais. Relatório Brundtland, 1987

12 Desenvolvimento Sustentável Ecologicamente correto; Economicamente viável; Socialmente justo; e Culturalmente aceito.

13 Desenvolvimento Sustentável

14 Produção Produção Carne Produção de cereais Centenas de toneladas/ano Centenas de toneladas/ano Perda de florestas Km² de florestas De 1990 a 2000

15 O índice de pobreza leva em consideração: expectativa de vida, alfabetização do adulto, qualidade da água e crianças subnutridas. Pobreza

16 NOVAS TECNOLOGIAS

17 NOVAS TECNOLOGIAS Há meios tecnológicos disponibilizados para a recuperação de áreas degradadas ou para melhorar a qualidade de determinados recursos naturais como solo, água ou ar. Desenvolvimento tecnológico pode trazer: Impactos Positivos (Aumento Produtividade, Eficiência Energética) Impactos Negativos (Emissões Antrópicas de GEE s)

18 NOVAS TECNOLOGIAS 1ª Revolução da Humanidade: Revolução Agrícola 2ª Revolução da Humanidade: Revolução Industrial 3ª Modelo Energético a base de Combustíveis Fósseis

19 NOVAS TECNOLOGIAS Modelo Energético e de Exploração dos Recursos tem causado: 1) Aumento da emissão de gases de efeito estufa; 2) Alterações do Clima e perda do equilíbrio climático.

20 Emissão de Carbono "Se o mundo não aprender agora a mostrar respeito pela natureza, que tipo de futuro as novas gerações terão? Rigoberta Menchú Tum, 1992 (uma indígena guatemalteca que foi agraciada com o Nobel da Paz de 1992)

21 4º Relatório IPCC (2007) Virtualmente certo > 99% Extremamente provável > 95% Muito provável> 90% Provável> 66% Mais provável que não> 50% Improvável< 33% Muito improvável< 10% Extremamente improvável < 5% "A maior parte da elevação observada nas temperaturas médias globais desde meados do século 20, é muito provavelmente devida à elevação antropogênica (causada pelo homem) observad a nas concentrações de gases do efeito estufa (...). O amplo aquecimento observado na atmosfera e oceano, juntamente com a perda da massa de gelo, apóia a conclusão de que é extremamente improvável que a mudança climática global nos últimos 50 anos possa ser explicada sem uma força externa, e muito provavelmente isso não se deve, apenas, a causas naturais".

22 Mudança do Clima 1º Inventário Brasileiro de Emissões de GEE`s Indústria do Cimento (Clínquer/1994) Produção: t Emissões: Gg CO² Produção de Ferro e Aço (Siderurgia/1998) Produção: t Emissões: Gg CO²

23 Mudança do Clima O que é Mudança do Clima? É a mudança de clima que possa ser direta ou indiretamente atribuída à atividade humana que altere a composição da atmosfera mundial e que se some àquela provocada pela variabilidade climática natural observada ao longo de períodos comparáveis. (art. 2º, VIII da Lei /2009 PNMC)

24 Mudança do Clima O que é Mitigação? Mudanças e substituições tecnológicas que reduzam o uso de recursos e as emissões por unidade de produção, bem como a implementação de medidas que reduzam as emissões de gases de efeito estufa e aumentem os sumidouros. (art. 2º, VII da Lei /2009 PNMC)

25 Mudança do Clima O que é Adaptação? Iniciativas e medidas para reduzir a vulnerabilidade dos sistemas naturais e humanos frente aos efeitos atuais e esperados da mudança do clima. (art. 2º, I da Lei /2009 PNMC)

26 As mudanças climáticas ameaçam o desenvolvimento e estão pressionando as comunidades mais pobres além da sua capacidade de responder à variabilidade do clima e aos desastres.

27 PRODUÇÃO MAIS LIMPA E ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

28 SUSTENTABILIDADE NAS EMPRESAS Gestão de Resíduos Sólidos e Efluentes; Controle de Emissões de GEE`s; Políticas Ambientais de respeito à sociedade e ao mercado; Eficiência Energética; Aproveitamento adequado dos recursos naturais; Valor humano na construção do trabalho;

29 Dar o devido valor aos bens ambientais é parte daquilo que nos torna um pouco mais humanos. (Avaliação Ecossistêmica do Milênio)

30 Obrigado! Guilherme Dallacosta Twitter: ClimaVivo

Tratados internacionais sobre o meio ambiente

Tratados internacionais sobre o meio ambiente Tratados internacionais sobre o meio ambiente Conferência de Estocolmo 1972 Preservação ambiental X Crescimento econômico Desencadeou outras conferências e tratados Criou o Programa das Nações Unidas para

Leia mais

Mineração e Sustentabilidade Ambiental. Ricardo Santana Biólogo, MSc

Mineração e Sustentabilidade Ambiental. Ricardo Santana Biólogo, MSc Mineração e Sustentabilidade Ambiental Ricardo Santana Biólogo, MSc Itinga, setembro de 2010 Itinga Mineração - Missão Transformar recursos minerais em riquezas e desenvolvimento sustentável Para nossos

Leia mais

Crise ambiental e saúde no planeta

Crise ambiental e saúde no planeta Crise ambiental e saúde no planeta Pensando o papel dos serviços de saúde a partir das questões da Rio+20 CESTEH-ENSP-FIOCRUZ 7 QUESTÕES CRÍTICAS NA RIO+20 1) Empregos 2) Energia 3) Cidades 4) Alimentos

Leia mais

O Protocolo de Kyoto e o Mandato de Bali:

O Protocolo de Kyoto e o Mandato de Bali: Briefing A Caminho de Bali Brasília, 21 de Novembro 2007 O Protocolo de Kyoto e o Mandato de Bali: O que o mundo precisa fazer para combater as mudanças climáticas As mudanças climáticas são, sem dúvida,

Leia mais

Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo.

Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade IV Natureza sociedade: questões ambientais. Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo. 2 CONTEÚDO

Leia mais

Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FUNDO CLIMA)

Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FUNDO CLIMA) Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FUNDO CLIMA) Conteúdo A Política Nacional sobre Mudança do Clima O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) Aplicações Não-Reembolsáveis Aplicações Reembolsáveis

Leia mais

Grandes Problemas Ambientais

Grandes Problemas Ambientais Grandes Problemas Ambientais O aumento do efeito de estufa; O aquecimento global; A Antárctica; A desflorestação; A Amazónia; A destruição da camada de ozono; As chuvas ácidas; O clima urbano; Os resíduos

Leia mais

O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa.

O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa. O que é o Aquecimento Global? O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa. O efeito estufa é um fenômeno natural e consiste na retenção de calor irradiado pela

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Contexto Convenção sobre Diversidade

Leia mais

Aquecimento Global e Protocolo de Kyoto. Professor Thiago Espindula Disciplina de Geografia

Aquecimento Global e Protocolo de Kyoto. Professor Thiago Espindula Disciplina de Geografia Aquecimento Global e Protocolo de Kyoto Professor Thiago Espindula Disciplina de Geografia Exercícios (ENEM 2006) Com base em projeções realizadas por especialistas, teve, para o fim do século

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE

MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Sustentabilidade significa permanecer vivo. Somos mais de 7 bilhões de habitantes e chegaremos a 9 bilhões em 2050, segundo a ONU. O ambiente tem limites e é preciso fazer

Leia mais

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte lei: Capítulo I Das Disposições Preliminares

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte lei: Capítulo I Das Disposições Preliminares Projeto de lei n. Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima e fixa seus princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos. A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte

Leia mais

AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Prof.Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Faculdade de Engenharia de Sorocaba Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento

Leia mais

O capitalismo e a sociedade de consumo

O capitalismo e a sociedade de consumo O capitalismo e a sociedade de consumo Sociedade de consumo As sociedades dos países capitalistas desenvolvidos que usufruem intensamente dos bens e serviços existentes no mundo moderno. O consumismo contribui

Leia mais

A intensificação da degradação se deu a partir da Revolução Industrial;

A intensificação da degradação se deu a partir da Revolução Industrial; AMBIENTALISMO NO MUNDO GLOBALIZADO 1 O Ano Passado 2 Degradação do meio ambiente A intensificação da degradação se deu a partir da Revolução Industrial; A mobilização da sociedade com objetivo de conter

Leia mais

Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas

Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas CONCURSO PETROBRAS TÉCNICO(A) AMBIENTAL JÚNIOR Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO DRAFT Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.br

Leia mais

NOSSO PLANETA. O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa:

NOSSO PLANETA. O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa: NOSSO PLANETA O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa: Interações entre atmosfera, terra sólida, oceanos e a biosfera resultaram no desenvolvimento de uma grande e complexa variedade

Leia mais

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza,

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Carta Mundial para a Natureza A Assembleia Geral, Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Recordando que, na sua resolução 35/7 de 30 de outubro

Leia mais

Resumo Aula-tema 02: Panorama mundial e nacional mudanças climáticas e políticas públicas emergentes.

Resumo Aula-tema 02: Panorama mundial e nacional mudanças climáticas e políticas públicas emergentes. Resumo Aula-tema 02: Panorama mundial e nacional mudanças climáticas e políticas públicas emergentes. As mudanças nos ecossistemas, causadas pelo modelo de desenvolvimento econômico atual, trazem impactos

Leia mais

A valoração dos serviços ecossistêmicos como política para adaptação e mitigação em mudanças climáticas

A valoração dos serviços ecossistêmicos como política para adaptação e mitigação em mudanças climáticas Haroldo Palo. Hilton Franco. Mirella Domenich. A valoração dos serviços ecossistêmicos como política para adaptação e mitigação em mudanças climáticas Artur Paiva Engenheiro Florestal MSc. Coordenador

Leia mais

4 por 1 000. Os solos em prol da segurança alimentar e do clima

4 por 1 000. Os solos em prol da segurança alimentar e do clima Junte-se à iniciativa 4 por 1 000 Os solos em prol da segurança alimentar e do clima Baseada em uma documentação científica sólida e em ações de campo concretas, a iniciativa "4 por 1000" visa mostrar

Leia mais

PROPRIEDADE REGISTRADA. Mundo Insustentável. Desenvolvimento Sustentável

PROPRIEDADE REGISTRADA. Mundo Insustentável. Desenvolvimento Sustentável Mundo Insustentável x Desenvolvimento Sustentável Resumo da Insustentabilidade no Mundo Contemporâneo 50% dos 6,1 bilhões de habitantes do planeta vivem com menos de US$2 por dia e um terço está abaixo

Leia mais

Unidade IV Ser Humano e saúde. Aula 17.1

Unidade IV Ser Humano e saúde. Aula 17.1 Unidade IV Ser Humano e saúde. Aula 17.1 Conteúdo: O efeito estufa. Habilidade: Demonstrar uma postura crítica diante do uso do petróleo. REVISÃO Reações de aldeídos e cetonas. A redução de um composto

Leia mais

Pagamento de Serviços Ambientais Contribuição do Programa MERCADO MATA ATLÂNTICA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - Brasil

Pagamento de Serviços Ambientais Contribuição do Programa MERCADO MATA ATLÂNTICA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - Brasil Pagamento de Serviços Ambientais Contribuição do Programa MERCADO MATA ATLÂNTICA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - Brasil 1º Seminário Paulista de PSA- Novembro de 2009 - Clayton F. Lino A natureza

Leia mais

Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO

Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO I Ocorre de maneira natural; Atividade humana; Década de 1970 preocupação com a biodiversidade e poluição; Esforço global... Substituir civilização

Leia mais

A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas. Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015

A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas. Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015 A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015 servatório(do(clima( SBDIMA( (( Sociedade(Brasileira( de(direito( Internacional(do(

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 792, DE 2007 (Em Apenso: Projeto de Lei nº 1.190, de 2007)

PROJETO DE LEI N o 792, DE 2007 (Em Apenso: Projeto de Lei nº 1.190, de 2007) COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 792, DE 2007 (Em Apenso: Projeto de Lei nº 1.190, de 2007) Dispõe sobre a definição de serviços ambientais e dá outras providências

Leia mais

Marcio Halla marcio.halla@fgv.br

Marcio Halla marcio.halla@fgv.br Marcio Halla marcio.halla@fgv.br POLÍTICAS PARA O COMBATE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA AMAZÔNIA Programa de Sustentabilidade Global Centro de Estudos em Sustentabilidade Fundação Getúlio Vargas Programa de

Leia mais

1ª REUNIÃO GLOBAL SOBRE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL

1ª REUNIÃO GLOBAL SOBRE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA 1ª REUNIÃO GLOBAL SOBRE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL Tema: Políticas Públicas no Brasil para o Desenvolvimento da Pecuária Sustentável Plano ABC Elvison

Leia mais

Gestão Ambiental. Disciplina Ciências do Ambiente Profa Elizete A Checon de Freitas Lima

Gestão Ambiental. Disciplina Ciências do Ambiente Profa Elizete A Checon de Freitas Lima Gestão Ambiental Disciplina Ciências do Ambiente Profa Elizete A Checon de Freitas Lima Gestão Ambiental Ato de administrar o ambiente natural ou antrópico (PHILIPPI Jr e BRUNA, 2004). Gestão Ambiental

Leia mais

Problemas Ambientais

Problemas Ambientais Problemas Ambientais Deflorestação e perda da Biodiversidade Aquecimento Global Buraco na camada de ozono Aquecimento Global - Efeito de Estufa Certos gases ficam na atmosfera (Troposfera) e aumentam

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br

Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br Professor: Cláudio Custódio www.espacogeografia.com.br Estocolmo 1972 -Desenvolvimento zero X Desenvolvimento a qualquer custo. - Desenvolvimento sustentável - Crise do petróleo Rio 1992 - Agenda 21 -

Leia mais

NOTA DE IMPRENSA. Embargado até 27/11/2007, às 10h (horário de Brasília) Aquecimento global vai ampliar as desigualdades na América Latina

NOTA DE IMPRENSA. Embargado até 27/11/2007, às 10h (horário de Brasília) Aquecimento global vai ampliar as desigualdades na América Latina NOTA DE IMPRENSA Embargado até 27/11/2007, às 10h (horário de Brasília) Aquecimento global vai ampliar as desigualdades na América Latina Relatório de desenvolvimento humano 2007/2008 estabelece o caminho

Leia mais

Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15

Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15 Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15 Formada por associações empresariais, empresas, organizações da sociedade civil e indivíduos interessados na construção

Leia mais

O clima está diferente. O que muda na nossa vida?

O clima está diferente. O que muda na nossa vida? O clima está diferente. O que muda na nossa vida? 06/2011 Esta obra foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada. 2 SUMÁRIO

Leia mais

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com. 1 Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.br e baixe todas as cartilhas, ou retire no seu Sindicato Rural. E

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

AQUECIMENTO GLOBAL: ATÉ ONDE É ALARMANTE? Angela Maria Magosso Takayanagui Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP 2015

AQUECIMENTO GLOBAL: ATÉ ONDE É ALARMANTE? Angela Maria Magosso Takayanagui Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP 2015 AQUECIMENTO GLOBAL: ATÉ ONDE É ALARMANTE? Angela Maria Magosso Takayanagui Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP 2015 Principais Questões Ambientais - Séc. XXI Superaquecimento da Terra Extinção da

Leia mais

Institui a Política Estadual Sobre Mudança do Clima - PEMC e dá outras providências.

Institui a Política Estadual Sobre Mudança do Clima - PEMC e dá outras providências. Projeto de Indicação Nº 36/2014 Institui a Política Estadual Sobre Mudança do Clima - PEMC e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO CEARÁ DECRETA: Art. 1º. Esta Lei institui a Política

Leia mais

Capítulo 21 Meio Ambiente Global. Geografia - 1ª Série. O Tratado de Kyoto

Capítulo 21 Meio Ambiente Global. Geografia - 1ª Série. O Tratado de Kyoto Capítulo 21 Meio Ambiente Global Geografia - 1ª Série O Tratado de Kyoto Acordo na Cidade de Kyoto - Japão (Dezembro 1997): Redução global de emissões de 6 Gases do Efeito Estufa em 5,2% no período de

Leia mais

NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE. Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498

NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE. Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498 NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498 O que é SUSTENTABILIDADE? Como aliar SUSTENTABILIDADE e NUTRIÇÃO? O que é sustentabilidade? Constituição Federal Art. 225. Todos têm o direito

Leia mais

Participação dos Setores Socioeconômicos nas Emissões Totais do Setor Energia

Participação dos Setores Socioeconômicos nas Emissões Totais do Setor Energia INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA DO ESTADO DE MINAS GERAIS ANO BASE 2005 O Governo do Estado, por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente FEAM, entidade da Secretaria Estadual de Meio

Leia mais

Trabalho, Mudanças Climáticas e as Conferências do Clima: subsídios para as negociações da UGT na COP-21 Resumo Executivo

Trabalho, Mudanças Climáticas e as Conferências do Clima: subsídios para as negociações da UGT na COP-21 Resumo Executivo Trabalho, Mudanças Climáticas e as Conferências do Clima: subsídios para as negociações da UGT na COP-21 Resumo Executivo I Informações Gerais Impactos das Mudanças Climáticas As mudanças climáticas impõem

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA SANTOS 2005 ÍNDICE 01.Introdução...3 02. Gestão Ambiental Portuária...6 03. Referências Bibliográficas...12 2 01. INTRODUÇÃO

Leia mais

Junho, 2015. Proposta do Observatório do Clima para a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) Brasileira

Junho, 2015. Proposta do Observatório do Clima para a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) Brasileira Proposta do Observatório do Clima para a Contribuição Nacionalmente Determinada Pretendida do Brasil Junho, 2015 Proposta do Observatório do Clima para a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) Brasileira

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

Tema Agricultura e Segurança Alimentar Painel: Celso Vainer Manzatto, Embrapa Meio Ambiente

Tema Agricultura e Segurança Alimentar Painel: Celso Vainer Manzatto, Embrapa Meio Ambiente Tema Agricultura e Segurança Alimentar Painel: Celso Vainer Manzatto, Embrapa Meio Ambiente IV CONFERÊNCIA REGIONAL SOBRE MUDANÇAS GLOBAIS Agricultura e Segurança Alimentar Celso Vainer Manzatto Embrapa

Leia mais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais (ENSP/FIOCRUZ) Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres (CEPEDES) Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) AS MUDANÇAS SOCIOAMBIENTAIS

Leia mais

Seminário Soluções Técnicas e Financeiras para Cidades Sustentáveis Banco Mundial Brasília. 08 e 09 de Junho 2010

Seminário Soluções Técnicas e Financeiras para Cidades Sustentáveis Banco Mundial Brasília. 08 e 09 de Junho 2010 Seminário Soluções Técnicas e Financeiras para Cidades Sustentáveis Banco Mundial Brasília 08 e 09 de Junho 2010 No Programa de Governo Gestão 2009-2012 está previsto o Programa Biocidade e neste o Plano

Leia mais

Sustentabilidade e Futuro

Sustentabilidade e Futuro Sustentabilidade e Futuro Haroldo Mattos de Lemos Presidente, Instituto Brasil PNUMA Vice-Presidente, Comitê Técnico 207 da ISO (ISO 14000) Presidente, Conselho Técnico da ABNT Presidente, Conselho Empresarial

Leia mais

COMUNICADO À IMPRENSA EMBARGADO ATÉ AS 17 HORAS DE 14 DE FEVEREIRO DE 2001

COMUNICADO À IMPRENSA EMBARGADO ATÉ AS 17 HORAS DE 14 DE FEVEREIRO DE 2001 Para obter mais informações, entre em contato com: COMUNICADO À IMPRENSA EMBARGADO ATÉ AS 17 HORAS DE 14 DE FEVEREIRO DE 2001 Michael Rubinstein (202) 862-5670 / m.rubinstein@cgiar.org Adlai J. Amor Mobile:

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA

INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA Selma Maria

Leia mais

O desmatamento das florestas tropicais responde por 25% das emissões globais de dióxido de carbono, o principal gás de efeito estufa.

O desmatamento das florestas tropicais responde por 25% das emissões globais de dióxido de carbono, o principal gás de efeito estufa. Biodiversidade Introdução Na Estratégia Nacional para a Biodiversidade, desenvolvida pelo Ministério do Meio Ambiente, acordou-se que o Brasil deve dar ênfase para seis questões básicas: conhecimento da

Leia mais

AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS. João Paulo Nardin Tavares

AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS. João Paulo Nardin Tavares AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS João Paulo Nardin Tavares INTRODUÇÃO Já podemos sentir o aquecimento global No último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão

Leia mais

Aquecimento Global. Porque devemos nos preocupar?

Aquecimento Global. Porque devemos nos preocupar? Aquecimento Global Porque devemos nos preocupar? O que é aquecimento global? Aumento da temperatura média global, ocasionado pelo acréscimo de Gases Efeito Estuda (GEEs) na atmosfera, gerando a intensificação

Leia mais

Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia. Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC)

Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia. Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC) Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC) Bioenergia: energia renovável recicla o CO 2 E + CO 2 + H 2 O CO 2 + H 2 O Fotossíntese

Leia mais

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer AGRICULTURA E AQUECIMENTO GLOBAL Carlos Clemente Cerri Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP) Fone: (19) 34294727 E-mail: cerri@cena.usp.br Carlos Eduardo P. Cerri Escola Superior de Agricultura

Leia mais

Gestão da Sustentabilidade: Políticas Publicas e Mudanças Climáticas no Estado de São Paulo

Gestão da Sustentabilidade: Políticas Publicas e Mudanças Climáticas no Estado de São Paulo Gestão da Sustentabilidade: Políticas Publicas e Mudanças Climáticas no Estado de São Paulo Fernando Rei Presidente da CETESB Sustentabilidade Conceito sistêmico relacionado com a continuidade dos aspectos

Leia mais

Evitando o Desforestamento na Amazônia: REDD e os Mercados PSA Cuiabá, 1º de abril de 2009

Evitando o Desforestamento na Amazônia: REDD e os Mercados PSA Cuiabá, 1º de abril de 2009 Evitando o Desforestamento na Amazônia: REDD e os Mercados PSA Cuiabá, 1º de abril de 2009 Desflorestamento e Mudança do Clima Luiz Gylvan Meira Filho Pesquisador Visitante Instituto de Estudos Avançados

Leia mais

Brasil: Cenário Atual

Brasil: Cenário Atual Encontro ILSI Brasil São Paulo, 10 de Dezembro de 2012 Brasil: Cenário Atual 8 milhões de quilômetros quadrados 194 milhões de habitantes 84% em cidades com crescimento desordenado 6ª maior economia mundial,

Leia mais

Visão. Brasil precisa inovar mais em tecnologias de redução de emissões de carbono. do Desenvolvimento. nº 97 4 ago 2011

Visão. Brasil precisa inovar mais em tecnologias de redução de emissões de carbono. do Desenvolvimento. nº 97 4 ago 2011 Visão do Desenvolvimento nº 97 4 ago 2011 Brasil precisa inovar mais em tecnologias de redução de emissões de carbono Por André Albuquerque Sant Anna (APE) e Frederico Costa Carvalho (AMA) Economistas

Leia mais

Avanços e Desafios do Desenvolvimento Sustentável no Brasil

Avanços e Desafios do Desenvolvimento Sustentável no Brasil Avanços e Desafios do Desenvolvimento Sustentável no Brasil FÓRUM REGIONAL FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO Egon Krakhecke Local: Manaus Data: 09/05/2014 Desenvolvimento Sustentável - Conceito É o Desenvolvimento

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E OS MECANISMOS DE GESTÃO AMBIENTAL

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E OS MECANISMOS DE GESTÃO AMBIENTAL Brasília, 12 de maio de 2011 MUDANÇAS CLIMÁTICAS E OS MECANISMOS DE GESTÃO AMBIENTAL Eduardo Delgado Assad Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental Emissões de GEE Média Anual das Emissões

Leia mais

MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais. Efeito Estufa. Fontes de Emissões. Impactos. Acordos Internacionais

MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais. Efeito Estufa. Fontes de Emissões. Impactos. Acordos Internacionais MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais Efeito Estufa Fontes de Emissões Impactos Acordos Internacionais Fontes de Emissões Antropogênicas Fonte: Quarto Relatório de Avaliação do IPCC, 2007.

Leia mais

Empregos verdes na agricultura Peter Poschen, OIT

Empregos verdes na agricultura Peter Poschen, OIT Empregos verdes na agricultura Peter Poschen, OIT Conceito dos empregos verdes Setores de alto potencial Agricultura: problema ou solução? Empregos verdes na agricultura do Brasil Conclusões Muito mais

Leia mais

COP 21 INDC BRASILEIRA

COP 21 INDC BRASILEIRA COP 21 Vinte e três anos após a assinatura da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), a 21 a Conferência das Partes (COP21), que será realizada em Paris (entre os dias 30 novembro

Leia mais

IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR

IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR Celia Regina de Gouveia Souza Pesquisadora Científica - Instituto Geológico-SMA/SP Profa. Colaboradora

Leia mais

Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Ano Internacional dos solos

Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Ano Internacional dos solos Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Ano Internacional dos solos Hélder Muteia Representante da FAO em Portugal/CPLP FAO-PT@fao.org www.fao.org/portugal 4 de dezembro de 2015

Leia mais

Clima e mudanças climáticas na Amazônia

Clima e mudanças climáticas na Amazônia Diligência Pública ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO AMAZONAS Manaus-AM, 18 de maio de 2009 Comissão Mista de Mudanças Climáticas Clima e mudanças climáticas na Amazônia Antonio Ocimar Manzi manzi@inpa.gov.br

Leia mais

Enfrentar a crise climática vai ajudar a resolver a crise financeira a perspectiva do Greenpeace

Enfrentar a crise climática vai ajudar a resolver a crise financeira a perspectiva do Greenpeace Enfrentar a crise climática vai ajudar a resolver a crise financeira a perspectiva do Greenpeace Manaus Av. Joaquim Nabuco, 2367, Centro CEP: 69020-031 Tel.: +55 92 4009-8000 Fax: +55 92 4009-8004 São

Leia mais

AULA 4 FLORESTAS. O desmatamento

AULA 4 FLORESTAS. O desmatamento AULA 4 FLORESTAS As florestas cobriam metade da superfície da Terra antes dos seres humanos começarem a plantar. Hoje, metade das florestas da época em que recebemos os visitantes do Planeta Uno não existem

Leia mais

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza Legislação Territorial Agenda 21 Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza O que é Agenda 21? Agenda 21 é um conjunto de resoluções tomadas Eco-92, que

Leia mais

Restabelecer a Confiança Global

Restabelecer a Confiança Global Restabelecer a Confiança Global Os dois principais desafios à justiça global, as alterações climáticas e a pobreza, estão interligados. Temos que combatê-los simultaneamente; não podemos cuidar de um sem

Leia mais

IMPACTOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS

IMPACTOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS IMPACTOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS Devanir Garcia dos Santos Gerente de Uso Sustentável de Água e Solo Superintendência de Implementação de Programas e Projetos DISPONIBILIDADE

Leia mais

TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO

TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO [30] TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO 1. As zonas áridas e semi-áridas constituem um conjunto de formações naturais complexas, dispersas em vários pontos do planeta e muito diferenciadas

Leia mais

AGENDA 21: Imagine... FUTURO... AGENDA 21: 1. É o principal documento da Rio-92 (Conferência ONU: Meio Ambiente e desenvolvimento Humano); 2. É a proposta mais consistente que existe de como alcançar

Leia mais

PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL SEBRAE - SP

PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL SEBRAE - SP PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL SEBRAE - SP DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações satisfazerem suas próprias

Leia mais

As políticas públicas de mudanças climáticas e suas implicações

As políticas públicas de mudanças climáticas e suas implicações WORKSHOP ASPECTOS RELEVANTES DA PRÁTICA EMPRESARIAL EM GESTÃO AMBIENTAL CAMPINAS, 17 DE ABRIL 2010 As políticas públicas de mudanças climáticas e suas implicações Profa. Josilene T.V.Ferrer Estado de São

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: ATOS DO PODER LEGISLATIVO LEI Nº 5.690 DE 14 DE ABRIL DE 2010 INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL SOBRE MUDANÇA GLOBAL DO CLIMA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da

Leia mais

CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER APRENDER A APRENDER FAZENDO E APRENDENDO GEOGRAFIA. Aula 18.2 Conteúdo.

CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER APRENDER A APRENDER FAZENDO E APRENDENDO GEOGRAFIA. Aula 18.2 Conteúdo. A A Aula 18.2 Conteúdo Mudanças globais 2 A A Habilidades Perceber as mudanças globais que estão ocorrendo no Brasil e no mundo. 3 A A Conferências e protocolos Preocupados com os problemas relacionados

Leia mais

LEI Nº 14.829, de 11 de agosto de 2009

LEI Nº 14.829, de 11 de agosto de 2009 LEI Nº 14.829, de 11 de agosto de 2009 Procedência: Governamental Natureza: PL./0063.5/2009 DO: 18.666 de 11/08/09 Decreto 2615 (14/09/2009) cria comissão técnica para a regulamentação da presente Lei.

Leia mais

Indicadores de Sustentabilidade

Indicadores de Sustentabilidade Indicadores de Sustentabilidade - A ONU e os países que possuem dados históricos e consolidados têm produzido indicadores de diversos tipos (saúde, educação, transporte, renda, produção nacional, etc.)

Leia mais

NOSSA ASPIRAÇÃO JUNHO/2015. Visão Somos uma coalizão formada por associações

NOSSA ASPIRAÇÃO JUNHO/2015. Visão Somos uma coalizão formada por associações JUNHO/2015 NOSSA ASPIRAÇÃO Visão Somos uma coalizão formada por associações empresariais, empresas, organizações da sociedade civil e indivíduos interessados em contribuir para a promoção de uma nova economia

Leia mais

Sustentabilidade dos Biocombustíveis

Sustentabilidade dos Biocombustíveis Sustentabilidade dos Biocombustíveis VII Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental Porto Alegre Maio de 2010 Paulo Cunha (1) Fernando Pierre (1) Diogo Zaverucha (1) Felipe Cunha (2) (1) Petrobras Biocombustível;

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DETALHADO FORMAÇÃO DE ESPECIALISTA EM TECNOLOGIA E GESTÃO AMBIENTAL

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DETALHADO FORMAÇÃO DE ESPECIALISTA EM TECNOLOGIA E GESTÃO AMBIENTAL METODOLOGIA O curso é dividido em 14 Módulos, sendo 01 módulo de introdução ao curso, 06 módulos com foco em Gestão Ambiental, 06 módulos com foco em Tecnologia Ambiental e 01 módulo correspondente ao

Leia mais

O MCTI e ações relacionadas à mudança do clima

O MCTI e ações relacionadas à mudança do clima O MCTI e ações relacionadas à mudança do clima Dr. Osvaldo Moraes Diretor DEPPT/MCTI Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima Protocolo de Quioto O regime diferencia obrigações de países

Leia mais

Padrões de produção e consumo

Padrões de produção e consumo INDICADORES AMBIENTAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 113 Padrões de produção e consumo Recicloteca da COMLURB - Gávea 114 INDICADORES AMBIENTAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO ÁGUA ATMOSFERA SOLO BIODIVERSIDADE

Leia mais

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Técnico: Maria das Dores de V. C. Melo Coordenação Administrativa-Financeira:

Leia mais

ENERGIA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

ENERGIA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO ENERGIA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO JOSÉ GOLDEMBERG LUZ DONDERO VILLANUEVA Arqª Simara Callegari INTRODUÇÃO O PROBLEMA Consumo diferenciado de energia Classes sociais Degradação do meio ambiente PNB

Leia mais

IV Seminário Rio-Metrologia Rio de Janeiro, 03 de setembro de 2008

IV Seminário Rio-Metrologia Rio de Janeiro, 03 de setembro de 2008 O Apoio da Metrologia para o Desenvolvimento Sustentável Haroldo Mattos de Lemos Presidente, Instituto Brasil PNUMA Vice-Presidente, Comitê Técnico 207 da ISO (ISO 14000) Presidente, Conselho Técnico da

Leia mais

Como o efeito estufa pode render dinheiro para o Brasil. A Amazônia e o seqüestro de carbono e o protocolo de kyoto

Como o efeito estufa pode render dinheiro para o Brasil. A Amazônia e o seqüestro de carbono e o protocolo de kyoto Como o efeito estufa pode render dinheiro para o Brasil A Amazônia e o seqüestro de carbono e o protocolo de kyoto Histórico das reuniões 1992 - assinam a Convenção Marco sobre Mudança Climática na ECO-92.

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS FORMULÁRIO DESCRITIVO DA NORMA INTERNACIONAL Norma Internacional: Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas Assunto: Redução dos níveis de emissão de gases de efeito estufa na atmosfera

Leia mais

COMPOSTAGEM: Reciclagem de Resíduos Orgânicos. VI EcoSP Anhembi 13 de novembro de 2012

COMPOSTAGEM: Reciclagem de Resíduos Orgânicos. VI EcoSP Anhembi 13 de novembro de 2012 COMPOSTAGEM: Reciclagem de Resíduos Orgânicos Cláudio Spínola VI EcoSP Anhembi 13 de novembro de 2012 Desmatamento Esgotamento dos recursos naturais Destruição da Camada de Ozônio Situação Atual Extinção

Leia mais

Reflexões sobre o Quinto relatório de avaliação do IPCC constatações e complexidades Natal outubro 2015. CAROLINA DUBEUX carolina@ppe.ufrj.

Reflexões sobre o Quinto relatório de avaliação do IPCC constatações e complexidades Natal outubro 2015. CAROLINA DUBEUX carolina@ppe.ufrj. Reflexões sobre o Quinto relatório de avaliação do IPCC constatações e complexidades Natal outubro 2015 CAROLINA DUBEUX carolina@ppe.ufrj.br A mudança do clima e a economia Fonte: Adaptado de Margulis

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO SOBRE O CLIMA E A QUALIDADE DO AR NOS AÇORES

PROJECTO DE RESOLUÇÃO SOBRE O CLIMA E A QUALIDADE DO AR NOS AÇORES PROJECTO DE RESOLUÇÃO SOBRE O CLIMA E A QUALIDADE DO AR NOS AÇORES Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Exma. Sras. Deputadas e Srs. Deputados Exma. Sra. e Srs. Membros do Governo Desde os anos oitenta que

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

População, Recursos e Ambiente Desenvolvimento Sustentável 5ª aula teórica PRINCÍPIO DA PROCURA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Conferência de Estocolmo: 1º Conferência ONU sobre Ambiente e Estabelecimentos

Leia mais