SEAF Evolução, Perspectivas e Desafios J.C. Zukowski Coordenador Geral do SEAF
SEGUROS AGRÍCOLAS NO BRASIL Emergência ou Básico Agricultura Familiar Agricultura Comercial Garantia-Safra Subsídio ao Prêmio Risco Governo SEAF Subsídio ao Prêmio Risco Governo Seguro Rural de Mercado Subsídio ao Prêmio Risco Seguradora/FESR
ARTICULAÇÃO COM O CRÉDITO
OPERACIONALIZAÇÃO. Contrata e Registra no Bacen Cadastra Peritos Acolhe Aviso de Sinistro Distribui Solicitação Perícia Vistoria Lavoura e Elabora Laudo Recebe/Checa Laudos Perícia Analisa e Julga Processa Pagamento Indenização BANCO BANCO BANCO BANCO EMPRESA DE PERÍCIA BANCO BANCO BANCO
NÚMEROS SEAF - EVOLUÇÃO Nº Empreendimentos Nº COP 554.038 581.082 613.729 627.126 270.944 151.947 38.751 36.057 * 2004-5 2005-6 2006-7 * 2007-8 *
NÚMEROS SEAF - EVOLUÇÃO Valor Segurado Valor Deferimentos 2.547 2.514 R$ milhões 2.863 3.696 801,6 419,1 57,3 * 37,5 * 2004-5 2005-6 2006-7 * 2007-8 *
VALOR SEGURADO 100% Financiamento + 65% Renda Líquida (até 2.500 por produtor/ano) PRÊMIO Taxa paga pelo segurado: 2% Subvenção do Governo: 75 % *
EVENTOS COBERTOS Chuva Excessiva Geada Granizo Seca Variação Excessiva de Temperatura Ventos Fortes Ventos Frios Praga/doença sem método de controle
CULTURAS SEGURÁVEIS. Algodão Amendoim Arroz Cevada Feijão Caupi Feijão Phaseolus Girassol Mamona Mandioca Zoneamento Agrícola Milho Soja Sorgo Trigo Ameixa Banana Caju Café Arábica Café Robusta Dendê Maçã Nectarina Pera Pêssego Uva Americana Uva Européia
. DIVERSIFICAÇÃO NO SEAF Ampliação do Leque de Lavouras Seguráveis 25 CULTURAS IRRIGADAS Todas as Lavouras CONSÓRCIOS Onde a cultura principal é segurável
OBJETIVOS E DIRETRIZES Segurança da produção Menor exposição a riscos Garantia de renda Trabalho de produção Política estruturante Indicativos e estímulos Sustentabilidade Gestão de riscos Fortalecimento da Agricultura Familiar
SEAF E POLÍTICAS PARA AF. Segurança Alimentar Geração de Renda Combate à Pobreza Agricultura Sustentável S E A F Mais Alimentos Bio Combustíveis
PRINCÍPIOS DE SEGUROS
SEGUROS - PRINCÍPIO BÁSICO CUSTOS ADMINISTRATIVOS PRÊMIO INDENIZAÇÕES RESERVAS SOBRAS
SEGUROS - PRINCÍPIO BÁSICO ALÍQUOTA A CARGO DO SEGURADO PRÊMIO SUBSÍDIO CONCEDIDO PELO GOVERNO
PÚBLICO ALVO CRÉDITO CUSTEIO RETORNO EMPREENDEDOR
CRÉDITO RISCO BANCO REQUISITOS Idoneidade Capacidade Pagto Empreendimento Cliente SEGURO RISCO SEGURADORA REQUISITOS Identificação Objeto Segurado Análise de Risco Comprov.Perdas Supervisão
GESTÃO DE RISCOS
ZONEAMENTO AGRÍCOLA PESQUISA CIENTÍFICA Climatologia, Fenologia, Pedologia INDICAÇÃO DE CULTIVARES INDICATIVOS DE PLANTIO Município Cultura Tipo de Solo, UF Ciclo da Cultivar
RISCOS EM SEGURO AGRÍCOLA Agroclimáticos (secas, granizo etc.) Tecnologia de Produção / Manejo Metodologias de Periciamento Risco moral Formatação de Produto Coberturas (eventos, renda etc.) Prêmios Administração
MONITORAMENTO 1-UNIDADES REFERÊNCIA Articulação com ATER 2-AGROCLIMATOLOGIA IMPACTO NO SEGURO Sistema Agritempo 3-OPERACIONALIZAÇÃO 4-PERICIAMENTO
PROBLEMAS ENCONTRADOS. SISTEMA NORMATIVO SISTEMA OPERACIONAL GERENCIAMENTO PERICIAMENTO ZONEAMENTO AGRÍCOLA TÉCNICAS DE CULTIVO
MEDIDAS IMPLEMENTADAS. Ampliação/Revisão do Zoneamento Cursos de Peritos Revisão de Normas Geo Geo-referenciamento e medição de lavouras Fotos do estado da lavoura Aumento na remuneração do perito ATER para segurados Cursos para técnicos de ATER
EVOLUÇÃO ZONEAMENTO AGRÍCOLA Articulação MDA-MAPA-Embrapa Revisão para Implantação do SEAF Inclusão de municípios Sorgo 1013 Feijão Caupi - 1224 Milho 649 Arroz - 339 Ampliação de culturas 2004 = 07 2007 = 25 Mais de 1500 municípios incluídos no Nordeste
SEGURO AGRÍCOLA NÃO COBRE Evento fora da vigência Plantio extemporâneo Área imprópria ou com riscos frequentes Tecnologia inadequada Erosão / Não conservação de solo Controle Inadequado de pragas Lavoura fora das normas
ATRIBUIÇÕES DO PRODUTOR EM GESTÃO DE RISCOS Época e condições de plantio Cultivares e Sementes Tecnologia recomendada p/ cultivar Insumos e tratos culturais Combate a pragas e doenças Medidas preventivas contra riscos Minimização de efeitos de eventos
AÇÕES ARTICULADAS COM ATER ATER Orientação a Todos Segurados Unidades de Referência Levantamento de Informações CNPTIA-RNPA Zoneamento Agrícola Eventos Agroclimáticos Rendimentos e Penalizações BASE DE INFORMAÇÕES
DESAFIOS. SISTEMA DE PERICIAMENTO Estruturação, Gestão, Profissionalização Metodologias de Periciamento e Normas Técnicas Cadastramento, Capacitação de Peritos Supervisão e Avaliação INTEGRAÇÃO/AUTOMATIZAÇÃO DE PROCESSOS SISTEMA DE INFORMAÇÕES
DESAFIOS. CÁLCULO ATUARIAL BONIFICAÇÃO PELO NÃO USO REDE DE ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS NOVAS MODALIDADES DE SEGURO REFORMULAÇÃO DO AMBIENTE INSTITUCIONAL
S E A F Jose Carlos Zukowski Coordenador Geral do SEAF
S E A F www.mda.gov.br\saf\ pronaf@mda.gov.br 61-2191-9945 /9932
CULTURAS PREVISTAS PARA SEREM ZONEADAS. Abacaxi Açaí Cacau Cana-de-Açúcar Canola Citrus Côco Eucalipto Gergelim Mamão Maracujá Milheto Pinus Pupunha Palma Forrageira Pimenta do Reino Cons. Algodão-Caupi Cons. Café-Feijão Cons. Café-Milho Cons. Feijão Milho Cons. Milho-Brachiaria Cons. Soja-Brachiaria
Perda > 30 % Comunicação de Perda (ao Banco) Comprovação Perdas (Perito) Julgamento (pelo Banco) C E R Comissão Especial de Recursos Discordância Indeferimento Indenização (Financiamento+Renda)
ZONEAMENTO AGRÍCOLA Data de Plantio Tipo de Solo Profundidade Declividade Cultivar Devem ser observados para evitar perda de cobertura
COBERTURA (+) Valor Enquadrado (+) Juros (-) Receita Obtida (-) Financiamento Não Aplicado (-) Perdas Não Amparadas
PERDAS RECORRENTES. PREVENÇÃO E TRATAMENTO Ampliação de culturas no SEAF Ampliação de lavouras seguráveis ATER para segurados Crédito Sistêmico ATER Reconversão
PERDAS RECORRENTES. ATER RECONVERSÃO Divulgação da Ação Identificação dos Agricultores Diagnóstico causas de insucesso Análise de atividades viáveis, possibilidades e requisitos para reconversão. Recomendações técnicas para evitar novas situações de perdas. Metodologia do Crédito Sistêmico