AS ONG(D) E A CRISE DO ESTADO SOBERANO



Documentos relacionados
EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

GEOGRAFIA. transformadas

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

ESTRUTURA CURRICULAR

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

Tema III Construção de soluções sustentáveis no quadro do Estado Fiscal Eficiência fiscal e governance por indicadores

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. ( ) ENED Plano de Acção

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa

EMENTAS DAS DISCIPLINAS ESTUDOS REGIONAIS, TEMAS EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS E TÓPICOS EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS 2 /2015 TURNO MANHÃ

ÍNDICE ÍNDICE DE FIGURAS E QUADROS Contextualização: um fenómeno da sociedade em mutação Enunciação do problema 21

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE DESENVOLVIMENTO RURAL E SEGURANÇA ALIMENTAR

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

Análise científica da corrupção

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU

Pós-Graduação. Mercados Internacionais e Diplomacia Económica. 1ª Edição

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Federação Nacional de Karate - Portugal. Fórum de Formadores 2013 Pedro M. Santos

Planeamento Urbano Urbanização e Cidade Planeamento e Planos JOÃO CABRAL FA/UTL

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM SUPERVISÃO ESCOLAR E GESTÃO DE PROJETOS

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COOPERAÇÃO POLÍCIAL Ano Lectivo 2013/2014

MATRIZ CURRICULAR CURRICULO PLENO 1.ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS TEOR PRÁT CHA PRÉ-REQUISITO

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À GESTÃO Ano Lectivo 2014/2015

Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n.33, v.2, p , ago./dez RESENHA:

GESTÃO SOCIAL NA LÓGICA DA SOCIEDADE CIVIL. Profa. Sandra Silveira

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular IMIGRAÇÃO E SEGURANÇA Ano Lectivo 2014/2015

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

ESTRUTURA DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (PROFIAP)

FORMAÇÃO PARA EMPREENDEDORES

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : RELAÇÕES INTERNACIONAIS. CRÉDITOS Obrigatórios: 136 Optativos: 24.

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

Escola de Políticas Públicas

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS Ano Lectivo 2011/2012

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Percepção de Portugal no mundo

FÓRUM DE PESQUISA CIES Olhares sociológicos sobre o emprego: relações laborais, empresas e profissões 18 de Dezembro de 2009

Plano de Atividades 2015

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Classificação e Tipologias de Inovação. A Inovação como um Processo Empresarial.

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Ementário do Curso de Administração Grade Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

Sumário. Agradecimentos... 7 Introdução SOCIOLOGIA Primeiro momento da alienação Segundo momento da alienação...

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades:

Plano de Actividades do CEA para 2006

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL

CALENDÁRIO DE EXAMES DA ÉPOCA ESPECIAL 2006/2007 (De 10 de Setembro a 19 de Setembro de 2007) Licenciatura em ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA

Curso de Especialização em SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS

Programa Operacional Regional do Algarve

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS Ano Lectivo 2014/2015

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013

O FINANCIAMENTO DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUES

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMPAIO

SANTOS, B. S. Os processos da globalização In SANTOS, B. S. (org) (2001), Globalização Fatalidade ou utopia, Porto, Edições Afrontamento, pp.

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Sociologia Organizacional

Ementário do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial

Qualidade dos EIA Critérios para avaliação

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA

Domínio Adicional Antropologia da Arte e Cultura

As parcerias e suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EXECUTIVO EM MARKETING E GESTÃO DE EQUIPES

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e

Transcrição:

A 350404 Rui Pedro Paula de Matos AS ONG(D) E A CRISE DO ESTADO SOBERANO UM ESTUDO DE CIÊNCIA POLÍTICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS COLECÇÃO TESES Universidade Lusíada Editora Lisboa 2001

As ONGD e a crise do Estado soberano 661 ÍNDICE SISTEMÁTICO AGRADECIMENTOS EXANTE '. 7 AGRADECIMENTOS EXPOST 9 PREFÁCIO 27 PARTE I RAZÃO E ORDEM DE UMA ESCOLHA CAPÍTULO 1 CONCEITOS BÁSICOS.1. Metodologia 39.2. O legado de Talcott Parsons 42.3. A perspectiva neoinstitucionalista 48.4. As ONG: o novo conceito de instituição 57.5. ONG: instituição, organização ou instituição-organização 66.6. Pluralismo: novos actores e novas imagens 71.7. Uma nova filosofia de desenvolvimento incorporada nas ONGD 77.8. Síntese das perspectivas e questões metodológicas 82 1.9. Desenvolvimento da definição do objecto de estudo 87 PARTE II UMA ABORDAGEM DINÂMICA DAS ONG CAPÍTULO 2 ABORDAGEM HISTÓRICA DO FENÓMENO INSTITUCIONAL NOVO: AS ONG 97 2.1. Passado, presente, futuro 97 2.2. As ONG e o Euromundo 99 2.3. Reflexões sobre as ONG através de uma perspectiva histórica. A questão da Ordem 107 2.4. As ONG e a ordem internacional: algumas questões prévias 111 2.5. O papel histórico das ONG na ordem internacional 113 2.6. As ONG criadas pelo Estado 117 2.7. As ONG e a criação do direito 120 2.8. A "Pentarquia" de factores e o sistema internacional 125 2.9. As ONG no Primeiro Mundo (Estados Unidos e Canadá) 149 2.10. As ONG no Terceiro Mundo (países dos 3A - África, América Latina e Ásia) 153 2.11.0 Balanço do Fenómeno: ONG, um conceito em movimento 163 2.12. Um breve histórico que marca a actividade das ONG no domínio do desenvolvimento ao longo dos tempos 168

662 ^uí Pedro Paula de Matos CAPITULO 3 A NATUREZA TRANSNACIONAL DAS ONG E A CRISE DO ESTADO SOBERANO 173 3.1. As ONG como actores transnacionais e a crise do estado soberano 173 3.2. As ONG e os Novos Movimentos Sociais/NMS 185 3.3. As ONG como agentes de desenvolvimento 193 4. Caleidoscópio de 60 a 80 203 PARTE III TIPOLOGIAS DAS ONG CAPÍTULO 4 CLASSIFICAÇÃO E NATUREZA DAS ONG 211 4.1. As ONG, a Sociedade Civil Mundial e os Estados 211 4.2. O Método Tipológico: razão do seu recurso 216 4.3. As Tipologias das ONG 219 4.4. Um Novo Quadro Tipológico: Macroscópio - "Para uma visão global."... 230 4.5. A tipologia de Tony Marshall: definição do sector das ONG 235 4.6. Nova Tipologia assente em Princípios Alternativos de Organização e Comportamento 243 4.7. David Korten: uma tipologia "transgeracional" - uma chave para o autodesenvolvimento 247 4.8. A Crítica de Charles Elliot ao Modelo/Tipologia de Korten: as ONGD 260 4.9. O conceito de Desenvolvimento Político e o contributo das ONG 271 4.10 De novo a questão do Método: nas Ciências Políticas e Sociais não existe, constrói-se. O exemplo de Raymond Aron e o desenvolvimento de uma nova grelha de inteligibilidade para as ciências do homem 279 CAPÍTULO 5 A RUPTURA EPISTEMOLÓGICA, O CONCEITO DE "PODER POLÍTICO" DAS ONG E O QUADRO OPERACIONAL DAS ONGD PORTUGUESAS 303 5.1. Três ideias: síntese do método pluralista: o Poder político das ONG, redefinição e apuramento do conceito de ONGD e a busca de Leis sociais justificadoras 303 5.2. Reconstrução e Sistematização do conceito de ONGD: breve história 315 5.3. O Ambiente histórico das ONG em Portugal: o quadro político e normativo 322 5.4. O Quadro normativo das ONGD: "Struggle for Power and Development"... 332 5.5. Organização e funcionamento dos órgãos de representação das ONGD em Bruxelas 340 5.6. Instrumentos do CL, Prioridades e Tendências 346 5.7. As ONGD portuguesas: formulações e tendências actuais 350 5.8. Evolução e desenvolvimento das ONGD em Portugal - Modernidade e complexidade institucional, cobertura geográfica e fonte de financiamento.355 5.9. As ONGD Portuguesas - Conflito de valores e o quadro da eficácia. Moral de Convicção versus Moral de Responsabilidade. As Motivações 359 5.10. A nossa tese -caracterização das ONGD portuguesas 364

As ONGD e a crise do Estado soberano 663 5.11. Características dos projectos de Desenvolvimento das ONGD - um potencial de transformação social 370 5.12. As ONGD e o seu potencial de transformação social 374 5.13. As ONGD no quadro da cooperação portuguesa 385 5.14.Dimensão política e o quadro de competência das ONGD portuguesas 388 5.15.0 princípio de independência das ONGD e o seu humanismo e espírito cristão 391 5.16.0 voluntariado nas ONGD portuguesas e a necessidade da sua auto-avaliação 394 5.17.0 potencial de intervenção das ONGD na sociedade portuguesa e nos PALOP 396 5.18. A internacionalização das ONGD portuguesas: constrangimentos 398 5.19. As ONGD portuguesas e o "quadro geracional" que as acompanha 400 5.20. Visão sistematizadora do fenómeno das ONGD em Portugal. Uma leitura macroscópica 405 5.21. A insuficiência do modelo de soberania estadual centrado no Estado soberano. O declínio do paradigma realista 410 PARTE IV A SOCIEDADE CIVIL CAPÍTULO 6 TEORIA GERAL DA SOCIEDADE CIVIL.E SEUS CONTORNOS EM PORTUGAL 417 6.1. Sistematização do conceito de sociedade civil proposto 417 6.2. Elasticidade e evolução histórica do conceito de sociedade civil (Cícero, Aristóteles, John Locke, Adam Ferguson, Karl Marx, Hegel, Auguste Comte, Alexis de Tocqueville, António Gramsci) 420 6.3. O conceito de sociedade civil contemporâneo 427 6.4. O novo modelo de sociedade civil: "global andgoodgovernance" 431 6.5. A tese liberal da sociedade civil...434 6.6. A nossa tese sobre a sociedade civil 435 6.7. A idade das instituições não estaduais no sistema da sociedade civil mundial 438 6.8. O associativismo e a sociedade civil em Portugal 440 6.9. O observatório permanente da sociedade civil em Portugal 442 6.10. A sociedade civil mundial: um conceito em potência - último grau de teorização 449 PARTE V AS TEORIAS DA GESTÃO/ADMINISTRAÇÃO.NA CRISE DO ESTADO SOBERANO CAPÍTULO 7 A CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO/GESTÃO DO ESTADO E DAS ORGANIZAÇÕES 463

664 R"' Pedro Paula de Matos 7.1. Situar o problema da crise do Estado à luz da Ciência da Administração e da ciência política 463 7.2. O campo científico 469 7.3. Pequena história e evolução (século XX) 470 7.4. Ciência da administração e ciência política 471 7.5. A ciência da administração pública e a construção do Estado nacional 473 7.6. O direito administrativo e o Estado liberal no século XIX 474 7.7. Desenvolvimento da ciência da administração pública (tradição europeia e norte-americana) 475 7.8. A escola das relações humanas, organização informal 477 7.9. A teoria das organizações 478 7.10. Uma nova configuração da ciência da administração: três concepções em presença - gestão pública, jurídica e sociológica 479 7.11. A concepção da gestão 479 7.12. A concepção jurídica 481 7.13. A concepção sociológica 482 7.14. Três cachos (clusters) de valores administrativos 486 7.15. Vantagens da apresentação do novo pensamento de gestão público/npm...490 7.16.0 papel do Estado na sociedade: (tipologias) e evolução do seu comportamento 494 7.17. Os fins e funções do Estado nacional: segurança, justiça e bem-estar. O Estado gestor, árbitro, coordenador e revolucionário 502 7.18.0 modelo de gestão governamental de Henry Mintzberg: o Governo-máquina, o Governo-rede, o Governo-controlo, o Governo-virtual e o Governo-controlonormativo 506 7.19.0 pluralismo neoinstitucional 510 7.20.0 "desencanto" das populações em relação aos governos dos Estados 514 7.21. Sistematização da Parte V 517 PARTE VI AS ONGD E A CRISE DO ESTADO.SOBERANO CAPÍTULO 8 OS CONCEITOS FUNDAMENTAIS 525 8.1. A revisão: os fundamentos e os conceitos 525 8.2. A importância e o valor dos conceitos: crise (legitimidade e reformulação da problemática/tese) que Estado e que crise? 527 8.3. Os conceitos: Estado, nação, território, sociedade civil mundial e racionalidade 532 8.4. O Estado nacional sem "centro" 538 8.5. A soberania do Estado nacional: um conceito em movimento 540 8.6. Revisão da matéria dada 547 8.7. Os novos fundamentos: a divisibilidade da soberania 549 8.8. A idade global das ONGe as novas soberanias 553 8.9. O "direito de ingerência" do sistema da sociedade civil mundial 557 8.10. A crise da soberania do Estado nacional 557 8.11. A "mobilidade" 561

As ONGD e a crise do Estado soberano 665 8.12.0 novo direito internacional humanitário 563 8.13. A crise do Estado soberano e a emergência da teoria geral das ONG (uma nova tipologia): mudança de configuração/paradigma 571 8.14. Dimensão prática da teoria geral das ONG - operantes no sistema da sociedade civil mundial: transição de paradigma 581 8.15. Reconstrução do conceito de soberania a partir das ONG 585 8.16. Soberania assente no conceito de desenvolvimento global 591 8.17. As novas formas do Estado: evolução 594 8.18. Crise de legitimidade e de funções do Estado soberano 600 8.19. A configuração do sistema da sociedade civil mundial e o mecanismo de negociação a dois níveis: a erosão de soberania 605 8.20. "O Triângulo Mágico ": um dispositivo de desenvolvimento sócio-económico e um pólo de estabilidade 614 BIBLIOGRAFIA 631 ÍNDICE SISTEMÁTICO 661