RELATÓRIA TRABALHO DE SUBTEMAS XVII ERONG PR SUL 2013 REGIÃO SUL CURITIBA. ERONG PR SUL 2013 Cidade: CURITIBA UF: PARANÁ Pessoa/s de contato:amauri Instituição/es: Fórum Paranaense de ONG AIDS, Ferreira Lopes- ANEPS Forum ONG AIDS RS Coordenador Forum ONG AIDS SC E-mailamauriferreiralopes@gmail.com Tel: (41) 98597207 (41) 84790072 Data do evento: 05 à 07 de setembro de 2013 N de participantes: 130 N de delegados eleitos: 120 Resultados dos trabalhos, em consonância com as temáticas do ENONG 2013 Tema A- Saúde, Desenvolvimento e Aids. Sub temas Desafios (caso o ERONG aponte outro desafio incluir no final dos abaixo elencados) Propostas de diretrizes, estratégias e metas (máximo 3 x sub-tema)
s: Subtema A-1 Panorama geral da saúde - SUS: sustentabilidade da Resposta governamental à prevenção, atenção direitos humanos. Aids, e Defesa de uma política de Estado de Saúde Pública que atenda os princípios e diretrizes do SUS e garanta a Integralidade das ações, a Universalidade do acesso e a Equidade no atendimento as demandas e necessidades, contra os avanços da terceirização, resposta da saúde privada. Qual o modelo de saúde que a sociedade civil organizada quer face ao modelo de desenvolvimento atual: Política de Estado ou Política de Governo na saúde, Seguridade Social ou universalização da saúde privada?; saúde como direito humano ou violações do direto à saúde?; a incorporação das inovações em saúde na prevenção e 1. Participação garantida e efetiva da sociedade civil nos contextos políticos do SUS; 2. Exigir o cumprimento de prestações de contas dentro dos prazos estabelecidos pela portaria 1378 de 09 de julho de 2013; 3. Defender a saúde como publica (administração e serviços) e como direitos de todos;
tratamento na resposta ao HIV/AIDS (PreP e PEP 1, propriedade intelectual, etc.) ou a manutenção da hegemonia do preservativo? Como o desenvolvimento econômico a qualquer preço pode afetar o direito à saúde. Qual modelo de saúde que queremos?. A-2 Pensar como articular a Aids às diretrizes e normativas do SUS. Integração da participação social na elaboração dos Planos Municipais e Estaduais de Saúde para a construção do novo modelo dos Contratos Organizativos da Ação Pública em Saúde COAP (lógica dos recursos e orçamentos regionais); 1. Articular com a rede de saúde e movimentos sociais na realização de ações de capacitação e humanização de profissionais de saúde no atendimento á população acometida por HIV-AIDS; 2. Direcionamento mais efetivo e contínuo nas campanhas de promoção e prevenção em saúde DST, HIV/ AIDS. 1 PreP: Profilaxia Pré-exposição ; PEP: Profilaxia Pós-exposição, por suas siglas em inglês.
Reação/ respostas da sociedade civil organizada a programas e projetos governamentais que não respondem a perspectiva das políticas de saúde integral (Ex. Rede Cegonha, etc.); A-3 Participação social nos espaços formais da saúde: Conferências e Conselhos de Saúde. Inserção do direito à saúde/sus nas estratégias do movimento Aids Divulgar os conselhos, datas e horários de funcionamentos; garantir dialogo mais efetivo entre base e lideranças do movimento; disponibilizar e garantir o acesso de materiais, reprodução de materiais informativos e criação e execução de uma comissão DST AIDS em todos os conselhos de saúde locais. Conselheiros repassarem as bases os orçamentos aprovados, mais efetividade no portal de transparência. Ampliar e qualificar a aplicação dos recursos e execução de oficinas de capacitação e garantir a participação do movimento HIV-AIDS na elaboração e execução da capacitação; Estabelecer estratégias que condigam com as realidades locais respeitando as diferenças culturais dos diferentes grupos sociais. Realizar no dia 5 de outubro ações referente aos 25 anos da Lei 8.080
trazendo o cenário da AIDS nestes 25 anos; Exigir dos gestores a obrigatoriedade na promoção das ações em saúde; Compactuar e redigir o projeto de lei de iniciativa popular entre os três estados, com a finalidade de obrigar a exposição de cartazes e informativos, com a fácil visualização em locais que se pratiquem e ou se tenham a pratica do sexo como finalidade. Sub temas Tema B- Sustentabilidade das instituições e do movimento B-1 Sustentabilidade econômica das ONG. Desafios (caso o ERONG aponte outro desafio incluir no final dos abaixo elencados) Desafios: novas e diversificadas fontes de financiamento para as diferentes modelos de organizações sociais que existem no país: acesso aos fundos públicos nas três esferas de governo (ex: SICONV); privado e agências internacionais de Propostas de diretrizes, estratégias e metas ( máximo 3 x sub-tema) Sustentabilidade Financeira; As instituições que laçam projetos constantemente (Associação Brasileira de Captadores de Recurso ABCR), (Valber Lucio), (FUCAS), da importância em sair da mão do governo e que estas empresas estão apoiando a AIDS recentemente, pois, apoiavam outra áreas. que existe varias regiões com empresas apoiadoras e que a
cooperação. Relação das ONG com o financiamento privado no campo da responsabilidade social (estigma político das ONGaids). Marco Regulatório das ONGs. sustentabilidade deve ser buscada fora. Outras Estratégias Importantes são; associativismo, cooperativismos. A responsabilidade social parcerias; órgão públicos / privados, parcerias com estacionamento, palestras, emendas parlamentares. Leis, isenção tributária revertidas em parceria com as OSCIP. Outras áreas de governo; assistência social, educação e cultura, ações de combate a fome, direitos humanos. Outros Órgãos; sistemas. B-2 Sustentabilidade política da sociedade civil organizada. Com quem dialoga o movimento Aids; qual nossa forca política para incidir sobre os temas estruturantes do país (democracia, estado laico, controle social) Quais as respostas sociais para a Aids no atual momento: Avanço e retrocessos nas políticas afirmativas e de controle da Aids (Ex. modelo de governabilidade e fundamentalismo religioso). Sustentabilidade Política, A política de AIDS não é favor é responsabilidade de estado. Orientar o governo Federal a elaborar norma que toda verba da saúde em geral seja devolvida ao tesouro da união caso não utilizada no período. A necessidade de fortalecimento do papel dos Fóruns enquanto espaços políticos, amadurecer as representações e instituições, além de ser um espaço de capacitação no intercâmbio e instrumentalização; sendo deliberativo no plano interno de atuação, propositivo na definição das políticas publica no âmbito externo, articular e mobilizar a sociedade em prol da causa,
cultura de solidariedade política. B-3 Sustentabilidade técnica das ONG e do movimento. B-4 Respostas locais para uma Qualificação das ações e quadros das ONG e do movimento; parcerias com instituições de ensino superior, outras ONG e movimentos de classe; produção científica; manejo do SICONV. Incorporação de novas tecnologias de prevenção e atuação. Respostas comunitárias de sucesso, com base na solidariedade e nos direitos das PVHA e a especificidades das populações mais afetadas e com histórico de exclusão social (banco de boas práticas); Contexto local como premissa para a ação. Redes eficazes que mostrem o potencial local. Sustentabilidade Técnica; Fala-se sobre a importância de diversificar fontes de captação de recursos para outras áreas de governo e setor privado, além de divulgar socializar informações sobre instâncias que financiam projetos, compartilhando conhecimento técnico em rede. Comenta-se sobre a ampliação da discussão e entendimento sobre formas de organização da sociedade civil filantropia, associação, fundação, OSCIP; base código civil. Além de buscar formas de amadurecimento organizativo para as instituições; administrativo, contábil, financeiro, jurídico.
estratégia nacional sustentável Tema C- Papel (is) da sociedade civil organizada na luta contra a AIDS na Resposta brasileira à epidemia de AIDS Sub temas C-1 Papel dos coletivos de luta contra Aids. C-2 Representações: papel e/ou significância das atuais representações Desafios (caso o ERONG aponte outro desafio incluir no final dos abaixo elencados) construção de uma estratégia articulada entre os diversos movimentos que compõem o movimento de luta contra a Aids. Como o movimento está estruturado tem dado respostas efetivas? Movimento pautado pela agenda governamental ou pelas demandas sociais? Comunicação das representações entre si e Propostas de diretrizes, estratégias e metas ( máximo 3 x sub-tema) 1. Orientar a população em vista da superação do medo do diagnostico do teste HIV com linguagem adequada. 2. Intensificar a ação do SPE sobre sexualidade desde as fases iniciais em vista da desmistificação do teste do HIV. 3. Firmar o compromisso com outras instancias, não só saúde, a fim de estabelecer parcerias na prevenção e promoção da saúde. 4. Definição de uma linha de cuidado qualificado para o atendimento das transexuais e travestis no serviço publica
que ocupam as com o movimento; as representações afinadas e instâncias formais de defendendo uma tomada de decisão. estratégia comum de luta contra Aids que responda ao Movimento. de saúde (não há protocolo especifico para atendimento de travestis e transexuais). 5. Intensificar as ações de sensibilização e garantir o acesso humanizado nos serviços públicos de saúde com profissionais capacitados e qualificados. C-3 A participação social como parte do tripé da resposta brasileira a Aids (acesso universal a diagnóstico e tratamentos, ênfase na prevenção e participação da sociedade civil). Onde estamos, como nos articulamos, qual a nossa real capacidade de resposta, quem somos e o que queremos na Resposta brasileira de controle da Aids. 1-Diagnostico: Há necessidade de maior aprofundamento e definição do papel das Organizações da sociedade civil, o papel do governo e da rede de saúde. Outra questão e como a atenção básica vai atender esta população que vai ser testada e os grupos com maior vulnerabilidade. Governo: E do governo e da rede de saúde a responsabilidade com a saúde publica, garantir acesso e atendimento a toda a sociedade. ONGS: E papel da sociedade civil exigir a garantia do acesso aos serviços públicos de saúde com qualidade. Recomendações: Que o teste rápido seja ofertado exclusivamente nos serviços públicos de saúde garantindo o pré e pós-aconselhamento qualificado. (para Gestão Municipal, Estadual e Federal). E extremamente importante a participação e o fortalecimento do movimento de AIDS em todos os espaços de controle social tais
como saúde, assistência social, previdência social, conselho de mulheres, LGBT, segurança alimentar, direitos humanos, dentre outros. Aumentar o numero de representantes do movimento AIDS participando nos conselhos de saúde. Que haja mais discussão e aprofundamento nos Fóruns da questão do teste rápido. 2 - Participação Social: Dentre os presentes há: 04 participam do Conselheiro de Saúde. 08 participam das Comissões de DST /Aids Municipal,Estadual e Federal. Outros Conselhos de Direito. Outro/s temas trabalhados no ERONG, que possa contribuir para o ENONG 2013. Tema Sub temas Desafios Propostas de diretrizes, estratégias e metas ( máximo 3 x sub-tema)