PROJETO: AQUABARRA 2006
Índice APRESENTAÇÃO... 3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO... 4 Título do Projeto... 5 Administração do Projeto... 5 Coordenador do Projeto... 5 Outros Participantes... 5 Duração... 5 População Alvo... 6 Local de Realização do Projeto... 6 OBJETIVOS... 7 Objetivo Geral... 7 Objetivos Específicos... 7 METODOLOGIA EMPREGADA... 8 Fase de Habilidades Aquáticas Básica... 8 Fase de Combinação das Habilidades Aquáticas Básicas... 11 Fase dos Movimentos Culturalmente Determinados (Específicas)... 12 Fase de Especialização Técnica... 12 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES... 14 RECURSOS ENVOLVIDOS... 14 AVALIAÇÕES... 14
APRESENTAÇÃO O Aquabarra é um projeto sociais, fruto da parceria entre a Prefeitura Municipal de Barra do Corda e a Associação Atlética Banco do Brasil - AABB, busca complementar a educação de crianças de baixa renda através de atividades aquáticas. Sabemos que a Natação é o esporte mais completo que existe, trabalhando com quase toda a musculatura do corpo, e, é caracterizada como a realização de movimentos utilizando os membros superiores e inferiores, para se locomover na água. O conceito de atividades aquáticas é bem mais amplo que a natação e envolve todo tipo de programas que se desenvolvem no meio aquático, seguindo os critérios de finalidades, temos os seguintes tipos de atividades aquáticas; Educativa: - Educação infantil; - Ensino fundamental; - Ensino médio; - Educação de Jovens e Adultos; - Ensino superior; Utilitário e Escola de natação: - Adaptação; - Aprendizagem; - Aperfeiçoamento; - Treinamento; Saúde e performance: - Atividades terapêuticas e alterações na coluna; - Atividades aquáticas para a terceira idade; - Atividades aquáticas para pessoas com necessidades especiais; - Atividades aquáticas para gestantes e hidroginástica. Desporto e competição: - Treinamento desportivo da natação; - Pólo aquático; - Nado sincronizado; A natação durante anos vem contribuindo de forma notável para o desenvolvimento das faculdades humanas, sendo também um importante instrumento pedagógico. Com a ampliação para atividades aquáticas visamos favorece o processo de socialização dos jovens, ao acostumá-los a orientarem sua conduta de acordo com um sistema de regras gerais; estimula o
entusiasmo pela superação de dificuldades, seja ele guiado pelo espírito competitivo ou pelo desejo de vencer pessoalmente um desafio físico ou intelectual; e a própria capacidade física, psíquica e intelectual, além de uma saudável forma de diversão. Nessa perspectiva as atividades aquáticas funcionam como complemento educacional. O esporte colabora para a formação integral do aluno pelo fato de desenvolver o senso de disciplina, persistência e paciência. A natação serve para estimular a formação da personalidade e o desenvolvimento da inteligência, além de melhorar o condicionamento físico, o trabalho é interessante por envolver união, força de vontade e auto-estima. Para os jovens de poucos recursos, acontece a colaboração para a construção de um futuro melhor, a partir do desenvolvimento de aspectos essências ao convívio em sociedade.
Título do Projeto DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO AQUABARRA A NATAÇÃO COMO FONTE DE VIDA Administração do Projeto Associação Atlética Banco do Brasil AABB de Barra do Corda e Prefeitura Municipal de Barra do Corda Coordenador do Projeto Nome: Leonardo de Arruda Delgado Tipo de Participante: Autor, Coordenador, Técnico e Professor de Natação do Projeto. Procedência: - Graduação em Educação Física Universidade Federal do Maranhão UFMA - Atleta de natação por mais de 15 (doze) anos, sendo que sempre esteve entre os melhores do ano nos estados de Pernambuco e Maranhão, nadando em escolas como Cefet, Asfem, Alumar, AABB, Náutico, Golfinho e etc. - Professor em escolas como Apcef, Aqualopes, Aquagigio, Tchibum, Golfinho, Dom Quixote e Tubarões. - Técnico de Natação nas categorias Pré-mirim, Mirim e Petiz, por mais de 8 anos da Escola de Natação Golfinho de São Luis. - Professor de Natação e Hidroginástica da Associação Atlética Banco do Brasil - AABB; Outros Participantes Duração - Associação Atlética Banco do Brasil de Barra do Corda - Ma - Prefeitura municipal de Barra do Corda - Secretaria Municipal de da Infância e Adolescência Inicialmente o projeto terá duração de 6 meses com início: JUNHO DE 2006 e término: DEZEMBRO 2006.
População Alvo Crianças carentes em idades escolar matriculadas nas escolas públicas municipais de Barra do Corda, que estejam freqüentando as aulas regularmente, e terem como objetivo principal ser atleta de Natação. Local de Realização do Projeto As aulas de natação são realizadas nas piscinas da Associação Atlética Banco do Brasil de Barra do Corda Ma, para 45 alunos de escolas públicas de Barra do Corda -Ma, todas as segundas, quartas e sextas-feiras em três horários, das 8:00 as 8:40, das 8:40 as 9:20 e das 9:20 as 10:00 horas, no turno matutino.
OBJETIVOS Objetivo Geral Levar o aluno a propiciar-se das formas de atividades aquáticas desenvolvidos culturalmente através da história, possibilitando o desenvolvimento e fortalecimento das estruturas de natureza motora, cognitiva social e afetiva (desenvolvimento senso-neuro-motor) e buscando resgatar o agir (movimento) humano como: divertir (necessidade de auto-realização) colaborar para a formação integral do aluno, desenvolver o senso de disciplina, persistência e paciência, através de jogos, gincanas, competições, músicas e brinquedos. Objetivos Específicos - Possibilitar ao aluno, na esfera da vivência corporal um desenvolvimento global harmonioso, através da motricidade global harmoniosa e da motricidade espontânea (representação verbal e não verbal), utilizando a educação do movimento e através do movimento, criando situações que ajudam a enriquecer o desenvolvimento físico, psicológico, cultural e social, considerando seus limites e possibilidades de desenvolvimento aprendizagem; - Adequação das atividades aquáticas aos gostos, as necessidades e aos interesses do aluno, tentando aplicar de melhor maneira possível o processo de ensino-aprendizagem, além de outras questões como individualidade, preconceitos, espírito de grupo e etc. - Ensinar não só a arte de competir e ganhar, mais acima de tudo a chamada cultura corporal e aquisição do controle corporal, que tratam, na teoria e na pratica, da história e dos significados dos movimentos humanos; - Formação do caráter humano, disciplina e senso de responsabilidade por parte dos envolvidos; - Diminuição dos níveis de agressividade dos alunos na escola; - Criação da primeira Escolinha de Natação para formação de novos talentos em Barra do Corda; - Proporcionar as crianças carentes a praticar a Natação gratuitamente; - Incentivar a prática da Natação no município de Barra do Corda; - Formar a primeira equipe nas diversas categorias da Natação; - Premiar, apoiar e prestigiar os atletas, para que tenham orgulho e gosto pelo esporte;
METODOLOGIA EMPREGADA O desenvolvimento motor caracteriza-se por mudanças contínuas, ao longo da vida, no caso específico do desenvolvimento motor aquático, ou das habilidades aquáticas sua estrutura está relacionada a tarefa motora nadar. Nesse aspecto, são identificados os fatores que compõem uma tarefa, como a utilização de instrumentos, características do ambiente físico, a previsibilidade dos eventos associados à tarefa etc. O desenvolvimento do comportamento motor aquático pode ser visto com um modelo que compreende níveis ou fase: - Fase de habilidades aquáticas básicas - Fase de combinação das habilidades aquáticas básicas ou aprendizagem - Fase de aperfeiçoamento técnico; - Fase de especialização técnica Fase de Habilidades Aquáticas Básica As habilidades motoras básicas são pré-requisitos para a aquisição, posterior, de habilidades mais complexas, mais específicas, como são as desportivas. Para BARBOSA (2001, p.3) a aquisição das habilidades aquáticas básicas terá como objetivo: (i) Promover a familiarização do sujeito com o meio aquático; (ii) Promover a criação de autonomia no meio aquático e; (iii) Criar as bases para posteriormente aprender habilidades motoras aquáticas específicas. Os componentes fundamentais das habilidades aquáticas básicas podem ser: (i) O equilíbrio, incluindo a flutuação e as rotações; (ii) A propulsão, onde se integram os saltos; (iii) A respiração e; (iv) As manipulações, que também abrangem os lançamentos e as recepções. Equilíbrio O domínio do equilíbrio no meio aquático está intimamente ligado com o domínio da propulsão (MOTA, 1990). Para nadar se torna imprescindível o domínio do EQUILÍBRIO HORIZONTAL, sem o qual as ações motoras não podem ser exercidas de uma forma conveniente, essa alteração implica em mudanças apreciáveis na propriocepção do corpo no tempo e espaço, devido as mudanças das sensações labiríticas, do tônus de sustentação, da posição da cabeça, além de não poder se desligar das componentes respiração,
propulsão e empuxo. Assim, será necessário que o indivíduo refaça um conjunto de referências, procurando-se adaptar à nova posição. A aquisição do equilíbrio horizontal no meio aquático pode ser conseguida através das seguintes etapas: - Reconhecimento do ambiente externo da piscina; - Apresentação da piscina; - Entrada na água; - Reconhecimento do ambiente interno da piscina; - Equilíbrio em locais profundos, com auxílio de implementos flutuadores; - Imersão; - Mergulho; - Flutuação ventral e dorsal; - Deslize; - Alterações de equilíbrio (giros); Respiração A respiração é uma das fases mais importantes neste período de aprendizagem. Toda dificuldade do nadador em executar a natação reside apenas no fato de não poder de início, controlar a forma de respiração. A utilização de músicas, exercícios de assoprar a água ou qualquer material em princípio são importantes, passando posteriormente para colocação do rosto, cabeça na água e procura de objetos no fundo da piscina. Antes de solicitarmos á criança executar atividades mais específicas, devemos conscientizá-la da respiração (entrada do ar nos pulmões deverá ser feita pela boca - Inspiração, e a saída, pela boca, nariz ou ambos - Expiração). Essa conscientização poderá ser feita com exercícios dirigidos, através de materiais simples, como bexigas, canudos com pequeno diâmetro, bolas de pingue-pogue ou ainda cachimbo de brinquedo com bolinha (através da expiração controla-se a elevação da bolinha). Algumas crianças podem apresentar dificuldades ocasionadas por problemas internos, como desvio de septo, e ou obstrução parcial das vias respiratórias, etc.. Assim caberá ao professor tentar detectar, comunicando aos responsáveis, a fim de tomarem as devidas providências. A apropriação do comportamento desejado para o meio aquático não é instantâneo. Esta aquisição passa por um conjunto de comportamentos previsíveis e sequenciáveis (LANGENDORFER e BRUYA, 1995). Os referidos autores consideram como componentes básicas da prontidão motora associadas à habilidade "respiração" o controlo respiratório. O quadro 1
apresenta a seqüência de comportamentos tendo em vista o domínio desta componente, segundo LANGENDORFER e BRUYA (1995). Quadro 1. Seqüência de comportamentos tendo em vista o domínio das componentes associadas à habilidade "respiração" (adaptado de LANGENDORFER e BRUYA, 1995). Controle Respiratório Nível Etapa Componentes críticos 1. Bloqueio respiratório 1. Bloqueia a respiração quando a face é imersa 2. Adaptação à mucosa da boca e do nariz 3. Imersão voluntária da face 2. Introduz e expele voluntariamente a água da boca 3. permite a imersão parcial da face, bloqueando por curtos períodos a respiração 4. Ciclos respiratórios 4. Pode e consegue imergir completamente a face, controlando a respiração 5. Ciclos respiratórios ritmados 5. Combina a respiração com o movimento dos quatro membros propulsivos. A seqüência metodológica para desenvolvimento dessa habilidade motora aquática básica pode ser a seguinte: - Descontração facial - Apnéia voluntária - Visão subaquática - Expiração no meio líquido - Respiração vertical - Respiração frontal associada ao movimento de pernas - Respiração lateral com prancha - Respiração lateral com braço girando - Respiração bilateral com prancha e braço. - Ritmo respiratório - Controle respiratório Propulsão A propulsão está intimamente relacionada com o equilíbrio. Só aquisição do equilíbrio horizontal permite a capacidade de utilização dos membros, braços e pernas, em ações motoras convenientes. A Força Propulsiva Efetiva, em condições de escoamento estável, decorre da componente na direção do deslocamento da resultante entre a Força de Arrasto Propulsivo e da Força Ascensional (SCHLEIHAUF, 1979). Já em condições de escoamento instável, a propulsão explica-se devido à produção de vórtices (COLWIN, 1992). Acresce-se que quanto menor for a intensidade da Força de Arrasto Hidrodinâmico oposta à direção de deslocamento do sujeito, maior será a velocidade de nado para uma dada intensidade de Força Propulsiva. Assim, o aumento da velocidade de nado decorre do aumento da intensidade da Força
Propulsiva e da diminuição da intensidade das diversas componentes da Força de Arrasto Hidrodinâmico oposta à direção do deslocamento do sujeito, isto é, do Arrasto de Fricção, do Arrasto de Pressão e do Arrasto de Onda. A seqüência metodológica para desenvolvimento dessa habilidade motora aquática básica pode ser a seguinte: - Marcha na posição vertical; - Deslocamentos submersos; - Saltos da borda; - Sobrevivência Aquática; - Pernada na posição horizontal; - Propulsão rudimentar de braços; - Lateralidade; - Sustentação da cabeça fora d água; - Crawl rudimentar; - Coordenações diversas, nas posições ventral e dorsal diferenciadas dos padrões formais. Manipulações As manipulações consistem em manter uma relação de interação entre o indivíduo e um ou vários objetos, permitindo explorá-lo(s) e, simultaneamente, explorar todas as suas possibilidades (MORENO e SANMARTÍN, 1998). No caso concreto das atividades aquáticas, esses objetos são usualmente materiais auxiliares como, por exemplo, as placas, as barras para efetuar imersões ou, os flutuadores. São considerados casos particulares de manipulações aquelas que são realizadas com as bolas, como sejam os lançamentos, os passes e as recepções. Os lançamentos podem ser realizados a um determinado alvo - ou não - com o próprio corpo ou com outro(s) objeto(s). No caso do objeto ser lançado a um outro indivíduo que por sua vez o recebe, denomina-se de passe. Já as recepções poderão ser efetuadas com determinada parte do corpo, parado ou em movimento. A apresentação destas habilidades é especialmente benéfica para a posterior abordagem de habilidades desportivas características de determinados jogos desportivos coletivos realizados no meio aquático, como é o caso do Pólo Aquático. Fase de Combinação das Habilidades Aquáticas Básicas Nessa fase objetiva-se o aperfeiçoamento das habilidades aquáticas básicas, enfocados na fase anterior e o desenvolvimento de combinações em nível de complexidade progressivamente maior.
Têm-se como objetivo primordial desde combinações intratarefas, por exemplo, combinar movimentos de equilíbrio estático e dinâmico com controle respiratório em diferentes posições de braços e pernas, para chegar à flutuação, até combinações intertarefas, como realizar salto combinado com deslocamento submerso, passando, em decúbito dorsal, dentro de um arco. O controle dessa e de várias outras formas de combinações, sem que haja quebra de continuidade do movimento, é a essência dessa fase. Para que esse objetivo seja alcançado, deve-se enfatizar a percepção corporal, sua verbalização, a relação com o grupo e a iniciativa para resolver problemas. Fase dos Movimentos Culturalmente Determinados (Específicas) O objetivo nessa fase é o desenvolvimento de combinações mais complexas e específicas. Aqui, como nas demais fases, a prática deve ser um tipo particular de repetição sem repetição, em outras palavras, a prática consiste em repetir o processo de solução dos problemas motores, e não os meios para solucioná-los, e, se esta posição for ignorada, se tornará meramente mecânica (TANI, 1995). Fase de Especialização Técnica É nesta fase de desenvolvimento de talentos que a presença do treinador torna-se fundamental para que se inicie o treinamento limitado da prática deliberada. Entende-se por prática deliberada as atividades altamente estruturadas, intensas e com objetivos direcionados, cujos níveis de exigência são específicos e demandam alto esforço do praticante, não sendo praticadas como lazer, à medida que exigem alto nível de dedicação. A função do treinador é procurar usar todos os esforços para monitorar o ambiente da prática para manter o treinamento nesse nível. Para isso, é necessário que minimize todos os problemas (restrições) que possam impedir a sua ação pedagógica de treinador e, consequentemente, o desenvolvimento ideal do atleta. A aquisição de materiais necessários, tais como equipamentos suficientes, equipe de trabalho qualificada e área de treinamento para um trabalho eficiente e seguro (restrições de recursos), garantirá ao atleta meios suficientes para desenvolver suas potencialidades atuais e futuras carreiras esportivas. O treinador precisa estar alerto aos momentos de perda de motivação decorrentes da dedicação e da demanda do treinamento (restrições de motivação). Outro aspecto importante diz respeito a como o treinador conduz as etapas de treinamento, procurando superar os níveis baixos de motivação do atleta provocados pela repetição intensa e enfadonha, através da execução das técnicas, esquemas táticos e correção dos movimentos que necessitam ser treinados para melhorar a sua execução. O tempo gasto durante uma prática deliberada (restrições de esforço) requer dimensionamento adequado para que
o atleta possa recuperar-se devidamente e continuar treinando efetivamente no prazo estipulado para cada fase do treinamento. Os melhores atletas têm uma capacidade superior de permanecerem treinando por um período maior de tempo do que os outros atletas, todavia a preocupação com o supertreinamento evitará que o atleta se esgote ou ocorra o perigo de contusões que possam atrasar todo o seu processo de treinamento. Contudo, o comprometimento do treinador e do atleta é crítico, pois ambos devem ter total devoção e paixão pelo esporte que procurar e pela missão a que se propuserem.
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES Fases Período Atividades Anteprojeto Habilidades Aquáticas Básicas Iniciação a natação Aprendizagem Conclusão Junho de 2006 Julho de 2006 Agosto e setembro de 2006 Outubro e Novembro de 2006 Dezembro de 2006 - Analise do problema proposto; - Levantamento de recursos necessários; - Definição dos propósitos e dos objetivos do programa; - Determinação das estratégias de desenvolvimento; - Avaliação do problema e síntese da solução; Diz respeito aos primeiros contatos com a água, até a aquisição dos ajustamentos que permitam, posteriormente, a aprendizagem das técnicas padronizadas, essa etapa de aprendizagem independe da idade, mas tem relação direta com a vivência aquática do aluno, o aluno somente estará preparado para o aprendizado da natação se estiver totalmente ambientado ao meio e com bom relacionamento com o professor Desenvolvimento de técnicas rudimentares dos nados, ou combinações mais complexas das habilidades aquáticas básicas. É um segundo aprendizado, pois se refere não apenas a certas peculiaridades que não chegamos a atingir perfeitamente na fase de aprendizado, mas também a novos gestos e posições que não nos reportamos durante a seqüência pedagógica do estilo. Conclusão do projeto com festival de avaliação RECURSOS ENVOLVIDOS Piscina da AABB e materiais auxiliares para o treinamento como: pranchas 12 (doze), pulboias 10 (dez), cronômetro manual1(um), apito 1(um). Para avaliação contamos com os seguintes matérias: trena antropométrica, balança, fita métrica, trena de 5m, estetoscópio, sphygmomanometer e compasso de dobras cutâneas. AVALIAÇÕES Para realizar a avaliação serão utilizados três instrumentos, a ficha de avaliação individual (abrangendo objetivos motores, afetivo-sociais e cognitivos), diário (observações registradas após a aula) e provas práticas (festivais de natação). A ficha de avaliação individual é utilizada:
a) quando a criança ingressa no programa, para diagnosticar seu nível de aprendizagem e, conseqüentemente, conhecê-la e indicar um grupo de trabalho adequado; b) no início de cada período de ensino e aprendizagem, para reorganizar os grupos por nível de habilidade, estabelecer um ponto de partida para o trabalho e, ao mesmo tempo, para poder adequar os objetivos, os conteúdos e as estratégias às crianças de cada grupo; c) durante o período, visando a determinar o grau em que os objetivos propostos estão sendo atingidos; e d) ao final do período, para conhecer o rendimento da criança em relação ao programa desenvolvido e dar essa informação aos pais e alunos. O diário é utilizado para que o professor registre, após cada aula, os comportamentos individuais e do grupo que pareçam significativos para o processo de ensino e aprendizagem.