LISTA DE EXERCÍCIO DE REVISÃO 2 BIMESTRE

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Transcrição:

Aluno(a): Educador(a): Núbia Soares Componente Curricular: História Ano/Turma: 8º Ano ( ) A ( ) B ( ) C ( ) D Turno: ( ) Matutino ( ) Vespertino Data: / /18 LISTA DE EXERCÍCIO DE REVISÃO 2 BIMESTRE Lembre-se de Estudar o Esquema-resumo do livro p. 126 Para não esquecer Capitulo 05 - Da independência ao Golpe da Maioridade Vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil e suas consequências Bloqueio Continental (1806). Napoleão ordena a invasão da Península Ibérica (1807). Guerra contra os invasores franceses em Portugal. Transferência da corte portuguesa para o Brasil (1807). Elevação Brasil à categoria de Reino Unido (1815) Abertura dos portos (1808), prejuízos para a economia portuguesa. Revolução Liberal (1820). Formação das Cortes. Retorno de D. João VI a Portugal (1821). Aprovação de medidas que restringiam a liberdade comercial e administrativa do Brasil. A Independência do Brasil Os portugueses, por outro lado, queriam que o Brasil voltasse a ser colônia de Portugal, como era antes da vinda de D. João. Mas D. Pedro preferiu ficar no Brasil. Esta desobediência ficou conhecida como Dia do Fico. D. Pedro proclamou a Independência em 07 de setembro de 1822. O Brasil ao contrário dos outros países da América Latina que adotaram o sistema republicano, o Brasil adotou o governo monárquico, baseado no poder de um rei. Primeiro Reinado A constituição de 1824 foi a primeira na História do país. D. Pedro I entrou em confronto direto com a Assembleia responsável por elaborar a primeira Constituição. Além dos três poderes usuais Executivo, legislativo e Judiciário a Constituição criava o Poder Moderador, feito especialmente para o imperador. Este quarto poder permitia a ele nomear o ministério, dissolver a Assembleia e nomear os presidentes das províncias. A Guerra da Cisplatina foi um conflito que ocorreu entre 1825 a 1828, na Província Cisplatina, atual Uruguai. Depois de três anos de combate, D. Pedro I teve que fazer um acordo. Brasil e Argentina reconheceram a independência do Uruguai. A Confederação do Equador foi uma tentativa de estabelecer um governo republicano independente, no Nordeste, em 1824. Envolver as províncias de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. Alguns dos principais líderes do movimento foram Pedro Pedroso, Pais de Andrade e Frei Caneca. Este último foi condenado à morte. Percebendo que tinha perdido a autoridade e o respeito da população. D. Pedro I resolveu renunciar, em 1831. Voltou para Portugal e deixou o trono para seu filho, Pedro de Alcântara, que tinha apenas cinco anos de idade.

Segundo Reinado foi o período em que o Brasil foi governado por D. Pedro II, de 1840 a 1889. No fim do Período Regencial, muitas revoltas ameaçaram a unidade terrível do país. Alguns grupos políticos consideravam que apenas Pedro de Alcântara poderia conter estas revoltas. No entanto, ele tinha 14 anos, e a Constituição permitia ao rei governar somente com 18 anos. Esta alteração na Constituição é denominada Golpe da Maioridade. A caminho da independência Os portugueses também se mostravam descontentes com a permanência da corte real no Rio de Janeiro. Com ajuda dos ingleses, os portugueses conseguiram expulsar as tropas napoleônicas em 1815 e Portugal passou a ser comandada por um inglês. Em 1817, os portugueses se encontravam totalmente insatisfeitos com o afastamento do rei e o domínio inglês sobre seu país, situação que se agravava com a perda de espaço dos produtos de Portugal no mercado do Brasil. Em 1820, explodiu em Portugal a Revolução do Porto, que tinha como principal objetivo diminuir os poderes absolutos do rei. O movimento ganhou força e formou-se um governo provisório que, por sua vez, convocou uma assembleia de representantes eleitos que se reuniram com o propósito de elaborar uma constituição para Portugal essa assembleia ficou conhecida como Cortes. As Cortes exigiam o retorno de dom João VI a Portugal, o que ocorreu em 1821, quando o rei retornou às terras portuguesas deixando seu filho Pedro em seu lugar no Brasil. Ainda descontentes, as Cortes tomaram uma série de medidas mal recebidas no Brasil, entre elas: cada província brasileira deveria acatar às ordens vindas de Lisboa, e não mais do Rio de Janeiro; alguns órgãos públicos brasileiros relacionados ao comércio foram fechados; exigência do retorno do príncipe a Portugal. Para os brasileiros, era como se as Cortes quisessem rebaixar o Brasil à condição de colônia novamente. Assim, durante todo o ano de 1822, diversos acontecimentos foram importantes para o Brasil caminhar rumo à independência. Ano de 1822 Janeiro O príncipe Pedro decide não acatar as pressões vindas de Portugal e resolve permanecer no Brasil. Junho Dom Pedro convoca uma Assembleia Constituinte com o objetivo de elaborar uma constituição para o Brasil. Setembro Reagindo a novas pressões portuguesas, o príncipe proclama a independência do Brasil, que a partir de então saía da condição de Reino Unido de Portugal e Algarves para se tornar uma nação independente e soberana. Dezembro O príncipe regente é coroado imperador no Rio de Janeiro com o título de dom Pedro I. Nem tudo mudou Apesar da conquista da independência em 1822, a economia brasileira permaneceu igual à do período colonial. A monarquia se manteve, assim como a grande propriedade rural voltada para a exportação de produtos como o açúcar e, posteriormente, o café, e à utilização e ao tráfico de mão de obra escrava vinda da África. As lutas pela consolidação da independência Nem todas as províncias brasileiras aprovaram a independência da mesma maneira: enquanto na capital, Rio de Janeiro, a população recebeu a notícia com festas e aclamações, em províncias como Piauí, Bahia, Maranhão e Grão-Pará, foram grandes as manifestações contrárias à novidade. No geral, os comerciantes e grandes proprietários rurais ligados à Portugal foram os que não receberam bem a notícia, o que ocasionou uma fragmentação política. O governo de dom Pedro I

Conquistada a independência, era necessário organizar o país, estabelecer leis, criar instituições, regulamentações, sistema de ensino, símbolos e órgãos administrativos, além de conciliar os interesses das diferentes camadas da população. A Constituição de 1824 Em maio de 1823, reuniram-se representantes da Assembleia Constituinte para elaborar o projeto da primeira constituição brasileira. O projeto não agradou ao monarca que, vendo a possibilidade da diminuição de seu poderes, diluiu a Assembleia em novembro do mesmo ano. O imperador incumbiu o Conselho do Estado, órgão chefiado por ele, de elaborar uma nova constituição que atendesse às suas exigências. A nova Carta Constitucional estabelecia um poder Executivo forte e criava um novo poder, o poder Moderador, que deveria ser exercido pelo imperador. Por meio do poder Moderador, o imperador poderia indicar os presidentes das províncias, dissolver a Câmara dos Deputados, convocar eleições e aprovar ou vetar as decisões da Assembleia Geral. Dom Pedro I renuncia ao trono A dissolução da Assembleia Constituinte em 1823 provocou a insatisfação de diversas províncias brasileiras. Províncias como Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará se declararam independentes do Brasil, formando a Confederação do Equador. Entretanto, o movimento foi sufocado pelo governo, que condenou seus líderes à morte, incluindo frei Caneca. A população de todas as partes do país condenava a concentração de poderes nas mãos do imperador e a presença de portugueses na administração imperial, o que se agravou quando dom Pedro entrou na disputa com seu irmão, dom Miguel, pela sucessão do trono português após a morte de dom João VI em 1826. A disputa pelo trono de Portugal agravou os sentimentos antilusitanos no Brasil, fazendo com que dom Pedro I acusado de se preocupar mais com os problemas portugueses do que com os brasileiros perdesse o apoio popular, abdicando assim do trono em favor de seu filho, Pedro de Alcântara, então com 5 anos, em 1831. A Regência (1831-1840) Com a abdicação de dom Pedro I, o trono brasileiro ficou vago, já que seu filho ainda era uma criança, o que levou à escolha de representantes escolhidos pela Assembleia Geral, como previa a Constituição. Em maio de 1831, uma Regência Trina Permanente foi escolhida e foi também criada uma Guarda Nacional, que era uma força armada ligada diretamente ao Ministério da Justiça, criada para defender o cumprimento da Constituição e evitar rebeliões internas. A Guarda Nacional era formada por milícias civis locais, crucial na consolidação do poder local dos grandes proprietários de terra. Este período marcou o início do que conhecemos por coronelismo, já que a base deste sistema político é o poder local dos coronéis. A Guarda Nacional foi extinta em 1922. As províncias se rebelam A renúncia de dom Pedro I, somada à pobreza, ao abandono, às disputas políticas, desigualdades sociais e à continuidade da escravidão, ocasionou um grande número de conflitos. Cabanagem Revolução Farroupilha Grão- Pará Rio Grande do Sul 1835-1840 1835-1845 Movimento em que participaram as camadas pobres da população, que moravam em casebres nas margens dos rios e igarapés. Lutavam pela independência do Pará. Provocada por fazendeiros descontentes com os altos impostos cobrados sobre seus produtos. Proclamaram a República Rio-Grandense em 1836 e dominaram boa parte do território. Em 1845, num acordo firmado com o governo central, a revolta chegou ao fim.

Revolta dos Malês Bahia 1835 Escravizados e libertos reivindicaram o fim da escravidão e da propriedade privada da terra. Sabinada Balaiada Bahia Maranhão 1837-1838 1838-1841 Rebeldes tomaram o poder e proclamaram a República Bahiense. Foram reprimidos pelo governo regencial. Revolta das camadas pobres da população (lavradores, vaqueiros, tropeiros, artesãos e escravos). O Golpe da Maioridade As revoltas provinciais foram interpretadas como a necessidade de antecipar a maioridade a Pedro de Alcântara para coroá-lo rei, seguindo a crença de que somente um governante legítimo poderia restaurar a paz no Império. Na Assembleia Geral, na imprensa e nas ruas da capital e de outras cidades, a ideia era bem aceita e até o príncipe era simpático a ela. Assim, em julho de 1840, aos 14 anos de idade, Pedro de Alcântara foi declarado maior de idade pela Assembleia Geral e, assim, proclamado imperador com o título de dom Pedro II, num processo que ficou conhecido como Golpe da Maioridade. RESGATANDO CONTEÚDOS 1. Selecione entre as palavras abaixo, aquelas que completam o texto. Coloque o número correspondente a palavra que que completa o texto. 1) 1815. 2) Pacto Colonial. 3) D. João. 4) Rio de Janeiro. 5) Bloqueio Continental. 6) França. 7) Reino Unido. 8) Salvador. 9) Abertura dos portos. 10) Francês. 11) Inglaterra. 12) 1822. 13) Britânico. 14) 1808. 15) São Paulo. 16) Corte. Quando Napoleão Bonaparte decretou o ( ), o governo de Portugal viu-se num dilema: submeter-se ao decreto napoleônico e romper com a ( ), ou desacatar a ordem e expor Portugal a uma invasão. Portugal optou por realizar negociações secretas com o reino, que levaram a família real e toda a ( ) portuguesa a se transferirem para o Brasil. O príncipe regente ( ) partiu de Lisboa em 29 de novembro de 1807 e chegou em ( ), a antiga capital da colônia, em 24 de janeiro de ( ). Assim que chegou, o príncipe regente assinou um decreto que estabeleceu a ( ) brasileiros. A medida representou o fim do ( ) e o primeiro passo rumo à independência do Brasil em relação a Portugal. Em ( ), o Brasil foi elevado à categoria de ( ) a Portugal e Algarves.

2. Associe cada número a uma frase. 1. Assembleia Constituinte de 1823. 2. Província Cisplatina. 3. Revolução Pernambucana de 1817. 4. Constituição de 1824. 5. Revolução Liberal de 1820. a) ( ) Movimento ocorrido no Nordeste brasileiro durante o governo joanino. b) ( ) Movimento que exigia o retorno de D. João VI a Portugal e restabelecimento do exclusivo comercial metropolitano. c) ( ) Dissolvida por ordem de D. Pedro I, expressava as divergências das elites na organização do Estado brasileiro. d) ( ) Estabeleceu a organização do Estado brasileiro em quatro poderes e a monarquia como forma de governo. e) ( ) Região da América colonizada por espanhóis e incorporada ao Brasil pelo governo joanino. 3. Ordene as frases para que elas formem um texto contínuo e coerente. ( ) A partir do século XVII, a crise que agravava a economia da metrópole tornou o controle português sobre as colônias ainda mais intenso. O ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, o marquês de Pombal, deu início a um projeto de recuperação econômica da metrópole. ( ) As medidas tomadas pelo ministro permitiram o aumento da produção e das exportações de alguns produtos na colônia, como algodão, tabaco e cacau, e levou ao enriquecimento de muitos produtores rurais. Porém, a administração pombalina foi incapaz de garantir plenamente o controle da metrópole sobre o Brasil. O contrabando de mercadorias industrializadas inglesas, por exemplo, tornou-se uma prática comum. ( ) Pombal incentivou a instalação de manufaturas e a produção agrícola em Portugal. Nas colônias criou companhias de comércio responsáveis pelo monopólio de alguns produtos agrícolas, transferiu a capital de Salvador para o Rio de Janeiro e expulsou os jesuítas, considerados um poder paralelo dentro da colônia que ameaçava o domínio da Coroa portuguesa. ( ) Com a saída de Pombal do governo, novas ações restritas em relação à colônia foram tomadas, mas elas se chocaram com o crescimento econômico da colônia, sobretudo com os interesses dos produtores que enriqueceram com as exportações agrícolas. ( ) O Brasil, colônia portuguesa na América, estava submetido ao chamado pacto colonial ou exclusivo comercial metropolitano. Segundo as regras do sistema, todas as atividades econômicas realizadas na colônia deveriam gerar lucros para a metrópole. 4. Escreva V (verdadeiro) ou F (falso). a) ( ) Grande parte da elite brasileira apoiava o reinado de D. Pedro no Brasil e o de D. João em Portugal, desde que se mantivessem as liberdades conquistadas a partir de 1808. b) ( ) As Corte portuguesas eram contrárias à permanência de D. Pedro no Brasil. c) ( ) As Cortes portuguesas defendiam uma maior autonomia do Brasil com relação a Portugal e por isso pediam o retorno do monarca. d) ( ) As elites brasileiras e a monarquia portuguesa temiam que as classes populares e os escravos se revoltassem e dessem início ao processo de independência. e) ( ) Apesar de ter proclamado a independência do Brasil, D. Pedro manteve relações com as Cortes portuguesas. f) ( ) Logo após a declaração de independência do Brasil, D. Pedro decretou a abolição da escravidão e instaurou o regime republicano de governo. 5. Associe cada número abaixo com as explicações apresentadas nos quadros a seguir.

1. Tratado de Paz e Aliança. 2. Assembleia Constituinte de 1823. 3. Poder Moderador. 4. Confederação do Equador. ( ) Mecanismo instituído pela Constituição de 1824 que garantia ao imperador o direito de intervir nos demais poderes. ( ) Nome dado ao movimento ocorrido em 1824, na província de Pernambuco, que propunha a proclamação de uma república e contou com a adesão de Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Piauí. ( ) Dividida entre partidários e adversários do imperador, foi dissolvida por D. Pedro I, episódio que expressou a primeira de uma série de divergências que marcaram o Primeiro Reinado. ( ) Acordo firmado em 1825 entre o Brasil e Portugal pelo qual a antiga metrópole reconhecia a independência do país mediante o pagamento de uma indenização. 6. A respeito da primeira Constituição brasileira, indique as afirmações corretas. ( ) Dom Pedro I deu total autonomia à Assembleia Constituinte para elaborar o primeiro conjunto de leis do Brasil. ( ) Os desentendimentos entre os deputados constituintes e os militares portugueses contrários à independência acirraram o clima de discórdia em torno da Constituição. ( ) Os deputados que compunham a primeira Assembleia Constituinte representavam todas as parcelas da sociedade brasileira. ( ) O projeto de Constituição elaborado em 1823 reduzia os poderes do Legislativo. ( ) Como os deputados constituintes desejavam limitar os poderes do imperador, em 1823, Dom Pedro I mandou fechar a Assembleia Constituinte, prender alguns deputados e expulsar outros do Brasil. 7. Indique as afirmações corretas a respeito dos problemas sucessórios de Portugal que contribuíram para o descontentamento popular em relação a Dom Pedro I. ( ) Dom Miguel, irmão de Dom Pedro I, era o herdeiro legítimo de Dom João VI. ( ) Com a morte do rei de Portugal, Dom João VI, Dom Pedro I decidiu assumir o trono, pois era seu sucessor. Desse modo, tornou-se ao mesmo tempo imperador do Brasil e rei de Portugal, o que descontentou os brasileiros. ( ) O irmão de Dom Pedro I, Dom Miguel, fez-se aclamar rei de Portugal em 1828 de forma ilegítima. ( ) Dom Pedro I renunciou ao trono português em favor de sua filha. Como ela era menor de idade, não poderia governar. Decidiu-se, então, que ela se casaria com Dom Miguel, seu tio, que assumiria o governo até a maioridade da esposa. 8. A maioridade do príncipe dom Pedro II foi antecipada, em 1840, para que ele pudesse assumir o trono brasileiro. Entre os objetivos do chamado Golpe da Maioridade, podemos citar o esforço de: (A) Obter o apoio das oligarquias regionais, insatisfeitas com a centralização política ocorrida durante o período regencial. (B) Ampliar a autonomia das províncias e reduzir a interferência do poder central nas unidades administrativas. (C) Abolir o ato Adicional de 1834 e aumentar os efeitos federalistas da Lei Interpretativa do Ato, editada seis anos depois. (D) Promover ampla reforma constitucional de caráter liberal e democrático no país, reagindo ao centralismo da Constituição de 1824. (E) Restabelecer a estabilidade política, comprometida durante o período regencial, e conter revoltas de caráter regionalista.

9. Durante o período regencial (1831 1840), o Brasil foi palco de várias revoltas e rebeliões. Em províncias diferentes, surgiram movimentos que questionavam a ordem política e social. Assinale V para opções verdadeira e F para as falsas, levando em consideração as seguintes afirmativas sobre rebeliões desse período: a) ( ) A cabanagem (1835 1840), ocorrida no Pará, foi um movimento que contou com a participação das camadas pobres e defendeu, entre outras propostas, a independência da província. b) ( ) A Revolução Farroupilha (1835 1845) foi um movimento de contestação da ordem, ocorrido no Rio Grande do Sul. Seus participantes eram principalmente indivíduos pobres ou escravos que lutavam por mudanças sociais e pelo fim da escravidão. c) ( ) A Revolta dos Malês (1835), na Bahia, foi um motim de escravos e libertos que queriam o fim da escravidão e da propriedade privada da terra. d) ( ) No Maranhão, ocorreu a Balaiada (1838 1841), na qual grandes comerciantes e proprietários de terras exigiram mudanças políticas e cortes de impostos. 10. Nome dado ao dia em que D. Pedro, desobedecendo as ordens de D. João, resolveu permanecer no Brasil. Ocorreu em janeiro de 1822. (A) Executivo (B) D. Pedro (C) Dia do Fico (D) Legislativo 11. Período em que o Brasil foi governado por regentes, de 1831 a 1840. (A) Diogo Feijó (B) Restauradores (C) Período Regencial (D) Guarda Nacional 12. Um dos líderes da Confederação do Equador. Foi condenado à morte por ordem de D. Pedro. (A) D. Pedro (B) Executivo (C) Legislativo (D) Frei Caneca 13. Revolta que ocorreu na província da Bahia, de 1837 a 1838. O principal líder foi o médico Francisco Sabino. Exaltados. (A) (B) Verdadeiro Falso 14. Choque entre os partidários do imperador e aqueles que eram contrários a ele, através de violentas brigas. Noites das Garrafadas. (A) (B) Verdadeiro Falso 15. Tentativa de estabelecer um governo republicano independente, no Nordeste, em 1824. Envolveu as províncias de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

16. Lei mais importante de um país, que contém normas relativas aos poderes públicos e direitos da população. 17. Sistema de votação no qual só podia votar ou se candidatar a cargos públicos quem ganhasse uma renda mínima. 18. Amante de D. Pedro, acabou se tornando conhecida dos brasileiros. 19. Poder que fica nas mãos dos senadores, deputados federais, estaduais e vereadores. É responsável por criar as leis. 20. Poder que fica nas mãos dos ministros do supremo, juízes e desembargadores. É responsável por julgar as leis. Professora Núbia Soares