CIRURGIA ENDOVASCULAR Jong Hun Park Disciplinade Cirurgia Vascular e Endovascular Faculdadede de Ciências Médicas Santa Casa SP
Punção translombar
Acesso ao sistema vascular Exposição cirúrgica Cateterização percutânea(seldinger Seldinger)
Acesso ao sistema vascular Exposição cirúrgica Cateterização percutânea(seldinger Seldinger)
TIPOS Aumentode fluxo Reduçãode de fluxo Implantede materiais Remoçãode materiais
Aumentodo fluxo Angioplastia Dotter, 1964 (ATP)
Aumentodo fluxo Angioplastia Dotter, 1964 (ATP)
Aumentodo fluxo Angioplastia por balão Gruentzig, 1974
Materiais
Tipos de stents
Aumentodo fluxo Princípios da angioplastia Cateterização seletiva da artéria Ultrapassar a lesão(recanalizar) Fraturar a placa Dilatar o vaso Uso do stent?
Angioplastia(ATP) x ATP + stent
Indicações para uso de stents Arterial Recanalizaçãode oclusões crônicas Dissecções Estenoseresidual >30% pós-atp Gradiente pressórico> 10 mmhg pós-atp Reestenoses Lesões fontede ateroembolismo Lesões proximais antes de bypass distal Lesões ostiais Coartaçãode aorta torácica Estenosede artéria pulmonar(pediátrico pediátrico)
Indicações para uso de stents Venoso Recanalizaçãode oclusões crônicas Compressão extrínseca por Tu. Estenose elástica, fibrótica ou recorrente Outras Moldagemde de colode aneurisma Reforçode endopróteses revestidas(stent-grafts)
Indicações TASC A: ATP TASC B: ATP TASC C: cirurgia X ATP Aorto-femoral Axilo-femoral Femoro-femoral Condições clínicas Preferênciado paciente Experiênciado cirurgião TASC D: cirurgia Eur J Vasc Endovasc Surg. 2007;33 Suppl 1:S55
Resultados Eur J Vasc Endovasc Surg. 2007;33 Suppl 1:S59
Resultados Eur J Vasc Endovasc Surg. 2007;33 Suppl 1:S60
Classificação TASC II - 2007 Eur J Vasc Endovasc Surg. 2007;33 Suppl 1:S58
Resultados Eur J Vasc Endovasc Surg. 2007;33 Suppl 1:S60-1
Resultados Eur J Vasc Endovasc Surg. 2007;33 Suppl 1:S60-1
Resultados Eur J Vasc Endovasc Surg. 2007;33 Suppl 1:S63
Estenose carótida Endarterectomia= padrão-ouroouro
Endarterectomia- complicações Lesãode nervos 7,6% Hematomas 5,5% Infecção 3,4% Parotidite Reestenose 20% NASCET -N Eng J Med 1991;325:444
ATP + stent carótida Elevado índice de AVC Elevado índicede de reestenose Elevado índicede de embolização O número de partículas embolizadas durante o tratamento endovascular é 8 x maior que o observado durante a endarterectomia Jordan WD, Cardiovascular Surgery 1999;7:33
ATP + stent carótida Histórico Final dos anos 80: ATP Kachel e Theron 1994-95: 95: Stents de Palmaz e Wallstent 1996: Dispositivo de proteção - Percsurg 1998: Angioguard 2000: Filtro EPI 2002: Wallstent específico para carótida - monorail
ATP + stent carótida Dispositivosde proteção cerebral Prevenção da embolização durante o procedimento Diminuição de 8 para 2% dessa complicação J.Theron. Radiology 1996;201:627
ATP + stent carótida Trials EUA 2 Randomizados SAPPHIRE CREST 6 Registros BEACH CABERNET ARCHER MAVERIC SECURITY CARESS Estudos de nãoinferioridade
ATP + stent carótida 72% 28% PCR, 2004
Diminuiçãodo fluxo Embolização Sangue autólogo Gelfoam Colas e polímeros Álcool absoluto Balões destacáveis PVA Esferasde acrílico Trombina Quimioembolização Molas Vasoconstricção Vasopressina Epinefrina
Embolização Ocluirum um leito vascular Isquemiatotal ou parcial Permanente ou temporária
Materiais
Implantede materiais Filtrosde veiacava Permanentes, temporários ou recuperáveis Endopróteses revestidas Aneurismas Aorta torácica, abdominal, ilíacas, poplíteas Dissecções Traumas FístulasAV Pseudo-aneurismas
AAA Vantagens Menor morbidade peri-operatória Menorinfecção Menortempo de internação Desvantagens Maior taxade re-intervenções Critérios anatômicos Seguimento rigoroso
AAA
AAA
TIPS
Cirurgia Endovascular Diversas áreasde atuação Menormorbidade Resultados comparáveis ou superiores Treinamento e atualização