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Transcrição:

GEOBIOLOGIA E BIOARQUITETURA Autor: Marcos Alves de Almeida (geomarcos@terra.com.br) ARTIGO EM 9 ATOS 3º. ATO Verifica-se que construções com telhados invertidos são geradoras de anomalias nocivas e telhados formando um triângulo (um prisma) isolado sobre um retângulo (um paralelepípedo) também gera anomalias nocivas. Deduz-se que há infinitas situações anômalas e a mesma quantidade de situações benéficas. Assim relata Jean de La Foye, em seu livro Ondas de Vida, Ondas de Morte, sobre uma edificação em Paris: Num bairro inteiramente novo da região parisiense, construiu-se uma prefeitura, cujos andares vão se alargando, de baixo para cima, como uma pirâmide invertida. A justificativa disso era razoável: cada andar, ultrapassando em largura o andar de baixo, permitiria que o sol entrasse no inverno, mesmo estando baixo, no céu, e forneceria sombra no verão, quando o sol está alto. O problema é que as formas que repousam sobre o solo e são maiores em cima do que em baixo criam um apelo extremamente poderoso de V- Elétrico, 12

ajudado pela captação binária de UV Elétrico sobre o terraço superior. Esse V-E é acompanhado de uma impressionante série de inversões incluindo-se aí o Vermelho e o Violeta do equador Chauméry-de Bélizal. Além disso, examinando-se as fotografias, apercebemo-nos de que o ambiente também está profundamente perturbado. Desde que se conheça o raio de ação de algumas formas de peso limitado, pergunta-se até onde se estende a nocividade de um tal edifício. Continuando, Foye, relata o que J.G. Bardet observou sobre esse local:... O interior climatizado engendra claustrofobia, tensão, fadiga nervosa. Em menos de um ano, as depressões nervosas se multiplicaram e quanto ao próprio prefeito, instalado no topo do imóvel ele declarou-se sem condições de trabalho... por sentir vertigens. Veja o desenho da arquitetura do prédio da prefeitura dos arredores de Paris: Bonito, funcional, mas gerou uma pirâmide invertida, com conseqüências funestas. 13

Jean De La Foye Figura 4 Construção inteligente, mas... Finalizando o capítulo, Jean de La Foye argumenta: A arquitetura em particular, apoiando-se em técnicas e materiais às quais dá forma à vontade, escapa ao normal. Queiramos ou não, o homem é parte integral da natureza e arriscase a pagar muito caro por sua falta de submissão à ordem natural. Está chegando o momento de abandonar essa atitude suicida e demonstrar humildade... Ars traditur naturam. Senão... É verdade! Eu trabalhei nos últimos quatro andares de um famoso edifício, em São Paulo, um dos mais bonitos e mais altos. Moderno e se localiza numa região promissora (não sei como!). Não entendo como nós somos seres dessa natureza! Como não vemos as ondas eletromagnéticas microvibratórias nocivas, acreditamos que elas não existem. Como não sentimos seus efeitos, de imediato, julgamos pela aparência, com o mesmo raciocínio macro do dia a dia. 14

Situação: O Edifício, magnífico, é totalmente blindado. Os vidros são parafusados. Não respira. Deve ser pela beleza estética. Quem olha de fora vê o edifício total, sem aquela história, de um vidro aberto, outro fechado. - Problema: o ar é injetado como ar condicionado, de baixo, por uma máquina poderosa. O ar chega ionizado. Como respirar o dia todo esse ar eletrizado? - Para funcionar um prédio dessa envergadura é necessário uma tensão elétrica poderosa: de 5 a 10 kv. - Nesses andares que estudei: os quatros últimos continham centenas de computadores ligados ao mesmo tempo. O chão dos andares era levantado, para passar os fios por baixo, com uma tensão elevada de emissão elétrica. - O local encontra-se perto do rio Pinheiros, que antigamente, era meandrante (como uma cobra). A planície do rio foi aterrada, corrigindo o traçado do rio. Antes era em local encharcado de água. Hoje em dia, aparentemente, o local foi corrigido, aterrado, mas a água continua a correr nessa região. Então: embaixo do edifício tem água subterrânea em movimento, gerando uma distorção de energia, desequilibrando as nossas energias magnéticas, acelerando nosso organismo, para se defender dessa anomalia nociva. Mais grave se dormir sobre o local. 15

- O local encontra-se na Bacia Tectônica Terciária. Antigamente, cerca de trinta milhões de anos atrás, a região era um lago. Hoje são sedimentos da Bacia Tectônica de São Paulo. Em suma: o local apresenta deslocamentos tectônicos, formando altos (Hortz) e baixos (Grabens). Região quebrada tectonicamente. Essas rupturas geram anomalias eletromagnéticas nocivas, mais graves se dormir no local. A região encontra-se sobre uma faixa de radiação ionizante, com emissão de gás radônio, que vibram mais 100 bilhões de vezes por segundo. Trabalhar nesse local é desgastante, dormir é muitas vezes pior. A arquitetura de tão elevado edifício, obriga a se criar estacionamentos no subsolo, vários andares para baixo. Eles são construídos de forma fechada, sem respiração. Imaginem: os gases vão se acumulando no subsolo e expandindo-se pelo edifício todo. Não é a toa que, nesses últimos quatro andares, muitas pessoas chegavam até a desmaiar e no fim do dia estavam esgotados, não pelo trabalho em si, mas pelo meio ambiente anômalo, com consequências nefastas à saúde das pessoas. Ainda por cima, naquela época, esses andares pertenciam a uma empresa de criação e propaganda. Quem consegue criar algo num local desse. Lindo! Porém... 16

Sugere-se aos arquitetos que, ao criarem um projeto arquitetônico, construam uma maquete e através da utilização de instrumentos radiestésicos, como o pêndulo universal de Chauméry-De Bélizal e o instrumento detector, denominado Caramujo com seletor (Bélizal & Morel, 1965), identifiquem as anomalias nocivas, antes de iniciar a construção propriamente dita. Outra sugestão é o estudo de casos: percorrer as construções já existentes e medir esses locais e aprender a identificar as anomalias nocivas. Observa-se que não tem uma fórmula pré-fabricada para se construir adequadamente, pois objetos espaciais são diferentes, não se encontrando, por exemplo, dois edifícios iguais. Mesmo sendo construídos com a mesma arquitetura, verifica-se que apresentam anomalias distintas, pois a influência do local onde foi instalada a construção é diferente; devem-se observar cada um de forma independente. Nos mundos espaciais, tridimensionais, não há repetições das anomalias, ou seja, no estudo do mundo espacial não há experiência adquirida teoricamente, é necessário o estudo direto nos locais e cada caso é um caso, deve ser tratado como único. Dentro desta linha de estudos de geometria de proporções harmônicas, a denominada geometria sagrada. Assim conhecida por encontrá-la na maioria das igrejas européias, também muitas das nossas, construídas nessas proporções harmoniosas. A mais 17

conhecida de todos é a Igreja de Chartres, de 1190, motivo de vários estudos de sua arquitetura. Fantástica! FIM DO 3º. ATO Marcos Alves de Almeida (geomarcos@terra.com.br) 18