Orientações gerais: Aditamento dos Convênios



Documentos relacionados
Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA

INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED

DOCUMENTO ORIENTADOR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE FLORIANÓPOLIS

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: Ementa:

INFORMAÇÕES AOS CANDIDATOS À DESIGNAÇÃO EM 2015 LEIA ATENTAMENTE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO DIRETORIA DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CHAMAMENTO ESCOLAS FEDERAIS, MUNICIPAIS E ESTADUAIS

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RESOLUÇÃO Nº 07/2015. O Conselho Municipal de Educação - CME, no uso de suas competências e considerando:

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Metas

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Estratégias

Especialização em Atendimento Educacional Especializado

Mesa Redonda: PNE pra Valer!

O USO DE SOFTWARES EDUCATIVOS: E as suas contribuições no processo de ensino e aprendizagem de uma aluna com Síndrome de Down

Escola Superior de Ciências Sociais ESCS

NOME DO CURSO: Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Especialização Modalidade: A distância

Art. 1º A presente Resolução dispõe sobre a educação especial na educação básica no Estado de Minas Gerais e dá outras providências.

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

INFORMAÇÕES AOS CANDIDATOS À DESIGNAÇÃO EM 2014 LEIA ATENTAMENTE

Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu

CURSO SEMI PRESENCIAL FORMAÇÃO DE EDUCADORES PARA A INCLUSÃO FAMILIAR, EDUCACIONAL E SOCIAL DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PÓS-GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO PARA VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO. Considerações Iniciais. Princípios. Aspectos Importantes

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÕES DO INSTITUTO SUPERIOR DE TECNOLOGIAS AVANÇADAS

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

Autorizada reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte.

REGULAMENTO PROGRAMA DE MONITORIA

3.2. Os projetos de pesquisa e de extensão deverão, necessariamente, referir-se ao Poder Legislativo e ser vinculados às seguintes linhas temáticas:

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

NORMAS DO ESTÁGIO CURRICULAR

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

UNCME RS FALANDO DE PME 2015

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação?

Disciplina Estrutura e Funcionamento da. Licenciatura em Química Professor: Weslei Cândido

c) que o acesso, a permanência e o sucesso escolar constituem direito do educando;

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE UFCG PROCESSO SELETIVO DE ALUNOS PARA O II CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (MEC-UFCG)

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

PROCESSO SELETIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS PARA CADASTRO DE INSTRUTORES DE CURSOS A DISTÂNCIA

Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP

RESOLUÇÃO Nº 22/2015

CAPÍTULO I CONCEITO, FINALIDADE E OBJETIVOS

06 DISTÂNCIA PÓS-GRADUAÇÃO. Carga Horária de 420 horas A. ou 12 meses. Objetivo. Público MATRÍCULAS ABERTAS!

Data: 10/05/2013 Assunto: Orientação à atuação dos Centros de AEE, na perspectiva da educação inclusiva

CONSELHO SUPERIOR DO ISEI RESOLUÇÃO Nº 01/ 2007, DE 29 DE JUNHO DE 2007

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS - CESCAGE FACULDADES INTEGRADAS DOS CAMPOS GERAIS

Coordenação de Pós-Graduação e Extensão. Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC

TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE CAPÍTULO II DOS CENTROS

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

NOSSA ESCOLA ANOS DE TRADIÇÃO E QUALIDADE, FAZENDO HISTÓRIA NO PRESENTE E NO FUTURO!!! Do Maternal I ao 5º ano SERVIÇOS E CURSOS QUE OFERECEMOS

Curso de Engenharia de Elétrica

Regulamento dos Estágios Supervisionados do Curso de Pedagogia CAPÍTULO I DA REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

PÓS-GRADUAÇÃO I. Objetivos II. Modalidades Pós Graduação Stricto Sensu: Pós Graduação Lato Sensu: Especialização

Manual de Orientação de Atividades Complementares

DOCUMENTO TÉCNICO DO PROJETO

PROFMAT - Programa de Mestrado Profissional em Matemática. Regimento. Coordenação do ensino de matemática nas escolas;

Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva (2008)

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

Considerando que as Faculdades Integradas Sévigné estão em plena reforma acadêmica que será implementada a partir de 2009 e;

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS

Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: 2. OBJETIVO(S):

Ministério da Educação

O SECRETÁRIO DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, tendo

A Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino de Sergipe. II Encontro Estadual dos Conselhos de Educação

RESOLUÇÃO SEE Nº 2.680, DE 18 DE SETEMBRO DE 2014.

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM...

O que é Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade)?

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM COMISSÃO DE CULTURA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO Modalidade: PRESENCIAL REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS

Organização do Atendimento Educacional Especializado nas Salas de Recursos Multifuncionais

REGULAMENTO DO NUCLEO DE PESQUISA EM PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU E EXTENSÃO

Edital 05/2014 UNA-SUS/UFCSPA Seleção de Tutores à Distância para o Curso de Especialização em Saúde da Família

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Educação Artística (Artes Cênicas Artes Plásticas Música)

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT.

PREFEITURA MUNICIPAL DE LINHARES SECRETARIA DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº 011/2014

GOVERNO DO ESTADO DO CEARA CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E PROFISSIONAL

DECRETO nº de

ORIENTAÇÕES SOBRE A COLETA CADASTRO DE DOCENTES /AUXILIAR /ASSISTENTE EDUCACIONAL / PROFISSIONAL MONITOR NO SISTEMA DE CADASTRO DE ALUNOS

Regulamento de Estágio Supervisionado Licenciatura em Música

A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO D E C R E T A

PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES

Transcrição:

Orientações gerais: Aditamento dos Convênios

Público-alvo Educandos com deficiência intelectual, deficiência múltipla ou com transtorno do espectro autista que necessitam de apoio permanente/pervasivo. Egressos das Escolas de Educação Especial das instituições conveniadas. Egressos da rede estadual, encaminhados pela diretoria de ensino.

Garantia de permanência, em caráter de exceção, aos alunos de até 30 anos que necessitem de apoio extensivo com significativa defasagem idade-série/ano, cujas condições individuais impossibilitem a inclusão imediata e/ou permanência na rede comum, já matriculados pelo convênio da SEE.

Objetivos Oferecer recursos e estratégias que atendam às necessidades de apoios contínuos e ajuda aos alunos, com ênfase no Currículo Funcional. Estimular, de acordo com os interesses e as potencialidades de cada aluno, a aquisição de autonomia e independência nas habilidades básicas, de maneira funcional.

Trabalhar as competências sociais e promover a inclusão do aluno na comunidade. Proporcionar o bem-estar e a melhora da qualidade de vida. Oportunizar ao aluno o desenvolvimento de habilidades nas áreas de funcionalidade acadêmica, comunicação, autocuidado, vida familiar, vida social, autonomia, saúde/ segurança e lazer/trabalho.

Organização das classes/turmas Considerar deficiência e idade cronológica. Formação de grupos de acordo com a necessidade de apoio e níveis de desenvolvimento, em consonância com as Diretrizes para Cooperação Técnica entre as Instituições/APAE e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

Fase I: escolarização inicial Alunos na faixa etária de 6 a 14 anos e 11 meses. Fase II: atendimento socioeducacional Alunos na faixa etária de 15 a 30 anos.

Formação de sala Número de alunos por sala: Alunos com DI: Fase I: até 10 alunos; Fase II: até 15 alunos. Múltiplos até 06 alunos.

Transtorno do espectro autista até 08 alunos. Nível I caráter transitório de 1 ano, com encaminhamento posterior para a rede regular de ensino que exigem apoio: no máximo, 08 (oito) educandos por sala. Nível II que exigem apoio substancial: no máximo, 06 (seis) alunos por sala.

Nível III que exigem apoio muito substancial: no máximo, 04 (quatro) educandos por sala. Os casos excepcionais deverão ser justificados e ratificados pelos supervisores de ensino responsáveis pela escola da instituição e pelo convênio.

Fluxo de encaminhamento para Escola de Educação Especial Encaminhamento para as Fases I e II deverá ser realizado pela diretoria de ensino. A Escola de Educação Especial não é porta de entrada.

O aluno que apresentar deficiência, independente da necessidade de apoio, deve ser encaminhado para matrícula na rede comum de ensino, onde será avaliado de acordo com as suas necessidades educacionais.

... Havendo entendimento de que o mesmo necessita de apoio pervasivo, ele poderá ser encaminhado para Escolas de Educação Especial. Para os casos de alunos pervasivos que já frequentam a instituição e que atingem a idade escolar, a matrícula deverá ser efetivada na escola especial da instituição conveniada.

Educação Especial para o Trabalho Não haverá financiamento para a Educação Especial para o Trabalho.

As instituições conveniadas que tiverem alunos com perfil para a Educação Especial para o Trabalho devem formar as turmas para convênio na Fase II socioeducacional e seguir a metodologia de trabalho prevista no documento Diretrizes para a Educação Especial para o Trabalho.

Formação do professor Portador de licenciatura plena em Pedagogia e certificado de curso de Especialização em Educação Especial, em conformidade com o estabelecido na deliberação CEE 112/2012.

Em Pedagogia, com habilitação na respectiva área da Educação Especial. Portador de licenciatura plena em Educação Especial.

Excepcionalmente para este aditamento, será autorizada a permanência de professores que já atuam nas escolas das instituições conveniadas, portadores de licenciatura plena em Pedagogia, com certificado de especialização na respectiva área da Educação Especial em curso autorizado pelo MEC, mesmo que concluintes após 31/12/2009.

Excepcionalmente para este aditamento, poderá ser autorizada em caráter excepcional, pelo dirigente regional de ensino, a permanência de professores que já atuam nas escolas das instituições conveniadas, obedecendo a seguinte ordem:

1. Portador de licenciatura em Pedagogia, com cursos de especialização com, no mínimo, 120 horas na área de Educação Especial; 2. Portador de outras licenciaturas com pós-graduação na área de Educação Especial;

3. Portador de diploma de Ensino Médio, com habilitação para o magistério e curso de especialização na área de Educação Especial de no mínimo 120 horas.

No caso dos professores de Arte, Educação Artística, Música, Desenho ou outra atividade prevista na proposta pedagógica deverão ser juntados aos documentos pessoais, os diplomas registrados, referentes às habilitações para as quais foram ou serão contratados para lecionar.

Sistema de Cadastro de Alunos CIMA Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional DEINF Departamento de Informação e Monitoramento CEMOR Centro de Monitoramento de Resultados

Orientações A. Acesso ao sistema: ww.gdae.sp.gov.br Selecionar Alunos

B. Problema com chave primária/secundária/usuário: E-mail infoeducacao@educacao.sp.gov.br Tel. 0800-7700012

C. Esclarecimento de dúvidas: Entrar em contato com a diretoria de ensino: CIE Centro de Informação Educacional e Gestão da Rede Escolar NRM Núcleo de Gestão da Rede Escolar e Matrícula

Para inclusão de matrículas em classes de Educação Especial Exclusiva (EEE) é necessário: que na ficha do aluno conste a informação de uma das categorias de necessidade educacional especial;

informar o tipo de ensino e a série/ano que estão sendo ofertados ao aluno; autorização do CAESP/CAPE para alunos com série retroagida.

Orientações Ficha do Aluno Deficiências permitidas no Sistema Deficiência 1. Múltipla 2. Cegueira 3. Baixa visão 4. Surdez severa ou profunda 5. Surdez leve ou moderada 6. Surdocegueira

Deficiência 7. Física Paralisia cerebral 8. Física Cadeirante 9. Física Outros 10. Síndrome de Down 11. Intelectual

Transtorno global do desenvolvimento Altas habilidades 20. Autista infantil 21. Síndrome de Asperger 22. Síndrome de Rett 23. Transtorno desintegrativo da infância 30. Alta habilidade/superdotação

Orientações Classe Conveniada Tipo de Ensino 33 Descrição Educação Especial Exclusiva Observação EEE Educação Especial Exclusiva. Utilizado para representar a matrícula dos alunos deficientes que estão matriculados exclusivamente na Educação Especial.

Tipo de Ensino 33 Descrição Educação Especial Exclusiva Observação Na matrícula dos alunos nas classes de EEE Educação Especial Exclusiva conveniadas com a Secretaria da Educação do Estado (tipo de classe 8) devem ser obedecidos os parâmetros estabelecidos na legislação que rege os convênios (Decreto e Resolução SE).

Quadro Resumo (opção 15.1): informar projeção das classes de EEE Educação Especial Exclusiva. Coleta de Classes (opção 15.2): coletar a classe tipo de ensino 33 EEE Educação Especial Exclusiva; tipo de classe 8.

Lembretes A modalidade de EEE é substitutiva à escolarização. O aluno matriculado em classe de EEE não pode ter matrícula em classe de escolarização, mesmo que no contraturno.

Plano de Trabalho

Qualificação técnica Equipe multidisciplinar: psicólogo, pedagogo/psicopedagogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, entre outros. Corpo docente: professores especializados (DI/ métodos e programas adequados) e professor de Educação Física, Arte, Música, que atuam diretamente com o aluno.

Do apoio Administrativo/Operacional: um monitor para cada sala, merendeira, motorista, serventes, auxiliar de sala.

A escola especializada deve dispor de um diretor, coordenador pedagógico, auxiliar administrativo, professores, monitor e pessoal de apoio operacional para atender os alunos durante seu período de permanência na Instituição/Entidade com escola especializada.

Carga horária do diretor e coordenador pedagógico de 40 horas se Instituição/ Entidade funcionar em dois períodos.

Qual o papel das diretorias de ensino no convênio? Supervisor de ensino: Observação da legalidade no desenvolvimento do convênio; Seguir as etapas das orientações realizadas;

Relatório circunstanciado, com o parecer após a visita à Instituição, assinado pelo supervisor responsável, ratificado pela dirigente, ao CAESP/CAPE.

Entrega da documentação para o aditamento: De 19 a 23 de outubro Diretorias de ensino serão escalonadas para entrega neste período; Informações com o cronograma de entrega serão enviadas por meio do boletim CGEB.

Obrigada! Neusa Souza dos Santos Rocca Diretora do CAESP/CAPE Equipe Técnica/Convênios CAESP/CAPE Queila Medeiros Veiga Vivian de Almeida Márcia Gamboa cgeb.degeb.caesp.cape@educação.sp.gov.br

Orientações gerais: Aditamento dos Convênios