ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO

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Transcrição:

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR GESTÃO DE EMPRESAS AUDITORIA E FISCALIDADE 2006/2007 CONTABILIDADE ANALÍTICA E DE GESTÃO II CONTABILIDADE DE GESTÃO II ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO ANUAL RESOLVER NAS AULAS

1 Apresentação da Empresa e do Processo de Fabrico 1.1 A Azulcer, S.A. é uma empresa produtora de azulejos, localizada no centro do país. Fabrica azulejos lisos e decorados de diversas medidas; comercializa os seus produtos quer no mercado interno quer no externo. As suas instalações têm uma área coberta de 15.000 m2 onde se encontram localizados todos os seus serviços. O seu organograma é, em termos genéricos, o seguinte: Conselho de Administração 01 Direcção de Produção ou Industrial 02 Direcção Comercial 03 Direcção Administrativa e Financeira 04 Controlo de Qualidade 05 1.2 Processo de Fabrico descrito de forma sumária através das seguintes fases: 1ª Fase O processo de fabrico iniciase com a preparação das matérias primas que conduzem à obtenção da pasta cerâmica; aquelas são introduzidas nas proporções adequadas (composição) nos moinhos ou nos diluidores, obtendose a pasta em estado líquido; esta pasta é acondicionada em tanques com agitadores. 2ª Fase A pasta cerâmica em estado líquido é tratada no atomizador, onde lhe é retirada a humidade, e se obtém a pasta em pó geralmente designada por pó atomizado. O pó atomizado é acondicionado em silos. 3ª Fase Dos silos, o pó atomizado é introduzido automaticamente no cunho da prensa que o comprime e se obtém o azulejo prensado. 4ª Fase O azulejo prensado passa em seguida pelo secador e pelo forno, obtendose o azulejo em chacota. 2

5ª Fase O azulejo em chacota passa às linhas de vidragem onde é vidrado e seguidamente ao forno de cozedura de vidrado, obtendose o azulejo liso, que constitui o produto acabado. Caso se pretenda azulejo decorado, o azulejo é, na linha de vidragem, serigrafado, entrando posteriormente no forno para cozedura de vidrado, obtendose assim o produto final desejado. 6ª Fase Os produtos acabados azulejo liso e azulejo decorado são de seguida sujeitos a escolha e embalados por produto, primeiramente, em caixas de cartão e em paletes, que seguem para o Armazém de Produtos Acabados. 1.3 Matérias Primas As matérias incorporadas são as seguintes: Matérias primas que entram na composição de pasta, nomeadamente, argila, caolino, feldspato e outros; Vidros e corantes (linhas de vidragem); Caixas de cartão, paletes e materiais diversos de embalagem (que constitui o material de embalagem). 1.4 Custos de Funcionamento A empresa acumula os custos de funcionamento por centros de custos (secções) e encontramse definidos os seguintes (indicandose também as respectivas unidades de medida de actividade e controlo): 01 Administração e Grupos Sociais 02 Direcção de Produção 02.01 Preparação de matérias primas U.I.: Quantidade () de pó atomizado produzido U.C.: mês 02.02 Prensagem U.O.: Hm 02.03 Cozedura U.O.: Hm 02.04 Linha Vidragem U.O.: Hm 02.05 Escolha e Embalagem U.O.: Hm 02.06 Armazém de Produtos Acabados U.I.: à quantidade de azulejos produzidos U.C.: mês 02.07 Oficinas U.O.: Hh 02.08 Gastos Comuns U.I.: às restantes secções da Direcção de Produção, excepto armazéns e oficinas, proporcionalmente aos respectivos custos directos U.C.: mês 03 Direcção Comercial U.C.: mês 04 Direcção Administrativa e Financeira U.C.: mês (inclui, por simplificação do número de secções, os custos inerentes a Administração e Corpos Sociais 3

2 Produtos a Custear A análise do processo produtivo conjugado com a necessidade de informação sobre custos, conduziram à definição, para efeitos de custeio, dos seguintes produtos e um semiproduto (por simplificação considerámos apenas um tipo de azulejo por medida): Produtos Azulejo 15 x 15 Azulejo 20 x 20 Semiproduto Pó atomizado A unidade de medida da produção é: Pó atomizado: tonelada () Azulejos: metro quadrado (m2) Sistema de custeio A empresa adopta na determinação do custo dos produtos o sistema de custeio total completo. Outras informações: Imobilizações A empresa adopta o critério de quotas constantes no cálculo das amortizações. 3 Dados para a Elaboração do Orçamento Anual 3.1 Vendas A previsão de vendas para 200X é a seguinte: Azulejo 15 x 15 Azulejo 20 x 20 Pó atomizado U.F. m2 m2 Preço Venda ( ) 5 6,0 60 1º T. 2º T. 3º T. 4º T Total 75.000 180.000 1.300 90.000 330.000 1.300 75.000 240.000 1.300 120.000 450.000 1.300 360.000 1.200.000 5.200 As vendas são regulares dentro de cada trimestre. O prazo médio de recebimento é de 60 dias para as vendas de azulejos e 30 dias para o pó atomizado. Sobre as vendas incide IVA à taxa de 19%. Prevêse que os custos comerciais variáveis sejam: 3.2 Produção Transportes Comissões P.M.P. Azulejo (15 x 15) e (20 x 20) 0,25 /m2 1% sobre o v. vendas 60 dias Prevêse que a existência de azulejos no final do ano represente 1 mês das vendas médias desse período. Quanto ao pó atomizado considerase que existência final deverá ser de 2.400 tons. A produção é regular ao longo do ano para os produtos acabados e semiproduto. 4

As existências iniciais dos azulejos e do pó atomizado eram as seguintes: Azulejo 15 x 15: 24.000 m2 Azulejo 20 x 20: 180.000 m2 Pó atomizado: 2.472 3.3 Compras Relativamente às matérias, argila, caolino, feldspato e vidros, pretendese que a existência no final do ano seja equivalente a 2 meses de consumo médio anual. Quanto ao material de embalagem, pretendese que não haja variação de stocks. As compras serão regulares ao longo do ano para todas as matérias. As respectivas existências iniciais eram: Argila: 850 Caolino: 451,6 Feldspato: 362 Vidros: 187 Material de embalagem: 34.000 Os custos de aquisição previstos são os seguintes: Argila: 35 / Caolino: 60 / Feldspato: 80 / Vidros: 600 / O prazo médio de pagamento para todas as naturezas de matérias é de 60 dias. Sobre as compras referidas incide IVA à taxa de 19%. 3.4 Orçamento de custos de produção Os consumos previstos por 1.000 m2 de cada produto e por tonelada de pó atomizado são os seguintes: Descrição U.F. Pó atomizado Az. 15 x 15 Az. 20 x 20 1. Mat. Directas Argila Caolino Felspato Vidros Pó atomizado Mat. Embalagem 2. C. Transformação Prep. m. p. Prensagem Cozedura Vidragem Esc. embalagem Hm Hm Hm Hm 0,25 0,09 0,05 1 1,0 12 350 6,0 8,0 2,0 2,0 1,5 20 250 6,0 8,0 2,5 1,75 5

3.5 Custos de Funcionamento Os custos das secções fabris constam do anexo 1 (secções de custos variáveis) e do anexo 2 (secções de custos fixos) e os das secções de gastos gerais do anexo 3. 3.6 Investimentos Pretendese, no início do ano, a substituição de um equipamento da linha de vidragem cujo valor líquido contabilístico é de 40.000. O novo equipamento será adquirido por 600.000 e a empresa entrega o equipamento antigo pelo valor contabilístico. 3.7 Tesouraria Na elaboração do orçamento de tesouraria, há que ter em conta os recebimentos e pagamentos respeitantes ao ano anterior: Recebimentos de clientes 1º trimestre: 1.200.000 Pagamentos a fornecedores 1º trimestre: 600.000 As previsões para o ano, no que se refere aos custos com o pessoal são as seguintes: A. Ordenados B. Encargos Sociais Subsídio férias Subsídio Natal Segurança social (23,75%) Seguros acidentes trabalho Outros Taxa B/A = 60% Valores 1.008.000 84.000 84.000 279.300 40.320 117.180 604.800 No mês Datas pagamento Julho Novembro No mês seguinte Janeiro e Julho em partes iguais Trimestralmente em partes iguais Sobre as remunerações os trabalhadores descontam 11% para a Segurança Social e a taxa média de retenção na fonte para o IRS é de 10%. As retenções efectuadas para o IRS são pagas no mês seguinte. A energia eléctrica, o gás, o fuel, gasóleo e outros FSE são pagos no mês seguinte. A empresa regulariza o seu IVA a 60 dias da data das facturas. 3.8 Orçamento financeiro A Empresa, para ocorrer a eventuais necessidades de tesouraria poderá utilizar uma conta corrente caucionada, incidindo juros à taxa anual de 8% sobre o montante utilizado em cada trimestre. No final do 1º e 3º trimestres, a empresa irá liquidar as duas últimas semestralidades e respectivos juros de um empréstimo de médio prazo contraído quando da sua instalação. 6

O reembolso de cada amortização será de 375.000 e vence juros à taxa anual de 6%. A empresa poderá fazer aplicações financeiras no mercado financeiro remunerados à taxa líquida de 4%. Os juros destas aplicações são calculados a partir do primeiro dia de cada mês e recebidos no início do trimestre seguinte. Pretendese possuir disponibilidades finais mínimas de 60.000. IMOBILIZADO LÍQUIDO EXISTÊNCIAS BALANÇO INICIAL 01.01.200X 4.250.000 SITUAÇÃO LÍQUIDA Capital Social Reservas Resultado Líquido a) (em euros) 3.000.000 a) 772.000 CRÉDITOS Clientes Juros a Receber APLIC. TESOURARIA 1.200.000 250 25.000 PASSIVO Fornecedores Emp. Bancários E.E.P. Acréscimos e Diferimentos 600.000 750.000 11.000 11.250 CAIXA E DEP. ORDEM 50.000 a) Valorize as existências iniciais aos respectivos custos do orçamento do ano 200X e acerte o Balanço com a rúbrica Reservas. PRETENDESE: Elaboração do Orçamento Anual da Empresa Azulcer, SA para o ano 200X. Considere uma taxa de IRC de 25%. 7

ANEXO 1 SECÇÃO DE CUSTOS VARIÁVEIS Descrição U.F. C.U. Prep. Esc. Prensag. Cozed. Vidrag. ( ) MP emb. Oficinas 1. Custos directos 1.1 Variáveis Energ. Eléctrica Kwh 0,02 13 10 15 6,0 2,0 20 Gás m3 0,2 25 Fuel Kg 0,06 0,5 1.2 Fixos Ordenados 5.250 4.800 7.500 9.800 12.250 3.500 Amortizações 6.900 6.300 40.000 3.900 4.500 720 Seguros 200 120 900 60 100 30 Outros FSE 1.500 1.500 2.000 1.000 1.200 500 2. Reembolsos Oficinas Hh 0,15 0,35 0,3 0,2 0,05 Os custos variáveis estão expressos por U.O. de cada secção, enquanto os custos fixos estão indexados ao mês. 8

ANEXO 2 SECÇÃO DE CUSTOS FIXOS Descrição U.F. Arm. PA Gastos Comuns 1. Custos Directos Ordenados 2.520 1.380 Amortizações 600 510 Energia eléctrica 90 120 Outros FSE 540 450 Seguros 70 2. Reembolsos Oficinas Hh 130 ANEXO 3 SECÇÃO DE GASTOS GERAIS Descrição U.F. Dir. Adm. Dir. Comercial Ordenados 22.000 1.500 Gasóleo 1.500 1.200 FSE 900 1.200 Amortizações 2.700 3.120 Seguros 90 720 Os custos indicados nos anexos 2 e 3 reportam a custos mensais. 9