REQUERIMENTO (Do Sr. Geraldo Resende)



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REQUERIMENTO N.º DE 2012.

Transcrição:

REQUERIMENTO (Do Sr. Geraldo Resende) Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, relativa a liberação de recursos através dos processos em trâmite no Ministério da Saúde, para a aquisição de equipamentos e material de consumo para o CTI/UCO da Santa Casa de Campo Grande, MS. Senhor Presidente: Nos termos do art. 113, inciso I e 1º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, requeiro a V. Exª. seja encaminhada ao Poder Executivo a Indicação em anexo, sugerindo a liberação dos recursos previstos nos processos 25006.002949/2003-76, 25006.003033/2003-33 e 25006.002952/2003-90, voltados à modernização e adequação de unidades de saúde do SUS, visando a aquisição de equipamentos e materiais para o CTI/UCO da Santa Casa de Campo Grande, MS, face a atual carência no setor. Sala das Sessões, em de novembro de 2003. DEPUTADO GERALDO RESENDE - PPS/MS

3 INDICAÇÃO Nº, DE 2003 (Do Sr. Geraldo Resende) Sugere a liberação de recursos através dos processos em trâmite no Ministério da Saúde, para a aquisição de equipamentos e material de consumo para o CTI/UCO da Santa Casa de Campo Grande, MS. Excelentíssimo Senhor Ministro da Saúde: A Santa Casa de Campo Grande, maior hospital do Estado de Mato Grosso do Sul, com 830 leitos é a quarta maior instituição do gênero no país. É um Hospital de referência pois atende a todas as complexidades. Esses fatos fazem com que ali acorram pacientes de Mato Grosso, Acre e Rondônia, bem como do Paraguai e da Bolívia. Essa crescente demanda tem extrapolado a capacidade instalada da instituição. Pois bem, um hospital deste porte atualmente se ressente da falta de equipamentos e materiais em seu Centro de Terapia Intensiva, fato que pode levar ao gradual fechamento de seus 59 leitos, e a conseqüente redução de vagas no CTI/UCO adulto e pediátrico, como acontece em tantas outras Santas Casas pelo Brasil, que têm por política, não recusar atendimento.

4 Os problemas especificamente neste setor da Santa Casa, vêm se desdobrando inclusive para a falta de remuneração adequada, segundo alegam os médicos intensivistas. Eles destacam ainda, que o credenciamento da Santa Casa como hospital de referência para várias especialidades, como urgências médicas, gestação de alto risco, transplantes cardíacos e renais, grandes queimaduras, traumas e oncologia, depende de fatores básicos, como UTIs equipadas adequadamente e médicos titulados em terapia intensiva e áreas afins, conforme normas da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib). De sua parte, a direção da Santa Casa nega a falta de materiais no CTI, e que os equipamentos em falta trata-se de aparelhagem de uso contínuo, implicando na necessidade de manutenção, conserto ou aquisição de peças, que muitas vezes vêm de outros estados. Considerando que não existe um estoque de equipamentos, haveria casos esporádicos de demora de reposição. Demonstrando acuidade administrativa, a atual Direção tem buscado resolver esses impasses, pelos meios que lhe são acessíveis, especificamente através de investimentos com recursos do Ministério da Saúde. Assim, a solução está próxima, dependendo tão somente da consecução dos Processos Administrativos em trâmite no Ministério da Saúde, tendo por objeto a aquisição de equipamentos e material permanente para as unidades de terapia intensiva geral e cardíaca, bem como para a unidade de atendimento a queimados, respectivamente identificáveis pelos números 25006.002949/2003-76, 25006.003033/2003-33 e 25006.002952/2003-90, todos voltados à modernização e addequação de unidades de saúde do SUS, e todos apresentando situação em cadastramento. É cediço que a agilidade no trâmite e efetiva conclusão dos processos citados, representará o fim da angústia dos profissionais e da

5 direção daquele nosocômio, mas principalmente, irá restaurar o sentimento a tranqüilidade e confiança na população do Estado, acerca do pleno atendimento no maior hospital de Mato Grosso do Sul. Este é o fulcro de nosso requerimento: garantir ao SUS e por conseqüência aos sulmatogrossenses e à população de outras regiões, a universalidade e a integralidade na atenção à saúde pública. Sala das Sessões, em de novembro de 2003. Deputado GERALDO RESENDE - PPS/MS