Protocolos experimentais

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Transcrição:

Ação da saliva sobre os alimentos 1 Observação dos órgãos do tubo digestivo de uma ave granívora 2 Composição do ar inspirado e composição do ar expirado 3 Identificar órgãos respiratórios 4 Vamos verificar os movimentos respiratórios 6 Constituição do coração de um mamífero 7 Vamos medir pulsações 8 A absorção pelas plantas 9 Como circula a seiva bruta na planta? 10 Qual é a importância da luz para a realização da fotossíntese? 11 Vamos identificar substâncias de reserva nas plantas 12 Quais são os fatores essenciais para a germinação? 14 Quais são as condições necessárias à germinação da semente? 16 Condições favoráveis ao desenvolvimento de microrganismos 17 Protocolos experimentais

Ação da saliva sobre os alimentos A Reconhecer a presença de amido. Protocolos experimentais Informação complementar: O amido é um glúcido complexo presente em muitos alimentos. Este nutriente pode ser identificado através da água iodada, mas os seus constituintes (açúcares simples) não podem. Pedaço de maçã Miolo de pão Água iodada Conta-gotas 2 vidros de relógio Nota: A água iodada é o indicador químico do amido. Na presença do amido, a água iodada fica roxa. 1. Coloca num dos vidros de relógio o miolo de pão e, no outro, um pedaço de maçã. 2. Deita algumas gotas de água iodada no miolo de pão e no pedaço de maçã. OBSERVAÇÃO 1. Regista o que observas. Maçã Pão CONCLUSÃO 1. O que podes concluir acerca da presença de amido nestes dois alimentos? B Que ação tem a saliva sobre o amido? Cozimento de amido Saliva 2 tubos de ensaio Placa de aquecimento Água iodada Gobelé Conta-gotas Marcador Nota: O cozimento de amido obtém-se aquecendo, até à ebulição, uma mistura de amido em pó com água. 1. Com o marcador, identifica os tubos de ensaio com as letras A e B. 2. Coloca em cada um dos tubos de ensaio a mesma quantidade de cozimento de amido. 3. Junta um pouco de saliva ao tubo A. 4. Coloca os dois tubos de ensaio em banho-maria a 37 C, durante 5 minutos. 5. Deixa arrefecer. 6. Junta algumas gotas de água iodada aos conteúdos dos tubos A e B. OBSERVAÇÃO 1. O que observas na fase final da experiência? discussão 1. Qual foi o fator que variou? 2. Os tubos de ensaio foram aquecidos à temperatura de 37 C. Porquê? Conclusão 1. Como interpretas o resultado final? 1

Protocolos experimentais Observação dos órgãos do tubo digestivo de uma ave granívora Órgãos digestivos de ave granívora (por exemplo, pombo ou galinha) Tina de dissecação Tesoura Pinça Lupa 1. Coloca o tubo digestivo da ave na tina de dissecação. 2. Com a ajuda da figura (A), identifica os órgãos do tubo digestivo da ave. 3. Utilizando a pinça e a tesoura, abre o papo (B). 4. Procede do mesmo modo e abre o estômago (C). A Papo Fígado Moela Esófago Proventrículo Intestino OBSERVAÇÃO 1. Observa o conteúdo do papo e, com a ajuda da lupa, tenta identificar o alimento ingerido. 2. Observa a diferença de espessura entre as paredes da moela e do proventrículo. 3. Observa o conteúdo da moela e compara-o com o do papo. REGISTOS B C 1. Faz um esquema do tubo digestivo da ave e legenda-o. 2. Regista as tuas observações no caderno diário. Discussão 1. A que se devem as diferenças nos conteúdos do papo e da moela? 2. Por que razão a espessura das paredes do proventrículo é diferente da espessura das paredes da moela? 2

Composição do ar inspirado e composição do ar expirado Protocolos experimentais A Teor em água 2 espelhos Sulfato de cobre anidro Nota: O sulfato de cobre anidro indica a presença de água. 1. Passa o dedo sobre um dos espelhos. Coloca uma pequena porção de sulfato de cobre anidro sobre o espelho e observa. 2. Expira durante alguns segundos sobre o segundo espelho. 3. Passa o dedo sobre o segundo espelho e coloca uma pequena porção de sulfato de cobre anidro sobre a zona onde expiraste. Observa. 4. Regista o que observaste nos pontos 1 e 3 do procedimento. DISCUSSÃO 1. O que verificas quando passas o dedo nos espelhos? 2. Qual é o gás responsável pelas alterações registadas? O que te permite tirar essa conclusão? B Teor dos gases 2 gobelés (A e B) Palhinha Água de cal Nota: A água de cal indica a presença de dióxido de carbono. 1. Deita a mesma quantidade de água de cal em cada um dos gobelés (A e B). 2. Deixa o gobelé A em contacto com o ar. 3. Coloca a palhinha no gobelé B e expira durante 30 segundos através dela, fazendo borbulhar a água de cal e tendo o cuidado de não aspirar. 4. Regista o que observas em cada um dos gobelés, A e B. DISCUSSÃO 1. Porque se utilizou a preparação A? 2. Qual é o gás em estudo nesta atividade? O que te permite fazer essa afirmação? 3. O que podes concluir relativamente à sua presença no ar expirado? CONCLUSÃO Completa a frase, substituindo as letras pelos termos corretos. Após a atividade, podemos concluir que, relativamente ao ar ambiente, o ar A é mais rico em B e C. 3

Protocolos experimentais A Como são os órgãos respiratórios dos peixes? Peixe fresco inteiro (ex.: carapau) P in ç a L â m in a Cânula de plástico Lupa Tesoura Esguicho com água Luvas descartáveis Tabuleiro de dissecação 1. Coloca o peixe no tabuleiro de dissecação. 2. Introduz a cânula na boca do peixe e tenta fazê-la sair por um opérculo (A). 3. Com a pinça, levanta um dos opérculos e observa. 4. Corta o opérculo com a tesoura (B). 5. Com a ajuda da pinça e da tesoura, retira uma brânquia e lava-a com um esguicho de água. 6. Coloca a brânquia na lâmina e observa-a com a lupa (C). Faz um esquema do que observas. 7. Retira um filamento da brânquia e observa-o. Faz um esquema do que observas (D). Identificar órgãos respiratórios discussão 1. Quantos opérculos tem o peixe e onde se localizam? 2. O que observaste quando introduziste a cânula na boca do peixe? 2.1 O que representa esse trajeto no processo respiratório do peixe? 3. Onde se situam as brânquias? 3.1 Que aspeto têm? 4. Como são constituídas as brânquias? Conclusão Completa a frase seguinte. As A são os órgãos respiratórios dos B. Estão localizadas nas C, protegidas pelos D. A B Opérculo retirado C Brânquia Opérculo Fenda opercular Arco branquial Câmara branquial Filamentos branquiais D Filamento branquial 4

Identificar órgãos respiratórios B Como são os órgãos respiratórios dos mamíferos? Protocolos experimentais Órgãos respiratórios do cabrito ou do porco Tubo de borracha B i s t u r i L u p a Luvas descartáveis Tabuleiro de dissecação A Traqueia 1. Coloca os órgãos respiratórios no tabuleiro e observa o seu aspeto exterior (A). 2. Identifica os órgãos que observas. 3. Aperta um pouco os pulmões de modo a sentires a sua textura. 4. Introduz o tubo de borracha na traqueia e sopra através dele. Observa (B) e (C). 5. Com o bisturi faz um corte longitudinal num dos pulmões (D) e observa a sua estrutura interna com a ajuda da lupa. Brônquios Pulmões B C DISCUSSÃO 1. Como é constituída a traqueia? 2. Como se faz a comunicação da traqueia com os dois pulmões? 3. Como podes descrever a textura do pulmão? 4. O que observaste depois de soprares pelo tubo? 5. Relaciona a textura do pulmão com o que observaste após a entrada de ar. CONCLUSÃO Transcreve para o teu caderno a frase seguinte, selecionando os termos adequados. Os mamíferos respiram por pulmões/brânquias, que são órgãos filamentosos/esponjosos e elásticos/rígidos. D Bronquíolos 5

Protocolos experimentais A Em tarefa de pares Fita métrica B a l ã o Vamos verificar os movimentos respiratórios A 1. Põe a fita métrica à volta da caixa torácica de um colega. Pede-lhe que coloque as mãos sobre as costelas. 2. Pede ao colega que inspire prolongadamente e regista a medida do perímetro (A). 3. Pede que expire com força de modo a encher o balão e regista o novo valor medido (B). B DISCUSSÃO 1. O que acontece ao perímetro da caixa torácica durante a inspiração? 2. O que acontece ao perímetro da caixa torácica durante a expiração? 3. Em que sentido se movimentam as costelas na inspiração? E na expiração? B Com um simulador da caixa torácica Garrafa de plástico transparente e sem fundo Rolha de cortiça perfurada Três balões de borracha Tubo de plástico em forma de «Y» Elásticos de borracha 1. Constrói o simulador da caixa torácica (C): 1.1 Com um elástico, prende um balão a cada ramo do tubo em forma de «Y». 1.2 Coloca o tubo com os balões na rolha perfurada que fecha a garrafa. 1.3 Corta um dos balões e adapta-o, com um elástico esticado e bem apertado, ao fundo da garrafa. 2. Puxa a borracha do fundo da garrafa para fora (D). 3. Larga borracha do fundo da garrafa (E). 4. Faz um esquema das tuas observações no caderno diário. DISCUSSÃO 1. O que observas quando puxas a borracha para fora? 2. O que observas quando largas a borracha? 3. Explica o que se pretende mostrar nas fases D e E da experiência. 4. Identifica os órgãos que as peças (1, 2, 3 e 4) simulam. C D E 1 2 3 4 6

Constituição do coração de um mamífero Coração de borrego ou de porco Pinça Luvas descartáveis Bisturi Tabuleiro de dissecação Palhinha Protocolos experimentais 1. Calça as luvas e coloca o coração na tina de dissecação com a face ventral voltada para cima. 2. Faz uma incisão com o bisturi, iniciando na parte inferior do coração, e corta-o seguindo as linhas assinaladas na figura A. 3. Com a ajuda da pinça, abre o coração. 4. Introduz a palhinha nos vasos sanguíneos e verifica a que cavidades estão ligados. A face ventral do coração de um mamífero apresenta um sulco oblíquo. A B Aurícula C direita Aurícula esquerda Ventrículo esquerdo Ventrículo direito OBSERVAÇÃO 1. Observa as cavidades do coração. 2. Examina a espessura das paredes das cavidades. 3. Localiza o orifício e as válvulas que fazem a comunicação das cavidades entre si. DISCUSSÃO 1. Quantas cavidades tem o coração? 2. Como comunicam, internamente, essas cavidades? 3. Compara as cavidades superiores com as inferiores quanto à espessura das suas paredes. 3.1 Há diferença entre a espessura das paredes das cavidades superiores e a das inferiores? 3.2 Há diferença entre a espessura das paredes da cavidade inferior direita e da cavidade inferior esquerda? CONCLUSÃO No teu caderno, escreve as frases seguintes, selecionando os termos corretos. O coração dos mamíferos tem três/quatro cavidades. As paredes das cavidades superiores são mais/ menos espessas do que as das cavidades inferiores. As paredes da cavidade inferior esquerda são mais/ menos espessas do que as da cavidade inferior direita. 7

Protocolos experimentais Pratica na sala de aula Cronómetro Corda de saltar Vamos medir pulsações 1. Coloca o dedo indicador e o dedo médio da mão direita no pulso esquerdo de um colega, na parte anterior e do lado do polegar, como mostra a figura. 2. Com a ajuda do cronómetro, durante quinze segundos, conta o número de pulsações que sentes. Multiplica por quatro. 3. Pede agora ao teu colega que salte uns minutos à corda. 4. Repete o procedimento 1. 5. Repete todo o procedimento mas sendo agora o teu colega a medir as tuas pulsações. Uma pulsação é uma contração das paredes de uma artéria e corresponde a um ciclo cardíaco. REGISTOS No teu caderno, faz um quadro onde registes as pulsações, as tuas e as do teu colega, em repouso e depois de saltar à corda. CONCLUSÃO Transcreve a frase seguinte com os termos corretos. As pulsações diminuem/aumentam com a prática de atividade física; logo, o coração bombeia o sangue com mais/menos frequência. 8

Pratica na sala de aula A absorção pelas plantas A Por que órgão é que as plantas absorvem a água? Protocolos experimentais 2 plantas da mesma espécie em igual estado de desenvolvimento 2 provetas Água Azeite I Fase inicial II Fase final (aula seguinte) 1. Faz as montagens A e B de acordo com o esquema da fase inicial. Tem o cuidado de deixar a zona pilosa fora do azeite, em A, e toda a zona pilosa da raiz mergulhada no azeite, em B. 2. Observa na aula seguinte (fase final, II). Água com sais minerais dissolvidos Discussão 1. O que observas em cada um dos tubos A e B? 2. Como podes explicar os resultados obtidos? Azeite B Como é que as plantas absorvem os sais minerais? III Fase inicial 3 plantas da mesma espécie em igual estado de desenvolvimento Água destilada (não tem minerais) Sais minerais sólidos Água com sais minerais dissolvidos 3 tubos de ensaio 1. Faz a montagem de acordo com o esquema da fase inicial (III). 2. Coloca as montagens nas mesmas condições de luz e temperatura. 3. Aguarda duas semanas. Regista as tuas observações. Discussão 1. Quais são os fatores que se mantiveram em cada montagem? 1.1 Quais são os fatores que se fizeram variar? 2. O que observas em cada um dos tubos, ao fim de duas semanas? 3. Pensa e explica: a) a forma como os minerais são absorvidos; b) a importância dos sais minerais no desenvolvimento da planta. CONCLUSÃO 1. Transcreve a frase, selecionando os termos corretos. A raiz só absorve os sais minerais no estado sólido/dissolvidos na água. Água destilada IV Sais minerais Água + sais minerais Fase final (15 dias depois) 9

Protocolos experimentais 2 matrazes (A e B) Água corada 2 rosas Tesoura Água Lupa Como circula a seiva bruta na planta? 1. Deita água no matraz A e água corada no matraz B, em igual quantidade. 2. Corta obliquamente a parte inferior do pedúnculo das flores e coloca uma flor em cada matraz. 3. Espera 24 horas. 4. Retira a flor da solução corada e lava a parte inferior do pedúnculo. 5. Com a tesoura, vai cortando pedaços com cerca de 2 a 3 cm da parte do pedúnculo que esteve mergulhada. 6. Observa os cortes com a lupa e desenha esquemas. A B A B Fase inicial PARA PENSAR 1. Que diferença observas nas flores, na fase final da experiência? Porque foi usada a montagem A? 2. Que diferenças apresentam os cortes do pedúnculo? 3. Descreve o trajeto seguido pela água corada. Relaciona o que observaste com o trajeto da seiva bruta. Fase final (24 horas depois) 10

Qual é a importância da luz para a realização da fotossíntese? Protocolos experimentais Para que a planta consiga produzir substâncias como o amido (substância de reserva), é preciso que as folhas estejam expostas à luz. Deste modo, a realização da fotossíntese pode ser comprovada verificando a presença de amido. III II Planta Água iodada Água Álcool 2 gobelés Placa térmica Papel de alumínio Tesoura Tina Pinça I Nota: Na presença de amido, o iodo fica azul. 1. Rega a planta e coloca-a num espaço sem luz por 48 horas. 2. Expõe a planta à luz por 12 horas, marcando três folhas (I, II, III) em diferentes condições de exposição à luz: A folha I fica totalmente exposta à luz; A folha II é parcialmente coberta com uma tira de papel de alumínio; A folha III é totalmente coberta com papel de alumínio. 3. Após o tempo de exposição, coloca as folhas marcadas em álcool aquecido em banho-maria, durante cerca de 30 minutos (tempo necessário para que o álcool dissolva a clorofila e as folhas fiquem descoradas). Observa. 4. Com a pinça, retira as folhas do álcool e passa-as por água fria. 5. Mergulha as folhas na tina com água iodada por uns minutos, retira e observa. 6. Regista as tuas observações (aspeto e cor das folhas) num quadro semelhante ao seguinte. I. Folha totalmente exposta ao sol II. Folha parcialmente coberta III. Folha totalmente coberta Antes do procedimento Após o aquecimento com álcool Após o teste com a água iodada I II III DISCUSSÃO 1. Copia e completa a frase que explica o passo 1 do procedimento com o termo correto. Forçar a planta a usar o (A) de reserva antes que este seja produzido de novo durante a exposição à luz. 2. Após o aquecimento das folhas, o álcool fica esverdeado. Explica porquê. 3. Como explicas as diferenças que observas nas folhas I, II e III? O que podes comprovar com este procedimento? 11

Protocolos experimentais Vamos identificar substâncias de reserva nas plantas Pratica na sala de aula A Quais são as substâncias de reserva da noz e do amendoim? Caixa de Petri Pinça Noz Almofariz Papel de filtro Amendoim Lamparina 1. Forra o almofariz com o papel de filtro e esmaga o amendoim. 2. Retira o papel e passa-o, cuidadosamente, por cima da chama da lamparina de modo a não o queimares. 3. Procede de igual modo com o miolo de noz. Observa. Nota: As gorduras aquecidas mancham o papel. Discussão 1. O que observas em cada papel? 2. A que se deve a mancha no papel de filtro? 3. O que podes concluir acerca das substâncias de reserva presentes na noz e no amendoim? 12

Vamos identificar substâncias de reserva nas plantas Pratica na sala de aula B Qual é a substância de reserva da batata e do arroz? Protocolos experimentais 2 vidros de relógio Água de arroz Água iodada Rodela de batata Conta-gotas 1. Em cada vidro de relógio, coloca uma rodela de batata e um pouco de água de arroz. 2. Deita duas gotas de água iodada sobre a rodela de batata e também na água de arroz. Observa. Discussão 1. O que observas na rodela de batata? E na água de arroz? 2. Porque se utilizou água iodada neste procedimento? 3. O que podes concluir acerca das substâncias de reserva presentes na batata e no arroz? 13

Protocolos experimentais Quais são os fatores essenciais para a germinação? A Como é constituída uma semente? Feijões Lupa Água Bisturi Gobelé Fita-cola 1.ª Parte 1. Coloca as sementes no gobelé e enche-o com água. 2. Deixa em repouso de um dia para o outro. 2.ª Parte 1. No dia seguinte, retira um feijão da água. 2. Com o bisturi corta a «casca» do feijão e separa as partes. 3. No teu caderno, com a fita-cola, fixa cada uma das partes da semente. 4. Faz a sua legenda com a ajuda da figura. Radícula Gémulas Caulículo Cotilédones 14

Quais são os fatores essenciais para a germinação? B Como germina a semente do feijoeiro? Protocolos experimentais Feijão Água Terra Vidro de relógio Algodão Recipiente de vidro 1. Coloca de molho (num recipiente com água) o feijão de um dia para o outro. 2. No dia seguinte, coloca o algodão no vidro de relógio e humedece-o com água. 3. Sobre o algodão húmido coloca o feijão. 4. Deixa germinar o feijão, mantendo sempre o algodão húmido. 5. Quando a raiz tiver cerca de 1 cm, retira o feijão com cuidado e transfere-o para a terra já colocada no recipiente de vidro. 6. Rega a terra com água e tem o cuidado de a manter sempre húmida e num local arejado. OBSERVAÇÃO 1. Observa diariamente o desenvolvimento da semente. 2. Faz o registo das tuas observações (esquemas, quadros ) e compara-as com as informações seguintes. Deves também registar a data em que é feita cada observação. Fases do desenvolvimento da semente do feijoeiro 2. O tegumento rompe e o embrião da semente inicia o seu desenvolvimento com o crescimento da radícula. 1. Semente 3. O caulículo cresce em direção à luz. A raiz continua a crescer, perfurando a terra e absorvendo a água com os sais minerais dissolvidos. 4. Desenvolvem-se as gémulas, futuras folhas. À medida que as folhas crescem, os cotilédones murcham e caem. 5. Mais tarde, aparecem as flores. 6. A partir das flores, formam-se frutos com novas sementes. 15

Protocolos experimentais Quais são as condições necessárias à germinação da semente? 4 sementes de feijão em bom estado 1 semente de feijão furada pelo bicho 5 copos de plástico transparentes Caneta de acetato Algodão Água Película aderente 1. Identifica cada copo com as letras A, B, C, D e E. 2. Põe em cada copo uma camada de algodão. 3. Humedece os algodões dos copos B, C, D e E com igual quantidade de água. 4. Põe um feijão em bom estado nos copos A, B, C e D, e no copo E põe o feijão furado. 5. Tapa a abertura do copo C com película aderente, de modo a evitar a entrada de ar. 6. Coloca os copos A, B, C e E num local arejado e à temperatura ambiente. 7. Põe o copo D no frigorífico. 8. Mantém as condições durante duas semanas, conservando os algodões sempre húmidos. Fase inicial A B C D E 16 Sem água Ar Temperatura ambiente Semente completa OBSERVAÇÃO 1. Observa de três em três dias e regista as observações numa tabela. INTERPRETAÇÃO 1. Qual é o fator que se pretende testar no copo A? 2. Qual é o efeito da temperatura na germinação das sementes? 3. Explica por que razão o feijão do copo E não germinou. 4. Justifica o que aconteceu no copo B. CONCLUSÃO Condições necessárias à germinação da semente Condições externas (ambiente) Temperatura adequada. Humidade (água). Ar (oxigénio). Água Ar Temperatura ambiente Semente completa Água Sem ar Temperatura ambiente Semente completa Água Ar Temperatura baixa Semente completa Condições internas Embrião completo. Cotilédones em bom estado. Água Ar Temperatura ambiente Semente furada

Condições favoráveis ao desenvolvimento de microrganismos Protocolos experimentais A Bolores 4 sacos de plástico transparente e com fecho 4 fatias de pão de forma sem conservantes Marcador Água Conta-gotas 1. Coloca uma fatia de pão em cada saco. 2. Com o marcador, identifica os sacos com as letras A, B, C e D. 3. Em cada uma das fatias de pão dos sacos B e C, deita 10 gotas de água com o conta-gotas. 4. Fecha os três sacos. 5. Põe os sacos A e B num local com luz solar, o saco C num local quente e escuro (por exemplo, dentro de uma caixa de cartão ou de um armário) e o saco D no frigorífico. 6. Ao fim de uma semana, faz a primeira observação. 7. Vai fazendo observações de dois em dois dias, até ao 13.º dia. OBSERVAÇÃO 1. Observa as fatias de pão através do saco de plástico e regista o que se vai passando. 2. Constrói uma tabela para registares as tuas observações. discussão 1. Quais foram os fatores que variaram nesta atividade? 2. O que se manteve constante? Conclusão O que podes concluir com esta atividade? Copia a frase, substituindo cada letra pelo termo correto. Fase inicial Fase final A A, o B e a C são fatores que proporcionam um ambiente adequado ao crescimento dos bolores. 17

Protocolos experimentais Condições favoráveis ao desenvolvimento de microrganismos B Bactérias do leite Leite do dia (contém bactérias, do tipo lactobacilos) Medidor de líquidos (250 ml) 2 frascos de vidro com tampa Frigorífico Marcador 1. Deita uma medida de leite em cada frasco. 2. Identifica os frascos com as letras A e B. 3. Fecha bem os frascos. 4. Põe o frasco A no frigorífico. 5. Põe o frasco B num local quente. Fase inicial 18 OBSERVAÇÃO 1. Observa o leite de cada frasco diariamente e durante sete dias. 2. Constrói uma tabela para registares as tuas observações. A discussão Fase final 1. Qual foi o fator que variou nesta atividade? 2. O que se manteve constante? CONCLUSÃO O que podes concluir com esta atividade? Copia a frase selecionando o termo correto. B A temperatura alta/baixa favorece o desenvolvimento das bactérias. Bactérias do leite coalhado, ao fim de uma semana.