Prof a TATHYANE CHAVES

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Transcrição:

Prof a TATHYANE CHAVES

ÉTICA do grego = ethos = modo de ser ou caráter MORAL do latino = morales = relativo aos costumes Etimologicamente pode-se falar indistintamente de ÉTICA ou de MORAL

ÉTICA conjunto de conhecimentos do comportamento humano que tenta explicar as regras morais de forma racional reflexão sobre a moral ciência ou filosofia da conduta humana MORAL conjunto de regras aplicadas no cotidiano orienta cada indivíduo, norteando suas ações julgamento sobre certo e errado

Para que haja conduta ética é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício CHAUÍ, 1997, p. 337 AMORAL ato realizado à margem de qualquer consideração a respeito das normas EXEMPLO: A avaliação estética de um livro requer a postura não-moral do crítico

MORAL sobrevivência ser humano age sobre a natureza cultura MORAL CONSTITUÍDA orienta o comportamento através de normas comportamento moral varia de acordo com o tempo e o lugar

ESTRUTURA DO ATO MORAL Aspectos: NORMATIVO - normas ou regras de ação e os imperativos que enunciam o deve ser FATUAL atos humanos enquanto se realizam efetivamente, efetivação ou não da norma na experiência vivida

FINALIDADE DA ÉTICA? Qual o bem supremo que podemos conseguir em todos os atos de nossa vida? A palavra que designa o bem supremo, aceita por todos, é a felicidade e, segundo a opinião comum, viver bem, agir bem, é sinônimo de ser feliz

ÉTICA caminho do bem liberdade FELICIDADE

ÉTICA ciência da conduta humana, segundo o bem e o mal, com vistas à felicidade O caminho real da FELICIDADE exige comportamento Ético, que é indissociável de um contínuo aperfeiçoamento das virtudes pessoais

O SER HUMANO É MORAL vida do ser humano - distinta da vida dos animais dotada de faculdades superiores: inteligência, vontade e amorosidade permite: conhecer as coisas prever atos e suas consequências julgar atos e fatos da vida, de maneira responsável moral

felicidade bem supremo, pleno e permanente FACULDADES SUPERIORES INTELIGÊNCIA conhecer os outros e a si VONTADE determinar-se, decidir-se, optar por isto ou aquilo AMOROSIDADE aproximação envolvente com outras pessoas

O MÉTODO DA ÉTICA conhecimento da realidade, racional, busca da essência do mundo, dos seres, das coisas, do homem, da vida introspecção sensibilidade intuímos 1º Princípio Ético: FAÇA O BEM Intuição por meio dela podemos intuir que toda pessoa tem acesso, por natureza, aos mesmos princípios éticos

NATUREZA HUMANA Um dos primeiros grandes temas da ética é o Criatura LIVRE Faz o bem e o mal Constrói a própria vida segundo bem entende É herói Cria sua vida Faz arte Ama Age LIVREMENTE O aprofundamento na natureza do ser humano será sempre um constante desafio, porém indispensável no estudo da Ética

Tema básico da ÉTICA LIBERDADE O homem é dotado de LIVRE ARBÍTRIO quem implica em : AUTODETERMINAÇÃO RESPONSABILIDADE ÉTICA arte de administrar a própria liberdade - administrar os chamados atos humanos

MORALIDADE Roubar para dar esmola aos pobres 1ª ação = má 2ª ação = boa a boa intenção não transforma um ato objetivamente mau em bom

ATOS DO HOMEM meramente fisiológicos realizados sem intervenção das faculdades superiores ATOS HUMANOS realizados de maneira consciente com pleno conhecimento e vontade

ATOS HUMANOS procedem da inteligência ou da vontade somente o Ato Humano tem significado moral ou ético somente ele pode ser moralmente bom ou moralmente mau

ATOS HUMANOS Obstáculos que afetam a vontade: MEDO: trepidação do ânimo perante o perigo presente ou futuro VIOLÊNCIA: de caráter físico (agressão, força) ou moral (ameaça, chantagem sentimental) PAIXÕES: movimentos da sensibilidade humana que podem desencadear à margem das faculdades superiores (ato de arrependimento) HÁBITOS: tendências ou disposições firmes e constantes hábitos bons = virtudes hábitos maus = vícios

principal obstáculo da inteligência = a ignorância, o desconhecer, o não saber História: O Rei que não sabia de nada Ruth Rocha

1 o Princípio prático FAÇA O BEM Não faça aos outros o que não queira que lhe façam O primeiro princípio prático coíbe o ato de egoísmo ou de ódio Faça aos outros aquilo que possa ser exemplo para todos O bem se deve fazer e perseguir, o mal se deve evitar Faça o bem: a si mesmo, aos outros e à natureza Consciência moral = juízo do intelecto prático xxxx julga acerca da bondade ou malícia de um ato Função reflexiva = julga aquilo se fez, aprovando ou desaprovando, como um tribunal

VIRTUDES MORAIS Prudência - hábito de decidir bem. Equivale a busca do conhecimento de todas as circunstâncias dentro das quais devemos agir (inimigas dessa virtude: a desatenção; a precipitação; a negligência, que leva ao dolo, à fraude, à trapaça) Justiça - dar a cada um o que é seu Fortaleza - disposição da vontade que leva a não desistir do esforço necessário para fazer o bem ou para resistir ao mal Temperança - é a virtude moral que nos dispõe a ter moderação nas atitudes, é ter equilíbrio

VIRTUDES são hábitos, adquiridos disciplinarmente predispõem as pessoas para agir bem não são inatas virtudes adquirem-se Ser feliz é o resultado do hábito do bem agir Virtude: hábito que torna o homem bom e lhe permite cumprir bem a sua tarefa Aristóteles, 2001

PRINCÍPIOS E NORMAS ÉTICAS INTERNO vs EXTERNO Havendo divergências a pessoa deve seguir o princípio ético interior, pois é a regra de conduta pessoal a consciência pessoal é a regra suprema da moralidade O homem é mais feliz na medida em que consiga maior aprovação íntima da sua conduta maior harmonia interior

ÉTICA NATURAL É própria da natureza humana O homem tende à verdade (inteligência), ao agir (vontade) e ao amor (amorosidade) livremente responsavelmente O ser humano se autogoverna e busca a ordem a felicidade livremente ÉTICA POSITIVA Os seres humanos a definem expressamente É a escrita, formulada mediante expressão cultural Tem função educativa, todavia, a família é a sociedade mais apropriada para a formação ética das pessoas

ÉTICA E RELIGIÃO Decálogo conhecido especialmente nas religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo) 1. Amar a Deus 2. Respeitar seu Nome 3. Guardar as festas 4. Amar aos pais 5. Não matar 6. Não pecar contra a castidade 7. Não roubar 8. Não mentir 9. Não cobiçar a mulher alheia 10. Não cobiçar coisas dos outros Os dez mandamentos são também Ética Positiva

NÍVEIS DE MORALIDADE SEGUNDO KOHLBERG Pré- Convencional Estágio 1 Estágio 2 Castigo e Obediência Troca Instrumental Impulsividade Autoproteção Oportunidade Convencional Estágio 3 Conformidade Interpessoal Conformidade Estágio 4 Lei e Ordem Consciência Pós- Convencional Estágio 5 Estágio 6 Direitos Básicos e Contrato Social Ética e Princípios Universais Autonomia Interdependência Integração

NÍVEL PRÉ-CONVENCIONAL baseia-se na obediência sem crítica até atingir a maturidade 1 º ESTÁGIO egocentrismo criança obedece a fim de evitar castigo ou para merecer recompensa 2º ESTÁGIO descentralização reconhecimento de que, ao lado do interesse pessoal trocas e acordos

NÍVEL CONVENCIONAL valoriza-se o reconhecimento do outro 3º ESTÁGIO identificação com as pessoas do grupo confiança e lealdade aos parceiros fazemos porque gostaríamos que os outros agissem da mesma maneira 4º ESTÁGIO - relações individuais são consideradas do ponto de vista do sistema, da sociedade regras, papéis e leis que garantem o bom funcionamento ordem social e bem-estar da sociedade

NÍVEL PÓS-CONVENCIONAL conflitos entre as regras e o sistema 5º ESTÁGIO - enorme variedade de valores e opiniões conflitos inconciliáveis entre o legal e o moral 6º ESTÁGIO - comportamentos morais passam a ser regulados por princípios princípios universais de justiça: igualdade dos direitos humanos, respeito à dignidade das pessoas não é uma recusa de leis ou contratos, mas a percepção de que eles são válidos porque se apóiam em princípios

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Alonso, Félix; López, Francisco; Castrucci, Plínio. Curso de Ética em Administração. Ed. Atlas. São Paulo, 2010 Filosofando, Introdução à Filosofia - Aranha, Maria Lúcia de Arruda; Martins, Maria Helena Pires. Ed. Moderna. São Paulo, 2003. PESQUISA ICONOGRÁFICA: http://www.google.com