- Crédito trabalhista: obrigação solidária do adquirente e alienante;



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Transcrição:

Aula de 02/03/15 5. ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL - Conceito: corresponde ao conjunto de bens reunidos pelo empresário (individual ou sociedade empresária) para a realização de sua atividade econômica; - Pode ser descentralizado: o estabelecimento comercial pode possuir filiais, depósitos em prédios isolados etc; - Possui bens materiais (mercadorias, instalações, equipamentos etc) e imateriais (marcas, patentes, ponto etc). 5.1. Alienação: - A venda do estabelecimento comercial deve ser realizada mediante contrato escrito, a ser arquivado na competente Junta Comercial e publicado na imprensa oficial. Enquanto os procedimentos citados não são realizados, a venda não possui efeito perante terceiros. - Concordância dos credores: os credores devem concordar, tácita (silêncio após 30 dias da notificação) ou explicitamente, com a venda. A concordância dos credores não será necessária quando sobrarem bens suficientes para quitar a dívida. Caso os credores deixem de ser notificados, a falência da empresa poderá ser decretada, assim como a venda será considerada ineficaz. - Passivo regularmente escriturado: transfere-se ao adquirente (comprador). O alienante (vendedor) continua responsável por certo período de tempo (1 ano, contado da publicação do contrato, para as obrigações vencidas, e contado do vencimento das demais). - Crédito trabalhista: obrigação solidária do adquirente e alienante;

- Crédito tributário: a) Responsabilidade subsidiária do adquirente, caso o alienante continue a explorar atividade econômica; b) Responsabilidade integral do adquirente, se o alienante cessar a exploração de atividade econômica. - Total ausência de responsabilidade do adquirente: leilão judicial promovido em processo de recuperação judicial ou falência. - Cláusula de não-restabelecimento: está implícita (não precisa estar descrita no contrato) e vale por 5 anos, relativamente ao mesmo ramo de atividade empresarial. Art. 1.147. Não havendo autorização expressa, o alienante do estabelecimento não pode fazer concorrência ao adquirente, nos cinco anos subsequentes à transferência. (código Civil) 5.2. Proteção ao ponto: - Ponto: local específico em que o Estabelecimento Comercial se encontra; 5.2.1. Locação não-residencial: O empresário locador possui direito à renovação compulsória do contrato de locação, desde que obedecidos os seguintes requisitos: a) Contrato escrito e com prazo determinado; b) O locatário deve ser empresário; c) Locação contratada por, no mínimo, 5 anos; d) Exploração do mesmo ramo de atividade pelo prazo mínimo e ininterrupto de 3 anos, à data da propositura da ação renovatória.

Art. 51. Nas locações de imóveis destinados ao comércio, o locatário terá direito a renovação do contrato, por igual prazo, desde que, cumulativamente: I - o contrato a renovar tenha sido celebrado por escrito e com prazo determinado; II - o prazo mínimo do contrato a renovar ou a soma dos prazos ininterruptos dos contratos escritos seja de cinco anos; III - o locatário esteja explorando seu comércio, no mesmo ramo, pelo prazo mínimo e ininterrupto de três anos. (Lei 8.245/91) - Exceção ao direito de renovação: a) Insuficiência da proposta de renovação (valor locatício); b) Proposta melhor de terceiro. Nessa hipótese, pode o locador oferecer proposta idêntica. Gera direito à indenização ao locador, caso não consiga renovar o contrato; c) Reforma substancial do prédio. Gera direito à indenização ao locador, caso o início das obras retarde por mais de 3 meses da desocupação; d) Uso próprio. Gera direito à indenização ao locador, caso o locatário exerça a mesma atividade no prédio; e) Transferência de estabelecimento empresarial existente há mais de 1 ano e de propriedade de ascendente, descendente ou cônjuge do locatário. Gera direito à indenização ao locador, caso aqueles exerçam a mesma atividade no prédio. 6. Nome Empresarial - Duas formas de nomes empresariais: firma e denominação. a) Firma: só pode ter por base nome civil, do empresário individual ou dos sócios. O núcleo do nome empresarial deverá sempre ser um ou mais nomes civis. Além de identidade do empresário, é também sua assinatura. Caso não conste o nome de todos os sócios, será necessário utilizar a expressão e companhia ( & Cia. ). Opcionalmente, pode indicar o respectivo ramo da atividade. Deve indicar o tipo societário. b) Denominação: deve sempre designar o objeto da empresa e pode adotar por base nome civil (Marques & Rodrigues Cosméticos Ltda.) ou qualquer outra expressão (nome fantasia

Alvorada Cosméticos Ltda.). Corresponde apenas a elemento de identificação do exercente da atividade empresarial. Deve indicar o tipo societário. - Empresário individual: só pode adotar firma, baseada em seu nome civil. O nome poderá ser abreviado, bem como poderá indicar o respectivo ramo da atividade. - Sociedade em nome coletivo: só pode adotar firma, que pode ter por base o nome civil de um, alguns ou todos os seus sócios. Caso não conste o nome de todos os sócios, será necessário utilizar a expressão e companhia ( & Cia. ). Também poderá indicar o respectivo ramo da atividade. - Sociedade em comandita simples: só pode adotar firma, da qual conste nome civil de sócio ou sócios comanditados. Os sócios comanditários não poderão ter os nomes utilizados. Logo, para fazer menção aos sócios comanditários, deve-se utilizar a partícula e companhia. Também poderá indicar o respectivo ramo da atividade. - Sociedade em conta de participação: por ser sociedade secreta, não pode adotar nome empresarial que revele sua existência. - Sociedade limitada: pode adotar firma ou denominação. Se adotar firma, e não utilizar o nome de todos os sócios, deverá conter a partícula e companhia. Em qualquer caso, deverá sempre utilizar a expressão limitada ( Ltda. ). Também poderá indicar o respectivo ramo da atividade. - Sociedade anônima: só pode adotar denominação de que deve constar referência ao objeto social. Também deve haver identificação do tipo societário através da expressão sociedade anônima ( S.A. ), usada no início, no meio ou no fim do nome. Também é possível utilizar o nome civil de pessoas que fundaram a companhia ou que concorrem para o seu êxito. - Sociedade em comandita por ações: pode adotar firma ou denominação. Caso adote firma, poderá utilizar apenas o nome civil, por extenso ou abreviado, dos sócios diretores ou administradores que respondem ilimitadamente pelas obrigações sociais. Na denominação, exige-se referência ao objeto social. Em qualquer caso, será necessário indicar o tipo societário pela locução comandita por ações. Se fundada em nome civil de um ou mais acionistas com responsabilidade ilimitada (diretores), é obrigatória a locução e companhia ( & Cia. ).

- Empresa individual de responsabilidade limitada: pode adotar firma ou denominação, sendo obrigatório o uso da locução EIRELI. - Observação: o empresário, pessoa física ou jurídica, ao se registrar como microempresário ou empresário de pequeno porte, terá acrescido ao seu nome a locução ME ou EPP, respectivamente. 6.1. Alteração do nome empresarial O nome empresarial pode ser alterado a qualquer momento, respeitados os requisitos citados acima. Assim, o nome empresarial poderá ser alterado se houver concordância de sócios que detenham participação do capital social que lhe assegure o direito de realizar a alteração. Por outro lado, existem hipóteses de alteração no nome empresarial sem vontade do empresário: a) Nomes empresariais fundados em nomes civis: 1º) saída, retirada, exclusão ou morte de sócio cujo nome conste da firma social; 2º) alteração da categoria do sócio, quanto à sua responsabilidade pelas obrigações sociais; 3ª) alienação do estabelecimento empresarial (se previsto em contrato, o adquirente pode usar o nome do alienante, precedido do seu, com a qualificação de sucessor de ). b) Demais causas: transformação (alteração do tipo societário) e lesão a direito de outro empresário. 6.2. Proteção ao nome empresarial O nome empresário é protegido por lei, por duas razões: preservação da clientela e do crédito. Em caso de identidade ou semelhança de nomes, o empresário que tenha feito se registrado em primeiro lugar poderá obrigar o outro a acrescer ao seu nome distintivo suficiente, alterando-o totalmente, caso não exista outra forma de distingui-lo com segurança. Art. 35. Não podem ser arquivados: V - os atos de empresas mercantis com nome idêntico ou semelhante a outro já existente;

(Lei 8.934/94) Art. 1.163. O nome de empresário deve distinguir-se de qualquer outro já inscrito no mesmo registro. Parágrafo único. Se o empresário tiver nome idêntico ao de outros já inscritos, deverá acrescentar designação que o distinga. (Código Civil) Art. 3º A sociedade será designada por denominação acompanhada das expressões companhia ou sociedade anônima, expressas por extenso ou abreviadamente mas vedada a utilização da primeira ao final. 2º Se a denominação for idêntica ou semelhante a de companhia já existente, assistirá à prejudicada o direito de requerer a modificação, por via administrativa (artigo 97) ou em juízo, e demandar as perdas e danos resultantes. (Lei 6.404/76) Art. 195. Comete crime de concorrência desleal quem: V - usa, indevidamente, nome comercial, título de estabelecimento ou insígnia alheios ou vende, expõe ou oferece à venda ou tem em estoque produto com essas referências; (Lei 9.279/96)