Vacinação e a saúde infantil



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Transcrição:

Vacinação e a saúde infantil Versão 2008 ポルトガル 語 版 Comitê de Revisão - Orientações sobre a Vacinação Divulgação: Fundação Centro de Pesquisa de Vacinação

This publication was subsidized by JKA through its promotion funds from KEIRIN RACE. Esta publicação foi patrocinada pela JKA por meio dos fundos de promoção da KEIRIN RACE.

* 日 本 にお 住 まいのお 子 様 方 の 予 防 接 種 は 原 則 として 日 本 国 の 予 防 接 種 法 予 防 接 種 実 施 規 則 などの 法 令 に 従 って( 外 国 において すでに 予 防 接 種 を 受 けられている 場 合 であっても) 接 種 して 頂 くことになっています 従 って 日 本 居 住 のお 子 様 には 母 国 の 予 防 接 種 法 でなく 日 本 の 予 防 接 種 法 ( 接 種 液 接 種 時 期 接 種 回 数 )で 行 いますので 不 足 の 予 防 接 種 の 分 は 母 国 に 帰 国 してからか あるいは 日 本 国 内 で 自 費 で 接 種 するようにしてください ( 御 不 明 の 点 がありましたら 主 治 医 に 御 相 談 ください ) * Qualquer criança que more no Japão é, em princípio, vacinada de acordo com a legislação e normas japonesas, incluindo a Lei de Vacinação Preventiva e a Implementação de Normas de Vacinação (mesmo que a criança já tenha sido vacinada fora do Japão). Essas crianças serão vacinadas de acordo com a Lei de Vacinação Preventiva do Japão (considerando a preparação da vacina, cronograma e freqüência de vacinação), e não de acordo com a legislação do seu país de origem, portanto, as vacinações que não são especificadas pela legislação japonesa deverão ser administradas à criança no Japão de maneira privada ou após o retorno ao seu país de origem (Se tiver alguma dúvida, consulte seu médico). Faça as seguintes confirmações antes da vacinação. 1. O seu filho está em boa saúde? 2. Você compreende a necessidade da vacinação, os benefícios e possíveis riscos (efeitos colaterais) da vacina que será administrada ao seu filho hoje? Se tiver dúvidas, anote-as. 3. Está portando a caderneta de saúde materno-infantil? 4. Respondeu o questionário de avaliação para vacinação?

Introdução As crianças adoecem com freqüência e, às vezes, gravemente. A vacinação pode protegê-las de diversas doenças graves. Este prospecto foi criado para fornecer informações sobre a vacinação e permitir que seu filho seja vacinado de forma segura. Que este prospecto auxilie a intensificar a saúde e o crescimento do seu filho. [Resumo dos pontos alterados nesta versão] Em comparação à versão de março de 2007, as seguintes questões foram revisadas de acordo com a alteração das normas do Ministério de Saúde e Bem-Estar Social relativas à vacinação. (1) A especificação do intervalo entre as vacinações contra difteria, coqueluche e tétano (vacina tríplice), poliomielite (poliomielite aguda) e encefalite japonesa, foram revisadas; o termo usado anteriormente era no intervalo de XX para YY semanas ; que foi alterado conforme segue: a) Na especificação dos intervalos da Fase 1, vacinação inicial, contra tríplice (difteria, coqueluche e tétano - DPT), a frase em intervalos de três a oito semanas foi alterada para em intervalos de 20 a 56 dias. b) Na especificação do intervalo da vacinação contra poliomielite, a frase em um intervalo de seis semanas ou mais foi alterada para em um intervalo de 41 dias ou mais. c) Na especificação do intervalo da Fase 1,vacinação inicial, contra encefalite japonesa a frase em intervalos de uma a quatro semanas foi alterada para em intervalos de seis a 28 dias. Nota: Neste prospecto, a expressão usada anteriormente (XX para YY semanas) é declarada juntamente com a nova expressão, por conveniência. (2) Foram acrescentados detalhes na implementação da Fase 3 e 4 da vacinação de rotina contra sarampo Nota 1: Esta alteração é para crianças cursando o Ensino Fundamental. 1

Nota 2: Esta alteração foi realizada de acordo com a estratégia do Ministério de Saúde e Bem-Estar Social, considerando as condições a seguir. Para prevenir o sarampo e a rubéola, é importante receber as vacinações de rotina da Fase 1 e 2, nas idades especificadas. [A] No ano passado, uma epidemia de sarampo contaminou adolescentes e pessoas na faixa dos 20 anos de idade; conseqüentemente, escolas tiveram de ser fechadas, pois muitos estudantes não tinham níveis de anticorpos suficientes para impedir a disseminação do sarampo, pelos seguintes motivos: a) Muitas pessoas não tinham sido vacinadas contra o sarampo. b) Muitas pessoas ainda não haviam contraído sarampo. c) Algumas pessoas que receberam a primeira vacinação, não adquiriram imunidade e poucas eram as chances de melhorá-la por infecção natural. [B] Pelo fato de o sarampo ser uma doença extremamente infecciosa, com disseminação de pessoa para pessoa e uma doença grave que pode levar a óbito, o governo japonês desenvolveu o Plano de Erradicação do Sarampo, elaborado com o objetivo de erradicar as epidemias de sarampo até o ano de 2012Uma das estratégias, as Fases 3 e 4 das vacinações de rotina contra o sarampo devem ser realizadas em crianças cursando o ensino fundamental, durante cinco anos, de 2008 até 2012. [C] A rubéola também deve ser erradicada, de modo similar ao do sarampo. 2

Índice 1 Vacine seu filho!... 4 2 O que é vacinação?... 5 3 Crianças que estão aptas a participar da vacinação de rotina (cronograma de vacinação)... 5 4 Intervalos entre diferentes vacinas ministradas na criança... 7 5 Desenvolvendo um plano de vacinação para seu filho... 8 6 Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina... 10 Poliomielite (poliomielite aguda)... 10 Difteria, coqueluche e tétano... 12 Sarampo e rubéola... 15 Encefalite japonesa... 19 Tuberculose... 21 7 Tipos e características das vacinas... 23 8 Validade da vacinação... 24 9 Antes de vacinar seu filho... 24 10 O que fazer caso seu filho apresente sinais de efeitos colaterais causado pela vacinação... 27 11 Outras considerações... 29 Apêndices: Questionário de avaliação para vacinação

1. Vacine seu filho! 1. Vacine seu filho! A imunidade às doenças que a mãe proporciona a seus bebês desaparecem quase que completamente após 3 meses do nascimento, no caso da coqueluche; e 12 meses no caso do sarampo. Conseqüentemente após esses períodos, os bebês devem se proteger da doença produzindo sua própria imunidade. A vacinação reforça essa defesa. Conforme as crianças crescem, saem com maior freqüência; estando sujeitas a um risco maior de infecção. Recomendamos que você se informe sobre vacinação e vacine seu filho/a para o bem de sua saúde. Infecções As infecções são causadas por microorganismos, incluindo vírus e bactérias, que invadem o corpo e se multiplicam. Os sintomas podem incluir: febre, tosse, dor de cabeça, dependendo do tipo de microorganismo.

2. O que é vacinação? 2. O que é vacinação? A vacinação é a administração de formas atenuadas dos vírus e bactérias infecciosas ou de suas toxinas. A administração dessas formas atenuadas produz imunidade contra essas doenças (por exemplo, sarampo e coqueluche). A vacina é um preparado usado para a vacinação. Não é possível preparar vacinas para todas as doenças infecciosas, pois é difícil produzi-las para alguns tipos de vírus e bactérias. 3. Crianças que estão aptas a participar da vacinação de rotina (cronograma de vacinação) Existem várias formas de vacinação. Quanto à vacinação de rotina, a Lei de Vacinação Preventiva define as doenças-alvo, os indivíduos e os cronogramas de vacinação. O cronograma para a vacinação de rotina está apresentado na tabela a seguir.

3. Crianças que estão aptas a participar da vacinação de rotina (cronograma de vacinação) Nota: A data de início para o cálculo do intervalo de vacinação é o dia posterior ao dia da vacinação. 3 meses de idade 6 meses de idade 9 meses de idade 1 ano de idade 2 anos de idade 3 anos de idade 4 anos de idade 5 anos de idade 6 anos de idade 7 anos de idade 8 anos de idade 9 anos de idade 10 anos de idade 11 anos de idade 12 anos de idade 13 anos de idade 14 anos de idade 15 anos de idade 16 anos de idade 17 anos de idade 18 anos de idade 19 anos de idade Poliomielite Difteria, coqueluche e tétano (DPT) Primeira fase (DPT) Segunda fase (DT) Sarampo (MR) Nota 2) Rubéola (MR) Nota 2) Duas injeções são ministradas em um intervalo de 41 dias (seis semanas) ou mais. Nota 1) As três injeções são dadas em intervalos de 20 a 56 dias (três a oito semanas), como vacinação inicial, e a dose de reforço é dada seis meses ou mais após a administração da dose inicial). Uma criança nascida em 2 de abril Uma criança nascida em 1 de abril Uma criança nascida em 2 de abril Uma criança nascida em 1 de abril Uma criança com 5 ou 6 anos de idade antes de iniciar a escola primária (por exemplo, uma criança que está no último ano do jardim de infância ou educação infantil) Uma criança com 5 ou 6 anos de idade antes de iniciar a escola primária (por exemplo, uma criança que está no último ano do jardim de infância ou educação infantil) Uma criança que completa 13 anos durante o primeiro ano do ensino fundamental Uma criança que completa 13 anos durante o primeiro ano do ensino fundamental Uma criança que completa 18 anos durante o último ano do ensino médio Uma criança que completa 18 anos durante o último ano do ensino médio Encefalite japonesa Tuberculose (BCG/Bacilo Calmette-Guérin) Em ou depois de 30 de maio de 2005, essa vacinação não é ativamente recomendada. Entretanto, se desejado, a vacinação pode ser dada de acordo com a Lei de vacinação preventiva. Duas injeções são dadas em um intervalo de seis a vinte e oito dias (uma a quatro semanas) de acordo com a vacinação inicial da Fase 1; um reforço é dado cerca de um ano após a conclusão da vacinação inicial da Fase 1. Nota 3) Os períodos marcados em e são as idades para a vacinação de rotina obrigatória, de acordo com a Lei de Vacinação Preventiva. Você deve vacinar seu filho no período de, um prazo determinado pela consideração de suscetibilidade à doença (cronograma de vacinação padrão). O cronograma de vacinação padrão não é determinado para sarampo e rubéola. Recomendamos que vacine seu filho assim que completar 12 meses de idade, quando a imunidade, adquirida através da mãe se extingue, o que permite que as crianças contraiam sarampo e rubéola na primeira infância. As vacinações da Fase 3 e 4 estão implementadas para os próximos cinco anos, de 2008 a 2012. A criança que tiver recebido a vacinação das Fases 1 e 2, não será vacinada nesse período. Nota 1: A vacinação de reforço padrão da Fase I da Tríplice (DPT) é programada para a idade de 12 a 18 meses após a conclusão da vacinação inicial na Fase I (três injeções). Nota 2: A vacinação simultânea contra sarampo e rubéola nas Fases 1, 2, 3 ou 4 são realizadas com a administração da Vacina Dupla (sarampo e rubéola). Nota 3: Uma criança pode receber a BCG após o primeiro ano de idade se não tiver sido vacinada por circunstâncias inevitáveis, incluindo as condições geográficas, viagem ou por causa de algum desastre natural.

4. Intervalos entre diferentes vacinas ministradas na criança 4. Intervalos entre diferentes vacinas ministradas na criança As vacinas são classificadas como: vacinas vivas ou inativadas, e os intervalos adequados nos quais as diferentes vacinas são dadas a uma criança devem ser mantidos. (Para obter as características de cada vacina, consulte a Página 23.) Vacina viva Mistura de poliomielite, sarampo e rubéola (MR), sarampo, rubéola e BCG Um intervalo de pelo menos 27 dias Vacina inativada Vacina viva (Quando diferentes vacinas são aplicadas em uma criança, o intervalo mínimo para outra vacina é de 27 dias). Vacina inativada DPT, DT e encefalite japonesa O intervalo é de pelo menos 6 dias Vacina inativada Vacina viva (Quando diferentes vacinas são aplicadas em uma criança, o intervalo mínimo entre a aplicação de uma vacina inativada e outras vacinas é de 6 dias). Se seu filho precisar urgentemente de vacinas múltiplas e diferentes, consulte um médico, ou se precisar receber várias doses da mesma vacina, certifique-se de que os intervalos especificados sejam cumpridos.

5. Desenvolvendo um plano de vacinação para seu filho 5. Desenvolvendo um plano de vacinação para seu filho A vacinação de rotina é planejada individualmente. Consulte seu médico para que ele determine o cronograma e a ordem das vacinas, considerando os programas municipais, as condições físicas do seu filho e alguma epidemia atual. Em muitos programas municipais, as vacinações contra poliomielite e tuberculose são administradas em várias crianças num mesmo período (a vacinação ocorre em data e local designado, em uma clínica médica, por exemplo). Descubra o que está acontecendo em seu bairro.

5. Desenvolvendo um plano de vacinação para seu filho Insira uma data final aproximada para a vacinação. A data de nascimento do seu filho: (dia) / (mês) / (ano) Tuberculose (BCG) Poliomielite Vacinação Data final Data de vacinação (Até 6 meses após o nascimento) De aprox. até aprox. (Período de vacinação padrão: de 3 a 18 meses após o nascimento) Primeira De aprox. administração até aprox. Segunda (Após um intervalo de pelo menos De aprox. administração 41 dias [6 semanas] a contar do dia até aprox. seguinte à primeira vacinação) DPT Fase 1 (Período de vacinação padrão: de 3 a 12 meses após o nascimento) Primeira administração DPT DT (difteria e tétano) [Nota] MR (sarampo e rubéola) Segunda administração Terceira administração Complemento da Fase 1 (Após um intervalo de 20 a 56 dias [3 a 8 semanas] a contar do dia seguinte à primeira administração) (Após um intervalo de 20 a 56 dias [3 a 8 semanas] a contar do dia seguinte à segunda vacinação) (Período de vacinação padrão: de 12 a 18 meses após a conclusão da primeira administração) Fase 2 (Período de vacinação padrão: de 11 a 12 anos de idade) Preste atenção às datas de vacinação, porque após receber a vacina BCG ou da Pólio seu filho não poderá receber outra vacinação por um período de 27 dias. Fase 1 Fase 2 (De 12 a 24 meses após o nascimento) (Uma criança que completa 5 ou 6 anos de idade antes de iniciar a escola primária. Exemplo: uma criança que está no último ano do Jardim de Infância ou Educação Infantil) De aprox. até aprox. De aprox. até aprox. De aprox. até aprox. De aprox. até aprox. De aprox. até aprox. De aprox. até aprox. De aprox. até aprox. [Nota] Para as Fases 3 e 4, adicione vacinas conforme necessário. Encefalite japonesa Fase 1 (Período de vacinação padrão: de 3 a 4 anos de idade) Primeira De aprox. administração até aprox. Segunda administração Complemento da Fase 1 Fase 2 (Após um intervalo de 6 a 28 dias [1 a 4 semanas] a contar do dia seguinte à primeira vacinação) (Período de vacinação padrão: de 4 a 5 anos de idade) (Período de vacinação padrão: de 9 a 10 anos de idade) De aprox. até aprox. De aprox. até aprox. De aprox. até aprox.

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina 6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina Alguns pais têm atitudes negativas quanto à vacinação porque se preocupam com os efeitos colaterais. No entanto, as vacinas usadas atualmente no Japão, praticamente não causam mais efeitos colaterais, embora o índice de efeitos colaterais dependa do tipo de vacina. Cada criança reage de forma diferente, assim algumas crianças ocasionalmente apresentam efeitos colaterais com diferentes gravidades. É importante que você decida se o seu filho será vacinado somente após uma consulta com seu médico que saberá definir o estado físico do seu filho. Poliomielite (poliomielite aguda) (1) Causa e trajetória A poliomielite também é conhecida como paralisia infantil até o início dos anos 60, ocorreram muitas epidemias no Japão. Em função dos benefícios da vacinação, desde então não foram mais constatadas epidemias de pólio no Japão. Porém, a poliomielite ainda é comum em algumas partes do mundo, incluindo a Índia, Paquistão e em alguns países da África conseqüentemente, as pessoas podem ser infectadas nessas regiões e transportar o vírus da poliomielite para o Japão. Em 2005, houve uma epidemia de poliomielite na Indonésia, um país onde a infecção por vírus selvagem da pólio não havia sido relatada anteriormente. O vírus da poliomielite é transmitido de pessoa para pessoa, sendo disseminado pelo contato com as fezes de uma pessoa infectada. O vírus penetra no corpo por via oral e vive na garganta e no intestino da pessoa infectada, se multiplica no intestino durante 3 a 35 dias (geralmente, 7 a 14 dias). No entanto, a maioria das crianças não apresenta sintomas e adquire imunidade para a vida toda. Em algumas crianças com sintomas, o vírus se dissemina para o cérebro e a coluna vertebral causando paralisia (incidência de paralisia fica entre: uma em cada 1000 a uma em cada 2000). De 100 crianças infectadas pelo vírus da poliomielite, cinco a dez apresentam sintomas que simulam um resfriado comum, acompanhado por febre, dor de cabeça e vômito. Aproximadamente uma de 100 crianças infectadas pode ficar paralítica. Algumas dessas crianças tornamse permanentemente paralíticas e às vezes morrem por problemas respiratórios. 10

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (2) Vacina contra poliomielite (vacina viva oral) A vacina da pólio contém três tipos de vírus: vírus da poliomielite dos tipos I, II e III. A vacinação imuniza seu filho contra cada um dos tipos de vírus. No entanto, a primeira administração pode imunizar apenas contra um ou dois tipos de vírus da poliomielite. Portanto, a segunda administração da vacina pode imunizar contra outros tipos de vírus que não haviam sido atingidos na primeira administração. É necessário um intervalo de no mínimo 41 dias (seis semanas) entre a primeira e a segunda dose da vacina. Se o seu filho apresentar diarréia grave, adie a vacinação porque a diarréia reduz a eficácia da vacina. (3) Efeitos colaterais da vacina A vacina contra poliomielite é segura porque o vírus é atenuado (enfraquecido). Mas o vírus se multiplica no corpo após a vacinação e, em casos extremamente raros, (uma a cada 4.500.000 pessoas ou menos), o vírus se propaga para o cérebro e para a coluna vertebral, causando paralisia. Além disso, o vírus é excretado pelas fezes durante 15 a 37 dias (média: 26 dias) após a vacinação. Este vírus excretado raramente causa paralisia em uma pessoa que não foi imunizada contra o vírus da poliomielite (uma pessoa que não foi vacinada) ou naquelas que apresentam baixa imunidade. A incidência desses efeitos é incerta, mas são raras (uma em cada 5.500.000 pessoas). O sistema de assistência auxilia as pessoas com saúde debilitada em função da infecção secundária causada pela vacina contra poliomielite. 11

(4) Cronograma de vacinação 6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina 3 meses de idade 6 meses de idade 9 meses de idade 1 ano de idade 2 anos de idade 3 anos de idade 4 anos de idade 5 anos de idade 6 anos de idade 7 anos de idade 8 anos de idade 9 anos de idade 10 anos de idade 11 anos de idade 12 anos de idade 13 anos de idade 14 anos de idade 15 anos de idade Poliomielite Após um intervalo de pelo menos 41 dias (seis semanas) do dia após a primeira vacinação, a segunda vacinação é administrada Difteria, coqueluche e tétano (1) Causa e trajetória (a) Difteria A difteria é causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae e se propaga pela infecção por gotículas de saliva. As vacinas contra difteria, coqueluche e tétano (DPT) são usadas desde 1981. Não ocorre mais do que um caso de difteria por ano. Das pessoas infectadas, apenas 10% apresentam sintomas e as outras são portadoras assintomáticas que podem disseminar a difteria. A bactéria vive principalmente na garganta, mas também no nariz. Os sintomas incluem: febre alta, dor de garganta, uma tosse forte e vômito; uma membrana falsa se forma e pode causar asfixia. Os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente porque a bactéria produz uma toxina que pode causar um distúrbio grave do miocárdio ou paralisia, duas a três semanas após o desenvolvimento dos sintomas. 12

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (b) Coqueluche A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis e se propaga pela infecção por gotículas de saliva. O número de casos de coqueluche diminuiu desde o início da vacinação, em 1948. A coqueluche começa com sintomas similares aos de um resfriado comum. A criança começa a tossir muito, com bastante freqüência e fica com a face avermelhada. Depois de tossir, o paciente sente dificuldades para respirar. Geralmente, não há febre. Às vezes, os bebês apresentam lábios azuis (cianose) e ataques (convulsões), porque a respiração é interrompida pela tosse. As complicações graves incluem a pneumonia e a encefalopatia. Alguns bebês morrem por causa dessa doença. Infecção por gotículas A infecção por gotículas é a transmissão de vírus e bactéria por tosse e espirro. Vírus e bactérias na saliva e nas secreções das vias aéreas são disseminados para as pessoas através do ar e a uma distância de até um metro. (c) Tétano O bacilo do Tétano não se dissemina de pessoa para pessoa. Geralmente, as bactérias são encontradas no solo e penetram no corpo por ferimentos ou lesões na pele. As bactérias se multiplicam no corpo e produzem uma toxina que faz com que os maxilares se tornem rígidos, cause espasmos e, às vezes, morte. A maioria dos pacientes são infectados através de um pequeno ferimento ou lesão na pele não detectada. As crianças estão constantemente expostas à infecção pela bactéria, que geralmente é encontrada no solo. Se a mãe tiver imunidade contra a toxina, um recém-nascido é protegido do tétano durante o parto. 13

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (2) Vacina tríplice (Difteria, coqueluche e tétano) As três injeções da Fase 1 são dadas em intervalos de 20 a 56 dias (três a oito semanas), como vacinação inicial e a dose de reforço é dada seis meses ou mais após a administração da dose inicial (três injeções). As pessoas que já tiveram difteria, coqueluche ou tétano podem receber a vacina tríplice. A primeira injeção da Fase 2 (vacina contra difteria e tétano) é dada aos 11 anos de idade. Lembre-se de não perder a vacinação, já que várias doses são necessárias. Para adquirir imunidade suficiente, o seu filho deve ser vacinado de acordo com o cronograma. Quando o intervalo entre as injeções for mais longo que o especificado, consulte o seu médico e a secretaria municipal. (3) Efeitos colaterais da vacina tríplice (DPT) A vacina usada atualmente no Japão causa menos efeitos colaterais do que as vacinas antigas. O Summary Report of Health Status Survey, doravante chamado de Health Status Report - Relatório da situação da saúde), realizado após a Vacinação de 1996 a 2004, mostrou que os efeitos colaterais são principalmente reações locais que incluem: vermelhidão, inchaço e endurecimento no local da injeção. A incidência é de 12,7 % nos sete dias após a primeira injeção e aproximadamente 40% nos sete dias após uma injeção de reforço. O endurecimento local diminui gradativamente, mas pode permanecer por vários meses. Algumas crianças com hipersensibilidade também apresentam um inchaço que pode atingir o braço todo. Geralmente não há febre alta, mas 0,4% das crianças apresentam febre superior a 37,5 C, nas 24 horas após a vacinação. Se o seu filho estiver irritado ou se você está preocupado com o inchaço, mesmo que não haja indícios de qualquer efeito colateral sério, consulte um médico. (4) Efeitos colaterais da vacina contra difteria e tétano (DT) O Relatório da situação da saúde mostrou que a maioria dos efeitos colaterais são reações locais, incluindo: vermelhidão, inchaço e endurecimento no local da injeção. A incidência é de 29% em sete dias. Assim como ocorre com a vacina tríplice (DTP), o endurecimento diminui gradativamente, mas pode permanecer por vários meses. Algumas crianças com hipersensibilidade também apresentam um inchaço que pode atingir o braço todo. Geralmente não há febre alta, mas 0,1% das crianças apresentam febre superior a 37,5 C, nas 24 horas após a vacinação. Se o seu filho estiver irritado ou se você está preocupado com o inchaço, mesmo que não haja indícios de qualquer efeito colateral sério, consulte um médico. 14

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (5) Cronograma de vacinação 3 meses de idade 6 meses de idade 9 meses de idade 1 ano de idade 2 anos de idade 3 anos de idade 4 anos de idade 5 anos de idade 6 anos de idade 7 anos de idade 8 anos de idade 9 anos de idade 10 anos de idade 11 anos de idade 12 anos de idade 13 anos de idade 14 anos de idade 15 anos de idade DPT Fase1 Nota) As três injeções são dadas em intervalos de 20 a 56 dias (três a oito semanas), como vacinação inicial, e a dose de reforço é dada seis meses ou mais após a administração da dose inicial (três injeções). DT Fase2 Nota 1: A vacinação de reforço padrão da Fase I da Tríplice (DPT) é programada para 12 a 18 meses após a conclusão da vacinação inicial na Fase I (três injeções). Sarampo e rubéola (1) Causa e trajetória (a) Sarampo O sarampo é causado pelo vírus do sarampo que se dissemina pelo ar. O sarampo é tão contagioso que qualquer pessoa que estiver exposta ao vírus e não estiver imune, provavelmente contrairá a doença. Os principais sintomas são: febre, tosse, corrimento nasal, irritação nos olhos e erupção cutânea. Nos primeiros três a quatro dias, os pacientes apresentam febre de 38 C, que parece diminuir, porém aumenta para 39 C a 40 C, com erupção cutânea pelo corpo todo. A febre diminui em três a quatro dias e a erupção cutânea desaparece gradativamente, pode ser que as regiões afetadas permaneçam um pouco mais escuras por algum tempo. As principais complicações são: bronquite, pneumonia, otite média e encefalite. Das 100 crianças infectadas por sarampo, sete a nove também adquirem otite média e cerca de uma a seis adquirem pneumonia. De 1000 crianças, uma ou duas adquirem encefalite e de 100.000, uma ou duas morrem de panencefalite esclerosante subaguda (PES), uma encefalite crônica. Aproximadamente uma em cada 1.000 pessoas infectadas, que adquirem PES pode vir a óbito. 15

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina Infecção Aérea (infecção por núcleos de gotículas) Este é um tipo de infecção na qual os vírus ou a bactéria são liberados no ar e são transmitidos para pessoas que estejam até uma distância de um metro do paciente ou portador. O sarampo, a varicela e a tuberculose são disseminados por infecção aérea. (b) Rubéola A rubéola é causada pelo vírus da rubéola e se dissemina pela infecção por gotículas de saliva. O período de incubação é de duas a três semanas. A doença se desenvolve com a apresentação de sintomas de um resfriado leve. Os principais sintomas são: erupção cutânea, febre e linfadenopatia cervical posterior (inchaço dos linfonodos no fundo da garganta). Também ocorre congestão conjuntival. Já que tanto a erupção cutânea quanto a febre desaparecem em aproximadamente três dias, a rubéola também é chamada de sarampo de três dias. As complicações são dores nas juntas, púrpura trombocitopênica e encefalite. De 3.000 pacientes, aproximadamente um adquire púrpura trombocitopênica e 1 em cada 6.000 pacientes adquirem encefalite. Os pacientes adultos apresentam sintomas graves. Quando uma mulher contrai rubéola no estágio inicial da gravidez, é provável que seus bebês nasçam com Síndrome da Rubéola Congênita, que é caracterizada por anomalias como má formação cardíaca, catarata e surdez. 16

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (2) Vacina combinada contra sarampo e rubéola (MR) - (vacina viva) Esta vacina contém vírus vivos e atenuados (enfraquecidos) de sarampo e rubéola. Como as crianças estão mais sujeitas a contraírem sarampo e rubéola na faixa etária de 1 a 2 anos, recomendamos que você vacine seu filho (Fase 1) assim que ele completar 1 ano. Mesmo tenha sido vacinada contra sarampo e rubéola antes de completar 1 ano, ela poderá ser vacinada regularmente na idade especificada na Fase 1. A vacinação da Fase 2 é fornecida a uma criança no ano anterior ao de ingresso na escola primária, por exemplo, o último ano do Jardim de Infância ou da Educação infantil. A vacinação da Fase 3 é fornecida à criança que completa 13 anos, na 7ª série do Ensino Fundamental (equivalente ao terceiro ano da Junior High School). A vacinação da Fase 4 é fornecida ao jovem que completa 18 anos, no terceiro ano do Ensino Médio. A vacinação das Fases 3 e 4 serão realizadas durante cinco anos, de 2008 a 2012. Recomenda-se que seu filho seja vacinado em abril, maio ou junho. A vacinação simultânea contra sarampo e rubéola nas Fases 1, 2, 3 ou 4 é realizada com a vacina combinada contra sarampo e rubéola (MR). As pessoas que já tiveram sarampo e rubéola podem receber a vacina dupla MR. Caso seu filho tenha recebido tratamento com injeções de gamaglobulina, consulte seu médico antes da vacinação. (3) Efeitos colaterais da vacina (a) Vacina combinada contra sarampo e rubéola (MR) (vacina viva) Os principais efeitos colaterais são: febre e erupção cutânea. Aproximadamente 8,6% das crianças vacinadas na Fase 1; e 3,4% das vacinadas na Fase 2, apresentam febre de 37,5 C a 38,5 C; 13,4% e 4,5% das crianças vacinadas nas Fases 1 e 2, respectivamente, apresentam febre superior a 38,5 C. Há desenvolvimento de erupção cutânea em 6,6% e 1,7% das crianças vacinadas nas Fases 1 e 2, respectivamente. Outros efeitos colaterais são reações locais, incluindo: vermelhidão, inchaço, endurecimento no local da aplicação, urticária, inchaço dos linfonodos, dores nas juntas e convulsões. (Pesquisa sobre a situação da saúde quanto à vacinação dupla contra sarampo e rubéola de 2006 relatório preliminar) 17

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina Os dados relacionados aos efeitos colaterais das vacinas contra sarampo e rubéola mostram que anafilaxia, púrpura trombocitopênica, encefalite e convulsões ocorrem raramente. (b) Vacina contra sarampo (vacina viva) Essa vacina contém vírus atenuados de sarampo. Em comparação às outras vacinas de rotina, essa vacina provoca febre com mais freqüência. O Relatório da situação da saúde mostrou que após o período do crescimento viral (5 a 14 dias após a vacinação) 5,3% das crianças vacinadas apresentam febre de 37,5 C a 38,5 C; 8,0% apresentam febre superior a 38,5 C; e 5,9% apresentam uma erupção cutânea semelhante à do sarampo. Esses sintomas geralmente desaparecem em um ou dois dias. Ocasionalmente, foram relatadas ocorrências de crises febris após a vacinação contra sarampo (uma em 300 crianças). Além disso, houve relatos de crianças que desenvolveram encefalite/encefalopatia (uma em 1,500.000 crianças) e panencefalite esclerosante subaguda (PES) (uma em 2 milhões de crianças). Caso seu filho tenha recebido tratamento com injeções de gamaglobulina, consulte seu médico antes da vacinação. (c) Vacina (viva) contra rubéola (sarampo de três dias) Esta vacina contém vírus atenuados de rubéola. A vacina contra rubéola é uma vacina viva e o vírus da rubéola se multiplica dentro do corpo como o vírus do sarampo. O Relatório da situação da saúde mostrou que 5 a 14 dias após a vacinação, 1,9% das crianças vacinadas apresentam uma febre de 37,5 C a 38,5 C; 2,7% apresentam febre superior a 38,5 C; 1,2% apresentam erupção cutânea; e 0,5% apresentam inchaço nos linfonodos. As pessoas vacinadas não contaminam outras pessoas. Caso seu filho tenha recebido tratamento com injeções de gamaglobulina, consulte seu médico antes da vacinação. 18

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (4) Cronograma de vacinação Sarampo (MR) Nota) 3 meses de idade 6 meses de idade 9 meses de idade 1 ano de idade 2 anos de idade 3 anos de idade 4 anos de idade 5 anos de idade Uma criança nascida em 2 de abril Uma criança nascida em 1 de abril Uma criança com 5 ou 6 anos de idade antes de iniciar a escola primária (por exemplo, uma criança que está no último ano do jardim de infância ou educação infantil) 6 anos de idade 7 anos de idade 8 anos de idade 9 anos de idade 10 anos de idade 11 anos de idade 12 anos de idade Uma criança que completa 13 anos durante o primeiro ano do ensino fundamental 13 anos de idade 14 anos de idade 15 anos de idade 16 anos de idade 17 anos de idade 18 anos de idade Uma criança que completa 18 anos durante o último ano do ensino médio 19 anos de idade Rubéola (MR) Nota) Uma criança nascida em 2 de abril Uma criança nascida em 1 de abril Uma criança com 5 ou 6 anos de idade antes de iniciar a escola primária (por exemplo, uma criança que está no último ano do jardim de infância ou educação infantil) Uma criança que completa 13 anos durante o primeiro ano do ensino fundamental Uma criança que completa 18 anos durante o último ano do ensino médio Nota: A vacinação simultânea contra sarampo e rubéola nas Fases 1, 2, 3 ou 4 é realizada com a vacina combinada contra sarampo e rubéola (MR). A vacinação das Fases 3 e 4 serão realizadas durante cinco anos, de 2008 a 2012. Encefalite japonesa (1) Causa e trajetória A encefalite japonesa é causada pelo vírus de encefalite japonesa. Sua transmissão não se dá de pessoa para pessoa, mas sim por mosquitos que carregam vírus que se multiplicam em porcos. Após um período de incubação de 7 a 10 dias, ocorre: febre alta, dor de cabeça, vômito, complicações neurológicas e convulsões, todos os sintomas da encefalite aguda. A maioria das epidemias ocorrem na região oeste do Japão, mas o vírus é encontrado no país todo, exceto em Hokkaido. Todo ano, de junho a outubro, ocorre uma epidemia nos suínos domésticos que afeta aproximadamente 80% ou mais dos suínos em determinadas regiões. A encefalite japonesa já foi comum em bebês e crianças em idade escolar, mas sua ocorrência foi reduzida pela vacinação popular; recentemente, muitos pacientes eram pessoas idosas que não haviam sido vacinadas. Uma em cada 1.000 a 5.000 pessoas infectadas pelo vírus desenvolve a encefalite japonesa. Algumas pessoas apresentam somente sintomas de meningite ou de resfriados típicos do verão. A taxa de mortalidade de pacientes com encefalite é de 15% e 50% dos pacientes apresentam seqüelas neurológicas. 19

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (2) Vacina contra encefalite japonesa (vacina inativada) A vacina contra encefalite japonesa, usada atualmente no Japão, é fabricada a partir do vírus da doença que é criado no cérebro de ratos e, em seguida, é morto e purificado. (3) Efeitos colaterais da vacina contra encefalite japonesa O Relatório da situação da saúde mostrou que dois dias após a vacinação, 1,9% das crianças apresentam febre superior a 37,5 C e 8,2% apresentam vermelhidão e inchaço no local da aplicação. Há também a ocorrência de erupção cutânea em 0,3% dos casos, mas a sensação de dor no corpo raramente se desenvolve. Além disso, o desenvolvimento da encefalomielite aguda disseminada (EAD) é extremamente rara um em cada 70.000 a 2 milhões de pacientes que recebem as vacinas contra encefalite japonesa. O Ministério de Saúde e Bem-Estar Social (MHLW) do Japão recomenda que as secretarias municipais não promovam ativamente a vacinação contra a encefalite japonesa, como uma vacinação de rotina porque o MHLW do Japão reconhece uma relação causal entre as vacinas atuais contra a encefalite japonesa e a ocorrência de uma grave EAD após a vacinação. No entanto, se seu filho corre o risco de ser infectado pelo vírus da encefalite japonesa, por exemplo, durante uma viagem a uma região onde ocorre epidemia da doença, ele poderá receber a vacina como uma vacinação de rotina, após a sua compreensão total do pedido do MHLW e dos efeitos colaterais da vacina contra encefalite japonesa. Encefalomielite aguda disseminada (EAD) Essa doença do sistema nervoso central raramente se desenvolve após uma infecção viral ou pela vacinação. Febre, dor de cabeça, convulsões e distúrbios motores podem ocorrer vários dias ou até várias semanas após a vacinação. 20

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (4) Cronograma de vacinação 3 meses de idade 6 meses de idade 9 meses de idade 1 ano de idade 2 anos de idade 3 anos de idade 4 anos de idade 5 anos de idade 6 anos de idade 7 anos de idade 8 anos de idade 9 anos de idade 10 anos de idade 11 anos de idade 12 anos de idade 13 anos de idade 14 anos de idade 15 anos de idade Em ou depois de 30 de maio de 2005, essa vacinação não é ativamente recomendada. Entretanto, se desejado, a vacinação pode ser recebida como uma vacinação de rotina. Encefalite japonesa Duas injeções são dadas em um intervalo de seis a vinte e oito dias (uma a quatro semanas) de acordo com a vacinação inicial da Fase 1 e um reforço é dado cerca de um ano após a conclusão da vacinação inicial da Fase 1 (duas injeções). Tuberculose (1) Causa e trajetória A tuberculose é causada pelo bacilo Mycobacterium tuberculosis. Embora o número de pacientes com tuberculose tenha diminuído consideravelmente no Japão, quase 30.000 novos casos ainda são diagnosticados a cada ano e a doença pode ser transmitida de adultos para crianças. A imunidade contra a tuberculose não pode ser transmitida da mãe para o feto; conseqüentemente, recém-nascidos correm o risco de serem infectados. Os bebês e as crianças têm baixa imunidade contra a tuberculose; como resultado pode acontecer de contraírem tuberculose sistêmica ou meningite tuberculosa, proporcionando seqüelas graves. (2) Vacina BCG (vacina viva) A vacina BCG é fabricada a partir do bacilo atenuado Mycobacterium bovis. O método da vacinação BCG é uma injeção intradérmica usando um instrumento com várias agulhas que são aplicadas duas vezes na parte superior do braço. A vacina não deve ser aplicada em outra parte do corpo em função de possíveis efeitos colaterais, incluindo a formação de quelóide. O local onde a vacina foi aplicada deve secar na sombra por aproximadamente 10 minutos. 21

6. Doenças prevenidas pela vacinação e efeitos colaterais da vacina (3) Efeitos colaterais da vacina BCG Pequenas erupções avermelhadas aparecem no local da aplicação, cerca de 10 dias após a vacinação, algumas delas podem produzir pus. Essa reação tem seu auge aproximadamente quatro semanas após a vacinação; depois, as pequenas erupções avermelhadas são cobertas por crostas e cicatrizam por completo em até três meses após a vacinação, deixando pequenas cicatrizes. Esta cicatrização não é uma reação anormal, mas a prova de que uma pessoa adquiriu imunidade pela vacina BCG. Mantenha o local de vacinação limpo, sem ataduras ou curativos, porque ele cicatriza espontaneamente. No entanto, se três meses após a aplicação da vacina o local ainda estiver produzindo secreção, consulte um médico. Outro possível efeito colateral é o inchaço dos linfonodos axilares, visto ocasionalmente no mesmo lado onde foi feita a aplicação. Geralmente, não é necessário tratar essa reação, porém, se o local estiver dolorido, gravemente inchado ou supurando, consulte um médico. Se seu filho já estiver contaminado pela tuberculose, 10 dias após a vacinação você poderá observar o fenômeno de Koch (uma série de reações, incluindo: vermelhidão, inchaço e supuração no local da aplicação que geralmente desaparecem em duas a quatro semanas, com cicatrização). Se você suspeita do fenômeno de Koch, consulte imediatamente a secretaria municipal local ou uma instituição médica. Nessas circunstâncias, nós também recomendamos que qualquer membro da família que poderia ter infectado seu filho consulte uma instituição médica. (4) Cronograma de vacinação 3 meses de idade 6 meses de idade 9 meses de idade 1 ano de idade 2 anos de idade 3 anos de idade 4 anos de idade 5 anos de idade 6 anos de idade 7 anos de idade 8 anos de idade 9 anos de idade 10 anos de idade 11 anos de idade 12 anos de idade 13 anos de idade 14 anos de idade 15 anos de idade BCG Nota) Nota: Uma criança pode receber a BCG até 1 ano de idade se não tiver sido vacinada por circunstâncias inevitáveis, incluindo as condições geográficas, viagem ou por causa de algum desastre natural. 22

7. Tipos e características das vacinas 7. Tipos e características das vacinas As vacinas são classificadas em dois tipos: vacinas vivas e inativadas. As vacinas vivas são fabricadas a partir de bactérias e vírus atenuados (enfraquecidos) e vivos. A imunidade é estabelecida de forma similar à de uma pessoa infectada pela doença. Das vacinas usadas para a vacinação de rotina, as contra: poliomielite, sarampo, rubéola, vacina combinada contra sarampo e rubéola (MR) e BCG são desse tipo. Após a vacinação, as bactérias e os vírus atenuados começam a crescer; conseqüentemente, as vacinas podem causar sintomas leves, incluindo febre e erupção cutânea, dependendo do tipo de vacina. É necessário um mês, aproximadamente, para que a imunidade suficiente seja estabelecida. Nas vacinas inativadas fabricadas a partir dos vírus e bactérias que foram mortos, os componentes necessários para a imunidade são extraídos, mas a toxicidade é eliminada. Das vacinas usadas para a vacinação de rotina, a mistura de difteria, coqueluche e tétano (DPT), a mistura de difteria e tétano (DT) e as vacinas contra encefalite japonesa são desse tipo. Com esse tipo de vacina, as bactérias e os vírus não se multiplicam e muitas injeções são necessárias para que a imunidade seja estabelecida. Duas ou três vacinas são dadas em intervalos específicos para determinar a imunidade básica, uma dose de reforço é dada aproximadamente um ano depois, para que a imunidade aumente à um nível suficiente. No entanto, a imunidade diminui gradativamente. Para manter um longo período de imunidade, as doses de reforço são exigidas em intervalos específicos dependendo das características da vacina. 23

8. Validade da vacinação 8. Validade da vacinação A vacinação é realizada para prevenir uma doença específica; porém, a imunidade não ocorre em algumas crianças por causa de suas características e condições físicas. Para confirmar se a imunidade ocorreu, um exame de sangue mede os níveis de anticorpos existentes no organismo. Com as vacinas inativadas, a imunidade diminui gradativamente mesmo após ter sido estabelecida. Para que um longo período de imunidade seja mantido, são necessárias doses de reforço em intervalos específicos. 9. Antes de vacinar seu filho (1) Cuidados gerais A vacinação deve ser realizada quando seu filho estiver com boa saúde. Sempre tome nota das condições e características físicas do seu filho. Se você tiver alguma duvida, não hesite em consultar o seu médico, a clínica médica ou a secretaria municipal responsável. Para que seu filho seja vacinado com segurança, recomendamos que você decida qual será o dia da vacinação, levando em consideração os seguintes pontos: a) Na manhã do dia da vacinação, observe seu filho com atenção e tenha certeza de que ele está bem. Se a vacinação estiver marcada, mas seu filho está doente, consulte seu médico e decida se ele deve ser vacinado ou não. b) Leia todas as informações sobre vacinação fornecidas pela secretaria municipal, para que você entenda bem a necessidade e os efeitos colaterais das vacinas. Se tiver qualquer dúvida, antes de vacinar seu filho, converse com o médico responsável pela vacinação. c) Lembre-se de levar a caderneta de saúde materno-infantil. 24

9. Antes de vacinar seu filho d) O questionário de avaliação fornece informações importantes para o médico responsável pela vacinação. Preencha o formulário de forma completa e precisa. e) Recomendamos que a criança a ser vacinada esteja acompanhada pelo pai/mãe/ responsável que conheça bem as condições físicas normais da criança. Uma criança só poderá ser vacinada se o pai/mãe/responsável tiver entendido bem os benefícios, os efeitos colaterais da vacinação e se concordar com a vacinação de seu filho. (2) A criança que não pode receber a vacina a) Uma criança com febre evidente (37,5 C ou superior). b) Uma criança com uma doença aguda grave. Nenhuma criança que estiver sendo medicada em função de alguma doença aguda grave deverá ser vacinada. c) Uma criança que apresentou anafilaxia a qualquer componente de preparação da vacina a ser dada naquele dia. A anafilaxia é uma reação aguda, grave, sistêmica e alérgica, que geralmente acontece 30 minutos após a vacinação, e inclui: transpiração excessiva, inchaço da face, urticária sistêmica grave, náusea, vômito, rouquidão e desconforto respiratório, resultando em choque. c) No caso da vacina BCG, uma criança com quelóide resultante de vacinação anterior ou trauma. e) Uma criança que está ou foi infectada pela doença a ser prevenida na respectiva vacinação. f) Outras condições que o médico considerar inadequadas. Mesmo que seu filho não apresente os critérios mencionados acima, ele não poderá ser vacinado caso um médico considere as condições inadequadas. 25

9. Antes de vacinar seu filho (3) Crianças que precisam de cuidados ao receber a vacinação A criança que apresentar os seguintes critérios, deve ser examinada pelo médico antes da vacinação e a recomendação da vacinação deve ser determinada. Quando a criança for vacinada, é recomendado que o médico administre a vacina, forneça um certificado médico ou sua opinião por escrito.nestes casos inclui: a) A criança que estiver sendo tratada por problemas: cardíacos, renais, hepáticos, hematológicos ou distúrbios de desenvolvimento. b) A criança que tem apresentado febre por dois dias devido a uma vacinação anterior ou uma reação alérgica, incluindo erupção cutânea e urticária. c) A criança que tenha sofrido convulsões no passado O critério de decisão pela vacinação depende da idade em que a convulsão ocorreu, da presença ou ausência de febre, convulsões subseqüentes e do tipo de vacina. Consulte o médico da criança antes de vacinar. d) A criança que tenha tido imunodeficiência no passado ou tenha um membro da família ou parente próximo com imunodeficiência. e) A criança com alergia a: ovo, antibióticos, ou aos estabilizadores usados em qualquer etapa da fabricação da vacina, por exemplo, a cultura. f) No caso da vacina BCG, uma criança com suspeita de tuberculose, por exemplo, uma criança que tenha tido contato prolongado com um membro da família com tuberculose. (4) Cuidados gerais após a vacinação a) Observe seu filho na instituição médica ou fique próximo ao médico por 30 minutos após a aplicação da vacina. Caso ocorra algum efeito colateral grave, ele se desenvolve nesse período. b) Fique atento para os possíveis efeitos colaterais por até quatro semanas (vacinas vivas) ou uma semana (vacinas inativadas) após a vacinação. c) Mantenha limpo o local onde a vacina foi aplicada. O banho é permitido, mas evite esfregar o local da aplicação. d) No dia da vacinação, evite atividade física intensa. e) Se a criança apresentar uma reação anormal no local onde a vacina foi aplicada ou apresentar mudanças nas condições físicas após a vacinação, consulte um médico imediatamente. 26

10. O que fazer caso seu filho apresente sinais de efeitos colaterais causado pela vacinação 10. O que fazer caso seu filho apresente sinais de efeitos colaterais causado pela vacinação (1) Reações comuns Normalmente, dependendo do tipo de vacina, pode haver ocorrência de: febre, vermelhidão, inchaço e endurecimento no local da injeção e erupção cutânea. Em muitos casos, esses sintomas desaparecem em alguns dias e não é necessário se preocupar. (Consulte a seção Efeitos colaterais das vacinas de cada doença na página 10 e nas páginas seguintes.) (2) Efeitos colaterais graves Caso seu filho apresente inchaço grave no local da aplicação, febre ou convulsões após a vacina; consulte um médico. Se os sintomas que seu filho sentir atenderem aos critérios para a notificação dos efeitos colaterais ocorridos após a vacinação, o médico informará ao governo municipal sobre esses efeitos colaterais. Embora os efeitos colaterais dependam do tipo de vacina, é extremamente raro que a vacinação (aproximadamente um para 2 milhões) provoque efeitos colaterais graves, como encefalite e neuropatia. Nesses casos, sob a Lei de Vacinação Preventiva, o MHLW considera que o paciente foi prejudicado pela vacinação de rotina e o paciente é indenizado pelo governo, de acordo com o previsto nessa Lei. (3) Reações coincidentes Os sintomas que ocorrem logo após a vacinação são geralmente associados à vacinação. Às vezes, porém, esses sintomas são causados por outra infecção que tenha se desenvolvido simultaneamente. Isto é chamado de reações coincidentes. 27

10. O que fazer caso seu filho apresente sinais de efeitos colaterais causado pela vacinação (4) O sistema de assistência atende as pessoas com saúde debilitada devido à vacinação a) Uma pessoa que apresenta efeitos colaterais causados pela vacinação de rotina e que venha a precisar de tratamento médico ou, teve sua capacidade de executar atividades diárias prejudicada devido aos danos, pode ser indenizada pelo governo, de acordo com a Lei de Vacinação Preventiva. b) A indenização consiste no pagamento de despesas médicas, benefícios médicos, uma quantia anual para crianças com deficiência, uma anuidade devido a problemas de saúde, benefícios fixos por morte e despesas de funeral que são classificadas pela Lei, de acordo com a gravidade da lesão. Toda a indenização, exceto os benefícios fixos por morte e despesas de funeral, é paga de forma contínua até a conclusão do tratamento ou melhora da saúde. c) A indenização será paga ao paciente após a causa da lesão ser comprovada como resultante da vacinação. Esta comprovação será realizada pelo comitê de análise governamental, composto de especialistas em vacinação, medicina infecciosa, legislação e outras disciplinas relacionadas que discutem a relação relevante com a vacinação, por exemplo, se a lesão em questão foi causada pela vacinação ou por outros fatores (infecção anterior ou posterior à vacinação e outras causas). d) Se uma criança deseja ser vacinada após o período designado, a vacinação não estará sob a Lei de Vacinação Preventiva (será uma vacinação voluntária). Nestes casos, se uma criança for prejudicada pela vacinação, ela será atendida pela indenização de acordo com a legislação da Agência de Dispositivos Médicos e Farmacêuticos; no entanto, a indenização geralmente é de aproximadamente a metade do que é fornecido pela Lei de Vacinação Preventiva (as despesas médicas, benefícios médicos e as despesas funerárias são semelhantes). * Se você precisar enviar um formulário para indenização consulte: o médico que entrevistou seu filho antes da vacinação, a clínica médica e a secretaria municipal responsável pela vacinação. 28

11. Outras considerações 11. Outras considerações (1) Notificação de vacinação A vacinação de rotina é realizada pela secretaria municipal, de acordo com a Lei de Vacinação Preventiva. A notificação da vacinação é enviada para os pais/responsáveis individualmente, de acordo com as informações do Registro de residente básico e o Cartão de registro de residente estrangeiro, portanto certifique-se de notificar o nascimento de qualquer criança ou qualquer mudança de endereço. (2) Cronograma de vacinação A vacinação é realizada no período apropriado para a doença. Recomendamos que você vacine seu filho durante a época padrão. (Consulte a página 6 para saber sobre a época de vacinação padrão.) 29

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Lista dos Membros do Comitê de Revisão - Orientações sobre a vacinação Nome Masao Iinuma Takashi Inamatsu Kazuko Ueda Tatsuo Oya Kenji Okada Nobuhiko Okabe Tatsuo Kato Akira Nishino Munehiro Hirayama Masago Minami Toru Mori Instituição - Cargo Associação Médica do Japão - Membro do Conselho Executivo Hospital Geriátrico Tokyo Metropolitan - Diretor do Departamento de Doenças Infecciosas e da Seção de Laboratório de Pesquisa Centro de Saúde Kochi - Diretor Universidade Feminina Kamamura - Professor Universitário Hospital Nacional de Fukuoka - Diretor do Departamento de Pediatria Instituto Nacional de Doenças Infecciosas, Centro de Controle de Doenças Infecciosas - Diretor Centro Nacional de Saúde e Desenvolvimento Infantil - Presidente Universidade de Meiji - Professor Universitário Imperial Gift Foundation Boshi-Aiiku-Kai Instituto Japonês de Pesquisa da Criança e da Família - Diretor honorário Jornal Yomiuri Shimbun (sede em Tóquio) - Redator Sênior Instituto Nacional de Doenças Infecciosas, Centro de Pesquisa do Mal de Hansen (Lepra) - Diretor Mitsuoki Yamamoto Associação Médica Kitatama - Presidente : Presidente (De acordo com a ordem do silabário japonês, cargos omitidos) Fundação do Centro de Pesquisa de Vacinação Shinjuku 1-29-8 Distrito de Shinjuku, Tóquio 160-0022 Editores: ホジライネ ラセルダ サトウ 創 設 者 ( 教 育 者 教 師 ) ファサ ド メリョール 文 化 センター Rosilaine Lacerda Sato Fundadora (Pedagoga, Professora) Centro Cultural Faça o Melhor カチア ナオミ オカザキ シマブクロ 教 師 ファサ ド メリョール 文 化 センター Catia Naomi Okazaki Shimabukuro Professora Centro Cultural Faça o Melhor Primeira edição: Setembro de 2008