Relatório da Receita Tributária do Estado de São Paulo

Documentos relacionados
Relatório da Receita Tributária do Estado de São Paulo

Indicador de variação positiva do resultado acumulado no ano em relação a igual período do ano anterior.

Relatório da Receita Tributária

Relatório da Receita Tributária

Relatório da Receita Tributária do Estado de São Paulo

BALANÇO DE PAGAMENTOS

ano II, n 15, junho de 2012

Relatório da Receita Tributária do Estado de São Paulo

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016

Ano VII, n 77, setembro de 2017

Relatório da Receita Tributária do Estado de São Paulo

ano V, n 46, Fevereiro de 2015

Varejo brasileiro. Fabio Silveira

ano IV, n 34, Fevereiro de 2014

EM % Média : 3,8% Média : 2,7% FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO

Coeficientes de Exportação e Importação

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A Economia Brasileira em 2007 e Perspectivas para 2008

Resultados do 2º trimestre de 2012

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%)

Coordenação Geral Glauco Carvalho Alziro Vasconcelos Carneiro

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%)

CRESCIMENTO DO PIB BRASILEIRO

CRESCIMENTO DO PIB BRASILEIRO

ano XV, n 9, setembro de 2011

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%)

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

ano II, n 20, novembro de 2012

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

ano V, n 47, Março de 2015

LEVANTAMENTO DE CONJUNTURA INA - INDICADOR DE NÍVEL DE ATIVIDADE RESULTADOS AGOSTO / 2010

Coordenação Geral Glauco Carvalho Alziro Vasconcelos Carneiro. ano 3 Nº 22 08/Abril/2010

Pressão Inflacionária. DEPECON / FIESP Fevereiro de 2005

ano XIX n 2, Fevereiro de 2015

ano XVI, n 6, junho de 2012

PIB BRASILEIRO (variação anual, %)

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

Projeto desenvolvido por:

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

Coordenação Geral Glauco Carvalho Alziro Vasconcelos Carneiro. ano 2 Nº 9 06/Março/2009

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014

Índices de Preços. Em 12

ano XV, n 10, outubro de 2011

Massa Salarial Real Média móvel trimestral (R$ milhões) jul/14. jul/15. jan/15. set/15. jan/16. set/14. nov/14. nov/15. mai/15. mar/15.

VISÃO GERAL DA ECONOMIA

Índices de Preços. Em 12

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

ano XIX n 3 Março de 2015

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

Índices de Preços. Em 12

meses Maio 1,23 2,82 5,41 0,79 2,88 5,58 Jun. 0,96 3,81 5,84 0,74 3,64 6,06 Jul. 0,45 4,27 6,03 0,53 4,19 6,

ano XVII, n 10, outubro de 2013

DEPECON Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos. Cenário Econômico e Desempenho Mensal da Indústria

meses Maio 1,23 2,82 5,41 0,79 2,88 5,58 Jun. 0,96 3,81 5,84 0,74 3,64 6,06 Jul. 0,45 4,27 6,03 0,53 4,19 6,

CENÁRIO E PERSPECTIVAS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

Relatório Conjuntura Econômica Brasileira 2º trimestre de 2013

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

Desempenho da Indústria Catarinense. Florianópolis, 24 de outubro de 2014

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira

Índices de Preços. Período

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

1. Economia. Evolução do PIB Trimestral Variação (%) acumulada ao longo do ano, mesmo período do ano anterior

ano XIX n 1, Janeiro de 2015

Pesquisa Mensal de Comércio - PMC

ano IV, n 33, Janeiro de 2014

ano XVII, n 7, julho de 2013

1. Atividade Econômica

Desempenho da Indústria Catarinense. Florianópolis, 18 de julho de 2014

Coeficientes de Exportação e Importação da Indústria de Transformação. Trimestre terminado em Agosto/2017

ano II, n 9, janeiro de 2012

Ano II, n 15, julho de 2012

Resultados da Pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo Indicadores regionais e setoriais

INDICADORES ECONÔMICOS

Desempenho da Indústria Catarinense

Diretoria de Pesquisas Coordenação de Indústria PIM-PF BRASIL. Resultados de Maio de 2017

ano I, n 4, julho de 2011

Desempenho da Indústria Catarinense

Desempenho da Indústria Catarinense. Florianópolis, 27 de junho de 2014

Pesquisa Mensal de Comércio - PMC

INDX registra alta de 0,41% em outubro

Resultados do 3º trimestre de 2012

Desempenho da Indústria Catarinense

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação. Embrapa Gado de Leite

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação. Embrapa Gado de Leite

Coeficientes de Exportação e Importação da Indústria de Transformação. Trimestre terminado em Agosto/2016

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação. Embrapa Gado de Leite

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação. Embrapa Gado de Leite

ano I, n 8 dezembro de 2011

Transcrição:

Relatório da Receita Tributária do Estado de São Paulo Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Coordenadoria da Administração Tributária - CAT janeiro-2012 APRESENTAÇÃO E NOTAS ANÁLISE DA RECEITA TRIBUTÁRIA ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DE ICMS ESTATÍSTICAS DE REFERÊNCIA Arrecadação Tributária do Estado de São Paulo Dados Macroeconômicos (São Paulo e Brasil)

Apresentação e Notas Este é o Relatório da Receita Tributária do Estado de São Paulo, dedicado à informação e à análise do comportamento dos recolhimentos dos tributos estaduais. Mensalmente, até o décimo dia útil, é apresentada a análise da receita tributária total, versando sobre arrecadação do mês, seguida da análise da evolução do ICMS. Ambos os textos são acompanhados de considerações de fatos econômicos e tributário-fiscais relevantes, assim como do relato de eventuais sazonalidades. As estatísticas de referência demonstram o comportamento da atividade econômica e da arrecadação estadual em diversos formatos, atualizados mês a mês, estabelecendo quadro estatístico e histórico, em conformidade com o objetivo de transparência da Secretaria da Fazenda de São Paulo. É importante observar as seguintes notas: As informações de arrecadação deste relatório, principalmente as de ICMS e de IPVA, apresentam divergências em relação aos dados da seção Prestando Contas deste portal, porque: - tanto o demonstrativo do ICMS como o do IPVA, apresentam a informação depois de procedidos todos os ajustes necessários: estornos, valores ressarcidos/restituídos, incorreções de lançamentos bancários etc. É o valor contábil, oficial, que consta no Balanço Anual do Estado de São Paulo. Essa precisão retarda o tempo de publicação, gerando defasagem; - o Relatório da Receita Tributária do Estado de São Paulo apresenta a informação mais recente, ainda sem os ajustes bancários e contábeis. Dessa forma, o montante de arrecadação citado tende a ser ligeiramente maior. Porém, a pequena diferença, média de 0,1%, justifica a utilização da informação mais recente para que haja maior rapidez na publicação dos dados e análises. Coordenadoria da Administração Tributária - CAT

Indicador de variação positiva do resultado acumulado no ano em relação a igual período do ano anterior. Indicador de variação negativa do resultado acumulado no ano em relação a igual período do ano anterior. Indicador de que não houve variação do resultado acumulado no ano em relação a igual período do ano anterior.

ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA dezembro 11 TABELA 1 - Receita tributária do Estado de São Paulo (dez. 2011) Valor a Taxas nominais de crescimento Valores nominais em milhões de reais e em % Contribuição b Porcentagem do total Dez11/ Dez11/ Jan-dez11/ Jan11-dez11/ Jan11-dez11/ Dez11 Jan-dez11 Nov11 Dez10 Jan-dez10 Jan10-dez10 Jan10-dez10 Dez11 Jan-dez11 ICMS c 9.548,6 99.939,5 12,2 10,4 10,3 10,3 8,9 89,9 86,0 IPVA d 468,1 10.530,9 67,4 16,0 12,0 12,0 1,1 4,4 9,1 Taxas 418,4 4.194,3 15,5 16,7 13,6 13,6 0,5 3,9 3,6 ITCMD e 145,0 1.023,1 40,4 (4,7) 4,0 4,0 0,0 1,4 0,9 PPI f 43,0 554,6 (1,3) (11,0) (6,3) (6,3) (0,0) 0,4 0,5 PPD g 0,0 0,8 0,0 (73,8) (77,6) (77,6) (0,0) 0,0 0,0 Receita Total 10.623,2 116.243,3 14,2 10,5 10,4 10,4 10,4 100,0 100,0 FONTE Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS (a) Dados do último mês são provisórios. (b) Contribuição percentual = (arrecadação do tributo no período t - arrecadação do tributo no período t-1)/(arrecadação do Estado no período t-1)*100. Excluído PPD. (c) Arrecadação excluída do PPI Principal. (d) Arrecadação excluída do PPD. (e) ITCMD = Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações, antigo ITBI. (f) PPI Principal mais agregados (PPI = Programa de Parcelamento Incentivado). (g) PPD = Programa de Parcelamento de Débitos, com recolhimento a partir de jan/2009. TABELA 1A - Receita tributária do Estado de São Paulo (dez. 2011) Valor a Taxas reais b de crescimento Em milhões de reais de dezembro de 2011 e em % Contribuição c Porcentagem do total Dez11/ Dez11/ Jan-dez11/ Jan11-dez11/ Jan11-dez11/ Dez11 Jan-dez11 Nov11 Dez10 Jan-dez10 Jan10-dez10 Jan10-dez10 Dez11 Jan-dez11 ICMS d 9.548,6 102.418,7 11,5 3,6 3,5 3,5 3,0 89,9 85,9 IPVA e 468,1 10.962,8 66,5 8,8 5,4 5,4 0,5 4,4 9,2 Taxas 418,4 4.297,4 14,8 9,5 6,5 6,5 0,2 3,9 3,6 ITCMD f 145,0 1.045,6 39,6 (10,6) (2,5) (2,5) (0,0) 1,4 0,9 PPI g 43,0 569,0 (1,8) (16,4) (12,1) (12,1) (0,1) 0,4 0,5 PPD h 0,0 0,8 (0,6) (75,4) (79,1) (79,1) (0,0) 0,0 0,0 Receita Total 10.623,2 119.294,3 13,6 3,7 3,6 3,6 3,6 100,0 100,0 FONTE Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS (a) Dados do último mês são provisórios. (b) Deflator: IPCA/IBGE, considerando a inflação do mês do recolhimento. (c) Contribuição percentual = (arrecadação do tributo no período t - arrecadação do tributo no período t-1)/(arrecadação do Estado no período t-1)*100. Excluído PPD. (d) Arrecadação excluída do PPI Principal. (e) Arrecadação excluída do PPD. (f) ITCMD = Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações, antigo ITBI. (g) PPI Principal mais agregados (PPI = Programa de Parcelamento Incentivado). (h) PPD = Programa de Parcelamento de Débitos, com recolhimento a partir de jan/2009. ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA A receita tributária 1 do Estado de São Paulo atingiu R$ 10.623,2 milhões em dezembro, com ganho real 2 de 3,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Em relação ao arrecadado em novembro passado, registrou alta de 13,6%, que reflete os acréscimos observados nas receitas de IPVA (+66,5%), de ITCMD (+39,6%), de Taxas (+14,6%) e do ICMS (+11,5%). De janeiro a dezembro a receita acumulada foi de R$ 119.294,3 milhões, 3,6% superior ao mesmo período do ano anterior, percentual que corresponde ao do indicador de doze meses 3. Destaque-se a participação do IPVA na receita acumulada anual, que era 9,0% em 2010 e aumentou para 9,2% em 2011. 1 Composta por ICMS, IPVA, ITCMD, Taxas e Outras Receitas. 2 Nesta seção e na próxima, todos os valores e taxas de variação são reais, deflacionados pelo IPCA, cuja metodologia considera como base o mês de recolhimento. Quando o valor ou comparativo for nominal, esse fato será expressamente apontado. 3 Indicador de doze meses ou indicador de tendência é a taxa de variação real dos valores acumulados nos últimos doze meses, comparativamente aos doze meses anteriores. 5

ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA dezembro 11 IPVA A receita do IPVA, líquida do Programa de Parcelamento de Débitos - PPD, alcançou no mês de dezembro o montante de R$ 468,1 milhões e R$ 10.962,8 milhões no acumulado do ano, com aumentos reais de 66,5% relativamente ao mês anterior e de 8,8% em relação a igual mês de 2010. No acumulado do ano e no indicador de tendência, a arrecadação desse imposto apresenta crescimento real de 5,4%. Dados divulgados pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) indicam que, em dezembro, foram comercializadas pelas revendedoras nacionais 348.386 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, com alta de 8,34% na comparação com o mês de novembro passado e queda de 8,69% frente ao registrado em dezembro do ano passado. TAXAS O recolhimento de Taxas em dezembro foi de R$ 418,4 milhões, com alta de 14,8% em relação ao mês anterior, influenciada pelo aumento no licenciamento de novos veículos. No ano, a receita com o tributo acumula o montante de R$ 4.297,4 milhões, com crescimento de 6,5% em relação a idêntico período do ano anterior. ITCMD A arrecadação de ITCMD em dezembro foi de R$ 145,0 milhões, crescendo 39,6% em relação ao arrecadado no mês anterior e apresentando queda de 10,6% em relação a dezembro de 2010. No acumulado do ano, totaliza R$ 1.045,6 milhões, com queda real de 2,5%. 6

ARRECADAÇÃO DO ICMS dezembro 11 FIGURA 1 Arrecadação do ICM S/SP a Em m ilhões de reais de dezem bro de 2011 9.000 8.000 7.000 6.000 5.000 4.000 n d j11 f m a m j j a s o n d Valor dessazonalizado Valor arrecadado no mês Média móvel de 12 meses FONTE Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS (a) Os dados do último mês são provisórios. Deflator: IPCA, considerando a inflação do m ês do recolhim ento. FIGURA 2 Arrecadação do ICMS a /SP Variação real em relação ao mesmo mês do ano anterior (%) 5,4 FIGURA 3 Arrecadação do ICMS a /SP Variação real em relação ao mês imediatamente anterior (%) 12,4 1,8 3,0 2,6 3,6 5,0 1,0-0,8-0,5 0,1-3,6 j a s o n d j a s o n d FONTE Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS (a) Excluídos os valores arrecadados pelas anistias. Dados do último mês são provisórios. Deflator: IPCA, considerando a inflação do mês do recolhimento. FONTE Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS (a) Série dessazonalizada. Excluídos os valores arrecadados pelas anistias. Dados do último mês são provisórios. Deflator: IPCA, considerando a inflação do mês do recolhimento. ICMS A arrecadação de ICMS em dezembro foi de R$ 9.548,6 milhões, já deduzida a receita extraordinária do Programa de Parcelamento Incentivado - PPI. A comparação com o mesmo mês de 2010 revela crescimento de 3,6% (Figura 2). Já em relação ao último mês de novembro, a variação dessazonalizada foi positiva em 12,4% (Figura 3). A arrecadação decorrente das operações internas manteve-se estável frente ao dado de dezembro de 2010, mesmo comportamento destacado no último relatório. Por outro lado, a receita oriunda das operações de importação avançou 15% em igual período. Sob a ótica dos recolhimentos por segmento, os do setor de preços administrados tiveram aumento de 11% quando comparados aos do mesmo mês do ano anterior. Já os do setor industrial revelaram 7

ARRECADAÇÃO DO ICMS dezembro 11 ligeira queda de 1,1%, desempenho positivo frente ao recuo de 4,9% na produção industrial paulista, divulgada pela Pesquisa Industrial Mensal do IBGE. A receita acumulada em doze meses, que em dezembro coincide com o indicador da arrecadação acumulada no ano, avançou 3,5% em comparação ao mesmo período de 2010. O resultado do índice acumulado em doze meses representa uma interrupção na trajetória descendente da série (Figura 4), enquanto o do acumulado no ano mostra estabilidade em relação ao mês anterior (Figura 5). FIGURA 4 Arrecadação do ICMS a /SP Variação real acumulada em 12 meses (%) 5,1 4,4 4,0 3,9 3,3 3,5 FIGURA 5 Arrecadação do ICMS a /SP Variação real acumulada no ano (%) 3,9 3,9 3,8 3,8 3,5 3,5 j a s o n d j a s o n d FONTE Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS (a) Excluídos os valores arrecadados pelas anistias. Dados do último mês são provisórios. Deflator: IPCA, considerando a inflação do mês do recolhimento. FONTE Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS (a) Excluídos os valores arrecadados pelas anistias. Dados do último mês são provisórios. Deflator: IPCA, considerando a inflação do mês do recolhimento. O índice da média móvel trimestral dessazonalizada revela recuperação após a queda registrada no último mês de novembro (Figura 6). FIGURA 6 Arrecadação do ICMS a /SP Média móvel trimestral (Índice base dez. 2011=100) 97,7 98,4 97,4 100,0 95,9 96,1 j a s o n d FONTE Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS (a) Excluídos os valores arrecadados pelas anistias. Dados do último mês são provisórios. Deflator: IPCA, considerando a inflação do mês do recolhimento. A partir do conjunto de indicadores anteriormente apresentados é possível afirmar que o desempenho da arrecadação em dezembro foi bastante positivo. Os resultados dos índices de curto prazo melhoraram em relação aos dados de novembro e os dos sinalizadores de tendência não 8

ARRECADAÇÃO DO ICMS dezembro 11 corroboraram o indício de queda apontado no mês anterior, sugerindo novamente uma estabilização. Com isso, a arrecadação encerrou o ano de 2011 com crescimento real de 3,5% em relação a 2010. A perspectiva para este ano é de que tenhamos um cenário de elevada incerteza. Por um lado, a demanda doméstica deve permanecer aquecida, beneficiada pelo crescimento da renda, expansão do crédito e pelas medidas de política monetária implementadas nos últimos meses. De outro, observa-se um aumento da percepção de risco decorrente da deterioração do ambiente econômico internacional, o que fez o Banco Central reduzir sua projeção de crescimento do PIB de 2011 em 0,5 p.p., fixando-a em 3,0%. As expectativas para 2012, divulgadas no início do ano pelo Banco Central (Pesquisa FOCUS de 06 de janeiro), indicam um crescimento do PIB de 3,30% e de 3,43% para a Produção Industrial. A proximidade dos dois índices, em contraponto ao desempenho bem mais modesto da Produção Industrial em 2011, se confirmada, tende a contribuir para um comportamento mais favorável da arrecadação de ICMS no exercício. 9

Estatísticas de referência Arrecadação Tributária do Estado de São Paulo TABELA 1.1 TABELA 1.2 TABELA 1.2.a TABELA 1.3 TABELA 1.4 TABELA 1.5 TABELA 1.6 TABELA 1.7 TABELA 1.8 Brasil e Estado de São Paulo: arrecadação mensal do ICMS. Em valores reais (2010-dezembro-2011). Estado de São Paulo: histórico da receita tributária. Em valores nominais (1994-dezembro-2011). Estado de São Paulo: histórico da receita tributária. Em valores reais (1994-dezembro-2011). Estado de São Paulo: arrecadação de ICMS por setor de atividade. Em taxas nominais de variação (novembro-2011). Estado de São Paulo: dados históricos da arrecadação de ICMS por setor de atividade. Em valores nominais (2002 -novembro-2011). Estado de São Paulo: ICMS - indicadores fiscais de comércio exterior. Em percentual (outubro-2011). Composição setorial de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas CNAE- Fiscal (CNAE 2.0) Brasil e São Paulo: dados econômicos gerais - indicadores mensais (novembro-2011). Brasil e São Paulo: dados econômicos gerais indicadores anuais (2000-2010)

TABELA 1.1 Brasil e Estado de São Paulo: arrecadação mensal de ICMS (2010-2011) Mês Estado de São Paulo Em milhões de reais de dezembro de 2011 e em % mês trimestre ano Acumulado doze meses jan 7.542,4 8.266,8 7.542,4 8.266,8 (12,4) (1,6) 9,6 6,2 9,6 11,0 fev 7.886,1 8.273,1 15.428,6 16.539,9 0,1 (1,7) 4,9 5,6 7,2 10,9 mar 8.131,7 8.423,4 23.560,2 24.963,3 1,8 (3,9) 3,6 6,0 6,0 9,9 abr 8.516,0 8.622,4 32.076,2 33.585,8 2,4 1,4 1,2 3,2 4,7 8,2 mai 8.061,7 8.722,7 40.137,9 42.308,5 1,2 1,8 8,2 4,3 5,4 7,7 jun 8.454,0 8.601,7 48.591,9 50.910,2 (1,4) 0,7 1,7 3,7 4,8 6,5 jul 8.336,4 8.531,1 56.928,3 59.441,3 (0,8) (0,4) 2,3 4,0 4,4 5,7 ago 8.485,1 8.800,7 65.413,4 68.242,0 3,2 0,3 3,7 2,6 4,3 4,9 set 8.626,6 9.077,0 74.040,0 77.319,0 3,1 1,8 5,2 3,8 4,4 4,6 out 8.683,2 8.903,1 82.723,2 86.222,1 (1,9) 1,4 2,5 3,8 4,2 4,3 nov 8.717,0 8.575,9 91.440,2 94.797,9 (3,7) (0,8) (1,6) 2,0 3,7 3,6 dez 9.440,6 9.563,8 100.880,8 104.361,7 11,5 1,8 1,3 0,8 3,5 3,5 Total 100.880,8 104.361,7 Brasil Valores mensais a Valores acumulados Taxas reais de variação b 2010 2011 jan 23.902,1 25.851,1 23.902,1 25.851,1 (3,9) 0,8 8,2 7,1 8,2 11,9 fev 22.233,0 23.788,8 46.135,1 49.639,9 (8,0) (2,3) 7,0 7,5 7,6 11,9 mar 23.119,4 24.238,6 69.254,5 73.878,5 1,9 (3,5) 4,8 6,7 6,7 11,0 abr 24.734,2 25.190,3 93.988,7 99.068,8 3,9 (0,9) 1,8 4,5 5,4 9,7 mai 24.658,3 24.903,5 118.647,0 123.972,3 (1,1) 1,5 1,0 2,5 4,5 8,3 jun 24.050,8 25.334,7 142.697,8 149.307,0 1,7 1,5 5,3 2,7 4,6 7,5 jul 24.125,6 25.092,9 166.823,4 174.399,9 (1,0) (0,1) 4,0 3,4 4,5 6,9 ago 26.191,4 26.200,6 193.014,8 200.600,5 4,4 1,7 0,0 3,0 3,9 5,2 set 25.139,0 26.625,1 218.153,8 227.225,6 1,6 1,7 5,9 3,3 4,2 4,8 out 25.203,2 26.636,5 243.357,0 253.862,0 0,0 2,0 5,7 3,8 4,3 4,7 nov 25.617,5 268.974,5 dez 26.890,3 295.864,8 Total 295.864,8 253.862,0 Brasil exceto São Paulo jan 16.359,7 17.584,2 16.359,7 17.584,2 0,8 2,1 7,5 7,6 7,5 12,3 fev 14.346,9 15.515,7 30.706,5 33.099,9 (11,8) (2,7) 8,1 8,5 7,8 12,3 mar 14.987,7 15.815,2 45.694,3 48.915,1 1,9 (3,2) 5,5 7,0 7,0 11,6 abr 16.218,2 16.567,9 61.912,5 65.483,0 4,8 (2,1) 2,2 5,2 5,8 10,5 mai 16.596,6 16.180,7 78.509,1 81.663,8 (2,3) 1,4 (2,5) 1,6 4,0 8,6 jun 15.596,9 16.733,0 94.106,0 98.396,8 3,4 1,9 7,3 2,2 4,6 8,1 jul 15.789,2 16.561,8 109.895,1 114.958,6 (1,0) (0,0) 4,9 3,1 4,6 7,5 ago 17.706,3 17.399,9 127.601,4 132.358,5 5,1 2,5 (1,7) 3,3 3,7 5,3 set 16.512,4 17.548,1 144.113,8 149.906,6 0,9 1,6 6,3 3,0 4,0 5,0 out 16.520,0 17.733,4 160.633,8 167.639,9 1,1 2,3 7,3 3,8 4,4 4,9 nov 16.900,5 177.534,3 dez 17.449,7 194.984,0 Total 194.984,0 167.639,9 2010 2011 Participação de São Paulo no Brasil (%) média anual 2.010 34,1 2.011 34,0 Mês/ mês anterior Média móvel trimestral Ano anterior no Fonte: COTEPE. NOTAS: (a) Inclui valores de multas, juros, honorários advocatícios, acréscimos financeiros de parcelamento e outras receitas. (b) Deflator: IPCA/IBGE, considerando a inflação do mês do recolhimento. (c) Dado provisório. 11

TABELA 1.2 Estado de São Paulo: histórico da receita tributária (1994-dez.2011) Ano/ Mês RECEITA TRIBUTÁRIA a Valores nominais em milhões de reais ICMS IPVA AIR b ITCMD c TAXAS d TOTAL 1994 e 12.829,3 410,0 0,3 27,9 248,7 13.516,1 1995 18.163,8 1.211,5 0,2 53,8 491,9 19.921,2 1996 21.443,3 1.501,2 0,9 74,2 757,2 23.776,9 1997 22.779,4 1.931,0 0,4 103,3 873,2 25.687,3 1998 22.831,2 2.203,3 0,2 96,3 896,0 26.027,0 1999 24.823,7 2.121,1 0,2 113,8 924,0 27.982,9 2000 30.168,7 2.414,3 0,2 124,8 1.025,7 33.733,7 2001 33.304,9 2.882,2 0,1 104,9 1.053,4 37.345,4 2002 36.844,4 3.266,0 0,0 239,0 1.162,9 41.512,4 2003 39.743,6 3.475,3 0,0 532,7 1.365,9 45.117,4 2004 45.415,6 3.951,3 0,0 311,2 1.798,8 51.477,0 2005 50.248,2 4.658,0 0,0 324,6 2.063,9 57.294,7 2006 55.829,9 5.563,3 0,0 403,0 2.350,5 64.146,7 2007 62.217,4 6.699,4 0,0 501,9 2.747,7 72.166,3 2008 75.212,2 7.712,4 0,0 600,9 3.040,4 86.565,8 2009 77.516,8 8.862,2 0,0 687,3 3.299,5 90.365,8 2010 90.817,2 9.403,9 0,0 984,2 3.693,3 104.898,6 Jan 6.659,0 3.491,9 0,0 29,1 300,5 10.480,5 Fev 7.005,9 1.533,9 0,0 54,7 235,8 8.830,2 Mar 7.257,4 1.420,5 0,0 69,6 315,6 9.063,2 Abr 7.591,9 361,5 0,0 62,7 288,2 8.304,3 Mai 7.245,1 312,3 0,0 133,2 293,2 7.983,9 Jun 7.617,7 353,1 0,0 94,8 291,8 8.357,4 Jul 7.492,4 301,8 0,0 77,1 305,3 8.176,6 Ago 7.636,7 320,3 0,0 71,8 351,8 8.380,6 Set 7.772,6 366,5 0,0 66,2 327,0 8.532,3 Out 7.876,3 266,3 0,0 83,8 302,7 8.529,2 Nov 7.993,8 272,0 0,0 89,0 322,7 8.677,5 Dez 8.668,5 403,7 0,0 152,2 358,4 9.582,9 2011 100.138,8 10.531,7 0,0 1.023,1 4.194,3 115.887,9 Jan 7.700,8 3.891,0 0,0 46,5 344,7 11.983,0 Fev 7.729,7 1.895,2 0,0 61,6 297,1 9.983,6 Mar 7.902,4 1.460,7 0,0 90,2 317,8 9.771,1 Abr 8.202,2 392,6 0,0 74,1 296,7 8.965,5 Mai 8.292,9 385,9 0,0 87,4 357,7 9.123,9 Jun 8.210,9 413,3 0,0 83,2 329,9 9.037,3 Jul 8.148,3 323,7 0,0 67,2 349,5 8.888,8 Ago 8.432,1 355,5 0,0 81,5 408,8 9.277,9 Set 8.788,0 394,4 0,0 79,8 379,9 9.642,1 Out 8.639,4 271,8 0,0 103,4 331,3 9.346,0 Nov 8.528,1 279,7 0,0 103,3 362,4 9.273,5 Dez 9.563,8 468,1 0,0 145,0 418,4 10.595,4 FONTE: Secretaria da Fazendo do Estado de São Paulo. NOTAS: (a) Dados referentes ao último mês são provisórios.(b) Adicional do Imposto de Renda (extinto em 1994). (c) ITCMD = Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações, antigo ITBI = Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (não onerosas). (d) Taxas = Recolhimento por serviços públicos ou exercício do poder de polícia. (e) De 01 a 06/1994 valores da moeda da época divididos pela URV média, ponderada diariamente pela arrecadação. 12

TABELA 1.2a Estado de São Paulo: histórico da receita tributária (1994-dez.2011) Ano/ Mês Em milhões de reais de dezembro de 2011 RECEITA TRIBUTÁRIA a ICMS IPVA AIR b ITCMD c TAXAS d TOTAL 1994 e 90.275,0 7.355,0 3,1 168,8 1.566,5 99.368,5 1995 54.226,3 3.875,2 0,5 158,6 1.454,2 59.714,8 1996 55.244,9 3.988,0 2,4 190,6 1.947,3 61.373,2 1997 54.916,4 4.719,2 0,9 248,4 2.103,4 61.988,3 1998 53.341,8 5.166,8 0,5 224,9 2.093,3 60.827,3 1999 55.262,7 4.825,6 0,4 252,3 2.055,1 62.396,2 2000 62.704,0 5.094,7 0,3 258,7 2.133,0 70.190,8 2001 64.887,4 5.724,3 0,2 203,5 2.051,6 72.867,0 2002 66.082,1 6.004,8 0,1 424,1 2.087,4 74.598,5 2003 62.227,0 5.551,9 0,0 831,2 2.137,0 70.747,0 2004 66.665,5 5.905,9 0,0 456,6 2.640,6 75.668,6 2005 69.060,9 6.493,2 0,0 444,2 2.835,7 78.834,0 2006 73.638,6 7.382,7 0,0 530,7 3.100,4 84.652,3 2007 79.169,4 8.609,7 0,0 637,9 3.495,9 91.912,9 2008 90.530,7 9.442,0 0,0 721,1 3.661,3 104.355,1 2009 88.951,7 10.284,8 0,0 787,4 3.787,2 103.811,1 2010 99.245,5 10.403,7 0,0 1.072,2 4.036,1 114.757,5 Jan 7.459,6 3.911,7 0,0 32,6 336,6 11.740,6 Fev 7.787,5 1.705,0 0,0 60,8 262,1 9.815,4 Mar 8.025,4 1.570,9 0,0 77,0 349,0 10.022,2 Abr 8.347,6 397,5 0,0 69,0 316,9 9.131,0 Mai 7.932,2 341,9 0,0 145,9 321,1 8.741,1 Jun 8.340,2 386,6 0,0 103,8 319,4 9.150,0 Jul 8.202,2 330,4 0,0 84,4 334,3 8.951,2 Ago 8.356,7 350,5 0,0 78,6 385,0 9.170,9 Set 8.467,4 399,3 0,0 72,1 356,2 9.295,0 Out 8.516,5 288,0 0,0 90,6 327,4 9.222,5 Nov 8.572,4 291,7 0,0 95,5 346,1 9.305,6 Dez 9.237,7 430,2 0,0 162,2 382,0 10.212,2 2011 102.623,1 10.963,6 0,0 1.045,6 4.297,4 118.929,8 Jan 8.138,9 4.112,4 0,0 49,2 364,3 12.664,8 Fev 8.104,6 1.987,1 0,0 64,6 311,5 10.467,8 Mar 8.220,8 1.519,5 0,0 93,8 330,6 10.164,7 Abr 8.467,5 405,2 0,0 76,5 306,2 9.255,4 Mai 8.521,0 396,5 0,0 89,8 367,6 9.374,9 Jun 8.424,2 424,1 0,0 85,4 338,4 9.272,0 Jul 8.346,6 331,6 0,0 68,9 358,0 9.105,1 Ago 8.605,4 362,8 0,0 83,2 417,2 9.468,6 Set 8.921,4 400,4 0,0 81,0 385,7 9.788,4 Out 8.733,0 274,7 0,0 104,5 334,9 9.447,2 Nov 8.575,9 281,2 0,0 103,9 364,4 9.325,4 Dez 9.563,8 468,1 0,0 145,0 418,4 10.595,4 FONTE: Secretaria da Fazendo do Estado de São Paulo. NOTAS: (a) Deflator: IPCA/IBGE, considerando a inflação do mês do recolhimento e dados referentes ao último mês são provisórios. (b) Adicional do Imposto de Renda (extinto em 1994). (c) ITCMD = Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações, antigo ITBI. (d) Taxas = Recolhimento por serviços públicos ou exercício do poder de polícia. (e) De 01 a 06/1994 valores da moeda da época divididos pela URV média, ponderada diariamente pela arrecadação. 13

TABELA 1.3 Estado de São Paulo: arrecadação nominal de ICMS por setor de atividade (nov. 2011) Setores a Em % e excluídos valores extraordinários de anistias h b Taxas nominais de variação Contribuição c Composição percentual Nov11/ Nov11/ Jan-nov11/ Dez10-nov11/ Nov11/ Dez10-nov11/ percentual Out11 Nov10 Jan-nov10 Dez09-nov10 Out11 Dez09-nov10 Nov11 Dez10-Nov11 TOTAL (1,3) 6,7 10,3 10,1 (1,3) 10,1 100,0 100,0 AGROPECUÁRIA (33,1) (68,1) 57,8 56,4 (0,0) 0,1 0,0 0,2 Agricultura, pecuária e outros produtos animais (33,1) (68,1) 57,8 56,4 (0,0) 0,1 0,0 0,2 PREÇOS ADMINISTRADOS d (4,6) 11,1 13,8 13,1 (1,3) 3,8 28,0 29,6 INDÚSTRIA (3,4) 1,6 7,1 7,1 (1,3) 2,7 37,4 37,1 Indústria extrativa (30,3) 12,2 (6,0) (7,2) (0,1) (0,0) 0,2 0,2 Minerais não metálicos (6,0) (1,7) 17,1 19,2 (0,1) 0,3 1,7 1,7 Metalúrgica (4,8) (6,7) (2,0) (0,5) (0,2) (0,0) 3,7 3,7 Metalurgia básica - ferrosos (20,2) (19,6) (17,2) (14,9) (0,3) (0,2) 1,1 1,2 Metalurgia básica - não ferrosos (10,9) (22,0) (0,8) (2,2) (0,0) (0,0) 0,4 0,4 Produtos de metal 6,7 5,3 9,5 11,0 0,1 0,2 2,2 2,1 Máquinas, equipamentos e instalações 1,0 5,3 12,1 11,7 0,0 0,3 2,9 3,0 Máquinas e equipamentos 1,7 6,7 13,1 12,4 0,0 0,3 2,5 2,5 Equip. instrum. médico-hospit., autom. e precisão (2,7) (1,7) 7,3 8,1 (0,0) 0,0 0,5 0,5 Material elétrico e de comunicações (13,7) (6,0) 13,5 13,6 (0,5) 0,5 3,5 3,7 Eletrodomésticos e máquinas para escritório (27,9) (11,6) 9,8 9,7 (0,5) 0,1 1,3 1,5 Eletrodomésticos (40,4) (14,5) 23,2 22,0 (0,4) 0,2 0,6 0,8 Máquinas p/ escritórios e equip. p/ inform. (9,7) (8,6) (1,3) (1,0) (0,1) (0,0) 0,6 0,7 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 0,2 1,2 10,1 11,5 0,0 0,2 1,5 1,5 Mat. eletrônico, apar. e equip. de comunicações (8,5) (9,7) 29,7 27,2 (0,1) 0,2 0,7 0,8 Material de transp. e outros equip. de transporte 3,7 7,7 13,1 13,2 0,2 0,7 5,1 5,1 Madeira (1,3) (0,9) 29,4 27,4 (0,0) 0,0 0,2 0,1 Móveis (1,2) 1,6 26,0 28,4 (0,0) 0,1 0,3 0,3 Celulose, papel e produtos de papel (10,2) 12,3 18,8 21,5 (0,2) 0,3 1,7 1,7 Artigos de borracha (2,6) 1,8 13,4 14,6 (0,0) 0,1 0,7 0,8 Couros, artefatos de couro e calçados 6,1 (4,4) 27,2 29,7 0,0 0,0 0,2 0,2 Produtos químicos (8,7) (7,9) 0,1 0,1 (0,4) 0,0 4,7 4,7 Produtos farmacêuticos (9,3) (2,6) 3,9 3,4 (0,2) 0,1 2,3 2,6 Produtos de perfumaria e cosméticos (0,9) 2,2 (31,2) (40,3) (0,0) (0,5) 0,9 0,6 Produtos de plásticos (3,0) 4,3 14,3 15,2 (0,1) 0,3 1,9 1,8 Produtos têxteis (4,6) 2,5 (6,5) (6,6) (0,0) (0,0) 0,6 0,6 Artigos de vestuário e acessórios 1,2 6,4 10,0 9,6 0,0 0,1 0,6 0,6 Produtos alimentícios 8,6 5,5 3,3 3,7 0,2 0,1 2,7 2,6 Bebidas 5,6 22,0 9,8 9,7 0,1 0,2 2,5 2,2 Edição, impressão e produção de gravações (1,6) 20,5 17,3 15,7 (0,0) 0,1 0,4 0,4 Reciclagem 10,5 38,1 23,2 22,5 0,0 0,0 0,0 0,0 Diversas e 16,0 31,9 10,5 11,1 0,0 0,1 0,6 0,5 COMÉRCIO E SERVIÇOS 4,2 10,8 11,3 11,4 1,3 3,4 31,4 30,0 Comércio Atacadista 8,8 12,3 11,3 12,0 1,4 1,9 17,9 16,4 Serviço de transporte 0,7 3,3 7,5 8,3 0,0 0,2 2,3 2,3 Revendedora de veículos (13,2) 5,0 11,0 12,4 (0,4) 0,3 2,7 2,7 Loja de departamentos 27,4 19,3 12,6 9,0 0,2 0,1 1,0 0,9 Supermercados 0,2 4,9 0,9 (4,2) 0,0 (0,0) 0,9 1,0 Comércio varejista - outros (0,2) 12,6 12,4 10,6 (0,0) 0,5 4,3 4,4 Serviços - outros f 21,8 4,5 18,4 19,1 0,0 0,4 2,4 2,4 NÃO CLASSIFICADOS g 3,4 (2,9) 4,0 4,6 0,1 0,2 3,1 3,1 FONTE: Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS: (a) Classificados pela CNAE-Fiscal (Ver Tabela 1.6). (b) Valores nominais. (c) Contribuição percentual = (arrecadação do setor no período t - arrecadação do setor no período t-1)/(arrecadação do Estado no período t-1)*100. (d) Composto pelos setores: Produção e Distribuição de Combustíveis, Produção e Distribuição de Energia Elétrica e Serviços de Comunicação. (e) Inclui Fumo. (f) Inclui Produção e Distribuição de Gás. (g) A partir de agosto de 2007 estão inclusos os valores obtidos com a Lei Complementar 123-14/12/2006 (Simples Nacional). (h) Ajustado o efeito do parcelamento da arrecadação de janeiro/2009 (Decreto 53810/08) que foi recolhido no mês seguinte: somou-se em janeiro/2009 a parcela recolhida em fevereiro/2009 e excluiu-se essa parcela de fevereiro/2009. 14

TABELA 1.4 Estado de São Paulo: dados históricos da arrecadação mensal de ICMS por setor de atividade (2002-nov.2011) Valores nominais em milhões de reais excluídos recohimentos extraordinários de anistias. Setores a 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 b TOTAL 35.818,2 39.321,5 45.415,6 50.248,2 54.321,7 62.217,2 75.212,2 77.516,7 90.817,2 90.574,9 AGROPECUÁRIA 53,9 78,2 82,8 72,1 76,6 111,2 141,9 116,5 107,4 154,3 Agricultura, pecuária e outros produtos animais 53,9 78,2 82,8 72,1 76,6 111,2 141,9 116,5 107,4 154,3 PREÇOS ADMINISTRADOS c 13.439,8 15.572,5 17.136,8 19.274,6 20.720,4 22.527,2 23.687,2 24.086,3 26.116,0 27.226,2 INDÚSTRIA 14.506,4 14.780,5 17.151,5 17.809,3 19.002,7 22.183,5 28.154,1 28.606,8 34.596,3 33.422,7 Indústria extrativa 89,9 78,8 82,0 80,3 98,4 106,1 130,5 170,8 194,0 168,5 Minerais não metálicos 648,0 663,4 758,2 709,2 686,0 811,4 1.123,6 1.147,3 1.485,1 1.545,6 Metalúrgica 1.389,0 1.567,6 2.265,2 2.709,7 2.490,6 3.086,8 3.836,5 3.081,9 3.698,2 3.275,1 Metalurgia básica - ferrosos 545,5 719,8 1.095,3 1.321,5 1.062,0 1.477,7 1.915,0 1.338,9 1.433,5 1.078,2 Metalurgia básica - não ferrosos 216,2 185,3 276,6 365,4 421,5 425,7 400,7 312,3 383,9 354,0 Produtos de metal 627,3 662,5 893,3 1.022,8 1.007,2 1.183,5 1.520,8 1.430,7 1.880,8 1.842,9 Máquinas, equipamentos e instalações 929,7 968,3 1.190,7 1.368,4 1.421,8 1.706,0 2.375,1 2.139,3 2.685,1 2.751,7 Máquinas e equipamentos 719,3 768,7 945,4 1.085,4 1.130,2 1.380,0 1.985,3 1.779,2 2.218,4 2.295,6 Equip. instrum. médico-hospit., autom. e precisão 210,5 199,6 245,3 283,0 291,6 326,1 389,8 360,1 466,7 456,1 Material elétrico e de comunicações 1.185,0 1.126,3 1.341,4 1.382,1 1.491,4 1.801,8 2.667,7 2.686,3 3.304,9 3.322,1 Eletrodomésticos e máquinas para escritório 351,6 346,6 323,6 329,4 437,6 484,3 663,9 896,1 1.349,6 1.295,3 Eletrodomésticos 141,0 115,7 144,6 143,0 184,5 226,0 269,4 465,6 638,3 660,9 Máquinas p/ escritórios e equip. p/ inform. 210,6 230,8 178,9 186,4 253,1 258,3 394,5 430,5 711,3 634,4 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 513,9 472,2 558,3 610,8 662,8 786,8 1.096,7 1.094,9 1.366,6 1.340,3 Mat. eletrônico, apar. e equip. de comunicações 319,5 307,5 459,6 441,9 391,0 530,7 907,2 695,3 588,6 686,5 Material de transp. e outros equip. de transporte 1.365,9 1.339,3 1.723,7 1.711,9 1.773,9 2.472,6 3.338,4 3.477,0 4.530,9 4.655,9 Madeira 73,4 56,1 61,8 71,5 85,2 89,2 82,5 83,1 117,2 136,2 Móveis 74,3 69,2 83,3 105,3 123,4 139,4 147,9 185,8 263,2 289,2 Celulose, papel e produtos de papel 625,4 553,8 594,0 517,3 630,7 827,8 988,6 945,4 1.420,5 1.472,3 Artigos de borracha 360,3 453,2 467,0 490,3 470,9 456,3 543,2 472,8 670,9 692,1 Couros, artefatos de couro e calçados 53,4 50,5 50,4 58,4 69,4 72,6 90,9 98,1 150,7 167,8 Produtos químicos 2.374,5 2.484,6 3.022,1 2.992,6 3.105,8 3.511,7 4.112,3 4.037,8 4.659,8 4.254,6 Produtos farmacêuticos 1.195,8 1.174,7 1.369,2 1.307,0 1.430,1 1.640,3 1.942,7 2.211,8 2.448,4 2.326,1 Produtos de perfumaria e cosméticos 266,6 281,6 254,4 138,0 162,4 211,8 802,1 1.125,7 874,1 572,5 Produtos de plásticos 532,4 575,4 651,9 800,1 869,5 985,9 1.154,3 1.244,1 1.559,3 1.595,5 Produtos têxteis 403,4 425,4 416,3 420,7 456,2 493,9 499,5 507,7 613,9 527,9 Artigos de vestuário e acessórios 207,3 206,8 233,8 293,3 338,9 382,3 436,6 447,2 545,7 537,8 Produtos alimentícios 1.235,6 1.333,0 1.241,5 1.088,8 1.443,1 1.365,8 1.650,6 2.097,9 2.530,0 2.330,6 Bebidas 765,3 870,7 982,7 1.131,0 1.402,3 1.497,8 1.596,6 1.744,9 1.999,7 1.963,6 Edição, impressão e produção de gravações 111,3 92,2 116,2 124,4 133,8 173,1 245,9 289,1 321,9 333,9 Reciclagem 13,3 14,4 18,6 20,2 20,6 24,2 24,8 23,0 28,3 31,8 Diversas d 606,6 395,2 227,3 288,8 298,3 326,6 363,6 389,7 494,4 472,0 COMÉRCIO E SERVIÇOS 7.654,9 8.704,3 10.873,9 12.890,2 14.136,6 16.452,9 20.985,5 22.343,8 27.049,9 26.995,1 Comércio Atacadista 4.055,8 4.778,1 5.972,7 6.726,4 7.344,5 8.340,8 10.715,9 11.577,5 14.786,0 14.649,6 Serviço de transporte 285,8 288,0 359,9 422,2 466,2 557,9 773,2 1.697,3 2.109,5 2.057,5 Revendedora de veículos 619,9 694,9 985,9 1.213,4 1.282,8 1.656,6 2.355,2 1.844,6 2.432,2 2.436,9 Loja de departamentos 136,8 197,5 322,9 369,2 390,4 489,5 697,3 832,2 788,9 793,9 Supermercados 433,0 461,7 488,9 842,9 966,2 1.178,8 1.414,6 1.151,9 976,1 900,1 Comércio varejista - outros 1.524,0 1.569,9 1.896,6 2.371,3 2.652,4 2.978,9 3.649,5 3.672,7 3.893,1 3.985,4 Serviços - outros e 599,6 714,2 847,0 944,8 1.034,1 1.250,4 1.379,7 1.567,7 2.064,1 2.171,7 NÃO CLASSIFICADOS f 163,2 185,9 170,6 202,0 385,5 942,4 2.243,4 2.363,5 2.947,7 2.776,7 FONTE: Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS: (a)classificados pela CNAE-Fiscal (ver Tabela 6). (b) Dados até novembro/2011. (c) Composto pelos setores: Produção e Distribuição de Combustíveis, Produção e Distribuição de Energia Elétrica e Serviços de Comunicaçãção. (d) Inclui Fumo. (e) Inclui Produção e Distribuição de Gás. (f) A partir de agosto de 2007 estão inclusos os valores obtidos com a Lei Complementar 123-14/12/2006 (Simples Nacional). 15

TABELA 1.5 Estado de São Paulo: ICMS - indicadores fiscais de comércio exterior (out. 2011) Índices a Setores b Importação/compras c Exportação/vendas d Em % Out10 Out11 Jan-out11 Nov10-out11 Out10 Out11 Jan-out11 Nov10-out11 TOTAL 14,3 16,4 15,3 15,1 6,1 6,6 6,1 6,0 AGROPECUÁRIA 1,0 0,6 2,0 2,1 18,9 6,1 8,3 8,6 Agricultura, pecuária e outros produtos animais 1,0 0,6 2,0 2,1 18,9 6,1 8,3 8,6 PREÇOS ADMINISTRADOS e 8,6 16,2 11,6 10,8 2,5 2,6 2,6 2,6 INDÚSTRIA 21,2 23,1 22,1 22,1 10,1 11,0 10,0 9,9 Indústria extrativa 2,1 22,6 6,6 5,7 1,0 0,3 0,8 0,8 Minerais não metálicos 17,1 20,7 19,4 19,8 3,5 3,5 3,6 3,5 Metalúrgica 13,0 10,6 10,9 11,2 6,7 5,7 5,7 6,0 Metalurgia básica - ferrosos 15,4 11,2 11,7 11,9 10,0 8,1 7,7 8,2 Metalurgia básica - não ferrosos 9,6 9,4 11,0 11,0 10,2 8,2 9,1 9,7 Produtos de metal 12,4 10,9 10,0 10,6 2,8 2,9 2,7 2,7 Máquinas, equipamentos e instalações 30,7 32,5 32,8 32,6 12,6 15,1 13,2 12,9 Máquinas e equipamentos 30,2 31,9 32,4 32,3 13,3 15,7 13,9 13,6 Equip. instrum. médico-hospit., autom. e precisão 35,5 38,6 36,4 36,5 7,5 10,2 7,3 7,2 Material elétrico e de comunicações 40,4 44,4 43,5 42,8 6,0 6,9 5,8 5,8 Eletrodomésticos e máquinas para escritório 44,4 47,5 47,6 47,2 2,6 2,8 2,6 2,6 Eletrodomésticos 11,6 14,8 12,6 12,0 2,5 1,7 2,1 2,1 Máquinas p/ escritórios e equip. p/ inform. 55,8 59,2 60,4 59,9 2,7 3,4 2,8 2,8 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 24,7 25,9 23,8 23,7 8,1 7,2 6,1 6,1 Mat. eletrônico, apar. e equip. de comunicações 61,3 66,8 69,5 68,1 9,4 14,0 10,9 11,1 Material de transp. e outros equip. de transporte 22,9 27,0 23,8 23,7 15,9 19,4 16,1 16,4 Madeira 4,1 7,4 6,2 5,7 3,4 4,0 3,3 3,3 Móveis 3,2 3,7 3,0 2,9 1,9 1,3 1,3 1,3 Celulose, papel e produtos de papel 13,3 15,7 14,9 14,7 7,0 8,8 9,0 8,7 Artigos de borracha 30,0 34,3 29,1 30,1 8,0 9,8 8,8 8,8 Couros, artefatos de couro e calçados 7,4 7,3 9,8 9,6 16,5 13,8 15,8 16,1 Produtos químicos 30,9 31,2 29,6 29,9 6,4 7,4 7,9 7,8 Produtos farmacêuticos 59,4 59,0 60,9 60,3 5,5 5,4 5,3 5,3 Produtos de perfumaria e cosméticos 8,5 6,9 10,4 10,4 5,3 5,4 6,2 6,0 Produtos de plásticos 11,5 10,9 11,2 11,4 2,9 2,8 2,8 2,8 Produtos têxteis 12,6 14,6 15,1 15,0 3,0 3,0 2,9 3,0 Artigos de vestuário e acessórios 6,4 6,5 6,6 6,4 0,4 0,5 0,5 0,5 Produtos alimentícios 5,4 6,2 6,3 6,7 22,1 21,4 19,1 18,7 Bebidas 4,7 6,9 6,3 6,3 0,3 0,3 0,4 0,4 Edição, impressão e produção de gravações 18,0 26,3 20,0 19,8 1,1 1,0 1,4 1,3 Reciclagem 11,1 0,2 0,7 0,7 0,2 0,4 0,3 0,3 Diversas f 5,0 6,6 5,8 5,9 0,3 0,3 0,4 0,4 COMÉRCIO E SERVIÇOS 8,9 9,2 9,4 9,3 2,8 3,6 3,4 3,2 Comércio Atacadista 15,8 15,4 16,2 16,2 4,4 5,2 5,0 4,8 Serviço de transporte 9,9 16,5 14,5 14,2 5,8 7,7 8,1 7,9 Revendedora de veículos 3,1 2,5 3,6 3,6 0,8 0,9 0,8 0,8 Loja de departamentos 2,3 2,3 2,1 2,0 4,2 4,6 3,8 3,6 Supermercados 2,7 2,9 2,0 2,3 0,0 0,0 0,3 0,2 Comércio varejista - outros 2,4 3,4 2,8 2,8 0,2 0,2 0,2 0,2 Serviços - outros g 8,1 8,5 8,5 8,5 2,5 3,2 3,0 2,9 NÃO CLASSIFICADOS 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 FONTE: Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. NOTAS: (a) Dados extraídos da base de dados em 03/01/2012. (b) Classificados pela CNAE-Fiscal (Ver Tabela 1.6). (c) Objetos do Universo Nova GIA na base de dados: Importações Valor Contábil, Compras no estado Valor Contábil e Compras fora do Estado Valor Contábil. (d) Objetos do Universo Nova GIA na base de dados: Exportações Valor Contábil, Vendas no Estado Valor Contábil e Vendas fora do Estado Valor Contábil. (e) Composto pelos setores: Produção e Distribuição de Combustíveis, Produção e Distribuição de Energia Elétrica e Serviços de Comunicação. (f) Inclui Fumo. (g) Inclui Produção e Distribuição de Gás. 16

TABELA 1.6 Composição setorial de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE-Fiscal (CNAE 2.1) a Código PRODESP AGROPECUÁRIA Setores 100 Agricultura, pecuária e outros produtos animais 0111-3/01 a 0322-1/99 237, 320 PREÇOS ADMINISTRADOS b 1910-1/00 a 1932-2/00 4731-8/00 e 4732-6/00 331 e 333 4682-6/00 4681-8/01 a 4681-8/05 INDÚSTRIA 3511-5/01 a 3514-0/00 5310-5/01 a 5320-2/02 6010-1/00 a 6190-6/99 210 Indústria extrativa 0500-3/01 a 0990-4/03 220 Minerais não metálicos 2311-7/00 a 2399-1/99 221 Metalurgia básica - ferrosos 2411-3/00 a 2439-3/00 2451-2/00 e 2452-1/00 222 Metalurgia básica - não ferrosos 2441-5/01 a 2449-1/99 223 Produtos de Metal 2511-0/00 a 2599-3/99 224 Máquinas e equipamentos 2811-9/00 a 2869-1/00 225 Eletrodomésticos 2751-1/00 a 2759-7/99 226 Máquinas para escritório e equipamentos p/ informática 2621-3/00 e 2622-1/00 227 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 2710-4/01 a 2740-6/02 2790-2/01 a 2790-2/99 228 Material eletrônico, apar. e equip. de comunicações 2610-8/00 2640-0/00 2631-1/00 e 2632-9/00 229 Equip., instrum. médico-hospitalares, de automação e precisão 2651-5/00 a 2680-9/00 3250-7/01 a 3250-7/09 230 Material de transporte e outros equip. de transporte 2910-7/01 a 2950-6/00 3011-3/01 a 3099-7/00 231 Madeira 1610-2/01 a 1629-3/02 232 Móveis 3101-2/00 a 3104-7/00 233 Celulose, papel e produtos de papel 1710-9/00 a 1749-4/00 234 Artigos de borracha 2211-1/00 a 2219-6/00 235 Couros, artefatos de couro e calçados 1510-6/00 a 1540-8/00 236 Produtos químicos 2011-8/00 a 2062-2/00 2071-1/00 a 2099-1/99 238 Produtos farmacêuticos 2110-6/00 a 2123-8/00 239 Produtos de perfumaria e cosméticos 2063-1/00 240 Produtos de plástico 2221-8/00 a 2229-3/99 241 Produtos têxteis 1311-1/00 a 1359-6/00 242 Artigos de vestuário e acessórios 1411-8/01 a 1422-3/00 243 Produtos alimentícios 1011-2/01 a 1099-6/99 244 Bebidas 1111-9/01 a 1122-4/99 246 Edição, impressão e produção de gravações 1811-3/01 a 1830-0/03 5811-5/00 a 5829-8/00 290 Reciclagem 3831-9/01 a 3839-4/99 245 e 299 Diversas c 1210-7/00 a 1220-4/99 3211-6/01 a 3240-0/99 COMÉRCIO E SERVIÇOS 3291-4/00 a 3299-0/99 310 Comércio Atacadista 4611-7/00 a 4679-6/99 4683-4/00 a 4693-1/00 330 Serviços de transporte 4911-6/00 a 5130-7/00 340 Revendedoras de veículos 4511-1/01 a 4543-9/00 341 Lojas de departamentos 4713-0/01 a 4713-0/03 342 Supermercados 4711-3/01 e 4711-3/02 4712-1/00 350 Comércio varejista - outros 4721-1/02 a 4729-6/99 4741-5/00 a 47.90-3 332 e 390 Serviços - outros d 3520-4/01 e 3520-4/02 Demais CNAE's não especificados anteriormente 400 NÃO CLASSIFICADOS FONTE: Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. Códigos CNAE - FISCAL NOTAS: (a) CNAE 2.1. Conforme Resolução CONCLA nº 1/2006, de 04/09/2006 - DOU 05/09/2006, Resolução CONCLA nº 2/2006, de 15/12/2006 - DOU de 18/12/2006 e Resolução CONCLA nº 2/2010, de 25/06/2010 - DOU de 29/06/2010. (b) Composto pelos setores: Produção e Distribuição de Combustíveis, Produção e Distribuição de Energia Elétrica e Serviços de Comunicação. (c) Inclui Fumo. (d) Inclui Produção e Distribuição de Gás. 17

TABELA 1.7 Brasil e São Paulo: dados econômicos gerais - indicadores mensais (nov.2011) Indicadores Mês Acumulado em 12 meses set/11 out/11 nov/11 Out10/Set11 Nov10/Out11 Dez10/Nov11 set/10 out/10 nov/10 Out09/Set10 Nov09/Out10 Dez09/Nov10 Unidades BRASIL Produção industrial (a) (1,9) (0,6) 0,4 1,6 1,4 0,6 var. % per. ant Bens de capital (6,4) (1,8) 1,2 5,5 5,2 3,9 var. % per. ant Bens intermediários (0,2) (0,5) 0,5 1,4 1,0 0,5 var. % per. ant Bens consumo duráveis (8,8) 2,4 (1,1) 0,8 0,2 (1,2) var. % per. ant Bens consumo semi/não-duráveis (1,3) (1,3) 2,0 0,6 0,8 (0,2) var. % per. ant Comércio varejista (b) 0,5 (0,0) 1,3 7,7 7,5 7,0 var. % per. ant Arrecadação IPI 2,4 15,3 (2,9) 14,4 14,4 12,6 var. % per. ant Arrecadação ICMS Brasil (c) 10,4 2,5 1,9 5,7 5,9 6,2 var. % per. ant Arrecadação ICMS SP (c) 3,1 0,5 (1,8) 4,2 3,8 3,1 var. % per. ant ICMS SP/ICMS Brasil 34,4 36,1-34,6 34,5 - participação % Previdência: gastos ben. e pess. 0,7 0,9 2,1 1,8 2,2 2,3 var. % per. ant Massa de rendimentos (d) 1,7 1,2 3,2 6,6 6,1 5,3 var. % per. ant Rendimento médio real (d) 0,0 (0,3) 1,2 4,0 3,5 3,0 var. % per. ant Emprego (d) 1,7 1,5 1,9 2,5 2,5 2,2 var. % per. ant Balança comercial 3.074,0 2.355,0 578,0 30.560,0 31.640,0 31.331,0 US$ milhões Exportações 23.285,0 22.140,0 21.773,0 246.983,0 272.516,0 254.829,0 US$ milhões Variação % 23,6 20,5 23,1 32,7 32,1 30,4 var. % per. ant Importações 20.211,0 19.785,0 21.195,0 216.423,0 240.876,0 223.498,0 US$ milhões Variação % 13,9 19,7 22,0 27,9 28,5 25,3 var. % per. ant Reservas externas - liquidez internacional (k) 349,7 352,9 352,1 349,7 352,9 352,1 US$ bilhões Juros nominais Taxa básica (Selic) 11,9 11,4 11,4 11,6 11,6 11,7 % a.a. Volume de crédito total (l) 1.933,5 1.946,4 1.984,3 - - - R$ bilhões Variação % 19,8 18,4 18,2 - - - var. % per. ant Crédito/PIB 48,4 47,5 48,2 - - - var. % per. ant Taxa de câmbio real (e) 0,8 2,0 1,7 (6,7) (6,0) (5,4) variação % Inflação (f) IGP-DI 0,75 0,40 0,43 7,45 6,78 5,56 var. % per. ant IPA Indústria 0,62 0,87 0,27 5,30 5,80 5,30 var. % per. ant INPC 0,45 0,32 0,57 7,30 6,66 6,18 var. % per. ant IPCA 0,53 0,43 0,52 7,31 6,97 6,64 var. % per. ant SÃO PAULO Produção Industrial (g) com ajuste sazonal (5,1) (2,6) 1,9 2,0 1,4 0,5 var. % per. ant Vendas Industriais (h) 0,1 0,3-6,8 6,8 5,7 var. % per. ant Comércio varejista (i) 0,9 0,2 1,2 6,7 6,7 6,3 var. % per. ant Massa de rendimentos (j) 0,8 0,8 2,7 3,1 2,9 2,6 var. % per. ant Rendimento médio real (j) (0,7) 0,0 1,2 0,7 0,6 0,6 var. % per. ant Emprego (j) 1,5 0,8 1,5 2,4 2,3 2,0 var. % per. ant Balança comercial (1.662,8) (1.728,5) (1.762,3) (21.056,8) (23.296,2) (21.734,2) US$ milhões Exportações 5.587,8 5.193,6 5.177,5 59.017,9 64.478,0 59.596,1 US$ milhões Importações 7.250,6 6.922,1 6.939,9 80.074,7 87.774,2 81.330,3 US$ milhões Inflação (f) IPC-FIPE 0,25 0,39 0,60 6,54 5,85 5,73 var. % per. ant FONTE: Banco Central do Brasil (BACEN); Confederação Nacional da Indústria (CNI); Fundação SEADE/SP; Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP (FIPE/USP); Fundação Getúlio Vargas (FGV); Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)/IPEADATA; Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC); Ministério da Fazenda (Cotepe); Ministério da Previdência Social (MPAS); Secretaria da Receita Federal (SRF). NOTAS: (a) Produção física da indústria brasileira com ajuste sazonal mês contra mês imediatamente anterior. No acumulado 12 meses os dados são sem ajuste sazonal (IBGE PIMPF Reformulada); (b) Volume de vendas do comércio varejista Brasil com ajuste sazonal (IBGE PMC); (c) Ministério da Fazenda (Cotepe) para as informações sobre ICMS do Brasil e ICMS de São Paulo usando o deflator IGP-DI; (d) IBGE PME nova metodologia; (e) Calculada com base na taxa de câmbio real efetiva, INPC, exportações - índice (média 2000 = 100); (f) Variação dos índices de preços em relação ao mês imediatamente anterior; no acumulado 12 meses é calculada a inflação ocorrida no período; (g) Produção física da indústria paulista com ajuste sazonal mês contra mês imediatamente anterior. No acumulado 12 meses, os dados são sem ajuste sazonal (IBGE PIMPF Reformulada); (h) Vendas reais da indústria paulista FIESP com ajuste sazonal e no acumulado 12 meses as vendas são calculadas sem ajuste sazonal; (i) Volume de vendas do comércio varejista São Paulo com ajuste sazonal (IBGE PMC); (j) IBGE PME nova metodologia; (k) Reservas acumuladas até o último dia do mês; (l) Fonte Banco Central - recursos livres e direcionados, acumulado em 12 meses e variação. ELABORAÇÃO: FUNDAP. 18

TABELA 1.8 Brasil e São Paulo: dados econômicos gerais - indicadores anuais (2000-2010) BRASIL Indicadores 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Unidade Fonte PIB Total (a) 2.643,4 2.678,1 2.749,3 2.780,8 2.939,7 3.032,6 3.152,6 3.344,6 3.517,6 3.506,0 3.770,1 R$ bi de 2010 IBGE/DIESP PIB Total (a) 4,3 1,3 2,7 1,1 5,7 3,2 4,0 6,1 5,2 (0,3) 7,5 variação % IBGE Agropecuária 2,7 6,1 6,6 5,8 2,3 0,3 4,8 4,8 6,3 (3,1) 6,3 variação % IBGE Indústria 4,8 (0,6) 2,1 1,3 7,9 2,1 2,2 5,3 4,1 (5,6) 10,4 variação % IBGE Serviços 3,6 1,9 3,2 0,8 5,0 3,7 4,2 6,1 4,9 2,1 5,5 variação % IBGE Taxa de Investimento (b) 16,8 17,0 16,4 15,3 16,1 15,9 16,4 17,4 19,1 16,9 18,4 % do PIB IPEA Produção industrial (c) 6,6 1,6 2,7 0,1 8,3 3,5 2,7 6,1 3,1 (7,4) 10,4 variação % IBGE Comércio varejista (l) - (1,6) (0,7) (3,7) 9,2 4,8 6,3 9,7 9,1 5,9 10,9 variação % IBGE Arrecadação IPI 36,7 35,6 33,3 28,9 31,4 34,0 35,5 40,3 44,6 33,1 41,0 R$ bi dez 10 Receita Arrecadação ICMS Brasil (d) 160,1 172,3 177,4 175,3 190,4 200,1 213,0 224,1 252,1 246,9 268,1 R$ bi dez 10 Cotepe Arrecadação ICMS SP (d) 59,7 61,6 62,7 59,2 63,3 65,8 71,5 75,5 86,2 84,5 94,7 R$ bi dez 10 Cotepe ICMS SP/ICMS Brasil 37,3 35,7 35,3 33,8 33,2 32,9 33,6 33,7 34,2 34,2 35,3 Particip. % Cotepe Massa de rendimentos 3,1 (2,3) (1,5) (7,8) 1,6 4,2 6,0 5,6 7,0 3,7 7,4 variação % IBGE Rendimento médio real (1,1) (3,1) (4,2) (11,9) (1,3) 1,5 4,0 3,2 3,4 3,2 3,8 variação % IBGE Emprego (e) 4,2 0,6 2,7 4,2 2,9 2,6 1,9 2,6 3,4 0,7 3,5 variação % IBGE Taxa de desemprego aberto 7,8 6,8 11,7 12,4 11,5 9,9 10,0 9,3 7,9 8,1 6,7 % da PEA IBGE Saldo da balança comercial (0,7) 2,7 13,2 24,9 33,8 44,9 46,5 40,0 25,0 25,3 20,3 US$ bi MDIC Exportações (FOB) 55,1 58,3 60,4 73,2 96,7 118,5 137,8 160,6 197,9 153,0 201,9 US$ bi MDIC Importações (FOB) 55,9 55,6 47,2 48,3 62,8 73,6 91,4 120,6 173,0 127,7 181,6 US$ bi MDIC Reservas externas (f) 33,0 35,9 37,8 49,3 52,9 53,8 85,8 180,3 193,8 239,1 288,6 US$ bi Bacen Juros nominais (cdi-over) 17,4 17,6 19,4 22,9 16,3 19,1 15,1 11,9 12,5 9,8 9,9 % ao ano Bacen Taxa de Câmbio Efetiva Real (g) (7,3) 23,4 8,7 1,7 (1,4) (17,6) (9,8) (7,6) (4,4) (1,3) (13,3) variação % Bacen Inflação (h) IGP-DI 9,2 10,1 28,9 6,2 12,1 1,2 3,8 7,9 9,1 (1,4) 11,3 variação % FGV IPA 11,4 11,3 38,6 4,7 19,5 0,9 3,5 4,4 13,0 (4,4) 10,1 variação % FGV INPC 5,4 9,8 16,3 8,6 6,1 5,0 2,8 5,2 6,5 4,1 6,5 variação % IBGE IPCA 6,0 7,7 12,5 9,3 7,6 5,7 3,1 4,5 5,9 4,3 5,9 variação % IBGE SÃO PAULO PIB Total (a) - - 511,7 509,9 540,1 560,0 582,2 625,3 662,2 657,0 - R$ bi dez 10 Seade PIB Total (a) 4,3 0,4 1,2 (0,4) 6,1 3,5 4,0 7,4 5,9 (0,8) - variação % Seade ICMS SP/PIB SP - - 7,3 6,9 7,1 7,0 7,2 7,0 7,6 - - Particip. % Fazenda Produção industrial (i) 6,5 2,5 (0,7) (0,8) 11,8 3,7 3,2 6,2 5,2 (8,4) 10,0 variação % IBGE Comércio varejista (l) - (2,5) (1,5) (3,6) 8,9 2,3 5,8 12,6 12,5 7,2 10,6 variação % IBGE Massa de rendimentos (0,8) (5,8) (8,2) (7,3) 2,0 4,7 6,5 4,7 6,7 3,7 3,3 variação % Seade Rendimento médio real (4,7) (7,3) (8,8) (11,3) (1,6) 1,2 5,1 1,8 2,4 3,2 0,4 variação % Seade Emprego (j) 4,0 1,7 0,6 4,8 3,5 3,4 1,3 2,8 4,3 0,6 2,8 variação % Seade Taxa de desemprego aberto 8,1 7,0 12,8 14,1 12,6 10,2 10,5 10,1 8,4 9,2 7,0 % da PEA Seade Saldo da balança comercial (5,8) (4,1) 0,3 2,8 4,1 7,7 9,1 3,3 (8,6) (8,1) (15,5) US$ bi MDIC Exportações (FOB) 19,8 20,7 20,2 23,1 31,2 38,1 46,1 51,7 57,7 42,4 52,3 US$ bi MDIC Importações (FOB) 25,6 24,8 19,8 20,3 27,1 30,5 37,0 48,4 66,4 50,5 67,8 US$ bi MDIC Inflação (k) IPC-Fipe 4,2 7,3 11,7 6,5 5,6 4,5 2,5 4,4 6,2 3,7 6,4 variação % Fipe FONTE: Banco Central do Brasil (BACEN); Fundação Getulio Vargas (FGV); Fundação SEADE/SP; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); Ministério da Fazenda (Cotepe); Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC); Secretaria da Receita Federal (SRF); Secretaria do Tesouro Nacional (STN). NOTA: (a) Brasil: nova metodologia do PIB (base 2000): valores a preços correntes (2006 não disponível); variação calculada a partir do deflator implícito do PIB; São Paulo: nova metodologia do PIB (base 2002) com valores a preços correntes; (b) FBCF com nova metodologia do PIB; (c) e (i) Dados da PIMPF/IBGE sem ajuste sazonal; (d) Cotepe para ICMS Brasil e São Paulo (IGP-DI); (e) e (j) De 2002 a 2007 taxa de crescimento da média anual (nova metodologia da PME/IBGE); (f) No conceito de liquidez internacional; (g) Taxa de câmbio efetiva real - INPC - exportações - índice (média 2000 = 100); (h) e (k) inflação de final de período; (l) Volume de vendas do comércio varejista Brasil sem ajuste sazonal com base na PMC/IBGE (dados a partir de 2000). ELABORAÇÃO: FUNDAP. 19