SAMF - AC PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014

Documentos relacionados
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES SECRETARIA EXECUTIVA PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES SECRETARIA EXECUTIVA PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico. Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PORTARIA-TCU Nº 150, DE 3 DE JULHO DE 2012

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012.

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL

Marcones Libório de Sá Prefeito

PREFEITURA MUNICIPAL DE MATINHOS Estado do Paraná CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional

Subitem CONTEÚDOS DO RELATÓRIO DE GESTÃO Todas as unidades jurisdicionadas, exceto as relacionadas na Parte C.

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

Reunião de Abertura do Monitoramento Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

PORTARIA ANAC Nº 2898, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014.

ANEXO I PEÇAS EXIGIDAS PELAS IN/TCU Nº 47, DE 2004, DN/TCU Nº 62, DE 2004, IN/SFC Nº 2, DE 2000, E NE/SFC Nº 2, DE 2003.

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

Sistema de Gestão da Qualidade

PEÇAS INTEGRANTES DO PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL DA ANA CONFORME IN/TCU

A necessidade de aperfeiçoamento do Sistema de Controle Interno nos Municípios como base para implantação do Sistema de Informação de Custos

RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS

PORTARIA-TCU Nº 385, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009 (Revogada) (Portaria - TCU nº 36, de 31/01/2011, BTCU nº 03, de 31/01/2011)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE PESSOAS DA UFRRJ

PORTARIA Nº DE 15 DE JULHO DE A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA

CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO. Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

PROVIMENTO Nº 20/2009

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013.

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

20 12 RELATÓRIO DE GESTÃO

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

DECRETO Nº DE 09 DE ABRIL DE Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências.

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação

Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE

Associação Matogrossense dos Municípios

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

O modelo OS do Espírito Santo e a gestão e controle das organizações qualificadas. Flávio Alcoforado f.alcoforado@uol.com.br

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA RAAAI 2004 I - INTRODUÇÃO

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Relação entre as Fundações de Apoio e a FINEP (execução e prestação de contas) 2013

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano

PDTI UFLA: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Segundo Modelo de Referência da SLTI/MPOG

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014.

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 1/SETIN, DE 30 DE SETEMBRO DE 2010

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor

Planejamento Estratégico de TIC

Política de Logística de Suprimento

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

Gestão de Recursos Humanos e Contratualização. Nelson Marconi

MENSAGEM 055/2015. Senhor Presidente, Senhores Vereadores,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA

Publicada no D.O. de RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 714 DE 13 DE JUNHO DE 2012

Procedimentos referentes ao Gerenciamento do Sistema CGU-PAD a serem adotados no âmbito da Corregedoria-Geral da União

"Estrutura do Monitoramento e Avaliação no Ministério da Previdência Social"

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA

RESOLUÇÃO Nº XXX, DE XXX DE XXXXX DE O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ), no uso de suas atribuições legais e regimentais,

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO

SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Plano de Gerenciamento do Projeto (PGP)

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional

Tribunal de Contas da União. Controle Externo

Ajuda da pesquisa acerca da Governança de TI da Administração Pública Federal

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

Lista de verificação (Check list) para planejamento e execução de Projetos

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEIXEIRA DE FREITAS ESTADO DA BAHIA

ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA

Transcrição:

SAMF - AC PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014 Março/2015

SAMF - AC PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014 Relatório de Gestão do exercício de 2014, apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da Resolução TCU nº 234/2010, da Resolução TCU nº 244/2011, da IN TCU n o 63/2010, da IN TCU n o 72/2013, que altera as dispositivos da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 134/2013, da Portaria TCU nº 90/2013 e da Portaria CGU nº 650/2014, que aprova a Norma de Execução nº 01/2014. Março/2015

JOAQUIM VIEIRA FERREIRA LEVY MINISTRO DA FAZENDA TARCÍSIO JOSÉ MASSOTE DE GODOY SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA FAZENDA MANUEL AUGUSTO ALVES SILVA SUBSECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO ANDRÉIA MARIA COSTA SANTOS SUPERINTENDENTE DE ADMINISTRAÇÃO DO MF NO ACRE

SUMÁRIO Lista de silglas... 5 Lista de declarações... 6 Introdução... 7 1. Identificação e Atributos das Unidades Jurisdicionadas Cujas Gestões Compoes o Relatório... 8-12 1.1 Identificação da unidade jurisdicionada... 8 1.2 Finalidade e compências institucionais da unidade... 9 1.3 Organograma funcional... 11 1.4 Macroprocessos finalísticos... 12 2. Informações sobre a Governança... 13-15 2.1 Estrutura de governança... 13 2.2 Atuação da unidade de auditoria interna... 13 2.3 Sistema de correição... 13 2.4 Avaliação do funcionamento dos Controles Internos... 13 2.5 Remuneração para a administradores... 15 3. Relacionamento com a Sociedade... 16-18 3.1 Canais de acesso do cidadão... 16 3.2 Carta de Serviços ao Cidadão... 16 3.3 Mecanismos para medir a satisfação dos produtos e serviços... 16 3.4 Acesso às informações da unidade jurisdicionada... 17 3.5 Avaliação do desempenho da unidade jurisdicionada... 18 3.6 Medidas relativas à acessibilidade... 18 4. Ambiente de Atuação... 19 4.1 Informações do ambiente de atuação da unidade jurisdicionada... 19 5. Planejamento da Unidade e Resultados Alcançados... 20-28 5.1 Planejamento da unidade... 20 5.2 Programação orçamentária e financeira e resultados alcançados... 22 5.3 Informações sobre outros resultados da gestão... 23 5.4 Informações sobre indicadores de desempenho operacional... 23 5.5 Informações sobre custos de produtos e serviços... 24 6. Tópicos Especiais da Execução Orçamentária e Financeira... 29-35 6.1 Programação e execução das despesas... 29 6.2 Despesas com ações de publicidade e propaganda... 32 6.3 Reconhecimento de Passivos por insuficiência de créditos ou recursos... 32 6.4 Movimentação e saldos de restos a pagar de exercicíos anteriores... 32 6.5 Transferências de recursos... 33 6.6 Suprimentos de fundos... 33 6.7 Renúncias sob a gestão da UJ... 35 6.8 Gestão de precatórios... 35 7. Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obras e Custos Relacionados... 36-42 7.1 Estrutura de pessoal da unidade... 36 7.2 Contratação de mão de obra de apoio e de estagiários... 40 7.3 Desoneração das folhas de pagamentos... 42 8. Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário... 43-45 8.1 Gestão da frota de veículos próprios e contratados de terceiros... 43 3

8.2 Gestão do patrimônio imobiliário... 44 8.3 Bens imóveis locados de terceiros... 45 9. Gestão da Tecnologia da Informação... 46 9.1 Gestão da tecnologia da informação (TI)... 46 10. Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental... 47-48 10.1 Gestão do uso dos recursos renováveis e sustentabilidade ambiental... 47 11. Atendimento de Demandas de Órgãos de Controle... 49-54 11.1 Tratamento de deliberações exaradas em acórdão do TCU... 49 11.2 Tratamento de Recomendações do órgão de controle interno (OCI)... 52 11.3 Declaração de bens e rendas estabelecida na Lei nº 8.730/93... 53 11.4 Medidas adotadas em casos de dano ao erário... 54 11.5 alimentação SIASG e SICONV... 54 12. Informações Contábeis... 55-69 12.1 Medidas adotadas para a adoção de critérios e procedimentos estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público... 55 12.2 Apuração dos custos dos programas e das unidades administrativas... 60 12.3 Conformidade contábil... 64 12.4 Declaração do contador atestando a conformidade das demonstrações contábeis... 68 12.5 Demonstrações contábeis e notas explicativas previstas na Lei nº 4.320/1964 e pela NBC T 16.6 aprovada pela Resolução CFC nº 1.133/2008... 69 12.6 Demonstrações contábeis e notas explicativas exigidas pela Lei nº 6.404/1976... 69 12.7 Composição Acionária das Empresas Estatais... 69 12.8 Relatório de auditoria independente... 69 4

LISTA DE SIGLAS AGU Advocacia Geral da União CGU Controladoria Geral da União COGEP Coordenação Geral de Pessoas DN Decisão Normativa DOU Diário Oficial da União GETA Governo do Ex-território do Acre MF Ministério da Fazenda PE Planejamento Estratégico PFN Procuradoria da Fazenda Nacional RG Relatório de Gestão RL Recursos Logísticos SAMF/AC Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Acre SAMP/AC Superintendência de Administração do Ministério do Planejamento no Acre SE Secretaria Executiva SPOA Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração SPU Superintendência do Patrimônio da União TI Tecnologia da Informação TCU Tribunal de Contas da União UJ Unidade Jurisdicionada COGTI Coordenação Geral de Tecnologia da Informação FCT Função Comissionada Técnica 5

LISTA DE DECLARAÇÕES Título Página Declaração de inserção e atualização de dados no SIASG e SICONV 54 Declaração do Contador 68 6

INTRODUÇÃO O Relatório de Gestão 2014 da Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Acre foi estruturado em tópicos, com base nas disposições da Instrução Normativa - TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa - TCU nº 134/2013, da Portaria TCU 90/2014 e da Portaria CGU nº 650/2014, que aprova a Norma de Execução nº 01/2014. Os subitens do Anexo II, Parte A da IN-TCU/nº 134/2013: 2.1, 2.2, 2.5, 5.5, 6.2, 6.5, 6.7, 6.8, 12.2, e os Itens 4 e 6 não se aplicam a UJ. Os Subitens: 6.3, 8.3, não ocorreu no período. A SAMF/AC é um órgão que executa atividade meio, tendo como apoio os servidores gratificados com Função Comissionada Técnica FCT, constituindo área meio na estrutura do Ministério da Fazenda, com a prestação dos seguintes serviços: Área de logística; Tecnologia da informação (atualmente não existe nenhum responsável na área); Área de gestão de pessoas; Área de orçamento e finanças; Área de comunicação social; A maior atuação da Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda foi na gestão de pessoas e as de gerenciamento de folha de pagamento dos servidores oriundos do extinto Território Federal do Acre, seguindo dos serviços logísticos prestados às unidades e demais órgãos clientes, CGU/PFN/SPU/AC. As principais atitudes executadas por esta Superintendência transcorreram dentro do clima de desgastes, ocasionada pelos mesmos fatores que vem desencadeados há algumas décadas, que é a falta de servidores. Neste contexto, podemos contar com apenas 1/3 do total dos servidores com condições de absorver as atividades mais complexas, sofrendo com a sobrecarga de atribuições e responsabilidades. Dessa forma, para o dirigente e chefias, mesmo se desdobrando para não causar descontinuidades nas realizações destas atividades, não atingimos um percentual de excelência desejado. Concluímos que, diante do cenário, as atividades foram executadas e administradas com grandes riscos de afetar o desempenho da gestão. Andréia Maria Costa Santos Superintendente de Administração/MF/AC 7

1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DAS UNIDADES JURISDICIONADAS CUJAS GESTÕES COMPÕEM O RELATÓRIO 1.1. Identificação da unidade jurisdicionada Quadro A.1.1.1 Identificação da UJ Relatório de gestão individual Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Código SIORG: Órgão de Vinculação: Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração SPOA 008814 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Estado do Acre Denominação abreviada: SAMF/AC Código SIORG: 035318 Código LOA: Não se aplica Código SIAFI: 170344 Natureza Jurídica: Órgão Público da Administração Direta do Poder Executivo CNPJ: 00394460/0428-12 Principal Atividade: Administração e Gestão de Pessoal; Administração Pública Código CNAE: 8411-6/00 Telefones/Fax de contato: (068) 3212-3474 - PABX (068)3224-5048 - FAX Endereço eletrônico: samf.ac.samf@fazenda.gov.br Página da Internet: http://10.206.52.12 (Opção: SAMF s) Endereço Postal: Rua Benjamin Constant, nº 1088 Centro/CEP nº 68900-062/Rio Branco Acre. Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Decreto nº 72.410/1973, publicado no DOU de 28/06/1973 Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada - Portaria nº 81/2012, de 27/03/2012, publicada no DOU de 30/03/2012. - Decreto nº 7.301/2010, publicado no DOU de 15/09/2010; Decreto nº 7.050/2009, publicado no DOU de 24 de dezembro de 2009; Decreto nº 7.386/2010, publicado no DOU de 09 de dezembro de 2010; Decreto nº 7.391/2010, publicado no DOU de 13 de dezembro de 2010. Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome 170344 SUPERINTENDÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DO MF NO ACRE Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome 00001 TESOURO Código SIAFI da Unidade Gestora Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Gestão 170344 00001 Unidades Orçamentárias Relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI: 170013 Nome: Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração 110174 Diretoria de Gestão Interna/SE/CGU 170008 Procuradoria Geral da Fazenda Nacional 170011 Secretaria do Patrimônio da União 8

1.2. Finalidades e Competências Institucionais da Unidade Em conformidade com o Decreto nº 72.410, de 27 de junho de 1973, as Delegacias Estaduais do Ministério da Fazenda, atuais Superintendências, foram criadas para extinguir as Delegacias Fiscais do Tesouro Nacional nos Estados, passando a ter por delegação, as atribuições do Departamento de Pessoal e do Departamento de Administração, bem como prestação de serviços de assistência técnica aos Estados e Municípios, no âmbito do Ministério da Fazenda. Atualmente, a Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Estado Acre, órgão subordinado a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração que compõe a estrutura da Secretaria Executiva/MF, tem sua competência definida no Regimento Interno da SE/MF, constante na Portaria nº 81, de 27 de março de 2012, do Senhor Ministro de Estado da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União de 30 de março de 2012. Dentre as principais competências podemos citar: A administração da folha de pagamento do Governo do ex-território do Acre, que consome um total de 99,00% dos recursos orçamentários e financeiros; Prestar apoio logístico e administrativo aos órgãos clientes do Ministério da Fazenda, Planejamento e Presidência da República no Estado, em cumprimento as diretrizes emanadas da SPOA/SE/MF, órgão gestor das políticas públicas no âmbito do Ministério. De acordo com os artigos 66, 68, 72 e 73 da referida Portaria compete à Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Estado do Acre: 1) Prestar apoio logístico aos órgãos do Ministério da Fazenda, sediados na área de suas jurisdições, planejando, coordenando, acompanhando e executando, de acordo com as normas e os procedimentos padrões estabelecidos, as atividades inerentes aos Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC, de Administração dos Recursos de Informação e Informática - SISP, de Serviços Gerais - SISG, Nacional de Arquivos - SINAR, de Planejamento e de Orçamento Federal, de Administração Financeira Federal e de Contabilidade Federal; 2) Assessorar, junto às unidades jurisdicionadas, a fiscalização de contratos, abrangendo os de âmbito Nacional, cuja contratação esteja dentro do escopo de atuação da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração; 3) Prestar apoio técnico e orientação contábil às áreas de execução orçamentária, financeira e patrimonial da Superintendência de Administração; 4) Conceder auxílios, vantagens e licença e demais benefícios previstos em lei; 5) Conceder aposentadoria, reversão de servidor aposentado por invalidez, expedir títulos de inatividade e proceder apostilamentos; 6) Conceder pensão, de acordo com a legislação; 7) Realizar as atividades de comunicação social, no âmbito da Superintendência de Administração; 9

8) Acompanhar a execução de todos os serviços abrangidos em contratos determinados pela Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração; 9) Promover as contratações de bens e serviços no âmbito de sua jurisdição; 10) Exercer as atividades de administração de bens móveis inclusive os adjudicados pela Dívida Ativa da União; 11) Praticar atos de aposentadoria, pensão e vacância por exoneração a pedido, progressão funcional, incorporação de quintos, décimos, licenças, férias, adicionais, gratificações, indenizações, salário- família, auxílios, reposição salarial, vantagens e incorporações, enquadramentos, reenquadramentos e reposicionamentos e os relativos a registros funcionais, regime de trabalho e averbação de tempo de serviço, bem como, efetuar os pagamentos referentes aos servidores dos ex-território; 12) Coordenar e executar as atividades relacionadas ao processo de planejamento, no âmbito da Superintendência de Administração, em consonância com as políticas e diretrizes estabelecidas pela Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração; 13) Acompanhar e controlar a execução dos projetos da Superintendência de Administração, desenvolvidos de acordo com os planos, programas e projetos aprovados pela Subsecretaria. 14) Planejar, coordenar, orientar e promover as atividades desenvolvidas nas funções de: documentação, arquivos, biblioteca e museus; material de expediente e de consumo; suprimentos, licitações e gestão de contratos, obras, patrimônio, serviços engenharia, transportes, administração de imóveis, serviços terceirizados, comunicação administrativa, na jurisdição da Superintendência de Administração; 15) Acompanhar, controlar e executar as atividades relativas à gestão de documentos e informação; 16) Orientar e acompanhar a fiscalização dos contratos relativos à sua área de atuação; 17) Elaborar previsão anual de despesa com aquisição de material e contratação de serviços; 18) Elaborar minutas de editais e contratos; 19) Propor dispensa e reconhecimento das situações de inexigibilidade de licitações; 20) Planejar, coordenar, orientar e promover as atividades desenvolvidas na função de informática, na jurisdição da Superintendência; 21) Aplicar programa de conscientização dos usuários quanto à segurança de dados e informações; 22) Administrar os recursos tecnológicos disponíveis no âmbito da Unidade; dentre outras. Cabem ainda, as atribuições contidas nos artigos: 76, 78, 79 e 88. Destaca-se que no artigo 89, 5º está disposto que: o Superintendente de Administração do Ministério da Fazenda no Acre designará servidor(es) para exercer(em) as atribuições referentes a planejamento, orçamento, finanças, análise contábil e recursos logísticos. 10

1.3. Organograma Funcional SAMF 101.3 Assistente 101.1 Divisão de Gestão de Pessoas 101.2 Orçamento e Finanças FCT-8 Recursos Logísticos FCT-8 Comunicação Social FCT-10 Tecnologia da Informação FCT-8 Recursos Humanos Ex-Territótio FCT-7 Protocolo e Arquivo Geral FCT-10 Inativos e Pensionistas Ex- Território Malote e Transportes FCT-10 Ativos, Inativos e pensionistas - MF FCT-13 Central de Atendimento FGR--3 Fonte: Portaria nº 81/2012, de27/03/2012, publicada no DOU de 30/03/2012. A referida Portaria aprova a estrutura da SAMF/AC, estando todas as atribuições ligadas ao Superintendente e área de Gestão de Pessoas, conforme destaque em negrito no organograma. No entanto, detalhamos resumidamente os serviços decorrentes desta estrutura que são executados pela SAMF/AC. Quadro A.1.3 Informações sobre áreas ou subunidades estratégicas Áreas/ Subunidades Estratégicas Divisão de Gestão de Pessoas - DIGEP Recursos Logísticos Setor Orçamentário e Financeiro Competências Titular Cargo Gerenciamento e administração da folha de pagamento do Governo do ex- Território do Acre. Licitações e Contratos (licitar, gerenciar contratos, administração predial), da UJ. Da CGU, SPU e PFN/AC não se inclui serviços de administração predial, apenas suporte. Administração orçamentária e financeira dos recursos da UJ, CGU, SPU e PFN/AC. Geraldo Henrique C. de Carvalho Vandermir Alves de Oliveira Henry de Moura Oliveira e Francisco Evangelista Filho Agente Administrativo Assistente Técnico Administrativo Agente administrativo/ Período de atuação 01/01 a 31/12//2014 01/01 a 31/12//2014 01/01 a 31/12//2014 11

1.4. Macroprocessos Finalísticos A SAMF/AC é uma unidade descentralizada da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, estando voltada basicamente para atuar nas atividades meio dos órgãos do MF, CGU e SPU/AC. Essa atuação envolve dois grandes macroprocessos finalísticos que são: a) gestão de pessoas; b) administração de logística. a) Gestão de Pessoas este macroprocesso foi conduzido no exercício de forma a atender em tempo as demandas oriundas do cliente/cidadão, bem como, dos órgãos de controle interno, externo e AGU que demandam uma grande quantidade de insumos no tocante principalmente a condução dos pagamentos de pensões e inativos já existentes na folha de pagamento do ex- Território Federal do Acre, bem como, das novas concessões em andamento. Esse macroprocesso envolve um total de 3.752 benefícios, sendo que deste total 2.520 são beneficiários de pensão e 1.232 inativos. Envolve ainda um total de 46 inativos do quadro da Receita Federal do Brasil. b) Administração de Logística esse macroprocesso, hoje é um dos mais complexos de administrar em razão da quantidade insuficiente de servidores capacitados no desempenho de suas atribuições. Durante o exercício de 2014 foi administrado ao todo um total de 34 contratos, que envolveram: mão de obra terceirizada, aquisição de material permanente e de consumo e locação de equipamentos. Diferentemente do macroprocesso de gestão de pessoas, este envolve clientes e parceiros do MF, MP e PR, quais sejam: PFN/AC, SPU/AC e CGU/AC. A condução desses macroprocessos tem se agravado a cada ano, pois tanto na área de gestão de pessoas quanto na área de logística, o turnover não ocorre de forma que venha pelo menos minimizar a agravante situação do quadro de pessoal, o que gera acúmulo e sobrecarga de serviços, implicando na plena qualidade das informações, bem como no tempo hábil de resposta. Porém não deixamos de atender dentro de nossas limitações as demandas destinadas a essas áreas. É verdade que com a extinção da SAMF e a criação da SAMP através do Decreto nº 8.391/2015, o problema mudou apenas de nome, com o agravante de o gestor principal que detinha profundo conhecimento na área de orçamentos e finanças não atuará na SAMP. Na sequência apensamos o quadro A.1.4 Macroprocessos Finalísticos, em complemento a informação supra. Quadro A.1.4 Macroprocessos Finalístico Macroprocessos Gestão de Pessoas Administração de logística Descrição Folha de pagamento do Governo do ex-território do Acre. Principais atividades de composição: atualização cadastral, concessão de pensão e revisão de benefícios. Licitações. Principais atividades de composição: elaboração de projeto básico/termo de referência, administração de contratos, suporte a administração predial, dispensa de licitações, inexigibilidade, fiscalização de contratos, gerenciamento de sistemas. Produtos e Serviços Crédito em conta Licitação concluída Principais Clientes Beneficiário s de pensão e servidores aposentados A UJ, CGU/AC, PFN/AC e SPU/AC, Subunidades Responsáveis Divisão de Gestão de Pessoas - DIGEP Recursos Logísticos 12

2. INFORMAÇÕES SOBRE A GOVERNANÇA 2.1 Estrutura de Governança A SAMF/AC está vinculada a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração que tem como base normativa o Regimento Interno da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, aprovado pela Portaria nº 81, de 27 de março de 2012. Nos artigos 66, 68, 72 e 73 da referida portaria estão descritos os objetivos propostos para a estrutura de governança e autocontrole da gestão. A governança e os mecanismos de controle interno da SAMF/AC consistem em atender as constatações relacionadas à Correição ocorridas no âmbito desta Superintendência e as determinações dos órgãos de controle interno (Controladoria Geral da União CGU) e externo (Tribunal de Contas da União). A informação e a comunicação são instrumentos de controle interno, também utilizados por esta SAMF/AC, sendo muitas vezes expressos na forma de normas, regulamentos, orientações, manuais, jurisprudência e outros serviços de informação. 2.2 Atuação da unidade de auditoria interna Não se aplica a natureza jurídica da UJ. 2.3 Sistema de Correição Não se aplica a natureza jurídica da UJ. 2.4 Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos Quadro A.2.4 Avaliação do sistema de controles internos da UJ ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS VALORES Ambiente de Controle 1 2 3 4 5 1. A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. 3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. X X X X X 13

8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ. X 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. Avaliação de Risco 1 2 3 4 5 10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. 13. É prática da unidade a definição de níveisde riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformaçõesnos ambientes interno e externo. 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. 16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5 19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ,claramente estabelecidas. 20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionadas com os objetivos de controle. Informação e Comunicação 1 2 3 4 5 23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. 24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitirao gestor tomar as decisões apropriadas. 25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. Monitoramento 1 2 3 4 5 28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. 29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 14

avaliações sofridas. 30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. X Análise Crítica: Acredito que em relação à qualidade dos atendimentos sob a responsabilidade da organização não há o que se falar em melhoria, haja vista não contarmos com quantitativo de servidores adequado para desenvolver as atividades mais complexas, inviabilizando um atendimento de qualidade e presteza. Escala de valores da Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ. AMBIENTE DE CONTROLE A administração, no que se refere ao ambiente de controle, entende-se como essenciais e adequado a um bom funcionamento como um todo, todavia ainda falta aprimorar muitos mecanismos para que os resultados tenham o mínimo de eficiência. AVALIAÇÃO DE RISCO Os riscos são percebidos, porém a procura de soluções não são as mais adequadas, pois não há evidencias de continuidade, ocorrendo na maioria das vezes priorização nos riscos mais eminentes.. ATIVIDADE DE CONTROLE As atividades de controle na unidade ficou pautadas apenas em correção dos agravos já eminentes, com poucas ocasiões em que se focaram na diminuição de riscos. INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO As informações e comunicações na unidade ainda necessita de melhorias para que de fato torne-se acessível e tempestiva. MONITORAMENTO Não há controle apropriado e definido nesta unidade. 2.5 Remuneração paga a Administradores Não se aplica a natureza jurídica da UJ. 15

3. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE 3.1 Canais de acesso do cidadão Os canais de acesso do cidadão à unidade jurisdicionada para fins de solicitações, reclamações, denúncias, sugestões e etc., estão disponibilizados através do Sistema de Ouvidoria, bem como através do Sistema de Informações ao Cidadão SIC. A amplitude desses sistemas garante ao cidadão o direito de requerer o acesso à informação de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral. Referidos sistemas possuem prazos pré-fixados para o atendimento das demandas, bem como a possibilidade de acompanhamento pelo cidadão. No exercício de 2014, todas as solicitações, reclamações e sugestões registradas nos sistemas foram devidamente atendidas, prioritariamente nos prazos fixados para atendimento. Ressalta-se que nas eventuais necessidades de dilatação de prazos, as prorrogações são justificadas em conformidade com a complexidade do atendimento da demanda. 3.2 Carta de Serviços ao Cidadão A Carta de Serviços ao Cidadão elaborada no âmbito da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração e aplicada na Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Estado do Acre é devidamente divulgada nos murais de acesso ao público da SAMF/AC, nos respectivos locais de atendimento, bem como em sitio eletrônico, através do link https://www1.fazenda.gov.br/carta/carta-spoa.asp, conforme determina o Decreto n 6.932, de 11 de agosto de 2009. 3.3 Mecanismos para medir a satisfação dos produtos e serviços Dentre os mecanismos para medição da satisfação dos órgãos clientes destacamos a realização da Pesquisa de Satisfação elaborada pelo órgão central. Durante o exercício de 2013, realizamos a 4ª Pesquisa de Satisfação das Unidades Usuárias, com a obtenção dos resultados abaixo identificados: 16

4ª Pesquisa de Satisfação da SPOA - SAMF/AC BLOCO II - QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELA SPOA Perguntas 1. Tendo como base a lista de serviços apresentada acima, como você avalia a qualidade da atuação da SAMF/SPOA no que se refere à prestação desses serviços. Serviço não utilizado Muito abaixo da expectativa 0 0 0 14 0 2. A SAMF/SPOA atende as demandas dentro dos prazos previamente acordados. 0 0 0 14 0 3. Os servidores da SAMF/SPOA demonstram conhecimento de suas atribuições. 0 0 1 14 0 4. Os servidores da SAMF/SPOA demonstram boa vontade na solução das demandas apresentadas. 0 0 0 14 0 5. Quando a sua demanda não é atendida, a SAMF/SPOA justifica esse não atendimento. 0 0 0 14 0 6. A SAMF/SPOA promove divulgação eficiente acerca dos serviços disponibilizados a sua Unidade. 0 0 0 14 0 7. Os serviços oferecidos pela SAMF/SPOA atendem às necessidades da sua Unidade. 0 0 0 14 0 BLOCO III - PERCEPÇÃO EM RELAÇÃO À SPOA Não utiliza Insatisfeito Abaixo da expectativa 0% 0% 100% 9800% 0% Parcialmente Satisfeito Opção que melhor reflete a percepção do servidor quanto aos serviços prestados pela SPOA. 0 0 3 11 Expectativa atendida Satisfeito Acima da expectativa Quantidade Total de Respostas 14 Resultado do Indicador UU01R - % de Satisfação das Umodades Usuárias 75% 0,00 0,00 1,00 0,00 4ª Pesquisa de Satisfação da SPOA - SAMF/AC Cálculo do Indicador UU01R - % de Satisafação de Unidades Usuárias Conceito Pontuação Intervalo Percentual Resultado do Indicador 75% Acima 4 3,00 4,00 75% 100% Exp Atnd 3 2,00 2,99 50% 75% Abaixo 2 1,00 1,99 25% 50% Mto abaixo 1 0,00 0,99 0% 25% Cálculo: Conceito Acima Expect. Atend Abaixo Mto abaixo Pontuação 4 3 2 1 Total Frequência 0 98 1 0 99 Pont.Freq 0 294 2 0 296 Média Ponderada: 2,99 Percentual: 75% Conceito: Acima Intervalo (Média Ponderada): Média Ponderada = Σ(Pontuação x Frequência) x 100 Pontuação máxima x Frequência Onde: Σ = somatório e Frequência = quantidade de respostas para cada Pontuação Pontuação máxima = 4 3.4 Acesso às informações da unidade jurisdicionada No que diz respeito às informações julgadas uteis a sociedade e que contribuem para a transparência da sociedade, estão publicadas no portal da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração - SPOA/SE/MF. O endereço eletrônico para acesso é: 17

http://www.spoa.fazenda.gov.br, na barra do lado esquerdo de nome Acesso a Informação escolher a opção Processos de Contas Anuais, na tela seguinte irá aparecer todas as prestações de contas dos anos de 2005 a 2013. Basta escolher o ano e será aberta a tela com as prestações de contas da SPOA e na sequência em ordem alfabética aparecerá as publicações relativas a esta UJ e dos demais Estados e do Distrito Federal 3.5 Avaliação do desempenho da unidade jurisdicionada Os resultados da última pesquisa já foram explicitados no item 10.2, sendo inclusive objeto de um dos indicadores de gestão deste órgão. 3.6 Medidas relativas à acessibilidade O edifício sede da SAMF/AC possui em sua estrutura física, corrimão, rampa de fácil acesso ao edifício e banheiro para cadeirantes, com vistas a atender às normas de acessibilidade, bem como prioriza atendimento prioritário à pessoas portadoras de necessidades especiais e idosos. Importante frisar que tais mecanismos foram implementados em exercícios anteriores, de modo que a estrutura física do imóvel necessita de outras adaptações necessárias ao amplo atendimento dos normativos. 18

5. PLANEJAMENTO DA UNIDADE E RESULTADOS ALCANÇADOS 5.1 Planejamento da unidade A SAMF/AC cumpre a missão institucional definida pela SPOA, que estabelece os seguintes fundamentos estratégicos para 2012 2015, formalizada pela Portaria SPOA nº 15, de10 de janeiro de 2013, publicada no DOU de 14 de janeiro de 2013.: MISSÃO - Prover soluções administrativas ao Ministério da Fazenda, contribuindo para melhoria contínua do serviço público, de forma sustentável. VISÃO Ser a provedora de soluções administrativas do Ministério da Fazenda até 2015. VALORES Sustentabilidade, inovação, atuação ética, valorização das pessoas, espírito de equipe, otimização, comprometimento e visão holística. Os objetivos estratégicos e os fatores críticos de sucesso são divididos em quatro perspectivas: 1) Cidadão e Sociedade: esta perspectiva examina como a organização identifica as necessidades de seus clientes, a capacidade de atendê-las adequadamente e a satisfação com o serviço prestado, a fim de verificar a imagem institucional. Objetivos: Aumentar a satisfação das unidades usuárias; e Ampliar a atuação junto aos órgãos fazendários. Fatores Críticos de Sucesso: Comunicação, marketing, atendimento e qualidade; Normatização (regimento interno) e parcerias. 2) Processos Internos: esta perspectiva busca expressar as necessidades do órgão no que tange aos processos, ao operacional e ao suporte ao cliente. Objetivos: Implantar novo modelo de gestão; e Automatizar processos de trabalho. Fatores Críticos de Sucesso: Definição, canais e redes de distribuição; Racionalização, modernização, normatização e sustentabilidade. 20

3) Aprendizagem e Crescimento: esta perspectiva tem foco nos servidores, nas informações, na motivação e no alinhamento, contribuindo para criar a infraestrutura necessária. Objetivos: Efetivar a gestão por competências; Repor e manter a força de trabalho; e Promover a gestão da informação e do conhecimento. Fatores Críticos de Sucesso: Disseminação, trilhas de conhecimento e Banco de talentos; Novos ingressos, valorização, recolocação e endomarketing; e Normatização, armazenamento e segurança da informação. 4) Orçamento e Finanças: esta perspectiva tem como finalidade estruturar a base do órgão público, que é constituído pelo temas orçamentários e financeiros, tornando possível viabilizar as condições necessárias para o alcance dos objetivos almejados. Objetivos: Ampliar a disponibilidade de recursos; e Aumentar a produtividade e a efetividade no uso dos recursos. Fatores Críticos de Sucesso: Parcerias e novos recursos; Mudança de cultura, programação, capacidade gerencial, acompanhamento e qualidade do gasto. Para uma melhor visualização do planejamento estratégico a qual a SAMF faz parte, apensamos na página seguinte o Mapa Estratégico estabelecido para o período de 2012 a 2015. 21

Cadeia de Valor do Ministério da Fazenda Estratégia, Gestão e Suporte GESTÃO E CONTROLE INSTITUCIONAL DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL GESTÃO ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E CONTÁBIL EDUCAÇÃO CORPORATIVA Gerir políticas e normativos Desenvolver, desdobrar e gerir a estratégia Elaborar planejamento orçamentário anual e plurianual Gerir estudos e pesquisas de assuntos de interesse do MF Gerir convênios, cooperações e parcerias Desenvolver planos operacionais (alinhamento e planejamento operacional) Realizar administração orçamentária e financeira Gerir programa de formação e educação corporativa Prestar contas ao governo e sociedade Gerir projetos e portfólio Realizar gestão contábil Promover eventos de capacitação e desenvolvimento Realizar correições Gerir processos, desempenho e estrutura organizacional GESTÃO DA COMUNICAÇÃO Prestar suporte à realização de auditorias Promover gestão de competência Gerir comunicação externa e imagem institucional Gerir riscos institucionais Gerir conhecimento e inovação Gerir comunicação interna Realizar governança de serviços compartilhados Prestar acesso a informação (LAI) GESTÃO DE PESSOAS Realizar recrutamento, seleção e formação Gerir provimento, mobilidade e desligamento de servidor GESTÃO DE TIC Prover Governança de TIC Prover infraestrutura de TIC ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA Administrar suprimentos, serviços e materiais Administrar instalações, bens móveis e imóveis Gerir serviços para pessoal Gerir banco e tratamento de dados Gerir aquisições e contratações Gerir carreiras, cargos e funções Promover avaliação de desempenho Gerir saúde e segurança ocupacional Gerir Segurança da Informação Desenvolver e dar manutenção em sistemas Gerir incidentes e solicitação de serviços Gerir obras de engenharia predial e reformas Gerenciar contratos de bens e serviços Gerir mercadorias apreendidas Monitorar desempenho de TIC Gerir documentos e fluxo de informação 5.2 Programação orçamentária e financeira A SAMF/AC está vinculada a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração que tem como base normativa o Regimento Interno da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, aprovado pela Portaria nº 81, de 27 de março de 2012. Nos artigos 66, 68, 72 e 73 da referida portaria estão descritos os objetivos propostos para a estrutura de governança e autocontrole da gestão. A governança e os mecanismos de controle interno da SAMF/AC consistem em atender as constatações relacionadas à Correição ocorridas no âmbito desta Superintendência e as determinações dos órgãos de controle interno (Controladoria Geral da União CGU) e externo (Tribunal de Contas da União). A informação e a comunicação são instrumentos de controle internotambém utilizados por esta SAMF/AC, sendo muitas vezes expressos na forma de normas, regulamentos, orientações, manuais, jurisprudência e outros serviços de informação. Já a programação orçamentária e financeira foi ajustada em conformidade com as normas necessárias às diretrizes de orçamento da união. Os quadros: A.5.2.1 - Programa Temático; A.5.2.2 Objetivo Fixado Pelo PPA; A.5.2.3.1 Ações de Responsabilidade da UJ OFSS; A.5.2.3.2 - Ação/Subtítulos OFSS; 22

A.5.2.3.3 - Ações não Previstas LOA 2014 - Restos a Pagar OFSS; A.5.2.3.4 - Ações do Orçamento de Investimento, não se aplicam a natureza jurídica da UJ. 5.3 Informações sobre outros resultados da gestão De um modo geral, os objetivos estratégicos da unidade foram alcançados, sem perder o foco na implementação de mecanismos de economia de gastos e operacionalização dos Recursos Públicos. 5.4 Informações sobre indicadores de desempenho operacional Os indicadores utilizados pela SAMF/AC para monitorar e avaliar a sua gestão foram definidos no Planejamento Estratégico SPOA para o quadriênio 2012-2015. Nesse sentido, a Portaria nº 499, de 22 de dezembro de 2014, elaborada pela SPOA aprovou o conjunto de 5 (cinco) indicadores globais de desempenho com intuito de acompanhar o alcance das metas, identificar avanços e melhoria na qualidade dos serviços prestados, bem como verificar a necessidade de possíveis correções. As informações dos indicadores de desempenho constam do quadro abaixo: Quadro A.5.4 Indicadores de desempenho Índice de Índice Índice Denominação Referência Previsto Observado Avaliação Pós- Serviço Prestado. Cumprimento do Tempo Médio de Atendimento. Periodicidade *100% 85% **85,57% Mensal *100% 85% **85% Mensal Percentual de Participação em eventos de capacitação (Em Relação ao Plano de Desenvolvimento). *39h/p 60% **100% Anual Percentual de Participação em eventos de capacitação (Em - 60% **83,33% Anual relação ao total de servidores) Desempenho da Execução Orçamentária das *94,9% 90% **96,2% Mensal Unidades. *Resultado consolidado realizado em dezembro/2013. ** Resultado consolidado realizado em dezembro/2014. Fórmula de Cálculo Aps=Σ (PixFi) x 100 /Σ (Fi x Pmax) Pi: Pontuação Fi: Frequência (n.º de respostas por categoria*) Pmax: Pontuação máxima *Escala Likert: 3 Ótimo; 2 Bom; 1 Regular; e 0 Ruim TMA = (Quantidade de atendimentos da SPOA no tempo esperado/quantidade total de atendimentos da SPOA) x 100. Número de participações executadas X 100 / Número de participações previstas. (Servidores que participaram de ações de capacitação X 100) / Quantidade de servidores do órgão. Orçamento liquidado X 100 / Orçamento liberado. 23

O indicador de Avaliação Pós-Serviço Prestado está vinculado aos seguintes fatores críticos de sucesso: comunicação, marketing, atendimento e qualidade. Tem por objetivo mensurar a satisfação das unidades usuárias sobre os serviços prestados pela SPOA nas áreas de recursos humanos, recursos logísticos e tecnologia da informação, com vistas a aumentar a satisfação das unidades usuárias. Com base na avaliação da Unidade Responsável, referido indicador obteve resultado de 85,57% no exercício de 2014, superando a meta estipulada de 85%. O indicador Cumprimento do Tempo Médio de Atendimento está vinculado aos seguintes fatores críticos de sucesso: racionalização, modernização e normatização. Tem por objetivo mensurar a quantidade de atendimento das áreas de recursos humanos, recursos logísticos e tecnologia da informação no tempo médio de atendimento, em relação à quantidade total de atendimentos, com vistas a automatizar processos de trabalho. Com base na avaliação da Unidade Responsável, o presente indicador obteve resultado de 85% no exercício de 2014, alcançando a meta estabelecida no exercício. Os indicadores Desenvolvimento de Competências (capacitações) estão vinculados aos seguintes fatores críticos de sucesso: disseminação do conhecimento; integração da gestão de pessoas à estratégia, aos objetivos e as metas organizacionais com a dos indivíduos por meio de seus conhecimentos, habilidades e atitudes; maior foco nos valores e cultura organizacional; orientação para atração, retenção e desenvolvimento de talentos; direcionamento e otimização dos investimentos com capacitação. Os indicadores obtiveram resultados superiores aos estabelecidos para o exercício de 2014, acima das metas estipuladas (60%), haja vista a realização de cursos de educação à distância (EAD) oferecidos em maior escala. O Indicador de Desempenho da Execução Orçamentária está vinculado ao seguinte objetivo estratégico constante do Planejamento SPOA 2012-2015: Aumentar a produtividade e a efetividade no uso dos recursos. Ele foi criado com o propósito de acompanhar e monitorar, mensalmente, a execução orçamentária dos créditos destinados às despesas de custeio da SPOA e das Superintendências de Administração do Ministério da Fazenda SAMF s, de modo a evitar o desperdício de recursos. O resultado consolidado desse indicador no exercício de 2014 foi de 96,2%. Concluímos de maneira geral que os resultados dos indicadores mensurados no exercício de 2014 atenderam satisfatoriamente as perspectivas, tendo em vista que as metas foram devidamente alcançadas. 5.5 Informações sobre custos de produtos e serviços A Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (SPOA), na condição de órgão setorial do Sistema de Contabilidade Federal, é responsável pelo projeto Frente de Custos do Programa de Modernização Integrada do Ministério da Fazenda (PMIMF), programa criado em 24

2011 e coordenado pela Subsecretaria de Gestão Estratégica, da Secretaria Executiva do MF (SGE/SE/MF). O projeto foi abordado na Portaria GMF nº 324, de 24/07/2014, a qual estabelece que o Comitê Estratégico de Gestão (CEG), órgão colegiado do MF, tem por competência e finalidade estabelecer políticas relacionadas à gestão de custos, dentre outros, podendo solicitar aos órgãos integrantes da estrutura organizacional do MF quaisquer informações necessárias para a realização dos seus trabalhos (art. 2º). Nesse sentido, o projeto conta com a participação de representantes da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Receita Federal do Brasil (RFB), Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Escola de Administração Fazendária (ESAF), Secretaria de Assuntos Internacionais (SAIN), Secretaria de Política Econômica (SPE) e Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE), além da Secretaria Executiva, por meio da composição de dois grupos, constituídos em 28/05/2014: o grupo de interface e o grupo técnico de mensuração. A primeira etapa de execução do projeto foi concluída em 25/06/2014, quando o grupo técnico identificou, preliminarmente, os objetos de custo do Ministério, segregados por ator. Validados os objetos de custo, a etapa seguinte consistiu na alocação dos custos de pessoal por unidade organizacional aos objetos identificados, conforme planilhas desenvolvidas no grupo técnico de mensuração. Tal etapa teve como prazo a data de 27/08/2014. A partir de 1º de outubro, passou-se à próxima etapa, que consistiu na execução de um piloto por parte das UG s executoras da SPOA, as quais apropriam a maior parte dos custos para todo o MF. Com isso, o projeto foi validado para implantação em todo o Ministério a partir de 1º de janeiro de 2015. Dessa maneira, foi disponibilizado o Manual de Mensuração dos Custos, de adoção obrigatória por parte das Unidades do Ministério, além de apresentação em PowerPoint e planilhas auxiliares, no seguinte endereço eletrônico da internet: http://www.pmimf.fazenda.gov.br/frentes-de-atuacao-do-pmimf/custos/arquivos-paradownload. Com a implantação do projeto, os resultados esperados consistem na geração de informações sobre os custos das políticas públicas e dos programas executados pelo Ministério, permitindo fornecer subsídios para a tomada de decisões que conduzam à alocação mais eficiente do gasto público e para avaliação dos resultados. Identificação das subunidades administrativas da unidade jurisdicionada das quais os custos são apurados As subunidades administrativas que terão os seus custos apurados correspondem aos órgãos que participam do Programa de Modernização Integrada do Ministério da Fazenda PMIMF, ou seja, toda a administração direta do Ministério, descritos a seguir: Gabinete do Ministro da Fazenda; 25

Secretaria Executiva; Escola de Administração Fazendária; Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional; Receita Federal do Brasil; Secretaria de Assuntos Internacionais; Secretaria de Assuntos Econômicos; Secretaria de Política Econômica; Secretaria do Tesouro Nacional; Conselho Administrativo de Recursos Fiscais; Conselho de Controle de Atividades Financeiras; Conselho Nacional de Política Fazendária; Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional; Conselho de Recursos do Sistema Nacional de Seguros Privados, de Previdência Privada Aberta e de Capitalização. Descrição sucinta do sistema informatizado de apuração dos custos SIC. O sistema utilizado no Ministério é o Sistema de Informações de Custos do Governo Federal Conforme definição da Secretaria do Tesouro Nacional, o SIC é um Data Warehouse que se utiliza da extração de dados dos sistemas estruturantes da administração pública federal, tal como SIAPE, SIAFI e SIGPlan (SIOP), para a geração de informações. A informação de custo surge a partir de ajustes efetuados na informação inicial obtida do SIAFI. O estágio da despesa orçamentária que mais se aproxima da informação de custo é o da liquidação, sendo, portanto a despesa liquidada o ponto de partida da informação que deve alimentar o sistema de custos. Os ajustes contábeis são efetuados em duas etapas. Na primeira, o ajuste inicial consiste na identificação e carregamento de informações baseadas em contas contábeis que trazem a informação orçamentária e não orçamentária, ajustando-se por acréscimo ou exclusão dos valores, conforme conceitos de contabilidade de custos. A segunda etapa do ajuste consiste na exclusão de informações que estejam nas contas acima, mas que não compõem a informação de custo. Sua existência atende ao art. 50, 3º da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000 Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que obriga a Administração Pública a manter sistema de custos que permita a avaliação e o acompanhamento da gestão orçamentária, financeira e patrimonial. E, conforme a Lei nº 10.180, de 06 de fevereiro de 2001, que organiza e disciplina o Sistema de Contabilidade Federal do Poder Executivo, compete à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) tratar de assuntos relacionados à área de custos na Administração Pública Federal. 26

Práticas de tratamento e alocação utilizadas no âmbito das subunidades ou unidades administrativas para geração de informações de custos Para fins de definição dos objetos para alocação dos custos incorridos e apurados no SIAFI, foi utilizada a Cadeia de Valor Integrada do Ministério da Fazenda, que corresponde ao conjunto de todos os macroprocessos corporativos (finalísticos e de estratégia, gestão e suporte), executados de forma inter-relacionada pelos órgãos responsáveis pela entrega de valor para a sociedade. A utilização da Cadeia de Valor se justifica, portanto, pelo fato dela representar da melhor forma a descrição dos serviços resultantes da atuação do Ministério, especialmente decorrentes da execução dos seus objetivos estratégicos. Adicionalmente, o SIC produz de forma automática informações de custos baseados nas classificações programática, institucional, por unidade gestora responsável e por natureza, dentre outras. Para os objetos de custo, foi desenvolvida uma codificação de associação de números relacionados à Cadeia de Valor, da seguinte forma. 1º) O primeiro dígito identifica o tipo de cadeia, que pode ser finalística (número 1) ou de estratégia, gestão e suporte (número 2). 2º) O segundo dígito identifica o título da cadeia, relacionado ao valor que é entregue à sociedade. Foram identificados 9 títulos para a cadeia finalística e 8 para a cadeia de estratégia, gestão e suporte. 3º) O terceiro e o quarto dígitos identificam os objetos de custos, que são relacionados aos macroprocessos. Foram identificados 29 macroprocessos da cadeia finalística. Além disso, foram estabelecidos 8 macroprocessos da cadeia de estratégia, gestão e suporte como objetos de custo. 4º) O quinto e o sexto dígitos identificam o órgão beneficiado pelos custos incorridos. São os mesmos atores elencados no PMIMF, ou seja, quinze órgãos da administração direta do Ministério da Fazenda. Tendo em vista a representatividade dos custos do Ministério, foram estabelecidas sistemáticas diferenciadas no tratamento dos valores apurados, observando os seguintes grupos: 1) Pessoal, encargos e custeio na folha de pagamento (pessoal ativo, contribuições previdenciárias, assistência médica, auxílio alimentação, auxílio transporte) leva-se em conta o nível de departamentalização e verifica-se a participação do custo de cada unidade organizacional ou, se necessário, nos objetos de custo do órgão; 2) Sistemas informatizados a apropriação é realizada através da participação dos custos com sistemas informatizados em cada objeto de custo finalístico ou de estratégia, gestão e suporte; e, 3) Demais custos (diárias, passagens, serviços, consumo de material etc.) esses custos serão alocados conforme o benefício que a despesa gera em relação ao objeto de custo (macroprocesso). Observa-se que se forem relativos a despesas administrativas (ex. telefone, água, 27