CURSO DE DRENAGEM DE RODOVIAS - 2 - Engº Marcos Augusto Jabor
2 PROJETO DE DRENAGEM Normas ( Diâmetros mínimos e máximos, carga hidráulica, velocidades máximas); Materiais (tubos); Drenagem Superficial Conceituação, Dispositivos, Metodologia de Dimensionamento Exemplos de Dimensionamento. Cuidados e considerações na construção dos dispositivos especificações, controle)
PROJETO DE DRENAGEM O projeto de drenagem é desenvolvido com os dados obtidos dos Estudos Hidrológicos, compreendendo o dimensionamento, a verificação hidráulica, a funcionalidade e o posicionamento das obras e dispositivos.
DRENAGEM Conjunto de operações e instalações destinadas a remover os excessos de água das superfícies e do solo. (Dicionário Aurélio)
VIDA ÚTIL DA RODOVIA É o tempo estimado para a manutenção das principais características técnicas consideradas na elaboração do projeto. (Marcos Jabôr)
Dispositivos de Drenagem Os dispositivos de drenagem têm como objetivo, captar conduzir para local adequado toda a água que sob qualquer forma venha a atingir o corpo estradal.
Dispositivos de Drenagem Obras de arte correntes; Valetas de proteção de corte e aterro; Sarjetas de corte e aterro; Entrada d água em aterro; Descidas d água de corte e aterro Soleira de dispersão; Caixa Coletora;
Dispositivos de Drenagem Sarjetas de banqueta de Corte e aterro; Dreno profundo longitudinal; Dreno transversal; Dreno de pavimento; Dreno espinha de peixe; Colchão drenante; Dreno de talvegue.
Obras de Arte Correntes Dimensionamento Ábacos U.S. Bureau of Public Roads Dimensionamento para rodovias normais (obras novas Bueiros tubulares Tr = 25 anos, - Hw/D = 2,0 Bueiros celulares Tr = 50 anos - Hw/H = 1,2 Relação Hw/D para bueiros existentes
1 Obras de Arte Correntes Hw D
1 Obras de Arte Correntes Assentamento dos tubos ( declividade máxima sem ancoragem) Diâmetro mínimo : DER MG e DNIT Tipos de Tubo: CONCRETO, METÁLICO e PVC
Obras de Arte Correntes 1 Altura mínima e máxima de aterro sobre a geratriz superior dos bueiros tubulares de concreto TUBOS DIÂMETRO ALTURA DE ATERRO CLASSE INTERNO SOBRE O TUBO NA VIA MÍNIMA MÁXIMA NBR 8890/2003 m m m PS - 2 0.30,0.40,0.50 e0.60 0.55 4.60 0.70 e 0.80 0.55 4.75 PA - 1 0.90 0.55 4.75 1.00 0.55 4.75 120 e 1.50 0.55 4.75 0.30,0.40,0.50 e0.60 0.50 5.75 0.70 e 0.80 0.50 6.15 PA - 2 0.90 0.50 6.40 1.00 0.45 4.05 120 e 1.50 0.40 8.00 0.30,0.40,0.50 e0.60 0.35 11.00 0.70 e 0.80 0.35 11.15 PA - 3 0.90 0.30 11.45 1.00 0.30 11.75 120 e 1.50 0.30 12.15
1 DIMENSIONAMENTO DOS BUEIROS DE GROTA
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1 OBRAS DE ARTE CORRENTES CONSTRUÇÃO
Obras de Arte Correntes- Construção 1 Controle de Qualidade Inspeção visual dos tubos - impede o uso de tubos com roblemas; Ensaio de Compressão diametral- NBR-8890/2003 ;
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2 Obras de Arte Correntes- Construção Berço e bocas dos bueiros confeccionados em concreto iclópico com 30% de pedra de mão;
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2 Obras de Arte Correntes- Construção Abertura de valas na largura que permita o seu reaterro.
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2 Obras de Arte Correntes- Construção O reaterro dos bueiros deve obedecer rigorosamente o specificado no projeto, pois sendo bem executado não averá as depressões que hoje são tão comuns em nossas odovias;
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2 Obras de Arte Correntes- Construção Bueiros executados pelo método não destrutivo, deverão r um controle topográfico rigoroso.
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3 Obras de Arte Correntes- Construção Nos bueiros de grota, quando forem construídos fora do local do talvegue (muitas vezes é feito para facilitar o processo construtivo e baratear a fundação da obra) haverá necessidade da execução de dreno de talvegue. O não atendimento a esta recomendação é uma das causas mais comuns de rompimento de aterros, que ocorrem somente muitos anos após a construção da rodovia;
3 Obras de Arte Correntes- Construção Aproveitamento dos bueiros com tubos de concreto: - Tubos quebrados - Bueiro selado - Bueiros sem berço de concreto e bocas - Bueiros assoreados
3 BUEIROS / PROBLEMAS Projeto Construção Manutenção
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3 Obras de Arte Correntes- Construção Na análise do aproveitamento dos bueiros metálicos, aplica-se o mesmo raciocínio do item anterior. Caso encontremos bueiros furados pela corrosão e estes atenderem ao aspecto hidráulico, pode-se aproveitar o bueiro fazendo a recuperação com o uso do concreto armado no fundo até a uma altura de 1/3 de seu diâmetro. Quanto ao problema do amassamento do bueiro, muitas vezes este aconteceu na execução do aterro, e caso não haja a possibilidade de evoluir, o bueiro poderá ser aproveitado.
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Estudo de Aproveitamento de Bueiros arquivo BR 116 3
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EROSÃO- KM 395 da BR 381 5
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Tel: 31 9282-14-80 6 Marcos Augusto Jabôr e-mail: mjabor@terra.com.br
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