VÔMITO CONDUTA DIAGNÓSTICA

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Transcrição:

VÔMITO CONDUTA DIAGNÓSTICA INTRODUÇÃO O vômito está entre os motivos mais comuns de cães serem levados ao médico veterinário. O ato de vomitar envolve três fases: náusea, ânsia de vômito e vômito. Existem várias causas para o vômito, desde causas simples a causas mais complexas. É importante saber que o vômito é um sinal clínico associado a inúmeros distúrbios que podem envolver qualquer sistema do organismo, como por exemplo, distúrbios do trato gastrointestinal - inflamação, infecção ou toxicidade. Doenças sistêmicas também podem levar ao vômito, como a insuficiência renal, diabetes mellitus com cetoacidose, encefalopatia hepática, parvovirose, leptospirose e raiva canina, além de drogas, produtos químicos e toxinas bacterianas. O diagnóstico correto e o manejo adequado são desafios para o clínico, além de o vômito ser uma preocupação para o proprietário. Esse distúrbio pode ter consequências graves ao animal como depleção eletrolítica, desequilíbrio ácido-básico, lesão por refluxo esofágico e pneumonia aspirativa. Outra consideração importante para os animais que tem distúrbio que causam o vômito, independente de sua frequência ou gravidade, é o desconforto associado à náusea. Alguns animais ficam significativamente incomodados pela sensação de náusea e seu efeito pode ser bastante evidente, resultando em letargia, depressão, inapetência e sinais óbvios de desconforto. Sendo assim, o vômito não significa necessariamente a presença de um distúrbio sério, mas pode ser a primeira indicação de uma variedade de problemas. Fonte: Portal SOS animais A IMPORTÂNCIA DA ANAMNESE PRECISA Obter uma boa descrição histórica na apresentação inicial é crítico. A falha em obter informações importantes pode facilmente levar os clínicos ao erro. Uma clara diferenciação deve ser feita entre regurgitação e vômito. Regurgitação é um sinal de doença esofágica; os donos de cães com megaesôfago, frequentemente, acreditam que seus animais de estimação estão vomitando. O vômito refere-se à ejeção forçosa do conteúdo gástrico e, ocasionalmente, do intestino delgado proximal pela boca. Uma análise histórica completa com ênfase em todos os sistemas corpóreos é essencial para determinar um plano de diagnóstico completo e o protocolo de tratamento inicial adequado e eficaz.a consideração dos fatores a seguir é útil para avaliar um paciente com vômito e fazer um diagnóstico:

Duração dos sinais: Vômito que tenha ocorrido por mais de 5 a 7 dias ou que não respondeu à terapia sintomática inicial é considerado crônico e requer investigação adicional. Sinalização detalhada e história passada pertinente: Por exemplo, um corpo estranho deve sempre ser considerado em um Labrador retriever que esteja vomitando, e piometra deve ser considerado em fêmea de cão não castrada. Fatores dietéticos e ambientais: Informações dietéticas específicas são necessárias e os fatores ambientais devem ser sempre considerados (p. ex., acesso potencial a toxinas, exposição a doenças infecciosas como parvovirose e leptospirose). Revisão dos sistemas: Os donos devem ser interrogados para identificar uma história de Giárdia/polidipsia, tosse e espirros, disúria ou disquesia e similares. Relação com o horário da refeição: O vômito de alimento não-digerido ou parcialmente digerido mais de 8 a 10 horas após a refeição geralmente indica um distúrbio da motilidade gástrica (mais comum) ou obstrução da saída gástrica (menos comum); cães com o parasita gástrico Physaloptera geralmente vomitam logo após a refeição. Conteúdo do vômito: Os donos devem ser interrogados para determinar se o vômito contém alimento, fluido transparente, bile, sangue, material com odor fecal etc. Tipo e frequência do vômito: Os donos devem ser interrogados para determinar se o animal apresenta vômito projétil; se o vômito é crônico, intermitente ou cíclico; se o animal vomita somente de manhã; e assim por diante. CAUSAS DO VÔMITO Embora exista um grande número de causas do vômito, os clínicos na prática geral observam certos distúrbios um tanto mais comumente do que outros, e estes devem receber consideração imediata. Entre os distúrbios mais comuns que devem ser considerados logo de início estão as reações adversas ao alimento, parasitas do trato gastrintestinal (TGI), corpo estranho no TGI, reações medicamentosas, distúrbios metabólicos (p. ex., doença renal e hepática, anormalidades eletrolíticas) e causas infecciosas. Parasitas do TGI, incluindo Giárdia, não devem ser desconsiderados como uma causa do vômito. Alguns cães com parasitas do TGI apresentam vômito, mas não diarreia. O vômito intermitente crônico é uma queixa comum na medicina veterinária. Geralmente não existe um horário específico em relação à refeição, o conteúdo do vômito varia e a ocorrência de vômito pode ser bastante cíclica. Dependendo do distúrbio, outros sinais tais como diarreia, letargia, inapetência e salivação (náusea) podem ocorrer também. Ao deparar com este padrão de sinais clínicos, os clínicos devem considerar fortemente gastrite crônica, doença intestinal, distúrbio de hipomotilidade gástrica (frequentemente desconsiderado) e síndrome do intestino irritável como os principais diferenciais diagnósticos. Exames diagnósticos completos e detalhados, incluindo biópsias gástricas e intestinais, são geralmente necessários para o diagnóstico definitivo nos casos crônicos. Distúrbios do Intestino Delgado Parasitismo; Enterite; Obstrução intraluminal (corpo estranho, intussuscepção, neoplasia); Doença inflamatória do intestino; Doença fúngica; Vólvulo intestinal; Ílioparalítico. Distúrbios do Intestino Grosso Colite; Obstipação; Síndrome do Intestino irritável. Distúrbios estomacais Gastrite crônica; Obstrução; Parasitas; Distúrbios metabólicos Diabetes mellitus; Hipoadrenocorticismo; Doença renal; Doença hepática; Sépses; Acidose; Hipercalemia; Hipocalemia; Hipercalcemia; Hipomagnesemia; Ataque cardíaco. Problemas dietéticos Alteração súbita da dieta; Ingestão de corpo estranho; Comer muito rapidamente; Intolerância a alimentos específicos;

Quadro 1 - Causas do vômito DIAGNÓSTICO Para um diagnóstico preciso é importante que se faça uma análise do histórico do paciente, uma boa anamnese, exame físico completo, testes basais apropriados e a realização de exames mais específicos para detectar certas condições ou avaliar os sistemas orgânicos individuais. O vômito não constitui um diagnóstico por si só; ao contrário, deve ser enfatizado que o vômito é simplesmente um sinal clínico associado a inúmeros distúrbios que podem envolver qualquer sistema de órgãos. Então, em casos de vômitos é importante realizar alguns exames como hemograma completo, perfil bioquímico completo, urinálise completa (extremamente importante para o diagnóstico de insuficiência renal) e exame de fezes. Baseado nos sinais clínicos e nos resultados dos exames iniciais pode-se realizar exames diagnósticos mais profundos. Exames adicionais a serem considerados incluem avaliação para leptospirose, em pacientes com anormalidades renais ou hepáticas nos exames de triagem, lipase imunorreativa como um recurso para diagnosticar pancreatite, perfil hepático para avaliar doença hepática, testes de coagulação em pacientes com hematêmese/melena, teste para parvovirose. Estágio 1 Avaliação basal Abordagem conservadora: Exame de fezes Abordagem mais agressiva: (para pacientes com sinais clínicos sérios ou sistêmicos) Hemograma completo Perfil bioquímico completo Urinálise Teste para parvovirose Teste para Giádia* Estágio 2 Avaliação adicional (Se o vômito persistir ou os exames iniciais indicarem investigações adicionais devem ser realizadas prontamente) Lipase imunorreativa canina

Quadro 2: Diagnóstico do vômito. * Parasitas do TGI, incluindo Giárdia, devem ser sempre considerados em cães com vômito agudo ou intermitente. MATERIAL COD/EXAMES PRAZO DIAS Sangue em tubo tampa 788 / Check up global de funções com roxa e tubo tampa vermelha hemograma 1 dia Urina recente 5 a 30 ml 234 / Urina rotina 1 dia Fezes colhidas em frascos com meio MIF 191 / Exame parasitológico de fezes - MIF 1 dia Sangue total (2,0 ml) colhido em tubo de tampa vermelha ou 0,5 ml de soro sem hemólise 627 / Lipase imunorreativa canina 1 dia Fezes frescas ou sangue 732 / Parvovírus canino Método PCR Real em EDTA (tubo tampa roxa) Time 7 dias Sangue total colhido em tubo de tampa azul (3,0 ml) 591 / Perfil coagulograma 1 dia Sangue total (2,0 ml) colhido em tubo de tampa vermelha ou 0,5 ml de soro 81 / Leptospirose Microaglutinação IgM 2 dias sem hemólise Fezes frescas 539 / Pesquisa de Giárdia (ELISA) 1 dia Conteúdo estomacal, intestinal, fígado, rim, urina ou alimento suspeito, sangue total ou soro (mín 1,0ml) 304 / Pacote toxicológico - 11 itens 15 dias Texto de Todd R. Tarns, DVM, DACVIM. Visão clínica geral do vômito em cães. Pfizer Saúde Animal. Boletim Técnico. Abril de 2010. EQUIPE DE VETERINÁRIOS - TECSA Laboratórios Primeiro Lab. Veterinário certificado ISO9001 da América Latina. Credenciado no MAPA. PABX: (31) 3281-0500 ou 0300 313-4008 FAX: (31) 3287-3404 tecsa@tecsa.com.br RT - Dr. Luiz Eduardo Ristow CRMV MG 3708

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