REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS



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REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CAPÍTULO I

Transcrição:

APROVADO 14 de Dezembro de 2010 O Presidente ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO (Paulo Parente) REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS Artigo 1.º Missão e objecto 1) Os laboratórios da Escola Superior de Enfermagem do Porto (ESEP) são espaços destinados a actividades práticas integradas nas diferentes unidades curriculares dos cursos em funcionamento na Escola. 2) Com a implementação do Regulamento dos Laboratórios, e com a colaboração de todos os utilizadores, pretende-se uma melhor organização e rentabilização destes espaços, essenciais ao desenvolvimento das capacidades de destreza psico-motoras, cognitivas e de relação intrínsecas ao processo ensino-aprendizagem. Artigo 2.º Espaço físico e equipamento 1) Os laboratórios estão localizados no pólo S. João e no pólo Dona Ana Guedes. 2) Composição dos laboratórios de práticas do pólo S. João: a) Quatro enfermarias com divisórias (salas 605-607, 606-608, 609-611, 610-612); b) Duas salas de trabalho (salas 613 e 614); c) Uma sala de relaxamento (sala 615); d) Uma unidade de comunicação (salas 615, 619 e 621); e) Um espaço de autocuidado (sala 616); f) Uma sala de pediatria (sala 624); g) Duas salas de demonstração (salas 627 e 628); h) Uma sala de punções (sala 629); i) Espaços de apoio ao funcionamento dos laboratórios: i) Vestiário de alunos (piso 6); ii) Espaços destinados à arrecadação de material (piso 6- corredor e armazéns 1 e 2; piso 7- armazéns 3 e 4). 3) Composição dos laboratórios de práticas do pólo Dona Ana Guedes: a) Uma enfermaria (sala 313); b) Laboratório de obstetrícia (sala 317); c) Laboratório de perícias manuais (sala 321); d) Laboratório de deambulação (sala 325); Página 1 de 5

e) Laboratório de cinesioterapia (sala 329); f) Laboratório de autocuidado (sala 333). 4) O equipamento em uso consta de uma lista existente no CGR Aprovisionamento, actualizada anualmente. Artigo 3.º Funcionamento 1) Os utilizadores dos laboratórios da ESEP são estudantes e docentes da Escola, bem como, quando previamente autorizados, outros utilizadores externos. 2) Os laboratórios da ESEP têm, por regra, o seguinte horário de funcionamento: a) Pólo São João - de 2.ª a 6.ª feira, entre as 8.00 e as 20.00 horas; b) Pólo Dona Ana Guedes - de 2.ª a 6.ª feira, entre as 9.00 e as 17.00 horas. Artigo 4.º Coordenação e recursos humanos 1) A organização e a gestão dos laboratórios cabem ao Gabinete de Gestão dos Laboratório (GGL). 2) O GGL integra docentes e outros trabalhadores da ESEP, sendo coordenado por um dos docentes, todos a designar por despacho do Presidente. 3) Para o apoio às actividades dos laboratórios serão afectos dois assistentes operacionais no pólo São João e um no pólo Dona Ana Guedes. Artigo 5.º Princípios e deveres na utilização dos laboratórios 1) Na ocupação dos laboratórios de práticas, precedem as actividades lectivas previamente programadas. 2) Os utilizadores dos laboratórios estão obrigados a: a) Uso de bata; b) Apresentação pessoal adequada (similar à devida numa unidade de saúde), nomeadamente: i) Higiene e limpeza pessoal escrupulosa; ii) Cabelos compridos apanhados; iii) Ausência de adornos; iv) Maquilhagem e verniz discretos; c) Abster-se de comer ou de beber no seu interior. 3) No interior das salas não é permitida a presença de agasalhos, guarda chuvas, sacos ou pastas, mas apenas do material indispensável à actividade a desenvolver. Página 2 de 5

4) Os alunos não devem permanecer no interior das salas sem a presença de um docente ou sem a sua autorização prévia. Artigo 6.º Competências dos docentes Compete, em especial, aos docentes em actividades lectivas nos laboratórios: a) Cumprir e fazer cumprir as orientações constantes do presente regulamento; b) Zelar pelo bom funcionamento dos laboratórios; c) Solicitar ao assistente operacional de apoio aos laboratórios o material necessário à actividade lectiva, com antecedência mínima de 24 horas; d) Assegurar, em tempo oportuno, que estão reunidas as condições materiais para cada sessão lectiva; e) Supervisionar a utilização criteriosa e racional dos materiais e equipamentos; f) Comunicar, de imediato, ao assistente operacional de apoio ao laboratório, as avarias dos equipamentos e as falhas nos materiais de uso corrente. Artigo 7.º Competências do GGL 1) Ao GGL, para além de zelar pelo funcionamento adequado dos laboratórios e do respectivo equipamento, compete: a) Apreciar os pedidos de material / equipamentos efectuados pelos coordenadores das unidades curriculares; b) Apresentar propostas para a aquisição de materiais de uso corrente, até 30 de Junho, para o primeiro semestre do ano lectivo seguinte e, até 15 de Novembro, para o segundo semestre; c) Preparar as propostas fundamentadas de aquisição de novos equipamentos, a apresentar até 30 de Junho; d) Supervisionar a organização, o funcionamento e a gestão dos stocks dos materiais de uso corrente; e) Apresentar ao Presidente propostas de melhoria do funcionamento e da organização dos laboratórios; f) Providenciar, junto do CGR Aprovisionamento, as reparações com carácter de urgência dos equipamentos; g) Providenciar, em caso de ruptura ou outra situação de natureza excepcional, junto do CGR Aprovisionamento, a aquisição dos materiais necessários ao normal funcionamento dos laboratórios; Página 3 de 5

h) Supervisionar o acondicionamento do material de uso corrente, bem como, a manutenção dos equipamentos; i) Preparar orientações acerca da utilização dos equipamentos e dos materiais; j) Preparar, anualmente, uma lista do equipamento técnico, discriminando: i) Material existente em boas condições de funcionamento; ii) Material com necessidade de reparação / manutenção; iii) Material para abate; iv) Material extraviado. 2) Ao Coordenador do GGL, compete em especial: a) Emitir pareceres solicitados pelos órgãos de gestão; b) Autorizar a saída de material, para o exterior da escola, seja para actividades lectivas ou aluguer / cedência a entidades externas; c) Apresentar, até 1 de Julho de cada ano, o inventário dos equipamentos técnicos nas condições referidas na alínea j) do número anterior. Artigo 8.º Competências dos coordenadores das UC Compete aos coordenadores das unidades curriculares que utilizam os laboratórios: a) Comunicar ao GGL, por escrito, até 1 de Junho, a previsão dos materiais de uso corrente necessários à leccionação das aulas para o ano lectivo seguinte, bem como, as propostas de aquisição de novos equipamentos. Artigo 9.º Competências dos assistentes operacionais de apoio aos laboratórios Aos assistentes operacionais de apoio aos laboratórios compete, nomeadamente: a) Assegurar a operacionalidade dos laboratórios; b) Preparar, em tempo oportuno, o material necessário às actividades lectivas; c) Comunicar, ao GGL, tão cedo quanto o possível, as avarias dos equipamentos e as falhas nos materiais de uso corrente, detectadas ou comunicadas por docentes ou estudantes; d) Assegurar o correcto acondicionamento dos materiais e a preservação, nas melhores condições de funcionamento, dos equipamentos; e) Repor, diariamente, os materiais de consumo utilizados nos laboratórios; a) Organizar e gerir os stocks, dando conhecimento ao GGL das necessidades de reposição de material; b) Eliminar os resíduos, de acordo com as normas de triagem de resíduos; c) Controlar eventuais saídas de materiais dos laboratórios; Página 4 de 5

d) Conferir o material requisitado no acto da sua entrega, comunicando ao GGL a recepção de material e possíveis falhas em relação ao pedido efectuado; e) Executar a limpeza interior de armários, materiais e equipamento, conforme procedimento interno; f) Prestar as informações necessárias à realização do inventário do material e equipamento. Artigo 10.º Responsabilidade 1) A utilização dos laboratórios e respectivo equipamento deverá ser feita com o necessário zelo e responsabilidade, de modo a manter o seu bom funcionamento. 2) Os danos causados nos equipamentos e/ou nas instalações por maus-tratos ou por descuido grosseiro do utilizador, ser-lhe-ão imputados, tendo este que indemnizar a ESEP - assegurando o arranjo e/ou repondo o equipamento danificado - sem prejuízo, nos casos mais graves, de procedimento disciplinar. Artigo 11.º Disposições finais 1) Para conhecimento dos materiais e equipamento, existem à disposição dos utilizadores manuais de funcionamento, que deverão ser solicitados aos assistentes operacionais de apoio aos laboratórios. 2) Os casos omissos e as dúvidas suscitadas na aplicação do presente regulamento serão esclarecidos por parecer do Coordenador do GGL. Porto, 14 de Dezembro de 2010 O Presidente, Paulo José Parente Gonçalves Página 5 de 5