PLANEJAMENTO INTERATIVO ENSINO MÉDIO CONEXÕES COM A FÍSICA CÓDIGO DA COLEÇÃO 25050COL22 PROFESSOR ESCOLA ANO TURMA Material de Divulgação da Editora Moderna
ENSINO MÉDIO CONHEÇA NOSSA PROPOSTA COMPLETA CÓDIGO DA COLEÇÃO 25050COL22 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25052COL22 CONEXÕES COM A FÍSICA Blaidi Sant Anna Gloria Martini Hugo Carneiro Reis Walter Spinelli Autores que são fenômenos em sala de aula e no Enem. FÍSICA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Carlos Magno A. Torres Nicolau Gilberto Ferraro Paulo Antonio de Toledo Soares A dinâmica perfeita entre ciência e cotidiano. CÓDIGO DA COLEÇÃO 25035COL20 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25073COL21 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25047COL06 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25022COL06 BIOLOGIA José Mariano Amabis Gilberto Rodrigues Martho A seleção natural é clara: só as obras mais adaptadas se destacam no atual mundo dos jovens. QUÍMICA NA ABORDAGEM DO COTIDIANO Francisco Miragaia Peruzzo Eduardo Leite do Canto A mistura de grandes talentos em uma coleção que é um laboratório para a vida. CONEXÕES COM A HISTÓRIA Alexandre Alves Letícia Fagundes de Oliveira Mais que uma fonte histórica, um registro indispensável para suas aulas. HISTÓRIA DAS CAVERNAS AO TERCEIRO MILÊNIO Patrícia Ramos Braick Myriam Becho Mota Uma viagem pela história com passaporte para o futuro.
CÓDIGO DA COLEÇÃO 25142COL01 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25143COL01 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25042COL02 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25117COL02 PORTUGUÊS CONTEXTO, INTERLOCUÇÃO E SENTIDO Maria Luiza M. Abaurre Maria Bernadete M. Abaurre Marcela Pontara Um trio de autoras que virou sinônimo de educação. PORTUGUÊS LITERATURA GRAMÁTICA PRODUÇÃO DE TEXTO Leila Lauar Sarmento Douglas Tufano Uma coleção com os melhores predicados da Língua Portuguesa. CONEXÕES COM A MATEMÁTICA Editora responsável: Juliane Matsubara Barroso A soma de experiências vista por um ângulo inovador. MATEMÁTICA PAIVA Manoel Paiva A Matemática a toda prova. CÓDIGO DA COLEÇÃO 25058COL05 CÓDIGO DO LIVRO 28886L2928 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25074COL33 CÓDIGO DA COLEÇÃO 25185COL33 CONEXÕES ESTUDOS DE GEOGRAFIA GERAL E DO BRASIL Lygia Terra Regina Araújo Raul Borges Guimarães Uma inovação que ultrapassa a fronteira da sala de aula. FILOSOFANDO INTRODUÇÃO À FILOSOFIA Maria Lúcia de Arruda Aranha Maria Helena Pires Martins Um novo olhar para construir identidades e exercer a cidadania. FREEWAY Editora responsável: Veronica Teodorov Richmond é a marca de Inglês da Editora Moderna. UPGRADE Editora responsável: Gisele Aga Richmond é a marca de Inglês da Editora Moderna. PNLD 2012
ENSINO MÉDIO CONEXÕES COM A FÍSICA BLAIDI SANT ANNA GLORIA MARTINI HUGO CARNEIRO REIS WALTER SPINELLI ENTRAR EM SALA DE AULA E FAZER ACONTECER: NOSSAS OBRAS E AUTORES PENSAM COMO VOCÊ. A construção de uma educação de valor se dá quando pensamos a realidade do Ensino Médio e inovamos com recursos e metodologias eficientes para fazer a diferença na vida de milhares de jovens. Por isso, este Planejamento interativo traz sugestões detalhadas que orientam a exposição dos conteúdos essenciais de cada capítulo da coleção, para despertar o interesse dos alunos e potencializar o aprendizado. Para enriquecer ainda mais suas aulas você encontrará no site sugestões de objetos instrucionais multimídia, links interessantes e indicações de slides disponíveis em Powerpoint com as principais imagens de todos os capítulos. Outra grande novidade é a indicação de vídeos especiais do canal Futura em nosso site para garantir que você entre em sala de aula com os recursos mais atuais do momento. Você poderá também baixar este suplemento no site e personalizá-lo de acordo com sua prática pedagógica e com o projeto de ensino de sua escola. Bom trabalho! CALENDÁRIO 2012 JANEIRO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL FEVEREIRO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 21 CARNAVAL MARÇO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 ABRIL D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 6 PAIXÃO DE CRISTO 8 PÁSCOA 21 TIRADENTES MAIO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 DIA DO TRABALHO JUNHO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 7 CORPUS CHRISTI
CONTEÚDO Apresenta os eixos centrais abordados em cada capítulo para orientar o seu planejamento pedagógico. VOLUME 1 OBJETIVOS Define as principais competências exigidas para a assimilação dos conteúdos do ESTUDO DOS MOVIMENTOS ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS Traz indicações de uso dos recursos propostos, com base nas sugestões do Suplemento para o professor e na vivência em sala de aula. UNIDADE I ELEMENTOS E DESCRIÇÃO DOS MOVIMENTOS CAPÍTULO 1 A NATUREZA DA CIÊNCIA Grandezas diretamente proporcionais Gráficos cartesianos: a representação geométrica da dependência Grandeza proporcional ao quadrado de outra Grandezas inversamente proporcionais Dependência linear: um caso especial de proporcionalidade direta Identificar a existência de dependência matemática entre as grandezas. Classificar o tipo de dependência matemática entre as grandezas. Operar matematicamente com a proporcionalidade entre as grandezas. Representar graficamente a proporcionalidade entre as grandezas. Abertura da unidade. Resolução dos exercícios do 1 a 3 sobre a análise gráfica da proporcionalidade. Questões propostas 1 a 11. Para continuar aprendendo Utilize a página 32 do Suplemento para o Professor e trabalhe com a página de abertura da unidade. Discuta sobre proporciona lidade entre as grandezas. Caracterize a representação de grandezas direta e inversamente proporcionais. Equacione matematicamente a representação gráfica de grandezas direta e inversamente proporcionais, bem como de grandeza proporcional como quadrado da outra. RECURSOS Sugere materiais retirados do livro e da internet, como objetos multimídia, artigos de revistas e indicações de slides em Powerpoint. AVALIAÇÃO Seleciona textos, questões e atividades para promover o acompanhamento do aprendizado dos alunos. CALENDÁRIO 2012 JULHO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 AGOSTO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 SETEMBRO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 7 INDEPENDÊNCIA DO BRASIL OUTUBRO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 12 N. SRA. APARECIDA NOVEMBRO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 2 FINADOS 15 PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA DEZEMBRO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 25 NATAL Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO PLANEJAMENTO 2012 JANEIRO 1 D 2 S 3 T 4 Q 5 Q 6 S 7 S 8 D 9 S 10 T 11 Q 12 Q 13 S 14 S 15 D 16 S 17 T 18 Q 19 Q 20 S 21 S 22 D 23 S 24 T 25 Q 26 Q 27 S 28 S 29 D 30 S 31 T 1 CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL FEVEREIRO 1 Q 2 Q 3 S 4 S 5 D 6 S 7 T 8 Q 9 Q 10 S 11 S 12 D 13 S 14 T 15 Q 16 Q 17 S 18 S 19 D 20 S 21 T 22 Q 23 Q 24 S 25 S 26 D 27 S 28 T 29 Q 21 CARNAVAL MARÇO 1 Q 2 S 3 S 4 D 5 S 6 T 7 Q 8 Q 9 S 10 S 11 D 12 S 13 T 14 Q 15 Q 16 S 17 S 18 D 19 S 20 T 21 Q 22 Q 23 S 24 S 25 D 26 S 27 T 28 Q 29 Q 30 S 31 S ABRIL 1 D 2 S 3 T 4 Q 5 Q 6 S 7 S 8 D 9 S 10 T 11 Q 12 Q 13 S 14 S 15 D 16 S 17 T 18 Q 19 Q 20 S 21 S 22 D 23 S 24 T 25 Q 26 Q 27 S 28 S 29 D 30 S 6 PAIXÃO DE CRISTO 8 PÁSCOA 21 TIRADENTES MAIO 1 T 2 Q 3 Q 4 S 5 S 6 D 7 S 8 T 9 Q 10 Q 11 S 12 S 13 D 14 S 15 T 16 Q 17 Q 18 S 19 S 20 D 21 S 22 T 23 Q 24 Q 25 S 26 S 27 D 28 S 29 T 30 Q 31 Q 1 DIA DO TRABALHO JUNHO 1 S 2 S 3 D 4 S 5 T 6 Q 7 Q 8 S 9 S 10 D 11 S 12 T 13 Q 14 Q 15 S 16 S 17 D 18 S 19 T 20 Q 21 Q 22 S 23 S 24 D 25 S 26 T 27 Q 28 Q 29 S 30 S 7 CORPUS CHRISTI 6
PLANEJAMENTO 2012 JULHO 1 D 2 S 3 T 4 Q 5 Q 6 S 7 S 8 D 9 S 10 T 11 Q 12 Q 13 S 14 S 15 D 16 S 17 T 18 Q 19 Q 20 S 21 S 22 D 23 S 24 T 25 Q 26 Q 27 S 28 S 29 D 30 S 31 T AGOSTO 1 Q 2 Q 3 S 4 S 5 D 6 S 7 T 8 Q 9 Q 10 S 11 S 12 D 13 S 14 T 15 Q 16 Q 17 S 18 S 19 D 20 S 21 T 22 Q 23 Q 24 S 25 S 26 D 27 S 28 T 29 Q 30 Q 31 S SETEMBRO 1 S 2 D 3 S 4 T 5 Q 6 Q 7 S 8 S 9 D 10 S 11 T 12 Q 13 Q 14 S 15 S 16 D 17 S 18 T 19 Q 20 Q 21 S 22 S 23 D 24 S 25 T 26 Q 27 Q 28 S 29 S 30 D 7 INDEPENDÊNCIA DO BRASIL OUTUBRO 1 S 2 T 3 Q 4 Q 5 S 6 S 7 D 8 S 9 T 10 Q 11 Q 12 S 13 S 14 D 15 S 16 T 17 Q 18 Q 19 S 20 S 21 D 22 S 23 T 24 Q 25 Q 26 S 27 S 28 D 29 S 30 T 31 Q 12 N. SRA. APARECIDA NOVEMBRO 1 Q 2 S 3 S 4 D 5 S 6 T 7 Q 8 Q 9 S 10 S 11 D 12 S 13 T 14 Q 15 Q 16 S 17 S 18 D 19 S 20 T 21 Q 22 Q 23 S 24 S 25 D 26 S 27 T 28 Q 29 Q 30 S 2 FINADOS 15 PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA DEZEMBRO 1 S 2 D 3 S 4 T 5 Q 6 Q 7 S 8 S 9 D 10 S 11 T 12 Q 13 Q 14 S 15 S 16 D 17 S 18 T 19 Q 20 Q 21 S 22 S 23 D 24 S 25 T 26 Q 27 Q 28 S 29 S 30 D 31 S 25 NATAL 7 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br VOLUME 1 UNIDADE I ESTUDO DOS MOVIMENTOS, LEIS DE NEWTON E LEIS DA CONSERVAÇÃO ELEMENTOS E DESCRIÇÃO DOS MOVIMENTOS CAPÍTULO 1 Grandezas diretamente proporcionais Gráficos cartesianos: a representação geométrica da dependência Grandeza proporcional ao quadrado de outra Grandezas inversamente proporcionais Dependência linear: um caso especial de proporcionalidade direta A NATUREZA DA CIÊNCIA Identificar a existência de Abertura da unidade. Questões propostas 1 a 11. dependência matemática entre as grandezas. Classificar o tipo de dependência matemática entre as grandezas. Operar matematicamente com a proporcionalidade entre as grandezas. Representar graficamente a proporcionalidade entre as grandezas. 1 a 3 sobre a análise gráfica da proporcionalidade. Utilize a página 32 do Suplemento para o Professor e trabalhe com a página de abertura da unidade. Discuta sobre proporcionalidade entre as grandezas. Caracterize a representação de grandezas direta e inversamente proporcionais. Equacione matematicamente a representação gráfica de grandezas direta e inversamente proporcionais, bem como de grandeza proporcional como quadrado da outra. CAPÍTULO 2 CINEMÁTICA: PRINCIPAIS CONCEITOS Referencial e trajetória Posição, distância percorrida e deslocamento escalar Velocidade escalar média (V m ) Velocidade instantânea e aceleração escalar média Gráficos de velocidade em função do tempo Identificar a posição de um corpo em uma trajetória. Reconhecer a importância da definição do referencial. Calcular deslocamento e distância percorrida. Calcular velocidade escalar média. Calcular aceleração escalar média. Construir gráfico v X t. Compreender a determinação do deslocamento pela área do gráfico v X t. 4 a 6 relacionados com os conceitos de Cinemática. Animações: Movimento, repouso e referencial. Trajetória e referencial. Questões propostas 1 a 24. Conceitue referencial, trajetória, movimento e repouso. Estude a localização de um corpo e uma trajetória orientada. Conceitue velocidade e aceleração escalar média e suas unidades de medida. Analise a representação gráfica de movimentos. Explore a aceleração como mudança na velocidade. CAPÍTULO 3 MOVIMENTO UNIFORME Velocidade constante Função horária de um movimento retilíneo uniforme (MRU) Reconhecer as características de um movimento retilíneo uniforme. Escrever a equação horária da posição de um corpo em MRU. Interpretar a equação horária da posição de um móvel em MRU. Construir gráfico da posição em função do tempo para um móvel em MRU. Dado o gráfico s X t, escrever a equação horária correspondente. Atividade em grupo. Slide: 7 sobre o MU. Animações: MRU e MRUV. 8 Questões propostas 1 a 8. Avalie sua aprendizagem Questões de integração 1 a 10. Defina MRU, explore sua equação horária e o gráfico da posição em função do tempo. Utilize a função horária da posição para caracterizar algebricamente o movimento. Utilize a representação gráfica da posição. Resolva problemas envol vendo encontro e ultrapassagem de móveis em MRU. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la.
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento CAPÍTULO 4 MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO (MUV) Aceleração escalar média de um corpo em movimento retilíneo Movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV) Deslocamento e gráfico v X t no MRUV Compreender o conceito de aceleração. Calcular a aceleração escalar média. Classificar o movimento em acelerado ou retardado, progressivo ou retrógrado. Identificar as características de um MRUV. Representar graficamente a velocidade e o deslocamento de um móvel em MRUV. Aplicar as equações horárias na resolução de problemas. Abertura da unidade. 8 a 10 sobre o MUV. Animações: MRU e MRUV Questões propostas 1 a 9. Utilize a página 41 do Suplemento para o Professor para trabalhar com a página de abertura da unidade. Explique o que é um movimento variado, definindo movimento acelerado ou retardado e progressivo ou retrógrado. Conceitue MRUV, sua função horária da velocidade e faça a análise de seu gráfico em função do tempo. Determine o deslocamento escalar por meio da área sob o gráfico v X t. UNIDADE II CAPÍTULO 5 MOVIMENTO COM VELOCIDADE VARIÁVEL O ESPAÇO NO MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO Deslocamento o MRUV A função horária do espaço no MRUV Reconhecer os conceitos de velocidade média e de média das velocidades para um corpo em MRUV. Representar matematicamente a posição de um móvel em MRUV. Resolver problemas com corpos em MRUV. Slide: 11 sobre o gráfico do MRUV. Animações: MRU e MRUV. Questões propostas 1 a 12. Deduza a equação horária do espaço no MRUV. Aprofunde a discussão sobre o significado da área no gráfico v X t. Deduza da equação de Torricelli. Crie uma lista de atividades no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. CAPÍTULO 6 Variação da posição de um corpo em MRUV em função do tempo GRÁFICOS S VERSUS T NO MRUV Construir gráficos Questões propostas 1 a 6. Represente o gráfico da representativos da posição em função do velocidade e da posição tempo e discuta suas para corpos em MRUV. características. Interpretar gráficos de velocidade e da posição para corpos em MRUV. Associar os gráficos às equações horárias correspondentes. 12 a 14 sobre gráficos no MRUV. Animações: MRU e MRUV. Ilustre as diferenças e relações entre os gráficos v X t e s X t. Apresente a resolução gráfica de problemas envolvendo encontro e ultrapassagem de móveis. Determine a equação horária da posição a partir de um gráfico dado. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 9 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br CAPÍTULO 7 LANÇAMENTO VERTICAL NO VÁCUO Queda livre Caracterizar o movimento Questões propostas 1 a 15. Conceitue o movimento de Lançamento vertical para de queda livre. Atividade em grupo. queda livre e o associe com cima um MRUV vertical. Determinar a velocidade e a posição de corpos em queda. Aplicar, na resolução de problemas, a proporcionalidade direta com o quadrado entre espaço e tempo. Analisar o movimento de corpos lançados verticalmente para cima, determinando velocidades e tempo de voo. 15 e 16 sobre a queda livre. Simuladores: MRU e MRUV. Lançamentos. Avalie sua aprendizagem Questões de integração Equacione a função horária da queda livre como um móvel em MRUV. Apresente a representação matemática do movimento de um corpo lançado verticalmente para cima. Resolva problemas envolvendo corpos em movimento vertical. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE III CINEMÁTICA VETORIAL CAPÍTULO 8 GRANDEZAS VETORIAIS Vetores Operações com vetores Caracterizar uma grandeza vetorial. Determinar geométrica e analiticamente a resultante vetorial. Decompor um vetor em suas componentes ortogonais. Página de abertura. 17 a 19 sobre grandezas vetoriais. Simuladores: Vetores. Questões propostas 1 a 14. Utilize a página 47 do Suplemento para o Professor e trabalhe com a página de abertura da unidade. Conceitue e explique a diferença entre as grandezas escalar e vetorial. Apresente o conceito de vetor e suas características: módulo, direção e sentido. Explique a operação com vetores soma vetorial. Estude o método de decomposição vetorial e a Lei dos cossenos. CAPÍTULO 9 COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS Independência de movimentos simultâneos Composição de velocidades Representar o vetor velocidade de um corpo a partir de suas componentes. Analisar movimentos simultâneos, compondo-os vetorialmente. Calcular as características do vetor velocidade resultante de um movimento composto de duas ou mais velocidades. 20 e 21 sobre a composição de movimentos. Simuladores: Vetores. Questões propostas 1 a 7. Conceitue a independência de movimentos relativos. Caracterize a composição de velocidades. Resolva problemas envolvendo composição de movimento. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 10
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento CAPÍTULO 10 Decomposição de movimentos Lançamento horizontal no vácuo Lançamento oblíquo no vácuo LANÇAMENTOS NO VÁCUO Decompor o movimento Questões propostas 1 a 14. Analise a matemática de um corpo lançado individual de cada horizontalmente em suas movimento horizontal e componentes ortogonais. vertical. Calcular, em qualquer instante, a velocidade e a posição de um corpo lançado horizontalmente. Analisar o movimento de um corpo lançado obliquamente, decompondo-o em suas componentes ortogonais. Calcular, em qualquer instante, a velocidade e a posição de um corpo lançado obliquamente. 22 a 25 sobre lançamentos. Simuladores: Lançamentos. Vetores. Apresente a caracterização matemática do lançamento horizontal no vácuo. Apresente a caracterização matemática do lançamento oblíquo. Estude as decomposições da velocidade em lançamentos. Resolução de problemas envolvendo lançamento horizontal e oblíquo. CAPÍTULO 11 Abordagem escalar do movimento circular uniforme Vetor velocidade e aceleração centrípeta no movimento circular uniforme MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME Identificar as grandezas Questões propostas 1 a 15. Conceitue período e associadas ao movimento Atividade em grupo. frequência. circular. 1 a 11. Determinar velocidade angular, frequência e período. Estabelecer a relação entre velocidade angular e velocidade escalar. Analisar o movimento transmitido por meio de polias acopladas. Compreender o conceito de aceleração centrípeta. Calcular a aceleração centrípeta de um corpo em MCU. 26 a 28 sobre MCU. Avalie sua aprendizagem 1 a 8. Questões de integração 1 a 15. Estabeleça as relações entre grandezas escalares e grandezas angulares. Conceitue o vetor velocidade e aceleração centrípeta no MCU. Analise a aceleração total do movimento circular. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE IV LEIS DE NEWTON CAPÍTULO 12 1 a E 3 a LEIS DE NEWTON A lei da inércia Massa e peso Ação e reação Três forças importantes na Mecânica Caracterizar vetorialmente a grandeza força. Compreender o princípio da inércia. Diferenciar as grandezas massa e peso. Entender o princípio da ação e reação. Identificar as forças normal, tração e elástica. Página de abertura. Slide: 29 sobre as leis de Newton. Simuladores: Vetores. Questões propostas 1 a 21. Utilize a página 54 do Suplemento para o Professor para trabalhar com a página de abertura da unidade. Discuta e exemplifique o princípio da inércia e o da ação e reação. Diferencie as grandezas massa e peso. Discuta sobre as unidades de força N e kgf. Caracterize as forças normal, tração e elástica. Construa o gráfico da força elástica. Explore os simuladores e material de apoio dos sites. 11 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br CAPÍTULO 13 Força de atrito estático Força de atrito dinâmico (cinético) FORÇAS DE ATRITO Forças de atrito Compreender a força de Questões propostas Conceitue as forças de atrito. atrito. Diferenciar atrito estático e atrito dinâmico. Reconhecer a força de atrito como um dos agentes responsáveis pelo equilíbrio. Resolver problemas com corpos em equilíbrio dinâmico ou estático. Slide: 30 sobre as forças de atrito. Vídeo de experimento: Atrito estático e dinâmico. Introdução. Experimento. Conclusão. Caracterize a força de atrito estático. Caracterize a força de atrito dinâmico. Aplique os conceitos na resolução de problemas e analise as situações em que ocorre ou não movimento. Elabore uma lista de exercícios no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. CAPÍTULO 14 2 a LEI DE NEWTON: CORPOS ACELERADOS Corpos acelerados Peso e gravidade Compreender a 2 a Lei de Newton. Atividade em grupo. Questões propostas 1 a 13. Conceitue a 2 a Lei de Newton. Sistemas de corpos Reconhecer situações em Caracterize as forças em acelerados que a força resultante Avalie sua aprendizagem um corpo acelerado. provoca aceleração. Compreender a força peso. Resolver problemas em que os corpos estão acelerados. Slide: 31 sobre a 2 a Lei de Newton. Questões de integração Relacione entre força resultante e aceleração. Conceitue a força peso. Aplique todos os conceitos na resolução de exercícios com um ou mais corpos acelerados. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE V LEIS DE NEWTON: APLICAÇÕES E GRAVITAÇÃO UNIVERSAL CAPÍTULO 15 APLICAÇÕES DAS LEIS DE NEWTON Plano inclinado Identificar as máquinas Abertura da unidade. Questões propostas Utilize a página 65 do Polias simples como aplicações Suplemento para o das leis da dinâmica. Resistência do ar Professor para trabalhar Compreender a com a página de abertura decomposição da força da unidade. peso na resolução de problemas de plano inclinado. 32 a 37 sobre as aplicações das Leis de Newton. Resolver problemas envolvendo roldanas móveis e fixas. Aplicar os conceitos da força de resistência do ar na resolução de problemas. Vídeo de experimento: Atrito estático e dinâmico. Introdução. Experimento. Conclusão. Analise a dinâmica no plano inclinado, decompondo a força peso em suas componentes paralela e perpendicular ao plano. Caracterize as forças em uma polia e deduza o método de associação. Caracterize a força de resistência do ar e determine a velocidade limite para um corpo em queda sob sua ação. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 12
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento CAPÍTULO 16 A resultante centrípeta em alguns movimentos DINÂMICA DO MOVIMENTO CIRCULAR A resultante centrípeta Compreender o conceito de Questões propostas 1 a 8. Conceitue a resultante resultante centrípeta. centrípeta. Identificar a resultante centrípeta nas situações de movimento circular. Resolver problemas com corpos em movimento circular. 38 a 43 sobre a dinâmica do movimento circular. Determine a resultante centrípeta em algumas situações específicas. Analise o globo da morte. Faça a análise vetorial das forças que atuam em um pêndulo cônico. Resolva exercícios envolvendo forças em trajetórias curvilíneas. CAPÍTULO 17 LEIS DE KEPLER As Leis de Kepler Compreender os modelos de sistemas planetários (geocêntrico e heliocêntrico). Compreender as três Leis de Kepler para movimento planetário. Descrever o movimento de corpos celestes com base nas três Leis de Kepler. Aplicar as Leis de Kepler em situações-problema. 44 a 47 sobre as leis de Kepler. Scientific American Aula Aberta 1: Planisférios e anuários abrem as portas do céu. Aula Aberta 2: Origem e evolução das constelações. Aula Aberta 3: O nome das estrelas. Aula Aberta 4: Vida e morte das estrelas. Aula Aberta 5: Galáxias, as cidades cósmicas. Questões propostas 1 a 6. 1 a 6. Conceitue geocentrismo e heliocentrismo. Discuta os fatores da evolução histórica que levaram à elaboração dos modelos planetários. Conceitue as Leis de Kepler e suas aplicações. Elabore uma lista de exercícios no banco de questões e resolva junto com a sala. CAPÍTULO 18 GRAVITAÇÃO UNIVERSAL Lei da gravitação universal Campo gravitacional Corpos em órbita Imponderabilidade Compreender a lei da gravitação universal e os parâmetros que a compõem. Relacionar a Lei da gravitação universal com o movimento de corpos em órbita. Determinar a velocidade orbital em determinada altitude. Identificar as condições de imponderabilidade no espaço. Atividade em grupo. 48 e 49 sobre a gravitação universal. Scientific American Aula Aberta 1: Planeta estranho orbita estrela ao contrário. Questões propostas 1 a 14. Avalie sua aprendizagem 1 a 11. Questões de integração 1 a 12. Conceitue a Lei da gravitação universal. Caracterize a intensidade da força gravitacional variando com o inverso do quadrado da distância. Conceitue campo gravitacional. Discuta sobre o movimento de corpos em órbita. Conceitue o estado de imponderabilidade. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. 13 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br UNIDADE VI SÓLIDOS E FLUIDOS EM EQUILÍBRIO ESTÁTICO CAPÍTULO 19 ESTÁTICA DO PONTO MATERIAL E DO CORPO EXTENSO Equilíbrio estático de um ponto material Momento de uma força Equilíbrio de um corpo extenso Tipos de equilíbrio Conceituar momento de uma força. Identificar as condições de equilíbrio de um ponto material e de um corpo extenso. Aplicar as condições de equilíbrio de um corpo na resolução de situações- -problema. Página de abertura. 50 a 52 sobre os conceitos de estática. Acervo digital. Scientific American Aula Aberta 5: Movimentos gravitacionais de massa, tragédias do verão. Questões propostas 1 a 18. 1 a 13. Utilize a página 77 do Suplemento para o Professor para trabalhar com a página de abertura da unidade. Conceitue equilíbrio estático e analise as condições de equilíbrio de um ponto material. Decomponha as forças em suas componentes ortogonais. Conceitue o momento de uma força (ou torque). Analise as condições de equilíbrio de um corpo extenso e discuta sobre os tipos de equilíbrio. CAPÍTULO 20 Pressão atmosférica e pressão em líquidos Pressão em líquidos: princípio de Pascal e vasos comunicantes HIDROSTÁTICA: PRESSÃO EM FLUIDOS Pressão média Conceituar pressão Questões propostas 1 a 23. exercida por uma força. Quantificar a pressão atmosférica em regiões diferentes da Terra. Compreender o experimento de Torricelli para a determinação da pressão atmosférica. Calcular a pressão no interior de líquidos. Aplicar o princípio de Pascal na resolução de problemas. 53 a 57 sobre os conceitos de hidrostática. Acervo digital. 1 a 11. Conceitue a pressão exercida por uma força e suas unidades de medida. Discuta sobre a pressão atmosférica e suas variações com a altitude. Conceitue densidade e massa específica. Determine a pressão no interior de um líquido. Conceitue o princípio de Pascal e suas aplicações: prensa, elevador hidráulico e vasos comunicantes. CAPÍTULO 21 HIDROSTÁTICA: PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES Empuxo Compreender o conceito da Questões propostas 1 a 9. Conceitue o empuxo e Princípio de Arquimedes força empuxo. Atividade em grupo. enuncie o princípio de Empuxo, peso e Determinar a intensidade 1 a 16. Arquimedes. densidade do empuxo em um corpo Avalie sua aprendizagem Discuta sobre as condições mergulhado (ou flutuando) de flutuabilidade. em um líquido. Aplicar o conceito de empuxo na determinação da posição de equilíbrio de um corpo flutuando em um líquido. 58 e 59 sobre o empuxo. Questões de integração 1 a 20. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 14
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento UNIDADE VII TRABALHO E ENERGIA MECÂNICA CAPÍTULO 22 Potência associada ao trabalho de uma força Rendimento Energia cinética Trabalho e energia cinética ESTÁTICA DO PONTO MATERIAL E DO CORPO EXTENSO Trabalho e potência Compreender o conceito Questões propostas 1 a 15. de trabalho realizado por uma força. Compreender o conceito de potência. Associar os conceitos de trabalho e potência aos processos de transformação de energia. Associar o movimento de um corpo à sua energia cinética. Compreender a relação entre trabalho e variação da energia cinética. 60 a 63 sobre trabalho e energia. Utilize a página 86 do Suplemento para o Professor para trabalhar com a página de abertura da unidade. Conceitue o trabalho realizado por uma força e enuncie seu método de determinação através de gráficos e da equação. Conceitue a potência associada ao trabalho de uma força e discuta suas unidades de medida. Apresente o conceito de energia cinética e estabeleça a relação de sua variação com o trabalho. CAPÍTULO 23 Energia potencial gravitacional (E pg ) Energia potencial elástica (E pel ) ENERGIA POTENCIAL Compreender os conceitos Questões propostas 1 a 6. de energia potencial gravitacional e elástica. 1 a 7. Associar a energia potencial gravitacional e elástica aos trabalhos das forças peso e elástica. Determinar energia potencial gravitacional e elástica em situações- -problema. 64 e 65 sobre a Energia potencial. Conceitue energia potencial gravitacional e elástica, destacando as situações nas quais elas existem. Discuta a necessidade de estabelecer uma referência para o cálculo da energia potencial. Calcule a energia potencial gravitacional e elástica em situações determinadas. CAPÍTULO 24 TRANSFORMAÇÕES DE ENERGIA MECÂNICA Energia mecânica Conservação da energia Conceituar energia mecânica. Identificar situações em que a energia mecânica se conserva (sistemas conservativos). Relacionar os sistemas em que a energia mecânica não se conserva (dissipativos) com o trabalho realizado por forças dissipativas. Aplicar o princípio da conservação da energia mecânica na resolução de problemas. Atividade em grupo. 66 e 67 sobre as transformações de energia. Animação: Energia Mecânica: conservação e dissipação. Questões propostas 1 a 8. Avalie sua aprendizagem 1 a 8. Questões de integração 1 a 15. Conceitue energia mecânica como a soma das energias cinética e potencial. Caracterize um sistema conservativo e dissipativo. Conceitue a lei da Conservação da energia mecânica. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. 15 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br UNIDADE VIII PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO CAPÍTULO 25 Quantidade de movimento ou momento linear Impulso Relação entre impulso e quantidade de movimento QUANTIDADE DE MOVIMENTO E IMPULSO Conceituar quantidade de Abertura da unidade. Questões propostas 1 a 16. movimento e impulso de uma força. Identificar o caráter vetorial da quantidade de movimento e do impulso. Associar o impulso da força resultante à variação da quantidade de movimento do sistema. Aplicar os conceitos de quantidade de movimento e de impulso na resolução de problemas. 68 e 69 sobre a quantidade de movimento e impulso. Utilize a página 95 do Suplemento para o Professor para trabalhar com a página de abertura da unidade. Conceitue a quantidade de movimento de uma partícula. Faça a caracterização vetorial da quantidade de movimento. Conceitue o impulso de uma força. Estabeleça a relação entre impulso e quantidade de movimento. Discuta a aplicação em situações cotidianas. CAPÍTULO 26 CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO Sistemas isolados de forças externas Análise da conservação da quantidade de movimento Colisões mecânicas Conservação da quantidade de movimento nas colisões Caracterizar um sistema isolado de forças externas. Determinar a quantidade de movimento de um sistema de corpos. Estabelecer o princípio da conservação da quantidade de movimento. Aplicar a conservação da quantidade de movimento na resolução de problemas. Classificar os tipos de colisão e resolver problemas de colisão. 68 e 69 sobre a quantidade de movimento e impulso. Vídeo de experimento: Tipos de colisão. Introdução. Experimento. Conclusão. Animação: Energia mecânica: conservação e dissipação. Questões propostas 1 a 15 Avalie sua aprendizagem 1 a 9. Questões de integração 1 a 12. Caracterize sistemas isolados e forças externas e enuncie as restrições para que ocorra conservação da quantidade de movimento. Aplique a conservação da quantidade de movimento no estudo das colisões. Apresente os tipos de colisão e indique as características de cada uma. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. Scientific American Aula Aberta 4: LHC O Futuro da Física. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 16
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento VOLUME 2 UNIDADE I ESTUDO DO CALOR, ÓPTICA GEOMÉTRICA E FENÔMENOS ONDULATÓRIOS CALOR E TEMPERATURA CAPÍTULO 1 TEMPERATURA, CALOR E SUA PROPAGAÇÃO Sensação térmica e Reconhecer calor como Página de abertura. Questões propostas Utilize a página 34 do energia térmica energia em trânsito. Suplemento para o Professor Temperatura Reconhecer temperatura Leitura e análise de texto. para trabalhar a página de Equilíbrio térmico como grandeza associada abertura na unidade. ao grau de agitação Trabalho em grupo. Calor Conceitue energia térmica, molecular. diferenciando-a de Processos de propagação Diferenciar calor e sensação térmica. do calor temperatura. Identificar situações de equilíbrio térmico. Analisar situações em que ocorram processos de propagação do calor. 1 a 3 sobre convecção térmica. Discuta os processos de propagação do calor. Leia e discuta o texto sobre o efeito estufa na Terra. Em grupos, os alunos devem apresentar os conceitos e exemplos de aplicação dos processos de propagação do calor. CAPÍTULO 2 Calibração ou graduação de um termômetro Escalas termométricas Celsius e Fahrenheit: equação de conversão Escala Kelvin: escala absoluta Equações de conversão TERMÔMETROS: GRANDEZAS E EQUAÇÕES DE CONVERSÃO Grandezas termométricas Identificar as grandezas Questões propostas termométricas. Reconhecer a necessidade de graduar de um termômetro. Relacionar as medidas de diferentes escalas de temperatura. Compreender gráficos que relacionem diferentes escalas de temperatura. Construir gráficos que relacionem diferentes grandezas termométricas. 4 a 6 sobre escalas termométricas. Discuta sobre as grandezas e substâncias termométricas. Estabeleça as relações matemáticas entre as escala Celsius, Fahrenheit e Kelvin. Discuta em sala o processo de construção de uma escala termométrica. Elabore uma lista de atividades no banco de questões sobre termômetros e formas de propagação de calor para resolver em sala de aula. CAPÍTULO 3 DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS Dilatações e contrações Reconhecer a dilatação de Questões propostas 1 a 15. Conceitue dilatação e Dilatação dos sólidos sólidos como consequência contração térmica. das trocas de calor entre 1 a 17. corpos. Identificar as dilatações de sólidos em situações cotidianas. Aplicar as equações das dilatações de sólidos na resolução de problemas. 7 e 8 sobre dilatação linear e superficial. Explique a dilatação térmica por meio do modelo de partículas. Caracterize a dilatação de forma proporcional às dimensões iniciais e à variação de temperatura. Discuta o significado físico dos coeficientes de dilatação. Discuta as aplicações cotidianas da dilatação de sólidos. 17 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br CAPÍTULO 4 Comportamento dos líquidos e recipientes durante a dilatação Dilatação anômala da água DILATAÇÃO DOS LÍQUIDOS Reconhecer a dilatação Questões propostas Apresente a dilatação de líquidos como Atividade em grupo. de líquidos como uma consequência das trocas de dilatação volumétrica. calor entre corpos. Identificar as dilatações de líquidos em situações cotidianas. Compreender a relação entre a dilatação real e a aparente de um líquido e a dilatação do recipiente. Aplicar as equações das dilatações de líquidos na resolução de problemas. 9 e 10 sobre dilatação da água. Avalie sua aprendizagem Questões de integração 1 a 20. Discuta a relação entre a dilatação aparente e real de um líquido. Discuta a necessidade de se analisar a dilatação sofrida pelo recipiente. Conceitue a dilatação anômala da água. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE II CALOR E MUDANÇA DE ESTADO CAPÍTULO 5 Calor específico Calor específico e variação de temperatura Calor e energia mecânica EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DE CALORIMETRIA Fontes de calor Reconhecer a capacidade Página de abertura. Questões propostas 1 a 20. Capacidade térmica térmica como característica do corpo. 1 a 20. Reconhecer o calor específico como característica da substância que constitui o corpo. Identificar situações cotidianas que são explicadas pelos conceitos de calor específico e capacidade térmica. Aplicar a equação na resolução de problemas. Conceituar o equivalente mecânico do calor. Slide: 11 sobre capacidade térmica e calor específico. Utilize a página 50 do Suplemento para o Professor para trabalhar com a página de abertura da unidade. Conceitue capacidade térmica como uma medida da dificuldade de alterar a temperatura do corpo. Conceitue o calor específico de uma substância e estabeleça a relação matemática entre calor, massa e variação de temperatura calor sensível. CAPÍTULO 6 MUDANÇAS DE FASE Fases da matéria Mudança de fase e calor latente Diferenciar calor sensível e calor latente. Identificar as situações em que ocorrerão mudanças de fase do corpo. Compreender as curvas de aquecimento e resfriamento de um corpo. Construir curvas de aquecimento e resfriamento. Análise e discussão de texto. 12 e 13 sobre mudanças de fase e curvas de transmissão de calor. Vídeo de Experimento: Calor sensível e calor latente. Simulador: Diagrama de fases. Scientific American Aula Aberta 2: Ilhas urbanas de calor. Questões propostas Conceitue os estados físicos da matéria e suas transformações. Discuta os modernos estados da matéria: plasma e condensado de Einstein- -Bose, lendo o texto das páginas 111 e 115. Equacione o calor latente. Construa as curvas de aquecimento e resfriamento. Esquematize os estados físicos da matéria e nomeie as transformações. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 18
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento CAPÍTULO 7 TROCAS DE CALOR EM RECIPIENTES TERMICAMENTE ISOLADOS Trocas de calor e equilíbrio térmico Analisar situações em que ocorrem trocas de calor em sistemas termicamente isolados. Diferenciar calorímetros reais de ideais. Resolver situações- -problema em que estejam envolvidas trocas de calor. Atividade em grupo. Slide: 14 sobre trocas de calor. Animação: Calorímetro. Questões propostas 1 a 9. 1 a 14. Avalie sua aprendizagem Questões de integração 1 a 20. Estabeleça a diferença na análise do calorímetro ideal e real. Conceitue as trocas de calor e equilíbrio térmico, enunciando o principio fundamental das trocas de calor. Discuta os diversos tipos de objetos isolantes de calor de nosso cotidiano. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE III GASES E TERMODINÂMICA CAPÍTULO 8 Alteração simultânea das três variáveis de estado de um gás Equação de Clapeyron ou equação de um estado de um gás ideal Lei geral dos gases ideais (ou perfeitos) ESTUDO DOS GASES E A EQUAÇÃO DE UM GÁS IDEAL O estado gasoso Identificar as Página de abertura. Questões propostas Utilize a página 62 do Transformações gasosas características da matéria, Suplemento para o Professor o estado gasoso e as suas 1 a 13. para trabalhar a página de variáveis de estado. abertura da unidade. Reconhecer as transformações gasosas. Compreender os gráficos representativos das transformações gasosas. Representar graficamente as transformações gasosas. Compreender a equação de Clapeyron. Aplicar a equação de Clapeyron na resolução de problemas. 15 a 18 sobre mudanças de fase e curvas de transmissão de calor. Caracterize o estado gasoso e enuncie suas variáveis termodinâmicas: pressão, volume e temperatura. Caracterize as transformações gasosas e analise suas propriedades. Faça a representação gráfica das principais transformações gasosas. Conceitue a equação de Clapeyron e a lei geral dos gases perfeitos. CAPÍTULO 9 EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DE CALORIMETRIA Trabalho em uma transformação gasosa Energia interna 1 a Lei da Termodinâmica a Aplicações da 1 Lei da termodinâmica às transformações gasosas Conceituar trabalho em uma transformação gasosa. Compreender a 1 a Lei da Termodinâmica como aplicação do princípio da conservação de energia. Aplicar a 1 a Lei da Termodinâmica às diferentes transformações gasosas. 19 a 24 sobre a 1 a Lei e transformações gasosas. Animação: 1 a Lei da Termodinâmica. Simulador: Transformações dos gases. Scientific American Aula Aberta 1: Transformações de energia. Questões propostas 1 a 17. 1 a 11. Caracterize o trabalho em uma transformação gasosa e seu método de determinação através do gráfico p X v. Introduza o conceito de energia interna de um gás. Enuncie a 1 a Lei da Termodinâmica conservação de energia, e aplique seus conceitos na análise das principais transformações gasosas. Caracterize uma transformação adiabática. 19 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br CAPÍTULO 10 SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA Transformações cíclicas a 2 Lei da Termodinâmica Máquinas térmicas Ciclo de Carnot: rendimento máximo Máquinas frigoríficas: transformação de trabalho em calor Entropia Compreender os diagramas de uma transformação cíclica. Identificar a irreversibilidade de fenômenos e compreender a aplicação da 2 a Lei da Termodinâmica nessas situações. Diferenciar máquinas de combustão interna e externa. Identificar as máquinas térmicas no cotidiano. Atividade em grupo. 25 a 28 sobre transformações cíclicas e o ciclo de Carnot. Animação: 2 a Lei da Termodinâmica. Scientific American Aula Aberta 1: Transformações de energia. Aula Aberta 1: Um futuro limpo. Questões propostas 1 a 15. 1 a 12. Avalie sua aprendizagem 1 a 9. Questões de integração 1 a 22. Caracterize uma transformação cíclica e cite exemplos, aplicando a 1 a lei da termodinâmica. Enuncie a 2 a Lei da Termodinâmica. Conceitue máquinas térmicas, estabeleça o método de determinação de seu rendimento e formule o ciclo de Carnot. Represente graficamente o ciclo de Carnot. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE IV PRINCÍPIOS DA ÓPTICA GEOMÉTRICA E REFLEXÃO DA LUZ CAPÍTULO 11 Luz em um modelo geométrico Princípios da óptica geométrica Sombra e penumbra Câmara escura de orifício Ângulo visual ou diâmetro aparente Ano-luz PRINCÍPIOS DA PROPAGAÇÃO DA LUZ Conceituar raio de luz. Página de abertura. Questões propostas Utilize a página 76 do Descrever corretamente Suplemento para o Professor como se dá a visão de para trabalhar a página de objetos. abertura da unidade. Aplicar os princípios da propagação da luz. Caracterizar sombra e penumbra. Compreender os eclipses (solar e lunar) como aplicações dos princípios Entender a formação de diferentes imagens a partir da alteração do ângulo visual. 29 a 38 sobre os fenômenos de propagação da luz. Apresente o modelo geométrico da luz. Discuta os princípios de propagação da luz e aplique seus conceitos na análise de fenômenos do nosso cotidiano. Apresente os conceitos de sombra e penumbra e discuta as fases da lua e eclipses. Analise o mecanismo de funcionamento da câmara escura de orifício. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 20
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento CAPÍTULO 12 REFLEXÃO DA LUZ Reflexão da luz Leis da reflexão Espelhos planos Relacionar os princípios da óptica geométrica a fenômenos de reflexão da luz. Conceituar reflexão especular e difusa. Entender o que é uma imagem virtual. Construir imagens formadas por espelhos planos. Perceber situações cotidianas que podem ser explicadas pelas leis da reflexão. Resolver problemas que envolvam imagens formadas em espelhos planos. 39 a 44 sobre as Leis da reflexão. Simuladores: Lentes e espelhos. Questões propostas 1 a 8. Conceitue o fenômeno de reflexão da luz e discuta as reflexões difusa e especular. Enuncie as Leis da reflexão da luz e utilize seus conceitos na construção de imagens em espelhos planos e discuta suas propriedades e significados. Conceitue o campo visual de um espelho plano. Elabore uma lista de atividades no banco de questões sobre formação de imagens e resolva em sala de aula. CAPÍTULO 13 ESPELHOS ESFÉRICOS Espelhos esféricos Elementos de espelhos esféricos Construção de imagens de objetos Imagens obtidas em espelhos esféricos Equação dos pontos conjugados de Gauss Aumento ou ampliação Identificar os elementos dos espelhos côncavos e convexos. Identificar as imagens reais e as virtuais. Obter graficamente as imagens produzidas por espelhos esféricos. Reconhecer a utilização de espelhos esféricos em situações cotidianas. Resolver problemas envolvendo construção de imagens em espelhos. Atividade em grupo. 45 a 53 sobre as Leis da reflexão. Simuladores: Lentes e espelhos. Questões propostas 1 a 13. Avalie sua aprendizagem 1 a 7. Questões de integração 1 a 19. Caracterize os espelhos esféricos e a propriedade de seu foco. Utilize os raios notáveis para construir geometricamente as imagens e discuta suas características. Deduza a expressão de Gauss e explique como ela traduz analiticamente o estudo da construção de imagens. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE V REFRAÇÃO DA LUZ CAPÍTULO 14 REFRAÇÃO DA LUZ Refração da luz Leis da refração Refração atmosférica Reflexão total Determinação do ângulo limite A reflexão total explica alguns fenômenos curiosos Conceituar o fenômeno da refração da luz. Identificar situações cotidianas que podem ser descritas pelos conceitos da refração. Compreender o conceito de índice de refração absoluto. Estabelecer a Lei de Snell- -Descartes. Aplicar a Lei de Snell- -Descartes na resolução de problemas. Utilizar o conceito de ângulo limite na compreensão de fibras ópticas e miragens. Página de abertura. 54 a 57 sobre refração. Simuladores: Refração Questões propostas 1 a 13. 1 a 14. Utilize a página 86 do Suplemento para o Professor para trabalhar a página de abertura da unidade. Apresente o fenômeno de refração e explique sua consequência no estudo da luz. Conceitue índice de refração absoluto de um meio e enuncie a Lei de Snell-Descartes. Determine o ângulo limite e explique o fenômeno de reflexão total. Explique o funcionamento de fibras ópticas. 21 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br CAPÍTULO 15 Arco-íris Prismas de reflexão total SISTEMAS REFRATORES; DISPERSÃO DA LUZ Sistemas refratores Reconhecer as imagens Atividade em grupo. Questões propostas 1 a 11. Discuta a aplicação dos Dispersão da luz formadas em dioptros, conceitos de refração em localizando-as 1 a 15. dioptros planos, localizando graficamente. a imagem formada. Representar graficamente o comportamento da luz em lâminas de faces paralelas. Compreender o fenômeno da dispersão da luz em situações cotidianas. 58 a 61 sobre dispersão da luz. Avalie sua aprendizagem Questões de integração 1 a 17. Discuta a aplicação das Leis da refração em uma lâmina de faces paralelas, em prismas de reflexão total e nas fibras ópticas. Analise os fenômenos do arco-íris e das miragens. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE VI LENTES ESFÉRICAS, INSTRUMENTOS ÓPTICOS E VISÃO CAPÍTULO 16 LENTES ESFÉRICAS: FORMAÇÃO DE IMAGENS Lentes esféricas Elementos das lentes esféricas Formação das imagens conjugadas por lentes esféricas Estabelecer a trajetória da luz ao atravessar lentes esféricas. Classificar e identificar as lentes convergentes e divergentes. Obter graficamente as imagens de objetos. Página de abertura 62 a 69 sobre as Leis das lentes esféricas. Simuladores: Lentes e espelhos. Questões propostas 1 a 6. Utilize a página 97 do Suplemento para o Professor para trabalhar a página de abertura da unidade. Demonstre o comportamento óptico das lentes esféricas utilizando as Leis da refração. Caracterize os raios notáveis e construa geometricamente as imagens explorando os casos possíveis nas lentes convergentes e divergentes. CAPÍTULO 17 Equação dos pontos conjugados de Gauss Aumento ou ampliação Vergência ou convergência (V) LENTES ESFÉRICAS: ESTUDO ANALÍTICO Calcular a posição e o Questões propostas 1 a 6. Explique que a Lei de Gauss tamanho das imagens também é aplicada para o utilizando a equação de estudo analítico das lentes Gauss. esféricas. Conceituar vergência da lente. Slide: 70 sobre a equação de Gauss. Simuladores: Lentes e espelhos. Discuta o método de sinais utilizando a equação de Gauss e a partir dele classifique imagens como reais e virtuais. Conceitue vergência de uma lente. Elabore uma lista de exercícios no banco de questões sobre a equação de Gauss e resolva em sala de aula. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 22
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento CAPÍTULO 18 INSTRUMENTOS ÓPTICOS E ÓPTICA DA VISÃO Instrumentos ópticos Classificar os instrumentos Atividade em grupo. Questões propostas 1 a 13. A visão e o olho humano ópticos em função da sua utilização. 1 a 9. Compreender os conceitos presentes na operação dos instrumentos ópticos. Conhecer alguns dos telescópios que estão fora da atmosfera terrestre. Distinguir os principais elementos do olho humano, identificando suas funções. Reconhecer os problemas de visão mais comuns e as lentes utilizadas para solucioná-los. 71 a 80 sobre instrumentos ópticos. Avalie sua aprendizagem Questões de integração 1 a 23. Faça a construção dos raios de luz e caracterize a trajetória da luz e da imagem formada em cada instrumento estudado. Discuta o comportamento da luz ao penetrar no olho humano. Analise os defeitos da visão e as lentes corretivas que devem ser usadas. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE VII OSCILAÇÕES E ONDAS CAPÍTULO 19 O MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES O oscilador massa-mola Reconhecer os movimentos Página de abertura. Questões propostas Utilize a página 108 do O movimento harmônico oscilatórios periódicos. Suplemento para o Professor simples e o movimento Compreender o sistema 1 a 9. para trabalhar a página de circular uniforme massa-mola. abertura da unidade. Período e frequência do oscilador massa-mola O pêndulo simples Relacionar o MHS e o MCU. Calcular período e frequência no oscilador massa-mola. Compreender o movimento do pêndulo simples como um MHS de pequena amplitude. Resolver problemas envolvendo os conceitos de MHS e do pêndulo. 81 e 82 sobre movimentos harmônicos. Apresente o Movimento Harmônico Simples (MHS). Discuta como um sistema massa-mola pode ser caracterizado como MHS e discuta suas propriedades. Estude o pêndulo simples, caracterizando todos os seus parâmetros de dependência. Relacione o período do MHS com o período do MCU. CAPÍTULO 20 Onda em uma corda ondas unidimensionais Onda em superfícies de meios líquidos ondas bidimensionais Onda sonora ondas tridimensionais FENÔMENOS ONDULATÓRIOS Compreender o movimento Questões propostas 1 a 9. Apresente a definição ondulatório como de onda e identifique transporte de energia. todos os elementos que a caracterizam (T, f, λ e A). Identificar os parâmetros que caracterizam uma onda (T, f, λ, A). Reconhecer que a velocidade de uma onda depende do meio em que se propaga. Caracterizar a equação fundamental da ondulatória. Aplicar a equação na resolução de problemas. Identificar os fenômenos ondulatórios. Reconhecer a luz como uma onda. 83 a 93 sobre fenômenos ondulatórios. Animação: Ondas: estacionárias e ressonância. Ondas: superposição e interferência. Ondas: reflexão e refração. Explore os conceitos de reflexão e da refração de pulsos e analise a interpretação de superposição de ondas. Analise a interpretação dos fenômenos da difração e da interferência. Apresente e discuta as principais características de ondas sonoras. 23 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br CAPÍTULO 21 FENÔMENOS SONOROS: A MÚSICA E O EFEITO DOPPLER Qualidades fisiológicas do som Identificar as qualidades fisiológicas do som. Atividade em grupo. Questões propostas 1 a 8. Instrumentos de corda Diferenciar intensidade 1 a 9. Instrumentos de sopro sonora de nível de Avalie sua aprendizagem intensidade sonora. 1 a 9. O efeito Doppler: fonte sonora em movimento, observador em repouso Fonte sonora em repouso, observador em movimento Fonte e observador em movimento simultâneo Reconhecer o fenômeno das ondas estacionárias como responsável pelo som em instrumentos musicais. Compreender o efeito Doppler como resultado do movimento relativo entre fonte e observador. Resolver problemas aplicando os conceitos do efeito Doppler. 94 a 98 sobre fenômenos sonoros. Questões de integração 1 a 20. Discuta de que forma as qualidades fisiológicas interferem no som que ouvimos, e por que uma mesma nota emitida por dois instrumentos distintos corresponde a sons bem diferentes. Discuta o efeito Doppler, determinando a frequência aparente em cada caso proposto no Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. VOLUME 3 UNIDADE I ELETRICIDADE, FÍSICA DO SÉCULO XXI ELETRIZAÇÃO; FORÇA E CAMPO ELÉTRICO; TRABALHO E POTENCIAL ELÉTRICO CAPÍTULO 1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Eletrização Caracterizar a eletrização Página de abertura. Questões propostas Utilize a página 35 do Condutores, isolantes e de um corpo do ponto de Suplemento para o Professor eletrização vista microscópico. Leitura e análise de texto. para trabalhar a página de Conceituar carga elétrica abertura da unidade. de um corpo. Identificar os processos de eletrização. Descrever as características e propriedades de cada processo de eletrização. Diferenciar materiais isolantes de materiais condutores e suas aplicações cotidianas. Aplicar o princípio da conservação da carga na resolução de situações- -problema. 1 a 3 sobre os processos de eletrização. Discuta o modelo clássico da estrutura atômica e explique como ocorrem os três processos de eletrização. Construa um pêndulo eletrostático e mostre a eletrização por contato e indução e utilize um canudo para demonstrar a eletrização por atrito. Enuncie o princípio de conservação da carga elétrica. CAPÍTULO 2 FORÇA ENTRE CARGAS ELÉTRICAS: LEI DE COULOMB Medidas de carga elétrica Lei de Coulomb: força entre cargas elétricas Determinar, em coulombs, a quantidade de carga de um corpo. Identificar os fatores relevantes na determinação da força elétrica entre corpos eletrizados. Calcular a força elétrica entre corpos eletrizados. Resolver situações- -problema envolvendo configurações de duas ou mais cargas elétricas. Slide: 4 sobre a Lei de Coulomb. Simuladores: Vetores. 24 Questões propostas 1 a 15. Estabeleça o modo de calcular a quantidade de carga contida em uma partícula eletrizada. Apresente a Lei de Coulomb e mostre sua semelhança com a Lei da Gravitação Universal de Newton. Discuta as características de proporcionalidade direta com o produto das cargas e inversa com o quadrado da distância. Exercite a decomposição vetorial das forças.
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento CAPÍTULO 3 CAMPO ELÉTRICO O conceito de campo elétrico O vetor campo elétrico Campo elétrico criado por carga pontual Linhas de força do campo elétrico Campo elétrico uniforme Reconhecer a existência de um campo elétrico nas proximidades de um corpo eletrizado. Caracterizar o vetor campo elétrico em um determinado ponto. Calcular a intensidade do vetor campo elétrico gerado por uma ou mais cargas elétricas. Representar as linhas de força do campo elétrico. Identificar as características de um campo elétrico uniforme. 5 a 9 sobre campo elétrico. Simuladores: Vetores Questões propostas 1 a 21. 1 a 9. Apresente o caráter vetorial do campo elétrico e sua relação com as linhas de força. Equacione as expressões para o cálculo do campo elétrico a partir de uma carga de prova e uma carga pontual. Incentive o estudo do campo elétrico uniforme produzido por placas paralelas e aborde sucintamente os efeitos de borda. Elabore uma lista de exercícios no banco de questões envolvendo os vetores campo e força elétrica. CAPÍTULO 4 Diferença de potencial elétrico entre dois pontos de um campo elétrico Potencial elétrico em um campo elétrico uniforme Potencial elétrico em um ponto de um campo elétrico uniforme Potencial elétrico em um ponto no campo elétrico gerado por carga elétrica pontual POTENCIAL ELÉTRICO Em um campo elétrico, Questões propostas 1 a 22. Enuncie o conceito de relacionar o movimento de Atividade em grupo. trabalho e potencial uma carga elétrica a uma 1 a 7. elétrico. diferença de potencial. Identificar a presença e a importância da DDP no funcionamento de equipamentos elétricos. Calcular a DDP entre dois pontos distintos de um campo elétrico. Resolver problemas envolvendo o potencial elétrico gerado por cargas puntiformes. Slide: 10 sobre potencial elétrico. Avalie sua aprendizagem 1 a 11. Questões de integração 1 a 21. Conceitue a diferença de potencial, explicando o movimento de cargas elétricas, e explore o estudo de superfícies equipotenciais. Apresente o potencial elétrico em um campo uniforme. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE II CIRCUITOS ELÉTRICOS CAPÍTULO 5 TENSÃO E CORRENTE ELÉTRICA Corrente elétrica Diferenciar condutores de Página de abertura. Questões propostas Utilize a página 48 do Pilhas secas isolantes. Suplemento para o Professor Reconhecer as para trabalhar a página de características de uma abertura da unidade. corrente elétrica e um condutor. Calcular a intensidade da corrente elétrica que percorre um condutor. Slide: 11 sobre corrente elétrica. Explique que o movimento ordenado de elétrons, gerado por uma diferença de potencial, é denominado corrente elétrica, e equacione o modo de determinar sua intensidade. Elabore uma tabela, organizando os aparelhos que consomem energia elétrica e aparelhos que fornecem energia elétrica e discuta seu funcionamento. 25 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br CAPÍTULO 6 Tensão, corrente e resistência elétrica Resistividade de um material RESISTÊNCIA ELÉTRICA: LEIS DE OHM Relacionar a DDP entre dois Questões propostas 1 a 14. pontos à corrente elétrica gerada no condutor 1 a Lei de Ohm. 1 a 8. Conceituar a 2 a Lei de Ohm. Aplicar as leis de Ohm na resolução de situações- -problema. Identificar o conceito de resistividade de uma substância como uma propriedade característica. 12 e 13 sobre circuito elétrico e resistividade. Enuncie a 1 a Lei de Ohm, estabelecendo uma relação entre a diferença de potencial (DDP) e a corrente elétrica. Conceitue resistividade elétrica e enuncie a 2 a Lei de Ohm, explorando o fato de que alguns materiais dificultam mais a passagem de corrente. Explore a proporcionalidade na 2 a Lei e analise situações em que o comprimento e a área transversal do material são alteradas. CAPÍTULO 7 Potência elétrica de aparelhos em funcionamento Potência elétrica, corrente e voltagem POTÊNCIA ELÉTRICA Determinar a potência Questões propostas 1 a 15. Conceitue potência elétrica elétrica de equipamentos e estabeleça sua relação elétricos. 1 a 8. com tensão, corrente e resistência. Calcular o consumo mensal de energia elétrica de aparelhos elétricos. Relacionar as grandezas P, U, R e i, aplicando-as na resolução de situações- -problema. Caracterizar o efeito Joule e calcular a potência de equipamentos elétricos. Slide: 14 sobre potência elétrica. Identifique os valores nominais de funcionamento de alguns equipamentos elétricos e deduza para quais valores de tensão e corrente eles funcionarão corretamente. Apresente o método de determinação da energia potencial elétrica consumida por um aparelho em funcionamento. CAPÍTULO 8 ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES Circuitos com ligações em série Circuitos com ligações em paralelo Associação de resistores Instrumentos de medidas elétricas Reconhecer as características e componentes de circuitos elétricos. Calcular a resistência do resistor equivalente de uma associação. Aplicar a Lei de Ohm na resolução de situações- -problema. Caracterizar o funcionamento dos aparelhos de medição elétrica. 15 a 19 sobre associação de resistores. Questões propostas 1 a 39. 1 a 15. Apresente os métodos de associação em série e paralelo, estudando as características da corrente e da tensão em ambos os circuitos. Conceitue o uso dos instrumentos de medição elétrica e a forma como devem ser instalados no circuito para que funcionem corretamente. Elabore uma lista de exercícios no banco de questões sobre circuitos e resolva em sala de aula. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 26
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento CAPÍTULO 9 Geradores em circuitos elétricos Equação do gerador Curva característica do gerador Geradores associados em série Geradores associados em paralelo Receptores elétricos Receptores em circuitos elétricos GERADORES E RECEPTORES Geradores elétricos Definir gerador e receptor Questões propostas 1 a 23. elétrico e reconhecer seus diversos tipos. 1 a 18. Reconhecer as curvas características de um gerador e de um receptor. Utilizar as equações do gerador e do receptor na resolução de problemas. Distinguir os dois tipos de associação de geradores e as vantagens e desvantagens de cada uma delas. Determinar potência útil, total e dissipada de geradores e receptores. 20 a 25 sobre geradores e receptores. Conceitue gerador e receptor elétrico e apresente suas características de funcionamento em um circuito, enunciando as forças eletromotriz e contraeletromotriz (fem e fcem). Determine as equações, estude as curvas características e as formas de associação de um gerador e um receptor. Determine a potência utilizada e dissipada por um sistema composto de geradores e receptores. CAPÍTULO 10 CAPACITORES Capacitância Associação de capacitores Conceituar capacitor. Definir capacitância de um capacitor. Atividade em grupo. Questões propostas 1 a 13. 1 a 8. Identificar os elementos que interferem na determinação da capacitância de um capacitor. Calcular a capacitância do capacitor equivalente de uma associação de capacitores. 26 a 29 sobre capacitores. Avalie sua aprendizagem 1 a 12. Questões de integração 1 a 33. Apresente o funcionamento de um capacitor e quais grandezas estão envolvidas em sua análise, enunciando a capacitância. Determine a capacitância de um capacitor de placas paralelas e calcule sua propriedade de associação. Contextualize a aplicação dos capacitores no cotidiano. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. UNIDADE III MAGNETISMO CAPÍTULO 11 FENÔMENOS MAGNÉTICOS Ímãs Reconhecer um ímã e Página de abertura. Questões propostas 1 a 7. Utilize a página 70 do Propriedades dos ímãs identificar as propriedades Suplemento para o Professor de corpos imantados. Natureza do magnetismo Atividade em grupo. 1 a 9. para trabalhar a página de Compreender o princípio abertura. Vetor indução magnética de funcionamento de uma bússola. Caracterizar o magnetismo terrestre. Caracterizar o vetor indução magnética. 30 a 34 sobre fenômenos magnéticos. Banco de questões Conceitue as propriedades magnéticas dos ímãs e da Terra e introduza o conceito do vetor indução magnética. Caracterize as linhas de força do campo magnético de um ímã. 27 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br CAPÍTULO 12 Corrente elétrica produz campo magnético O campo magnético depende da forma do condutor FENÔMENOS MAGNÉTICOS Relacionar a corrente Questões propostas 1 a 15. Caracterize o campo elétrica com a produção magnético produzido de um campo magnético à 1 a 8. por corrente elétrica e sua volta. determine seu módulo para os casos: Reconhecer as características do campo magnético gerado por uma corrente elétrica. Reconhecer as variáveis relevantes na determinação do campo magnético gerado por correntes. Aplicar corretamente a regra da mão direita na caracterização do campo magnético. Resolver situações- -problema envolvendo campos magnéticos. 35 a 37 sobre campos magnéticos. Fio reto Espira circular Solenoide Explique a regra da mão direita e conduza o aluno a usá-la corretamente utilizando diversos exemplos. CAPÍTULO 13 FORÇA MAGNÉTICA Força magnética sobre cargas elétricas em campo magnético uniforme Movimento de uma carga elétrica em campo magnético uniforme Aplicação dos fenômenos relacionados à força magnética Força magnética sobre um condutor retilíneo percorrido por corrente elétrica Força magnética entre condutores paralelos entre si Estabelecer as diferenças entre interações elétricas e magnéticas. Caracterizar a força magnética que atua sobre uma carga em movimento em um campo magnético. Relacionar aplicações nas quais a força magnética é essencial para o funcionamento. Compreender os princípios de funcionamento de um motor elétrico de corrente contínua. Resolver problemas que envolvam força magnética. 38 a 42 sobre força magnética. Scientific American Aula Aberta 3: Aurora dos foguetes elétricos. Aula Aberta 4: LHC - O futuro da Física. Questões propostas 1 a 15. Avalie sua aprendizagem 1 a 11. Questões de integração 1 a 22. Conceitue a força magnética sobre carga em movimento na presença de um campo magnético, equacionando um modo de determinar sua intensidade. Analise a trajetória de uma carga sob a ação da força magnética utilizando a regra da mão direita. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. Professor, leia as sugestões de avaliação desta coleção no Suplemento para o Professor. Consulte tabela completa com indicações de slides nas páginas 32 a 36. 28
Confira indicações de vídeos no final do Planejamento UNIDADE IV INDUÇÃO E ONDAS ELETROMAGNÉTICAS CAPÍTULO 14 FORÇA ELETROMOTRIZ INDUZIDA E ENERGIA MECÂNICA Barra condutora em campo magnético uniforme Corrente elétrica induzida Quantidade de fem induzida na barra em movimento As Leis de Faraday e a de Lenz A tecnologia do eletromagnetismo Compreender a geração de corrente elétrica devido ao movimento da barra condutora em um campo magnético. Determinar a fem induzida. Compreender e aplicar a Lei de Lenz. Resolver problemas envolvendo as leis de Lenz e Faraday. Entender o princípio de funcionamento de geradores, motores elétricos e transformadores. Página de abertura. 43 a 47 sobre fem induzida e a lei de Lenz. Animações: Indução eletromagnética. Scientific American Aula Aberta 3: Aurora dos foguetes elétricos. Aula Aberta 4: LHC - O futuro da Física. Questões propostas 1 a 14. 1 a 25. Utilize a página 81 do Suplemento para o Professor para trabalhar com a página de abertura da unidade. Apresente o conceito de fluxo e o fenômeno de indução eletromagnética. Explique fem induzida e enuncie as Leis de Faraday e Lenz. Aborde aplicações tecnológicas envolvendo as Leis de Faraday e de Lenz. CAPÍTULO 15 O comportamento ondulatório dos campos elétricos e magnéticos O espectro eletromagnético ONDAS ELETROMAGNÉTICAS E SEU ESPECTRO Reconhecer as ondas Questões propostas 1 a 5. Contextualize a eletromagnéticas como contribuição de Maxwell veículos de transmissão de 1 a 5. para o estudo das ondas informações. eletromagnéticas. Identificar a utilização das ondas eletromagnéticas na análise de estruturas materiais mediante sua interação com a matéria. Identificar a cor de um objeto como uma sensação relacionada à interpretação do cérebro. 48 e 49 sobre ondas eletromagnéticas. Avalie sua aprendizagem 1 a 12. Questões de integração 1 a 39. Apresente as propriedades e características das ondas eletromagnéticas. Caracterize o espectro eletromagnético e o utilize para identificar e classificar as ondas conhecidas. Elabore uma atividade de revisão da unidade no banco de questões e divida a sala em grupos para resolvê-la. 29 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO ACESSE OS RECURSOS INDICADOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br UNIDADE V QUESTÕES DA FÍSICA DO SÉCULO XXI CAPÍTULO 16 FENÔMENOS QUE A FÍSICA CLÁSSICA NÃO EXPLICOU A primeira nuvem a nublar a Física Clássica: o experimento de Michelson-Morley A segunda nuvem a nublar a Física Clássica: a radiação emitida por um corpo negro O problema da radiação de um corpo negro O efeito fotoelétrico Relacionar o experimento de Michelson-Morley com a existência ou não do éter. Compreender o problema da radiação do corpo negro e a dificuldade da Física clássica em explicá-lo. Identificar as limitações da Física clássica para explicar o efeito fotoelétrico. Reconhecer as limitações da Física Clássica na explicação de fenômenos modernos. Página de abertura. 50 a 53 sobre o experimento de Michelson- -Morley, a radiação do corpo negro e o efeito fotelétrico. Este capitulo apresenta as ideias que deram início à Física Moderna. Aproveite para criar discussões que reconhecem as limitações da Física Clássica. Utilize a página 101 do Suplemento para o Professor para trabalhar a página de abertura da unidade. Discuta sobre alguns fenômenos que não são explicados pela Física Clássica e descreva o experimento de Michelson-Morley e suas consequências conceituais. Analise a radiação emitida por um corpo negro e exponha possíveis problemas criando um debate. Apresente efeito fotoelétrico, destacando sua importância tecnológica. CAPÍTULO 17 A teoria da Relatividade Restrita A teoria da Relatividade Geral AS TEORIAS DA RELATIVIDADE Compreender que a Questões propostas 1 a 3. Estabeleça a diferença velocidade da luz é entre o princípio de absoluta e não depende da relatividade de Galileu e de velocidade da fonte. Einstein. Perceber as diferenças entre as transformações de Galileu e de Lorentz. Compreender que a constância na velocidade da luz altera a medida de tempo e de comprimento Resolver problemas que envolvam a dilatação do tempo. 54 a 61 relacionados com relatividade. Animações: Dilatação do tempo. Velocidade da luz. Contração do espaço. Enuncie a constância da velocidade da luz e explique os impactos deste postulado na mecânica newtoniana. Deduza as expressões para dilatação do tempo e contração do espaço. Conceitue a energia relativística e discuta a equivalência massa- -energia, explicando sua implicação na construção da bomba atômica. CAPÍTULO 18 O nascimento da Mecânica Quântica Um novo modelo para a luz A explicação de Einstein para o efeito fotoelétrico ELEMENTOS DA MECÂNICA QUÂNTICA Reconhecer o modelo Questões propostas 1 a 3. Conceitue quantização da corpuscular da luz energia e discuta o modelo como adequado para a 1 a 7. corpuscular para a luz, interpretação do efeito enunciando a equação de fotoelétrico. Planck. Compreender a quantização da energia. Relacionar o efeito fotoelétrico com a solução de Planck para a radiação do corpo negro. Resolver problemas envolvendo efeito fotoelétrico. Slide: 62 relacionado com Mecânica Quântica. Descreva a explicação de Einstein para o efeito fotoelétrico utilizando o modelo corpuscular. 30
CAPÍTULO 19 DESAFIOS DA FÍSICA NO SÉCULO XXI A busca pelo átomo A nanotecnologia Compreender as diferenças entre o modelo atômico atual e o modelo proposto pelos gregos. Identificar as partículas fundamentais componentes do núcleo atômico. Compreender a aplicação das 4 forças da natureza na explicação dos fenômenos físicos. Compreender as aplicações da nanotecnologia no desenvolvimento tecnológico. 63 e 64 relacionados aos componentes da matéria. Scientific American Aula Aberta 4: Privacidade e a Internet Quântica. 1 a 8. Avalie sua aprendizagem 1 a 7. Questões de integração 1 a 19. Exponha a evolução do conceito de composição do átomo, desde o modelo atômico proposto pelos gregos até o modelo padrão atual da física de partículas. Apresente as 4 forças fundamentais e explique como elas influenciam no entendimento de fenômenos físicos. Explore a importância da nanotecnologia no desenvolvimento de novas tecnologias, abordando o assunto ganhador do último prêmio Nobel: o grafeno. VÍDEOS - CANAL FUTURA Globo Ciência ep. 1049 Energia na Cidade Globo Ciência ep. 1074 A cidade e a Física Globo Ciência ep. 1324 Por que as coisas caem? Globo Ciência ep. 1321 A lua do mundo Globo Ciência ep. 1135 A cidade e as embalagens CONFIRA ESTES E MAIS VÍDEOS NO SITE: www.futuratec.org.br 31 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES) VOLUME 1 UNIDADE I ESTUDO DOS MOVIMENTOS, LEIS DE NEWTON E LEIS DA CONSERVAÇÃO N 0 CAPÍTULO 9 Página 19 Composição de velocidades I (fig. 2) 137 20 Composição de velocidades II (fig. 4) 138 N 0 CAPÍTULO 10 Página 21 Lançamento horizontal no vácuo I (fig. 12) 151 DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 1 Página 1 Gráfico de dependência linear (fig. 4) 18 2 Gráfico: diretamente proporcional ao quadrado (fig. 6) 19 3 Gráfico: inversamente proporcional (fig. 7) 20 N 0 CAPÍTULO 2 Página 4 Relatividade do movimento (figs. 1 e 2) 31 5 Espaço em uma trajetória (fig. 9) 33 6 Velocidade escalar média (fig. 12) 37 N 0 CAPÍTULO 3 Página 7 Movimento uniforme (fig. 2) 51 UNIDADE II DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 4 Página 8 Movimento Acelerado e Retardado (figs. 4 e 5) 73 9 MRUV (fig. 9) 74 10 MRUV (fig. 10) 75 N 0 CAPÍTULO 5 Página 10 Função horária do espaço no MRUV (fig. 8) 87 N 0 CAPÍTULO 6 Página 11 Velocidade e espaço no MRUV (tab. 1) 95 12 Posição ao longo da trajetória (fig. 4) 95 13 Gráficos da velocidade e espaço no MRUV (fig. 5) 96 N 0 CAPÍTULO 7 Página 14 Queda livre (fig.5) 105 15 Lançamento vertical para cima (fig. 7) 107 UNIDADE III DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 8 Página 16 Vetores (fig. 4) 123 17 Soma vetorial (fig. 12) 128 18 Lei dos cossenos 132 22 Lançamento horizontal no vácuo II (fig. 14) 152 23 Lançamento oblíquo no vácuo I (fig. 17) 155 24 Lançamento oblíquo no vácuo II (fig. 18) 155 N 0 CAPÍTULO 11 Página 25 Movimento circular I (fig. 4) 164 26 Movimento circular II (fig. 7) 169 27 Movimento circular III (fig. 8) 169 UNIDADE IV DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 12 Página 28 Força elástica (fig. 23) 191 N 0 CAPÍTULO 13 Página 29 Força de atrito (figs. 3 e 4) 200 N 0 CAPÍTULO 14 Página 30 Relação vetorial entre força e massa 211 UNIDADE V DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 15 Página 31 Plano inclinado I (fig. 3) 233 32 Plano inclinado II (fig. 4) 233 33 Polia fixa (fig. 10) 235 34 Polia móvel (fig. 11) 235 35 Associação de polias (fig. 12) 235 36 Força de resistência do ar (fig. 16) 238 N 0 CAPÍTULO 16 Página 37 Resultante centrípeta (fig. 3) 247 38 Resultante centrípeta (fig. 7) 249 39 Resultante centrípeta (fig. 8) 249 40 Resultante centrípeta (fig. 9) 249 41 Resultante centrípeta (fig. 10) 249 42 Pêndulo cônico 249 32
IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES) N 0 CAPÍTULO 17 Página 43 Modelo geocêntrico (fig. 1) 256 44 Epiciclos (fig. 2) 256 45 Modelo heliocêntrico 257 46 Leis de Kepler (fig. 5) 260 N 0 CAPÍTULO 18 Página 47 Gravitação universal (fig. 2) 266 48 Campo gravitacional (fig. 5) 269 UNIDADE VIII DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 25 Página 67 Quantidade de movimento (fig. 2) 410 68 Impulso 414 N 0 CAPÍTULO 26 Página 69 Colisões (fig. 9) 431 70 Impulso 414 UNIDADE VI DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 19 Página 49 Equilíbrio estático do ponto material (fig. 6) 293 50 Momento de uma força (fig. 10) 297 51 Equilíbrio do corpo extenso (fig. 14) 305 N 0 CAPÍTULO 20 Página 52 Pressão exercida por uma força 315 53 Pressão atmosférica (fig. 7) 318 54 Pressão exercida por um líquido (fig. 13) 325 55 Elevador hidráulico (fig. 18) 330 56 Vasos comunicantes (fig. 20) 331 N 0 CAPÍTULO 21 Página 57 Empuxo (fig. 8) 340 58 Empuxo (fig. 10) 341 UNIDADE VII DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 22 Página 59 Trabalho de uma força 362 60 Gráfico F X S (fig. A) 363 61 Gráfico F X S (fig. B) 363 62 Trabalho e energia cinética (fig. 11) 371 N 0 CAPÍTULO 23 Página 63 Energia potencial (fig. 2) 380 64 Energia potencial elástica 382 N 0 CAPÍTULO 24 Página 65 Energia mecânica (fig. 4) 388 66 Energia mecânica com loop (fig. 8) 389 VOLUME 2 UNIDADE I DESCRIÇÃO DA IMAGEM ESTUDO DO CALOR, ÓPTICA GEOMÉTRICA E FENÔMENOS ONDULATÓRIOS N 0 CAPÍTULO 1 Página 1 Condução térmica (fig. 13) 23 2 Convecção térmica I (fig. 14 ) 24 3 Convecção térmica II (fig. 15 ) 24 N 0 CAPÍTULO 2 Página 4 Escalas termométricas I (fig. 6) 34 5 Escalas termométricas II (fig. 9) 35 6 Equações de conversão (fig. 11) 38 N 0 CAPÍTULO 3 Página 7 Dilatação linear (fig. 6) 49 8 Dilatação superficial (fig. 10) 55 N 0 CAPÍTULO 4 Página 9 Dilatação de líquidos (fig. 4) 70 9 Dilatação da água (fig. 6) 71 10 MRUV (fig. 10) 75 UNIDADE II DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 5 Página 11 Capacidade térmica e calor específico (fig. 8) 98 N 0 CAPÍTULO 6 Página 12 Mudanças de fase (fig. 4) 112 13 Curvas de aquecimento (fig. 5) 112 33 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES) N 0 CAPÍTULO 7 Página 14 Trocas de calor (fig. 7) 128 UNIDADE III DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 8 Página 15 Transformação isotérmica (fig. 6) 147 16 Transformação isobárica (fig. 8) 148 17 Transformação isovolumétrica (fig. 10) 149 18 Lei geral dos gases ideais (fig. 15) 156 N 0 CAPÍTULO 9 Página 19 Trabalho em uma transformação gasosa 163 20 Primeira lei da termodinâmica (fig. 8) 167 21 Isobárica: gráfico P X V (fig. 10) 168 22 Isovolumétrica: gráfico P X V (fig. 12) 169 23 Isotérmica: gráfico P X V(fig. 15) 170 24 Adiabática: gráfico P X V (fig. 18) 171 N 0 CAPÍTULO 10 Página 25 Transformação cíclica (fig. 7) 180 26 Máquinas térmicas (fig. 9) 183 27 Ciclo de Carnot (fig 11) 185 28 Máquina frigorífica (fig. 13) 189 UNIDADE IV DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 11 Página 29 Óptica geométrica (fig. 2) 211 30 Princípios I (fig. 3) 212 31 Princípios II (fig. 4) 212 32 Princípios III (fig. 5) 212 33 Sombra (fig. 6) 214 34 Penumbra (fig. 7) 214 35 Eclipse solar (fig. 8) 214 36 Eclipse anular (fig. 10) 215 37 Eclipse lunar (fig. 9) 215 38 Câmara escura (fig. 11) 221 N 0 CAPÍTULO 12 Página 39 Reflexão difusa (fig. 2) 230 40 Reflexão especular (fig. 3) 230 41 Leis da reflexão (fig. 4) 231 42 Espelhos planos (fig. 6) 232 43 Espelhos planos I (fig. 8) 233 44 Campo visual II (fig. 9) 233 N 0 CAPÍTULO 13 Página 45 Espelhos esféricos (fig. 4) 243 46 Construção de imagens I (fig. 9) 245 47 Construção de imagens II (fig. 10) 245 48 Construção de imagens III (fig. 11) 245 49 Construção de imagens IV (fig. 12) 245 50 Imagem real (fig. 13) 246 51 Imagem virtual (fig. 14) 246 52 Imagem imprópria (fig. 15) 246 53 Equação de Gauss (fig. 19) 251 UNIDADE V DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 14 Página 54 Refração da luz (fig. 5A) 271 55 Refração da luz (fig. 5B) 271 56 Refração da luz (fig. 5C) 271 57 Reflexão total (fig. 7) 275 N 0 CAPÍTULO 15 Página 58 Dioptro plano I (fig. 5) 288 59 Dioptro plano II (fig. 6) 288 60 Lâmina de faces paralelas (fig. 8) 290 61 Prismas de reflexão total (fig. 12) 296 UNIDADE VI DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 16 Página 62 Lentes esféricas nomenclatura (fig. 3) 315 63 Focos da lente convergente (fig. 4) 315 64 Raios notáveis I (fig. 8) 317 65 Raios notáveis II (fig. 9) 318 66 Raios notáveis III (fig. 10) 318 67 Construção de imagens I (fig. 11) 318 34
IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES) 68 Construção de imagens II (fig. 12) 319 69 Construção de imagens III (fig. 13) 319 N 0 CAPÍTULO 17 Página 70 Equação de Gauss (fig. 4) 329 N 0 CAPÍTULO 18 Página 71 Microscópio composto (fig. 4) 339 72 Luneta (fig. 5) 339 73 Olho humano I (fig. 9) 346 74 Olho humano II (fig. 10) 347 75 Formação de imagens no olho I (fig. 12) 348 76 Formação de imagens no olho II (fig. 13) 348 77 Miopia (fig. 14) 348 78 Correção da miopia (fig. 15) 348 79 Hipermetropia (fig. 16) 349 80 Correção da hipermetropia (fig. 17) 349 UNIDADE VII DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 19 Página 81 Oscilador massa-mola (fig. 3) 371 82 Pêndulo simples (fig. 7) 375 N 0 CAPÍTULO 20 Página 83 Pulso (fig. 2) 381 84 Onda (fig. 3) 381 85 Comprimento de onda (fig. 5) 383 86 Refração de ondas (fig. 8) 385 87 Interferência construtiva I (fig. 9) 385 88 Interferência construtiva II (fig. 10) 386 89 Interferência destrutiva (fig. 12) 386 90 Reflexão de ondas I (fig. 14) 387 91 Refração de ondas II (fig. 17) 388 92 Difração (fig. 19) 390 93 Espectro sonoro (fig. 24) 394 N 0 CAPÍTULO 21 Página 94 Timbre (fig. 4) 406 95 Ondas em cordas (fig. 8) 411 96 Tubo fechado (fig. 10) 411 97 Tubo aberto (fig. 11) 411 98 Efeito Doppler (fig. 12) 414 VOLUME 3 UNIDADE I DESCRIÇÃO DA IMAGEM ELETRICIDADE, FÍSICA DO SÉCULO XXI N 0 CAPÍTULO 1 Página 1 Eletrização por atrito (fig. 7) 18 2 Indução I (fig. 12) 20 3 Indução II (fig. 13) 21 N 0 CAPÍTULO 2 Página 4 Lei de Coulomb (fig. 3) 29 N 0 CAPÍTULO 3 Página 5 Vetor campo elétrico I (fig. 7) 43 6 Vetor campo elétrico II (fig. 8) 46 7 Linhas de força do campo I (fig. 15) 51 8 Linhas de força do campo II (fig. 17) 52 9 Campo elétrico uniforme (fig. 19) 54 N 0 CAPÍTULO 4 Página 10 Potencial elétrico (fig. 5) 65 UNIDADE II DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 5 Página 11 Corrente elétrica (fig. 4) 91 N 0 CAPÍTULO 6 Página 12 Circuito elétrico simples (fig. 2) 98 13 Resistividade (fig. 5) 102 N 0 CAPÍTULO 7 Página 14 Potência elétrica (fig. 2) 107 N 0 CAPÍTULO 8 Página 15 Associação em série I (fig. 4) 123 16 Associação em série II (fig. 13) 130 17 Associação em paralelo I (fig. 6) 124 18 Associação em paralelo II (fig. 16) 131 19 Associação mista (fig. 20) 133 N 0 CAPÍTULO 9 Página 20 Gerador (fig. 4) 155 21 Curva característica (fig. 8) 157 22 Geradores em série (fig. 10) 162 35 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES) 23 Geradores em paralelo (fig. 11 e 12) 163 24 Receptores (fig. 15) 168 25 Curva característica (fig. 17) 169 N 0 CAPÍTULO 10 Página 26 Capacitores (fig. 4) 183 27 Capacitores em série (fig. 10) 190 28 Capacitores em paralelo (fig. 11) 191 29 Máquina frigorífica (fig. 13) 189 UNIDADE III DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 11 Página 30 Ímãs I (fig. 6) 212 31 Ímãs II (fig. 8) 212 32 Inseparabilidade (fig. 9) 212 33 Campo terrestre (fig. 10 e 11) 213 34 Campo magnético de ímã (fig. 19) 216 N 0 CAPÍTULO 12 Página 35 Campo em torno do fio reto (fig. 6) 225 36 Campo no centro de uma espira circular (fig. 9) 231 37 Campo no interior de um solenoide (fig. 12) 234 N 0 CAPÍTULO 13 Página 38 Força magnética I (fig. 3) 242 39 Força magnética II (fig. 6) 243 40 Espectrômetro de massa (fig. 11) 245 41 Força sobre o condutor reto (fig. 14) 251 42 Força entre fios (fig. 15) 251 UNIDADE IV DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 14 Página 43 Força eletromotriz induzida I (fig. 4) 271 44 Força eletromotriz induzida II (fig. 6) 272 45 Fluxo magnético (fig. 11) 275 46 Lei de Lenz I (fig. 18) 280 47 Lei de Lenz II (fig. 19) 280 N 0 CAPÍTULO 15 Página 48 Ondas eletromagnéticas (fig. 3) 304 49 Espectro eletromagnético (fig. 4) 305 UNIDADE V DESCRIÇÃO DA IMAGEM N 0 CAPÍTULO 16 Página 50 Experimento de Michelson-Morley (fig. 2) 334 51 Radiação do corpo negro I (fig. 10) 339 52 Radiação do corpo negro II (fig. 13) 341 53 Efeito fotoelétrco (fig. 17) 343 N 0 CAPÍTULO 17 Página 54 Transformação de Galileu (fig. 6) 348 55 Relatividade do tempo I (fig. 9) 351 56 Relatividade do tempo II (fig. 10) 351 57 Paradoxo dos gêmeos (fig. 12) 353 58 Gravidade de Einstein I (fig. 22) 60 59 Gravidade de Einstein II (fig. 23) 360 60 Gravidade de Einstein III (fig. 24) 360 61 Desvio na luz da estrela (fig. 27) 361 N 0 CAPÍTULO 18 Página 62 Modelo da mecânica quântica (fig. 2) 367 N 0 CAPÍTULO 19 Página 63 Componentes da matéria I (fig. 3) 377 64 Componentes da matéria II (fig. 4) 377 36
ANOTAÇÕES 37 Física PNLD 2012
ENSINO MÉDIO SERVIÇOS EDUCACIONAIS APOIO PEDAGÓGICO Oferecido por meio de diversos canais, o Apoio Pedagógico Moderna é um suporte especializado para cada disciplina que possibilita ao professor tirar dúvidas e receber materiais complementares. Encontre mais orientações no site: www.modernadigital.com.br EVENTOS Palestras, debates, mesas-redondas e seminários realizados por autores e profissionais da educação, de acordo com o calendário escolar. Acesse: www.modernadigital.com.br e confira os eventos disponíveis. PORTAL MODERNA DIGITAL O Moderna Digital é um portal que traz animações, vídeos, simuladores e outros objetos instrucionais, desenvolvido para dar suporte aos professores e ampliar as possibilidades de ensino. Ainda oferece um banco atualizado, com questões dos principais vestibulares do país para a elaboração de atividades e avaliações, de acordo com as necessidades de cada disciplina. Além disso, o portal apresenta detalhes das coleções, comentários de cada capítulo dos livros e oferece avaliações e atividades prontas para a aplicação em sala de aula.
INTERATIVIDADE MODERNA www.modernadigital.com.br CONFIRA OS RECURSOS - Provas e atividades. - Comentários de cada capítulo da obra. - Sugestões de plano de aula. - Acesso à versão on-line das revistas Scientific American - Aula Aberta e O Correio da Unesco na escola. - Questões especiais para construção de atividades personalizadas. - Dicas sobre questões relacionadas ao Enem. REDES SOCIAIS Fique por dentro das novidades, tire dúvidas com uma equipe pedagógica especializada, assista aos vídeos com autores, baixe slides de palestras e aproveite os serviços exclusivos. Acesse: Sala dos Professores Moderna: um ambiente para troca de experiências exclusivo para educadores da rede pública. Conheça, participe e amplie seus conhecimentos. saladosprofessores-gov.moderna.com.br Blog: redes.moderna.com.br Orkut: tinyurl.com/editoramoderna Twitter: www.twitter.com/editora_moderna Slideshare: www.slideshare.net/edmoderna Youtube: www.youtube.com/edmoderna Facebook: www.facebook.com/editoramoderna Física PNLD 2012
A GENTE PENSA, INOVA E FAZ MAIS PELO PROFESSOR. FAZ ATÉ UMA SÉRIE SOBRE O ENEM COM O CANAL FUTURA. A Editora Moderna tem redes sociais estruturadas para que professores, alunos, pais e gestores possam contar com serviços e informações completas sobre nossos projetos educacionais. E, a partir do segundo semestre de 2011, a Moderna estará ainda mais próxima de seu público, através do programa Nota 10 Enem, resultado da parceria com o canal Futura. A bandeira da Editora Moderna é reconhecer a importância do Enem como um dos indicadores para a melhoria da qualidade do Ensino Médio no país. Sabemos que uma educação de qualidade é um processo complexo, por isso trabalhamos para que professores, alunos, família e diretores tenham todas as possibilidades de construir uma educação de valor. A SÉRIE DE TV QUE VÊ E OUVE O PROFESSOR. Professor, acesse o blog Moderna e conte uma experiência marcante sobre sua atuação com jovens do Ensino Médio. Sua história nos ajudará a produzir os programas da série Nota 10 Enem do canal Futura. Blog: pnld.moderna.com.br www.moderna.com.br 0800 770 7653