Brasilprev Seguros e Previdência S.A.

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DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REGULATÓRIAS

Transcrição:

1 - Contexto operacional A BrasilPrev Seguros e Previdência S.A., é uma empresa de Seguros e Previdência Privada, cujos principais acionistas são o Banco do Brasil e o Principal Financial Group, com a finalidade de dinamizar suas operações, a partir da comercialização de seguros de vida na modalidade de capitalização e de planos de aposentadoria e benefícios complementares, assemelhados ou não aos da previdência oficial. Em assembléia geral extraordinária, realizada em 22 de março de 2002, os acionistas deliberaram pela alteração da razão social de BrasilPrev Previdência Privada S.A. para BrasilPrev Seguros e Previdência S.A. 2 - Mudança de prática contábil A classificação dos títulos e valores mobiliários passou a ser feita de acordo com a intenção e capacidade de negociação da Administração, assim como a sua apresentação, na data do balanço a valores de mercado, quando aplicável, conforme normas da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) (Nota 3b), que modificou as práticas contábeis que eram adotadas até o balanço de 31 de dezembro de 2001, alinhando-as aos procedimentos contábeis internacionais. Anteriormente, os títulos e valores mobiliários eram apresentados pelo valor de custo (incluindo os rendimentos) ou mercado, dos dois o menor, com a contabilização de provisão para desvalorização, quando necessária. A adoção dessa nova prática contábil gerou um aumento do patrimônio líquido de R$ 318, líquido dos efeitos tributários, que anteriormente não seriam contabilizados, em função dos títulos que geraram este efeito estarem avaliados acima do valor de custo corrigido.

Por determinação da SUSEP, os ajustes iniciais decorrentes da implementação, em 2002, das novas práticas contábeis estabelecidas pela SUSEP, foram contabilizados contra a conta de Lucros Acumulados, tomando por base os títulos e valores mobiliários existentes em 31 de dezembro de 2001. O efeito do ajuste dos saldos iniciais contabilizados contra Lucros Acumulados foi de R$ 1.094, líquido dos efeitos tributários. 3 - Principais práticas contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir de práticas contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações, associadas às normas reguladoras do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP e da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. a) Resultado das operações É apurado pelo regime de competência de exercícios, que no caso das receitas de planos previdenciários corresponde ao seu efetivo recebimento, cujos correspondentes custos são apropriados por meio da constituição de provisões técnicas dos planos previdenciários. b) Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são classificados de acordo com a intenção de negociação da Administração, nas seguintes categorias: I) Títulos para negociação II) Títulos disponíveis para venda III) Títulos mantidos até o vencimento

Os títulos classificados como para negociação e disponíveis para venda são apresentados no ativo circulante e ajustados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos mantidos até o vencimento são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço. Os ajustes ao valor de mercado dos títulos classificados para negociação são contabilizados em contrapartida à conta de receita ou despesa, no período. Os ajustes ao valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido Outras reservas de reavaliação, líquido dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período quando da efetiva realização pela venda definitiva dos respectivos títulos e valores mobiliários. Os tributos calculados sobre esses ajustes estão classificados no exigível a longo prazo na rubrica Provisão para tributos diferidos. Até o balanço de 31 de dezembro de 2001, os títulos e valores mobiliários eram avaliados pelo menor valor entre o custo, acrescido dos rendimentos, ou mercado e classificados no ativo circulante ou realizável a longo prazo de acordo com os vencimentos dos títulos. c) Despesas de comercialização diferidas As despesas de comercialização pagas antecipadamente são registradas por ocasião do pagamento e emissão da proposta e apropriadas ao resultado pelo regime de competência, de acordo com as condições contratadas com o canal de distribuição.

d) Permanente Demonstrado ao custo, corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995, combinado com os seguintes aspectos: Depreciações do imobilizado, computadas pelo método linear, com base em taxas determinadas em função do prazo de vida útil estimado dos bens, às seguintes taxas anuais: bens móveis - 10% e equipamentos de informática e veículos - 20%. Amortização dos valores do ativo diferido, pelo método linear, no prazo de até dez anos para instalações e de cinco anos para programas de computação. e) Provisões técnicas Representam o valor das obrigações sob a forma de renda por sobrevivência, pensão e pecúlio, determinadas mediante cálculos atuariais nos respectivos regimes financeiros de capitalização, repartição de capitais de cobertura e repartição simples na data do balanço. As provisões técnicas foram calculadas pelo atuário responsável, de acordo com as notas técnicas aprovadas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) e demais normas reguladoras estabelecidas pelo CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados). A provisão de Oscilação de Riscos é calculada de acordo com nota técnica atuarial e legislação em vigor e considera o montante de R$ 32.241 referente à Avaliação Atuarial em atendimento à Circular SUSEP nº 185/02 de 16 de abril de 2002.

f) Passivos circulante e exigível a longo prazo Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias (em base pro rata dia) incorridas até a data das demonstrações contábeis. A provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisados (IBNR) foi constituída em conformidade com a resolução CNSP nº. 59/2001. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota de 15% do lucro tributável e acrescida de adicional de 10%. A provisão para contribuição social foi constituída, tomando como base o lucro líquido ajustado para fins tributários à alíquota de 9%. 4 - Instrumentos Financeiros Em 31 de dezembro de 2002, a BrasilPrev possuía contrato de "swap", representado pela troca das taxas pré fixadas pela taxa do CDI, cujo contrato total representa um montante de R$ 75.000. A diferença entre os valores ativos e passivos em 31 de dezembro de 2002 resultou em um valor a receber no montante de R$ 10.073 e está registrada no Ativo Circulante na rubrica Títulos de renda fixa privados.

5 - Patrimônio líquido O capital social está representado por 1.000.000 de ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Os acionistas possuem direito a um dividendo obrigatório, não inferior a 25% do lucro líquido, calculado nos termos da lei societária. Em conformidade com a Lei 9249/95, a Administração da Sociedade decidiu pelo crédito aos seus acionistas de juros sobre o capital próprio, com base na taxa de juros de longo prazo TJLP, calculada sobre o patrimônio líquido, no montante bruto de R$ 8.433 no exercício (R$ 6.723 em 2001). O montante creditado reduziu a base de cálculo do imposto de renda e contribuição social gerando um efeito tributário de R$ 2.867 (R$ 2.286 em 2001). No ano de 2002, os ajustes ao lucro líquido resultaram em uma base de cálculo de dividendos obrigatórios de R$ 28.672, não restando dividendos a serem pagos, tendo em vista a distribuição de juros sobre o capital próprio aos acionistas. 6 - Partes relacionadas Referem-se, principalmente, a operações com empresas integrantes do grupo financeiro do Banco do Brasil S.A., as quais foram realizadas em condições consideradas pela administração como compatíveis com as de mercado e correspondem à administração da carteira de aplicações registradas nas rubricas Despesas Administrativas Serviços de terceiros, Obrigações a pagar e comissões e corretagens sobre vendas de planos de previdência registradas na rubrica Despesas de Comercialização - Previdência.

7 - Provisões Técnicas e Despesas de Comercialização Saldo em Saldo em 31/12/2001 Constituições Reversões Atualizações 31/12/2002 Provisões não comprometidas Riscos não expirados 2.010 27.228 26.677-2.561 Oscilação de riscos 8.237 43.497 4.278 5.423 52.879 Matemática benefícios a conceder 2.088.787 911.670 375.130 582.299 3.207.626 Oscilação financeira 90.528 56.266 20.250-126.544 Provisões comprometidas Matemática benefícios concedidos 81.039 67.403 40.570 19.850 127.722 Excedente financeiro 104.850 33.613 16.396 8.707 130.774 Total 2.375.451 1.139.677 483.301 616.279 3.648.106 Provisões comprometidas-circulante Benefícios a liquidar 131 41 102 2 72 Resgates e/ou outros valores a regularizar 1.056 2.990 3.579 131 598 Eventos ocorridos e não avisados - IBNR 906 14.670 14.005-1.571 Total 2.093 17.701 17.686 133 2.241 Total provisões técnicas 2.377.544 1.157.378 500.987 616.412 3.650.347 Despesas com comercialização diferida 9.250 10.920 12.325-7.845

8 - Detalhamento das contas do Ativo Diferido 31/12/2002 31/12/2001 Desp. de Organiz, Implant. e Instalação 10.159 8.547 Desps. de organização e implantação 8.356 6.755 Despesas de instalação 1.803 1.792 Benfeitorias em imóveis de terceiros 78 78 Programas de computador 3.881 3.014 Amortizações acumuladas (5.583) (3.564) Total do Diferido 8.535 8.075

9 - Detalhamento de contas da demonstração de resultados 31/12/2002 31/12/2001 a) Despesas Administrativas 69.964 70.887 Pessoal próprio 24.183 17.650 Serviços de terceiros 20.728 27.548 Localização e funcionamento 16.643 13.610 Publicidade e propaganda 7.881 11.560 Outros 529 519 b) Despesas de Comercialização - Previdência 26.101 30.773 Comercialização 12.511 18.275 Custeamento de vendas 13.590 12.497 Serviços técnicos - 1 c) Despesas Financeiras 677.755 298.361 Despesas c/ provisões técnicas 669.647 287.820 Reversão (Constituição) da provisão para desvalorização de títulos 395 (2.202) Resultado com renda variável 1.781 70 Resultado com renda fixa - 5.257 Outras 5.932 7.416 d) Receitas Financeiras 773.790 362.044 Títulos de renda fixa 769.467 360.470 Títulos de renda variável 4.305 1.506 Outras 18 68 e) Receitas e Despesas Não Operacionais 4 (34) Resultado na alienação de bens 4 (34)

10 - Conciliação entre o lucro contábil e o lucro tributável CONTRIBUIÇÃO SOCIAL: 2002 2001 Lucro antes dos impostos 41.691 32.556 Adições e Exclusões (19.071) (7.387) Lucro Tributável 22.620 25.169 Contribuição social à alíquota de 8% 1.810 2.013 Contribuição social adicional à alíquota de 1% 226 252 2.036 2.265 Contribuição social sobre adições temporárias 891 (147) Contribuição Social Devida 2.927 2.118 IMPOSTO DE RENDA: Lucro antes dos impostos 41.691 32.556 Adições e Exclusões (19.071) (7.367) Lucro Tributável 22.620 25.189 Imposto de renda à alíquota de 15% 3.393 3.778 Imposto de renda adicional à alíquota de 10% 2.238 2.495 ( - ) Incentivos fiscais diretos (22) (39) 5.609 6.234 Imposto de renda sobre adições temporárias 2.474 (408) Imposto de Renda Devido 8.083 5.826

11 - Aplicações Financeiras A classificação das aplicações financeiras por categoria e por ano de vencimento está apresentada da seguinte forma em 31 de dezembro de 2002: Ativo Circulante Descrição Valor de custo Valor Contábil Títulos para negociação: Cotas de Fundo de 1.364.429 1.367.788 Títulos disponíveis para a venda: Títulos de renda fixa 293.464 293.945 A vencer até outubro/2003 293.464 293.945 Carteira de Ações 6.836 2.957 Vencimento indeterminado 6.836 2.957 Títulos mantidos ao vencimento: Títulos de renda fixa 6.469 6.469 A vencer até dezembro/2003 6.469 6.469 Realizável a Longo prazo Títulos disponíveis para a venda: Títulos de renda fixa 64.755 64.756 A vencer de outubro/2004 a 64.755 64.756 Títulos mantidos ao vencimento: Títulos de renda fixa 2.049.571 2.049.571 A vencer de janeiro/2004 a 1.350.189 1.350.189 A vencer de abril/2009 a 110.444 110.444 Vencimento após setembro/2013 588.938 588.938 Total das Aplicações 3.785.524 3.785.486

Conforme preceitos da Circular SUSEP 224 de 13 de dezembro de 2002, os papéis estão avaliados da seguinte forma: Títulos de Renda Fixa Públicos: contabilizados pelo custo de aquisição acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço e ajustados ao valor de mercado, quando aplicável, com base no Preço Unitário de Mercado em 31 de dezembro de 2002, informado pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto Andima. Quotas e Fundos de Investimentos: contabilizados pelo valor da quota, divulgada pela instituição financeira administradora do fundo, relativamente ao último dia útil do mês de levantamento do balancete ou balanço. Ações: contabilizadas pelo custo de aquisição e ajustadas ao valor de mercado com base na cotação média de bolsa de valores. 12 - Garantia das provisões técnicas Os títulos e valores mobiliários, incluindo ações de companhias abertas a valor de mercado, garantidores das provisões técnicas estão custodiados em instituições financeiras credenciadas e de acordo com as determinações do Conselho Monetário Nacional - CMN e compõem em 31 de dezembro de 2002 o valor de R$ 3.783.755 (R$ 2.481.305 em 2001).

13 - Aposentadoria e Pensões A BrasilPrev é instituidora do Plano de Aposentadoria BrasilPrev NossoPlano para seus funcionários e administradores. A contribuição da empresa no exercício foi de R$ 1.943 (R$ 1.295 em 2001). Os benefícios para aposentadoria estão estruturados na modalidade de contribuição definida, e os benefícios de pensão e invalidez na modalidade de benefício definido sendo este no regime financeiro de repartição de capitais de cobertura. 14 - Outras informações a) Créditos tributários e previdenciários no realizável a longo prazo referem-se ao diferimento do imposto de renda calculado à alíquota de 25% e contribuição social à alíquota de 9% sobre as adições temporárias no cálculo dos tributos. b) A provisão para tributos diferidos no Exigível a longo prazo, foi calculada sobre os lucros não realizados na operação de swap e ganhos não realizados na carteira de investimentos às alíquotas de 25% para imposto de renda e 9% para contribuição social. As demais exigibilidades a longo prazo referem-se a demandas judiciais trabalhistas e com participantes. c) À semelhança de outras empresas do setor, a companhia obteve liminar para recolhimento da contribuição social no ano de 1998 à alíquota de 8% (isonomia às pessoas jurídicas não financeiras), cujo diferencial entre os cálculos está provisionado na rubrica Provisão para impostos e contribuições.