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1 P.109 p a) AB corresponde a uma fusão (passagem da Sólido F fase sólida para a fase líquida). A B Líquido G b) B corresponde a uma vaporização E (passagem da fase líquida para a fase de D Vapor vapor). 0 c) D é um ponto da curva de sublimação, podendo corresponder às fases sólida e vapor. d) E é o ponto triplo (sólido, líquido e vapor); F pertence à curva de fusão (sólido e líquido); G pertence à curva de vaporização (líquido e vapor). e) O ponto triplo ou tríplice é o ponto E. Esse nome deve-se ao fato de que, nesse estado, a substância pode estar nas três fases (sólido, líquido e vapor), em equilíbrio. P.110 Dados: d gelo 0,92 g/cm 3 ; d água 1 g/cm 3 ; L F 80 cal/g; V 2 cm 3 a) Utilizando a fórmula deduzida no exercício R.36: 1 1 1 V m 2 m d água d gelo 1 1 0,92 0,92 1 0,08 2 m 2 m m 23 g 0,92 0,92 b) Q ml F Q 23 80 Q 1.840 cal P.111 a) ontração devida ao animal: 0,42 cm 3 0,64 cm 3 0,22 cm 3 Essa contração é causada pela fusão de certa massa m de gelo: V V água V gelo Dados: V 0,22 cm 3 ; d água 1 g/cm 3 ; d gelo 0,92 g/cm 3 m m V 0,22 m d d água gelo 1 1 1 m 2,53 g 0,92 A quantidade de calor absorvida pelo gelo que derrete é dada por: Q ml F omo L F 80 cal/g, vem: Q 2,53 80 Q 202,4 cal

2 b) Essa quantidade de calor representa 80% do total que o animal perdeu, pois 20% se dissipa para o ambiente: Q 0,8 Q T Q T A capacidade térmica do animal vale: Q 202,4 QT Q T 253 cal 0,8 0,8 Q T 253 8,43 cal/ θ 30 P.112 Dados: m 70 g; c 1 cal/g ; L V 523,1 cal/g; θ 0 50 ; θ V 120 Aquecimento da água: 120 Q 1 m c θ Q 1 70 1 (120 50) Q 1 4.900 cal 50 Vaporização da água: 0 Q (cal) Q 2 ml V Q 2 70 523,1 Q 2 36.617 cal Q Q 1 Q 2 4.900 36.617 Q 41.517 cal Observação É interessante salientar que o calor latente de uma mudança de fase, para dada substância, depende da temperatura em que a mudança de fase ocorre. No caso deste exercício, o calor latente de vaporização da água a 120 vale 523,1 cal/g. omparando esse valor com o do calor latente de vaporização da água a 100 (que vale 540 cal/g), podemos concluir que o calor latente de vaporização da água é tanto menor quanto maior for a temperatura em que a mudança de fase ocorre. P.113 Dados: V 1 30 cm 3 ; p 1 1 atm; V 2 75 cm 3 Da lei de Boyle, vem: p 1 V 1 p 2 V 2 1 30 p 2 75 p 2 0,4 atm P.114 A pressão se mantém constante no valor F 15 cmhg, pois, sendo saturante, o vapor está exercendo a pressão máxima de vapor na temperatura de 10, não importando o volume que ocupe. Durante o processo, a pressão não se altera, porque ocorre condensação do vapor.

3 P.115 a) As condições normais de pressão e temperatura correspondem a p 1 atm e θ 0. No gráfico, esse estado corresponde ao ponto A, indicativo da fase de vapor. 4 p (atm) Sólido Líquido 2 A T Vapor Gás 0 70 300 340 b) A 300, comprimido isotermicamente, o vapor poderá passar para a fase líquida (condensação). c) Ponto triplo (p T 2 atm; θ T 70 ): o tomito pode se apresentar nas três fases, em equilíbrio. Ponto crítico (p 4 atm; θ 340 ): acima dessa temperatura, o tomito passa a se apresentar como gás. Sendo assim, não seria possível provocar a sua condensação somente por compressão isotérmica. P.116 Sendo f 7,0 mmhg; F 17,5 mmhg, então: f 7,0 H H H 0,4 (40%) F 17,5 P.117 Admitindo ser de 100 gramas a massa de éter que permanece no recipiente após a evaporação, temos: 1 g 100 g alor absorvido pelo éter que evapora: Q 1 ml Q 1 1 80 Q 1 80 cal alor perdido pelo éter que permanece: Q 2 m c θ Q 2 100 0,5 θ Q 2 50 θ Mas: Q 1 Q 2 0 80 50 θ 0 50 θ 80 θ 80 θ 1,6 50

4 P.118 Dados: m 50 g; L S 142 cal/g Q ml S Q 50 142 Q 7.100 cal P.119 a) Região I: fase líquida Região II: fase gasosa Região III: fase sólida b) A temperatura de ebulição a uma dada pressão está sempre associada a um ponto da curva de vaporização (que separa as regiões I e II do gráfico). Assim, para a pressão de 0,6 atm, temos: θ ebulição 225 c) Sob pressão normal (p 1,0 atm), se o sólido tiver sua temperatura aumentada, ele sofre fusão a aproximadamente 140, e o líquido resultante, prosseguindo o aquecimento, vaporiza a cerca de 280. Portanto, sob pressão normal, a substância não pode ser sublimada. Essa mudança somente pode ocorrer sob pressões inferiores a 0,4 atm. d) O ponto triplo é o estado em que a substância pode ser apresentar em equilíbrio nas três fases: sólida, líquida e gasosa. Pelo gráfico, a pressão do ponto triplo vale 0,4 atm, e a temperatura do ponto triplo, cerca de 90. P.121 P.120 a) Nos procedimentos descritos, o que se busca é intensificar o fenômeno da evaporação da água, porque a velocidade de evaporação do líquido é diretamente proporcional à sua área exposta ao ar. b) Dados: A 1,0 m 2 ; e 0,50 mm 0,50 10 3 m; d 1.000 kg/m 3 O volume de água que evapora é dado por: V Ae V 1,0 0,50 10 3 V 0,50 10 3 m 3 A massa correspondente é: m dv m 1.000 0,50 10 3 m 0,50 kg Sendo L V 2.300 kj/kg, a quantidade de calor absorvida pela água que evapora vale: Q ml V Q 0,5 2.300 Q 1.150 kj Essa energia é retirada do corpo e, por isso, temos a sensação de frio.

5 P.120 P.121 a) De acordo com a tabela, a temperatura de ebulição da água, na pressão de 880 mmhg, é de 105. No gráfico, o tempo de cozimento correspondente é: t 20 min b) Para 100 m de altitude, temos: p 10 mmhg Para 800 m de altitude, temos: p 80 mmhg Então, em Gramado (800 m de altitude), o valor de pressão atmosférica é: p 760 80 p 680 mmhg Na tabela, a temperatura de ebulição correspondente a essa pressão é 97. No gráfico, obtemos o tempo de cozimento correspondente: t 60 min c) Ao nível do mar: p atm. 760 mmhg θ ebulição 100 t 40 min Para o tempo de cozimento t 2 40 min 80 min, obtemos: θ ebulição 95 p 640 mmhg Portanto a diferença de pressão será: p 760 640 p 120 mmhg A altitude correspondente será: H 1.200 m P.122 a) Gelo seco: m 0,10 kg 100 g; θ 0 78 ; L S 134 cal/g; c 0,20 cal/g Gelo comum: m 1.000 g; θ 0 10 ; c 0,50 cal/g Graficamente, temos: 0 Tempo 10 Gelo (Q 1 ) θ 78 Sublimação (Q 2 ) Vapor de gelo seco (O 2 ) (Q 3 ) Q 1 m c θ Q 1 1.000 0,50 (θ 10) Q 1 500θ 5.000 Q 2 ml S Q 2 100 134 Q 2 13.400 cal Q 3 m c θ Q 3 100 0,20 (θ 78) Q 3 20θ 1.560 Então, temos: Q 1 Q 2 Q 3 0 500θ 5.000 13.400 20θ 1.560 0 520θ 19.960 θ 38,4 b) No equilíbrio térmico, teremos 1,0 kg de gelo comum a 38,4 e 0,10 kg de vapor de gelo-seco (O 2 ) a 38,4.