Apoio a Programas de Conservação



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Transcrição:

Apoio a Programas de Conservação OBJETIVOS Apoiar instituições para que desenvolvam ações de conservação em médio e longo prazo, na forma de programa, que resultem em medidas efetivas de conservação. As linhas temáticas apoiadas são as seguintes: 1. Unidades de Conservação (UC) de Proteção Integral e Reservas Naturais do Patrimônio Natural (RPPN) Linha de apoio que visa apoiar iniciativas que contribuam com o cumprimento das metas da CDB em relação ao aumento das áreas protegidas no Brasil. Possui foco prático no fortalecimento da gestão das UC, apoiando a ações para implementação dos planos de manejo (Programas de Proteção, Uso Público e Monitoramento) de UC, RPPN e entorno, que possuam estrutura e pessoal mínimo. No que concerne o apoio às pesquisas, serão prioritários estudos que subsidiem de forma direta a criação de novas unidades de conservação de proteção integral ou RPPN ou que sejam úteis para a elaboração do plano de manejo de unidades já existentes. 2. Espécies ameaçadas Os Planos de Ação Nacional (PAN) para espécies ameaçadas são iniciativas de origem governamental brasileira que busca somar esforços e criar sinergia interinstitucional para a conservação de espécies ameaçadas. Esta linha de apoio visa apoiar iniciativas que executem atividades propostas nos PANs visando contribuir para a conservação de espécies e ecossistemas ameaçados. Também contempla estudos que subsidiem a elaboração de novos PANs para espécies que ainda não estejam contempladas, assim como para definição de categoria de ameaça para espécies não categorizadas (de acordo com os critérios da IUCN, MMA ou listas regionais). 3. Ambientes Marinhos Linha de apoio que visa apoiar iniciativas que contribuam com o cumprimento das metas da CDB em relação ao aumento das áreas marinhas protegidas no Brasil por meio de iniciativas que contribuam com ações para criação, ampliação e implementação de Unidades de Conservação Marinhas. Da mesma forma contempla estudos com foco na redução da pressão sobre a biodiversidade, identificação de novos mecanismos, ferramentas e procedimentos para pesca, captura e fiscalização. Também prevê pesquisas que identifiquem os efeitos de sobre-pesca propondo modificação ou criação de lei, decreto ou normativa de uso e proteção da biodiversidade marinha. 4. Políticas Públicas Linha de apoio que visa apoiar iniciativas que contribuam com ações que viabilizem a implantação ou aprimoramento de políticas públicas visando à conservação da biodiversidade. Inclui mecanismos que viabilizem o retorno econômico da conservação da biodiversidade em nível estadual ou federal como implantação de

ICMS Ecológico, Lei de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD). Também prevê ações que fortaleçam a gestão de Unidades de Conservação como o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), Leis Ambientais estaduais, criação e reconhecimento de carreira de guardas-parque. Recomenda-se fortemente que as propostas de programa abordem diretamente mais de uma linha acima descrita. DURAÇÃO DO PROGRAMA Os programas devem considerar o prazo total de realização de 36 até 48 meses. OPERACIONALIZAÇÃO As propostas deverão ser encaminhadas no modelo de carta-consulta apresentado nesse material. A cada programa selecionado caberá um contrato de patrocínio específico entre a organização proponente e a Fundação Grupo Boticário, no qual constarão os objetivos, formas de acompanhamento, metas, métodos de desenvolvimento das ações, cronograma geral para todo o período do apoio, orçamento máximo estimado, forma prestação de contas técnica e financeira e demais informações. O detalhamento da proposta deverá ser enviado em formulário padrão a ser fornecido pela Fundação Grupo Boticário após a aprovação da carta-consulta. Os planos de trabalho anuais serão discutidos em conjunto entre os proponentes e a Fundação Grupo Boticário. Uma vez aprovados, estes planos servirão como base para o monitoramento das ações em cada período. QUEM PODE SOLICITAR RECURSOS Considerando o prazo de execução e os objetivos que o programa deve apresentar, é recomendável que a instituição proponente comprove experiência e êxito em outras ações ou programas desenvolvidos anteriormente no tema da proposta em questão. O apoio a programas de conservação é destinado somente a pessoas jurídicas sem fins lucrativos, de natureza privada, como organizações não-governamentais ou fundações. Autarquias, prefeituras, governos ou demais instituições de direito público não são elegíveis ao apoio a programas. Também não serão aceitas inscrições de propostas de pessoas físicas ou de organizações com fins lucrativos. A instituição proponente responderá pela representação jurídica do programa por meio da pessoa que a representa legalmente, com comprovação em ata de eleição e estatuto.

Além da figura do representante legal, a instituição deve indicar um responsável técnico pelo programa, que normalmente é quem o coordena de fato, além da equipe executora do programa. O representante legal pode acumular a função de responsável técnico, desde que efetivamente atue como executor/coordenador do programa. Ainda, serão consideradas inelegíveis propostas que se enquadrem em uma das situações abaixo: 1) Possuir em sua equipe executora um responsável técnico de projeto em andamento apoiado pela Fundação Grupo Boticário, que tendo expirado o prazo de contrato de patrocínio da Fundação Grupo Boticário, ainda permaneça com pendências contratuais, sejam de ordem administrativa, técnica ou financeira. 2) Instituições com pendências financeiras junto a Fundação Grupo Boticário após o prazo de término de contratos sob sua responsabilidade, ou que estejam, no momento da assinatura do contrato de patrocínio, relacionadas no Cadastro de Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos Impedidas do Governo Federal - CEPIM (http://www.portaltransparencia.gov.br/cepim/). 3) Responsáveis técnicos e/ou instituições com histórico de reincidentes atrasos no envio de relatórios técnico-financeiros para a Fundação Grupo Boticário, sem prévia autorização ou justificativas aceitáveis. VALORES O valor solicitado pode ser de até R$ 400 mil ao longo de quatro (4) anos (máximo de R$ 100 mil/ano). Os desembolsos serão semestrais. O primeiro desembolso ocorrerá após a aprovação do plano de trabalho do primeiro ano de execução. Os demais desembolsos estarão condicionados tanto à aprovação dos relatórios financeiros e técnicos quanto também da aprovação do novo plano de trabalho para o período consecutivo. MONITORAMENTO A Fundação Grupo Boticário monitorará a execução dos planos de trabalho e também os resultados obtidos. Realizará avaliação dos relatórios técnicos e financeiros semestrais e anuais e constatará o sucesso ou insucesso no alcance das metas. Os responsáveis pelo programa poderão ser convidados a apresentar os resultados obtidos em eventos da Fundação. Além disso, a Fundação Grupo Boticário poderá realizar auditorias técnicas anuais no programa. Caso não fique demonstrado o alcance satisfatório das metas previamente estabelecidas, a Fundação Grupo Boticário se reserva o direito de não renovar o contrato de patrocínio. Caso tenha desempenho satisfatório, o contrato será renovado, dando início ao ciclo do ano consecutivo.

COMO CONCORRER AO PATROCÍNIO A carta-consulta é o documento por meio do qual a instituição proponente apresenta uma proposta de trabalho para avaliação. A análise das cartas-consulta é feita na última reunião anual do Conselho Curador da Fundação Grupo Boticário, tendo como prazo máximo de seu encaminhamento o dia 10 de setembro. O envio deve ser por e-mail: picn@fundacaogrupoboticario.org.br Para padronizar o processo de apresentação e avaliação, a carta-consulta deve seguir o modelo abaixo. É importante ressaltar que os itens devem ser preenchidos de maneira sintética, pois somente caso seja aprovada a carta consulta os proponentes deverão elaborar a proposta detalhada.

MODELO PARA CARTA-CONSULTA Todos os itens desse formulário (1 a 6) são de preenchimento obrigatório. 1. Identificação da instituição proponente (no máximo 1 página) Nome do programa; Nome da instituição responsável; Endereço completo (com telefone e e-mail de contato); Nome do responsável técnico pelo programa (com telefone e e-mail de contato); Razão pela qual a instituição se considera habilitada para desenvolver o Programa (deve incluir um breve histórico da atuação no tema proposto). 2. Descrição geral do programa e estratégia de ação (no máximo 2 páginas) Objetivos e atividades planejadas para o desenvolvimento do programa. Descrição do(s) problema(s) ambiental(is) que será(ão) trabalhado(s) no programa; Breve descrição da localização da área (incluir informações sobre unidades de conservação ou outras áreas naturais protegidas nas proximidades, bem como se há espécies ameaçadas de extinção); Breve descrição de resultados já obtidos (caso a proposta seja a continuidade/complementação de ações já realizadas ou em realização); Plano de sustentabilidade do programa. 3. Resultados esperados e sua relevância para a conservação da natureza (no máximo 1 página) Discorrer sobre os resultados esperados e principais entregas do programa à conservação. 4. Equipe técnica (máximo 1 página); Listar todos os membros da equipe e suas atribuições no programa, titulação e, se houver, o link para a página do Currículo Lattes. 5. Outras instituições participantes, forma de participação (máximo 1 página) 6. Estimativa de custos, origem dos recursos e duração do programa Tempo de duração do Programa (máximo de 4 anos); Valor total do programa (incluindo contrapartidas); Valor solicitado (considerar o máximo de R$ 100.000,00 /ano); PROCESSO DE AVALIAÇÃO Assim que for recebida por e-mail a carta-consulta, será enviada ao proponente, também por e-mail, uma comunicação de recebimento.

A data limite de envio de cartas-consulta é 10 de setembro de cada ano, sendo a sua análise realizada pela equipe técnica da Fundação Grupo Boticário e pelo Conselho Curador da instituição. Após essa análise, caso a carta-consulta não seja aprovada, será encaminhada resposta por e-mail. Entretanto, caso haja uma aprovação preliminar do Conselho Curador, os proponentes das cartas-consulta serão contatados pela Fundação Grupo Boticário (via e-mail) para o desenvolvimento da proposta detalhada do programa. Nesse caso, a Fundação Grupo Boticário poderá propor alterações, auxiliar na concepção de metas e indicadores e visitar in loco a área de desenvolvimento do programa. As propostas detalhadas deverão ser submetidas à Fundação, via formulário online a ser disponibilizado, dentro de um prazo máximo de 60 dias a partir da comunicação de aprovação da carta-consulta. Os programas detalhados sob essa orientação serão então submetidos à análise pormenorizada de consultores ad hoc da Fundação Grupo Boticário. As propostas recomendadas pelos consultores serão avaliadas uma última vez pelo Conselho Curador, a quem caberá a decisão final e irrecorrível sobre o apoio. Os custos de elaboração e tramitação tanto da carta-consulta como também da proposta detalhada deverão ser assumidos pelos próprios proponentes.