BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COLIN, Silvio. Uma Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: UAPÊ, 2000.
a rquitetura. S.f. Arte de criar espaços organizados e animados, por meio do agenciamento urbano e da edificação, para abrigar os diferentes tipos de atividades humanas. 2. O conjunto das obras de arquitetura realizadas em cada país ou continente, cada civilização, cada época, etc. 3. Disposição das partes ou elementos de um edifício urbano. 4. Os princípios, as normas, os materiais e as técnicas utilizados para criar o espaço arquitetônico. 5. O conjunto de conhecimentos relativos à arquitetura (4), ou que têm implicações com ela, ministrados nas respectivas faculdades. 6. Fig. Plano, projeto. Fonte: Novo Dicionário Aurélio.
Arquitetura Pela conceituação mais remota é a arte de compor e construir toda a sorte de edifícios, segundo as regras e proporções convenientes, conforme define Francisco de Assis Rodrigues. Lúcio Cos ta, nosso maior teórico do assunto, diz: Arquitetura é construção concebida com a intenção de ordenar plasticamente o espaço, em função de uma determinada época, de um determinado meio, de uma determinada técnica e de um determinado programa. É a arte que deve ser concebida e realizada no sentido de criar um espaço ao mesmo tempo humano - pelo homem que o necessita e não vive só, mas em aglomerados, social pela realidade material que o origina e plástico pela intenção deliberada que preside o aparecimento da obra arquitetônica, que além do mais deve ser bela. Fonte: CORONA, Eduardo e LEMOS, Carlos A. C. Dicionário da Arquitetura Brasileira. São Paulo: EDART, 1972. pg 54.
Edifício do Ministério da Educação e Cultura Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão, Jorge Machado Moreira e Ernani Vasconcelos a partir de Croquis de Le Corbusier - 1936
Edifício do Ministério da Educação e Cultura Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão, Jorge Machado Moreira e Ernani Vasconcelos a partir de Croquis de Le Corbusier 1936
Fundação Armando Alvares Penteado FAAP
Cobertura Pav. Típico
Técnica Conjunto de procedimentos ou de recursos de que se serve uma ciência ou uma arte. Daí a técnica arquitetônica ser o conjunto de aspectos tecnológicos construtivos e artísticos de valorização estética capazes de realizarem obra de arquitetura. Fonte: CORONA, Eduardo e LEMOS, Carlos A. C. Dicionário da Arquitetura Brasileira. São Paulo: EDART, 1972. pg 444. Programa Conjunto das necessidades funcionais e sociais que caracterizam um tema arquitetônico. É do programa que o arquiteto parte para a criação artística. Rol de dependências. Fonte: CORONA, Eduardo e LEMOS, Carlos A. C. Dicionário da Arquitetura Brasileira. São Paulo: EDART, 1972. pg 389.
B elo, B eleza O belo é o elemento normativo para o qual remetem os juízos de valor que dependem da es tética. Neste aspecto o belo ocupa uma posição singular: com efeito, há muito tempo que os filósofos renunciaram a ensinar aos artistas o que deverão fazer para que as respectivas obras caiam sob a alçada do belo; mas a definição de verdadeiro continua a implicar a das regras operatórias da lógica e continua a conceber-se uma moral filosófica tendente a assegurar a existência do bem. Fonte: LEGRAND, Gerard. Dicionário de Filosofia. Trad: Armindo José Rodrigues e João Gama. São Paulo: Martins Fontes, 1986. pg 62.
E s tétic a S.f. 1. Filos. Estudo das condições e dos efeitos da criação artística. 2. Filos. Tradicionalmente, estudo racional do belo, quer quanto à possibilidade da sua conceituação, quer quanto a diversidade de emoções e sentimentos que ele suscita no homem 3. Caráter estético; beleza. Fonte: Novo Dicionário Aurélio. E s tétic a Palavra introduzida em 1735 por A. G. Baumgarten: aesthetica. De raiz grega etimologicamente quer dizer percepção por intermédio dos sentidos. O estudo do belo, porém, não nasceu com o aparecimento desse conceito de Baumgarten. Na antiguidade muitas vezes o fenômeno artístico foi estudado e considerado como filosofia da arte, pelo fato de ser integrada por elementos complexos metafísicos, morais, sociais, etc. Ainda como esclarece o Dicionário Enciclopédico Salvat, a maior parte dos filósofos consideram hoje a Estética, como uma disciplina psicológica. Fonte: CORONA, Eduardo e LEMOS, Carlos A. C. Dicionário da Arquitetura Brasileira. São Paulo: EDART, 1972. pg 206.
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Maison Carré 5 DC
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