TEORIA LITERÁRIA E LITERATURA
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- Victoria Estrada Vilalobos
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1 TEORIA LITERÁRIA E LITERATURA Pedro Paulo Montenegro Doutor em Letra.r. Profe.rsor Emérito da Unit1ersidade Federal do Ceará. A1embro da Academia Cearen.re de Letras. En.raí.rta e Crítico Literário. A teoria literária é a disciplina que fornece elementos para a apreensão do fenômeno literário. É bem uma ciência propedêutica que tem por objeto o estudo da literatura, como a lingüística é também uma ciência propedêutica em relação ao estudo das línguas. É importante ressaltar que a teoria não pode desvincular-se do conta to com o texto literário, do mesmo modo que o estudo lingüístico vem sempre vinculado à realidade da comunicação verbal. No caso da teoria da literatura, nasce esta do texto literário e para ele se volta. A teoria literária fica sempre sujeita às múltiplas dimensões do objeto de seu estudo, obrigando-se, assim, a assumir um aspecto interdisciplinar, mas conservando-se independente. Participa, pois, dos conhecimentos da sociologia, da lingüística, da história, da psicanálise. Todas elas voltadas para as manifestações do ser e do fazer humano. A Teoria Literária é o núcleo e implementa todo o sistema de ensino das literaturas. Todas elas têm que ser estudadas e ensinadas com esse suporte técnico. Duas são as atividades do Homem sobre o Universo: conhecê-lo ou agir sobre ele. Pela primeira, gera-se a Ciência, pela segunda, a Arte. E ambas podem combinar-se. A Ciência pode ser conhecimento "puro" ou "ativo". A Arte além da atividade prática, pode assumir, acidentalmente, uma teoria. O conhecimento, assim concebido, pode incidir sobre o mundo físico, o mundo psíquico ou o mundo social, podendo ser "prático", ou "intuitivo" e "teórico" ou "racional". 15
2 Para René \"X'ellek, em Conceitos de Crítica, Teoria Literária" é o estudo dos princípios da literatura, de suas categorias, critérios, e assim por diante, ao passo que os estudos de obras concretas são "crítica literária" ou "história literária". E continua: "Defendo a necessidade de uma colaboração das três disciplinas". A Teoria da Literatura tem como objeto de estudo todos os fatos literários. Tem, diante desses fatos, um comportamento específico: procura neles o que tem de mais geral. Com esse "geral", isa a elaborar um sistema de teonas. São, pois, objeto da Teoria da Literatura: a Vida Literária, a Obra Literária, o Autor, o Leitor, o Ambiente Cultural, a História Literária. A Teona da Literatura embora sob outras denominações, vem evoluindo desde a antiguidade até o presente. Até o século XIX, procura-se uma caracterização da obra literária, distinguindo-se "literatura" de "não-literatura". Vinha com um espírito "preceptista". No século XIX, domina o estudo do meio-ambiente, com Madame de Stael e Brunetiêrie. No século XX, assume aspectos de Filosofia da Literatura, Estudos Literários e Crítica Literária. Examinemos, agora, embora sucintamente, o objeto central da Teoria da Literatura, a própria definição de Literatura, centrada na obra literária, com a soberania de texto literário. Fidelino de Figueredo define: "Literatura é ficção, isto é, a criação de uma supra-realidade com os dados profundos c singulares da intuição do artista, mediante a palavra estilizada". A qualidade intrínseca e essencial da Literatura é o que se denomina "literariedade" cujas características são: "Intenção de arte", "Desrealização","Gênero Literário", "Ritmo", "Entonação","Figuras de Linguagem", "Plurivocidade". No caso da Literatura, o objeto que se lança imediatamente diante de nós é o texto, daí se propugnar pela "Soberania do Texto". É nos textos que se apresentam as características 16
3 da qualidade intrínseca e essencial de Literatura. O texto é, em última instância, uma elaboração humana, um trabalho. Nessa ação, o homem textualizando, significando o real, se significa. E ao elaborar, ele pressupõe o "outro", como pólo necessário de sua açào significativa, porque a leitura supõe a colaboração. O texto, sendo instrumento, não se lê. Daí o papel essencial do leitor, que é por isso considerado um "co-autor". Roman Jakobson, ao estudar os "Fatores e Funções da Linguagem, apontou o "Contexto", o "Contato", o "Código" como fatores, e mais fundamentamente o "Remetente", a "Mensagem" e o "Destinatário". Nesses últimos a "Mensagem" está precisamente no texto, ou seja, é o próprio texto, que polariza "A utor" (Remetente) e "Leitor" (Destinatário). Os "Gêneros Literários", segundo a conceituação contemporânea, apresentam-se como "Poesia" (Lírica e Épica), "Teatro" (Tragédia, Comédia, Drama) e "Ficção" (Romance, Conto, Novela, Crónica) e Crítica Estética"(Ensaio, Artigo, Resenha, Análise de texto). l\ "Poesia" é a comunicação estabelecida com palavras, de um conteúdo psíquico, com um todo particular, como síntese intuitiya e única do conteúdo conceitua!, sensorial e afetivo. É como doutrina Carlos Bousoiio, em sua "Teoria da Expressão Poética". Para isso o Autor tem que evocar, no Leitor, imagens e sentimentos. Heidegger, comentando Hõlderlin, definiu: "Poesia é a fundação do ser pela palavra". Na "Ficção" (Romance, Novela, Conto) distingue-se a estrutura do Romance pela simultaneidade, onde vários núcleos narrativos são atualizados simultaneamente; a estrutura da Novela pela sucessividade, quando mais de um núcleo narrativo se justapõe sucessivamente; já a estrutura do Conto apresenta um único núcleo, com grande força no desenlace ou desfecho. Os elementos essenciais da Ficção Narrativa são: personagem, enredo e idéias. Como elemento de cultura, a arte literária é um protesto da utilização do homem pela técnica. É o momento em que o homem se redescobre como um ser cultural. A Literatura pode 17
4 representar um objeto em toda sua intimidade. O espttlto se objetiva para si mesmo através da fantasia da imaginação, sendo esta a base de todas as formas artísticas. A missão da Literatura, como fato cultural, é evocar a potência do espírito, tudo o que nas paixões e nos sentimentos humanos nos estimula e nos comove. E esses estímulos estão a serviço da transformação da sociedade. Finalmente, a Literatura é uma arte e o escritor, um artista da palavra, do pensamento, da cnação literária. Uma missão altíssima. 18
5 CRÍTICA, INTERPRETAÇÃO LITERÁRIA, LITERATURA COMPARADA. Pedro Paulo Montenegro Doutor em Letra.r. Professor Emérito da Unit1ersidade Federal do Ceará.. Membro da Academia Cearense de Letras. En.raí.rta e Crítico Literário. Dada a natureza dessa palestra despretenciosa e didática e considerando a vastidão dos tópicos anunciados, tudo terá que ser muito sucinto e objetivo. Embora a idéia de "Crítica" venha do século V a.c., a palavra só se consagra no século XVII da nossa era. Numa ampla e abrangente definição, Crítica seria a apreciação ou valorização consciente de uma obra literária, segundo o gosto pessoal do crítico (a crítica impressionista), ou segundo as idéias estéticas dominantes (a crítica filosófico-social), ou segundo a estrutura da própria obra e o seu modo-de-ser (estruturalismo, fenomenologismo) ou segundo o modo de receber o leitor a obra (hermenêutica, crítica de recepção). A Crítica tem variado através de uma gama enorme de sentidos: desde achar apenas falhas até "distinguir beleza" na obra literária. Para Browning, por exemplo, seria "distinguir beleza", para I. A. Richards: "O crítico tem que exercer o papel de juiz de valores". Para J.E. Spingarn: "A única tarefa da Crítica é responder: que quis expressar o artista e até que ponto logrou fazê-lo". Ortega Y. Gasset, em sua Estética de la Razón Vital, afirma: Veo en la crítica un fervoroso esfuerzo para potenciar la obra elegida". Alceu Amoroso Lima- Tristão de Ataíde- um militante da Crítica Literária no Brasil, aponta as modalidades de crítica aplicada à literatura, a partir do conceito de que" Toda Crítica supõe uma filosofia da vida". Para ele, nesse caso, literatura é 19
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