Guia do Estudante Internacional 2013.2014

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Gabinete de Programas e Relações Internacionais Universidade da Beira Interior. Guia do Estudante Internacional

Transcrição:

Guia do Estudante Internacional 2013.2014

Edição Gabinete de Internacionalização e Saídas Profissionais índice Gabinete de Internacionalização e Saídas Profissionais (GISP) ESN Covilhã Associação de Estudantes Universidade da Beira Interior Faculdades Faculdade de Ciências Faculdade de Engenharia Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Faculdade de Artes e Letras Faculdade de Ciências da Sáude Informação Académica Sistema Académico Candidatura Inscrição na UBI Calendário Académico Créditos ECTS Instalações Serviços Sociais Alojamento Serviços de Saúde Alimentação Desporto Universitário Bibliotecas Universitárias Núcleos Museológicos da UBI Informação Geral Portugal Covilhã Como chegar à Covilhã Lazer Telecomunicações Bancos Feriados Nacionais Checklist Contactos e Telefones Úteis Embaixadas 3 5 7 9 13 15 17 21 25 29 31 32 33 35 37 38 39 41 43 45 47 48 51 54 57 58 59 60 60 64 Este guia é dirigido a todos os estudantes estrangeiros que pretendam estudar na Universidade da Beira Interior. Este guia pode ser acedido em https://www.ubi.pt/pagina.aspx?p=gpri_guia_internacional

gabinete de internacionalização e saídas profissionais Coordenador Institucional da UBI Vice-reitor para o Ensino, Internacionalização e Saídas Profissionais João Manuel Messias canavilhas Gabinete de Internacionalização e Saídas Profissionais Universidade da Beira Interior Rua Marquês d Ávila e Bolama 6201-001 Covilhã, Portugal https://www.ubi.pt/entidade.aspx?id=gpri Programas de mobilidade Santander Universidades, intercâmbios institucionais, Programa de Licenciaturas Internacionais, Ciência sem Fronteiras, Programa Vulcanus Maria Vitória Torrão Fiadeiro Telefone: +351 275 242 057 Fax: +351 275 329 253 Email: mobilidade@ubi.pt Programa Erasmus+, Programa de Mobilidade Nacional Almeida Garrett, IAESTE, Programa Fullbright Sofia Lemos Telefone: +351 275 242 056 Fax: +351 275 329 253 Email: erasmus.mobilidade@ubi.pt 3

ESN covilhã Embora jovem, a Universidade da Beira Interior (UBI) já recebeu reconhecimento nacional e internacional. Os programas de mobilidade da UBI constituem um dos aspetos mais importantes na área de internacionalização. Desde o início que a Universidade presta apoio aos estudantes Estrangeiros. O projeto ESN começou com dois alunos da UBI que efetuaram um programa de mobilidade Erasmus, numa Universidade polaca, tendo tido contato com esta organização. Quando regressaram à Covilhã, decidiram criar a ESN Covilhã. Formaram uma equipa e começaram a trabalhar em 2011/2012. Os estudantes estão a fazer um bom trabalho neste campo de forma a fazer os nossos alunos estrangeiros viverem os melhores dias das suas vidas. Erasmus Student Network (ESN) é uma organização internacional sem fins lucrativos. A missão é representar os estudantes internacionais, promovendo oportunidades de conhecimento cultural e desenvolvimento próprio no princípio de que estudante ajuda estudante. A ESN conta com 12.000 membros de 396 seções presentes em 36 países que trabalham, voluntariamente, com as Universidades oferecendo serviço a 150.000 estudantes. Contatos Sede: Rua Senhor da Paciência, 39 6200-158 Covilhã Portugal Telefone: +351 961 308 333 Email: info@esncovilha.com www.esncovilha.org Responsável: Francisca Santos 5

associação de estudantes A Associação Académica da UBI é um corpo estudantil que visa defender, ajudar e, sempre que necessário, acompanhar os alunos nos seus percalços estudantis, bem como na incorporação da vida académica. A Associação Académica da UBI foi criada sob a premissa de defender, lutar e alcançar vitórias por todos os estudantes que representa, 24 anos depois, esse trabalho continua com a mesma dedicação e princípios de outrora. Assim as sucessivas direções têm trabalhado em prol desta causa, arquitetando estruturas que permitam aproximar a AAUBI aos alunos e ajudá-los de forma responsável e sustentável. Aumentando a credibilidade e a eficácia da nossa instituição através de um trabalho conjunto com a equipa Reitoral para com os alunos, pois nunca deve ser esquecido que o primeiro objetivo da AAUBI, e da equipa Reitoral, é o de estar viva, presente e capaz perante todas as situações a que os alunos possam estar sujeitos. Deste modo, pronunciar-nos-emos sobre os problemas sociais com que os alunos se debatem e trabalharemos em conjunto - com a Reitoria e com todos os Ubianos que precisem ou queiram de alguma forma colaborar connosco. Apesar de esse ser o nosso objetivo principal e ser a razão da nossa instituição existir, a AAUBI desenvolve, ao longo do ano, atividades lúdicas e recreativas, atividades essas reconhecidas, em alguns casos, a nível nacional (Receção ao Caloiro e Semana Académica). A par disto, a sede da AAUBI dispõe de serviços imprescindíveis para o aluno da UBI, tal como uma biblioteca, uma papelaria assim como outros serviços os quais estão a ser desenvolvidos. Contatos Sede: Rua Senhor da Paciência, 39 6200-158 Covilhã Portugal Telefone: +351 275 313 626 Fax: +351 275 319 533 Email: geral.aaubi@gmail.com Responsável: Marco Saldanha 7

universidade da beira interior A Universidade da Beira Interior é hoje uma instituição de referência a nível nacional e internacional, ao nível do ensino, da investigação, da inovação e do empreendedorismo. Apostando cada vez mais na qualidade, a UBI tem investido na criação de laboratórios bem equipados, na expansão das suas instalações - quer as dedicadas às actividades de ensino e investigação, como as necessárias para oferecer aos seus estudantes melhores condições de trabalho e de apoio social -, no progressivo envolvimento em projetos de investigação de âmbito nacional e internacional e, ainda, num corpo docente altamente qualificado. A evolução do número de cursos e do número de estudantes tem vindo a crescer ao longo dos anos, tendo estes últimos já ultrapassado os 7000 alunos provenientes de todo o país e 200 oriundos do resto do mundo. Com uma aposta constante numa formação sólida nas mais diversas áreas do saber, a UBI conta atualmente com mais de 24 cursos de 1º ciclo/licenciatura, cerca de 48 cursos de 2º ciclo/mestrado e cerca de 27 cursos de 3º ciclo/doutoramento, distribuídos pelas cinco faculdades: Faculdade de Ciências, Faculdade de Engenharia, Faculdade Ciências Sociais e Humanas, Faculdade de Artes e Letras e Faculdade de Ciências da Saúde. Ao nível dos recursos humanos, a UBI conta hoje com mais de 600 docentes e 270 funcionários distribuídos pelas suas cinco faculdades e serviços. 9

nota histórica Os primeiros passos a caminho do que é hoje a Universidade da Beira Interior (UBI) foram dados na década de 70, quando nasceu o Instituto Politécnico da Covilhã (IPC), em 1973. A cidade, outrora considerada Manchester portuguesa, pela longa tradição, dinâmica e qualidade dos seus lanifícios, foi atingida, nessa década, por uma crise ao nível da indústria: grandes e pequenas fábricas começam a revelar debilidades graves que levariam ao seu encerramento, com consequências sociais e económicas desastrosas para a região. Foi neste panorama, e no âmbito das actividades do grupo de trabalho para o Planeamento Regional da Cova da Beira, que surgiu a ideia de criar na região uma instituição de ensino superior, de forma a facultar aos seus naturais a possibilidade de prosseguirem os estudos pós-secundários sem que, para isso, tivessem de se deslocar para outros pontos do país, a maioria das vezes a título definitivo. Assim, na sequência da publicação do Decreto-Lei 402/73, de 11 de Agosto, no quadro da chamada Reforma Veiga Simão - que deu lugar à expansão e diversificação do Ensino Superior -, foi criado o IPC, que recebeu, em 1975, os seus primeiros 143 alunos, nos cursos de Engenharia Têxtil e Administração e Contabilidade. Em Julho de 1979, seis anos passados, a instituição converteu-se em Instituto Universitário da Beira Interior (IUBI) (Lei 44/79, de 11 de Setembro). A conversão do IUBI em UBI veio a acontecer em 1986 (Decreto-Lei 76-B/86, de 30 de Abril), tendo as áreas de expansão e proteção dos polos I, II e III sido regulamentadas através do Decreto do Governo n.º 33/87, de 2 de Novembro. O Pólo IV surgiu posteriormente, em 1996, acolhendo cursos de Ciências Sociais e Humanas. O seu primeiro Reitor foi o Prof. Doutor Cândido Manuel Passos Morgado, que se manteria no cargo entre 21 de Agosto de 1980 e 19 de Janeiro de 1996, data em que assumiu funções como Reitor o Prof. Doutor Manuel José dos Santos Silva, que se mantém no cargo até 19 de Junho de 2009. Nesta data, tomou posse como terceiro Reitor da instituição o Professor Doutor João António de Sampaio Rodrigues Queiroz. antigas fábricas convertidas em instalações universitárias Uma das características físicas mais interessantes da UBI resulta da recuperação de antigos edifícios, de elevado valor histórico, cultural e arquitetónico. Ao mesmo tempo que se preservam marcos históricos da cidade, estes são revitalizados em espaços agora vocacionados para o ensino e para a investigação. Já a edificação do IPC havia começado através da recuperação das anteriores instalações do quartel do Batalhão de Caçadores 2, instalado na pombalina Real Fábrica de Panos, localizada num dos núcleos tradicionais de concentração fabril da Covilhã, junto à Ribeira da Goldra. Durante as obras de reconversão, em 1975, foram descobertas, soterradas, estruturas arqueológicas que pertenciam às tinturarias da Real Fábrica de Panos, uma importante manufactura de lanifícios mandada construir, no século XVIII, pelo Marquês de Pombal. Após duas campanhas de intervenção arqueológica e uma ampla investigação, foi criada a estrutura que deu lugar ao primeiro núcleo do Museu de Lanifícios da UBI, aberto ao público em 1996. Assim, as antigas edificações fabris localizadas na entrada Sul da Covilhã tornaram-se, quase naturalmente, não só uma solução lógica e de continuidade, no que respeita à expansão física da universidade, mas também uma opção que resultou num enorme benefício para a cidade, em termos urbanísticos e de impacto ambiental, através da recuperação de edifícios abandonados ou em ruínas que constituíam parte significativa do património industrial covilhanense, fazendo da instituição um caso único na Universidade portuguesa. Entre o património edificado mais icónico poderão encontrar o Convento de Santo António, no Pólo II, local onde se encontra sediada a Reitoria; o antigo palácio da família Mello e Castro; o edifício das antigas: Fábrica do Rato; Fábrica das Carpetes; Fábrica do Moço; Fábrica Paulo de Oliveira; o edifício da Setecentista Real Fábrica de Panos e a Capela de São Martinho, monumento românico do final do séc. XII, classificado como imóvel de interesse público e que está destinada ao serviço religioso da UBI. Foi adquirida também a antiga casa da família Mendes Veiga que, após as obras do projeto de reabilitação, passou a albergar a Biblioteca Geral da Universidade. No Pólo I, o redesenvolvimento urbano culminou com o complexo do Programa Polis, um interessante parque de lazer que funciona como extensão natural deste Pólo e que inclui o projeto da histórica Ribeira da Goldra. Na década de 90, optou-se por expandir a Universidade para o extremo norte da cidade, junto à Ribeira da Carpinteira, local onde foi criado o Pólo IV. A UBI continuou a espandir-se. Em 2004, iniciou-se a construção da Faculdade de Ciências da Saúde no Pólo III, tendo sido inaugurada a 30 de abril de 2007, cumprindo-se, assim, o programa de instalação das infra-estruturas do curso de Medicina. Atualmente, a UBI extende-se por uma área que atinge já os 134,500m 2. 10

faculdades Em termos de ensino, a Universidade da Beira Interior estrutura-se em Faculdades que agrupam as áreas do saber que, por natureza, lhe estão afins. Assim, a UBI compreende cinco Faculdades: Faculdade de Ciências, Faculdade de Engenharia, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Faculdade de Artes e Letras e Faculdade de Ciências da Saúde. Seguidamente, encontrará uma breve caracterização de cada uma delas, com menção às principais áreas de formação que englobam. A estrutura dos cursos da Universidade segue um esquema de três anos de licenciatura, dois anos de mestrado e três anos de doutoramento, existindo alguns cursos de cinco anos de formação básica, designados mestrados integrados. A UBI viu reconhecida a sua excelência na aplicação do Suplemento ao Diploma com a atribuição do DS Label pela Comissão Europeia. Suplemento ao Diploma A Comissão Europeia, o Conselho da Europa e a UNESCO/CEPES desenvolveram um modelo para o Suplemento ao Diploma que foi concebido como uma ferramenta para ser facilmente adaptável e permitir uma descrição o mais completa possível das qualificações e que descreve de forma normalizada a natureza, o nível, o contexto, o conteúdo e o estatuto dos estudos seguidos e concluídos com sucesso pelo diplomado tendo em vista promover a transparência e o reconhecimento das qualificações quer para fins académicos quer profissionais. Com a Declaração de Bolonha, o Suplemento ao Diploma torna-se num dos instrumentos primordiais para facilitar a mobilidade e a empregabilidade dos diplomados, inserindo-se nos princípios consignados no texto aprovado. 13

faculdade de ciências cursos 1º ciclo licenciaturas Bioquímica Biotecnologia Química Medicinal cursos 2º ciclo mestrados Bioquímica Biotecnologia Ensino de Física e Química no 3º ciclo do ensino básico e no ensino secundário Ensino de Matemática no 3º ciclo do ensino básico e no ensino secundário Matemática para Professores Química Industrial cursos 3º ciclo doutoramentos Bioquímica Didática da Matemática Física Matemática Matemática Aplicada Química Situada no Pólo I da Universidade, foi aqui que, através da recuperação de diversos edifícios fabris em ruínas e da sua reconversão para instalações de ensino, se deram os primeiros passos para a implementação do ensino superior na Covilhã e, por conseguinte, para a implantação da Faculdade de Ciências. Integram a Faculdade os Departamentos de Física, Química, e Matemática. Apetrechados com os melhores laboratórios de ensino e investigação, estes são os departamentos das ciências basilares da maior parte dos cursos da instituição, através das quais os alunos são conduzidos ao mundo fascinante da Física, Química e Matemática, criando-se em cada aula, em cada experiência, em cada projeto de investigação a oportunidade para testar a criatividade, a independência e a capacidade para compreender e explorar o mundo. Muitas são as saídas profissionais relacionadas com a Física, Química e Matemática, nomeadamente, algumas empresas de spin-offs que exploram, todos os dias, ideias destas áreas do saber. A própria internet é, tal como a conhecemos hoje e em grande medida, uma spin-off de investigação fundamental em Física, Química e Matemática. A Faculdade de Ciências inclui uma unidade de I&D, o Centro de Matemática, que desenvolve projetos aprovados e financiados pela FCT. Esta unidade estuda probabilidade e estatísticas; equações em derivados parciais; álgebra; geometria; topologia e sistemas dinâmicos; processamento de informação. Coordenadores Departamentais Bioquímica Profª. Cristina Cabral ccabral@ubi.pt Biotecnologia Profª. Cristina Cabral ccabral@ubi.pt Faculdade de Ciências Ensino da Física e da Química Matemática para Professores Química Medicinal Prof. Santiago Cortes Prof. Rui Almeida santiago@ubi.pt ralmeida@mat.ubi.pt Profª. Isabel Ismael iismael@ubi.pt 15

faculdade de engenharia mestrados integrados Arquitetura Engenharia Aeronáutica Engenharia Civil cursos 1º ciclo licenciaturas Bioengenharia Engenharia Eletromecânica Engenharia Eletrotécnica e de Computadores Engenharia Informática Tecnologia e Sistemas de Informação cursos 2º ciclo mestrados Engenharia Eletromecânica Engenharia Eletrotécnica e de Computadores Engenharia Informática Engenharia e Gestão Industrial Engenharia Têxtil Sistemas de Informação Geográfica Tecnologias e Sistemas da Informação cursos 3º ciclo doutoramentos Engenharia Aeronáutica Engenharia Civil Engenharia Eletrotécnica e de Computadores Engenharia e Gestão Industrial Engenharia Informática Engenharia Mecânica Engenharia do Papel Engenharia Têxtil Instalada na antiga Empresa Transformadora de Lãs, a Faculdade de Engenharia estende-se ao longo da Ribeira da Goldra, no sopé da serra, onde a tecnologia e a natureza se encontram e se inspiram mutuamente. Equipada com laboratórios e salas de trabalho de e para todos, acolhe seis unidades de investigação, financiadas pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), que se encontram em permanente contato com o tecido empresarial. Duas destas unidades de investigação, com avaliações externas muito positivas, são polos de laboratórios associados, instituições de excelência na investigação em Portugal. Integram a Faculdade de Engenharia, os Departamentos de Ciências e Tecnologias Têxteis, Ciências Aeroespaciais, Engenharia Civil e Arquitetura, Engenharia Eletromecânica e Engenharia de Informática. No âmbito do Processo de Bolonha, o qual veio introduzir alterações significativas ao nível da formação universitária, a UBI adequou com sucesso, em 2006, as suas licenciaturas em Engenharia, fomentando uma proximidade cada vez maior do ensino e da investigação às necessidades reais da indústria. A Faculdade de Engenharia promove, regularmente, a divulgação científica e tecnológica através da organização de seminários e conferências sobre temas relacionados com as áreas dos cursos coordenados pelos Departamentos, onde participam docentes, alunos e especialistas nacionais e estrangeiros. Paralelamente à divulgação científica, a Faculdade apoia e estimula atividades culturais e lúdicas desenvolvidas pelos docentes, investigadores, colaboradores e pelos Núcleos de Estudantes. 17

Coordenadores Departamentais Engenharia Aeronáutica Prof. José Silva jmas@ubi.pt Engenharia Civil e Arquitetura Profª. Cláudia Beato cbeato@ubi.pt Prof. Helder Joaquim Dinis Correia (Engenharia Eletromecânica) correia@ubi.pt Prof. Helder Joaquim Dinis Correia (Engenharia Eletrotécnica e de Computadores) correia@ubi.pt Faculdade de Engenharia Engenharia Eletromecânica Prof. Helder Joaquim Dinis Correia (Engenharia Mecânica) Prof. Helder Joaquim Dinis Correia (Engenharia e Gestão Industrial) correia@ubi.pt correia@ubi.pt Prof. Helder Joaquim Dinis Correia (Design Industrial) correia@ubi.pt Engenharia Têxtil e Tecnologia Prof. Nuno Belino (Engenharia Têxtil) belino@ubi.pt Informática Prof. Simão Patrício Melo de Sousa (Bioengenharia; Engenharia Informática; Tecnologias e Sistemas da Informação) simao.sousa@ubi.pt 18

faculdade de ciências sociais e humanas cursos 1º ciclo licenciaturas Ciências do Desporto Ciência Política e Relações Internacionais Economia Gestão Marketing Psicologia Sociologia cursos 2º ciclo mestrados Ciências do Desporto Ciência Política Economia Educação Social e Comunitária Empreendedorismo e Criação de Empresas Empreendedorismo e Serviço Social Ensino de Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário Gestão Gestão de Unidades de Saúde Marketing Relações Internacionais Sociologia: Exclusão e Políticas Sociais Supervisão Pedagógica Edificada na antiga fábrica do Ernesto Cruz, como é conhecida entre os estudantes e a população da Covilhã, a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), no Pólo IV, acolhe os Departamentos de Gestão e Economia, Psicologia e Educação, Sociologia e ainda o Departamento de Ciências do Desporto que se encontra no Pólo II. Dotada das mais recentes tecnologias, a Faculdade privilegia a comunicação interna e externa, através das suas páginas de internet, permitindo aos futuros alunos conhecer a sua Escola, nomeadamente as estruturas de ensino e de investigação, e oferece ao exterior, em particular aos atuais e futuros parceiros nacionais e internacionais, um panorama das atividades que são desenvolvidas nesta Faculdade. É prioridade da FCSH promover o processo de ensino-aprendizagem intercultural e aumentar o envolvimento dos alunos nas atividades de investigação, desde os primeiros anos. Paralelamente, criam-se e fomentam-se estágios e oportunidades de aprendizagem profissional nas entidades com as quais se tem vindo a estabelecer protocolos de cooperação na região, no país e no estrangeiro. A FCSH está a trabalhar para se posicionar corretamente perante os desafios do século XXI, fomentando as capacidades e qualidades transversais dos seus estudantes e professores; treinando líderes nas diversas áreas da sua intervenção, nomeadamente nas áreas emergentes de ensino. Tem vindo ainda a intensificar a presença de professores externos nas suas atividades de ensino e de investigação, assim como os seus docentes têm cooperado nas atividades de outras Universidades nacionais e estrangeiras, potenciando as oportunidades para programas doutorais interdisciplinares. A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas é hoje uma referência nas suas áreas de ação, reunindo as melhores condições para aprender, ensinar e investigar. cursos 3º ciclo doutoramentos Economia Educação Gestão Marketing e Estratégia Psicologia Sociologia Ciências do Desporto 21

Coordenadores Departamentais Ciências do Desporto Prof.ª Kelly de Lemos Serrano O hara ohara.kelly@gmail.com Ciência Política e Relações Internacionais Prof. Luís Madeira (Ciência Política e Relações Internacionais) Prof. André Barata (Ciência Política) Prof. Luís Guilherme Pedro (Relações Internacionais) lmadeira@ubi.pt abarata@ubi.pt guilhermemarquespedro@ubi.pt Empreendedorismo e Serviço Social Prof. Alcides Monteiro alcidesmonteiro@ubi.pt Prof. José Pires Manso (Economia) pmanso@ubi.pt Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Gestão e Economia Prof. Ricardo Rodrigues (Empreendedorismo e Criação de Empresas; Gestão; Gestão de Unidades de Saúde) rgrodrigues@ubi.pt Prof. Paulo Pinheiro (Marketing) pgp@ubi.pt Psicologia Profª. Graça Esgalhado mgpe@ubi.pt Sociologia Prof. Donizete Rodrigues (Sociologia; Sociologia:Exclusões e Políticas Sociais) dony@ubi.pt 22

faculdade de artes e letras cursos 1º ciclo licenciaturas Ciências da Comunicação Ciências da Cultura Cinema Design Industrial Design de Moda Design Multimédia Estudos Portugueses e Espanhóis cursos 2º ciclo mestrados Branding e Design de Moda Ciências da Comunicação Ciências Documentais Cinema Comunicação Estratégica: Publicidade e Relações Públicas Design Industrial Tecnológico Design de Moda Design Multimédia Ensino de Artes Visuais no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário Ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico Ensino de Filosofia no Ensino Secundário Ensino do Português no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário e de Espanhol nos Ensinos Básico e Secundário Estudos Didáticos, Culturais, Linguísticos e Literários Jornalismo A Faculdade de Artes e Letras compreende dois Departamentos, Comunicação e Artes e Departamento de Letras. O Departamento de Comunicação e Artes inclui duas Unidades I&D, o Instituto de Filosofia Prática (IFP) e o Laboratório de Comunicação Online (LABCOM), que desenvolvem projetos aprovados e financiados pela FCT. Estas Unidades organizam eventos científicos de caráter nacional e internacional; editam livros nas coleções Estudos em Comunicação e Ubianas (Ciências da Comunicação), e na Ta Pragmata (Filosofia). O LABCOM publica, em formato digital, os Livros Labcom e a revista Estudos em Comunicação. Em matéria de cooperação com o exterior, destacam-se: a programação de cinema da Cinubiteca, destinada à comunidade universitária e ao público em geral; a publicação do jornal Urbi et Orbi, em versão online; as emissões regulares da Tubiweb e da Rubiweb, as TV e rádio da UBI; a produção de programas em rádios regionais; a colaboração regular nos jornais Notícias da Covilhã e O Interior ; a realização de conferências em Escolas e outras instituições. Dotado de um corpo docente de atestada competência científica e pedagógica, na sua maioria doutorados, o Departamento de Letras é constituído por professores provenientes de diversas áreas como: História; Linguística; Língua e Cultura Espanhola; Língua e Cultura Inglesa; Línguas e Culturas Africanas e Brasileiras; Literatura Portuguesa; Pedagogia e Ciências da Educação; Línguas e Culturas Clássicas. Para além das instalações que utiliza no Pólo I da Universidade da Beira Interior, o Departamento de Letras dinamiza o Laboratório de Línguas, onde proporciona a frequência de cursos livres em diversas línguas como o Mandarim, o Italiano, o Russo, o Alemão e o Português para estrangeiros, incluindo os estudantes Erasmus, mas não só. Por todas estas razões, integrar o espaço da Faculdade de Artes e Letras implica a participação dinâmica numa dimensão de desenvolvimento e de aprofundamento de uma grande variedade de conhecimentos e de competências, de forma integradora, aprazível e estimulante. cursos 3º ciclo doutoramentos Ciências da Comunicação Filosofia 25

Coordenadores Departamentais Prof. Eduardo Camilo (Ciências da Comunicação eduardocami@gmail.com Prof. Francisco Paiva (Design Multimédia) ftapaiva@gmail.com Faculdade de Artes e Letras Comunicação e Artes Prof. André Barata (Filosofia) Prof.ª Madalena Pereira (Design de Moda) abarata@ubi.pt mmrp@ubi.pt Prof.ª Manuela Penafria (Cinema) manuela.penafria@gmail.com Profª. Noémi Perez (Estudos Portugueses e Espanhóis) noemiperez_02@yahoo.es Letras Prof. Francisco Henríquez (Ensino do Português; Ciências Documentais) fenriquez@ubi.pt 26

faculdade de ciências da saúde mestrados integrados Ciências Farmacêuticas Medicina cursos 1º ciclo licenciaturas Ciências Biomédicas Optometria - Ciências da Visão cursos de 2º ciclo mestrados Ciências Biomédicas Gerontologia Optometria em Ciências da Visão cursos 3º ciclo doutoramentos Biomedicina Ciências Farmacêuticas Medicina A forte consciência da necessidade de um salto qualitativo no desenvolvimento dos recursos humanos nos domínios da saúde motivou a aprovação Governamental da criação de mais duas Faculdades de Medicina no país. No entanto, ficou estabelecido, desde logo, que os projetos candidatos teriam que apresentar alterações profundas no curriculum médico permitindo, assim, renovar o ensino da Medicina em Portugal. Em conformidade com essa disposição, a Universidade da Beira Interior lançou-se em mais um grande desafio e apresentou uma candidatura para um projeto inovador de licenciatura em Medicina, projeto esse que foi aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 140/98 de 4 de Dezembro. Nele propunha-se o desenvolvimento de modelos inovadores de formação, pautados por padrões científicos, pedagógicos e assistenciais de elevada qualidade, em que também a articulação com as unidades de prestação de cuidados de saúde seria assegurada por um modelo organizacional diferente e inovador. Com base nos pressupostos enunciados, foram delineadas três diretrizes para a metodologia pedagógica a praticar na Faculdade de Ciências da Saúde: - Criação de um modelo pedagógico que substitua o sistema de ensino tradicional, de adição de cadeiras, por um sistema de ensino integrado, baseado no estabelecimento de objetivos e recorrendo, sempre que possível, à aprendizagem baseada em problemas; - Ênfase na aprendizagem, por parte do aluno, em detrimento dos processos que conduzem ao armazenamento de informação. Assim, no binómio ensino-aprendizagem é imprescindível colocar ênfase na aprendizagem, entendendo o ensino como um sistema para a facilitar; - Controlo continuado da metodologia pedagógica. Coordenadores Departamentais Faculdade de Ciências da Saúde Ciências Biomédicas Ciências Farmacêuticas Profª. Mafalda Fonseca Prof. Samuel Silvestre mfonseca@fcsaude.ubi.pt samuel@fcsaude@ubi.pt Medicina Profª. Luiza Granadeiro luiza@fcsaude.ubi.pt Optometria e Ciências da Visão Profª. Amélia Nunes amnunes@ubi.pt 29

ubi informação académica

sistema académico candidatura inscrição na UBI calendário académico O ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado (1º ciclo) no ensino universitário tem 180 ou 240 créditos e uma duração normal compreendida entre 6 e 8 semestres curriculares de trabalho dos alunos. No 1º ciclo de estudos das instituições universitárias o grau de licenciado é conferido aos estudantes que, através da aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do curso de licenciatura, tenham obtido o número de créditos fixado. O ciclo de estudos conducente ao grau de mestre (2º ciclo) tem 90 a 120 créditos e uma duração normal compreendida entre 3 e 4 semestres curriculares de trabalho dos alunos. No ensino universitário, o ciclo de estudos conducente ao grau de mestre deve assegurar, predominantemente, a aquisição de uma especialização de natureza académica com recurso à atividade de investigação ou que aprofunde competências profissionais. O grau de mestre pode ser, igualmente, conferido após um ciclo de estudos integrado, com 300 a 360 créditos e uma duração normal compreendida entre 10 e 12 semestres curriculares de trabalho dos alunos nos casos em que a duração para o acesso ao exercício de uma determinada atividade profissional seja fixada por normas legais da União Europeia ou resulte de uma prática estável e consolidada na União Europeia. Neste ciclo de estudos é conferido o grau de licenciado aos estudantes que tenham realizado os 180 créditos correspondentes aos primeiros 6 semestres curriculares de trabalho. No 2º ciclo de estudos das instituições universitárias o grau de mestre é conferido aos alunos que através da aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do curso de mestrado e da aprovação no ato público de defesa da dissertação, do trabalho de projeto ou do relatório de estágio, tenham obtido o número de créditos fixado. O grau de doutor (3º ciclo) é conferido pelas instituições universitárias aos estudantes que tenham obtido aprovação nas unidades curriculares do curso de doutoramento, quando exista, e no ato público de defesa da tese. Os estudantes que pretendam realizar um período de mobilidade na UBI, que poderá ter a duração de um ou dois semestres, no máximo, deverão contatar o Gabinete de Relações Internacionais da Universidade de origem para submeterem a sua candidatura. Caso o aluno seja aceite pela Universidade de acolhimento, o Gabinete de Programas e Relações Internacionais da UBI enviará uma Carta de Aceitação destinada à obtenção do visto de estudante VITEM IV RN 65/2005. Documentos necessários: Formulário de candidatura Plano de Estudos Histórico Curricular / Plano Curricular Curriculum Vitae (abreviado) Comprovativo de seguro de saúde internacional ou PB4 (quando aplicável) Cópia do passaporte (quando aplicável) Ofício assinado pelo responsável do intercâmbio a acompanhar o processo Aquando da chegada à UBI, o estudante deverá dirigir-se ao Gabinete de Programas e Relações Internacionais (GPRI). Deverá apresentar o bilhete de identidade ou passaporte, duas fotos e o seguro de saúde internacional ou PB4 (apenas para estudantes oriundos do Brasil). Seguidamente será orientado para todas as formalidades inerentes à inscrição junto dos balcões dos Serviços Académicos da UBI. O ano académico na UBI compreende 2 semestres: o primeiro tem a duração de cerca de 21 semanas, a partir de meados de setembro até meados de fevereiro; o segundo tem a duração de cerca de 20 semanas, a partir de meados de fevereiro até finais de junho. As férias de Natal têm a duração de 2 semanas e as férias da Páscoa duram uma semana. No início do ano letivo há também 1 semana sem aulas, dedicada à receção ao caloiro. 32 33

créditos ects Para garantir o pleno reconhecimento académico de um período de estudo no exterior, a Comissão Europeia desenvolveu um Sistema Europeu de Transferência de Crédito. Ele fornece uma maneira de medir e comparar resultados académicos, transferindo-os de uma instituição para outra. Este sistema é usado para que os estudantes não percam tempo para completar o seu grau académico por terem estudado no estrangeiro. Para fins de reconhecimento académico funcional, a UBI utiliza este sistema. É importante para os alunos ter uma boa ideia sobre o que é o ECTS e como funciona. Sobre este assunto, apresentamos algumas informações que foram extraídas do site da Comissão Europeia: http://ec.europa.eu/education/index_ en.html O que oferece o ECTS? > O ECTS garante o reconhecimento académico dos estudos no estrangeiro. > O ECTS permite a continuação dos estudos no estrangeiro. Um estudante pode preferir não voltar para a instituição de origem após o período de estudo no estrangeiro e ficar na instituição de acolhimento, possivelmente para se licenciar ou para se mudar para uma terceira instituição. > O ECTS permite o acesso a cursos regulares com alunos locais, com o benefício da plena participação na vida académica da instituição de acolhimento. O que são créditos ECTS? Os créditos ECTS são um valor atribuído a cada disciplina para descrever o trabalho do aluno necessário para completá-lo. Os créditos ECTS refletem a quantidade de trabalho que cada disciplina exige em relação à quantidade total de trabalho necessária para completar um ano completo de estudo académico na instituição, isto é, palestras, atendimento presencial, trabalhos práticos, seminários, trabalho individual - em laboratório, biblioteca ou em casa - e exames ou outras formas de avaliação. No ECTS, 60 créditos representam um ano de estudo (em termos de carga de trabalho), normalmente 30 créditos são dados por um semestre e 20 créditos por um trimestre. Os créditos ECTS são atribuídos às disciplinas e são concedidos aos alunos que concluírem com êxito essas disciplinas passando a exames ou outras avaliações. Nota Definição 18-20 Excellent 16-17 Very Good 14-15 Good 10-13 Adequate <10 Fail Qual é a escala de classificação ECTS? Os resultados dos exames e de outras formas de avaliação são geralmente expressos em notas. Há muitos sistemas de classificação diferentes na Europa. Para ajudar os estudantes a traduzir o envio das notas atribuídas pelas instituições de acolhimento, foi desenvolvida a escala de classificação ECTS. Isso fornece informações adicionais sobre o desempenho dos alunos àquela informação oferecida pela nota local da instituição, mas não substitui a nota local. A UBI e o sistema de classificação das universidades portuguesas é baseado numa escala de 0 a 20, em que 10 é a nota mínima para aprovar à disciplina. Para facilitar a tarefa de converter as notas, a UBI estabeleceu a correspondência entre ECTS e nosso próprio sistema. escala de classificação ECTS ECTS Estudante com aproveitamento que obtém essa classificação A 10% melhores B 25% seguintes C 30% seguintes D 25% seguintes E 10% seguintes a) A escala de classificação considera a distribuição das classificações finais no conjunto dos três anos mais recentes e num total de pelo menos 100 diplomados/aprovados. b) Quando não for possível atingir a amostra referida em a) a escala é substituída pela menção do número de ordem da classificação do diploma/estudante no conjunto dos aprovados no curso/disciplina no ano letivo e do número de diplomados/ aprovados no ano letivo. 35

ubi instalações

serviços sociais alojamento A rede de residências universitárias, apartamentos e suítes dos SASUBI destinamse a alojar os estudantes deslocados, inscritos na UBI, preferencialmente bolseiros ou que venham no âmbito de programas e acordos de cooperação. Estas residências possuem uma diversidade de ofertas que poderão ser do interesse do estudante em mobilidade. Os SASUBI dispõem, atualmente, de 7 residências universitárias, com um total de 821 camas, para uso dos estudantes deslocados. Algumas residências são estruturadas em apartamentos de 8 estudantes; quartos duplos com cozinha; sala de estar e casas de banho. Outras oferecem quartos individuais com cozinha e casa de banho comuns. A residência feminina principal oferece quartos duplos; cozinha e casa de banho comuns. Existe ainda um outro tipo de alojamento popular entre os estudantes estrangeiros que consiste num conjunto de pequenos apartamentos designados suítes. Uma suíte aloja 2 pessoas e inclui 1 quarto duplo; casa de banho; cozinha totalmente equipada e sala de estar. As residências I a VI estão localizadas junto do Pólo I e a Residência Pedro Álvares Cabral está situada junto à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. Regulamento As Residências Universitárias dos SASUBI regem-se por um regulamento interno do qual constam as condições de ingresso e de utilização de equipamentos, as normas que têm como princípio o respeito pelos direitos e liberdades fundamentais do indivíduo, bem como a garantia de um ambiente agradável e de saudável convivência, tolerância e respeito mútuo e de participação dos estudantes na respetiva gestão, conservação e limpeza. O alojamento letivo diz respeito a períodos de tempo superiores a 5 meses, durante o período letivo da universidade (de setembro a finais de junho). Os estudantes residentes assinam um contrato de alojamento com os SASUBI, aquando do check-in, no qual se definem os direitos e deveres de ambas as partes. Condições de Pagamento A mensalidade é de 100,00 /mês mais caução inicial no valor de uma mensalidade. Os meses incompletos serão pagos ao dia e o seu valor é de 8,00 /noite. Se o pagamento ao dia ultrapassar os 100,00, os estudantes pagarão apenas 100,00. Contudo, em algumas residências o preço por pessoa poderá oscilar entre os 100,00 e os 240,00. serviços de saúde Horário de funcionamento: Medicina preventiva: 3ªs e 5ªs feiras das 17h30 às 19h00 (mediante marcação) Enfermagem: 3ªs e 5ªs feiras das 17h30 às 19h00 Marcações: Telefone: +351 275 319 700 Localização: Centro de Apoio Médico e Desportivo Quinta do Convento de Sto. António (R/c do Edifício da Residência II, a caminho de Sto. António) alimentação Os SASUBI dispõem de 4 cantinas, 7 bares e 2 serviços de buffet e 1 takeaway, distribuídos pelos Pólos I, II, III e IV. A refeição social completa é constituída por: sopa, prato, salada, pão, fruta ou sobremesa e água ou sumo. No âmbito da utilizaçã deste serviço, poderá ser solicitada a exibição do cartão de identificação desta universidade. Os utentes que, por razões de doença, necessitarem de um prato alternativo, devem avisar previamente o encarregado, com a entrega de prescrição médica, e ser-lhes-á adaptado um prato às suas condições. Os menus são elaborados de acordo com as necessidades nutricionais dos utentes alvo. Períodos de Encerramento As unidades alimentares e bares encerram em períodos de férias escolares ou em situações de força maior (os avisos são afixados nas próprias unidades). Preçário A refeição social é servida na totalidade das unidades alimentares, com área de confeção, nomeadamente, na Cantina de Santo António, no balcão 2 da cantina da Faculdade de Engenharia, no balcão 1 da cantina da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) e no balcão 1 da cantina da Faculdade de Ciências da Saúde. A refeição social completa tem o preço de 2,30 (inclui: sopa, prato, salada, pão, fruta ou sobremesa e sumo). Refeição alternativa na Cantina de Santo António e jantar do balcão 1 da cantina da FCSH custa 3,00. A refeição buffet na Faculdade de Engenharia tem um custo de 7,00. 38 39

desporto O Setor Cultura e Desporto dos SASUBI tem como missão promover a prática regular de atividades desportivas junto de toda a comunidade académica da UBI. Poderão ser praticadas as seguintes modalidades: Andebol Masculino Judo Atletismo Natação Badminton Rugby Masculino Basquetebol Masculino Taekwondo Basquetebol Feminino Ténis Futebol 11 Masculino Ténis de Mesa Futsal Feminino Voleibol Feminino Futsal Masculino Voleibol Masculino Para o efeito, existem dois pavilhões desportivos localizados no Pólo II, junto às residências universitárias e à cantina de Santo António. Pavilhão Desportivo N.º 1 Este pavilhão foi inaugurado em 1993, tendo sofrido no ano 2000 algumas obras de remodelação para receber o XVI Campeonato Mundial Universitário de Andebol. Pavilhão Desportivo N.º 2 Inicialmente foi um ringue descoberto, inaugurado em 1999, de forma a dar resposta às necessidades desportivas da UBI. 41

bibliotecas Biblioteca Central: Segunda a sexta-feira: 9:00-23:00 Biblioteca da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas: Segunda a sexta-feira: 9:00-20:00 Sábado: 10:00 13:30 Biblioteca da Faculdade de Ciências da Saúde: Segunda a sexta-feira: 9:00-19:00 43

núcleos museológicos da UBI O Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior foi instituído com a finalidade de salvaguardar a área das tinturarias da Real Fábrica de Panos, uma manufatura de Estado, fundada pelo Marquês de Pombal em 1764, integrada nas instalações da Universidade da Beira Interior e classificada como Imóvel de Interesse Público, em 1982, pelo Decreto-lei nº 28/82 de 26 de fevereiro. É um museu de ciência e tecnologia e tem por missão a salvaguarda e a conservação ativa do património industrial têxtil, assim como a investigação e divulgação da tecnologia associadas ao processo de industrialização dos lanifícios. Tem por finalidade contextualizar antropológica, económico-social, cultural, político-institucional e ambientalmente esta atividade, numa vasta área que tem por matriz a Serra da Estrela e por centro histórico a cidade da Covilhã, afirmandose como um centro de interpretação da rota turística peninsular Rota da Lã-TRANSLANA. Os fios do passado a tecer o futuro é o lema do Museu de Lanifícios. De acordo com este princípio defende uma conservação ativa do património que tem à sua guarda. O Museu de Lanifícios é um museu polinucleado que integra os seguintes núcleos: Núcleo da Real Fábrica de Panos Focalizado no período da pré e proto industrialização dos lanifícios (séc. XVIII). Núcleo das Râmolas de Sol Núcleo ao ar livre constituído por um conjunto de râmolas de sol e um estendedouro de lãs. Núcleo da Real Fábrica Veiga / Centro de Interpretação dos Lanifícios Sede do Museu desde 2004, com as valências de Núcleo Museológico da Industrialização dos Lanifícios (sécs. XIX e XX) e de Centro de Documentação/Arquivo Histórico dos Lanifícios. 45

informação geral

portugal Com um passado histórico longínquo, Portugal teve a sua origem em 1143. A implantação da República veio a dar-se em 5 de Outubro de 1910 e hoje em dia tem uma democracia parlamentar estabelecida. A Assembleia Nacional é eleita cada quatro anos. Com uma população de 10,5 milhões de indivíduos residentes em Portugal (INE Censos de 2004). A sua densidade populacional é de 109 habitantes por km2 e a esperança média de vida é de 71,4 anos para os homens e de 78,7 anos para as mulheres. A força de trabalho (5,1 milhões), distribuída por setor de atividade, é de 63% nos serviços, 28% na indústria e 9% na agricultura. Entre os seus recursos naturais destacam-se as pescas, a cortiça e os minerais. No setor industrial podemos destacar os têxteis, o vestuário, o papel, a cortiça, o calçado, a metalurgia, as conservas de peixe, a polpa de madeira, química, cerâmica e a vinicultura. média diária ronda os 27º C. A época de maior pluviosidade decorre entre os meses de novembro e março. A Língua portuguesa é uma das principais línguas românicas. Derivada do latim, é a sétima mais falada do mundo, estimando-se que tenha 200 milhões de falantes. Por tradição, o povo português organiza e participa em diversas atividades culturais, como a música, o teatro e a dança. Portugal tem um rico folclore tradicional (ranchos folclóricos), de grande diversidade regional. Muitas das suas cidades têm um museu e um conjunto de monumentos e edifícios históricos. Têm também, pelo menos, um cinema, alguns espaços musicais e locais para apreciar as artes e ofícios. Nas cidades maiores, visitas ao teatro, a espetáculos ou galerias de arte modernas fazem parte do quotidiano dos seus munícipes. A história da cultura portuguesa contemporânea compreende grandes figuras como Amália Rodrigues, fadista de nomeada com reconhecimento internacional e o escritor José Saramago, agraciado com o Prémio Nobel de Literatura, em 1998. Em cidades pequenas e aldeias, a atividade cultural pode girar em torno do folclore local, com grupos musicais realizando danças tradicionais e música. As festividades locais são muito populares durante a temporada de verão, sendo frequentemente associadas à época balnear que decorre entre os meses de maio e setembro. A cultura do café também é considerada uma das características culturais portuguesas. Os sítios património mundial da UNESCO, em Portugal, são os seguintes: Centro Histórico de Angra do Heroísmo nos Açores Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém em Lisboa Mosteiro da Batalha Convento de Cristo em Tomar Centro Histórico de Évora Mosteiro de Alcobaça Paisagem Cultural de Sintra Centro Histórico do Porto Sítios Arqueológicos no Vale do Rio Côa Floresta Laurissilva na Madeira Centro Histórico de Guimarães Alto Douro Vinhateiro Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico Portugal tem um clima de influência marítima, com invernos frios, mas não severos e verões temperados, variando consoante a altitude, de temperaturas altas e ar seco no sul e húmido na região montanhosa do norte e do centro. O seu elevado número de horas solares por ano faz de Portugal um país de grande atração turística. Na Covilhã, as temperaturas durante o inverno atingem uma média de 5º C. Contudo, há períodos em que a temperatura máxima diária pode ser tão alta quanto os 16º C). Nos meses de julho e agosto a temperatura O desporto nacional mais popular é o futebol, sendo as suas melhores equipas sempre acompanhadas com grande entusiasmo por parte dos adeptos da modalidade. Em 2004, Portugal recebeu a final europeia de futebol em estádios especialmente construídos para o efeito. 49

covilhã Localizada numa das encostas da Serra da Estrela, voltada para leste, a Covilhã oferece ao visitante que chega a vista de um belo e majestoso anfiteatro emoldurado por montanhas. Quem conhece a Covilhã passa a descobrir a história da sua ancestral indústria de lanifícios. A cidade de montanha, com uma paisagem de neve no inverno, única em Portugal, propicía a prática de vários tipos de desportos de inverno, como o esqui ou o snowboard. A estância de montanha das Penhas da Saúde situa-se a 1500 metros de altitude e oferece estabelecimentos de restauração, hotelaria, uma Pousada de Juventude e apartamentos turísticos de lazer. O município da Covilhã tem uma área de mais de 550 km2 e a sua população é estimada em 54.506 habitantes. Se considerarmos que a população estudantil é de cerca de 7000 alunos, poderemos considerar que a UBI é um dos principais motores económicos, sociais e culturais da cidade. A UBI também contribui para atrair novos investimentos para a região, constituindo uma mais valia para o seu crescimento económico, incrementando os setores do comércio e do turismo. Em paralelo, ela reverte o êxodo dos jovens, contrariando o fluxo migratório, garantindo assim uma população de jovens qualificados e habilitados para enfrentar todos os desafios inerentes a qualquer sociedade em mudança. 51

como chegar à covilhã A partir de Lisboa A partir de Lisboa, pode chegar-se à Covilhã de comboio, de autocarro ou de carro. Transporte do Aeroporto da Portela: A. Lisboa - Covilhã de comboio: ir até à Gare do Oriente, de autocarro ou de táxi. B. Lisboa - Covilhã de autocarro: ir até Sete Rios, de autocarro ou de táxi. Para mais informações: http://www.golisbon.com/transport/airportshuttle.html Aeroporto: http://www.ana.pt/portal/page/portal/ana/ AEROPORTO_LISBOA_CNT/?AE_LS=181882&act ualmenu=193248&cboui=181882 Gare do Oriente Esta é a principal estação ferroviária da cidade. Localizada no coração do Parque das Nações. Comboios de Lisboa (Gare do Oriente) à Covilhã. Intercidades (IC) (tempo: + / - 4 horas). Regional (R) (tempo: entre 5 e 6 horas) Para mais informações (horários): Ferrovias nacionais: http://www.cp.pt/cp/hometimetable.do Terminal rodoviário de Sete Rios (Rodoviária): Estação de metro: Jardim Zoológico Tel:. (+351) 707223344 Autocarros de Lisboa-Covilhã (tempo: 3 horas e 45 minutos) Para mais informações: Rodoviária (Serviço Nacional): http://www.rede-expressos.pt Lisboa-Covilhã de carro: (tempo: + / - 3 horas) Percurso:. Seguir as indicações para a A1 e virar para a A1. Saída 7 para Abrantes / Torres Novas. Virar para a A23. Saída 30 Covilhã Sul / Hospital Para mais informações: http://maps.google.com Outros links úteis: Autocarros de Lisboa (Carris) (rotas e horários): http://www.carris.pt/en Metro de Lisboa: http://www.metrolisboa.pt Outras informações: http://www.golisbon.com A partir do Porto A partir do Porto, pode chegar-se à Covilhã de comboio, de autocarro ou de carro. Transporte do Aeroporto Sá Carneiro: Metro (tempo: 30 minutos): Linha Violeta - Ligação para o centro da cidade e interface com caminhos de ferro. Para mais informações: Aeroporto: http://www.ana.pt/portal/page/portal/ana/ AEROPORTO_PORTO_CNT/?AE_PR=76130&actu almenu=75195&cboui=76130 Metro do Porto: http://www.metrodoporto.pt/pagegen. aspx?sys_page_id=873878 A. Porto-Covilhã de comboio: ir até à Estação de Campanhã. Apanhar Alfa Pendular (AP) ou Intercidades (IC) Serviços Porto - Entroncamento: 2 horas Entroncamento - Covilhã: 3 horas Ferrovias Nacionais (horário): http://www.cp.pt/cp/hometimetable.do B. Porto-Covilhã de autocarro: (tempo: 3 horas e 40 minutos ) Rodoviária (Serviço Nacional) Endereço: Rodoviária da Beira Litoral - Garagem Atlântico Rua Alexandre Herculano, n.º 366 4000 Porto De metro até à rodoviária - apanhar a Linha Violeta no Aeroporto e sair na Estação do Bolhão. Percurso a pé : (tempo 10 minutos) Porto-Covilhã de carro (tempo: +/- 3 horas). Tomar A1 do Porto e sair em direção a Viseu. Tomar A25 e saída 30 (em direção a Lisboa). Tomar A23 e saída 31 (Covilhã Norte) Para mais informações: http://maps.google.com Dentro da área urbana das cidades, a rede de transportes públicos põe à disposição dos utentes diversos autocarros. Os táxis são também uma alternativa. Eles apresentam-se pintados em tom bege e possuem uma placa luminosa identificativa. Na cidade, a cobrança é feita através de taxímetros. Fora dos limites urbanos o serviço é cobrado ao km. Em todas as cidades existem empresas de aluguer de automóveis. Alugar um carro é a melhor opção para quem quer viajar pelo país. 55