Antigo Egito. Alexandre Dias

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Transcrição:

Antigo Egito Alexandre Dias

A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.c (unificação entre baixo e alto Egito) a 32 a.c (domínio romano).

A unificação Por volta do ano 3500 a.c. o Egito Antigo ainda não existia como um Estado unificado. A região era composta por várias tribos que habitavam às margens do rio Nilo. Estas tribos, formadas por clãs familiares, eram unificadas em pequenas confederações tribais denominadas nomos. Cada nomo cultuava uma divindade específica, mantendo uma organização político-religiosa independente das vizinhas. Os líderes eram chamados de monarcas e, em geral, eram escolhidos entre os chefes dos clãs. Por meio de guerras, iniciou-se um processo de unificação. Inicialmente ocorreram duas unificações: Alto Egito e Baixo Egito. A unificação dos dois reinos somente ocorreu por volta no ano 3100 a.c. com o primeiro faraó, Menés I, Menés também foi o responsável por fundar a primeira das 30 dinastias que governariam o Egito Antigo entre 3100 e 332 a.c.

Coroa do Baixo Egito Coroa do Alto Egito Unificação do Alto e Baixo Egito

Organização da sociedade

O poder divino do faraó No alto da estrutura hierárquica encontravase o faraó, considerado uma divindade viva, tinha um poder absoluto, era amo e senhor de todas as terras e pessoas e era responsável pela proteção e prosperidade de seu povo. De modo geral, detinha autoridade religiosa, administrativa, judicial e militar.

A autoridade do faraó estendia-se por todo Egito graças a uma numerosa rede de funcionários e sacerdotes. Os mesmos assumiam os cargos hereditários de administradores de províncias e de comandantes dos principais postos do exército. Entre a nobreza egípcia destinguia-se o vizir, que era o chefe da administração e justiça, encarregado de executar a vontade do faraó. Classe Sacerdotal

Escribas Conheciam a escrita egípcia e tinham diferentes graus de prestígio e poder. Uma das funções era visitar as províncias e os campos para cobrar tributos e fiscalizar os serviços de construção de canais, diques, estradas, templos e pirâmides.

Camponeses A maioria da população egípcia era composta por camponeses, cerca de 90%, os mesmos executavam inúmeros trabalhos relacionados a: - Agricultura: os principais produtos utilizados eram o trigo, a cevada e o linho. Os camponeses também se dedicavam à plantação de legumes, verduras, uva e frutas variadas; - Criação de animais: havia criação de bois, asnos, carneiros, cabras, porcos e cavalos. Criavam-se também diversas aves. Porém para a maioria da população a carne era um luxo, os mais pobres só a consumiam em ocasiões especiais. - Caça e pesca: as atividades agropastoris eram complementadas pela pesca(no Nilo, nos pântanos e nos

Artesãos No Egito Antigo, existiam artesãos de qualificações diferentes. Aqueles que produziam artigos de luxo trabalhavam, geralmente, nas oficinas urbanas, muitas vezes instaladas nos templos e palácios. Já os artesãos menos qualificados trabalhavam em oficinas rurais, produzindo tecidos rústicos, artigos de couro, entre outros.

Escravos Os escravos formavam um grupo social numericamente pequeno diante do conjunto da população e eram constituídos principalmente por prisioneiros de guerra. Trabalhavam em serviços variados(em casas, pedreiras, minas e campos). As condições de vida variavam de acordo com o tipo de atividade que exerciam.

Períodos do Egito Antigo No decorrer de sua história o Egito passou por épocas de grande centralização do poder político, mas teve também fases de descentralização. Atravessou períodos de prosperidade e fases de crise econômica, guerras internas e invasões. Os egiptólogos costumas dividir a história do Egito Antigo em diversos períodos, chamando os três principais de Antigo império, Médio Império e Novo Império.

Antigo Império(c. 2600-2040 a.c) A capital do país era Mênfis; houve forte centralização política com os faraós e a montagem de uma eficiente estrutura administrativa; foram construídas grandes pirâmides( como a de Quéops, Quéfren e Miquerinos). No final deste império os faraós perderam poder para os governantes das províncias. O final foi marcado por descentralização do poder, distúrbios socias e instabilidade política.

Médio Império(c. 2040-1550 a.c) Representantes da nobreza conseguiram reprimir as revoltas locais dos governantes das províncias; os faraós recuperaram e centralizaram o poder, foi um período de estabilidade política e prosperidade econômica. Por volta de 1750 a.c a região do norte do país foi invadida pelos hicsos(povo de origem asiática), que estabeleceram capital em Avaris.

Novo Império(c. 1550-1070 a.c) Conseguiu-se novamente restaurar a unidade política do Egito, expulsando os hicsos. Época de apogeu econômico, refinamento artístico e grande expansão militar no Egito. O final deste período foi marcado por uma série de problemas: revoltas, perdas territoriais, más colheitas, fome.

Declínio do Egito Depois do século XII a.c, o Egito foi sucessivamente invadido por diferentes povos, iniciando um processo de decadência. Em 670 a.c chegaram os assírios, que dominaram o território egípcio por oito anos. Após se libertar dos assírios, os egípcios iniciaram uma fase de recuperação econômica e cultural conhecida como Renascença Saíta. A prosperidade não foi duradoura. Em 525 a.c, o Egito foi conquistado pelos persas. Dois séculos depois, foram os macedônios, comandados por Alexandre Magno. Finalmente em 30 a.c, o Egito foi dominado pelos romanos.

Cultura Egípcia As pirâmides, os templos e os túmulos são alguns dos monumentos mais importantes para conhecer o passado deste povo. No Egito foram encontrados as primeiras manifestações artísticas em que apareceram representadas personagens históricos sobre as quais também existe informação textual, pois os egípcios e a civilização suméria inventaram a escrita. A religião era um aspecto muito importante na vivência do Egito Antigo, tanto que teve profunda influência nas artes desenvolvidas pelos egípcios.

Religião politeísta Os egípcios eram politeístas, adoravam diversos deuses, que simbolizavam forças e fenômenos da natureza. Em geral, essas divindades eram representadas com a forma de um animal ou mesclando a forma animal com a humana. Cada cidade costumava ter um deus principal, para qual se construia um templo. RELAÇÃO COM A MORTE Os egípcios acreditavam na vida após a morte no reino de Osíris. Imaginavam que os mortos seriam julgados por esse deus e poderiam retornar ao mundo dos vivos se fossem absolvidos.

Produção artística A produção artística do Egito Antigo foi influenciada pela religião. Isso é observado especialmente na arquitetura, em que o culto aos Deuses levou a construção de templos, e a crença na vida após a morte ocasionou a criação de grandes túmulos. Entre esses os mais imponentes foram as pirâmides, cuja construção mobilizou mão de obra numerosa e que serviam de sepultura para os faraós e sua família. Já os mortes de origem social mais modesta erram enterrados em sepulturas mais simples, os hipogeus.

Arquitetura As características gerais da arquitetura egípcia são: - Solidez e durabilidade; - Sentimento de eternidade; - Aspecto misterioso e impenetrável.

Os Túmulos A arquitetura funerária do Antigo Egito adotou três formas: a mastaba, a pirâmide e o hipogeu.

Pirâmides Tinham base quadrangular, eram feitas com predas que pesavam cerca de 20 toneladas e mediam cerca de 10 metros de largura, além de serem lapidadas. O interior era um verdadeiro labirinto, que ia dar na câmara funerária, onde estava o túmulo do faraó.

Mastaba A mastaba foi no início o monumento funerário para os faraós da I e II dinastia. A partir da III e IV dinastias, o uso da mastaba estendeu-se à nobreza e à classe sacerdotal, adotando-se então a forma trapezional.

Os hipogeus Os hipogeus constavam de uma câmara funerária com o sarcófago.

Escultura A escultura egípcia foi antes de tudo animista, encontrando sua razão de ser na eternização do homem após a morte. Foi uma estatuária principalmente religiosa. A representação de um faraó ou um nobre era o substituto físico da morte, sua cópia em caso de decomposição do corpo mumificado.

Pintura Na Pintura Egípcia,a decoração colorida era um poderoso elemento de complementação das atitudes religiosas. O local a ser trabalhado primeiramente recebia um revestimento de gesso branco e em seguida se aplicava a tinta sobre gesso. A pintura egípcia tem basicamente a função da escrita. Representa situações do dia-adia (de pessoas simples ou de ilustres, como o faraó), ou serve para passar ao morto todas as instruções necessárias para que o mesmo volte à vida. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS: - Ausência de três dimensões; - Ignorância da profundidade; - Lei da Frontalidade: determinava que o tronco da pessoa fosse representado de frente, enquanto sua cabeça, suas pernas e seus pés eram vistos de perfil; - O tamanho das pessoas e objetos não caracterizava necessariamente a distância um do outro e sim a importância do objeto, o poder e o nível social.

Ciência aplicada Os egípcios desenvolveram um tipo de saber voltado principalmente à resolução de problemas práticos. Esses conhecimentos foram absorvidos e re-elaborados por outros povos. Os egípcios conheciam distintas áreas como a química, a matemática, a astronomia e a medicina.

Curiosidades - Os velhos eram muito respeitados no Egito Antigo, pois eles valorizavam muito o conhecimento acumulado com o passar dos anos; - No Egito Antigo, as crianças começavam a usar roupas a partir dos cinco anos de idade. Os meninos usavam uma tanga e um cinto, enquanto as meninas usavam um vestido; - Somente os templos e túmulos eram feitos de pedra. As outras construções eram feitas de tijolos de barro misturados com palha picada; - As meninos das famílias mais ricas iam para a escola, onde tinham aula com sacerdotes e sábios. As meninas só podiam ir para a escola a partir dos doze anos de idade. As crianças usavam pranchas de gesso e lascas de pedra para escreverem. A escola era muito rigorosa e os castigos físicos eram usados em caso de erros;

- Os filhos de famílias mais pobres (exceto de escravos) aprendiam a profissão do pai em casa ou no local de trabalho. Estas famílias não tinham condições de manterem os filhos numa escola; - Os sarcófagos dos faraós eram feitos de ouro com adornos de pedras preciosas. Quanto mais poderoso e rico o faraó, mais luxuoso era seu sarcófago; - No Egito Antigo havia o divórcio. As mulheres podiam ficar com os filhos e também com parte dos bens do casal. Elas podiam também se casarem novamente; - Os egípcios eram muito supersticiosos e acreditavam que os sonhos sempre significavam algo. Se alguém sonhasse com a queda dos próprios dentes, isso significava que alguém da família poderia morrer.