Precipitação Pluviométrica



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Transcrição:

Precipitação Pluviométrica Capítulo XI Objetivos: 1. Definir chuva e destacar a sua importância agronômica 2. Explicar o processo de formação da chuva 3. Distinguir entre os diferentes tipos de chuva 4. Aplicar o método de Thiessen para chuva média 5. Conceituar precipitação efetiva Desenvolvimento: 1. Generalidades 2. Processo de Formação da Chuva 3. Tipos de Precipitação 4. Medida da Precipitação 5. Precipitação Média Método de Thiessen 6. Precipitação Efetiva 7. Conclusões 8. Exercícios Propostos 9. Bibliografia Citada e Recomendada

1. Generalidades Precipitação pluviométrica ou chuva processo pelo qual a água condensada na atmosfera atinge gravitacionalmente a superfície terrestre. Importância e variabilidade temporal e espacial das chuvas. 2. Processo de Formação da Chuva 2.1. Condensação do Vpd Atmosférico Núcleos de condensação superfície de contato para condensação do vpd. Concentração na atmosfera = 2000 a 5000 unidades/cm 3. Tipos de núcleos partículas de poeira, sal marinho, óxido de enxofre e fósforo provenientes das chaminés industriais. O estado de saturação na atmosfera, responsável pela condensação em torno dos núcleos, pode ser conseguido de duas maneiras: a. Pelo aumento da pressão de vpd na atmosfera, até um valor de saturação nas condições reinantes de pressão e temperatura (aumento da quantidade de vpd) b. Pelo resfriamento do ar úmido até a temperatura do ponto de orvalho, mantendo constante a pressão de vpd no ar. 2.2. Coalescência Elementos de nuvem gotículas de pequeno diâmetro (100 micra) em suspensão na atmosfera. A capacidade de sustentação é maior que a ação da gravidade. Podem evoluir para elementos de precipitação. Elementos de precipitação formados a partir dos elementos de nuvens, através do fenômeno da coalescência, são maiores que os elementos de nuvem. O tamanho, portanto, diferencia entre elementos de nuvens e elementos de precipitação (2 mm). Condições determinantes da coalescência: 1. Diferenças de temperatura entre os elementos das nuvens partículas mais energéticas dirigem-se em direção às menos energéticas 2. Diferenças de tamanho entre os elementos das nuvens menores partículas em direção às maiores, por diferença de gradiente superficial. 3. Movimentos turbulentos dos elementos das nuvens maiores partículas absorvem as menores, devido aos choques. A tendência é o aumento das gotículas. 4. Existência de cargas elétricas entre os elementos de nuvens cargas elétricas opostas se atraem, para o crescimento das gotículas.

3. Tipos de Precipitação Existem três causas primárias de formação da chuva e todas elas têm a ver com a ascensão de massa de ar quente e úmida na atmosfera (FELLOWS, 1975). Tal massa de ar ascende a um nível de menores temperaturas, onde o ponto de orvalho pode ser atingido ou excedido. As diferentes causas de formação e ocorrência da precipitação: Precipitação orográfica resulta quando uma massa de ar quente e úmida movendo-se ao longo de uma região é forçada a ascender, devido a uma obstrução, como altas cadeias de montanha (Figura 1). Figura 1 Precipitação orográfica. Precipitação convectiva resulta como uma massa de ar instável rapidamente se eleva na atmosfera a partir de uma área que se aqueceu. Precipitação frontal resulta do confronto entre duas grandes massas de ar, uma quente e outra fria. Se a massa fria é a que avança, o resultado é uma frente fria; se a quente avança, uma frente quente se desenvolve. (Figura 2) Figura 2 Precipitação frontal (frente fria esquerda e frente quente direita). (Fonte: VAREJÃO-SILVA, 2001). Segundo FELLOWS (1975) pode-se dizer que chuvas orográficas são típicas de regiões onde barreiras topográficas obstruem o livre movimento das massas de ar; chuvas convectivas são os tipos normais de regiões tropicais, devido ao excessivo aquecimento da superfície; e chuvas frontais são o tipo predominante em regiões de média latitude, dominadas por frentes polares.

4. Medida da Precipitação A medida da precipitação é de grande utilidade na propriedade agrícola, pois a chuva constitui-se na principal fonte de água às culturas. A medida é bastante simples, sendo feita com uso do pluviômetro. Os tipos comerciais mais comuns são o Ville de Paris (Figura 3), o Paulista e o tipo Hellmann (Figura 3). Figura 3 Pluviômetros Ville de Paris (esquerda), Paulista (centro) e de Helmann (direita). (Fonte: VAREJÃO-SILVA, 2001). Um pluviômetro é um coletor de água, mas nem todo coletor é um pluviômetro. Nesse sentido, REICHARDT (1986) recomenda diâmetros da seção de captação D variando de 15 a 50 cm. Alguns autores recomendam valores de D entre 8 e 30 cm. Altura de lâmina d água (h) V h = 10 (1) A onde h altura de chuva (mm); V = volume de água coletado (ml) ou (cm 3 ), sendo 1 ml = 1 cm 3 ; A = área da seção de captação de água (cm 2 ). I Intensidade de chuva (I) h t = (2)

Do ponto de vista da intensidade, as chuvas podem ser (REICHARDT, 1986): Chuva fraca: até 2,5 mm/h. Constitui-se de gotas isoladas, facilmente identificáveis. Neste grupo tem-se a garoa precipitação uniforme, de gotículas de diâmetro inferior a 0,5 mm e muito numerosas. Chuva moderada: de 2,5 a 7,5 mm/h. As gotas isoladas são dificilmente observáveis. Formação relativamente rápida de poças dágua. Chuva forte: intensidade superior a 7,5 mm/h. A chuva parece cair em lençóis, não sendo possível identificar gotas isoladas. Observa-se formação rápida de poças dágua. A visibilidade é prejudicada. Além do pluviômetro, utiliza-se também para medir a precipitação o pluviógrafo. Este instrumento registra a quantidade de chuva com o tempo, num gráfico denominado pluviograma. Portanto, pode-se obter diretamente de um pluviograma informações sobre altura de chuva instantânea, altura de chuva durante qualquer intervalo de tempo menor ou igual a 24 h, e indiretamente informações sobre a intensidade de chuva nos mesmos intervalos de tempo mencionados anteriormente. A Figura 4 mostra detalhes de um pluviógrafo e a Figura 5 um segmento de pluviograma. Figura 4 Pluviógrafo de bóia e respectivo esquema de registro e acumulação de água. (Fonte: VAREJÃO-SILVA, 2001).

Figura 5 Parte de pluviograma usado. A linha A-B corresponde a uma sifonagem; as horas estão indicadas no alto; a escala vertical está em milímetros pluviométricos. (Fonte: VAREJÃO- SILVA, 2001). 5. Precipitação Média Método de Thiessen A chuva média numa determinada área, onde mais de um pluviômetro é instalado é obtida pode ser obtida pela média aritmética ou pela média ponderada das alturas de chuva obtidas nos diferentes coletores. Nesse último caso, o fator de ponderação é a área de influência de cada pluviômetro. Esta é a essência do método de Thiessen. Este método é freqüentemente utilizado em áreas de grande extensão, como as bacias hidrográficas. Assim se n é o número total de subáreas de influência dos coletores, a média ponderada das alturas de chuva é dada pela equação 3: h n ( ) h i i= 1 = n i= 1 A i Ai onde h = altura de chuva (mm), A = área de influência do coletor (km 2 ), i = número de ordem da subárea de influência do coletor e n = número total de subáreas, em que área em estudo foi dividida pela aplicação. 6. Precipitação Efetiva A precipitação efetiva (P e ) é um conceito desenvolvido para caracterizar a fração da precipitação total que fica à disposição das plantas, quando a mesma ocorre sobre uma área cultivada. É um importante conceito quando em regiões onde se pratica irrigação, pois a P e deve ser levada em conta na contabilização da quantidade de água aplicada à cultura. (3)

7. Conclusões A chuva é um dos principais elementos meteorológicos determinantes da produção agrícola, juntamente com a radiação solar e temperatura do ar. 8. Exercícios Propostos EP.01. Uma caixa dágua retangular de base 40 x 40 cm contém 9 L de água. Qual a altura de água em mm? EP.02. Um solo absorveu 15 L de água em cada metro quadrado. Qual a altura de água absorvida? EP.03. Um pluviômetro com diâmetro 30 cm, coletou 2328 cm 3 de água em 8 horas. Qual o total de chuva e sua intensidade média? EP.04. Dois pluviômetros, um de área de captação de 200 cm 2 e outro de 500 cm 2 são submetidos a uma chuva e coletam 0,15 e 0,38 L de água, respectivamente. Qual o valor da chuva para os dois pluviômetros. EP.05. Um lote de 5 ha recebeu uma chuva de 12 mm. Quantos m 3 de água atingiram o solo? EP.06. Dois pluviômetros instalados numa mesma área, suficientemente próximos um do outro, foram submetidos a uma chuva de 4 horas e 32 minutos. O diâmetro do pluviômetro P 1 era 60% maior que o diâmetro do pluviômetro P 2. Considerando que P 1 coletou 2100 cm 3 de água, determine o volume coletado por P 2. EP.07. O volume de água acumulada em um pluviômetro de 200 cm 2 de área de captação foi 2 L. Calcular a altura de chuva correspondente. EP.08. Um pluviômetro de 35 cm de diâmetro foi submetido a uma chuva de 4 horas. O volume de água coletado foi de 1.800 cm 3. Determine: (a) a altura de chuva (mm); (b) a intensidade de chuva (mm h -1 ). EP.09. Na determinação da precipitação média de uma região, dispunha-se da precipitação coletada em cinco pluviômetros, como se segue: P 1 = 10,5 mm; P 2 = 8,5 mm; P 3 = 9,2 mm; P 4 = 7,6 mm e P 5 = 8,0 mm. As áreas de influência foram, respectivamente: A 1 = 25 ha, A 2 = A 3 = A 1 + 1/3 A 5 ; A 4 = A 5 = 5/3 A 1. Calcule a precipitação média pelos métodos da média aritmética e da média ponderada (método de Thiessen). 9. Bibliografia Citada e Recomendada DASTANE, N. G. Precipitación efectiva em la agricultura de regadío. FAO Estudo sobre Riego y Avenamiento 25. Rome, Italy. 68 p. FELLOWS, D. K. The Environment of Mankind: an introduction to physical geography. 1978. 484 p. OMETTO, J.C. Bioclimatologia Vegetal. São Paulo: Ceres, 1981. REICHARDT, K. A Água em Sistemas Agrícolas. São Paulo: Manole. 1986. 188 p. TUBELIS, A. e NASCIMENTO, F. J. L. do. Meteorologia descritiva: fundamentos e aplicações brasileiras. São Paulo: Nobel. 1984. 374 p. TUBELIS, A. A Chuva e a Produção agrícola. São Paulo: Nobel. 1988. 85 p. ZUÑIGA, A. C. Agroclimatología. San José: Editorial Universidad Estatal a Distancia. 1985. 520 p.