Balanço de Energia. Capítulo IV. Objetivos:
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- Maria Laura Faria Amorim
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1 Balanço de Energia Capítulo IV Objetivos: 1. Apresentar o balanço de radiação numa superfície; 2. Descrever instrumentos de medição da radiação solar. Desenvolvimento: 1. Generalidades 2. Fluxos adiativos Balanço de radiação de ondas curtas Balanço de radiação de ondas longas adiação líquida 3. Fluxos Não-adiativos 4. epresentação Gráfica do Balanço de adiação 5. Instrumentos e Medição da adiação Solar 6. Conclusões 7. Exercícios Propostos 8. Bibliografia Citada e ecomendada
2 1. Generalidades Fluxos radiativos e não-radiativos de energia na interface superfície terrestre-atmosfera caracterizam as trocas energéticas que determinam os regimes térmicos do solo, água, vegetação e ar atmosférico. Determinando-se (estimando ou medindo) a magnitude destes fluxos num dado intervalo de tempo e área, obtem-se o balanço de energia. 2. Fluxos adiativos 2.1. Balanço de radiação de ondas curtas ns = g r (1) Exemplo Prático 1) Calcule o valor de ns para a área gramada do Exemplo Prático 8 (Capítulo IV) desta apostila. Figura 1. epresentação esquemática do balanço de radiação de ondas curtas.
3 2.2. Balanço de radiação de ondas longas ( ) g 0,34 0,14 ea 1,35 0, go 4 4 T x + T n = solo atm = 35 2 nl σ (2) onde nl = radiação líquida de onda longa que deixa a superfície do solo (MJ m -2 dia -1 ); σ = constante de Stefan-Boltzmann (4,03E-9 MJ K -4 m -2 dia -1 ); T x = temperatura máxima absoluta do ar num intervalo de 24 h (K, sendo K = o C ); T n = temperatura mínima absoluta do ar num intervalo de 24 h (K); e a = pressão atual de vapor d água do ar atmosférico (kpa); g / go = razão de radiação de onda curta ( 1); g = medido ou estimado pela equação 2 (MJ m -2 dia -1 ) e go = estimado pelas equações 3 ou 4 (MJ m -2 dia -1 ). Significado do termo: (,34 0, 14 ea ) 0 (3) Significado do termo: g 1,35 0, 35 go (4) Exemplo Prático 2) Determine nl para a área gramada do Exemplo Prático 1, considerando T x = 26 o C, T n = 21 o C e e a = 2,34 kpa. Figura 2. Esquema do balanço de radiação de ondas curtas e ondas longas no sistema Terra-Atmosfera.
4 2.3. adiação líquida n = ns nl (5) Exemplo Prático 3) Determine n para a área gramada do Exemplo Prático 2. Figura 3. adiômetro líquido, também chamado de saldo radiômetro. 3. Fluxos Não-adiativos A radiação líquida n é a fonte básica de energia para aquecimento do ar (fluxo de calor sensível Q H ), aquecimento do solo (fluxo de calor sensível Q G ) e evaporação da água (fluxo de calor latente Q E ). n= QE + QH QG (6) + onde Q H, Q E e Q G representam fluxos não-radiativos de energia. n n Q E Q H Q H Q E Superfície Q G Q G Período diurno n > 0 Período noturno n < 0 Figura 4. Componentes diurno e noturno do balanço de radiação numa dada superfície. (Fonte JUY et al, 1991).
5 Tabela 1. Valores representativos no período diurno dos componentes da equação 6 para uma área de solo seco e nu e para uma área de cultura sem deficiência de água e em fase de máximo desenvolvimento vegetativo (JUY et al., 1991) Componente do balanço Solo seco e nu Tipo de superfície Área vegetada Q H / n 0,45 0,30 Q E / n 0 0,70 Q G / n 0,55 0 Segundo a equação 6 Energia recebida = Energia perdida, ou seja, [ Q + Q Q ] Q = 0 = n H E+ G. Isso é válido quando a superfície é um plano, portanto sem massa. Quando se considera um volume, a exemplo do perfil do solo, deve-se levar em conta o armazenamento de energia no referido volume. Energia recebida Energia perdida = Variação no Armazenamento de Energia ( Q + Q Q ) (7) n H E + G Tem-se três situações: a) E entra > E sai Q > 0 fluxo convergente, resulta em aquecimento do volume. b) E entra < E sai Q < 0 fluxo divergente, resulta em resfriamento do volume. c) E entra = E sai Q = 0 e, portanto a temperatura do meio não muda. 3. Balanço de Energia numa Folha A importância relativa da reflexão, transmissão e absorção é governada pela estrutura interior da folha e propriedades radiativas dos principais pigmentos da planta (especialmente clorofila e carotenóides). I = radiação incidente = radiação refletida A = radiação absorvida T = radiação transmitida Figura 5. Esquema de partição da radiação solar incidente na superfície de uma folha isolada.
6 Tabela 2. Valores médios de coeficientes de reflexão, transmissão e absorção de folhas verdes para diferentes comprimentos de onda (OKE, 1995). Fenômeno de interação FA (0,38 0,71µm) egiões do espectro eletromagnético IVP (0,71-4 µm) Onda curta (0,35 3 µm) Onda longa (3-100 µm) eflexão 0,09 0,51 0,30 0,05 Transmissão 0,06 0,34 0,20 0,00 Absorção 0,85 0,15 0,50 0,95 i(s) t L i(s) L e(s) n(s) Q H(s) Q E(s) r(s) t r(i) L i(i) L e(i) n(i) Q H(i) Q E(i) i(i) Figura 6. Esquema dos fluxos envolvidos no balanço de radiação (esquerda) e de energia (direita) de uma folha isolada. (OKE, 1995). 4. Conclusões 5. Exercícios Propostos EP.01. Uma área cultivada com abacaxi no município de Cruz das Almas, Bahia (220 m, 12 o 41 S, 39 o 06 W) apresentou um poder refletor de 15% em torno de 60 dias após o plantio, correspondendo aquele ao dia 12 de setembro. Considere para aquele dia: insolação = 7,5 h, temperatura máxima do ar = 27 o C, temperatura mínima do ar = 20 o C e pressão atual de vapor dágua = 2,5 kpa. Determine a radiação líquida disponível (MJ m -2 dia -1 ) na área vegetada naquele dia.
7 EP.02. Uma área cultivada com tomate no município de Jaguaquara, Bahia (350 m, 13 o 44 S, 39 o 48 W) apresentou um poder refletor de 23% no oitavo dia (21 de julho) do estádio de frutificação. Considere para aquele mês: insolação total = 201,5 h, temperatura máxima do ar média = 25,5 o C, temperatura mínima do ar média = 19 o C e pressão atual de vapor dágua média = 15,94 mmhg. Determine a radiação líquida disponível média (mm dia 1 ) na área cultivada naquele dia. OBS.: o = 695,5 cal cm 2 dia Bibliografia Citada e ecomendada ALLEN,. G.; PEEIA, L. S.; AES, D.; SMITH, M. Crop evapotranspiration: guidelines for computing crop water requirements. FAO Irrigation and Drainage Paper 56. ome, Italy p. JUY, W. A.; GADNE, W..; GADNE, W. H. Soil physics. 5ed. New York: John Wiley & Sons, Inc p. OKE, T.. Boundary layer climates. Londres: outledge p. TUBELIS, A. e NASCIMENTO, F. J. L. do. Meteorologia descritiva: fundamentos e aplicações brasileiras. São Paulo: Nobel p. VIANELLO,. L.; ALVES, A.. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: UFV Imprensa Universitária p.
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