FORMAÇÃO DO MUNDO MODERNO

Documentos relacionados
IDADE MODERNA O ABSOLUTISMO

História 1 os anos Ensino Médio Roteiro (Prova mensal e bimestral) 3 o bimestre de 2011 E. M. Prof. Roberson

O que foi o Renascimento Cultural?

RENASCIMENTO REFORMA/MERCANTILISMO PROF. SORMANY ALVES

RENASCIMENTO CULTURAL

RENASCIMENTO CULTURAL E CIENTÍFICO

ABSOLUTISMO REGIME AUTORITÁRIO

As transformações de saberes, crenças e poderes na transição para a Idade Moderna. Profª Ms. Ariane Pereira

O QUE FOI A REFORMA?

Reforma Religiosa. Setor Aula 9 Reforma Religiosa. Aula. Prof. Edu. 1 Origens. 2 Luteranismo. 3 Calvinismo.

INSTITUTO GEREMARIO DANTAS COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARCIAL

Condições Gerais. Políticas: Crise do Feudalismo Crescimento da Burguesia Rei não aceita interferência da Igreja Supranacionalismo Papal

ABSOLUTISMO REGIME AUTORITÁRIO

RENASCIMENTO CULTURAL E CIENTÍFICO

Renascimento. Prof Hamilton Milczvski Jr 1º ano do Ensino Médio História

Crise da Igreja Católica

REFORMAS RELIGIOSAS SÉC XVI.

HISTÓRIA 1 ANO PROF. AMAURY PIO PROF. EDUARDO GOMES ENSINO MÉDIO

Sugestão de Atividades História 7º ano Unidade 4

IDADE MODERNA A REFORMA PROTESTANTE

Roteiro de Estudos para o 3º Bimestre 1 os anos Roberson ago/10. Nome: Nº: Turma:

REVOLUÇÕES INGLESAS FIM DO ABSOLUTISMO INGLÊS SÉC. XVII.

06- Absolutismo/mercantilismo.

Recuperação Final de História Caderno 2: páginas: 23 a 34 Caderno 3 : páginas: 3 a 18. Profª Ms. Ariane Pereira

2. ESTADOS NACIONAIS MODERNOS. Páginas 17 à 28.

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO.

HISTÓRIA. aula Reforma e Contrarreforma

ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO. Profª Viviane Jordão

RENASCIMENTO E REFORMAS RELIGIOSAS

Fatores religiosos: Corrupção do clero religioso : Venda de relíquias sagradas; venda de indulgencias; lotes celestiais; Ignorância do clero a maior

RENASCIMENTO E HUMANISMO. Professor: Magela Silva 7º ano Colégio Antares

A REFORMA PROTESTANTE- MOVIMENTO INICIADO POR MARTINHO LUTERO NO SÉCULO XVI.

Conteúdo para recuperação do I Semestre

CARACTERÍSTICAS GERAIS

ABSOLUTISMO MONÁRQUICO MERCANTILISMO

A consolidação das monarquias na Europa moderna

CONSOLIDAÇÃO DAS MONARQUIAS NA EUROPA MODERNA

Críticas à Igreja Católica

Fim dos regime feudal

RENASCIMENTO. Localização Espacial: Cidades Italianas, Países Baixos e reinos alemães. Localização Temporal: Século XV e XVI

REFORMA PROTESTANTE. 1- CONTEXTO HISTÓRICO: 1.1- Início do século XVI no Norte da Europa.

05- RENASCIMENTO CULTURAL.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015 Revista Que Te Passas?

R enascimento. Prof.: André Vinícius Magalhães

REFORMA E CONTRARREFORMA

AS ORIGENS DO PENSAMENTO MODERNO E A IDÉIA DE MODERNIDADE

IDADE MODERNA O ABSOLUTISMO. Absolutismo ANA CRISTINA.

IDADE MODERNA A REFORMA! PROTESTANTE REFORMA PROTESTANTE

Absolutismo. Setor Aula Absolutismo. Aula. Prof. Edu. 1 Origens. 2 Características. 3 Absolutismo Francês

Econômicas Religiosas Morais Políticas

IDADE MODERNA A REFORMA PROTESTANTE

História. Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo

IDADE MODERNA O RENASCIMENTO CULTURAL

CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI. Atividade de História E. Médio U.E. 08

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 40 A REFORMA RELIGIOSA: ANTECEDENTES

06. REFORMAS RELIGIOSAS

C A R A CTERÍST ICAS:

O ESTADO MODERNO SÃO AS GRANDES NAÇÕES EUROPÉIAS ( países da Europa hoje )

Quando: entre os séculos XIV e XVI;

Reforma Religiosa. Século XVI

ABSOLUTISMO REGIME AUTORITÁRIO

CONTRA-REFORMAS. Concílio de Trento ( ) Liderada pelo Papa Paulo III, reafirmar os Dogmas da Igreja e conter o avanço do protestantismo:

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 PROVA FINAL DE HISTÓRIA

MONARQUIA INGLESA PROCESSO DE FORMAÇÃO.

COLÉGIO SÃO PAULO AULÃO DE HISTÓRIA IDADE MODERNA PROF. FABIANO AZEVEDO 2018

REFORMA E CONTRA-REFORMA

1. Uma sociedade anacrónica

HISTÓRIA GERAL - REFORMA RELIGIOSA

Fortalecimento do poder dos reis

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

Curso de História. Prof. Fabio Pablo. efabiopablo.wordpress.com

História 1 Aula 17 Prof. Thiago

PRÉ-VESTIBULAR - TD 2 FASE ESPECÍFICA - HISTÓRIA GERAL II - TURNO: NOITE PROFESSORA: JÉSSICA DE SOUSA - AULA DIA 11/06/2014

Renascimento. Professor Eustáquio

Prof. Alan Carlos Ghedini

UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP CAMPUS JUNDIAÍ ADMINISTRAÇÃO CURSOS SUPERIORES TRADICIONAIS MERCANTILISMO E LIBERALISMO

A centralização do poder na Idade Moderna: novas formas de fazer política e economia. Profª Ms. Ariane Pereira

Absolutismo TEORIA DO DIREITO DIVINO JACQUES BOSSUET JEAN BODIN

SE LIGA NESSA HISTÓRIA

Lista de exercícios de História - 2º Bimestre. Lista de exercícios

Transição da Idade Média

RENASCIMENTO CULTURAL: SÉC. XIV- XVI - EXERCÍCIOS

Bem Explicado Centro de Explicações Lda. História 8º Ano O Renascimento e a formação da mentalidade moderna

A FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS

Território e gove go r ve n r o

ABSOLUTISMO - LISTA DE EXERCÍCIOS

Preparatório EsPCEx História Geral. Aula 5 O mercantilismo

Preparatório EsPCEx História Geral. Aula 7 O Renascimento cultural

. a d iza r to u a ia p ó C II

Renascimento Cultural. Obra: A criação do homem Pintor:Michelangelo Local: Capela Sistina, Vaticano

ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO

COLÉGIO SHALOM ENSINO FUNDAMENTAL - 7 Ano Profº: Antonio Carlos Disciplina: HISTÓRIA Aluno (a):. No.

Reforma Religiosa. Rompimento da Unidade da Igreja Católica devido ao surgimento de novas religiões.

!" #$! %&% '( CAUSAS: ! "# $ % & ' $ (% & ) * + *, -$. / ++.) */ 0.) 0 0 0*

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 4

4. Re nasc a i sc me i nto Cult l ural ra Páginas 40 à 55.

REFORMA PROTESTANTE E REFORMA CATÓLICA VISÃO PANORÂMICA

Transcrição:

Formação das Monarquias Nacionais Absolutismo Mercantilismo Renascimento Cultural Reforma Protestante 1 FORMAÇÃO DO MUNDO MODERNO

Transição feudal-capitalista 2 Dominação da Nobreza Feudalismo Idade Média ou Período Medieval (séc. V ao XIV) Alta Idade Média (V ao XII) Baixa Idade Média (XII ao XIV) Poder Político descentralizado Retração da vida comercial e urbana Sociedade Estamental e católica

Transição feudal-capitalista 3 A partir da Baixa Idade Média pode-se observar: Altas taxas de natalidade Crises agrárias Crescimento do comércio (burgos) Decadência do modelo feudal Peste Negra As Cruzadas ocorreram nesse período. Organizadas pela Igreja Católica tinham por objetivo a conquista da Terra Santa. No entanto, a consequência mais importante foi a reabertura das rotas comerciais do Mar Mediterrâneo.

A Sociedade Estamental 4 Não havia mobilidade social A burguesia, que fazia parte do povo, ainda que em ascensão financeira não gozava de poderes políticos. Propagação da cultura escrita (Invenção da Imprensa, por Gutemberg) séc. XV Formação de uma nobreza parasitária(nobreza de corte) Poder: Terra + Metais

5 Formação dos Estados Nacionais 1. O processo de centralização do poder 2. Características das Monarquias Nacionais 3. Guerras que influenciaram no processo de formação das Monarquias Nacionais

A centralização do poder e a formação dos Estados Nacionais Formação dos Estados Nacionais Decadência do modo de produção feudal Apoio da igreja e da nobreza interessados em manter seus poderes Crescimento do comércio e da vida urbana 6

Características dos Estados Nacionais 7 Delimitação de fronteiras Moeda Única Unificação dos impostos Formação de um exército permanente e nacional (destaque para o uso da pólvora e do canhão) Concentração de poderes nas mãos dos reis ( Absolutismo Monárquico) Manutenção dos privilégios da nobreza Formação de um corpo burocrático Unificação de pesos e medidas Imposição da justiça real

As Monarquias Nacionais 8 Portugal Guerra da Reconquista (711 a 1492) Revolução de Avis (1383) Espanha Guerra da Reconquista (711 a 1492) Casamento Isabel de Castela e Fernando de Aragão Inglaterra Guerra dos Cem Anos (1337 a 1453) Guerra das Duas Rosas (1455 a 1485) França Guerra dos Cem Anos (1337 a 1453)

9 Absolutismo Monárquico 1. Conceitos gerais 2. Exemplos de Reis Absolutistas 3. Teorias Absolutistas 4. Teóricos Absolutistas

Absolutismo Monárquico 10 Os Estados em consolidação ainda encontravam dificuldades em unificar o poder em torno de uma figura central de poder. Para lidar com essa situação era preciso dar amplos poderes para os reis que funcionavam como guia formador da nova tradição de um Estado e toda a sociedade que o compõe. Contando com a aliança formada com a Igreja, que ajudava na legitimação dessa nova forma de governo, com o apoio da nobreza, os reis absolutistas concentravam poderes em suas mãos.

Ícones do Absolutismo 11 Fig.1: Espanha - Isabel de Castela e Fernando de Aragão Reis Católicos Fig.2: França: Luís XIV, Rei Sol O Estado sou eu

Teorias absolutistas 12 Teoria do Direito Divino dos Reis Teoria do Direito Natural dos Reis O Rei deve prestar contas apenas para Deus, uma vez que ele é seu representante direto na Terra. Principais teóricos: Jean Bodin e Jacques Bossuet O Rei possui um poder natural e social advindo da necessidade de manutenção da ordem. Principais Teóricos: Nicolau Maquiavel e Thomas Hobbes.

Teóricos Absolutistas 13 Nicolau Maquiavel (1469-1527) Obras: O Príncipe e Discurso sobre a Primeira Década de Tito Lívio As questões morais são dissociadas da política. O rei é amoral. O Estado é necessário para manutenção da ordem

Teóricos Absolutistas 14 Thomas Hobbes (1588-1679) Obra: O Leviatã O homem é lobo do homem - Estado Natural O contrato social estabelecidos pelos homens que reconhecem o poder do rei naturalmente Apostila Soma (Coleção Prata) Atividade comentada (p.284)

Teóricos Absolutistas 15 Jean Bodin (1530 1596) Jacques Bossuet (1627 1704) Obra: A República Visão patriarcal em relação ao poder do Rei. O Estado é uma extensão da família O soberano estaria submetido apenas às leis divinas... a mais dura tirania é melhor que a anarquia. Obra: A Política segundo as Sagradas Escrituras O rei é um representante de Deus na terra, ir contra o rei é cometer um sacrilégio.

16 Mercantilismo 1. Conceitos gerais 2. Principais características 3. Políticas mercantilistas

Mercantilismo 17 Política econômica adotada por Estados Absolutistas. O fortalecimento do Estado é o principal objetivo da adoção de políticas intervencionistas que garantiam a acumulação de capital. A riqueza estava associada a acumulação de reservas de metais preciosos

Principais Características 18 Metalismo Intervencionismo Estatal Protecionismo (elevação das taxas alfandegárias) Colonialismo Balança Comercial Favorável Política demográfica

Políticas Mercantilistas 19 Metalismo Portugal/Espanha Possuíam ricas reservas de metais em seus domínios coloniais. Colbertismo França Reinado de Luís XIV Ministro Luís Colbert Investimentos na produção de manufaturas de luxo

Políticas Mercantilistas 20 Comercialismo Inglaterra Investimentos na produção de manufaturas (destaque para o setor têxtil) Conquistou um vasto mercado consumidor Política bem sucedida Cameralismo Sacro Império Germânico Políticas protecionistas, com tarifas alfandegárias diferenciadas para produtos estrangeiros

21 Renascimento Cultural Conceito geral e contextualização Características gerais Artistas Renascentistas Revolução Científica

Renascimento Cultural 22 O Renascimento Cultural pode ser definido como um conjunto de transformações mentais, culturais, artísticas e científicas que marcaram a ruptura com as concepções medievais. O Renascimento não foi homogêneo em toda a Europa, tendo sua origem e esplendor ligados à Península Itálica. O Mecenato foi uma importante prática difundida. Os artistas eram financiados pela Igreja, nobres, reis e burgueses. Importância da invenção dos tipos móveis de impressão, por Gutember

Características do Renascimento 23 Antropocentrismo (exaltação do homem) Racionalismo Individualismo Humanismo Que obra de arte é o homem: tão nobre no raciocínio; tão vário na capacidade; em forma e movimento, tão precioso e admirável, na ação é como um anjo; no entendimento é como um Deus; a beleza do mundo, o exemplo dos animais. Hamlet, William Shakespeare Fig.1: A Criação do Homem. Pintor: Michelângelo Capela Sistina, Vaticano

Características do Renascimento 24 Classicismo (valorização da cultura greco romana) Hedonismo (valorização dos prazeres mundanos) Criticas ao período medieval, considerado inferior Mito histórico: Idade das trevas Fig.2: O Nascimento de Vênus Pintor: Sandro Botticelli Galleria Degli Uffizi, Florença

Características do Renascimento 25 Naturalismo Busca pela perfeição Aproximação da arte com a ciência Utilização de recursos matemáticos nas obras de arte Utilização da tinta a óleo Fig.3: Monalisa Pintor: Leonardo da Vinci Museu do Louvre, Paris

Artistas Renascentistas 26 Michelangelo (1475 1564) Leonardo da Vinci (1452 1519) Fig.4: Davi Academia de Belas Artes de Florença, Florença. Fig.5: A última ceia Refeitório de Santa Maria delle Grazie, MIlão

Artistas Renascentistas 27 Rafael Sânzio (1483 1520) Sandro Botticelli (1455 1510) Fig.6: A Escola de Atenas Palácio Apostólico, Vaticano Fig.7: Marte e Vênus Galeria Nacional de Londres, Londres.

Renascimento Científico 28 Método dedutivo (experimentalismo) Ramificação dos campos científicos Aproximação da arte com a ciência Estudos sobre anatomia e astronomia se destacaram no período Heliocentrismo (Copérnico/ Galileu Galilei)

Renascimento Científico 29 Anatomia Astronomia Fig.8: Estudo dos Embriões (1510-1513) Leonardo da Vinci Fig.9: Teoria Heliocêntrica

30 Reforma Protestante Conceitos Gerais e contextualização Fatores que impulsionaram a Reforma Luteranismo Calvinismo Anglicanismo Contrarreforma

Reforma Protestante 31 A Reforma Protestante representou a quebra da unidade católica na Europa Ocidental. Durante a Idade Média a Igreja Romana vivia seu ápice de poder. A ideologia predominante vinha da Igreja. A emergência dos Estados Nacionais levou alguns soberanos a entrar em conflito com o papa, movidos pelo interesse nas terras da Igreja e na afirmação de seu poder. A Igreja, por sua vez, também passa a ser questionada. O clero passa a ser assolado por uma série de escândalos, acarretando em um crescente desprestígio do papado.

As principais causas que levaram à Reforma 32 Condenação ao lucro, em um momento marcado pela crescente economia que envolvia cada vez um número maior de pessoas. Condenação á usura Venda de cargos eclesiásticos Além das práticas abusivas como a Indulgência e a Simonia Indulgência : Venda de perdão pelos pecados mundanos cometidos pelos homens Simonia : Comercialização de artigos sagrados como espinhos da coroa de Jesus, pedaços do manto de Nossa Senhora, pedaços da cruz...

Luteranismo 33 Martinho Lutero era Monge Agostiniano e lecionava teologia na Universidade de Wittemberg Entrou em atrito com a Igreja por condenar a venda de indulgências 95 teses : compilação de suas ideias A base da salvação humana é a fé Livre interpretação da bíblia Tradução da bíblia para o alemão Abolição dos sacramentos, exceto o batismo e a eucaristia Negação da existência do purgatório (fim da venda de indulgências) Fim do celibato Culto em língua vulgar

Luteranismo 34 Martinho Lutero Fig.10: As 95 teses de Lutero Anabatistas Líder: Thomas Munzer Revolta camponesa influenciada pela ruptura religiosa Lutavam pela reforma agrária e pela abolição dos privilégios feudais Lutero apoiou a repressão

Calvinismo 35 João Calvino O livro Instituição Cristã contém a base dos preceitos calvinistas Teoria da Predestinação Valorização do trabalho Separação entre a Igreja e o Estado Livre Interpretação da Bíblia Negação do culto aos santos Fim do celibato Culto em língua vulgar França Inglaterra Escócia Huguenotes Noite de São Bartolomeu (1572) Puritanos Revolução Puritana (1642 49) Importância na colonização da América Inglesa Presbiterianismo

Anglicanismo 36 Inglaterra Reinado de Henrique VIII Ato de Supremacia: o Rei se torna a autoridade máxima do Estado e da Igreja Elizabeth I consolidou o anglicanismo Ritual similar ao católico Dissolução do casamento com Catarina de Aragão Interesse nas terras da Igreja Henrique VIII Casamento com Ana Bolena e excomunhão da Igreja Criação de uma nova religião (Ato de Supremacia)

Contrarreforma 37 Movimento de renovação da Igreja Católica, ou seja, uma reação à Reforma Protestante Concílio de Trento (1545 1563) convocado pelo para Paulo III Concílio de Trento (1545 1563) Reafirmação dos dogmas Condenou a simonia e regulamentou a venda de indulgências Criação do Index A salvação humana ocorre mediante boas ações e fé Reativação da Santa Inquisição Criação de seminários

Contrarreforma 38 Companhia de Jesus Inácio de Loyola Ação educacional Missão evangelizadora Tiveram importante papel na catequização dos ameríndios

39 Acompanhe o Historiativanet: Blog: http:// Curta nossa página no Facebook: www.facebook.com/historiativa.net Acompanhe nosso Twitter: https://twitter.com/historiativanet Assista vídeos em nosso canal do Youtube: www.youtube.com/user/historiativanetube?feature=mhee