REMUNERAÇÃO DE ADMINISTRADORES APRESENTAÇÃO PARA PREVI Costa do Sauípe, 14/08/2009
AGENDA 1. Equipe 2. Elementos-Chave 3. Caso 1 4. Caso 2 5. Debate
1. EQUIPE
> CONSULTORES SPENCER STUART - Fernando Carneiro - Guilherme Dale > GESTORES PREVI - Joilson Rodrigues Ferreira - Ricardo Ferraz - Aloisio Macário
2. ELEMENTOS-CHAVE
UMA ESTRATÉGIA DE REMUNERAÇÃO DEVE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO UMA SÉRIE DE FATORES > Situação do mercado > Setor da empresa > Situação da empresa > Filosofia dos acionistas/controladores > Desempenho (setor, empresa e executivo) > Práticas do mercado > Outros
ESSA ESTRATÉGIA DEVE INCORPORAR UMA SÉRIE DE PRINCÍPIOS > Ser justa > Poder ser exposta à luz do sol interna e externamente > Ser flexível > Alinhar objetivos entre acionistas e executivos > Contemplar medidas de risco > Contemplar curto, médio e longo prazo
HÁ VÁRIAS FERRAMENTAS DISPONÍVEIS QUE, SE COMBINADAS, OTIMIZAM OS RESULTADOS DE UM PROGRAMA DE REMUNERAÇÃO > Alocação entre salário, bônus (cash), equity e benefícios > Instrumentos de retenção e vesting > Fórmulas matemáticas para determinação de todo ou parte do bônus > Avaliação 360º > Contratos de zero a 4 anos, incluindo mecanismos de severance e saída (non-compete, por exemplo) > Outras
NÃO EXISTE UM PROGRAMA PERFEITO DE REMUNERAÇÃO CADA CASO É UM CASO MAS ALGUNS ERROS DEVEM SER EVITADOS > Remuneração variável concentrada em um ou dois executivos (CEO e CFO), por exemplo > Inexistência de premiação excepcional por resultados excepcionais, onde seja crítica a retenção dos executivos > Não haver desconto em função do risco alto ou de operações fora do core business > Concentração da remuneração somente no curto prazo > Contratos longos e extremamente seguros para muitos executivos
AS MELHORES PRÁTICAS POR VEZES SURPREENDEM > Senso comum: empresas maiores sempre pagam mais - Na realidade, depende do setor, da qualificação dos profissionais e da empresa em si (potencial de crescimento, por exemplo) > Senso comum: a remuneração é diretamente proporcional ao lucro da empresa - Em muitos casos, empresas em situação de turnaround precisam pagar mais para atraírem executivos qualificados e dispostos ao desafio > Senso comum: as empresas definem a remuneração - Executivos excepcionais para aquele desafio podem subverter essa regra
ALGUNS FUNDOS DE PRIVATE EQUITY TÊM UMA FILOSOFIA DE GESTÃO E REMUNERAÇÃO CLARA PARA SUAS PORTFOLIO COMPANIES > Salário baixo e bônus alto > Salário baixo, bônus baixo e alto carried interest > Salário, bônus e benefícios alinhados com o mercado > Compensação de acordo com participação e controle
3. CASO 1
A. Empresa de capital aberto, segunda em valor de mercado no seu setor, atravessava um momento onde era crítico reforçar a sua competência e imagem operacional. B. A líder de mercado, em termos de valor, tinha feito um IPO muito bem sucedido, onde comentava-se que o CFO havia ganho mais de US$ 20 milhões, e possuía uma fortíssima equipe operacional. C....
4. CASO 2
A. Empresa de serviços, líder no seu mercado, extremamente lucrativa, precisava contratar seu VP de Vendas e CFO. Havia a perspectiva de um IPO futuro de alto impacto. B. Os melhores candidatos para a posição de vendas, na sua maioria, pretendiam ganhar muito mais do que a empresa oferecia. C. Candidatos com experiência na condução de IPO s estavam altamente demandados, e com um forte perfil de Investment Banking. D....
5. DEBATE
BIOS > FERNANDO CARNEIRO Fernando Carneiro é o Presidente da Spencer Stuart no Brasil desde 2004 e lidera a prática de Serviços Financeiros na América do Sul, sendo também o líder da prática de Executivos Financeiros no Brasil. Conduziu buscas para Administradores e Conselheiros nas áreas de Private Equity, Mercado Financeiro, Telecomunicações, Serviços, Consumo, Varejo, Energia e Indústria. Anteriormente à Spencer Stuart, foi Diretor-Executivo de outra empresa internacional de Executive Search. Atuou também em posições seniores em instituições financeiras, empresas de consultoria e associações. É formado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado em Administração de Empresas pela COPPEAD/UFRJ.
BIOS > GUILHERME DALE Brasileiro. Graduado em Engenharia, com MBA em Harvard. Fundou a Spencer Stuart em São Paulo em 1976. Renomado no mercado brasileiro por seus vários recrutamentos de CEO e altos executivos para multinacionais e grupos brasileiros Pioneiro no recrutamento de membros profissionais para Conselhos de Administração no Brasil. Inglês fluente. Participa das Práticas de Bens de Consumo e Varejo, Industrial, de Conselhos de Administração e de Avaliação de Equipes de Gestão (Assessment). Baseado em São Paulo. Inglês fluente e bom comando de espanhol e francês.