O QUE É E COMO SE CALCULA O VALOR RESIDUAL PELA PERPETUIDADE
|
|
|
- Suzana Maranhão Ribeiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O QUE É E COMO SE CALCULA O VALOR RESIDUAL O que é valor residual? O que é perpetuidade constante? Como calcular a perpetuidade? Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor da Cavalcante Associados, empresa especializada na elaboração de sistemas financeiros nas áreas de projeções financeiras, preços, fluxo de caixa e avaliação de projetos. A Cavalcante Associados também elabora projetos de capitalização de empresas, assessora na obtenção de recursos estáveis e compra e venda de participações acionárias. O consultor Francisco Cavalcante já desenvolveu mais de 100 projetos de consultoria, principalmente nas áreas de planejamento financeiro, formação do preço de venda, avaliação de empresas e consultoria financeira em geral. Paulo Dragaud Zeppelini([email protected]) Administrador de Empresas com MBA em finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais - IBMEC. Executivo financeiro com carreira desenvolvida em instituições financeiras do segmento de mercado de capitais. Atualmente é consultor da Cavalcante Associados, empresa especializada na elaboração de sistemas financeiros nas áreas de projeções financeiras, preços, fluxo de caixa e avaliação de projetos.
2 ÍNDICE PÁG APRESENTAÇÃO 03 VALOR RESIDUAL 04
3 APRESENTAÇÃO O valor residual corresponde ao valor do projeto no último ano do período de análise. Os métodos mais comuns para se estimar o valor residual de um projeto são o método da perpetuidade e o valor de liquidação dos ativos. Há dois tipos de perpetuidade: perpetuidade constante e perpetuidade com crescimento. Nesse Up-To-Date vamos mostrar o cálculo da perpetuidade sem crescimento (ou constante).
4 VALOR RESIDUAL PELA PERPETUIDADE O método da perpetuidade considera que o fluxo de caixa do período analisado estende-se infinitamente. O valor residual neste caso seria o valor presente deste fluxo de caixa perpétuo, calculado para o último ano do período de análise. Este método considera a capacidade de geração de caixa dos ativos, sendo este o critério adotado por muitas empresas para estimar o seu valor. Há dois tipos de perpetuidade: com e sem crescimento: Perpetuidade sem crescimento (ou constante): A fórmula de cálculo da perpetuidade constante é a seguinte: Valor da Perpetuidade (VP) = Perpetuidade CCP O termo perpetuidade se refere ao fluxo de caixa para o acionista, ou seja, contempla a geração de caixa operacional menos o custo do financiamento de terceiros do investimento. Por esta razão, estamos descontando a perpetuidade pelo CCP. O entendimento da lógica desta fórmula poderá ser dado através do seguinte exemplo: Fluxo de caixa anual de um acionista de adquirir uma empresa em regime de perpetuidade = $1.000 (quanto ele vai colocar no bolso todo ano pelo resto da vida) CCP = 10% ano. Portanto, o valor da perpetuidade é de:
5 VP = $1.000/0,10 = O fluxo de caixa desta perpetuidade é dado pela seguinte expressão: $1.000 $1.000 $1.000 $ N Este período N poderá representar o ano 3, 4, 5, 10, 15, 50 ou qualquer um. Neste ano N, o acionista tem direito ao dividendo de $1.000, mais o valor do principal de ($1000/0,10), que se refere ao período N+1 em diante. Atenção! O valor da perpetuidade de é no momento zero, pois ele começa a acontecer no momento 1 em diante. Uma perpetuidade de $1.000 no momento 1 em diante, vale no momento zero. Uma perpetuidade do momento 2 em diante vale menos.
6 $0 $1.000 $1.000 $ N $9.090,91 Neste caso, a perpetuidade vale no momento 1. Para trazer o valor para o momento zero, divide-se por 1,10 uma vez, chegando-se ao valor de $9.090,91. Uma perpetuidade do momento 3 em diante vale menos ainda. $0 $0 $1.000 $ N $8.264,46 Neste caso, a perpetuidade vale no momento 2. Para trazer o valor para o momento zero, divide-se por 1,10 duas vezes, chegando-se ao valor de $8.264,46.
7 A conclusão que se chega é que o valor da perpetuidade diminui o quanto mais distante do momento zero ela ocorre. Todavia, o conceito mais importante que está por trás da perpetuidade constante é o seguinte: No contexto da perpetuidade constante, os projetos não criam valor para o acionista, pois os lucros retidos são reaplicados à mesma taxa de desconto do fluxo. Exemplo: $1.000 $ N Este é o fluxo de caixa representativo de uma perpetuidade de $1.000 descontada pelo CCP de 10% ao ano. Vamos assumir que no ano 1 somente será distribuído um dividendo de $500, sendo os outros $500 aplicados à taxa de 10% ao ano. Como ficaria o fluxo de caixa?
8 $ $500 $ N $1.050 = $ (0,10 x $500 / reflexo do dividendo retido no ano 1) $ = $1.050 / 0,10 (valor da perpetuidade do ano N+1 em diante) Portanto, num contexto de perpetuidade constante os projetos não criam valor para o acionista. A rigor, a política de dividendos é irrelevante. Ambos os fluxos de caixa apresentados valem a mesma coisa. Importante: Na montagem de um fluxo de caixa, usualmente o valor presente é determinado no momento zero. É convencional assumir a entrada/saída de caixa no momento 1 ocorrendo no último dia do ano 1. A entrada/saída de caixa no momento 2 ocorrendo no último dia do ano 2.
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO E MARKET VALUE ADDED PARTE l
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO E MARKET VALUE ADDED PARTE l! Cálculo do Fluxo de Caixa Descontado (FCD)! Cálculo do MVA! Comparação entre FCD e MVA Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas
O QUE É E COMO SE CALCULA O VALOR RESIDUAL PELA PERPETUIDADE PARTE II
O QUE É E COMO SE CALCULA O VALOR RESIDUAL! Perpetuidade com crescimento.! A taxa de crescimento do Fluxo de Caixa (G).! Valor residual pela liquidação dos ativos. Francisco Cavalcante([email protected])
COMO DEFINIR A META DE LUCRO PARA O ACIONISTA? PARTE ll
COMO DEFINIR A META DE LUCRO PARA O ACIONISTA? PARTE ll! A determinação de uma estrutura patrimonial de partida! A identificação do custo médio ponderado de capital! O cálculo do lucro operacional de equilíbrio
COMO UTILIZAR O FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL PARA VALORIZAR UMA EMPRESA
COMO UTILIZAR O FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL PARA VALORIZAR UMA EMPRESA! Valorizando a empresa para todos os detentores de direitos.! A taxa correta de desconto.! O cálculo da valor residual. Francisco Cavalcante([email protected])
QUAL A DIFERENÇA ENTRE A TIR DA OPERAÇÃO E A TIR DO ACIONISTA?
QUAL A DIFERENÇA ENTRE A TIR DA OPERAÇÃO E A TIR O cálculo da TIR do acionista O cálculo da TIR da operação A diferença entre a TIR da operação e a TIR do acionista Francisco Cavalcante([email protected])
COMO DETERMINAR O EVA IDEAL
COMO DETERMINAR O EVA IDEAL! O conceito de EVA! Verificando a relação entre o EVA e o capital empregado! Determinando o EVA ideal Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado
COMO UTILIZAR AS TAXA DE APLICAÇÃO E CAPTAÇÃO DO DINHEIRO NA FORMAÇÃO DO PREÇO A VISTA E A
COMO UTILIZAR AS TAXA DE APLICAÇÃO E CAPTAÇÃO DO DINHEIRO NA FORMAÇÃO DO PREÇO A VISTA E A Qual o efeito da utilização da taxa de aplicação do dinheiro na formação do preço a vista? Qual o efeito da utilização
COMO DEFINIR A META DE LUCRO PARA O ACIONISTA?
COMO DEFINIR A META DE LUCRO PARA O ACIONISTA?! A determinação de uma estrutura patrimonial de partida! A identificação do custo médio ponderado de capital! O cálculo do lucro operacional de equilíbrio
CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA NA FORMA DE UM PROJETO DE INVESTIMENTO
CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA NA FORMA DE UM PROJETO DE INVESTIMENTO! Revisão de conceitos importantes! O preço como variável em projetos de investimentos! Como eliminar o método de tentativa e erro na definição
OS PROBLEMAS PROVOCADOS PELO RATEIO DE CUSTOS FIXOS EM PROJETOS DE INVESTIMENTO
OS PROBLEMAS PROVOCADOS PELO RATEIO DE CUSTOS FIXOS EM PROJETOS DE INVESTIMENTO! Fluxos de caixa incrementais! O Rateio dos custos fixos! O equívoco do rateio! Exemplo completo Autores: Francisco Cavalcante([email protected])
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO E MARKET VALUE ADDED PARTE ll
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO E MARKET VALUE ADDED PARTE ll! Fluxo de Caixa Descontado e Market Value Added! Cálculo do Fluxo de Caixa Descontado (FCD)! Cálculo do MVA! Comparação entre FCD e MVA Francisco
PREÇO DE VENDA DE UM PRODUTO PARA RECEBIMENTO ANTECIPADO
PREÇO DE VENDA DE UM PRODUTO PARA RECEBIMENTO! Quanto oferecer de desconto quando ocorre o recebimento antecipado.! Montagem do fluxo de caixa. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE Il
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE Il! Fluxos de caixa incrementais! O problema do rateio! Sinergia entre projetos Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador
FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL (FCO) X FLUXO DE CAIXA DO ACIONISTA (FCA)
FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL (FCO) X FLUXO DE CAIXA DO ACIONISTA (FCA)! Qual a diferença entre o FCO e o FCA?! Quando utilizar o FCO e o FCA?! Taxa de desconto a ser utilizada para descontar o FCO e o FCA!
AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE l
AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE l! Os parâmetros para decisão do auditor.! Tipos de planos de amostragem estatística em auditoria. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas
COMO UTILIZAR AS TAXA DE APLICAÇÃO E CAPTAÇÃO DO DINHEIRO NA FORMAÇÃO DO PREÇO A VISTA E A
COMO UTILIZAR AS TAXA DE APLICAÇÃO E CAPTAÇÃO DO DINHEIRO NA FORMAÇÃO DO PREÇO A VISTA E A Qual o efeito da utilização da taxa de aplicação do dinheiro na formação do preço a prazo? Qual o efeito da utilização
UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 34 CAVALCANTE ASSOCIADOS
UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 34 O INDICADOR P/L O que significa Suas limitações Como entender dividendos e valorização O indicador P/L e o modelo de Gordon Irrelevância da política de dividendos Autor: Francisco
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE l
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE l! O tratamento da inflação na montagem do fluxo de caixa.! Imposto de renda e compensação de prejuízos fiscais.! Incentivos
ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE ECONÔMICA E FINANCEIRA (PARTE III)
ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE (PARTE III)! As outras contas do Ativo Circulante e Passivo Circulante.! O que é a variável T- Tesouraria.! Análise da T Tesouraria. Autores: Francisco Cavalcante([email protected])!
COMO CONSTRUIR UM CONJUNTO DE INDICADORES ORIENTADOS PARA O EVA
COMO CONSTRUIR UM CONJUNTO DE INDICADORES ORIENTADOS PARA O EVA! As principais estratégias para se criar valor para o acionista.! Os indicadores que permitem avaliar a estrutura de capital.! Dicas importantes
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE III
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE III! O que é análise de sensibilidade?! O que é análise de cenários?! Identificando e simulando premissas críticas. Francisco
VALUATION PARA COMPRA OU VENDA DE EMPRESAS: DESCONTAR FLUXOS DE CAIXA OU FLUXOS DE LUCRO?
VALUATION PARA COMPRA OU VENDA DE EMPRESAS: DESCONTAR FLUXOS DE CAIXA OU FLUXOS DE LUCRO?! Qual destes dois procedimentos é mais correto?! Valor de uma Empresa Descontando Fluxos de Lucro.! Valor de uma
O CÁLCULO DO SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) E A MARGEM DE EQUILÍBRIO (THRESHOLD MARGIN) - PARTE I! O que é Threshold Margin ou Margem de Equilíbrio?
O CÁLCULO DO SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) E A MARGEM DE EQUILÍBRIO (THRESHOLD MARGIN) - PARTE I! O que é Threshold Margin ou Margem de Equilíbrio?! Qual o efeito no SVA de uma redução na margem operacional?!
ENTENDENDO OS CONCEITOS DE RISCO E RETORNO - (Parte II)
ENTENDENDO OS CONCEITOS DE RISCO E RETORNO - (Parte II)! Como calcular o retorno usando dados históricos?! Como calcular a variância e o desvio padrão?! A análise do retorno através da projeção de retornos
TIPOS DE INVESTIMENTOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA- PARTE ll
TIPOS DE INVESTIMENTOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA- PARTE ll! Investimento pré-operacional! Investimento em giro! Liberação do investimento em giro! Sunk Cost Francisco Cavalcante([email protected])
CUSTO DOS COMPONENTES DA ESTRUTURA DE CAPITAL
CUSTO DOS COMPONENTES DA ESTRUTURA DE! Custo do capital próprio.! Custo do capital de terceiros.! Custo do capital próprio e o Modelo de Gordon.! Ações preferenciais e custo do capital de terceiros. Francisco
Avaliação de Empresas Com base no Fluxo de Lucros ou no Fluxo de Caixa?
Avaliação de Empresas Com base no Fluxo de Lucros ou no Fluxo de Caixa?! O que é melhor: descontar o fluxo de caixa ou o fluxo de lucros?! Qual a melhor medida para avaliar uma empresa para períodos curtos
BUSCAR AUMENTO DE PREÇOS OU DE VOLUME
BUSCAR AUMENTO DE PREÇOS OU DE VOLUME Se os custos fixos aumentarem 10%, quanto devemos buscar de compensação de volume? Se os custos fixos aumentarem 10%, quanto devemos buscar de compensação de preço?
SEPARAÇÃO DO GASTO SEMI-VARIÁVEL ENTRE PARTE FIXA E PARTE VARIÁVEL
SEPARAÇÃO DO GASTO SEMI-VARIÁVEL ENTRE PARTE FIXA E! Gastos variáveis! Gastos fixos! Gastos semi - variáveis Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É
O QUE É SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) A MÉTRICA DE ALFRED RAPPAPORT
O QUE É SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) A! Revisão de conceitos importantes! O que é SV- Shareholder Value! O que é SVA- Shareholder Value Added.! Como calcular o SVA- Shareholder Value Added Autores: Francisco
SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS
SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS! Sistema Price! SAC Autores: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,
COMO FAZER PARA CALCULAR A TIR E O VPL MAIS ALINHADOS COM A REALIDADE
COMO FAZER PARA CALCULAR A TIR E O VPL Os fundamentos da TIR. Por que a MTIR é superior à TIR. Cálculo da MTIR e do VPL mais alinhados com a realidade. Francisco Cavalcante ([email protected])
O QUE É TIR MODIFICADA?
O QUE É TIR MODIFICADA? O que é TIR Modificada? Como calcular a TIR modificada? Como usar uma taxa de captação diferente da taxa de aplicação no cálculo da TIR? Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador
Vantagens e desvantagens da utilização do patrimônio líquido pelo seu valor de mercado na avaliação de empresas
Vantagens e desvantagens da utilização do patrimônio líquido pelo seu valor de mercado na avaliação de empresas! Quais as vantagem da utilização do valor de mercado em relação a utilização do patrimônio
O CÁLCULO DO SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) E A MARGEM DE EQUILÍBRIO (THRESHOLD MARGIN) - PARTE II! O que é Threshold Margin ou Margem de Equilíbrio?
O CÁLCULO DO SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) E A MARGEM DE EQUILÍBRIO (THRESHOLD MARGIN) - PARTE II! O que é Threshold Margin ou Margem de Equilíbrio?! Qual o efeito no SVA de uma redução na margem operacional?!
COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA
COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA Modelo Cox-Ross Rubinstein Árvore recombinante de 3 passos Autores: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor
O TRATAMENTO DAS RECEITAS FINANCEIRAS NA ANÁLISE ECONÔMICA
O TRATAMENTO DAS RECEITAS FINANCEIRAS NA Receita financeira é operacional ou não? Tratamento da receita financeira em separado. Como fazer? Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor
Toda Empresa Deveria Calcular o Seu
RETORNO TOTAL PARA O ACIONISTA (RTA) Toda Empresa Deveria Calcular o Seu Como calcular o RTA? Como implantar o Cálculo? Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,
CVA CASH VALUE ADDED (Um passo à frente do VPL)
CVA CASH VALUE ADDED (Um passo à frente do VPL)! Como medir o excedente de retorno anual em base de caixa! Cash Value Added alinhado com o Economic Value Added (EVA) Francisco Cavalcante ([email protected])
Horizonte de Projeção e Valor Residual na Estimação do Fluxo de Caixa
Horizonte de Projeção e Valor Residual na Estimação do Fluxo de Caixa! Por fluxo de caixa descontado! Por patrimônio! Por múltiplos Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da
OS CUIDADOS A SEREM ADOTADOS NO CÁLCULO DO RETORNO SOBRE O PATRIMÔMIO LÍQUIDO
OS CUIDADOS A SEREM ADOTADOS NO CÁLCULO DO RETORNO SOBRE O Comparação com o custo do capital do acionista Ajustes no patrimônio líquido Ajustes na base de ativos Francisco Cavalcante ([email protected])
COMO CALCULAR O INDICADOR DE COBERTURA DO SERVIÇO DA DÍVIDA (ou como saber se sua empresa sobreviverá) - PARTE I
COMO CALCULAR O INDICADOR DE COBERTURA DO SERVIÇO DA DÍVIDA (ou como saber se sua empresa sobreviverá) - PARTE I! Os dois focos da análise.! Como medir a capacidade de pagamento?! Como calcular o indicador
VALUATION PELO FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL OU O DO ACIONISTA? (a palavra final) 2ª Parte
VALUATION PELO FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL OU O DO ACIONISTA? (a palavra final) 2ª Parte NOVIDADES Exemplo aplicado na avaliação de uma empresa com ciclo de vida definido. Exemplo aplicado na avaliação
INDICADORES FIM e INDICADORES MEIO
INDICADORES FIM e INDICADORES MEIO! Como organizar a análise financeira! Evitando a análise elevador. Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados, empresa
MELHORANDO A CAPACIDADE DE ANÁLISE FINANCEIRA
MELHORANDO A CAPACIDADE DE ANÁLISE! Analisando o fluxo de caixa de um período! As 3 fontes de formação do caixa Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,
Analisando um Projeto sob o Ponto de Vista Econômico (Lucro) e sob o Ponto de Vista Financeiro (Caixa)
Analisando um Projeto sob o Ponto de Vista Econômico (Lucro) e sob o Ponto de Vista Financeiro (Caixa)! Qual a diferença na montagem dos fluxos?! As conclusões são as mesmas? Francisco Cavalcante ([email protected])
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES PARTE II
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES PARTE II Erro Padrão de Estimativa. Correlação. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,
AVALIAÇÃO POR FLUXO DE CAIXA OU FLUXO DE LUCROS? ONDE E COMO
AVALIAÇÃO POR FLUXO DE CAIXA OU FLUXO DE LUCROS? ONDE Na análise do resultado mensal, trimestral, etc. Na análise de novos investimentos No Valuation Francisco Cavalcante ([email protected])
COMO PROJETAR RAPIDAMENTE O CAPITAL DE GIRO LÍQUIDO NA ANÁLISE DE UM NOVO INVESTIMENTO (e alguns cuidados adicionais)
COMO PROJETAR RAPIDAMENTE O CAPITAL DE GIRO LÍQUIDO NA ANÁLISE DE UM NOVO INVESTIMENTO (e alguns cuidados adicionais) Quando projetar o capital de giro líquido? Um procedimento rápido para projetar o CGL.
VALUATION EM MOEDA CONSTANTE E MOEDA NOMINAL
VALUATION EM MOEDA CONSTANTE E MOEDA COMO FAZER DAS DUAS MANEIRAS QUAL A INFLUÊNCIA NO VALOR DA EMPRESA QUAL DAS DUAS MANEIRAS É A MAIS RECOMENDADA Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor
COMO ELABORAR A ANÁLISE ECONÔMICA DE UMA SÉRIE DE DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADO
COMO ELABORAR A ANÁLISE ECONÔMICA DE UMA SÉRIE DE DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADO! Revisão do EVA - o que é e como calculá-lo! Utilidade do EVA na análise de empresas a longo prazo! De que maneira podemos verificar
PRODUTOS NÃO DÃO LUCRO. O QUE DÁ LUCRO É A EMPRESA. PRODUTOS DÃO É MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (Conceitos que você tem que saber 100%)
PRODUTOS NÃO DÃO LUCRO. O QUE DÁ LUCRO É A EMPRESA. PRODUTOS DÃO É MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (Conceitos que você tem que saber 100%) Entendendo e praticando corretamente o conceito de gasto variável e gasto
O QUE É UMA PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - PARTE I
O QUE É UMA PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS -! O que é uma boa projeção?! Quem usa as projeções financeiras?! Para que se usam as projeções financeiras? Fábio Vianna([email protected]) Administrador
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES PARTE III
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES PARTE III Instalando e usando a opção Regressão do Excel. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor da Cavalcante
TIR, MTIR e VPL: O QUE FAZER PARA GANHAR UM DEZ
TIR, MTIR e VPL: O QUE FAZER PARA GANHAR UM DEZ! Selecionar as 3 métricas ou apenas 2 delas?! Como tratar a taxa de reinvestimento para o cálculo da MTIR Francisco Cavalcante ([email protected])
SINERGIAS, SUNK COSTS E CUSTO DE OPORTUNIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM NOVO INVESTIMENTO
SINERGIAS, SUNK COSTS E CUSTO DE OPORTUNIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM NOVO INVESTIMENTO! Três aspectos usualmente esquecidos na avaliação de um novo investimento Francisco Cavalcante ([email protected])
CUIDADOS NA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE
CUIDADOS NA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE Vantagem de ter uma marca própria Preservar a margem de contribuição em percentual ou em valor? Autores: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas
O QUE É CUSTO DE CAPITAL PARTE ll
O QUE É CUSTO DE CAPITAL PARTE ll! REMUNERAÇÃO PELA ESPERA! REMUNERAÇÃO PELO RISCO! COEFICIENTE BETA! A EQUAÇÃO Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV.
COMO SELECIONAR PROJETOS COM
COMO SELECIONAR PROJETOS COM Qual o melhor método para se selecionar projetos Como utilizar o recurso Solver para se selecionar um projeto Autor: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de
COMO CONVERTER DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS PARA A MOEDA AMERICANA (FAS 52) - CASO PRÁTICO
COMO CONVERTER DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS PARA A MOEDA AMERICANA (FAS 52) - CASO PRÁTICO! Caso prático de conversão de um demonstrativo contábil para moeda estrangeira.! Planilha para conversão
COMO CALCULAR O INDICADOR DE COBERTURA DO SERVIÇO DA DÍVIDA (ou como saber se sua empresa sobreviverá) - PARTE II
COMO CALCULAR O INDICADOR DE COBERTURA DO SERVIÇO DA DÍVIDA (ou como saber se sua empresa sobreviverá) - PARTE II! Os dois focos da análise;! Como medir a capacidade de pagamento?! Como calcular o indicador
COMO ANALISAR UM NOVO INVESTIMENTO CONSIDERANDO OS EFEITOS COLATERAIS
COMO ANALISAR UM NOVO INVESTIMENTO CONSIDERANDO OS EFEITOS COLATERAIS O que é um efeito colateral? Quais os exemplos mais comuns? Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante
QUAL A MANEIRA MAIS RÁPIDA (E EFICIENTE) DE FAZER UMA PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
QUAL A MANEIRA MAIS RÁPIDA (E EFICIENTE) DE FAZER UMA PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Projeção integrada de Balanço, Resultado e Fluxo de Caixa Para uma análise econômica e financeira mais simples
ANÁLISE DA LIQUIDEZ: TROCANDO INDICADORES PONTUAIS POR INDICADORES DINÂMICOS
ANÁLISE DA LIQUIDEZ: TROCANDO INDICADORES PONTUAIS POR INDICADORES DINÂMICOS Os 3 indicadores de liquidez pontuais: suas limitações Os 2 indicadores de endividamento pontuais: suas limitações 1 (um) único
TIPOS DE INVESTIMENTOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA- PARTE l
TIPOS DE INVESTIMENTOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA- PARTE l! Tipos de investimento! A depreciação! Valor residual! Economia fiscal gerada Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador
ANÁLISE ECONÔMICA DE CUSTOS E PREÇOS
ANÁLISE ECONÔMICA DE CUSTOS E PREÇOS CASOS PRÁTICOS PARA VOCÊ APLICAR JÁ! Baixando preço e compensando com um aumento no volume das vendas! Considerando apenas 1 (um) produto! Considerando diversos produtos
Francisco Cavalcante Alocação dos gastos fixos para o contrato. Alocação da meta de lucro para o contrato
CASO PRÁTICO REAL (E ESPECIAL) COMO UMA EMPRESA DETERMINOU O PREÇO DE VENDA DO SEU PRODUTO PARA UM CLIENTE QUE CONTRATOU 30% DA SUA PRODUÇÃO PARA UM PERÍODO DE 3 ANOS Alocação dos gastos fixos para o contrato
ANÁLISE DAS RELAÇÕES PREÇO-CUSTO-VOLUME E LUCRO
ANÁLISE DAS RELAÇÕES PREÇO-CUSTO-VOLUME E LUCRO COMO COMPARAR O ORÇADO VERSUS O REALIZADO COMO EXPLICAR AS VARIAÇÕES EM DETALHES Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante
UM PROCEDIMENTO SIMPLIFICADOR PARA FAZER SIMULAÇÕES DO TIPO WHAT-IF EM EMPRESAS QUE OPERAM COM VÁRIOS PRODUTOS
UM PROCEDIMENTO SIMPLIFICADOR PARA FAZER SIMULAÇÕES DO TIPO WHAT-IF EM EMPRESAS QUE OPERAM COM VÁRIOS PRODUTOS Aplicando a fórmula do ponto de equilíbrio em receitas. O procedimento simplificador. Aplicando
AS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE A PROJEÇÃO DO CAPITAL DE GIRO
AS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE A PROJEÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Clientes, Estoques e Fornecedores. Fórmulas e Significados Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante
UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 15
UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 15 CÁLCULO DA PERPETUIDADE COM E SEM CRESCIMENTO O que é valor residual As aplicações da perpetuidade em avaliação de empresas e análise de projetos de investimento Quando utilizar
COMO CALCULAR CORRETAMENTE A CAPACIDADE DE PAGAMENTO DE UMA EMPRESA NUM DETERMINADO PERÍODO
COMO CALCULAR CORRETAMENTE A CAPACIDADE DE PAGAMENTO DE UMA EMPRESA NUM DETERMINADO PERÍODO Cálculo do indicador de cobertura do serviço da dívida. Determinação da geração de caixa operacional. O ajuste
INTEGRANDO AS METODOLOGIAS VPL, TIR, MTIR E PAYBACK
INTEGRANDO AS METODOLOGIAS VPL, TIR, MTIR E PAYBACK! Os pontos comuns entre elas! Eliminando as dúvidas mais usuais Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante & Associados,
O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE I
O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE I O que são medidas de tendência central? Média Aritmética Simples Média Aritmética Ponderada Media Geométrica e Harmônica
COMO PREPARAR O BALANÇO E A DRE PARA UMA ANÁLISE ECONÔMICA
COMO PREPARAR O BALANÇO E A DRE! Os principais ajustes no balanço (e os porquês)! Os principais ajustes na DRE (e os porquês) Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante
COMO UTILIZAR CORRETAMENTE O CUSTO MÉDIO
COMO UTILIZAR CORRETAMENTE O CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL ( CMPC OU WACC)! Qual a taxa adequada para descontar o fluxo de caixa?! Valor do balanço ou valor de mercado? Qual utilizar?! Exemplo de como
