REGRESSÃO LINEAR SIMPLES PARTE III
|
|
|
- Luiz Fernando Belo Farinha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES PARTE III Instalando e usando a opção Regressão do Excel. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor da Cavalcante Associados, empresa especializada na elaboração de sistemas financeiros nas áreas de projeções financeiras, preços, fluxo de caixa e avaliação de projetos. A Cavalcante Associados também elabora projetos de capitalização de empresas, assessora na obtenção de recursos estáveis e compra e venda de participações acionárias. O consultor Francisco Cavalcante já desenvolveu mais de 100 projetos de consultoria, principalmente nas áreas de planejamento financeiro, formação do preço de venda, avaliação de empresas e consultoria financeira em geral. Fábio Vianna([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. Há três anos é consultor da Cavalcante Associados, especializado na elaboração de sistemas de projeções financeiras sempre com o apoio do microcomputador Também é responsável pelo planejamento/coordenação de cursos e seminários, tendo sido responsável pelo planejamento de mais de 150 cursos/seminários realizados nacionalmente tanto pela Cavalcante Associados como por empresas parceiras. UP-TO-DATE - N o 155 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES III 1
2 ÍNDICE PÁG APRESENTAÇÃO 03 INSTALANDO A FERRAMENTA REGRESSÃO DO EXCEL 04 UP-TO-DATE - N o 155 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES III 2
3 APRESENTAÇÃO Neste Up-To-Date vamos apresentar o recurso do Excel Regressão que permitirá ao leitor, utilizando apenas um comando, obter as informações necessárias para a análise de regressão. Para facilitar a demonstração vamos utilizar o mesmo caso prático apresentado nos Up-To-Dates 151 e 152. UP-TO-DATE - N o 155 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES III 3
4 INSTALANDO A FERRAMENTA REGRESSÃO DO EXCEL Para utilizar a ferramenta de regressão do Excel é preciso instalar o suplemento Análise de Dados. Para instalar o recurso, clique em Ferramentas>Suplementos. A seguir, na caixa que se abriu, clique no item Ferramentas de Análise. Depois disto, você poderá usar esta ferramenta. EXEMPLO Vamos utilizar o mesmo exemplo utilizado nos Up-To-Dates anteriores: A B C 1 Semana Clientes Vendas 2 X Y , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,41 UP-TO-DATE - N o 155 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES III 4
5 Para utilizar o comando regressão, clicamos em Ferramentas>Análise de dados. Na caixa Análise de dados escolhemos a ferramenta Regressão. O Excel vai abrir a caixa regressão que deve ser preenchida conforme mostrado abaixo: No campo Intervalo Y de entrada, marcamos a área de nossa variável dependente, que é Vendas (células C4:C23); No campo Intervalo X de entrada, marcamos a área de variáveis independentes (B4:B23); Em opções de Saída, clique em Nova Planilha; Na opção Resíduos, selecione o item Resíduos; Depois clique em OK (as outras opções não serão abordadas neste número). O Excel irá calcular a regressão e apresentará o seguinte quadro: UP-TO-DATE - N o 155 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES III 5
6 RESUMO DOS RESULTADOS Estatística de regressão R múltiplo 0, R-Quadrado 0, R-quadrado 0, ajustado Erro padrão 0, Observaçõe 20 s ANOVA gl SQ MQ F F de significação Regressão 1 46, , ,2188 6,21E-11 Resíduo 18 4, , Total 19 51,3605 Coeficientes Erro padrão Stat t valor-p 95% inferiores 95% superiores Inferior 95,0% Superior 95,0% Interseção 2, , , ,55E-05 1, , , , Variável X 1 0, , ,6462 6,21E-11 0, , , , RESULTADOS DE RESÍDUOS Observação Y previsto Resíduos 1 10, , , , , E , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,43396 UP-TO-DATE - N o 155 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES III 6
7 Esta tabela apresenta várias informações. Vamos pela ordem: Célula B4: temos o coeficiente de correlação Célula B5: temos o valor do coeficiente de determinação. B7: Erro padrão C12: Soma dos quadrados da regressão (SQReg) C13: Soma dos quadrados dos resíduos (SQR) C14: Soma dos quadrados (SQT) B17: Valor de a B18: Valor de b Linhas 25 a 44: temos o cálculo do valor dos resíduos. É visível a vantagem deste recurso, que apresenta em uma mesma planilha todas as informações das quais precisamos para fazermos nossa análise de regressão. Então, da mesma forma como foi calculado nos Up-To-Dates 151 e 152 temos a seguinte equação de regressão: Y = 2, , * X Em futuros Up-To-Dates vamos analisar as outras informações apresentadas por este recurso, aplicadas também a regressões múltiplas. UP-TO-DATE - N o 155 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES III 7
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES PARTE II
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES PARTE II Erro Padrão de Estimativa. Correlação. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS ESTATÍSTICOS AVANÇADOS DO EXCEL PROJ.LIN
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS ESTATÍSTICOS Fazendo regressão linear e logarítmica Relacionando variáveis e criando uma equação para explicá-las Como checar se as variáveis estão relacionadas Quando utilizar o
COMO SELECIONAR PROJETOS COM
COMO SELECIONAR PROJETOS COM Qual o melhor método para se selecionar projetos Como utilizar o recurso Solver para se selecionar um projeto Autor: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de
COMO CONVERTER DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS PARA A MOEDA AMERICANA (FAS 52) - CASO PRÁTICO
COMO CONVERTER DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS PARA A MOEDA AMERICANA (FAS 52) - CASO PRÁTICO! Caso prático de conversão de um demonstrativo contábil para moeda estrangeira.! Planilha para conversão
QUAL A DIFERENÇA ENTRE A TIR DA OPERAÇÃO E A TIR DO ACIONISTA?
QUAL A DIFERENÇA ENTRE A TIR DA OPERAÇÃO E A TIR O cálculo da TIR do acionista O cálculo da TIR da operação A diferença entre a TIR da operação e a TIR do acionista Francisco Cavalcante([email protected])
PREÇO DE VENDA DE UM PRODUTO PARA RECEBIMENTO ANTECIPADO
PREÇO DE VENDA DE UM PRODUTO PARA RECEBIMENTO! Quanto oferecer de desconto quando ocorre o recebimento antecipado.! Montagem do fluxo de caixa. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas
CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA NA FORMA DE UM PROJETO DE INVESTIMENTO
CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA NA FORMA DE UM PROJETO DE INVESTIMENTO! Revisão de conceitos importantes! O preço como variável em projetos de investimentos! Como eliminar o método de tentativa e erro na definição
COMO DETERMINAR O EVA IDEAL
COMO DETERMINAR O EVA IDEAL! O conceito de EVA! Verificando a relação entre o EVA e o capital empregado! Determinando o EVA ideal Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado
COMO DEFINIR A META DE LUCRO PARA O ACIONISTA?
COMO DEFINIR A META DE LUCRO PARA O ACIONISTA?! A determinação de uma estrutura patrimonial de partida! A identificação do custo médio ponderado de capital! O cálculo do lucro operacional de equilíbrio
CONCILIAÇÃO ENTRE A TIR E O ROI: UMA ABORDAGEM MATEMÁTICA E CONTÁBIL DO RETORNO DE ACOMPANHA PLANILHA DE CÁLCULO
UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 28 CONCILIAÇÃO ENTRE A TIR E O ROI: UMA ABORDAGEM MATEMÁTICA E CONTÁBIL DO RETORNO DE INVESTIMENTO INTEGRAÇÃO ENTRE O CAIXA E O LUCRO ACOMPANHA PLANILHA DE CÁLCULO CAVALCANTE
CUSTOS SEMIVARIÁVEIS A Segregação entre a Parcela Fixa e a Parcela Variável
CUSTOS SEMIVARIÁVEIS A Segregação entre a Parcela Fixa e a Parcela Variável Amostragem de 6 meses passados Utilizando os dados obtidos para fazer uma equação de projeção. Aplicação de técnicas de métodos
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO E MARKET VALUE ADDED PARTE l
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO E MARKET VALUE ADDED PARTE l! Cálculo do Fluxo de Caixa Descontado (FCD)! Cálculo do MVA! Comparação entre FCD e MVA Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas
ANÁLISE DAS RELAÇÕES PREÇO-CUSTO-VOLUME E LUCRO
ANÁLISE DAS RELAÇÕES PREÇO-CUSTO-VOLUME E LUCRO COMO COMPARAR O ORÇADO VERSUS O REALIZADO COMO EXPLICAR AS VARIAÇÕES EM DETALHES Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante
O QUE É E COMO SE CALCULA O VALOR RESIDUAL PELA PERPETUIDADE
O QUE É E COMO SE CALCULA O VALOR RESIDUAL O que é valor residual? O que é perpetuidade constante? Como calcular a perpetuidade? Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado
COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA
COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA Modelo Cox-Ross Rubinstein Árvore recombinante de 3 passos Autores: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor
QUAL A MANEIRA MAIS RÁPIDA (E EFICIENTE) DE FAZER UMA PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
QUAL A MANEIRA MAIS RÁPIDA (E EFICIENTE) DE FAZER UMA PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Projeção integrada de Balanço, Resultado e Fluxo de Caixa Para uma análise econômica e financeira mais simples
CUIDADOS NA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE
CUIDADOS NA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE Vantagem de ter uma marca própria Preservar a margem de contribuição em percentual ou em valor? Autores: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas
TIR, MTIR e VPL: O QUE FAZER PARA GANHAR UM DEZ
TIR, MTIR e VPL: O QUE FAZER PARA GANHAR UM DEZ! Selecionar as 3 métricas ou apenas 2 delas?! Como tratar a taxa de reinvestimento para o cálculo da MTIR Francisco Cavalcante ([email protected])
CVA CASH VALUE ADDED (Um passo à frente do VPL)
CVA CASH VALUE ADDED (Um passo à frente do VPL)! Como medir o excedente de retorno anual em base de caixa! Cash Value Added alinhado com o Economic Value Added (EVA) Francisco Cavalcante ([email protected])
ENTENDENDO OS CONCEITOS DE RISCO E RETORNO - (Parte II)
ENTENDENDO OS CONCEITOS DE RISCO E RETORNO - (Parte II)! Como calcular o retorno usando dados históricos?! Como calcular a variância e o desvio padrão?! A análise do retorno através da projeção de retornos
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE I): XTIR, XVPL E MTIR
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE I): XTIR, XVPL E MTIR! Planilha entregue para a resolução de exercícios! Utilidades na avaliação de projetos com fluxos de caixa diferentes!
COMO DEFINIR A META DE LUCRO PARA O ACIONISTA? PARTE ll
COMO DEFINIR A META DE LUCRO PARA O ACIONISTA? PARTE ll! A determinação de uma estrutura patrimonial de partida! A identificação do custo médio ponderado de capital! O cálculo do lucro operacional de equilíbrio
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES O que é uma regressão linear simples. Fazendo a regressão "na mão". Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor da
INTEGRANDO AS METODOLOGIAS VPL, TIR, MTIR E PAYBACK
INTEGRANDO AS METODOLOGIAS VPL, TIR, MTIR E PAYBACK! Os pontos comuns entre elas! Eliminando as dúvidas mais usuais Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante & Associados,
COMO CALCULAR CORRETAMENTE A CAPACIDADE DE PAGAMENTO DE UMA EMPRESA NUM DETERMINADO PERÍODO
COMO CALCULAR CORRETAMENTE A CAPACIDADE DE PAGAMENTO DE UMA EMPRESA NUM DETERMINADO PERÍODO Cálculo do indicador de cobertura do serviço da dívida. Determinação da geração de caixa operacional. O ajuste
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE l
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE l! O tratamento da inflação na montagem do fluxo de caixa.! Imposto de renda e compensação de prejuízos fiscais.! Incentivos
COMO AVALIAR UM NOVO INVESTIMENTO PELO FLUXO DE CAIXA E PELO FLUXO DE LUCRO (CASO PRÁTICO COMPLETO)
COMO AVALIAR UM NOVO INVESTIMENTO PELO FLUXO DE CAIXA E PELO FLUXO DE LUCRO (CASO PRÁTICO COMPLETO) Obtendo o mesmo resultado VPL igual a MVA (valor presente dos EVAs) Por que descontar fluxo de caixa
COMO PROJETAR RAPIDAMENTE O CAPITAL DE GIRO LÍQUIDO NA ANÁLISE DE UM NOVO INVESTIMENTO (e alguns cuidados adicionais)
COMO PROJETAR RAPIDAMENTE O CAPITAL DE GIRO LÍQUIDO NA ANÁLISE DE UM NOVO INVESTIMENTO (e alguns cuidados adicionais) Quando projetar o capital de giro líquido? Um procedimento rápido para projetar o CGL.
COMO UTILIZAR AS TAXA DE APLICAÇÃO E CAPTAÇÃO DO DINHEIRO NA FORMAÇÃO DO PREÇO A VISTA E A
COMO UTILIZAR AS TAXA DE APLICAÇÃO E CAPTAÇÃO DO DINHEIRO NA FORMAÇÃO DO PREÇO A VISTA E A Qual o efeito da utilização da taxa de aplicação do dinheiro na formação do preço a prazo? Qual o efeito da utilização
AS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE A PROJEÇÃO DO CAPITAL DE GIRO
AS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE A PROJEÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Clientes, Estoques e Fornecedores. Fórmulas e Significados Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante
COMO ANALISAR UM NOVO INVESTIMENTO CONSIDERANDO OS EFEITOS COLATERAIS
COMO ANALISAR UM NOVO INVESTIMENTO CONSIDERANDO OS EFEITOS COLATERAIS O que é um efeito colateral? Quais os exemplos mais comuns? Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante
COMO FAZER PARA CALCULAR A TIR E O VPL MAIS ALINHADOS COM A REALIDADE
COMO FAZER PARA CALCULAR A TIR E O VPL Os fundamentos da TIR. Por que a MTIR é superior à TIR. Cálculo da MTIR e do VPL mais alinhados com a realidade. Francisco Cavalcante ([email protected])
VALUATION PELO FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL OU O DO ACIONISTA? (a palavra final) 2ª Parte
VALUATION PELO FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL OU O DO ACIONISTA? (a palavra final) 2ª Parte NOVIDADES Exemplo aplicado na avaliação de uma empresa com ciclo de vida definido. Exemplo aplicado na avaliação
UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 34 CAVALCANTE ASSOCIADOS
UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 34 O INDICADOR P/L O que significa Suas limitações Como entender dividendos e valorização O indicador P/L e o modelo de Gordon Irrelevância da política de dividendos Autor: Francisco
Módulo 2 AVALIAÇÃO DA DEMANDA EM TRANSPORTES
Módulo 2 AVALIAÇÃO DA DEMANDA EM TRANSPORTES Conceitos Iniciais Prever é a arte e a ciência de predizer eventos futuros, utilizandose de dados históricos e sua projeção para o futuro, de fatores subjetivos
SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS
SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS! Sistema Price! SAC Autores: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,
VALUATION PARA COMPRA OU VENDA DE EMPRESAS: DESCONTAR FLUXOS DE CAIXA OU FLUXOS DE LUCRO?
VALUATION PARA COMPRA OU VENDA DE EMPRESAS: DESCONTAR FLUXOS DE CAIXA OU FLUXOS DE LUCRO?! Qual destes dois procedimentos é mais correto?! Valor de uma Empresa Descontando Fluxos de Lucro.! Valor de uma
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE III): GERENCIAMENTO DE CENÁRIOS
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE III): GERENCIAMENTO DE CENÁRIOS! Criando cenários a partir do Solver! Planilha entregue para a resolução de exercícios! Como alterar rapidamente
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO E MARKET VALUE ADDED PARTE ll
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO E MARKET VALUE ADDED PARTE ll! Fluxo de Caixa Descontado e Market Value Added! Cálculo do Fluxo de Caixa Descontado (FCD)! Cálculo do MVA! Comparação entre FCD e MVA Francisco
COMO UTILIZAR AS TAXA DE APLICAÇÃO E CAPTAÇÃO DO DINHEIRO NA FORMAÇÃO DO PREÇO A VISTA E A
COMO UTILIZAR AS TAXA DE APLICAÇÃO E CAPTAÇÃO DO DINHEIRO NA FORMAÇÃO DO PREÇO A VISTA E A Qual o efeito da utilização da taxa de aplicação do dinheiro na formação do preço a vista? Qual o efeito da utilização
O QUE É UMA PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - PARTE I
O QUE É UMA PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS -! O que é uma boa projeção?! Quem usa as projeções financeiras?! Para que se usam as projeções financeiras? Fábio Vianna([email protected]) Administrador
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE III
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE III! O que é análise de sensibilidade?! O que é análise de cenários?! Identificando e simulando premissas críticas. Francisco
O CÁLCULO DO SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) E A MARGEM DE EQUILÍBRIO (THRESHOLD MARGIN) - PARTE II! O que é Threshold Margin ou Margem de Equilíbrio?
O CÁLCULO DO SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) E A MARGEM DE EQUILÍBRIO (THRESHOLD MARGIN) - PARTE II! O que é Threshold Margin ou Margem de Equilíbrio?! Qual o efeito no SVA de uma redução na margem operacional?!
Francisco Cavalcante Alocação dos gastos fixos para o contrato. Alocação da meta de lucro para o contrato
CASO PRÁTICO REAL (E ESPECIAL) COMO UMA EMPRESA DETERMINOU O PREÇO DE VENDA DO SEU PRODUTO PARA UM CLIENTE QUE CONTRATOU 30% DA SUA PRODUÇÃO PARA UM PERÍODO DE 3 ANOS Alocação dos gastos fixos para o contrato
Francisco Cavalcante
COMO MEDIR O QUANTO UMA VARIÁVEL É MAIS IMPORTANTE DO QUE OUTRA (quantas vezes a variável preço é mais importante do que a variável volume de vendas, por exemplo?) Como ranquear as variáveis por critério
COMO UTILIZAR O FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL PARA VALORIZAR UMA EMPRESA
COMO UTILIZAR O FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL PARA VALORIZAR UMA EMPRESA! Valorizando a empresa para todos os detentores de direitos.! A taxa correta de desconto.! O cálculo da valor residual. Francisco Cavalcante([email protected])
VALUATION EM MOEDA CONSTANTE E MOEDA NOMINAL
VALUATION EM MOEDA CONSTANTE E MOEDA COMO FAZER DAS DUAS MANEIRAS QUAL A INFLUÊNCIA NO VALOR DA EMPRESA QUAL DAS DUAS MANEIRAS É A MAIS RECOMENDADA Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor
OS CUIDADOS A SEREM ADOTADOS NO CÁLCULO DO RETORNO SOBRE O PATRIMÔMIO LÍQUIDO
OS CUIDADOS A SEREM ADOTADOS NO CÁLCULO DO RETORNO SOBRE O Comparação com o custo do capital do acionista Ajustes no patrimônio líquido Ajustes na base de ativos Francisco Cavalcante ([email protected])
Avaliação de Empresas Com base no Fluxo de Lucros ou no Fluxo de Caixa?
Avaliação de Empresas Com base no Fluxo de Lucros ou no Fluxo de Caixa?! O que é melhor: descontar o fluxo de caixa ou o fluxo de lucros?! Qual a melhor medida para avaliar uma empresa para períodos curtos
ANÁLISE DA LIQUIDEZ: TROCANDO INDICADORES PONTUAIS POR INDICADORES DINÂMICOS
ANÁLISE DA LIQUIDEZ: TROCANDO INDICADORES PONTUAIS POR INDICADORES DINÂMICOS Os 3 indicadores de liquidez pontuais: suas limitações Os 2 indicadores de endividamento pontuais: suas limitações 1 (um) único
MELHORANDO A CAPACIDADE DE ANÁLISE FINANCEIRA
MELHORANDO A CAPACIDADE DE ANÁLISE! Analisando o fluxo de caixa de um período! As 3 fontes de formação do caixa Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE Il
RELEMBRANDO ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES NA MONTAGEM DO FLUXO DE CAIXA - PARTE Il! Fluxos de caixa incrementais! O problema do rateio! Sinergia entre projetos Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador
O TRATAMENTO DAS RECEITAS FINANCEIRAS NA ANÁLISE ECONÔMICA
O TRATAMENTO DAS RECEITAS FINANCEIRAS NA Receita financeira é operacional ou não? Tratamento da receita financeira em separado. Como fazer? Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor
AS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE O EVA (Economic Value Added)
AS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE O EVA (Economic Value Added) Metodologia para avaliar resultados ou investimentos? EVAs positivos significam desempenho superior? O que fazer para aumentar o EVA? Francisco
ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE ECONÔMICA E FINANCEIRA (PARTE III)
ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE (PARTE III)! As outras contas do Ativo Circulante e Passivo Circulante.! O que é a variável T- Tesouraria.! Análise da T Tesouraria. Autores: Francisco Cavalcante([email protected])!
Analisando um Projeto sob o Ponto de Vista Econômico (Lucro) e sob o Ponto de Vista Financeiro (Caixa)
Analisando um Projeto sob o Ponto de Vista Econômico (Lucro) e sob o Ponto de Vista Financeiro (Caixa)! Qual a diferença na montagem dos fluxos?! As conclusões são as mesmas? Francisco Cavalcante ([email protected])
O CÁLCULO DO SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) E A MARGEM DE EQUILÍBRIO (THRESHOLD MARGIN) - PARTE I! O que é Threshold Margin ou Margem de Equilíbrio?
O CÁLCULO DO SVA (SHAREHOLDER VALUE ADDED) E A MARGEM DE EQUILÍBRIO (THRESHOLD MARGIN) - PARTE I! O que é Threshold Margin ou Margem de Equilíbrio?! Qual o efeito no SVA de uma redução na margem operacional?!
SEPARAÇÃO DO GASTO SEMI-VARIÁVEL ENTRE PARTE FIXA E PARTE VARIÁVEL
SEPARAÇÃO DO GASTO SEMI-VARIÁVEL ENTRE PARTE FIXA E! Gastos variáveis! Gastos fixos! Gastos semi - variáveis Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É
AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE l
AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE l! Os parâmetros para decisão do auditor.! Tipos de planos de amostragem estatística em auditoria. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas
FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL (FCO) X FLUXO DE CAIXA DO ACIONISTA (FCA)
FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL (FCO) X FLUXO DE CAIXA DO ACIONISTA (FCA)! Qual a diferença entre o FCO e o FCA?! Quando utilizar o FCO e o FCA?! Taxa de desconto a ser utilizada para descontar o FCO e o FCA!
AVALIAÇÃO POR FLUXO DE CAIXA OU FLUXO DE LUCROS? ONDE E COMO
AVALIAÇÃO POR FLUXO DE CAIXA OU FLUXO DE LUCROS? ONDE Na análise do resultado mensal, trimestral, etc. Na análise de novos investimentos No Valuation Francisco Cavalcante ([email protected])
BUSCAR AUMENTO DE PREÇOS OU DE VOLUME
BUSCAR AUMENTO DE PREÇOS OU DE VOLUME Se os custos fixos aumentarem 10%, quanto devemos buscar de compensação de volume? Se os custos fixos aumentarem 10%, quanto devemos buscar de compensação de preço?
UM PROCEDIMENTO SIMPLIFICADOR PARA FAZER SIMULAÇÕES DO TIPO WHAT-IF EM EMPRESAS QUE OPERAM COM VÁRIOS PRODUTOS
UM PROCEDIMENTO SIMPLIFICADOR PARA FAZER SIMULAÇÕES DO TIPO WHAT-IF EM EMPRESAS QUE OPERAM COM VÁRIOS PRODUTOS Aplicando a fórmula do ponto de equilíbrio em receitas. O procedimento simplificador. Aplicando
COMO MELHORAR A FORMA DE APRESENTAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
COMO MELHORAR A FORMA DE Com base em demonstrações contábeis encerradas Modelo com superávit e modelo com déficit Evidenciando o EBITDA Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO Permite avaliar se existe relação entre o comportamento de duas ou mais variáveis e em que medida se dá tal interação. Gráfico de Dispersão A relação entre duas variáveis pode ser
Toda Empresa Deveria Calcular o Seu
RETORNO TOTAL PARA O ACIONISTA (RTA) Toda Empresa Deveria Calcular o Seu Como calcular o RTA? Como implantar o Cálculo? Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,
COMO FINALIZAR A APRESENTAÇÃO DE UM FLUXO DE CAIXA ELABORADO COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES CONTÁVEIS (um formato ideal)
COMO FINALIZAR A APRESENTAÇÃO DE UM FLUXO DE CAIXA ELABORADO COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES CONTÁVEIS (um formato ideal) As três últimas linhas. Analisando com facilidade uma situação de déficit. Analisando
SINERGIAS, SUNK COSTS E CUSTO DE OPORTUNIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM NOVO INVESTIMENTO
SINERGIAS, SUNK COSTS E CUSTO DE OPORTUNIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM NOVO INVESTIMENTO! Três aspectos usualmente esquecidos na avaliação de um novo investimento Francisco Cavalcante ([email protected])
O RISCO BRASIL ! O QUE É O EMBI! TÍTULOS SOBERANOS BRASILEIROS
O RISCO BRASIL! O QUE É O EMBI! TÍTULOS SOBERANOS BRASILEIROS Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados, empresa especializada na elaboração de sistemas
INDICADORES FIM e INDICADORES MEIO
INDICADORES FIM e INDICADORES MEIO! Como organizar a análise financeira! Evitando a análise elevador. Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados, empresa
Regressões: Simples e MúltiplaM. Prof. Dr. Luiz Paulo Fávero 1
Regressões: Simples e MúltiplaM Prof. Dr. Luiz Paulo FáveroF Prof. Dr. Luiz Paulo Fávero 1 1 Técnicas de Dependência Análise de Objetivos 1. Investigação de dependências entre variáveis. 2. Avaliação da
