Segurança em Sistemas Pneumáticos



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Transcrição:

Segurança em Sistemas Pneumáticos Celso Tadeu Carciofi

LÍDER NA TECNOLOGIA DE VÁLVULAS DE SEGURANÇA PARA PRENSAS DESDE 1950 2005 2000 1995 1980 1976 1967 1962 1954

Segurança em Sistemas Pneumáticos Comando do freio/embreagem de prensas mecânicas Prensas pneumáticas e similares Isolamento da energia pneumática para intervenções de manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras.

Segurança em Sistemas Pneumáticos Comando do freio/embreagem de prensas mecânicas

FREIO E EMBREAGEM CONJUGADOS Com a despressurização o freio interrompe o movimento do martelo da prensa. Esta é uma representação simplificada, no sistema freio/embreagem várias molas asseguram a frenagem. Sem ar comprimido o freio está acoplado e a embreagem liberada. EMBREAGEM POSIÇÃO INICIAL FREIO

FREIO E EMBREAGEM CONJUGADOS Quando a pressão de reação das molas é atingida, o martelo inicia o movimento de descida. A pressão máxima é alcançada antes do início prensagem. Quando o sistema freio/embreagem é pressurizado, a embreagem é acoplada e o freio liberado. A pressão para vencer as molas é de aproximadamente 2 bar, a pressão de operação normalmente é de 5,5/6,0 bar, necessária para assegurar o torque máximo da embreagem. EMBREAGEM ATUADO FREIO

SISTEMA FREIO/EMBREAGEM COMANDADO POR VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL EMBREAGEM FREIO Prensa parada Com o solenoide desligado, a válvula está em posição inicial. A entrada está fechada e o freio/embreagem conectado, através do escape da válvula, com a atmosfera. SAÍDA ESCAPE VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. ENTRADA POSIÇÃO INICIAL

SISTEMA FREIO/EMBREAGEM COMANDADO POR VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL EMBREAGEM FREIO Martelo em movimento Solenoide atuado, o escape é fechado e a entrada conectada à saída, pressurizando o freio/embreagem. VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL SAÍDA Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. ATUADO ESCAPE ENTRADA O travamento da válvula na posição aberta, ou o retardo no retorno do êmbolo principal, resulta na repetição de golpe da prensa. O acionamento inesperado também pode ocorrer.

VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Válvula de Comando Solenoide ESCAPE Uma mola mantém a passagem fechada A área de pilotagem está conectada à atmosfera através do escape da válvula de comando ESCAPE Válvula Principal SAÍDA ENTRADA Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. POSIÇÃO INICIAL A entrada da válvula principal está fechada e a saída conectada ao escape

VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Solenoide ligado ESCAPE O núcleo é atraído pilotando a válvula principal ESCAPE SAÍDA ENTRADA Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. ATUADA

VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Solenoide desligado Vazamento no assento da válvula de comando pode causar acionamento inesperado, ou retardar a despressurização do piloto Impurezas podem causar a obstrução do escape da válvula de comando, retardando a despressurização do piloto ESCAPE O travamento da válvula na posição aberta, ou o retardo no retorno do êmbolo principal, resulta na repetição de golpe da prensa. O acionamento inesperado também pode ocorrer. ENTRADA Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. POSIÇÃO INICIAL SAÍDA Materiais estranhos à válvula, ou vedações danificadas, podem impedir a perfeita vedação, causando vazamento e pressão residual (contrapressão), resultando em aumento do tempo de frenagem.

NR 12 4.1. As prensas mecânicas excêntricas com freio ou embreagem pneumático, as prensas pneumáticas e seus respectivos similares, devem ser comandados por válvula de segurança específica com fluxo cruzado, monitoramento dinâmico e livre de pressão residual.

Válvulas de Segurança DM² Monitoração e Memória Dinâmicas Certificada pela BG Alemanha Válvulas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas e outras aplicações categoria 4: Com monitoração dinâmica todos os componentes da monitoração mudam de estado a cada ciclo; Com memória dinâmica o sistema interno de monitoração bloqueia a válvula, e impede acionamentos adicionais, sempre que na atuação ou reposição dos elementos principais ocorrer uma defasagem maior que 0,1 segundo (sistema exclusivo ROSS); Após a despressurização e pressurização da entrada, a válvula mantém a condição anterior de bloqueio ou operação. Não é necessário o rearme no início do período de trabalho; Monitoração dinâmica (categoria 4) entre válvulas em prensas com freio e embreagem separados (sistema exclusivo ROSS); Fluxo cruzado; Solenoide para rearme (reset) incorporado; Patentes nos Estados Unidos 6840258, 6840259 e patentes pendentes em outros países Pressostato opcional para sinalização.

DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 O comando de acionamento é alimentado pelo fluxo cruzado. Escape Saída Entrada Pequena passagem Retorno final pneumático. POSIÇÃO INICIAL

DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 Saída Entrada Retorno inicial por mola e pneumático. ATUADA

DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 A alimentação do comando é despressurizada, não é possível nenhum acionamento adicional. Caso um dos êmbolos não retorne, ou retorne com atraso, a válvula assume a posição de bloqueio. A entrada é fechada e o freio/embreagem despressurizado. O êmbolo pode retornar parcialmente pela ação da mola, mas não é mais possível o retorno total. FALHA

DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 A alimentação do comando é despressurizada, não é possível nenhum acionamento adicional. Permanece aberto. Em caso de falha, o êmbolo pode retornar parcialmente pela ação da mola, mas não é mais possível o retorno total. FALHA - BLOQUEIO

DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 Os pilotos são despressurizados durante a aplicação do reset. A válvula não pode ser atuada. O êmbolo principal é reposicionado. Escape para atmosfera. RESET APLICADO Solenóide do reset atuado.

DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 Reset removido, a válvula está novamente em condição normal de operação. POSIÇÃO INICIAL

Segurança em Sistemas Pneumáticos Prensas pneumáticas e similares

CROSSMIRROR VÁLVULAS DE SEGURANÇA 5/2 VIAS As válvulas de segurança 5/2 vias devem ser utilizadas para o comando de prensas pneumáticas, ou aplicações gerais, onde o movimento do cilindro possa representar uma condição de risco. A válvula de segurança impede o acionamento inesperado, e assegura a inversão do movimento quando os solenoides forem desligados. Certificada pela BG Alemanha

As válvulas de comando são alimentadas pelo fluxo cruzado. Metal-metal em aço inoxidável. Não utiliza vedações dinâmicas. Longa vida útil. VÁLVULA DE SEGURANÇA 5/2 VIAS para o comando de cilindros pneumáticos Válvula em posição inicial Com os solenoides desligados o cilindro está recuado. Escape Saída Entrada Escape Saída

As válvulas de comando são alimentadas pelo fluxo cruzado. VÁLVULA DE SEGURANÇA 5/2 VIAS para o comando de cilindros pneumáticos Válvula atuada Os solenoides devem ser atuados simultaneamente para o avanço do cilindro. Escape Saída Entrada Escape Saída

VÁLVULA DE SEGURANÇA 5/2 VIAS para o comando de cilindros pneumáticos Monitoração Interna A alimentação do comando é despressurizada, não é possível atuar a válvula. Falha no êmbolo da direita Mesmo que o êmbolo da direita não retorne à posição inicial, ou tenha um acionamento inesperado, a válvula assume a posição de segurança e o cilindro permanece recuado. Escape Saída Entrada Escape Saída

VÁLVULA DE SEGURANÇA 5/2 VIAS para o comando de cilindros pneumáticos Monitoração Interna A alimentação do comando é despressurizada, não é possível atuar a válvula. Falha no êmbolo da esquerda Mesmo que o êmbolo da esquerda não retorne à posição inicial, ou tenha um acionamento inesperado, a válvula assume a posição de segurança e o cilindro permanece recuado. Escape Saída Entrada Escape Saída

Segurança em Sistemas Pneumáticos Isolamento da energia pneumática para intervenções de manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras.

Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Para o fechamento do ar comprimido e rápida despressurização de todo sistema pneumático Fecha Abre Saída Entrada Conexões de 1/4 a 2 Escape

Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Bloqueio na posição fechada através de cadeado

Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Bloqueio na posição fechada através de dispositivo multi-travas

Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Indicador visual Pino retrai indicando que a saída já está despressurizada

Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Corpo em aço inoxidável para aplicações nas indústrias: Alimentícia Farmacêutica Química Petroquímica

Válvulas de Segurança 3/2 vias DM² C Para o Isolamento da Energia Pneumática Categoria 4 As válvulas de segurança 3/2 vias DM² C são válvulas duplas dinamicamente monitoradas para o isolamento da energia pneumática. Quando os solenóides são desligados asseguram o fechamento da entrada do ar comprimido, e a despressurização do sistema pneumático. Monitoração dinâmica (categoria 4); Fluxo cruzado; Solenoide para rearme (reset) incorporado; Pressostato opcional para sinalização. Certificada pela BG Alemanha Estas válvulas não devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas.

NR 12 b) Bloqueio mecânico e elétrico na posição desligado ou fechado de todos os dispositivos de corte de fontes de energia, a fim de impedir a re-energização, e sinalização com cartão e etiqueta de bloqueio contendo o horário e a data do bloqueio, o motivo da manutenção e o nome do responsável. 12.113. A manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras intervenções que se fizerem necessárias devem ser executadas por profissionais capacitados, qualificados ou legalmente habilitados, formalmente autorizados pelo empregador, com as máquinas e equipamentos parados e adoção dos seguintes procedimentos: a) Isolamento e descarga de todas as fontes de energia das máquinas e equipamentos, de modo visível ou facilmente identificável por meio dos dispositivos de comando;

Obrigado pela atenção. ROSS SOUTH AMERICA LTDA. Rua Olavo Gonçalves, 43/47 Centro São Bernardo do Campo São Paulo Brasil CEP 09725-020 Fone: 55 11 4335 2200 Fax: 55 11 4335 3888 E-mail: vendas@ross-sulamerica.com.br www.rosscontrols.com