QUESTIONÁRIO: PLANO DE AULA:



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Transcrição:

1 PLANO DE AULA: 1. Iniciar a aula, comentando que iniciamos o estudo de um dos princípios básicos da Doutrina, a partir do qual repousa toda a sua filosofia (início do LE). Reforçar que o grupo não deve buscar discutir sobre as provas da existência de Deus, assunto que será visto no próximo estudo, mas ater-se aos seguintes objetivos específicos: - Explicar a necessidade da crença em Deus para o homem; - Conceituar Deus à luz da Doutrina Espírita. 2. Distribuir entre todos os participantes pequenos papéis com diferentes definições sobre Deus. Pedir para que não abram até serem solicitados. Não comentar sobre o conteúdo (Ver arquivo g2m03r01-mat.doc). 3. Iniciar o estudo comentando sobre a evolução da idéia de Deus ao longo da história da humanidade. Distribuir pequenas gravuras que ilustram essa idéia e pedir para que os participantes comentem (em anexo). 4. Apresentar no flip-chart um cartaz com a palavra DEUS na parte superior, e espaços em branco correspondentes ao número de participantes. Pedir para que cada um levante-se e escreva uma palavra que, em sua opinião, defina Deus, sem repetições, explicando o porquê de sua escolha. Ao final realizar um fechamento, e encaminhar a próxima atividade, onde complementaremos nossa idéia sobre Deus. 5. Solicitar que cada participante leia a definição de Deus contida em seu papel, e emita um breve comentário. Fazer novo fechamento após a leitura de todos, distribuindo a poesia A Busca, em anexo. 6. Passar a discussão das questões, a partir das quais serão tiradas as demais dúvidas do roteiro. Utilizar a estratégia do sorteio de quem irá responder cada questão. Complementar as respostas, se necessário, e utilizar o espaço para dirimir possíveis dúvidas. 7. Finalizar o estudo, convidando os participantes ao estudo em casa do próximo roteiro que tratará das provas da existência de Deus, e colocar a música Onde está Deus? para reflexão de todos. QUESTIONÁRIO: 1. A partir de quando a humanidade crê na existência de Deus? A história da humanidade demonstra a percepção evolutiva que o homem teve a respeito de Deus. A idéia de Deus no homem é-lhe inata. Na primitiva caverna, ele se escondia do trovão considerando-o um deus. Os fenômenos da natureza, cuja explicação faltava-lhe, eram tidos como deuses, ou como sua manifestação de satisfação, ou insatisfação. Quando ele conseguia explicar tais fenômenos, como oriundos de causas naturais, modificava sua interpretação e seu conceito de Deus. (Adenáuer Novaes, In: Conhecendo o Espiritismo) A partir do texto acima, e de outros tantos, concluímos que a crença na existência de Deus remonta à mais remota antiguidade. Podemos dizer que, desde o primeiro instante em que recebe do Deus o atributo da inteligência, o homem começa a pensar na existência do Criador. 2. Por que o homem sente, instintivamente, a necessidade de crer em Deus? Ao se questionar sobre Deus, sobre a origem do Universo e sobre a Vida, o homem percebeu que Sua existência é necessária, pois que não consegue explicar a origem de tudo que existe sem Ele. Necessariamente ele então buscou uma causa primeira. A essa causa primeira, abstrata em sua essência, ele chamou de Deus. A idéia de Deus é necessária para o homem compreender a sua própria natureza. O homem por si só não se auto-explica. (Adenáuer Novaes, In: Conhecendo o Espiritismo) Além disso, como centelha divina, fruto do Criador Supremo, o homem guarda uma ligação profunda e muito particular com Deus. O quadro não pode negar o pintor porque nele mesmo encontram-se impressos os traços da inteligência que o criou. Daí, instintivamente, sermos levados a Deus, de uma forma natural, uma vez que somos o produto do seu Amor Inesgotável. 3. Comente, em poucas palavras, sobre a evolução da idéia de Deus ao longo da história da Humanidade. A história da idéia de Deus mostra-nos que ela sempre foi relativa ao grau intelectual dos povos, e de seus legisladores, correspondendo aos movimentos civilizadores, à poesia dos climas, às raças, à florescência de diferentes povos; enfim, aos progressos espirituais da humanidade. (Camille Flammarion, In: Deus na Natureza) Houve fases da humanidade em que o homem viveu a litolatria (culto à pedra, a imagens, ao totemismo), o antropomorfismo (culto ao homem como se fosse Deus,

2 atribuição de características humanas a Deus), o politeísmo (crença em vários deuses, dando surgimento à mitologia), a crença no Deus único (exclusividade de um deus particular e de acordo com suas necessidades), Deus Criador (Deus como gerador do mundo), Deus Pai (Deus como protetor dos homens), Deus Arquiteto (Deus como construtor do mundo), etc. Cada uma dessas concepções está relacionada com a evolução psíquica do homem e com sua compreensão de si mesmo. Quanto mais evoluído o espírito, melhor ele compreende Deus. (idem acima) 4. Em sua opinião, por que a idéia da existência de um Ser Superior é universal? Em primeiro lugar porque é a grande VERDADE UNIVERSAL. Nenhuma idéia resistiria tanto tempo, se não se apoiasse sobre bases sólidas. Por outro lado, está apoiada na mais perfeita razão, e consolidada pelo sentimento das massas. Como fruto divino, o homem sente a presença do Criador no profundo de seu coração. 5. Quais os benefícios que o conhecimento de Deus traz para o homem? O Conhecimento de Deus é algo profundamente confortador para a humanidade. A certeza de que uma Força Suprema, onisciente e onipresente, que vela por nós, nos impulsiona ao progresso e nos dá força e coragem para seguir adiante. 6. Em sua opinião, o que seria viver sem a crença em Deus? Viver sem a crença em Deus seria comparável a existir, como uma dessas pessoas que, vitimadas por uma grave enfermidade, encontram-se em estado de coma profundo, sem nenhum reflexo e sem a menor consciência objetiva de suas existências. É mais vegetar do que viver, sem a mínima consciência dos sublimes objetivos de nossa existência. É não ter consolo, não ter esperança, não ter fé. É estar morto, estando vivo. 7. Conceitue Deus à luz da Doutrina Espírita. Hoje, com o progresso da humanidade, sabemos através da doutrina espírita: Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. OBSERVAÇÕES COMPLENTARES: CONCEITOS SOBRE DEUS Deus é amor e quem permanecer no amor, permanecerá em Deus e Deus permanecerá nele (I Jo. 4:16). "Deus é o salvador de todos os homens." (S. Paulo, I, Timót., IV, 10.) Deus é Amor e compaixão plena. (Ermance Dufaux, Laços de Afeto, Cap. 20) Deus é amor, escreveu o apóstolo João. Deus é a fonte do Bem e da Beleza, como afirmava Platão. Deus é aquela necessidade lógica a que se referia Descartes, que não podemos tirar do Universo sem que o Universo se desfaça. (Miguel Vives, O Tesouro dos Espíritas, Cap. 6) (...) Deus é Amor! O amor alimenta todas as coisas e todos os seres, equilibra a ordem universal e se alarga na direção do infinito. (Adenáuer Novaes, Amor Sempre) Deus é, pois, a inteligência suprema e soberana, é único, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições, e não pode ser diverso disso.. (Allan Kardec, A gênese, Cap. II, item 19) Deus é um ser vivo, sensível e consciente. Deus é uma realidade ativa. Deus é nosso Pai, nosso guia, nosso condutor, nosso melhor amigo; infunde-nos ânimo, luz e vontade para atingir a perfeição. (Leon Denis, O Grande Enigma) Deus é a Energia Cósmica Universal, que habita dentro de você e de tudo o que existe nos universos infinitos, dando-lhes vida e força. (Carlos Pastorino, Minutos de Sabedoria) Deus é o Criador Eterno cujos desígnios permanecem insondáveis a nós outros. Pelo seu amor desvelado criamse todos os seres, por sua sabedoria movem-se os mundos no Ilimitado. (...) Ele é a alma de tudo, a essência do Universo. (Emmanuel, Caminho, Verdade e Vida, Cap. 54) Deus é o Absoluto e só o podemos compreender na forma suposta de uma Inteligência Suprema que criou, sustenta e dirige o Universo, sendo ao mesmo tempo imanente, pela manifestação de sua inteligência em todas as coisas, e transcendente, pela superação do mundo relativo em que evoluem as coisas e os seres. (J. H. Pires, Pedagogia Espírita) Deus é infinito nas suas perfeições, nas qualidades inerentes a sua personalidade que se irradia em todas as direções, que sustenta e dá existência a todas as dimensões do existir. Ele é o Todo que se vê e, muito mais, tudo o que os nossos sentidos não alcançam. (...) Ele vibra nas formas das estrelas e canta nos movimentos dos átomos. Ele faz mover todas as constelações e harmoniza todo o ninho cósmico. Ele sorri para nós através das flores, e nos dá as mãos pelas mãos dos nossos benfeitores. Deus é ternura, na ternura do seu coração. (Miramez, Filosofia Espírita, Vol. 1, Cap. 3)

3 Deus é o eterno semeador que cultiva em todas as dimensões, para nos ensinar pelo exemplo, o que devemos saber, na área física, tanto quanto na área espiritual. (João Nunes Maia, pelo Espírito Ayrtes, Tua Casa, Cap. 31) Deus é a grande alma universal, de que toda alma humana é uma centelha, uma irradiação. Cada um de nós possui, em estado latente, forças emanadas do divino Foco e pode desenvolvê-las, unindo-se estreitamente à Causa de que é efeito. (Leon Denis, Cristianismo e Espiritismo, Cap. 10) Deus é o centro de onde emanam e para onde retornam todas as potências do Universo. Ele é o foco de onde se irradia toda idéia de justiça, solidariedade e amor; o objetivo comum para o qual todos os seres se encaminham, consciente ou inconscientemente. É de nosso relacionamento com o grande Arquiteto dos mundos que decorrem a harmonia universal, a comunidade e a fraternidade. Para sermos irmãos, com efeito, é preciso haver um pai comum, e esse pai somente pode ser Deus. (Leon Denis, O Porquê da Vida, Cap. 2) domínios da Natureza e da Vida. (Juvanir Borges, O Reformador, Outubro/2005) Deus é a Causa de todo o bem que nos rodeia, de todo o bem que nos anima e de todo o bem que devemos conquistar em nós. Importante o papel da Doutrina Espírita quando nos revela a essência espiritual e a ilimitada grandeza de Deus. (Eliane Thomé, O Reformador, Outubro/2006) TEXTOS COMPLEMENTARES: Deus, em nosso estágio de entendimento, tem a grandeza que a nossa inferioridade permite ver. Nós O olhamos com os olhos de catarata. À proporção em que nossa ciência e sabedoria atuarem como bisturi da ignorância que nos torna cegos, nosso cristalino terá menos opacidade, permitindo que os raios de luz da verdade, em sucessivas raspagens reencarnatórias nos permita vê-lo, como sentenciou o Espírito de Verdade. (Luiz Gonzaga Pinheiro, In: O Perispírito e Suas Modelações) Deus é o cérebro criador, a inteligência cósmica que criou o Universo e sustenta a vida, preparando todos os seus filhos para uma gloriosa destinação. (Richard Simonetti, O Reformador, Outubro/1997) Deus é a bondade eterna e o perdão sem limites. (Carlos Bittencourt, Poetas Redivivos, Cap. 109) Deus é o tema permanente e central de cada Espírito criado, qualquer seja seu estágio evolutivo. (...) A presença do Criador faz parte da Vida de cada criatura. Manifesta-se Ele através de suas leis eternas, imutáveis, justas e amorosas. O homem é, assim, um reflexo da Paternidade Divina. (Juvanir Borges, O Reformador, Dezembro/2002) Deus é a consciência cósmica do Universo. Permanece em tudo e em todos. Estamos mergulhados nas bênçãos divinas, como peixes do oceano. (Richard Simonetti, O Reformador, Abril/2003) Deus é Amor, é Criação, é Vida, é Movimento, é Alegria, é Triunfo. Dirijamos nosso sentimento para a Vontade do Senhor e o Senhor naturalmente nos responderá, santificando-nos os desejos. (Chico Xavier, pelo Espírito Bartolomeu dos Mártires, Falando à Terra. p. 155-156) Deus é a causa primária, é o Criador Divino de tudo que existe, mas é também o Legislador que estabeleceu as leis eternas para o funcionamento de toda a sua criação, nos

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