ATA DA VIGÉSIMA QUARTA SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 Aos vinte e seis dias do mês de agosto do ano dois mil e três (26.08.2003), à hora regimental, no Plenário do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, em Palmas, reuniu-se a Segunda Câmara, sob a Presidência da Conselheira Doris Terezinha Pinto Cordeiro de Miranda Coutinho. Presentes: Conselheiros Herbert Carvalho de Almeida e Napoleão de Souza Luz Sobrinho, bem como o Senhor Márcio Ferreira Brito, Procurador de Contas, em substituição ao Senhor Oziel Pereira dos Santos, Procurador-Geral de Contas, que se encontrava ausente por motivo de força maior, conforme termos regimemtais do TCE/TO. Verificada a existência de quorum, a Excelentíssima Senhora Presidente invocou as bênçãos de Deus e declarou aberta a Vigésima Quarta Sessão Ordinária da Segunda Câmara, colocando em discussão e votação a Ata da Sessão anterior, que foi aprovada por unanimidade, sem emendas. Não havendo expediente em Mesa, a Segunda Câmara passou à apreciação e julgamento dos processos constantes da pauta: PAUTA DE JULGAMENTO DO DIA: A) RELATOR: Conselheiro Herbert Carvalho de Almeida: CLASSE V - CERTAMES LICITATÓRIOS / INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO: 01) Processo n. 3251/2002. Assunto: Certame Licitatório na modalidade Leilão. Interessada: Câmara Municipal de Barrolândia - TO. Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador-Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 1517/2003, da lavra do Procurador Rubens Ferreira da Silva. Não houve discussão. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestouse pela legalidade dos autos apreciados. Resolução n. 761/2003. 02) Processo n. 2832/2001. Assunto: Certame Licitatório na modalidade Leilão. Interessada: Prefeitura Municipal de Barrolândia - TO. Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador-Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 1527/2002, da lavra do Procurador Alberto Sevilha. Não houve discussão. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestouse pela legalidade dos autos apreciados. Resolução n. 763/2003. 03) Processo n. 10175/2001. Assunto: Certame Licitatório na modalidade Leilão. Interessada: Prefeitura Municipal de Santa Tereza do Tocantins - TO. Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador-Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 5660/2002, da lavra da Procuradora Litza Leão Gonçalves. Não houve discussão. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestou-se pela legalidade dos autos apreciados. Resolução n. 764/2003. 04) Processo n. 5225/2003 e apenso n. 5226/2003. Assunto: Contrato decorrente de inexigibilidade de licitação / Portaria n. 128/2003. Interessados: Prefeitura Municipal de Palmas e a Empresa SOTREQ S/A. Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador-Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 3287/2003, da sua própria lavra. Não houve discussão. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestou-se pela legalidade dos autos apreciados. Resolução n. 762/2003. CLASSE VII - CONCURSO PÚBLICO: 05) Processo n. 1439/2002. Assunto: Concurso Público realizado em 14/04/2002. Responsável: Prefeitura Municipal de Pium - TO. Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador-Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 2568/2003, da lavra do Procurador 1
44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 Rubens Ferreira da Silva. Não houve discussão. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestou-se pela legalidade dos autos apreciados. Resolução n. 765/2003. B) RELATOR: Conselheiro Napoleão de Souza Luz Sobrinho: CLASSE V- EDITAL: 06) Processo n. 2732/2003. Assunto: Edital Tomada de Preços n. 22/2003. Responsáveis: Secretaria de Estado da Saúde e Roberto Marinho Ribeiro. Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador-Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 3383/2003, da sua própria lavra. Não houve discussão. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestou-se pela legalidade dos autos apreciados. Resolução n. 766/2003. C) RELATORA: Conselheira Doris Coutinho: CLASSE V - EDITAL: 07) Processo n. 5339/2003. Assunto: Edital de Tomada de Preços n. 46/2003 (tipo menor preço). Responsáveis: Comissão Permanente de Licitação (Presidente Roberto Marinho Ribeiro) e Secretaria de Estado do Trabalho e Ação Social (Secretária Dulce Ferreira Pagani Miranda). Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador-Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 3349/2003, da sua própria lavra. Não houve discussão. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestou-se pela legalidade dos autos apreciados. Resolução n. 767/2003. IMPUGNAÇÕES: 08) Processo n. 13945/1999. Assunto: Impugnação na Câmara Municipal de Monte do Carmo - TO. Responsável: Sr. Antônio Carlos Ferreira dos Santos. Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador-Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 3368/2001, da lavra do Procurador Alberto Sevilha. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestouse pela extinção dos autos apreciados. Acórdão n. 977/2003. 09) Processo n. 13946/1999, apenso 12620/99. Assunto: Impugnação na Prefeitura Municipal de Monte do Carmo - TO (período de Auditoria - Jan. a junho/99). Responsável: Sr. Lourival Gomes Parente - retirado de pauta pela Relatora/Presidente. 10) Processo n. 13948/1999. Assunto: Impugnação na Prefeitura Municipal de Monte do Carmo - TO. Responsável: Sr. Lourival Gomes Parente, ex-prefeito. Procedida a leitura do relatório e voto, foi facultada a palavra ao Procurador- Geral. Ratificou Sua Excelência os pareceres emitidos nos autos, em especial o Parecer n. 3368/2001, da lavra do Procurador Alberto Sevilha. Tomados os votos, decidiram os membros por unanimidade. A Segunda Câmara manifestou-se pela imputação de débito e aplicação de multa ao responsável. Acórdão n. 978/2003. Esgotada a pauta dos trabalhos, assinados os atos formalizadores das decisões proferidas e nada mais havendo a tratar, a Senhora Presidente agradeceu a presença de todos e declarou encerrada a Sessão às dezesseis horas e dez minutos, do que para constar, eu, Kelle Ramos Résio Carneiro Tavares, Secretária da Segunda Câmara, lavrei a presente Ata, a qual após lida e discutida, votada e aprovada será assinada por mim e por todos os presentes. Conselheira Doris T. P. Cordeiro de M. Coutinho Presidente Conselheiro Herbert Carvalho de Almeida Conselheiro Napoleão de Souza Luz Sobrinho Sr. Márcio Ferreira Brito Procurador de Contas Kelle Ramos Résio Carneiro Tavares Secretária 2
RESOLUÇÃO N. 761/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Ementa: Análise da legalidade de Leilão. Recomendação ao gestor. Anotação no setor competente. Remessa a origem. Vistos, discutidos e relatados os autos de n. 03251/2002, versando sobre Certame licitatório na modalidade Leilão, realizado pela Câmara Municipal de Barrolândia TO, conforme Edital de Alienação de Bens Imóveis n. 001/2002, objetivando o leilão de imóvel localizado na Av. Bernardo Sayão, em Barrolândia - TO, enviado ao Tribunal de Contas para análise da legalidade. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem a sua Segunda Câmara, e em cumprimento ao disposto no art. 10, IV da Lei Orgânica deste TCE c/c art. 92, I, do Regimento Interno do TCE, acolhendo integralmente o VOTO do Conselheiro-Relator, exarado nos autos. R E S O L V E: I - Considerar Legal o certame na modalidade de licitação Leilão, conforme Edital 001/2002, da Câmara Municipal de Barrolândia TO, determinado suas devidas anotações no setor competente. II Remeter os autos à Diretoria de Integração e Apoio Técnico, para proceder aos devidos assentamentos e, em seguida, à Coordenadoria de Protocolo Geral, para remessa à origem. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA DO TRIBUNAL DE CONTAS, em Palmas, Capital do Estado, aos 26 dias do mês de agosto de 2003. RESOLUÇÃO N. 762/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Ementa: Análise de Portaria de Inexigibilidade de Licitação e do contrato dela decorrente. Legalidade do referido ato e do contrato, recomendação ao ordenador, remessa a origem. Vistos, discutidos e relatados os autos de n. 05225/2003 e apenso 05226/2003, versando sobre contrato de fornecimento decorrente de inexigibilidade de licitação, baixada pela Portaria n. 128, de 26 de maio de 2003, tendo como interessados a Prefeitura de Palmas e a empresa SOTREQ S/A, e como objeto a contratação de empresa especializada e autorizada pelo fabricante para fornecimento de peças originais para manutenção de máquinas e equipamentos da marca Caterpilla, no valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem a sua Segunda Câmara, e em cumprimento ao disposto no artigo 10, IV da Lei Estadual 1.284, artigo 91, 2, inciso I do Regimento Interno 3
do TCE c/c art. 8, 9, 11, 12 e 13 da Instrução Normativa n. 004/2002, acolhendo integralmente o VOTO do Conselheiro-Relator, exarado nos autos. R E S O L V E: I Considerar Legais a Portaria n. 128, de 29 de abril de 2003 e o Contrato n. 326/2003 dela decorrente, sendo a mesma oriunda da Prefeitura de Palmas (contratante) em favor da empresa SOTREQ S/A, (contratada). II Remeter os autos à Diretoria de Integração e Apoio Técnico, para proceder aos devidos assentamentos e, em seguida, à Coordenadoria de Protocolo Geral, para remessa à origem. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA DO TRIBUNAL DE CONTAS, em Palmas, Capital do Estado, aos 26 dias, do mês de agosto de 2003. RESOLUÇÃO N. 763/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Ementa: Análise da legalidade de Leilão. Recomendação ao gestor. Anotação no setor competente. Remessa a origem. Vistos, discutidos e relatados os autos de n. 02832/2001, versando sobre Certame licitatório na modalidade Leilão, realizado pela Prefeitura Municipal de Barrolândia TO, conforme Edital de Alienação de Bens Móveis n. 001/2001, cujo os objetos compreendem uma caminhonete C-10, com cabine aberta, modelo e ano 78; um ônibus, marca M. Benz 365 11R, ano e modelo 87; um automóvel VW/GOL CL 1.6 Mi ano e modelo 89; motocicleta Honda/CG 125 cargo, ano e modelo 98 e um Trator MS 50, enviado ao Tribunal de Contas para análise da legalidade. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem a sua Segunda Câmara, e em cumprimento ao disposto no art. 10, IV da Lei Orgânica deste TCE c/c art. 92, I, do Regimento Interno do TCE, acolhendo integralmente o VOTO do Conselheiro-Relator, exarado nos autos. R E S O L V E: I - Considerar Legal o certame na modalidade de licitação Leilão, conforme Edital 001/2001, da Prefeitura Municipal de Barrolândia TO, determinado suas devidas anotações no setor competente. II Remeter os autos à Diretoria de Integração e Apoio Técnico, para proceder aos devidos assentamentos e, em seguida, à Coordenadoria de Protocolo Geral, para remessa à origem. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA DO TRIBUNAL DE CONTAS, em Palmas, Capital do Estado, aos 26 dias do mês de agosto de 2003. 4
RESOLUÇÃO N. 764/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Ementa: Análise da legalidade de Leilão. Recomendação ao gestor. Anotação no setor competente. Remessa a origem. Vistos, discutidos e relatados os autos de n. 10175/2001, versando sobre Certame licitatório na modalidade Leilão, realizado pela Prefeitura Municipal de Santa Tereza do Tocantins, conforme Edital de Alienação de Bens Móveis n. 001/2001, objetivando o leilão de uma camioneta aberta, Saveiro CL, ano e modelo 1995, e um automóvel Gol 1000, ano e modelo 1995, enviado ao Tribunal de Contas para análise da legalidade. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem a sua Segunda Câmara, e em cumprimento ao disposto no art. 10, IV da Lei Orgânica deste TCE c/c art. 92, I, do Regimento Interno do TCE, acolhendo integralmente o VOTO do Conselheiro-Relator, exarado nos autos. R E S O L V E: I - Considerar Legal o certame na modalidade de licitação Leilão, conforme Edital 001/2001, da Prefeitura Municipal de Santa Tereza do Tocantins, determinado suas devidas anotações no setor competente. II Remeter os autos à Diretoria de Integração e Apoio Técnico, para proceder aos devidos assentamentos e, em seguida, à Coordenadoria de Protocolo Geral, para remessa à origem. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA DO TRIBUNAL DE CONTAS, em Palmas, Capital do Estado, aos 26 dias do mês de agosto de 2003. RESOLUÇÃO N. 765/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Ementa: Análise da legalidade de Edital de Concurso Público, bem como dos termos de posse dos aprovados. Registro dos termos. Remessa a Origem. Examinados, discutidos e relatados os presentes autos de n. 01439/2002, versando sobre Concurso Público, para provimento de vagas do Quadro de Pessoal da Prefeitura Municipal de Pium - TO, realizado aos 14 de abril de 2002. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem a sua Segunda Câmara, e em cumprimento ao disposto no artigo 109, I, da Lei 1.284/2001 c/c artigo 106, do Regimento Interno, acolhendo integralmente o VOTO do Conselheiro-Relator, exarado nos autos. R E S O L V E: 5
I - Considerar legal o concurso público realizado pela Prefeitura Municipal de Pium - TO, aos 14 de abril de 2002, nos termos do Edital n. 001/2002, fls. 04/13, bem como os Atos de Admissão. III Determinar, por fim, a remessa dos autos à 6ª Diretoria de Controle Externo Estadual, para as providencias de seu mister, em seguida, à Coordenadoria de Protocolo Geral, para remessa à origem. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA DO TRIBUNAL DE CONTAS, em Palmas, Capital do Estado, aos 26 dias do mês de agosto de 2003. RESOLUÇÃO N. 766/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Análise do Edital de Licitação. Modalidade Tomada de Preços. Legalidade. Advertência. Vistos, discutidos e relatados os autos de n. 02732/2003, versando sobre Edital de Tomada de Preços n. 022/2003, do tipo menor preço, tendo como responsáveis a Secretaria de Estado da Saúde/Roberto Marinho Ribeiro, objetivando a aquisição de aparelho auditivo, no valor estimado de R$ 391.550,00 (trezentos e noventa e um mil, quinhentos e cinqüenta reais), conforme discriminação constante no anexo I, do Edital, enviado a este Tribunal de Contas em atendimento ao disposto no artigo 1º da Instrução Normativa n. 004, de 19 de junho de 2002. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem a sua Segunda Câmara e em cumprimento ao disposto no artigo 110, inciso I, da Lei 1.284/2001 c/c artigo 92, I, do RITCE c/c o artigo 1º da Instrução Normativa n. 004/2002, acolhendo integralmente o VOTO do Conselheiro- Relator, exarado nos autos, R E S O L V E: I Considerar legal o Edital de Licitação na modalidade Tomada de Preços n. 022/2003, oriundo da Secretaria de Estado da Saúde/Roberto Marinho Ribeiro, cujo objeto é a aquisição de aparelho auditivo, sem prejuízo do reexame da matéria à vista de novos elementos que, por ventura venham a ser trazidos à apreciação por esta Corte de Contas; II Advertir os responsáveis quanto à observância das ocorrências apontadas no Parecer Técnico-Jurídico n. 132/2003 de fls. 100/103, de modo a prevenir falhas semelhantes em processos análogos; III Esclarecer ao responsável que esta decisão não elide a competência desta Corte de Contas à fiscalização quando da execução do respectivo contrato, inclusive por meio de inspeções ou auditorias; 6
IV Após as formalidades legais remetam-se os presentes autos a Diretoria de Integração e Apoio Técnico, para as providências de mister, e em seguida a Coordenadoria de Protocolo Geral para encaminhamento à origem. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA DO TRIBUNAL DE CONTAS, em Palmas, Capital do Estado, aos 26 dias do mês de agosto de 2003. ACÓRDÃO N. 977/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Autos n.:... 13945/1999 Assunto:... Processo de Impugnação Órgão:... Câmara Municipal de Monte do Carmo TO Responsável:... Antonio Carlos Ferreira dos Santos Relatora:... Conselheira DORIS COUTINHO Ementa: Impugnação Despesa efetuada sem o devido amparo legal - Subsídios Saneamento da irregularidade Restituição aos cofres públicos Extinção do processo Arquivamento. Vistos, discutidos e relatados os autos em epígrafe, que versam sobre impugnação, instaurada contra o Sr. Antonio Carlos Ferreira dos Santos ex-presidente da Câmara Municipal de Monte do Carmo - TO, tendo em vista irregularidade detectada por ocasião de auditoria no que tange a realização de despesa com pagamentos de subsídios sem o devido amparo legal, em descumprimento ao art. 29, inc. V e VI da Constituição Federal. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem sua Segunda Câmara, acolhendo integralmente o VOTO da Conselheira-Relatora, exarado nos autos. ACORDAM: I. Declarar extinto o processo em razão do saneamento da irregularidade nos termos do art. 25 da Resolução Administrativa n. 05/1999; II. Determinar seja comunicado ao responsável o teor da presente decisão; III. Remeter os autos à Diretoria de Controle Externo Municipal para as anotações de estilo e, após, à Coordenadoria de Protocolo Geral para o devido arquivamento, nos termos dos art. 28 da Resolução Administrativa n. 05/1999. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA, em Palmas, Capital do Estado, aos 26 dias do mês de agosto de 2003. ACÓRDÃO N. 978/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Autos nº:... 13948/1999 Assunto:... Processo de Impugnação 7
Órgão:... Prefeitura Municipal de Monte do Carmo Responsável:... Lourival Gomes Parente Relatora:... Conselheira DORIS COUTINHO Ementa: Impugnação IRRF Não retenção do imposto de renda na fonte - Omissão de receita - Ocorrência de dano ao erário - Imputação de débito e aplicação de multa ao responsável Cobrança executiva autorizada Ciência ao Ministério Público Comum e Especial e à Câmara de Vereadores do Município. Vistos, discutidos e relatados os autos em epígrafe, que versam sobre impugnação, instaurada contra o Sr. Lourival Gomes Parente, ex-prefeito do Município de Monte do Carmo - TO, em razão de irregularidade detectada por ocasião de auditoria compreendendo o período janeiro a junho/1999, pela omissão de receita decorrente da não retenção de imposto de renda na fonte, no montante de R$ 897,50 (oitocentos e noventa e sete reais e cinqüenta centavos). O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem sua Segunda Câmara, em cumprimento ao disposto no art. 33, II, da Constituição Estadual, c/c art. 1º, inciso VI e XI da Lei Estadual n. 1.284/2001, acolhendo integralmente o VOTO da Conselheira-Relatora, exarado nos autos. ACORDAM: I. Imputar ao Senhor Lourival Gomes Parente, ex-prefeito Municipal de Monte do Carmo-TO, o débito no valor de R$ 897,50 (oitocentos e noventa e sete reais e cinqüenta centavos) relativo ao Imposto de Renda que deixou de ser retido na fonte, com fundamentação no artigo 3º, caput e parágrafo único, da Resolução Normativa n. 04/97 e com observância ao disposto no artigo 160 do Regimento Interno; II. Aplicar ao Senhor Lourival Gomes Parente, multa correspondente a 20% (vinte por cento) do valor atualizado do dano causado ao erário imputado no inciso anterior, com fundamento nos artigos 63 e 64 da antiga Lei Orgânica (Lei n. 842/96) c/c artigo 3º caput e parágrafo único da Resolução Normativa n. 04/97; III. Determinar o envio dos autos à Coordenadoria do Cartório de Contas deste Tribunal para proceder ao demonstrativo do débito e da multa supra, com a atualização monetária e juros legais de acordo com o artigo 160 do Regimento Interno. E, consoante os termos do artigo 83, 1º do Regimento Interno desta Corte, notificar o responsável, na forma prevista no artigo 28 da Lei Estadual n. 1.284 de 17 de dezembro de 2001, a efetuar e comprovar a este Tribunal o recolhimento do débito e da multa no prazo de 30 (trinta) dias e, caso não comprovado o recolhimento da dívida no prazo legal, fica autorizado, desde já, a remessa da respectiva certidão de débito ao Ministério Público Especial, para as providências quanto a cobrança judicial; IV. Dar ciência ao Ministério Público junto a esta Corte de Contas, de acordo com o artigo 373 do Regimento Interno, para os fins previstos no artigo145, incisos VI, VII e VIII da Lei Estadual n. 1.284 de 17 de dezembro de 2001; 8
V. Determinar a remessa de cópia dos autos ao Ministério Público Comum e à Câmara Municipal de Monte do Carmo para as providências que julgar convenientes no que se refere a prática de crimes e/ou infrações político administrativas; VI. Após o cumprimento dos prazos regimentais, remeter os presentes autos à Coordenadoria de Protocolo Geral, para arquivamento. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA, em Palmas, Capital do Estado, aos 26 dias do mês de agosto de 2003. RESOLUÇÃO N. 767/2003, DE 26 DE AGOSTO DE 2003. Processo n.:.. 05339/2003 Assunto:... Análise de Edital e respectivo procedimento licitatório Órgão:... Secretaria do Trabalho e Ação Social SETAS Responsável: Roberto Marinho Ribeiro Presidente da Comissão Permanente de Licitação Interessada:.. Dulce Ferreira Pagani Miranda - Secretária da SETAS Relatora:... Conselheira DORIS COUTINHO EMENTA: Questões preliminares Análise de edital de licitação - Controle concomitante Competência do Tribunal de Contas Edital formalmente perfeito: legalidade, legitimidade e economicidade - Descumprimento do prazo de remessa de documentos Advertências. Vistos, discutidos e relatados os autos de n. 05339/2003, originários da Secretaria do Trabalho e Ação Social, que versam sobre análise de edital de licitação visando a aquisição de 19.656 Kg de alimento preparado concentrado para atendimento ao Programa Sopão realizado em Palmas e Araguaína, tendo como responsável pela emissão do ato o Presidente da Comissão Permanente de Licitação da Secretaria da Fazenda, Senhor Roberto Marinho Ribeiro, enviado a este Tribunal de Contas em atendimento ao disposto nos artigos 92, I, do RITCE c/c art. 1º e 2º da Instrução Normativa n. 004 de 19 de junho de 2002. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, pela unanimidade dos membros que compõem a 2ª Câmara, acatando na íntegra o VOTO da Conselheira-Relatora exarado nos autos, o qual passa a ser parte integrante do Ato Resolutivo, RESOLVE: I. Decidir, com fundamentação no art. 10, inc. IV da Lei Orgânica e art. 93 caput do Regimento Interno pela legalidade, legitimidade e economicidade do edital de licitação na modalidade Tomada de Preços n. 046/2003 e respectivo procedimento licitatório originário da Secretaria do Trabalho e Ação Social; II. Determinar ao órgão contratante, na pessoa do seu representante legal, ou a quem lhe haja sucedido, bem como à Secretaria da Fazenda, órgão responsável pela tramitação do procedimento licitatório, a adoção das medidas necessárias, de modo a prevenir a ocorrência de impropriedades semelhantes às apontadas nestes autos, devendo-se 9
observar com maior rigor as prescrições do art. 2º da Instrução Normativa TCE/TO n. 04/2002 e Lei n. 8.666/93; III. Determinar seja comunicado ao responsável pelo órgão contratante bem como ao responsável pelo órgão licitante, o teor da presente decisão, em conformidade com o art. 7º, 5º da Instrução Normativa n. 004/2002; IV. Determinar o encaminhamento dos autos à Diretoria de Integração e Apoio Técnico para cadastro e posteriormente à Coordenadoria de Protocolo desta Corte de Contas para que providencie o retorno dos mesmos à origem. SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA, em Palmas, Capital do Estado do Tocantins, aos 26 dias do mês de agosto de 2.003. VOTO QUESTÕES PRELIMINARES do Tesouro Estadual. Cuida-se de transações envolvendo unicamente recursos provenientes Já é pacífico no âmbito desta 2ª Câmara que a análise dos editais de licitação configura controle concomitante que não contrasta com a vigente ordem constitucional, uma vez que esta Corte de Contas estará desempenhando as suas atividades quanto a fiscalização da gestão pública no que tange a correta aplicação das normas e dos recursos públicos. MÉRITO Trata-se de edital de licitação cujo encaminhamento a esta Corte de Contas é obrigatório em razão das determinações contidas no artigo 93, caput 1 do Regimento Interno e art. 1º 2 da Instrução Normativa n. 04/2002, competindo ao Tribunal apreciar o processo e decidir pela legalidade, legitimidade e economicidade dos atos e do procedimento, nos termos do art. 10, inc. IV 3 da Lei Orgânica. 1 Art. 93 Para os fins previstos no 2º do art. 113, da Lei Federal nº 8.666/93, de 21 de junho de 1993 e no inciso V do art. 10 da Lei Estadual nº 1.284, de 17 de dezembro de 2001, o Tribunal exercerá, junto aos órgãos e entidades da administração direta e indireta, nas fundações, empresas públicas, autarquias e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público, fiscalização sobre os atos convocatórios referentes a procedimentos licitatórios, observando-se o seguinte: 2 Art. 1º. Para os fins do disposto na Lei Orgânica do Tribunal de Contas e no art. 113, 2º, da Lei Federal nº 8.666/93, os órgãos ou entidades da Administração Direta do Estado, bem como os da Administração Indireta e Fundacional, compreendendo Autarquias, Empresas Públicas, Sociedades de Economia Mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pelo Estado, como também os fundos especiais, os dirigentes dos demais Poderes e do Ministério Público, encaminharão, por cópia, ao Tribunal de Contas, na forma definida nesta Instrução Normativa, os editais de licitação por tomada de preços e concorrência pública para compras, serviços, obras e serviços de engenharia. 3 Art. 10. O Tribunal, ao apreciar os processos, decidirá: I à III omissis; IV nos demais casos, pela legalidade, legitimidade e economicidade dos atos, contratos e procedimentos. 10
Na sempre acatada lição de HELY LOPES MEIRELLES o edital é o instrumento pelo qual a Administração leva ao conhecimento público a abertura de concorrência, de tomada de preços, de concurso e de leilão, fixa as condições de sua realização e convoca os interessados para a apresentação de suas propostas 4. Tribunal o seu mister. O processo encontra-se devidamente instruído possibilitando ao Da análise dos autos verifica-se estarem assegurados os princípios constitucionais e administrativos impostos a administração pública, possuindo o edital e a minuta do contrato, os elementos extrínsecos previstos na Lei 8.666/93, de modo que se evidencia em todo o certame, a legalidade, legitimidade e economicidade dos atos e do procedimento, garantindo-se até então, a transparência, eficiência e eficácia da aplicação dos recursos públicos. Todavia entendo pertinente as observações suscitadas pela Assessoria Técnico-Jurídica, uma vez que não constou no edital a exigência do art. 40, inc. VIII 5, da Lei n. 8.666/93, devendo o órgão Licitante, nos procedimentos futuros, fazer constar dos editais os locais, horários e códigos de acesso dos meios de comunicação a distância, tais como telefone, endereço eletrônico, etc., em que serão fornecidos informações gerais sobre o certame. Assim evitar-se-á a dificuldade de deslocamento do interessado, ao local em que serão prestadas as informações, ressalvando-se expressamente no edital, as situações mais complexas impossíveis de serem transmitidas e esclarecidas através de tais meios de comunicação. Também procede a crítica ao item 8.1, letra K do edital, o qual dispõe que Todas as empresas deverão apresentar(em) amostra(s) na SECRETARIA DO TRABALHO E AÇÃO SOCIAL, no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização do certame, para fins de avaliação e aprovação. Para que a citada exigência surta os efeitos desejáveis é necessário que a amostra seja avaliada através de proposta técnica, anteriormente ao julgamento do certame. Assim, faz-se necessário advertir ao licitante, na pessoa do seu representante legal, ou a quem lhe haja sucedido, bem como à Secretaria da Fazenda, órgão responsável pela tramitação do procedimento licitatório a adoção de medidas necessárias, de modo a prevenir a ocorrência de falhas semelhantes às apontadas anteriormente, evitando-se problemas práticos na execução da licitação decorrentes da elaboração equivocada do ato convocatório. Quanto a observação da ilustre Auditoria referente ao descumprimento do prazo estatuído na Resolução Normativa TCE/TO n. 04/2002, observo que o órgão Licitante remeteu os documentos a esta Corte no sexto dia após a publicação do edital, de modo que houve a remessa intempestiva, mas o atraso não prejudicou os trabalhos de competência desta Casa. 4 Direito Administrativo Brasileiro, 25 a ed. p. 268, editora Malheiros. 5 Art. 40 O edital conterá... I à VII omissis; VIII locais, horários e condições de acesso dos meios de comunicação a distância em que serão fornecidos elementos, informações e esclarecimentos e esclarecimentos relativos a licitação e as condições para atendimento das obrigações necessárias ao cumprimento de seu objeto; 11
Em face do exposto, num juízo acerca do interesse público, regularidade formal e legal, VOTO para que esta 2ª Câmara decida nos seguintes termos: I. Decidir, com fundamentação no art. 10, inc. IV da Lei Orgânica e art. 93 caput 6 do Regimento Interno Pela legalidade, legitimidade e economicidade do edital de licitação na modalidade Tomada de Preços n. 046/2003 e respectivo procedimento licitatório originário da Secretaria do Trabalho e Ação Social; II. Determinar ao órgão contratante, na pessoa do seu representante legal, ou a quem lhe haja sucedido, bem como à Secretaria da Fazenda, órgão responsável pela tramitação do procedimento licitatório, a adoção das medidas necessárias, de modo a prevenir a ocorrência de impropriedades semelhantes às apontadas nestes autos, devendo-se observar com maior rigor as prescrições do art. 2º da Instrução Normativa TCE/TO n. 04/2002 e Lei n. 8.666/93; III. Determinar seja comunicado ao responsável pelo órgão contratante bem como ao responsável pelo órgão licitante, o teor da presente decisão, em conformidade com o art. 7º, 5º da Instrução Normativa n. 004/2002; IV. Determinar o encaminhamento dos autos à Diretoria de Integração e Apoio Técnico para cadastro e posteriormente à Coordenadoria de Protocolo desta Corte de Contas para que providencie o retorno dos mesmos à origem. É o voto que submeto aos demais pares. SALA DAS SESSÕES, em Palmas, Capital do Estado do Tocantins, aos 26 dias do mês de agosto de 2003. 6 Art. 93 Para os fins previstos no 2º do art. 113, da Lei Federal nº 8.666/93, de 21 de junho de 1993 e no inciso V do art. 10 da Lei Estadual nº 1.284, de 17 de dezembro de 2001, o Tribunal exercerá, junto aos órgãos e entidades da administração direta e indireta, nas fundações, empresas públicas, autarquias e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público, fiscalização sobre os atos convocatórios referentes a procedimentos licitatórios, observando-se o seguinte: 12