SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

Documentos relacionados
SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

Tipos de painés: compensados, aglomerados OSB, chapas de fibra (HDF/MDF/LDF), tamburato

ASSOSSIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementa Tecnólogo em Manutenção Industrial Departamento de Ensino Superior. Carga horária: 40h

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI. Robson Braga de Andrade. Presidente DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DIRET

Processos Construtivos

DISCIPLINA: Gestão de Pessoas

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL TORNEARIA

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM

SENAI - CE Centro de Educação e Tecnologia Alexandre Figueira Rodrigues - CET AFR

Curso Técnico em Eletromecânica

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I.P.

Plano de Curso Não Regulamentado - Qualificação Profissional

Def e in i i n ç i ã ç o S o ã o f er e ram a en e t n as a s rot o at a iva v s a s pa p r a a a us u i s na n g a e g m e d e d

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico 1º Semestre

Acesse:

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA abr/ de 6 COBERTURAS DIRETORIA DE ENGENHARIA. Edificações. Coberturas. PR /18/DE/2006 ET-DE-K00/005

Introdução. Torneamento. Processo que se baseia na revolução da peça em torno de seu próprio eixo.

Prof. Sérgio Viana. Estas notas de aula são destinadas aos alunos que. Gráfica, para um posterior estudo mais profundo.

Fresamento. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais. Terminologia Usual de Soldagem e Símbolos de Soldagem

PERFIL DO TÉCNICO REPARADOR DE TRANSMISSÕES AUTOMÁTICAS. Competências necessárias ao técnico para o desempenho de suas funções.

Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW

PLANO DE CURSO RESUMIDO III. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO

Elementos de Máquinas

Procedimento. Qualificação de Soldas, Soldadores e Inspetores JANEIRO 2016 ABPE P009 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TUBOS POLIOLEFÍNICOSE SISTEMAS

SOLDADOR DE MATERIAIS METÁLICOS

FUNDAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA DA SOLDAGEM

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Metrologia. Capítulo 7 Testes de. José Stockler C. Filho Flávio de Marco Filho

Tolerância geométrica de forma

DESENHO TÉCNICO. Aula 03

GUIA DE SOLUÇÕES PARA SOLDAGEM COM ELETRODOS REVESTIDOS

DESENHO TÉCNICO. Aula 03

SENAI - CE CFP - Antônio Urbano de Almeida - AUA

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA INDUSTRIAL

DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM0564) AULA 8 DESENHO DE CONJUNTO E ELEMENTOS DE MÁQUINA (UNIÃO E FIXAÇÃO)

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BRITADOR DE MANDÍBULAS - ZL EQUIPAMENTOS.

ANEXO II - QUADRO DE CAPTURA DE DEMANDA - PRONATEC-PBM DESCRIÇÃO DO CURSO TIPO DE CURSO

INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário.

Universidade Estadual de Maringá

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos

MILLS, UMA HISTÓRIA ENTRELAÇADA AO DESENVOLVIMENTO DO BRASIL.

Escola Técnica SENAI Caruaru Técnico em Eletromecânica TORNEARIA

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Projecto de uma mini mini-hídrica

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM

Aprovado no CONGRAD: Vigência: ingressos a partir 2011/1 CÓD CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA MANHÃ E TARDE

PROF. FLAUDILENIO EDUARDO LIMA UNIDADE 3. Projeções Ortogonais

Plano de Trabalho Docente (PTD)

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM

Afiação de ferramentas

Tecnologia de Comando Numérico

C-EC/U. Porta Comercial de Encosto em caixilho "U

Introdução às Máquinas CNC s. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização do

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1

Fresas Ferramentas de fresar

MANUAL DE INSTRUÇÕES PAT.

Eixo Tecnológico: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

CATÁLOGO TÉCNICO DE PRODUTO

I - RELATÓRIO: 7137/2013, de 04/11/2013 PARECER CEE/PE Nº 113/2013-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 21/10/2013

Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda

FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA CURSO DE ELETRÔNICA E MECÂNICA

Cursos de Formação Inicial e Continuada

Sistema Firjan Diretoria de Educação. Aprendizagem SENAI - RJ

Complementos para telhas Brasilit

ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA

Detalhes DBC. - Manual versão Junho de o x i g ê n i o. Máscara de Solda de auto-escurecimento DBC-600 CA

III. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO

PAUTA COMPLEMENTAR DA SESSÃO PLENÁRIA N 1942 DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011 (ORDINÁRIA) ORDEM DO DIA ITEM 1 JULGAMENTO DOS PROCESSOS I PROCESSOS DE ORDEM C

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS

JULHO

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico 1º Semestre

1 Introdução. Elementos de fixação. Elementos de fixação constitui uma unidade. de 13 aulas que faz parte do módulo Elementos de Máquinas.

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

GRADE CURRICULAR.

ISOTELHA COLONIAL Rapidez e perfeição juntas.

ÁREA METAL MECÃNICA CURSOS / CARGA HORÁRIA. INÍCIO Mês/ano. TÉRMINO Mês/ano NÚMERO DE VAGAS CUSTO EM R$ HORÁRIO

versão com máscara disponível Apresentação do Sistema

CEPEL CENTRO DE PESQUISAS DE ENERGIA ELÉTRICA SISTEMA ELETROBRAS

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE CALDEIREIRO - MONTADOR

Metalo. Modular. Sistema de Andaimes em Alumínio. Instruções Técnicas

1. Osciloscópio com as seguintes especificações mínimas. 2. Gerador de funções com as seguintes especificações mínimas

PLANO DE CURSO RESUMIDO III. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO

Curso de Engenharia de Produção. Sistemas Mecânicos e Eletromecânicos

Curso Técnico em Eletromecânica

Introdução. Tipos de Válvulas. Eletropneumática Válvulas de Controle Direcional. Válvulas de Controle Direcionais. Fabricio Bertholi Dias

1. FERRAMENTAS. Elevação e Marcação. Trenas de 5m e 30m. Nível a laser ou Nível alemão. Pág.4 1. Ferramentas

EDITAL PARA O PROCESSO SELETIVO DE APRENDIZAGEM 2015 CSN-VOLTA REDONDA

Transcrição:

METAL/MECÂNICA SENAI RR SENAI RR SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DOS CURSOS 1. TÍTULO INTRODUÇÃO À HIDRÁULICA Proporcionar ao treinando a compreensão dos princípios básicos da teoria de hidráulica, capacitando-o a diagnosticar e reparar sistemas hidráulicos. Ao final deste curso o treinando deverá interpretar 3. PERFIL esquemas de circuito hidráulico bem como realizar PROFISSIONAL montagens de circuitos hidráulicos. 4. MODALIDADE Aperfeiçoamento Profissional Conceitos de hidráulica; Revisão de matemática; Classificação dos sistemas e óleo hidráulico; Esquema geral de um sistema hidráulico; Vantagens e desvantagens dos sistemas 5. CONTEÚDO hidráulicos; PROGRAMÁTICO Lei de Pascal; Força e pressão; Fluidos sob pressão; Simbologia; Grupo de acionamento; Tipos de acionamentos. 6. REQUISITOS PARA INGRESSO Escolaridade mínima: 5ª série; Idade mínima: 16 anos. 7. CARGA HORÁRIA 40 h 15 alunos Figura 67 Introdução à Hidráulica 153

1. TÍTULO INTRODUÇÃO À PNEUMÁTICA Proporcionar ao treinando a compreensão dos princípios básicos da teoria de pneumática capacitando-o a diagnosticar os circuitos pneumáticos. Ao final do curso o treinando será capaz de fazer 3. PERFIL leitura de esquemas, diagnosticar e montar circuitos PROFISSIONAL pneumáticos. 4. MODALIDADE Aperfeiçoamento Profissional Introdução à pneumática; Produção do ar comprimido; Distribuição do ar comprimido; Preparação do ar comprimido; Elementos pneumáticos de trabalho; 5. CONTEÚDO Unidades de construção especiais; PROGRAMÁTICO Conversores pneumáticos - elétrico de sinais; Simbologia pneumática conforme norma DIN/ISO 1219; Montagem prática em gabinete de treinamento; Esquema básico de comando. 6. REQUISITOS PARA Escolaridade mínima: 5ª série; INGRESSO Idade mínima: 16 anos. 7. CARGA HORÁRIA 40 h 15 alunos Figura 68 Introdução à Pneumática 154

1. TÍTULO METROLOGIA BÁSICA Proporcionar ao treinando conhecimentos básicos de metrologia, promovendo teoria e prática que servirão como subsídio na vida profissional. Ao final do curso o treinando será capaz de ler e 3. PERFIL manusear corretamente os instrumentos de medição PROFISSIONAL tais como: régua graduada, paquímetro, micrômetro, relógio comparador, Goniômetro. 4. MODALIDADE Iniciação Profissional Matemática básica (adição, subtração, multiplicação e divisão); Conceito de metrologia; Medidas e conversões; 5. CONTEÚDO Régua graduada; PROGRAMÁTICO Paquímetro; Micrômetro; Sistema de tolerância e ajustes; Relógio comparador; Goniômetro. 6. REQUISITOS PARA INGRESSO Escolaridade mínima: Ensino Fundamental Idade mínima: 14 anos. 7. CARGA HORÁRIA 40 h 15 alunos Figura 69 Metrologia Básica 155

1. TÍTULO 3. PERFIL PROFISSIONAL SERRALHEIRO CÓD. CBO 7244-40 Proporcionar ao treinando conhecimentos básicos para confecção de esquadrias em ferro, alumínio e cálculo de materiais. Ao final do curso, o treinando será capaz de executar serviços de esquadrias metálicas em ferro e alumínio com maior flexibilidade operacional. 4. MODALIDADE Qualificação Profissional. 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 6. REQUISITOS PARA INGRESSO Educação Ambiental; Segurança no trabalho; Sistemas de medidas (régua graduada, metro e paquímetro); Leitura e interpretação de desenho mecânico para serralheiro; Tipos de perfil tubular; Prática profissional: confecção das tarefas; Noções gerais de desenho técnico de esquadrias de alumínio; Listagem dos perfis para corte; Corte de perfis com serra de disco; Efetuar corte em ângulo de 90º, 60º, 45º e uso de gabarito; Marcação, preparação e usinagem dos perfis de alumínio; 7. CARGA HORÁRIA 160 h Sistema de união de perfis com rebites, com parafuso, com macho e cunha; Montagem e colocação de acessórios; Acabamento dentro dos padrões de qualidade. Escolaridade mínima: 5ª série; Idade mínima: 16 anos. 12 alunos Figura 70 Serralheiro 156

SOLDADOR (ELETRODO REVESTIDO E 1. TÍTULO OXIACETILÊNICO) CÓD. CBO 7243-15 Desenvolver técnicas e habilidades, visando capacitar o treinando a realizar operações de soldagem, pelo processo de soldagem com eletrodo revestido e oxiacetilênico. Ao final do curso o treinando será capaz de executar tarefas de soldar em ângulo, soldar de topo nas 3. PERFIL posições plana, horizontal, vertical ascendente e PROFISSIONAL descendente, soldar juntas em T e fazer enchimentos. 4. MODALIDADE Qualificação Profissional. Educação Ambiental; Segurança no trabalho; Acender e manter o arco elétrico; Soldar em ângulo; Soldar de topo sem chanfro; Equipamentos e ferramentas; Noções de Eletricidade aplicada a soldagem; Máquinas de Soldagens; 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 6. REQUISITOS PARA INGRESSO Variáveis que influenciam na soldagem; Fatores para uma boa soldagem; Processo oxiacetilênico; Soldagem (qualidades, características, recomendações); Eletrodo para soldagem manual a arco; Classificação de eletrodo; Armazenamento e cuidados com os eletrodos; Terminologia básica; Caminhos para soldar melhor. Escolaridade mínima: 5ª série; Idade mínima: 16 anos. 157

7. CARGA HORÁRIA 160 h 12 alunos Figura 71 Soldador (Eletrodo Revestido e Oxiacetilênico) 158

1. TÍTULO TORNEIRO MECÂNICO CÓD. CBO 7212-15 Proporcionar ao treinando conhecimentos teóricos e práticos, para desenvolver com habilidades necessárias, os diversos serviços na área de tornearia. 3. PERFIL PROFISSIONAL Ao final do curso o treinando estará apto a executar com habilidades serviços de torneamento de peças. 4. MODALIDADE Qualificação Profissional Educação ambiental; Segurança no trabalho; Noções de metrologia (paquímetro, micrômetro e relógio comparador); Conjunto; Partes principais do torno; Acessórios do torno; Facear; Tornear superfície cilíndrica externa na placa universal; Fazer furo de centro; 5. CONTEÚDO Tornear superfície cilíndrica na placa e ponta; PROGRAMÁTICO Tornear superfície externa entre pontas; Placa arrastadora e arrastador; Furar usando o cabeçote móvel; Sangrar e cortar no torno; Tornear superfície cilíndrica interna (passante); Tornear superfície cônica usando o carro superior; Cálculo da inclinação da espera do torno Roscar com macho no torno; Recartilhar no torno; Tornear superfícies côncavas e convexas; Perfilar com ferramenta de forma; 159

Tornear superfície cônica desalinhando a contra ponta; Cálculo do desalinhamento da contra ponta para tornear superfície cônica; Tornear peças em mandril; Abrir rosca triangular externa, por penetração perpendicular; Altura do filete do parafuso Rosca triangular métrica; Abrir rosca triangular externa por penetração obliqua; Abrir rosca múltipla; Abrir rosca triangular direita interna; Abrir rosca quadrada interna; Abrir rosca trapezoidal externa e interna; Largura da ferramenta Rosca trapezoidal Acme; Largura da ferramenta Rosca trapezoidal métrica; Tornear com luneta fixa; Relação entre diâmetro da broca de centro e diâmetro da peça; Ajustes recomendados (ISO); Tabela de velocidades corte; Resolução de triângulos retângulos. 6. REQUISITOS PARA Escolaridade mínima: Ensino fundamental completo. INGRESSO Idade mínima: 18 anos. 7. CARGA HORÁRIA 180 h 06 alunos Figura 72 Torneiro Mecânico 160