Modelo de Avaliação de Docentes do IST



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Transcrição:

INSTITUTO INSTITUTO SUPERIOR SUPERIOR TÉCNICO TÉCNICO Modelo de Avaliação de Docentes do IST 1

Introdução Estratégia Posicionamento do IST como escola de referência capaz de atrair melhores alunos e mais alunos de pós-graduação, onde a realização de investigação ao mais alto nível e a transferência de conhecimento continuem a ser uma prioridade e em que se valorizem os diferentes perfis pedagógicos e científicos dos docentes. Renovação As aposentações e jubilações dos próximos anos, conjugadas com o alargamento da base de recrutamento de professores associados e catedráticos que decorre do ECDU criam uma grande oportunidade para promover os docentes cuja competência e excelência sejam reconhecidas e para competir no mercado global de captação de docentes. Transparência Definição de princípios claros, justos e efectivos de avaliação de docentes que entrem em linha de conta com as especificidades das diferentes áreas disciplinares e que sejam baseados na qualidade e quantidade da sua actividade. 2

Enquadramento Legal Funções dos Docentes (artigo 4º do ECDU) a) Realização de actividades de investigação científica, de criação cultural ou de desenvolvimento tecnológico, b) Prestação do serviço docente que lhes for distribuído e acompanhamento e orientação dos estudantes, c) Participação em tarefas de extensão universitária, de divulgação científica e de valorização económica e social do conhecimento, d) Participação na gestão das respectivas instituições universitárias, e) Participação em outras tarefas que lhes sejam distribuídas pelos órgãos de gestão. 3

Enquadramento Metodológico Vertentes da Avaliação a) Ensino b) Investigação c) Transferência de Conhecimento d) Gestão Universitária Bases do Modelo de Avaliação A avaliação por pares ( peer reviewer ) constitui a base de qualquer modelo de avaliação de docentes universitários mas deve respeitar a estrutura hierárquica que é imposta pela Lei. 4

Enquadramento Metodológico Problemas das Metodologias de Avaliação Holísticas a) Não garantem a transparência. b) Não garantem a uniformidade de critérios. c) Permitem que o avaliador incorra em enviesamentos na decisão (Baron, 2007). d) Não asseguram que o avaliador entre em linha de conta com a estratégia e a política da escola, especialmente no caso de avaliadores externos em procedimentos concursais, em dissonância com os modernos princípios da gestão por objectivos (Drucker, 1993). Desafio Criar um modelo de avaliação por pares que permita ultrapassar os problemas da abordagem holística. Assumir o desafio quer do ponto de vista metodológico quer do ponto de vista institucional. 5

Enquadramento Metodológico Tendências de Avaliação de Docentes e Instituições (National Academy of Engineering dos Estados Unidos da América, 2009) Dinamizou a formação de uma comissão de especialistas para estudar a utilização de métricas na avaliação do ensino da engenharia, a qual concluiu que o recurso a métricas contribui para melhorar o desempenho das instituições. (Arreola, 2007) A ideia de total objectividade de um sistema de avaliação baseado em métricas é uma contradição, sendo o termo avaliação objectiva uma logomaquia. Os instrumentos de medição de um modelo de avaliação devem ter um elevado nível de objectividade, mas o processo de avaliação é por definição subjectivo e deve ser realizado por pares. 6

Enquadramento Metodológico Tendências de Avaliação de Docentes e Instituições (Arreola, 2007) A objectividade na avaliação deve traduzir-se na coerência das conclusões retiradas de um conjunto pré-definido de dados e para se obter essa coerência de conclusões é necessário seguir uma estratégia de subjectividade controlada. (Moed, 2007 e Butler, 2007) Necessidade de recorrer a modelos de avaliação que utilizem informação abrangente de natureza quantitativa e qualitativa como instrumento de melhoria do modelo de avaliação por pares. 7

Enquadramento Metodológico Modelos de Avaliação com Subjectividade Controlada a) Grelhas de Pontuação Enfermam, na maioria dos casos, de deficiências graves à luz da Teoria da Utilidade Multicritério. Em particular, não usam procedimentos apropriados na selecção dos critérios, na construção das escalas e na escolha de pesos e, portanto, podem originar resultados incoerentes (Keeney et al., 2006). Universidades Espanholas, Agencia Nacional de Evaluación de la Calidad y Acreditación. Algumas Universidades Portuguesas como resposta ao enquadramento legal nacional. b) Teoria da Utilidade Multicritério de Apoio à Decisão (Raiffa and Keeney, 1976 e Belton and Stewart, 2001) Ponto de partida para a construção de um modelo de avaliação com subjectividade controlada que seja simples, transparente e robusto. 8

Critérios de Avaliação Os critérios de avaliação são compostos por componentes quantitativas (M) e qualitativas (Q): 9

Modelo de Avaliação O Modelo de Avaliação proposto alicerça-se no princípio que sem substância não pode existir uma avaliação por mérito. Desempenho: O desempenho de um docente mede-se através do produto Qualidade x Quantidade da sua actividade nas diferentes vertentes. Valor: Mede a forma como o desempenho do docente se traduz em valor para a Escola e deve estar enquadrado no plano estratégico da área disciplinar, do departamento e da Escola. Q M C Exemplo: Alunos de doutoramento, Euros, Artigos, Patentes,. Escala de Valor comum a todos os critérios 10

T i Modelo de Avaliação Quantidade A quantidade M é medida por intermédio de uma métrica (ex. conteúdos pedagógicos). M E,cp N i 1 1 Z i T i Tipo de conteúdo pedagógico Livro internacional 7 Livro nacional 4 Texto pedagógico que verse a totalidade do programa das aulas teóricas de uma unidade curricular, 2 Capitulo de livro internacional (por convite) Texto pedagógico que verse a totalidade do programa das aulas práticas ou laboratoriais de uma unidade curricular, 1 Edição de livro internacional Artigo de natureza pedagógica publicado em revista internacional, 0.6 Capítulo de livro nacional (por convite) Edição de livro nacional 0.35 Aplicação informática ou protótipo experimental adoptados em unidades 0.2 curriculares (limitado a 1 por semestre) 8 7 6 5 4 3 2 1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Artigo de natureza pedagógica publicado em revista nacional, Outros conteúdos pedagógicos 0.1 11

Modelo de Avaliação Qualidade A qualidade Q é materializada através de níveis (ex. publicações pedagógicas). Níveis Descrição QX,y Muito Positivo Positivo Neutro Negativo Muito Negativo O avaliado tem pelo menos um ponto forte determinante e nenhum ponto fraco determinante O avaliado não tem pontos fortes nem pontos fracos determinantes e os pontos fortes superam os pontos fracos Não foram identificados nem pontos fortes nem pontos fracos ou os pontos fortes e os pontos fracos equilibram-se O avaliado não tem pontos fracos nem pontos fortes determinantes e os pontos fracos superam os pontos fortes O avaliado tem pelo menos um ponto fraco determinante e nenhum ponto forte determinante 1.5 1.25 1.0 0.75 0.5 O factor de qualidade é estabelecido com base nos parâmetros de natureza qualitativa relevantes, designadamente: originalidade, profundidade, maturidade, rigor científico, rigor pedagógico, sofisticação técnica, diversidade de conteúdos, documentação de suporte (no caso de software e montagens laboratoriais), inclusão na bibliografia aconselhada de unidades curriculares do ensino superior em instituições nacionais ou internacionais e prémios ou distinções. 12

Modelo de Avaliação Valoração O valor do critério y da vertente X é calculado através de, C Q M Função Valor Transforma desempenho em valor. Valor C O espaço dos valores deve ter a mesma escala para todos os critérios. K (tecto) X,y (Comportamento Humano, Tversky and Kahneman, 1981) Tecto 100 Supremo do valor. Limita o valor de desempenhos elevados que se afastam da estratégia da Escola. Meta X,y (meta) Desempenho Q M Desempenho padrão correspondente a 100 na escala de valores e que permite desempenhos em critérios diferentes. 13

Modelo de Avaliação Exemplo de Valoração: Conteúdos Pedagógicos Função Valor Valor C (Estratégia da Escola - Órgãos competentes) Tecto K (tecto) X,y (Estratégia da Escola - Órgãos competentes) Por exemplo: 100 (desempenho máximo, valor) = (infinito, 500) 1 livro pedagógico de âmbito internacional em 3 anos Meta (Área científica, Conselhos Científico e Pedagógico) X,y (meta) Desempenho Q M Por exemplo: (meta, valor) = (1.5, 100) 1 texto pedagógico que verse a totalidade do C E,cp E,cp Q E,cp N i 1 1 Ti Z i programa das aulas práticas de uma unidade curricular e 1 capítulo de livro pedagógico nacional em 3 anos. 14

Avaliação de Desempenho Metas Exemplos com Q X,y =1 E,cp 1.5 1 texto pedagógico que verse a totalidade do programa das aulas práticas de uma unidade curricular e 1 capítulo de livro pedagógico nacional E,ao 6 2 orientações de mestrando em cada ano E,uc 9 9h semanais de aulas com QUC médio I,pu 4.5 1 artigo em revista do tipo A com algumas citações ou 2 artigos do tipo B com algumas citações I,pj 1 1 responsabilidade de projecto de I&D nacional com financiamento reduzido ou 2 participações em projecto do mesmo tipo T,pt 9 9 artigos nacionais, 6 patentes nacionais ou 1 patente internacional T,sc 6 6 responsabilidades em cursos de formação profissional com financiamento muito reduzido G,gu 4.5 Presidente de Unidade de Investigação (Centro ou Laboratório Associado) com 50 investigadores doutorados Tectos K E,cp K E,ao K E,uc K I,pu K I,pj K T,pt K T,sc K G,gu 500 300 150 500 500 300 300 500 15

Avaliação de Desempenho Agregação e Classificação Final CI X, y C CF = Excelente se CI >= 80 CF = Muito Bom se 40 =< CI < 80 CF = Bom se 20 =< CI < 40 CF = Inadequado se CI < 20 Coeficientes de Ponderação Optimização para o máximo desempenho Vertente Ensino Investigação Transferência de Conhecimento Percentagem da Vertente X 20% a 40% 40% a 60% 0% a 20% Gestão Universitária 0% a 20% (A) 2.5% a 20% (B) 5% a 20% (C) Critério C X,y C E,cp C E,ao C E,uc C I,pu C I,pj C T,pt C T,sc C G,gu Fracção do Critério X,y 1/6 2/6 3/6 6/8 2/8 1/3 2/3 1 na Vertente Percentagem Global Máxima do Critério X,y 6.7% 13.3% 20% 45% 15% 6.7% 13.3% 20% 16