&2/e*,2 0$5,$,0$&8/$'$ 4, FK /$*2 68/ %5$6Ë/,$ ± ') (0$,/ FPLGI#FPLGIFRPEU )21( 6,7( ZZZFPLGIFRPEU 9$/25 127$ ždqr ž6(0(675( ),&+$'(5(&83(5$d 26(0(675$/ *HRJUDILD 1RPH&RPSOHWRBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB'DWD,03257$17( Confira a constituição da avaliação. Qualquer dúvida peça a orientação do professor. Use somente caneta azul ou preta. Leia com atenção os enunciados, pois a compreensão faz parte da avaliação. Não serão aceitas respostas com duplicidade de interpretação, borradas ou a lápis. Não use corretivo. No caso de rasuras risque discretamente o termo errado e escreva-o na forma correta. 1mRVHUmRDFHLWDVUDVXUDVHPTXHVW}HVREMHWLYDV Seja claro e organizado nas respostas! (VWDDYDOLDomRFRQWpPTXHVW}HV LOGO A SEGUIR, VOCÊ VISUALISA OS PRINCIPAIS CONCEITOS BÁSICOS APRENDIDOS NO 2ºPERÍODO. DEFINA-OS COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS. Placas tectônicas. Pangéia Litosfera. Vulcanismo. Terremoto Planície. Planalto Foz Margens OLP.Curso Afluente Nascente Delta Estuário Descarga Bacia hidrográfica Bacia do Rio São Francisco 1
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SROrPLFDWUDQVSRVLomRGDViJXDVGR5LR6mR)UDQFLVFR 3RU -XOLR&H]DU:LQNOHU No Brasil Império, durante o reinado de Dom Pedro II, foi concebido o primeiro projeto de transposição do Rio São Francisco, visando a minimizar os efeitos do clima semi-árido no Sertão Nordestino. De lá para cá, outros projetos se sucederam, mas nunca foram implementados. Contudo, agora, parece que esse objetivo está sendo levado a sério, e o governo federal se mobiliza para iniciar o que seria, juntamente com a Itaipu e a Transamazônica, uma das maiores obras de engenharia de que nosso país já teve notícia. As sociedades nordestina e mineira se dividem da seguinte forma: de um lado, estão aqueles que argumentam que a transposição das águas seria a salvação para as populações que vivem na região do Sertão Nordestino; do outro, ambientalistas e técnicos que advertem que a transposição será um verdadeiro tiro no pé, pois o Velho Chico (há muito tempo castigado por causa do uso indiscriminado de suas águas e pelo crescente desmatamento de suas matas ciliares, o que gera assoreamento diminuição da profundidade média do rio em função do acúmulo de sedimentos em seu leito) não suportaria ceder parte do volume de suas águas. 3
Existe ainda quem afirma que a obra seria duplamente desastrosa, pois não possibilitaria a melhora nas condições de vida no Sertão e poderia causar sérios problemas ao regime hídrico do Rio São Francisco. A quantidade de água desviada do rio seria de 63 m 3 /s, ou seja, cerca de 3,4% da vazão total no baixo São Francisco. Boa parte desse volume serviria a projetos de agricultura irrigada (principalmente para a produção de frutas para a exportação) e a produção de camarão em açudes. Outra parte seria utilizada para abastecer centros urbanos que hoje consomem boa parte da água disponível na região. Entre as alternativas apontadas para a transposição, estão o melhor gerenciamento dos recursos hídricos do semi-árido, o investimento em obras não acabadas, a construção de uma cultura de convivência com a problemática da seca e a busca de alternativas simples e viáveis. Essa temática está em discussão no governo federal, e a obra deve ser iniciada o mais breve possível. Esperamos ao menos que criteriosos estudos sobre os impactos ambientais sejam realizados e que as resoluções retiradas deles sejam respeitadas, pensando-se no melhor para essa população, que é castigada pelos longos períodos de seca, e na manutenção do São Francisco, o maior rio totalmente brasileiro. $ JUDQGH REUD GR JRYHUQR R SURMHWR 6mR )UDQFLVFR - O Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias do Nordeste Setentrional, que pretende ser empreendido pelo governo Lula, sobretudo pelo Ministério da Integração Nacional, da maneira que está sendo proposto é um equívoco. Este projeto localiza-se em área de clima semi-árido, com pequena precipitação pluviométrica e temperatura elevada. A transposição de rios, córregos de uma bacia hidrográfica localizada em clima semi-árido provocará conseqüências que não estão sendo analisadas. O que ocasionará furar a bacia do Rio São Francisco? As análises consideram todas as possibilidades que a interferência na natureza provocaria na região? Analisa-se a complexidade sócio-espacial? Trata-se, na verdade, de um macro sistema de engenharia, onde o espaço é pensado de forma geométrica e não geográfica, ou seja, calcula-se a vazão para uma possível retirada, 3,5% da vazão total do Rio São Francisco, a capacidade das estações de bombeamento, a extensão dos aquedutos, o diâmetro dos túneis, e pouco, ou nada, se estuda sobre a complexidade sócio-espacial da região, sobre os impactos sociais. Afinal, de que adiantaria levar água para uma região onde a concentração fundiária é, ainda, o principal obstáculo a ser transposto? De que adiantaria levar água para uma região onde as pessoas não têm terra? E por último, quem usará essa água? O problema fundamental é a cerca das propriedades, ou a seca? 4
Quais os estados brasileiros que são cortados pelo rio São Francisco? Qual a importância do rio São Francisco para as populações ribeirinhas? E por que ele é chamado de rio da unidade nacional? Cite um aspecto negativo e outro positivo da transposição do rio São Francisco? 5