ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO

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Este caderno é parte integrante da Revista APM Edição n 561 -Outubro de 2005

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Transcrição:

ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO no campo do álcool, tabaco e outras drogas - ATOD Geraldo Mendes de Campos

ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO no campo do álcool, tabaco e outras drogas - ATOD OBJETIVOS: - impedir ou retardar o início do uso; e/ou - diminuir a gravidade e a intensidade das consequências decorrentes desse uso.

ANTES DE MAIS NADA... Ações de prevenção ao uso de substâncias não precisam, necessariamente, abordar direta e unicamente questões relacionadas ao álcool e outras drogas. Também são estratégias preventivas aquelas que se dedicam ao aumento do interesse em atividades escolares, à melhoria da qualidade de vida na comunidade, ao fortalecimento dos vínculos familiares e à atenção à saúde física e emocional da população.

TIPOS DE PREVENÇÃO PREVENÇÃO UNIVERSAL; PREVENÇÃO SELETIVA; PREVENÇÃO INDICADA.

TIPOS DE PREVENÇÃO ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO UNIVERSAL: - dirigidas à população geral, mais ampla, independente de o público-alvo apresentar ou não os sintomas que se pretende evitar ou retardar. Este tipo de prevenção está presente nas grandes campanhas de informação e orientação para o público em geral. Ex1: DSTs Ex2: CÂNCER DE MAMA: grandes campanhas divulgadas na mídia (TV, rádio, outdoors, panfletos em local de grande circulação de pessoas, etc.)

TIPOS DE PREVENÇÃO ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO SELETIVA: dirigidas a subgrupos considerados de maior risco, previamente selecionados de acordo com sua vulnerabilidade. Procuram descobrir os fatores que podem influenciar o desenvolvimento de comportamentos prejudiciais à saúde, para então combatê-los. Ex1: DSTs manicures, tatuadores, distribuição de preservativos em baladas, saunas, clubes gays, etc... Ex2: CÂNCER DE MAMA Exames periódicos em mulheres do grupo de risco.

TIPOS DE PREVENÇÃO ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO INDICADA: indivíduos que já mostrem indicativos iniciais perigosos em relação ao problema. Abordam os fatores de risco individuais e os problemas de comportamento, procurando deter o progresso das consequências e problemas decorrentes de atitudes não saudáveis. Ex1: DSTs visitas e testagens para profissionais do sexo, acompanhamento frequente aos positivos, etc. Ex2: CÂNCER DE MAMA - cuidados de saúde nos casos confirmados, para se evitar agravos.

GERALMENTE, O AMBIENTE ESCOLAR É PALCO DE AÇÕES DE PREVENÇÃO SELETIVA (sub grupo de risco; trabalhar vulnerabilidades) MAS, SE CONSIDERARMOS A ESCOLA COMO UM UNIVERSO, PODEREMOS CONTEMPLAR OS 3 TIPOS DE PREVENÇÃO: - PREV. UNIVERSAL: mensagens e ações dirigidas a todos os alunos, indiscriminadamente; - PREV. SELETIVA: mensagens e ações dirigidas a determinadas séries / faixa etárias, consideradas como um sub grupo de maior risco; - PREV. INDICADA: para aqueles alunos que já demonstram comportamentos inadequados e/ou outros Fatores de Risco para o uso de substâncias.

3 linhas principais de desenvolvimento de Programas de Prevenção nas Escolas: a) Aumento do controle social; b) Educação; c) Oferecimento de alternativas.

a) Aumento do Controle Social Pressuposto: o aumento do uso de substâncias está relacionado à diminuição do controle social exercido pelos adultos, sobre o comportamento dos jovens (Robert Du Pont)3 Principais causas para a diminuição do controle social: desorganização social e no monitoramento inadequado do comportamento dos jovens, possibilitados pela falta de coesão e estrutura nas famílias; ambientes escolar e profissional sem supervisão e vigilância; e vizinhanças desorganizadas (Moss). Aumento de vínculos com a família, escola, trabalho, instituição religiosa e outros aspectos da sociedade tradicional favorecem o engajamento dos jovens em comportamentos responsáveis. Quando tais vínculos sociais estão fracos - ou ausentes - é maior a probabilidade de engajamento em comportamentos de rebeldia, como o abuso de ATOD. Nas escolas: essa proposta defende uma educação mais controlada e busca estabelecer regras e limites rígidos, relevando a opinião dos jovens. O controle social prevê a proibição e a extrema fiscalização do uso nas escolas e outros comportamentos considerados inadequados neste ambiente. Apesar das controvérsias que envolvem essa abordagem considerada limitadora da autonomia das pessoas - ela ainda é muito usada nos EUA.

A linha de Educação pode ser subdividida nos seguintes modelos: princípio moral; amedrontamento; do conhecimento científico; da educação afetiva; do estilo de vida saudável; da pressão positiva do grupo.

Modelo do princípio moral: relaciona o uso de ATOD à condenação moral e ética. Está associado, geralmente, a grupos religiosos ou movimentos políticos. Atualmente, sua utilidade e pertinência têm sido bastante questionadas, havendo estudos que concluem serem os resultados contraproducentes, na maioria dos casos5. Modelo do amedrontamento: campanhas de prevenção divulgadas pela mídia, que expõem somente os aspectos negativos e danos acarretados pelo uso. O uso deste modelo é bastante questionável e tem trazido resultados decepcionantes. Prováveis razões para o insucesso do modelo (Negrete): - a tendência de os jovens se sentirem atraídos por comportamentos que envolvam o desafio ao perigo; - falta de credibilidade nas informações; vários jovens, ao experimentarem os efeitos provocados pelas substâncias, verificam que tais informações amedrontadoras não correspondem a aquilo que sentiram, sendo, portanto, enganosas.

Modelo do conhecimento científico: resposta ao modelo anterior; propõe o fornecimento de informações legítimas, de modo imparcial e científico. Pressuposto : bem informados, os jovens poderiam tomar decisões racionais e bem fundamentadas. Resultados também desanimadores: apesar da informação correta, o consumo de drogas pelos jovens não diminuiu. Causas prováveis: 1). Para os que já fazem uso, elas oferecem maior conhecimento formal, o que não significa mudança de atitude ou comportamento; 2). Para os que não usam, por temerem seus efeitos, o conteúdo dessas informações pode servir para aumentar a curiosidade e diminuir o medo e a tensão, podendo favorecer o início do uso. Modelo da educação afetiva: este modelo busca aprimorar fatores pessoais como auto estima, habilidades de comunicação, de enfrentamento e sociais, bem como os recursos necessários para negarem o uso de ATOD. A substância não é tratada como questão central, mas apenas mais um dos temas dos programas. Para que o trabalho seja bem-sucedido, os educadores precisam passar por treinamento e estarem dispostos a uma dinâmica diferente na sala de aula e na escola.

Modelo do estilo de vida saudável: este modelo valoriza aspectos saudáveis da vida dos jovens, como alimentação balanceada, controle de peso, do colesterol e da pressão arterial, prática de esporte, cultura, lazer e outros aspectos que possam garantir um estilo de vida saudável, em que o não-uso de substâncias entra como um dos fatores que garantem a boa saúde do jovem. Modelo da pressão positiva de grupo: este modelo se baseia na força do grupo. Líderes jovens, treinados para tal, podem exercer pressão benéfica sobre seus colegas, no que diz respeito a atitudes saudáveis e afastamento das substâncias psicoativas.

Oferecimento de Alternativas Pressuposto: o abuso de substâncias psicoativas tem origem em problemas e tensões sociais enfrentados pelos jovens, que recorrem à droga como escape das frustrações e pressões da vida. A escolha pelo uso de substâncias depende, em parte, da falta de acesso a outras alternativas, como o envolvimento em atividades escolares e profissionais, engajamento religioso e participação em atividades físicas, esportivas, culturais, etc. Os profissionais envolvidos na proposta de oferecimento de alternativas procurarão intervir nas condições sociais desfavoráveis que poderiam levar ao uso de ATOD, incentivando a participação dos jovens em: Alternativas culturais, esportivas ou de lazer, nas escolas e na comunidade. Formação de grupos de jovens envolvidos com a discussão e atuação em problemas comuns (escolares, comunitários.

O AMBIENTE ESCOLAR É UM DOS MAIS INDICADOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE PREVENÇÃO COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE VÁRIAS IDADES. PERGUNTA: LEMBRANDO QUE FAZER PREVENÇÃO NÃO É SÓ FALAR SOBRE DROGAS, QUE AÇÕES PREVENTIVAS PODEM SER FEITAS NA ESCOLA DE VOCÊS?

Vale a pena ver (de novo?) PROGRAMA SAÚDE E PREVENÇÃO NAS ESCOLAS. http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/education/ preventive-education-on-hiv-and-aids/health-andprevention-in-schools-project/ http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002218/ 221899por.pdf

CAPSad Taboão da Serra SEMUS Prefeitura Municipal Coord Munic Saúde Mental Especialidades: Clínica Médica Psiquiatria Psicologia Enfermagem Terapia Ocupacional Serviço Social Nutrição Artesanato Oficinas Terapêuticas

PORTA ABERTA (não há necessidade de encaminhamento) Acolhimento (2ª a 6ªf, das 08:00 às 15:00) Processo de Integração (grupos semanais, avaliações multiprofissionais) Projeto Terapêutico Individual (agenda individual de atividades terapêuticas)

GRUPOS DE ORIENTAÇÃO A FAMILIARES todas as 6ªf, MANHÃ: das 09:30 às 10:30 h. TARDE: das 14:00 às 15:00 h. ABERTO À COMUNIDADE, MESMO QUE O USUÁRIO/DEPENDENTE NÃO FREQUENTE O CAPSad.

CAPS Álcool e Drogas Taboão da Serra Av. Intercap, 325 4787-8558 / 4787-8586 capsad@taboaodaserra.sp.gov.br