SER PESADO EM PRESENÇA DO CONSUMIDOR,



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Transcrição:

Hoje iremos abordar vários temas ligados a Setor de Mercadorias Pré Medidas. E a primeira duvida e entender o que é um produto Pré Medido? produto pré medido e todo ou qualquer produto medido e/ou embalado sem a presença do consumidor em condição de comercialização.

A partir desse contexto vamos conhecer os Regulamentos Técnicos Metrológicos que devem ser seguidos pelas empresas; Portaria Inmetro n. 025/1986 Resolução Conmetro n. 011/1988 Portaria Inmetro n. 019/1997 Portaria Inmetro n. 157/2002 Portaria Inmetro n. 144/2005 Portaria Inmetro n. 120/2011

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 25, de 02 de fevereiro de 1986 Art. 1º - Os queijos e requeijões que não possam ter suas quantidades padronizadas e/ou que possam perder peso de maneira acentuada, deverão, obrigatoriamente, trazer nos rótulos ou revestimentos a indicação DEVE SER PESADO EM PRESENÇA DO CONSUMIDOR, de forma bem visível e distinta das demais informações, indicando, ainda, nas mesmas proporções, o peso da embalagem, em gramas, precedido da expressão PESO DA EMBALAGEM. 1 - A indicação do peso da embalagem poderá ser impressa no próprio rótulo ou envoltório acondicionador, de forma permanente, ou através de aposição de etiquetas datilografadas, carimbadas ou manuscritas. 4 - Em havendo a possibilidade de acumulação de soro no acondicionamento do queijo, para efeito de comercialização e determinação de seu peso líquido, a pesagem do produto somente poderá ser procedida após drenagem do soro em seu envoltório, descontado o peso da embalagem. Art. 2º - Os queijos ralado e pasteurizado, e o requeijão cremoso, acondicionados para efeito de comercialização, independentemente do material utilizado para as respectivas embalagens, deverão ter a indicação da quantidade líquida expressa na vista principal do invólucro ou envoltório, sempre de forma bem visível e distinta das demais indicações. Art. 3º - Sempre que no rótulo ou revestimento for aposto o peso líquido do queijo, ficará este sujeito às tolerâncias admitidas.

Portaria nº 019, de 07 de março 1997 Art. 1º Os produtos cárneos (embutidos ou não, frescos, secos, salgados, curados e crus ou cozidos), préacondicionados, devem trazer a indicação da quantidade líquida, em caráter obrigatório, no ponto de venda ao consumidor final. Art. 2º Os produtos que, por sua natureza, não puderem ter sua quantidade líquida padronizada, deverão ter seu peso líquido indicado mediante a utilização de etiqueta adesiva no ponto de venda ao consumidor final. 1º - Para fins de viabilização do disposto no caput deste artigo, o fabricante ou acondicionador deverá informar o peso da embalagem utilizada no produto em comercialização. 2º - O peso da embalagem não poderá ser superior ao declarado. Art. 3º Excetuam-se, das exigências estabelecidas no artigo primeiro, os produtos comercializados a granel, pesados sem qualquer embalagem, em quantidade determinada pelo consumidor final. Os produtos sujeitos a perda de peso por desidratação, desde que comercializados exclusivamente em envoltórios primários e identificados por cintas, anéis e etiquetas, deverão ser pesados na presença do consumidor. Art. 4º Serão considerados como parte integrante do produto cárneo embutido, para fins de determinação da quantidade líquida, as tripas naturais ou artificiais, a cera que o envolver ou qualquer outro tipo de envoltório inerente ao processo ou tecnologia de sua elaboração.

Portaria INMETRO nº 157, de 19 de agosto de 2002 2.2 Conteúdo Nominal ou conteúdo Líquido (Qn) É a quantidade do produto declarada na rotulagem da embalagem, excluindo a mesma e qualquer outro objeto acondicionado com esse produto. 2.3 Indicação Quantitativa É o número do conteúdo líquido nominal acompanhado da unidade de medida correspondente de acordo com este Regulamento. 2.4 Peso Drenado É a quantidade do produto declarada na rotulagem da embalagem, excluindo a mesma e qualquer líquido, solução, caldo, vinagres, azeites, óleos e sucos de frutas e hortaliças, de acordo com a regulamentação vigente. 2.5 Rotulagem É toda inscrição, legenda, imagem ou toda matéria descritiva ou gráfica que seja escrita, impressa, estampada, gravada, gravada em relevo ou litografada ou colada sobre a embalagem. 2.6 Vista Principal Área visível em condições usuais de exposição onde estão escritas em sua forma mais relevante a denominação de venda, a marca e/ou o logotipo se houver. 3 APRESENTAÇÃO DA INDICAÇÃO QUANTITATIVA DO CONTEÚDO LÍQUIDO 3.1 A indicação quantitativa do conteúdo líquido dos produtos pré-medidos deve constar na rotulagem da embalagem, ou no corpo dos produtos, na vista principal, e deve ser de cor contrastante com o fundo onde estiver impressa, de modo a transmitir ao consumidor uma fácil, fiel e satisfatória informação da quantidade comercializada. 3.1.1 No caso de embalagem transparente, a indicação quantitativa deve ser de cor contrastante com a do produto. 3.2 Quando a indicação quantitativa constar no próprio corpo do produto e não puder ser impressa em cor contrastante, deverá ser superior em 2mm ao estabelecido na tabela correspondente ao tipo de produto.

3.6 A indicação quantitativa dos produtos pré-medidos deve ser expressa no Sistema Internacional de Unidades (SI), de acordo com: a) os produtos pré-medidos que se apresentam na forma sólida ou granulada ou em gel devem ser comercializados em unidades de massa; b) os produtos pré-medidos que se apresentam na forma líquida devem ser comercializados em unidades de volume; c) os produtos pré-medidos que se apresentam na forma semi-sólida ou semi-líquida devem ser comercializados em unidades de massa ou volume, em conformidade com a Legislação Metrológica em vigor; d) os produtos pré-medidos que se apresentam na forma de aerossol devem ser comercializados de acordo com Legislação Metrológica em vigor; e) os produtos pré-medidos que por suas características principais se apresentam em quantidade de unidades devem ter a indicação quantitativa referente ao número de unidades que contém a embalagem; f) os produtos pré-medidos que por suas características principais se apresentam em unidades de comprimento ou largura devem ter a indicação quantitativa expressa em unidades de comprimento; g) os produtos pré-medidos que se apresentam sob a forma pastosa, mas se vulcanizam à temperatura ambiente, devem ser comercializados em unidades de massa.

Resolução nº 11, de 12 de outubro de 1988 Capítulo V Das Mercadorias Pré-medidas sem a Presença do Comprador Acondicionadas ou Não 14. As mercadorias pré-medidas acondicionadas ou não, sem a presença de comprador deverão trazer, de modo bem visível e inequívoco, a indicação da quantidade líquida ou da quantidade mínima expressa em unidades legais, ou nos casos definidos pelo INMETRO, o número de unidades contidas no acondicionamento. 14.1 Considera-se quantidade líquida das mercadorias a quantidade do produto principal exposto à venda: salsicha, sem levar em consideração a salmoura; pêssego em calda, excluída a calda; azeitona, descontado o líquido que as contém, e outros. 14.2 Considera-se quantidade mínima das mercadorias o menor valor da quantidade encontrado em qualquer unidade. 14.3 Considera-se como produto principal aquele existente em uma embalagem e que se constitua na razão principal de sua comercialização. 15. Nenhuma mercadoria pré-medida poderá ser comercializada sem que a sua quantidade seja expressa em unidades legais grafadas por extenso, ou com os símbolos de uso obrigatório para representá-las. 15.1 As mercadorias que se apresentem a 20ºC sob forma sólida ou granulada, devem ser comercializadas em unidades legais de massa, seus múltiplos e submúltiplos. 15.2 As mercadorias que se apresentem a 20ºC sob forma líquida ou pastosa, devem ser comercializadas em unidades legais de volume, seus múltiplos e submúltiplos. 15.3 As mercadorias que se apresentem em estado líquido a 20ºC sob pressão e os produtos acondicionados sob a forma de aerosóis terão sua comercialização regulamentada pelo INMETRO. 15.4 As mercadorias cujo emprego principal depende de sua extensão linear devem ser comercializadas em unidades legais de comprimento, seus múltiplos e submúltiplos. 15.5 As mercadorias cujo emprego principal depende de sua superfície devem ser comercializadas em unidades legais de área, seus múltiplos e submúltiplos. 15.6 As mercadorias que, por suas características principais de utilização, são comercializadas em unidades, devem trazer a indicação quantitativa referente ao número de unidades. 16. Poderá o INMETRO autorizar a comercialização de mercadorias pré-medidas, em unidades legais, diferentes das estabelecidas no item 15 mediante ato normativo específico.

Portaria INMETRO nº 144, de 22 de julho de 2005 Art. 1º - Os produtos pré-medidos, comercializados em unidades legais de massa, etiquetados no ponto de venda, deverão ostentar a indicação quantitativa do peso líquido aposta em etiqueta adesiva na vista principal da embalagem ou do recipiente em que estão contidos. A indicação quantitativa poderá ser manuscrita, datilografada ou emitida por etiquetadora de preço, de forma clara e em caracteres com altura mínima de 2mm. Parágrafo único - É admissível o uso do símbolo de kg, em substituição ao símbolo de g, para quantidade inferior a 1000g (mil gramas) em etiquetas impressas por instrumentos etiquetadores de preço. Art. 2º - Os produtos acondicionados e/ou etiquetados no ponto de venda, que se apresentarem em duas fases, uma sólida e outra líquida, separáveis por filtração simples, poderão conter somente a indicação do peso líquido, correspondendo este ao valor do peso drenado. Parágrafo único - Para os doces em calda de frutas cortadas ao meio, é admitida uma tolerância individual de duas vezes os erros máximos tolerados (em gramas), previstos na regulamentação metrológica em vigor.

Portaria Inmetro nº 120, de 15 de março de 2011. Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico MERCOSUL sobre Controle Metrológico de Produtos Pré-Medidos Comercializados em Unidades de Massa de Conteúdo Nominal Desigual. Art. 2º Revogar a Portaria Inmetro nº 92, de 16 de julho de 1999. 2.2. PRODUTO PRÉ-MEDIDO DE CONTEÚDO NOMINAL DESIGUAL É todo produto embalado e medido sem a presença do consumidor que não tem conteúdo nominal igual para todas as unidades de um mesmo produto. 2.3. CONTEÚDO EFETIVO É a quantidade de produto realmente contida no produto pré-medido. 2.4. CONTEÚDO NOMINAL (Qn ) É a quantidade líquida indicada na embalagem do produto. 2.5 TOLERÂNCIA INDIVIDUAL (T) É a diferença tolerada para menos, entre o conteúdo efetivo e o conteúdo nominal, que se encontra estabelecida na Tabela I deste Regulamento. 2.10. AMOSTRA DO LOTE É a quantidade de produtos pré-medidos retirados aleatoriamente do lote e que será efetivamente verificada. 3 AMOSTRAGEM A amostra será coletada de acordo com a Tabela II deste Regulamento. Se o tamanho do lote for inferior a 9 unidades, fazem-se os ensaios com 100% do lote. 4 DETERMINAÇÃO DO CONTEÚDO EFETIVO Será efetuado por controle não destrutivo a medida que possa se estabelecer a tara das embalagens, do contrário a determinação do conteúdo efetivo será destrutiva.

5 - CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO DE LOTE DE PRODUTOS PRÉ-MEDIDOS O lote submetido à verificação é aprovado quando a condição do item 5.1 é atendida. 5.1 Critério individual é admitido um máximo de c unidades abaixo de Qn-T (T é obtido na tabela I e c é obtido na tabela II). Se o tamanho do lote for inferior a 9 unidades, não será aceita nenhuma unidade defeituosa. TABELA I - Tolerâncias Individuais permitidas Conteúdo nominal Qn (g) Tolerância T (g) CONTEÚDO NOMINAL - QN TOLERANCIA T (g) QN < 500 g 5 g 500 < QN < 5000 g 10 g QN > 5000 g 20 g

Se o tamanho do lote for inferior a 9 unidades, fazem-se os ensaios com 100% do lote Não será tolerado nenhuma unidade com erro superior a QN T TABELA II Amostra para Controle Tamanho do lote Tamanho de amostra Critério para Aceitação individual (c) (máximo de defeituosos abaixo de Qn-T) TAMANHO DO LOTE TAMANHO DE AMOSTRA CRITERIO PARA ACEITAÇÃO INDIVIDUAL ( QN T ) 9 a 25 5 0 26 a 50 13 1 51 a 149 20 1 150 a 4000 32 2 4001 a 10000 80 5

PROCEDIMENTOS PARA PREVENÇÃO ERROS QUANTITATIVOS: 1 PROUTO EMBALADO DEVE TER INDICAÇÃO QUANTITATIVA PODER ESTAR MANUSCRITA, DATILOGRAVADA, ETIQUETADA E/ OU ROTULADA. PODE SER COM Qn PADRONIZADO E/OU POR QUILO 2 SE ESTA FOR Qn PADRONIZADO, O PONTO DE VENDA DEVE FICAR ATENTO ÀS SEGUINTES CONDIÇÕES: A A INDICAÇÃO QUANTITATIVA E LÍQUIDA ( DESCONTADO O PESO DO RECIPIENTE ONDE ESTIVER ACONDICIONADO ); B PROGRAMAR O PERIODO EXPOSTO A VENDA (EX: SE VENDE 5 POR SEMANA NÃO EMBALAR 50); C IDENTIFICAR QUAL É A PERDA DE PESO (ESTE VALOR DEVE SER ADICIONADO COMO MARGEM DE SEGURANÇA); D NÃO EFETUAR DUPLA INDICAÇÃO ( OCORRE QUANDO A INDÚSTRIA INFORMA Qn E O PONTO DE VENDA PESA NOVAMENTE E INFORMA SEU Qn); E EFETUAR CONTROLE DAS PESAGENS ( DEFINIR UM RESPONSÁVEL PARA QUE POSSA EXECUTAR PESAGENS E INSPENÇÃO VISUAL DOS PRODUTOS E REGISTRÁ-LOS );

PROCEDIMENTOS PARA PREVENÇÃO ERROS QUANTITATIVOS: 3 SE A COMERCIALIZAÇÃO OCORRER POR QUILO: A DEFINIR PROCEDIMENTOS PARA GARANTIR O DESCONTO DAS EMBALAGENS ( TARAS ); B OS PRODUTOS DEVEM ESTAR TODOS JÁ PESADOS PARA AGILIZAR OS PROCESSOS E DIMINUIR AS CHANCES DE ERROS ( ESCALA DE PESAGENS POR TIPO DE PRODUTO ); C DEFINIR A ESCALA DE PRODUÇÃO (PARA QUE OS PRODUTOS NÃO FIQUEM PERDENDO PESOS); D DEFINIR RESPONSÁVEL PARA REALIZAR INSPENÇÕES E COBRAR ESSES PROCEDIMENTOS ( PARA GARANTIR A QUALIDADE ); E EFETUAR CONTROLE DAS PESAGENS ( DEFINIR UM RESPONSÁVEL PARA QUE POSSA EXECUTAR PESAGENS E INSPENÇÃO VISUAL DOS PRODUTOS E REGISTRÁ-LOS );

PROCEDIMENTOS PARA PREVENÇÃO ERROS FORMAIS: A PRODUTOS SEM QUALQUER INDICAÇÃO (EMBALADOS); B PRODUTOS SEM UTILIZAÇÃO DO SI CORRETO ( INDICANDO POR UNIDADE QUANDO DEVERIA SER POR MASSA ); C PRODUTOS COM DUPLA INDICAÇÃO (PRODUTO JÁ TRAZ INDICAÇÃO E O PONTO DE VENDA ETIQUETA COM UMA INDICAÇÃO SUPERIOR AO DA INDÚTRIA) ; D PRODUOS SENDO COMERCIALIZADO EM DESACORDO COM AS PORTARIAS VIGENTES (PRODUTOS CÁRNEOS, QUEIJOS, DERIVADOS DO TRIGO E HORTI-FRUTI); LOGO ABAIXO IREMOS MOSTRAR FOTOS DOS ERROS RELACIONADOS NO EXPOSTO ACIMA PARA QUE POSSAMOS VISUALIZAR E FACILITAR SUAS CORREÇÕES;

CONCLUSÃO ESSE MATERIAL TEM COMO BASE AS EXPERIÊNCIAS EM FISCALZAÇÕES REALIZADAS NOS PONTOS DE VENDAS DO NOSSO ESTADO, TAIS COMO PANIFICADORAS, CONVENIÊNCIAS, MERCADOS, SUPERMERCADOS E HIPERMERCADOS. OS TEMAS ABORDADOS SÃO OS QUE GERALMENTE INCORREM EM IRREGULARIEDADES METROLÓGICAS APURADAS NOS MOMENTOS DAS AVALIAÇÕES DA CONFORMIDADE QUANTITATIVA E FORMAL DE MERCADORIAS PRE-MEDIDAS.

CONTATO EDER LUIZ OLIVEIRA MARTINS AGENTE METROLÓGICO RESPONSAVÉL PELO LAPREME LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE QUANTITATIVA DE PRODUTOS PRE- MEDIDOS AEM/MS - INMETRO FONE 67 3317 57 80 / FAX 67 331757 81 AV: FABIO ZAHRAM, 3231 CEP 79.080-761 - JARDIM AMÉRICA CAMPO GRANDE/MS ederoliveira@aem.ms.gov.br OUVIDORIA: 0800 67 5220