PLANO DE CONTINGÊNCIA



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GRIPE A (H1N1) Ano Lectivo 2009/2010 PLANO DE CONTINGÊNCIA A principal finalidade do Nacional é a de minimizar o impacte de uma eventual pandemia em território nacional, sobretudo no que diz respeito à mortalidade e à disfunção social. Assim sendo, o principal objectivo do da Escola Secundária / 3 Pinhal do Rei, em sintonia com os objectivos do Nacional, é a detecção precoce de suspeitas clínicas de (H1N1) e a activação dos mecanismos de alerta previstos. È, também objectivo do da Escola Secundária / 3 Pinhal do Rei manter a actividade desta instituição escolar, em face dos possíveis efeitos da pandemia, nomeadamente o absentismo dos profissionais e dos alunos e respectivas repercussões nas actividades escolares e no ambiente familiar e social de toda a comunidade educativa. 1. Identificação do Coordenador e da Equipa Operativa 1.1. Coordenação: Coordenadora Prof. Lígia Almeida (Directora) Substituto Prof. Rui Veríssimo (Adjunto) 1.2. Equipa Operativa: Prof. Merícia Marques (Coord. de Educação para a Saúde) Substituto Prof. Guilherme Silva Palmira Almeida Pereira ( Chefe dos Serviços Administrativos ) Substituta Graça Ferrão Idalina Matias ( Chefe do Pessoal Auxiliar de Educação) Substituta Maria de Jesus Ferreira 1

2. Definição da cadeia de comando e controlo 2.1. Coordenação: Coordenadora Prof. Lígia Almeida (Directora) Substituto Prof. Rui Veríssimo (Adjunto) 2.1.1. Competências: Coordenar e decidir sobre a gestão de eventuais situações de crise e/ou de emergência na escola; Obter e consolidar informação sobre a (H1N1); Designar os elementos da Equipa Operativa; Coordenar o processo de comunicação interna e externa; Reavaliar e actualizar o plano de contingência, sempre que necessário. 2.2. Equipa Operativa: 2.2.1. Competências: Desenvolver, manter e implementar, sob a coordenação da Direcção da Escola, o na sua área de intervenção; Manter informada a Direcção da Escola sobre o evoluir da situação; Garantir a operacionalidade do processo de comunicação interna e externa; Elaborar um relatório que evidencie os aspectos que correram bem e os que mereceram ajustamentos. 3. Identificação das actividades essenciais e prioritárias 3.1. Actividades essenciais e prioritárias: 3.1.1. Em termos escolares: Aulas; Bar/Bufete da escola; Higiene e limpeza da escola; Biblioteca - www.biblioteca.espr.edu.pt Plataforma moodle da escola http://espinhalrei-m.ccems.pt/ Site da escola http://espr.ccems.pt 3.1.2. Em termos administrativos: Vencimentos requisição e pagamentos; Alunos exportações de dados (MISI); Pessoal exportações de dados (MISI); Material requisição. 2

3.1.3. Outros: Os fornecedores de bens ou serviços imprescindíveis para a manutenção das actividades consideradas como essenciais e prioritárias terão de garantir, junto da escola, que se encontram preparados para responder em situação de crise. Apesar dessa garantia, devem ser previstas soluções alternativas. 4. Identificação das medidas de manutenção da actividade escolar em situação de crise 4.1. Medidas de manutenção da actividade escolar em situação de crise no que se refere aos alunos: Utilização da plataforma moodle da escola http://espinhalreim.ccems.pt/; Utilização do site da escola http://espr.ccems.pt; Eventualmente, utilização do e-mail. 4.2. Medidas de manutenção da actividade escolar em situação de crise no que se refere aos profissionais (pessoal docente e pessoal não docente): Utilização da plataforma moodle da escola http://espinhalreim.ccems.pt/; Utilização do site da escola http://espr.ccems.pt; Nos casos em que tal for possível, utilização do teletrabalho; Eventualmente, utilização do e-mail. 4.3. Medidas de manutenção da actividade escolar em situação de crise no que se refere ao funcionamento do bar/bufete: Possuir reservas de água engarrafada e de alimentos não perecíveis; Garantir que os fornecedores de bens ou serviços nesta área se encontram preparados para responder em situação de crise; Apesar dessa garantia, deverão ser previstas soluções alternativas, em particular, no que se refere a alunos carenciados. 5. Medidas de prevenção e controlo da gripe 5.1. Informação e capacitação 5.1.1. Cronograma de reuniões para esclarecimento e formação de profissionais (pessoal docente e pessoal não docente), de pais e de alunos. 3

Profissionais: No início de Setembro, através de uma reunião geral de professores e de uma reunião geral de pessoal não docente, todos os profissionais deverão ser informados sobre as medidas de prevenção de higiene pessoal e de higiene do ambiente escolar que deverão adoptar. Alunos: Nos primeiros dias de aulas os professores e/ou os directores de turma, na sala de aula bem como noutros espaços educativos, deverão informar os alunos sobre as medidas de prevenção de higiene pessoal e de higiene do ambiente escolar que deverão adoptar. Na primeira aula de formação cívica o Director de Turma trabalha com os alunos um conjunto de práticas como: lavar as mãos e higienização de materiais e equipamentos escolares. Pais / Encarregados de educação: Em Setembro, através de reuniões com os directores de turma, os pais deverão ser informados sobre as medidas de prevenção de higiene pessoal e de higiene do ambiente escolar que os seus filhos / educandos deverão adoptar. 5.1.2. O papel do professor e/ou do director de turma Na sala de aula bem como noutros espaços educativos, é muito importante o papel do professor e/ou do director de turma na criação, na dinamização e na manutenção de rotinas de higiene e de limpeza de todos. 5.1.3. Informação escrita A informação escrita será, preferencialmente, difundida através de afixação de cartazes e de folhetos e, ainda, através do site da escola. 5.1.4. Principais medidas de protecção Lavar frequentemente as mãos com água e sabão Usar lenço de papel para proteger a tosse ou os espirros, inutilizar o lenço e lavar as mãos em seguida Se não tiver lenço, tossir para o antebraço, nunca para as mãos! Evitar tocar na boca, no nariz ou nos olhos, sem ter as mãos lavadas Evitar a proximidade de pessoas com sinais de doença gripal ( manter uma distância superior a 1 metro) Evitar locais muito frequentados Higienizar frequentemente as superfícies de trabalho,teclados, maçanetas de porta, etc. Arejar as salas e espaços interiores 5.1.5. Quando não é possível lavar as mãos Sempre que não seja possível lavar as mãos, estas podem ser higienizadas por fricção com uma Solução Anti-séptica de Base Alcoólica (SABA). Estes dispositivos, só devem ser colocados em locais onde seja necessário proceder à higiene das mãos, mas não haja recurso a água e sabão. Nesse 4

sentido, foram colocados doseadores de SABA nos seguintes locais: Bloco A 2 por piso; Bloco B 2 por piso mais 1 junto à reprografia ( piso 1 ); Biblioteca 2 Polivalente 3 (1 à entrada da escola, 1 junto da entrada da cantina e 1 junto à sala de professores.) Sala de isolamento 1 Sala de Directores de Turma 1 Polidesportivo - 1 Bar - 1 5.2. Medidas de higiene do ambiente escolar 5.2.1. Situações Entrada na escola: lavagem / desinfecção das mãos; Desinfecção das mãos: por meio de doseador manual; Computadores (teclados e ratos): desinfecção após utilização; Puxadores das portas: limpeza / desinfecção frequente; Antes das refeições: obrigatória a lavagem das mãos. 5.2.2. Espaços e lugares Salas de aula: arejamento, limpeza frequente e kit de limpeza na Biblioteca / Centro de Recursos, no Ginásio, nas salas de informática; Ginásio material: efectuar uma limpeza frequente do equipamento gímnico; Ginásio balneários: reforço na frequência da limpeza dos balneários e dos cabides; Biblioteca / Centro de Recursos: limpeza de teclados e ratos dos computadores; Bar: evitar, dentro do possível, as filas e assegurar o reforço da higiene e sanidade das funcionárias e do serviço; Cantina: reforço da higiene e sanidade das funcionárias e do serviço, lavagem dos tabuleiros após cada utilização e substituição dos toalhetes de papel (articular com a empresa e de acordo com o respectivo Plano de Contingência); Portas: manter abertas, sempre que possível e proceder à limpeza dos puxadores; 5

Janelas / superfícies vidradas: recomendar para não tocar e proceder à sua limpeza com frequência; Material didáctico: proceder à limpeza e à desinfecção. Outros materiais: estão disponíveis - em todas as casas de banho dispensadores de sabão líquido e dispositivos para secagem das mãos (toalhetes de papel absorvente) assim como caixotes de lixo com tampa de pedal. dispensadores de lenços de papel e respectivos caixotes de lixo com tampa de pedal, nos seguintes locais: - Bloco A e B ( dois por bloco ); - Polivalente 2 - Bar 1 - Gimnodesportivo - 1 5.3. Medidas de isolamento e distanciamento social Em regra, alunos / profissionais (pessoal docente e pessoal não docente) e visitantes que manifestem febre e sintomas de gripe não devem aceder ao espaço escolar até esclarecimento da situação. Em caso de dúvida, deverá ser contactada a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) e em caso de impedimento, dirigir-se ao Serviço de Atendimento à Gripe da Marinha Grande a funcionar no Centro de Saúde. Está definida uma sala para o eventual isolamento de alunos que evidenciem sinais de gripe, durante a sua permanência na escola, até que os pais / encarregados de educação sejam contactados. Esta sala, será utilizada apenas para este fim. Dispõe de água corrente para higienização e de janelas a fim de poder ser ventilada para o exterior. A porta será mantida fechada. Está equipada com um dispositivo dispensador de solução anti-séptica de base alcoólica para desinfecção das mãos. Será limpa e arejada após a sua eventual utilização por doentes. 6. Plano de comunicação 6.1. Fluxograma de acções do da Escola Secundária / 3 Pinhal do Rei em caso de suspeita de gripe A (h1n1): 6.1.1.Coordenadora Prof. Merícia Marques 6.1.2.Substituto Prof. Guilherme Silva 6

6.1.3. Comunicação Interna Os alunos e os profissionais (pessoal docente e pessoal não docente) que manifestem febre ou outros sinais de gripe deverão contactar de imediato um elemento da Equipa Operativa (919030536-914587684); 6.1.4. Comunicação Externa Perante uma situação em que os alunos e/ou os profissionais (pessoal docente e pessoal não docente) manifestem febre ou outros sinais de gripe a Equipa Operativa deverá contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou, em caso de impedimento, encaminhar para o Serviço de Atendimento à Gripe da Marinha Grande (a funcionar no Centro de Saúde). 6.1.5. Em caso de síndrome gripal confirmado, os alunos e profissionais não podem frequentar a escola durante um período de 7 dias ou até à alta clínica se os sintomas persistirem por mais tempo. 6.2. Fluxograma de acções do plano de contingência da Escola Secundária/3 Pinhal do Rei no que diz respeito à comunicação com os fornecedores: 6.2.1. Coordenadora Palmira Almeida Pereira; 6.2.2. Substituta Graça Ferrão; 6.2.3. Comunicação Externa Deverão ser contactados os fornecedores de bens e serviços essenciais para o funcionamento da escola no sentido de: Verificar se garantem os fornecimentos previstos; Equacionar soluções alternativas; Assegurar a existência de uma reserva estratégica de bens e/ou produtos cuja falta possa comprometer o exercícios das actividades consideradas mínimas e/ou prioritárias. 7. Elaboração e divulgação do plano Na elaboração do plano de contingência foi envolvida, sempre que possível, a instituição escolar e os respectivos parceiros. Depois de elaborado, o plano de contingência, será amplamente divulgado internamente e junto da restante comunidade educativa, preferencialmente, através: Do professor e/ou do director de turma, na sala de aula bem como noutros espaços educativos; Da afixação de cartazes e folhetos por todo o espaço escolar; Do site da escola. 7

8. Avaliação O plano de contingência deverá ser reavaliado e actualizado sempre que necessário. Terminada a fase pandémica, a equipa operativa deve elaborar um relatório que evidencie os aspectos que correram bem e os que mereceram ajustamentos. Esta análise permitirá melhorar eventuais novos Planos de Contingência e a capacidade de resposta a situações de crise que possam vir a ocorrer no futuro. Escola Secundária/3 Pinhal do Rei, 4 de Setembro de 2009 A Directora (Lígia Almeida) 8

- Medidas a seguir perante um eventual caso - Aluno - caso em contexto de sala de aula 1. o professor questiona o aluno no sentido de averiguar se este se sente com febre e, pelo menos, um dos seguintes sintomas: tosse, dores musculares, dificuldades respiratórias, dor de garganta/odinofagia, dor de cabeça/cefaleia, arrepios, fadiga, vómitos ou diarreia; I 2. em caso de suspeita de infecção gripal coloca a máscara no aluno, de forma serena e procurando tranquilizá-lo; 3. chama o funcionário para encaminhamento do discente para a sala de isolamento (nas salas sem telefone interno, pede a um aluno que o vá chamar) 4. desinfecta a mesa do aluno ( ou solicita a um funcionário ) e as suas mãos. 5. nas salas com mesa dupla, manda o aluno companheiro desinfectar as mãos. 6. promove o arejamento imediato da sala. 7. o funcionário acompanha o aluno até à sala de isolamento. II 8. o aluno desinfecta as mãos. 9. o aluno mede a temperatura. 10. o funcionário desinfecta as mãos. 11. em caso de temperatura 38ºC a funcionária liga para o coordenador do grupo operacional e aguarda pela sua chegada. III 12. o coordenador liga para a linha de Saúde 24 e age em conformidade com as orientações recebidas. 13. o coordenador providencia o contacto com o encarregado de educação do aluno. 9

Aluno caso fora do contexto de sala de aula 1. o aluno dirige-se ao funcionário do bloco mais próximo. 2. o funcionário questiona o aluno no sentido de averiguar se este se sente com febre e, pelo menos, um dos seguintes sintomas: tosse, dores musculares, dificuldades respiratórias, dor de garganta/odinofagia, dor de cabeça/cefaleia, arrepios, fadiga, vómitos ou diarreia; I 3. em caso de suspeita de infecção gripal coloca-lhe a máscara (kit-bloco) e acompanha o aluno à sala de isolamento. 4. o aluno desinfecta as mãos. 5. o aluno mede a temperatura. 6. o funcionário desinfecta as mãos. 7. em caso de febre 38ºC a funcionária liga para o coordenador do grupo operacional e aguarda pela sua chegada. II 8. o coordenador liga para a linha de Saúde 24 e age em conformidade com as orientações recebidas. 9. o coordenador providencia o contacto com o encarregado de educação do aluno. funcionário (docente / não docente) - caso 1. tomada de consciência de sintomas de gripe, a saber, febre e, pelo menos, um dos seguintes sintomas: tosse, dores musculares, dificuldades respiratórias, dor de garganta/odinofagia, dor de cabeça/cefaleia, arrepios, fadiga, vómitos ou diarreia; I 2. dirige-se para a sala de isolamento. 3. auto-coloca a máscara cirúrgica. 4. verifica da temperatura corporal (recorrendo ao kit protecção). 5. liga para a linha saúde 24, caso a temperatura seja 38ºC, e segue as orientações recebidas. 6. caso seja aconselhado, ausenta-se da escola, comunicando ao funcionário o motivo da sua saída. 10