multimédia e interactividade



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Transcrição:

multimédia e interactivida 4 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 1 funções do escritório organização administrar assessorar escritório comercial consultor 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 2 1

escritórios e a automação escritórios esforço tecnologias apoio funções gerais dos escritórios documentos 40% documentos processamento texto edição electrónica discos ópticos res dados coornar e gerir pessoas e trabalho relacionar os componentes da organização com os projectos estabelecer a relação entre a organização e o exterior escalonamento indivíduos e grupos comunicação com indivíduos e grupos dados sobre indivíduos e grupos 10% 30% 10% calendários digitais calendários e agendas digitais correio electrónico comunicações res telefónicas locais voice mail aplicações para trabalho cooperativo dados bases dados projectos 10% projectos ferramentas para a projectos PERT e CPM 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 3 um sistema típico processamento texto entrada entrada scanner scanner fax fax teclado teclado texto texto armazenado armazenado processamento processamento edição edição formatação formatação sign sign correc. correc. ortográfica ortográfica saída saída impressora impressora fax fax disco disco re re dados dados armazenamento armazenamento disquete disquete banda banda RAM RAM CD-ROM CD-ROM 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 4 2

tecnologias informação numa filial assistentes assistentes documentos documentos pbx pbx calendários calendários e e agendas agendas electrónicos electrónicos gestores gestores conta conta informação informação pessoal pessoal bases bases dados dados clientes clientes analistas analistas gestores gestores da da filial filial aplicações aplicações estatísticas estatísticas processamento processamento texto texto projectos projectos vendas vendas trabalho trabalho cooperativo cooperativo re local comunicação dados 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 5 componentes um sistema tratamento papel electrónico 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 6 3

groupware documentos composicão e crítica documentos em grupo distribuição electrónica correio ecrans partilhados escalonamento calendários projectos e equipas calendários e agendas partilhados comunicação correio electrónico teleconferência por computador dados sistemas apoio à cisão em grupo bases dados e ficheiros pertilhados projectos planos e grelhas cronológicas partilhadas programas projectos disseminados na re dados 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 7 características dos profissionais informação trabalho com informação baseado num corpo codificado amostras e resultados po ser ensinado nas escolas como um conjunto principios e procedimentos po ser certificado pelo estado ou por uma instituição ensino é regulado por uma associação profissional 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 8 4

os profissionais informação nas empresas organização interpretam e avaliam a base conhecimento externa profissionais conhecimento servem como consultores e conselheiros internos funcionam como agentes mudança 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 9 requisitos um sistema para manipulação informação acesso a bases dados externa programas para para comunicações, documentos, geração gráficos e análise dados suporte para aplicações computação intensiva uma interface com o utilizador eficaz e eficiente 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 10 5

profissionais informação e sistemas informação arquitecto s en genhe iro juízes e advo g ado s cien tistas re po rters pro grama do res ge sto res cad conce pção plantas e e difícios cad/cam ges tão ope raçõ es produção e controlo maquinaria workstations jurídicas aces so a base s dados jurídicas workstations gráficas molação tridimens ional workstations publicação te xtos edição e paginação inte gradas cas e s env olv imento aplicações ass istida por computadore workstations ges tão acess o a bas es dados, corre io electró nico, proces samento tex to e capacidas gráficas 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 11 novo perfil profissional domínio especialização......bem finido mas nunca fechado área adaptação rápida intificação áreas complementares fácil adaptação capacida adaptação......á utilização novas tecnologias...a novos procedimentos e padrões...a um mercado trabalho que exclui quem não está 100% actualizado capacida migração......para especialidas díspares e não directamente relacionadas com a formação inicial Isto requer auto-formação e acompanhamento constante do mercado trabalho 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 12 6

ter ou não ter informação quem tem informação po cidir mais pressa po optimizar os serviços e produtos oferecidos po direccionar melhor os seu esforços tem acesso facilitado às novas fontes informação po actualizar-se mas rápidamente quem não tem não tem vantagens competitivas tem o dobro do trabalho para encontrar informações actuais como não sabe não se adapta está cada vez mais longe quem tem 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 13 os sentidos do ser humano o ser humano adquire informação através dos sentidos: 80% pela visão 11% pela audição 3,5% pelo olfacto 1,5% pelo tacto 1% pelo gosto a combinação vários sentidos produz experiências que possibilitam um maior potencial cisão. 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 14 7

entrada, armazenamento, processamento e saída dados entrada escrita à mão assistentes digitais pessoais voz computadores pessoais, consolas condução e cockpits armazenamento PC Cards duas enciclopédias num cartão crédito CP8 um porta-moedas do tamanho um chip processamento PowerPC um mainframe bolso saída capacetes visuais 3D realida virtual auscultadores 3D realida virtual 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 15 multimédia: o que é? sistema multimédia hardware e software que viabiliza a integração elementos texto, dados, gráficos, animação, musica, imagens, voz e vio obtidos inpenntemente várias fontes e montados num único interface utilizador ou apresentação sistema multimédia linear sistema passivo ; o utilizador recebe informação, suporte, instrução ou entretenimento sem qualquer controlo sobre o conteúdo da apresentação sistema multimédia interactivo sistema com um nível transferência informação mais elevado. O utilizador po participar activamente na apresentação, tendo a possibilida optar pela manipulação diferentes conteúdos 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 16 8

o impacto do multimédia televisão indústria do cinema e do audiovisual publicações e indústria gráfica indústria das tecnologias informação operadores telecomunicações 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 17 as funções do multimédia adquirir interpretar transmitir objectos a manipular texto gráficos imagens animação vío voz música filme dados 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 18 9

multimédia in digitalizadores gravadores microfones teclados camâras CDs rato processadores potentes vários coprocessadores para a digitalização e geração audio e vío suportes magnéticos e ópticos cave oculos colunas force feedback monitores alta resolução out 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 19 áreas e oportunidas do multimédia novos paradigmas para educação, entretenimento, ambientes domésticos, escritórioe produção indústria entretenimento avanços em sistemas hardware e software indústrias hardware, software e computadores avanços em sistemas difusão indústria das telecomunicações tecnologias associadas ao multimédia interfaces computador, compressão audio/vío, tecnologia audio, ecrans e sensores inteligentes, da informação, res alto débito e sem fios, bases dados 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 20 10

realida virtual existem tantas finições como empresas envolvidas mundo interactivo tri-dimensional, gerado por computador, no qual uma pessoa está imersa a realida virtual proporciona ao ser humano a ilusão, o mais convicente possível, que este se encontra numa outra realida; esta realida existe num registo digital, na memória um computador outros nomes realida artificial, realida aumentada,ambientes sintéticos, cyberspace, tecnologia simulação, realida projectada 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 21 o que permite a RV a RV é um modo visualização, manipulação e interacção com computadores substitui-se ecrans por sistemas visualização com pequenos ecrans que projectam imagens específicas em frente cada um dos olhos teclados por luvas dados, que controlam os movimentos da(s) mão(s) do utilizador. O movimento da cabeça também é tectado 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 22 11

a RV e o utilizador na perspectiva do utilizador um sistema RV oferece três experiências principais: manipulação: a capacida atingir, tocar e movimentar objectos num mundo virtual navegação: a capacida movimentação e exploração do mundo virtual imersão: encerrar os sentidos do utilizador, usando dispositivos especificos, que permitem que este (só) receba a informação visual, sonora e táctil proveniente do mundo virtual 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 23 tipos representação em RV representação do mundo real visualização alternativa do mundo real novas perspectivas composição facetas novas representações sem equivalente novos conceitos visualização/comunicação representação radical da realida 2002 Luis Borges Gouveia (http://www.ufp.pt/~lmbg) 24 12