Recolhimento do ISSQN (2011)



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Transcrição:

Recolhimento do ISSQN (2011) Posicionamento sobre o atual recolhimento do ISSQN pelos cartórios da capital de cada Unidade da Federação, após decisão da ADI nº. 3089, onde a Anoreg-BR contestou a constitucionalidade do art. 3º da Lei Complementar nº. 116, de 21 de julho de 2003 e o STF posicionou-se no sentido de ser devido o recolhimento, sem entrar no mérito de como seria a base de cálculo ou a alíquota. Após esta decisão, a Anoreg-BR contratou advogado (Dr. Paulo de Barros Carvalho) para acompanhar os 20 primeiros casos que chegarem ao STJ e ao STF. Ingressou com Embargos de Declaração (STJ) contra decisão que definiu o recolhimento sobre a receita bruta (5%), depois com Recurso Extraordinário (STF), alegando que o titular é pessoa física, de acordo com a legislação em vigor (ver anexos) Aracaju (SE) Decisão Observações Aracaju (SE) A prefeitura está fiscalizando de acordo com a lei municipal cobrando 5%. Estão tentando reduzir a Belém (PA) aliquota para 3% (como área de saúde e outras mais). Não tem acertos retroativo, não estão recolhendo atualmente. Estão depositando em juízo, 2% da receita bruta. Sem acordo sobre o retroativo. Belo Horizonte(MG) Boa Vista (RR) Brasília (DF) por conta de liminar. Existe Lei Complementar determinando a alíquota em 2%. Os titulares estão negociando para parcelar o retroativo, bem como alíquota fixa futura ou sobre os emolumentos. Alguns titulares estão depositando em juízo e outros aguardam negociação para recolherem. Fizeram denúncia espontânea e passaram a recolher 5% do faturamento bruto. Há algumas liminares, segue anexo modelos de recusos Campo grande (MS) inclusive no interior do Estado. Cuiabá (MT) Estão negociando, mas ainda não recolhem.

Curitiba(PR) Florianópolis(SC) Fortaleza(CE) Goiânia(GO) João Pessoa (PB) Macapá (AP) Maceió (AL) Manaus (AM) Natal (RN) Palmas (TO) Foi Editada Lei Complementar n.80 de 21/06/2011publicada no Diario Oficial do Municipio de Curitiba de 30/06/2011, que permite a cobrança do referido imposto destacado no Recibo de Emolumentos, valor esse que não integra o Preço dos Serviços. Verificar artigo 5º (... cobrar das partes 4% sobre todo serviço fornecido...). O Recibo de Emolumentos definido pela Corregedoreia Geral da Justiça é o documento habil para comprovação das cobranças, não se aplica a emissão de qualquer outro Documento Fiscal. Em Florianópolis e Blumenau os titulares têm liminar transitada em julgada desde 2007. O TJSC decidiu que as prefeituras só podem cobrar de agosto de 2008 em diante, quando foi publicada decisão do STF definindo que cabe o recolhimento de ISS sobre os serviços. Em Blumenau, já existe uma negociação adiantada para que os colegas paguem o atrasado em 60 meses e passem a pagar daqui pra frente 2% sobre a receita bruta. Em Itajai, os colegas conseguiram convencer a prefeitura a cobrar ISS por alíquota fixa. Em Palhoça (por exemplo), a Prefeitura notificou, fizeram a defesa administrativa, já faz mais de um ano, e até hoje a prefeitura não definiu nada. Nesta cidade, a legislação prevê 3% sobre renda bruta do serviço pessoa jurídica. Em Lages os colegas negociaram o pagamento dos últimos 5 anos em 120 meses e estão pagando 2% sobre a receita bruta mensal dos serviços. Lei municipal nº 175, de 2007 determina que o recolhimento seja equiparado a profissional liberal, valor fixo de R$ 427, 44 ao ano. Em 1ª Instância, os colegas ganharam o recurso. A prefeitura ingressou com Recurso, entretanto o TJPB negou, agora devem recorrer ao STJ. Ingressaram com ação e aguardam decisão.. Tem decisão judicial, alguns recolhem como pessoa física e outros como juridica. Tem liminar e por enquanto não recolhem. Protocolaram ação, entretanto ainda não têm solução. Não estão recolhendo. Segue anexo o Texto completo da referida Lei 80/2011. Segue Também Modelo do Recibo Padrão definido pela Corregedoria devidamente adaptado, com destaque do ISS, bem como do valor do Selo. LEI COMPLEMENTAR Nº. 191, DE 14 DE ABRIL DE 2011 ITAJAI- SC (Anexa)... o caso dos serviços de registros públicos, cartorários e notariais, prestados por delegação do poder público, o ISSQN será calculado, lançado e recolhido de forma fixa e anual... Lei anexa

Porto Alegre (RS) Porto Velho (RO) Recife (PE) Rio Branco (AC) Rio de Janeiro (RJ) Salvador (BA) São Luis (MA) São Paulo (SP) Teresina (PI) Recolhem sobre o valor dos Emolumentos devido a lei municipal. Com referência à Sapucaia do Sul, originou a Lei nº 3.285, de 30/12/2010. Ingressaram com MS por alguns colegas. Estão com liminar, entretanto a prefeitura agravou. O TJRO não reconheceu do agravo, a Prefeitura deve recorrer ao STJ. Tem decisão judicial, não recolhem. Em São Paulo, não houve acordo. A alíquota que era de 5% sobre o bruto, inclusas todas as taxas (54%), foi reduzida para 2%, mas ainda incidente sobre o bruto do cartório e a taxa da Carteira das Serventias. Mesmo assim, quem tinha liminar ou ação judicial em andamento, não está recolhendo; seguindo a orientação dos advogados, estão depositando em juízo (a grande maioria). Nenhum acordo sobre o retroativo. Há autuações que estão sendo discutidas na justiça desde 2004. Foi editada Lei Complementar, de 2006, que autoriza a cobrança do ISS (5%). Os titulares ingressaram com MS com antecipação de tutela e conseguiram liminar. A prefeitura agravou mas o TJPI confirmou a decisão da juíza do 1º grau. Entretanto, alguns titulares optaram pelo recolhimento de acordo com a lei municipal vigente. A decisão da liminar determina o pagamento anual do ISS pelo trabalho pessoal, em valor fixo. Lei Anexa decisões anexas - Veja tambem ofício da ANOREG-RJ (importante modelo). Tem livro do colega Gilson San'anna (ISS e os cartórios) disponivel na Anoreg-BR

Vitória (ES) Lei de Vitória: Lei nº 7.938, de 19.05.2010. A incidencia sobre os Serviços Notariais e de Registro está tratada na nova redação dada aos arts. 23-A e 25 da Lei 6.075, de 29.12.2003, que estabeleceu alíquota de 2% sobre os emolumentos, "não se integrando, todavia, à sua base de cálculo.", vigorando a partir de 1º de julho de 2.010; ou seja, é cobrado dos usuários dos serviços e repassado ao Município. O período anterior teve tratamento diferenciado, sendo cobrada uma alíquota de 5% sobre os emolumentos diretamente dos delegatários, com possibilidade de parcelamento com redução de multa e encargos, nos termos dos artigos 3º e 4º da referida Lei nº 7.938. Quase todos os delegatários parcelaram o período retroativo à junho de 2010, embora aionda estejamos discutindo na Justiça a emenda da Camara que aplicou ao período retroativo à Lei a mesma alíquota de 2%. Esta emenda foi vetada pelo Executivo e o veto derrubado pelo Legislativo. O Município impetrou ADIN no TJ e obteve liminar. Estamos discutindo a matéria, tendo a ANOREG-ES requerido a admissão nos processo com amicus curie. Lei Anexa lei municipal determinando o recolhimento sobre os emolumentos (Porto Alegre, Vitória e Curitiba) lei municipal determinando o recolhimento fixo, como pessoa física (Goiania)