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Transcrição:

DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS: EXPERIÊNCIAS NO SUL DO BRASIL Geólogo Pedro Julio Schnack Especialista em Tratamento de Resíduos Industriais NOVEMBRO - 2009

Gestão de Resíduos SólidosS MINIMIZAR Otimizar aproveitamento de matérias-primas REAPROVEITAR No próprio processo ou externamente RECICLAR Separar na origem, coleta seletiva, reutilizar no processo TRATAR Secar, Descontaminar, Prensar, Compostar DESTINAR Aterros, Co-processamento, Uso Agronômico, Incineração

EXEMPLOS DE TECNOLOGIAS APLICADAS Setor Metalúrgico Caso Tramontina: Aterro Setor Coureiro-calçadista Beneficiamento e Co-processamento

CENTRAL TRAMONTINA - LOCALIZAÇÃO

CENTRAL TRAMONTINA RESÍDUOS RECEBIDOS De 1994 a 2008: 261.694,52 m³ enviados à Central Composição dos Resíduos Classe I; 2% Recicláveis; 55% Classe II; 43%

CENTRAL TRAMONTINA RESÍDUOS RECEBIDOS Média mensal de resíduos por ano 2500,00 2000,00 m³/mês 1500,00 1000,00 500,00 0,00 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Classe I Classe II Recicláveis Total

CENTRAIS TRAMONTINA ANTIGA E ATUAL Antiga Central Nova Central

TRAMONTINA CENTRAL ANTIGA Implantada em 1993, para atender às s 5 fábricas da Serra Gaúcha ARIP (classe I): 4 valas encerramento março/2008 Aterro Classe II: 2 valas encerramento março/2009

TRAMONTINA CENTRAL ANTIGA ARIP TRIAGEM CLASSE II

TRAMONTINA CENTRAL ANTIGA ARIP - Valas c/ 600m³

CENTRAL TRAMONTINA - TRIAGEM

TRAMONTINA - CENTRAL ATUAL ARIP Dupla camada de impermeabilização inferior Uma camada de impermeabilização nas laterais Geomembrana de PEAD de 2 mm 30 células c de 2.400 m³.. Total de 72.000 m³ Volume previsto de 40 m³/mês m de resíduos Classe I Vida útil do ARIP = 150 anos

TRAMONTINA - CENTRAL ATUAL ATERRO CLASSE II Impermeabilização na base e nas laterais com uma camada de geomembrana de 1,5 mm 42 valas de 45.000 m³.. Total de 1.890.000 m³ Previsão de 800 m³/mês de resíduos Classe II Vida útil do Aterro Classe II = 200 anos

TRAMONTINA - CENTRAL ATUAL Informações preliminares: julho/2004 EIA/RIMA: julho/2005 Projeto: novembro/2006 Implantação: abril/2007 Operação: ARIP março/2008 Classe II: março/2009

TRAMONTINA CENTRAL ATUAL LAVRA PEDREIRA X DISPOSIÇÃO RESÍDUOS

TRAMONTINA - CENTRAL ATUAL ARIP Classe II

TRAMONTINA - CENTRAL ATUAL ARIP Valas com 2.400m³

TRAMONTINA - CENTRAL ATUAL ATERRO CLASSE II - Construção

TRAMONTINA - CENTRAL ATUAL ATERRO CLASSE II Valas com 45.000m³

TRAMONTINA - CENTRAL ATUAL INVESTIMENTO: Atividade Custo Instalação Capacidade Instalada Custo instalação por m³ Com Custo Operacional por m³(*) Infraestrutura US$ 200.000 -------- -------- -------- ARIP US$150.000 2.400m³ (vala 1) 62,50 US$ 120,00 US$ Aterro Classe II US$1.400.000 90.000m3 (Valas 1 e 2) 16,00 US$ 60,00 US$ TOTAL US$1.750.000 * O valor contempla amortização do investimento para novas células

SETOR COUREIRO-CAL CALÇADISTAADISTA O setor couro é responsável por 62,5% dos resíduos perigosos gerados no Rio Grande do Sul (Fepam( Fepam,, 2003). Média de Resíduo por par de calçado ado estimada para o Rio Grande do Sul: Couro: 50 g Sintéticos: ticos: 145 g Recicláveis: 25 g Total: 220 g

COMPOSIÇÃO MÉDIA M DE RESÍDUOS DO SETOR COUREIRO 60% 50% 50% 40% 30% 20% 26% 23% 10% 0% Lodo com cromo Aparas e Retalhos de Couro Serragem e Pó de Couro 1% Outros Resíduos

BENEFICIAMENTO RESÍDUOS DE COURO Reaproveitamento de Resíduos da Indústria Coureira Case ILSA Brasil Indústria de Fertilizantes Ltda Hidrólise térmica t de resíduos de couro para produção de fertilizantes orgânicos nitrogenados

UNIDADES ILSA - ITÁLIA Ilsa S.p.A. Arzignano (VI) Ilsa Mediterraneo Molfetta (BA)

UNIDADE ILSA - BRASIL

PROCESSO PRODUTIVO Produto Final Resíduos de Couro Seleção de Matéria- Prima Emissões Atmosféricas HIDRÓLISE TERMICA Controlada PENEIRAMENTO GELATINA NÃO ESTABILIZADA SECAGEM Ar Quente

PROCESSO PRODUTIVO DE RESÍDUO A FERTILIZANTE Hidrólise Térmica As proteínas tornam-se biodisponíveis de acordo com o tempo de hidrólise préestipulado (Lenta liberação de nitrogênio orgânico)

PROCESSO PRODUTIVO DE RESÍDUO A FERTILIZANTE Secagem Tornar o produto estável através de secagem a temperatura controlada, de modo a não desnaturar as proteínas. (Fixação de nitrogênio orgânico no produto)

PROCESSO PRODUTIVO DE RESÍDUO A FERTILIZANTE Peneiramento Separação de produto em diferentes granulometrias

PROCESSO PRODUTIVO DE RESÍDUO A FERTILIZANTE Produto Final Totalmente exportado para Europa

CO-PROCESSAMENTO NO MUNDO Case Grupos Cimpor e Lafarge: Mais de 80 países, mais de 8.000.000 t. resíduos co-processados por ano, na atividade desde 1978.

CO-PROCESSAMENTO RESÍDUOS COMBUSTÍVEIS Técnica de destinação e destruição de resíduos de maneira definitiva, não gerando passivos ambientais, aproveitando o potencial energético e da matéria ria-prima. Operação combinada: Produzir Cimento com qualidade Utilizar o forno de Cimento para a destruição resíduos

ECOLOGIA INDUSTRIAL Ecologia Industrial tem como objetivo tentar reproduzir os ciclos de vida inerentes da natureza. Em fazendo isto, a Industria poderá ser menos danosa ao meio ambiente. Produzir Ciclos da Natureza Tirar Resíduo Meio Ambiente Ecologia Industrial

CO-PROCESSAMENTO Hierarquia da gestão de resíduos CO-PROCESSAMENTO

COMPOSIÇÃO MÉDIA M DE RESÍDUOS DO SETOR CALÇADISTA ADISTA 70% 60% 67% 50% 40% 30% 20% 21% 10% 0% 12% Recicláveis Couro Combustíveis

NOVAS ALTERNATIVAS DE DESTINAÇÃO PARA RESÍDUOS CALÇADISTA ADISTA Retalhos de couro BENEFICIAMENTO (ILSA) Aparas de borracha Aparas de espuma Aparas de materiais sintéticos Aparas de Tecidos CO-PROCESSAMENTO (CIMPOR) Panos sujos Papelão Plásticos Latas vazias RECICLAGEM Aparas de PVC Pós diversos e Varreduras Aterro de Resíduos Industriais Resíduos Administrativos Coleta Municipal

CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS CALÇADISTAS ADISTAS E COMPONENTES NO RS

PROJETO RESÍDUOS CALÇADISTAS ADISTAS - RS Processo

CIMPOR FÁBRICA DE CANDIOTA, RS Principais Dados Operação 1987 Clinquer 600.000 t/ano Cimento 900.000 t/ano Co-processamento 2004 Fator de Utilização >90% Distâncias Porto Alegre 420Km Bagé 45 Km Vale dos Sinos 470 Km

CO-PROCESSAMENTO Especificações Técnicas T - CONAMA PRINCIPAIS TEORES MÁXIMOSM Cr (Cromo) 1,0% Cl (Cloro) 0,3% Umidade 15,0% RESÍDUOS ISENTOS DE: Resíduos hospitalares, lixo doméstico não-classificado, explosivos, elementos radioativos, pesticidas, fossas orgânicas, materiais com alto teor de metais pesado, materiais com alto teor de cloro e COURO COM CROMO PCS >= 4000Kcal/Kg

CO-PROCESSAMENTO Projeto Resíduos Calçadistas adistas - RS Potencial: 3.000 ton/mês Local: Candiota 420km Porto Alegre Teste em Branco: Dezembro / 2009 Teste de Queima: Março o / 2010 Previsão Início Operação: Outubro / 2010

Geólogo Pedro Julio Schnack Novo Hamburgo-RS Fone: +55 51 3593-1555 e-mail: pedro@pjsgeologia.com.br www.pjsgeologia.com.br